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Negócios

Codec e Instituto Confúcio discutem aproximação entre Pará e China

A língua é o principal entrave comercial entre o Brasil e a China

A Diretoria de Novos Negócios da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) recebeu na última quarta-feira (2) representantes do Instituto Confúcio, instituição educacional com mais 400 unidades espalhadas em todos os continentes. A entidade, que visa fornecer informações sobre educação, cultura, economia e sociedade chinesas, foi estabelecida em Belém por conta de um convênio entre a Universidade do Estado do Pará (Uepa) e a Shandong Normal University, na China.

Segundo a diretora de Novos Negócios da Codec, Lucélia Guedes, a aproximação com o instituto se deu em razão da demanda crescente de negócios com o país asiático. “A relação comercial entre o Pará e a China cresce a cada dia, e temos cada vez mais necessidade de ter material promocional do Estado em mandarim, além de querermos estreitar as relações, não só institucionais, mas voltadas para os negócios”, explicou.

O diretor do Instituto Confúcio, Antônio Silva, visitou a companhia e disse que o foco da instituição hoje é difundir o mandarim, principalmente nas instituições governamentais. “Sabemos que na área de negócios o Estado está se expandindo, tem muitos convênios com a China, e a China também demonstra um grande interesse no Pará, por isso é importante ter servidores e investidores que falem a sua língua”, concluiu.

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