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Pará

Tiroteio em avião termina com dois mortos e um pouso forçado

O estranho caso aconteceu em Itaituba, no oeste do Estado, onde outra aeronave caiu e explodiu, mas o piloto escapou
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Uma história, no mínimo inusitada, acabou, no final da tarde da última quarta-feira (27), com a apresentação do piloto de um avião monomotor, pela Polícia Militar, na Delegacia de Polícia Civil de Itaituba, no este do Estado. O piloto, cujo nome não foi informado, contou que transportava duas pessoas, de Guarantã (MT) para Apuí (AM), quando começou uma acalorada discussão, que culminou com um dos passageiros atirando no outro e matando. Em seguida, ainda segundo o depoimento, o homicida tentou jogar o corpo de sua vítima no rio.

Foi quando o piloto, conforme relato dele mesma, apanhou a arma e atirou no outro passageiro. Naquele momento, ele perdeu o controle do avião e acabou pousando no Rio Jamanxim, nas proximidades do Distrito Jardim do Ouro, região de garimpo em Itaituba.

Segundo os policiais militares De Jardim e De Moraes, levantamentos apontam que o avião estava a serviço de traficantes de drogas e iria ao Amazonas buscar entorpecentes. A Polícia Civil do Pará está em contato com a do Mato Grosso a fim de colher mais informações sobre os dois passageiros mortos e o piloto.

Outro acidente

Ontem, quinta-feira (28), por volta das 10h, em Jacareacanga, também no oeste paraense e igualmente em região garimpeira, o piloto de uma aeronave, identificado apenas pelo apelido de Paca, foi socorrido e salvo pelo empresário Wilmar Freire.

Ele havia decolado da pista Sol Nascente, mas, logo no início do voo, a aeronave caiu, tendo Paca batido a cabeça e queimado o braço direito. Wilmar, que passava pelo local, retirou rapidamente o piloto dos destroços e o levou para longe.

Foi tempo suficiente para que o avião, que transportava dois carotes com gasolina, três botijões de gás e um carga de óleo diesel, explodisse. O piloto foi levado para um hospital em Novo Progresso.

Redenção

Jovem de Redenção morre em Cumaru do Norte atingido por descarga de alta tensão

Wiliam, inadvertidamente, elevou o basculante sob uma rede elétrica e morreu na hora
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Morreu na tarde da última terça-feira (5) o redencense Willian de Souza Cruz, de 33 anos de idade, após receber uma descarga elétrica de fios de alta tensão. O acidente aconteceu por volta das 14h, em de Cumaru do Norte, a cerca de 100 km de Redenção.

Willian estava dirigindo um caminhão caçamba da empresa em que trabalhava e percebeu que o carro estava com vazamento. Ao parar para observar, ele ergueu o basculante do caminhão, sem perceber que estava debaixo de uma rede de alta tensão. Assim que o equipamento encostou nos cabos, o condutor recebeu uma descarga elétrica e morreu no local. Ele ainda foi socorrido pelo Samu, mas já estava sem vida quando chegou ao hospital.

O corpo de Willian de Souza Cruz foi trasladado para Redenção, onde vivem os familiares dele, e está sendo velado na Rua Delly Villas Boas, no Setor Serrinha. O sepultamento acontece ainda nesta tarde desta quarta-feira (6), no cemitério local.

Redenção

Batida envolvendo moto e carro deixa uma vítima fatal em Redenção

Uma camionete conduzida por um jovem de 23 anos, que estava ingerindo bebida alcoólica, causou o acidente. Após a batida, o condutor fugiu sem prestar socorro à vítima
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Morreu na manhã desta quarta-feira (6), em Redenção, Wanderson de Araújo Castilho, de 26 anos, vítima de um acidente de trânsito ocorrido às 7h, na Avenida Santa Tereza. De acordo com informações da Polícia Civil, Wanderson teria deixado a esposa na filial de uma rede de supermercado, localizada na Avenida Araguaia, e seguiu para outra filial da mesma rede. Porém a viagem foi interrompida após a caminhonete S10, de placas ONG- 4180, conduzida por Matheus Felipe, 23 anos, bater moto Honda 150 Bros, vermelha que estava sendo pilotada por Castilho.

Wanderson de Araújo

Segundo testemunhas, após a batida, Wanderson ficou estirado ao chão enquanto o condutor do veículo fugiu do local. A vítima foi socorrida, mas, logo após dar entrada no Hospital Regional, não resistiu e morreu.

De acordo com o Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Polícia Civil, Matheus estaria consumindo bebida alcoólica em um posto de combustíveis da cidade, quando um dos integrantes do grupo que o acompanhava disse que queria ir embora. O rapaz, então, o levou até outro posto de combustíveis, na Avenida Santa Tereza e, ao fazer o retorno, bateu na motocicleta de Wanderson.

