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Marabá

Blitz em semáforo alerta condutores sobre lixo jogado em vias públicas

“Puxão de orelha” foi feito com distribuição de sacolas de plástico e execução de boa música em semáforo de Marabá
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Servidores, alunos e colaboradores da Fundação Casa da Cultura de Marabá foram à Rodovia BR-230 na manhã desta sexta-feira, dia 29 de junho, para dar continuidade à campanha de conscientização ambiental, com foco na limpeza das vias urbanas.

A presidente da Fundação Casa da Cultura de Marabá, Vanda Américo Gomes, explica que a ação de preservação ambiental está sendo realizada pelo segundo ano consecutivo, para conscientizar condutores e demais ocupantes dos veículos sobre a importância de não jogarem lixo nas vias públicas.

“A gente percebe claramente que muitas pessoas que estão dentro dos veículos abrem os vidros e jogam lixo na rua. Isso acontece muito aqui na área urbana da Rodovia Transamazônica, que corta a cidade e acaba maculando a imagem do município, sem contar nos problemas ambientais advindos disso. Na segunda-feira logo cedo, quando vamos trabalhar, encontramos uma rodovia que recebeu muito lixo durante o final de semana”, lamenta.

Por conta disso, a FCCM fez blitz no semáforo em frente ao Shopping Pátio Marabá para alertar os condutores sobre esse dilema urbano e, ao mesmo tempo, entregar sacolas para que eles coloquem lixo dentro delas e retirem apenas em local adequado. “Hoje, Marabá é uma cidade relativamente limpa, mas precisamos ajudar a administração municipal fazendo nossa parte, evitando sujar as vias públicas”, reafirmou.

Enquanto aguardava o semáforo abrir, o motociclista Cleiton Flaverlei Campos acompanhou a ação educativa da Fundação Casa da Cultura e elogiou, ao relembrar que muitos condutores acabam jogando muito lixo pelas janelas dos carros e deixam a cidade mais suja. “A coisa que mais me revolta são as pessoas que tomam bebida alcóolica e depois jogam a latinha na rua. São dois crimes: um contra o Código de Trânsito e outro contra o meio ambiente”, reconheceu.

Ao mesmo tempo, a presidente da Fundação Casa da Cultura aproveitou a ocasião para levar alunos da Escola de Música Moisés da Providência Araújo para fazerem apresentações musicais em frente ao semáforo. Segundo Vanda, o projeto “Música em todo canto” já conta com nove centros de formação musical em diversos bairros da cidade, alcançando 1.800 alunos na Independência, Liberdade, Amapá, São Miguel da Conquista, Morada Nova, São Félix Pioneiro, Km 3, Km 7.

“Em um ano e meio, descentralizamos os serviços que ofertamos na sede porque a grande maioria das crianças que têm interesse em formação musical não consegue se deslocar para a sede, que fica na Folha 31, Nova Marabá. Nosso trabalho é realizado no contra-turno do estudo que os estudantes fazem na escola formal, o que evita que muitos deles trilhem pelo caminho da marginalidade”, ressalta.

A Fundação Casa da Cultura oferece aulas de teclado, violão, musicalização infantil, canto coral, além de vários outros instrumentos musicais.

Ulisses Pompeu – de Marabá

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  1. Nao eram sacolas plásticas, mas coletores de luxo para veículos feitos em tecido sintético, o qual pode ser lavado e reutilizado varias vezes.

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