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Marabá

Congresso estadual de Educação Especial é realizado em Marabá

Participantes discutem estratégias para melhorar acessibilidade, entre outros direitos dos PNEs

Ulisses Pompeu – de Marabá

De hoje, quinta-feira, 24, até sábado, 26 de novembro, Marabá sedia o III Congresso Paraense de Educação Especial, que está discutindo “A transversalidade da Educação Especial, da Educação Básica ao Ensino superior: direitos consentidos e direitos negados”. O evento ocorre no Plenário da Câmara Municipal de Marabá e envolve trinta e um palestrantes de diferentes regiões do Brasil.

A cerimônia de abertura foi marcada por breve discurso de educadores, palestrantes, estudantes, vereadores Irismar Araújo e Ilker Moraes, de Marabá, além da promotora que atua pela proteção dos direitos dos portadores de necessidade especiais, Lilian Viana Freire.

Entre os palestrantes estão a professora doutora em Educação Cristina Broglia Feitosa de Lacerda, vencedora do 56º Prêmio Jabuti para a área de Educação com o livro “Tenho um aluno surdo e agora?”, da Editora UFSCAR; o professor doutor em Engenharia de Sistemas e Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, José Antônio dos Santos Borges, especialista em Tecnologia Assistiva, tendo desenvolvido grande quantidade de sistemas para acesso de deficientes aos computadores; o professor mestre Renato Antônio Brandão Miranda, músico, violinista e guitarrista que tem pesquisa na área de educação especial e tecnologias; a professora doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo, Enicéia Gonçalves Mendes, presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores em Educação Especial, entre outros.

A abertura do III Congresso Paraense de Educação Especial contou com mais de 300 participantes, que também frequentam seis oficinas, cinco minicursos, doze mesas redondas, quatro palestras centrais e deverão presenciar 18 relatos de experiências, 36 comunicações orais, além de verificar os 65 trabalhos inscritos.

A rica programação e sua diversidade temática abordada atende às demandas de formação, expectativas e necessidades sobre os assuntos presentes na Amazônia Paraense e no Brasil, através do incentivo aos debates, reflexões, avaliações das políticas, proposições de novas ideias e trocas de conhecimentos e experiências entre os congressistas.

O evento é uma realização do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão Acadêmica da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (NAIA/Unifesspa) com o Grupo de Pesquisa em Educação Especial: Contextos de Formação, Políticas e Práticas de Educação Inclusiva e Acessibilidade/Unifesspa e a colaboração de uma equipe com cerca de 110 profissionais da área de Educação Especial, bolsistas, voluntários e parceiros do NAIA (SEDUC/URE, SEMED/Marabá, APAE e CAP) integrando a Comissão Organizadora. O NAIA/Unifesspa é coordenado pela professora doutora Lucélia Cardoso Cavalcante Rabelo.

As palestras centrais no período da manhã acontecem no Plenário da Câmara Municipal de Marabá e as mesas redondas, oficinas, minicursos e apresentação de Trabalhos ocorrem na Escola Estadual de Ensino Médio Plínio Pinheiro, Marabá Pioneira.

Discussões

O III Congresso Paraense de Educação Especial tem por objetivo discutir e divulgar conhecimentos e experiências a respeito da Educação Especial no Pará e no Brasil, envolvendo profissionais e pesquisadores da pós-graduação, graduação e educação básica.

Com esta temática central, os organizadores pretendem analisar os direitos assegurados legalmente e implementados; e problematizar as realidades de municípios paraenses e em comparação com municípios do Brasil, quanto aos direitos que têm sido negados aos alunos público-alvo da educação especial. “Queremos, em suma, analisar as políticas instituídas e as políticas negadas no cotidiano da vida escolar dos alunos para se propor caminhos para a superação das práticas de negação de direitos”.

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