Ainda segundo o BO, após o acidente Matheus simplesmente voltou ao posto onde estava antes e continuou bebendo com os amigos. A Polícia Civil foi chamada e, ao chegar ao local da farra, Matheus fugiu, deixando para trás o veículo, que foi removido para o pátio da delegacia.

Durante toda a manha desta quarta-feira, parentes e amigos de Wanderson, estiveram na delegacia, prestando depoimento e, na ocasião, pediram por justiça.

Redenção

Caminhão carregado de carne tomba na BR-158, em Santana do Araguaia

Após três horas do acidente, equipes da JBS recolheram toda a carne e levaram de volta ao frigorífico
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Uma carreta carregada de carne tombou na entrada da cidade de Santana do Araguaia, na BR-158. O acidente aconteceu por volta das 9 horas desta quarta-feira (9), em frente ao Residencial Rio Araguaia. De acordo com informações, após o acidente uma equipe da Polícia Militara (PM) esteve no local e evitou que a população saqueasse o caminhão.

O motorista, que não teve o nome revelado, disse que não daria entrevista à imprensa por medo de represálias. Para a polícia o motorista disse que perdeu o controle da direção do caminhão, tombando-o, e toda a carga veio a baixo.

Segundo Michael Douglas, repórter de um canal de televisão de Santana do Araguaia, na entrada da cidade há muitas curvas perigosas, o que deve ter contribuído para que a carreta virasse. Ainda de acordo com Michael, a carga de carne ficou por mais de três horas espalhadas às margens da BR-158. A equipe que retirou a carga não informou qual seria o destino levaria da mercadoria.

De acordo com informações, a carreta seguia na direção de Redenção-Santana do Araguaia. A carreta e a carga ficaram fora da pista, por este motivo o trânsito continuou tranquilo durante todo o dia. A JBS não informou o valor da carga.

Redenção

Carretas batem de frente e carga de soja se espalha pela PA- 287

A rodovia estadual é considerada uma das mais perigosas do sul do Pará. O acidente não deixou vítimas fatais
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Um acidente envolvendo duas carretas deixou o tráfego da Rodovia PA-287 parcialmente paralisado na tarde de ontem, quarta-feira (2). A colisão aconteceu por volta das 16h, próximo ao Distrito Cachamorra, cerca de 30 quilômetros da sede do município de Redenção. Com o impacto da batida, as cabines dos dois veículos ficaram completamente destruídas. Não houve vítimas fatais.

O caminhão que estava carregado de soja seguia o trajeto rumo a Conceição do Araguaia, era de Confresa, Mato Grosso; o outro, que sequia sentido oposto, era da cidade Itabambé, Paraná. Segundo informações colhidas no local, o acidente foi provocado devido o condutor de uma das carretas ter perdido o controle da direção, provocando a colisão frontal com a outra carreta que seguia viagem sentido oposto.

Devido à colisão, a carga de soja ficou espalhada pela pista o que ocasionou o congestionamento. Um dos motoristas ficou preso nas ferragens, mas, foi socorrido por populares e levado para o Hospital Regional de Redenção. O outro teve apenas escoriações.

A PA 287 é a principal entrada e saída do sul do Pará e é por ela que entra e sai a maior parte dos produtos consumidos na região. De acordo com condutores que trafegam diariamente pela estrada, essa rodovia é também considerada uma das mais perigosas da região.

Parauapebas

Mistura de álcool e volante manda dois para o hospital e um para a DP

Condutor bêbado diz que nada bebeu antes de dirigir, jura que só bateu no poste e conta história difícil de entender e convencer
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Muitas doses de bebida alcoólica, um carro, um motorista alcoolizado e uma estrada movimentada. Foram esses os ingredientes da indigesta receita que mandou para o Hospital Geral de Parauapebas, por volta das 9h30 deste sábado (28), o ciclista Milvan Seixas Nunes e o motociclista Cícero Weliton Silva Araújo. Quem fez a mistura foi o condutor Tiago da Silva Lima, 29 anos. Ele jura que não estava bêbado, diz que não ingeriu uma gota de álcool antes do acidente, mas, tanto os policiais que o removeram à Polícia Civil quanto o Repórter do Blog respiravam puro álcool quando ele abria boca para falar.

Tanto Milvan quanto Cícero trafegavam pela Rodovia PA-275, no perímetro urbano de Parauapebas, quando foram atirados fora da pista pelo automóvel Ford Fiesta placas HMY-1870/Parauapebas-PA, dirigido por Tiago Lima, que contou uma história sem o menor sentido para explicar o acidente que ele provocou.

De acordo com o motorista, ele seguia pela rodovia quando surgiram à frente uma carreta e duas bicicletas, das quais ele desviou, mas, logo apareceu à frente outra carreta que fechou uma moto: “Eu tentei tirar das bicicletas e aconteceu a colisão, bati no poste”, contou.

Informado de que duas pessoas foram parar no hospital por terem sido colhidas pelo carro que ele dirigia, Tiago Lima disse que os veículos menores é que se chocaram no carro dele e completou: “Tem várias câmeras ali, pode ver nas imagens se eu bati em alguém, bati foi no poste”.

O sargento F. Menezes e o cabo Gama, ambos da Polícia Militar, contaram que, quando chegaram ao local do acidente, Tiago Lima já havia sido detido pela população, visivelmente embriagado. Ele não reagiu à voz de prisão e se mostrou “bastante tranquilo”.

O sargento Constantino, do Corpo de Bombeiros, que, ao lado do também sargento Gilson e do soldado Eduardo, socorreu as vítimas, relatou que Cícero Araújo foi atirado barranco abaixo e, além de ter fraturado o punho esquerdo, queixava-se de muitas dores na coluna cervical. Ele foi removido pelo Resgate ao hospital, enquanto Milvan Nunes, com várias escoriações e dores pelo corpo, foi socorrido por uma ambulância do Samu. Quanto ao condutor Tiago Lima, até o início desta tarde seguida detido na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil.

Paga o abstêmio pelo bebedor

De acordo com dados do Observatório Nacional de Segurança Viária, divulgados em dezembro de 2017, mensalmente acontecem no Brasil 3.900 mortes em acidentes de trânsito, o que perfaz 46.800 mortes por ano, 21% das quais – 9.828 – causadas por condutores alcoolizados.

O custo, para os cofres públicos, dessas mortes causadas pelo álcool ao volante e também de acidentados que sobrevivem, mas que ficam com sequelas, é de R$ 119,3 bilhões ao ano, segundo levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada), ANTP (Agência Nacional de Transportes Públicos), Ministério da Saúde e
OMS (Organização Mundial da Saúde). E, como os cofres públicos são abastecidos pelo contribuinte, até quem só toma água paga pela conta de quem dirige alcoolizado.

Reportagem: Ronaldo Modesto

Rio Maria

Batidas entre duas carretas deixou uma vítima fatal em Rio Maria

Após a colisão o motorista do outro caminhão fugiu, sem prestar socorro.
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Uma colisão envolvendo duas carretas, durante a madrugada de quinta-feira (19), tirou a vida de Edesio Reis, de 46 anos de idade, natural de Brusque, Santa Catarina. O acidente aconteceu por volta das 00h30, distante 11 km, da cidade de Rio Maria sentido Redenção na BR -155.

De acordo com informações da Polícia, Edesio estava indo, para Vale, carregar os tambores que estava no compartimento da carreta de resíduo. A Polícia acredita que a colisão entre os dois veículos, pode ter sido ocasionado devido, Silvio, motorista do outro caminhão, ter perdido o controle da direção e saiu fora da estrada por não ter acostamento ou meio fio, Silvio teria tentado voltar para a pista e bateu frontalmente com o outro caminhão que seguia sentido contrário.

Com o impacto da batida, à frente da carreta em que a vítima estava, ficou totalmente destruída. Vários pedaços da cabine do caminhão, ficou espalhados no asfalto. Uma equipe da Polícia Militar de Rio Maria esteve no local, em seguida o Copo de Bombeiros de Redenção, também esteve no local para retirar o corpo de Edesio das ferragens.

Ainda segundo a Polícia, o outro condutor do veículo identificado por Silvio Santos da Silva (39) anos, evadiu-se do local. Na manhã desta quinta-feira (19), o investigador Couto, informou a equipe do Blog, que o advogado do motorista esteve na delegacia e disse que Silvio, vai se apresentar nesta sexta-feira (20), o delegado que está presidindo caso é Carlos Cezar, da delegacia de Polícia Civil de Rio Maria.

Parauapebas

Descarrilhamento de locomotiva e vagões contamina igarapés às margens da EFC

A Vale informou que "adotou todas as medidas de controle e proteção nas áreas próximas e a terceiros"
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Na madrugada do último dia 9, uma segunda-feira, aconteceu um descarrilamento com tombamento de uma locomotiva e 26 vagões vazios pertencentes à Mineradora Vale, no Ramal Ferroviário que liga o Projeto S11D à estrada de Ferro Carajás, em Parauapebas. Em nota, logo após a liberação do ramal, na sexta-feira, a Assessoria de Imprensa da Vale informou que o maquinista da locomotiva sofreu escoriações leves, foi levado ao hospital da cidade e passa bem. Informou ainda que equipes da Vale atuaram na avaliação da recuperação da linha férrea e que as causas da ocorrência estão sendo apuradas.

Nesse intervalo entre o acidente e a liberação do ramal, a Amazônia TV, repetidora da RedeTV em Parauapebas, denunciou em seu programa de maior audiência, “O povo na TV”, que o acidente provocou a contaminação de igarapés da região, já que milhares de litros de óleo diesel foram despejados ao longo do perímetro do acidente. Com isso, dezenas de colonos que vivem às margens do ramal tiveram problemas com a falta de água pra consumo das famílias e dos animais que criam, além da possível contaminação de tanques para criação de peixes, que hoje é uma das maiores fontes de emprego e renda para os habitantes daquela região (vide o vídeo abaixo).

Acidentes acontecem, isso é fato! Este não foi o primeiro e não será o último. O que diferencia os acidentes são as formas com que os envolvidos são tratados, sejam eles responsáveis ou vítimas. Nesse caso, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente se posicionou através de uma nota informando que técnicos estiveram no local, mas no momento não foi possível “a constatação científica da dimensão da contaminação do solo e cursos hídricos daquela área”. Em outro ponto da nota, a secretaria informa que técnicos produziram um relatório e que uma advertência por escrito foi enviada para a empresa “solicitando” os devidos estudos de contaminação do solo e do curso hídrico próximo às imediações.

É isso mesmo, a Semma solicitou que a empresa investigada produza um estudo de contaminação. Salvo melhor juízo, isso é claramente uma inversão dos papéis. Quem tem que verificar a região e produzir um relatório dos impactos causados pelo acidente é o Departamento de Fiscalização Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Parauapebas e não Vale. Cabe à Vale contestar posteriormente esse relatório, se a este estiver em desacordo. A Semma informou, ainda, que, caso comprovado o dano ambiental, “tomará medidas pertinentes à situação”.

Em Barcarena, uma empresa denunciada e investigada por despejar rejeitos químicos em igarapés informou, em um primeiro momento, que cumpria a legislação e que o crime imputado a ela não procedia. Posteriormente foi verificado que havia até canais construídos pela empresa exclusivamente para conduzir tais rejeitos sem tratamento para os igarapés, economizando assim milhões de Reais anualmente.

A Vale é importantíssima para o Brasil e para Parauapebas em especial. Sem ela, creio, 90% dos que aqui hoje estão jamais estariam. Todavia, à ela deve ser dispensado o mesmo tratamento dado às várias empresas que aqui se instalam. Não é possível que a Vale produza um relatório sobre um acidente provocado por ela, com suposta contaminação de uma região, quando tantas outras empresas que trabalham com material que pode provocar uma contaminação têm seus Pedidos de Alvarás atrasados pela burocracia ou até negados por falta de atendimento a um item sequer solicitado pela Semma.

A Vale já recebe um tratamento diferenciado da justiça local no tocante às concessões de Alvarás de Funcionamento. Ela vem depositando os valores cobrados pelo Departamento de Arrecadação Municipal em juízo há anos, já que discorda dos valores cobrados. Seus Alvarás estão sendo emitidos pelo DAM por ordem judicial, mesmo o município comprovando que a mineradora está em débito e, portanto, descumprindo a legislação.

Esse acidente precisa ser investigado a fundo, não só pela suposta contaminação, mas pela real necessidade de se saber os motivos do acidente, já que o ramal cruza parte de área habitada de Parauapebas e pode voltar a acontecer no futuro, quem sabe nessa área, provocando um desastre ainda maior.

O Blog entrou em contato com a Assessoria de Imprensa da Vale na manhã desta quinta-feira e solicitou respostas para as seguintes questões:

– o que provocou o acidente?
– quais ações imediatas foram tomadas pela Vale para conter a contaminação?
– o que foi feito com a sucata dos vagões descarrilhados?
– qual o trabalho feito junto aos colonos afetados para minimizar os impactos ambientais em seus respectivos lotes?
– quais atitudes serão tomadas pela mineradora para que acidentes como este não voltem a acontecer?

Em resposta, a Vale respondeu, apenas, que ” adotou todas as medidas de controle e proteção nas áreas próximas e a  terceiros. A Vale reitera que comunicou a ocorrência aos órgãos ambientais responsáveis e mantem equipe de controle de emergências no local em contínuo monitoramento da área. A empresa  informa, ainda, que mantem o diálogo com os colonos e aguarda a conclusão do estudo sobre a ocorrência para adotar demais ações que forem necessárias”.