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Financiamento

Pará: Secretaria de Agricultura Familiar acena com crédito

O Crédito Fundiário possibilita a trabalhadores rurais a aquisição de imóveis no campo e a estabilização da produção na agricultura familiar, por meio de 13 linhas de financiamento.

Uma reunião realizada na última quinta (5) entre o Secretário Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário, José Ricardo Ramos Roseno, e o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater-Pará), Paulo Amazonas Pedroso, poderá trazer novidades para o aumento do crédito oferecido a trabalhadores rurais e agricultores paraenses.

A reunião, realizada na Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário do Pará (DFDA-PA), tratou do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), voltado aos agricultores e entidades ligadas ao setor produtivo. “Temos interesse de expandir no estado, trabalhando junto com a Emater”, disse no encontro Roseno.

O Crédito Fundiário possibilita a trabalhadores rurais a aquisição de imóveis no campo e a estabilização da produção na agricultura familiar, por meio de 13 linhas de financiamento. Além da compra e estruturação de propriedades rurais com equipamentos, o financiamento também é contemplado com acompanhamento técnico.

Parcerias – “Essas perspectivas apresentadas nos animam”, avaliou o presidente da Emater-Pará, Paulo Amazonas Pedroso, que esteve acompanhado no encontro pelo diretor técnico Rosival Possidônio. “Estamos dispostos com certeza, a realizar um bom trabalho em conjunto, em prol dos agricultores familiares”.

Sobre as inadimplências dos produtores, um dos gargalos do crédito, o encontro sinalizou a possibilidade de dívidas virem a ser renegociadas e repactuadas. “A área produtiva familiar é muito importante para todos, e o trabalhador rural, e suas circunstâncias, precisam ser compreendidos e apoiados”, disse Pedroso.

A reunião teve o objetivo de apresentar propostas para a construção de uma agenda coletiva de trabalho que viabilize a execução de alguns programas favoráveis ao setor produtivo estadual.

Roseno informou, inicialmente, que esta “nova forma de trabalhar” contempla a ideia de “retomada do fluxo do pacto federativo”, que é bem aceita pelo governador Simão Jatene.

O secretário especial do Governo Federal disse também que o governador já qualificou o novo formato como uma ação integradora e necessária para concentrar e consolidar, os esforços das instâncias implementadoras das políticas públicas. “Ambos queremos simplificar e acelerar o processo de regularização fundiária, e enquanto agentes públicos, precisamos agir em conjunto na criação de mecanismos que viabilizem essa disposição”.

Na reunião também foram apresentados resultados de 2016 e o planejamento para 2017 em outras frentes, como o Programa Terra Legal, o Programa de Documentação de Trabalhadoras Rurais, o suporte às escolas rurais, Pronatec no Campo e o Arcas de Leituras em zonas rurais – todos com  ações que podem ser potencializadas no Estado através da parceria em construção. (Agência Pará)

Pará

Após intervenção de Helder Barbalho, agricultores do Pará poderão renegociar dívidas rurais

Benefício foi incluído na Medida Provisória 733 a partir de acordo do ministro Helder Barbalho

Foi sancionada com vetos a lei que autoriza a liquidação e a renegociação de dívidas de crédito rural que beneficia pequenos agricultores das áreas das superintendências da Amazônia (Sudam)  e de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O texto consiste na conversão da Medida Provisória 733/2016 em lei.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, foi quem atuou diretamente para que o dispositivo beneficiasse também agricultores da região Norte, além dos produtores do Nordeste. “Esta medida estende aos agricultores do Norte o mesmo tratamento garantido aos produtores do Nordeste. Com isso, ampliamos a rede de proteção a mais brasileiros que investem na produção de pequeno porte”, comemorou o ministro Helder Barbalho.

A inclusão do benefício aos produtores na área de abrangência da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) foi uma proposta apresentada em emenda pela deputada federal Simone Morgado. Ainda segundo o ministro Helder Barbalho, a Medida Provisória deverá impulsionar o setor rural nas duas regiões. “Ela permitirá não só o pagamento das dívidas, como também a recuperação do crédito de milhares de produtores rurais”, explicou. O objetivo é permitir que os agricultores consigam melhorar sua condição financeira sem que suas dívidas sejam enviadas para cobrança judicial ou inscritas na Dívida Ativa da União.

Segundo a MP, os produtores rurais têm até o dia 29 de dezembro de 2017 para liquidarem ou renegociarem suas dívidas, com a garantia de que não haverá novas execuções até essa data. Os descontos chegam a 95% do saldo devedor. A MP incluiu também os agricultores inscritos na Dívida Ativa da União, até 31 de dezembro de 2014. A renegociação foi autorizada para dívidas contraídas até 31 de dezembro de 2011.

 

Sudeste do Pará

Sedap e Emater entregam mudas de banana a agricultores do sudeste paraense

20160120_105133A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) e o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) entregaram, no último dia 20, para os municípios da região sudeste do Pará, 30 (trinta) mil mudas de bananas de três variedades resistentes às doenças. As mudas foram compradas pelo Governo do Estado junto à Embrapa – Cruz das Almas – Bahia.

Os municípios beneficiados foram: Canaã dos Carajás, Eldorado dos Carajás, São Domingos do Araguaia, Itupiranga, Nova Ipixuna, São João do Araguaia, Breu Branco e Marabá, pois já haviam feito uma solicitação prévia.

O evento seu deu no Viveiro de Mudas de Marabá, em fase de implantação, que deverá ser o melhor e maior no âmbito público. O secretário Jorge Bichara se colocou a disposição da parceria em favor da agricultura.

Estiveram presentes, entre outros, o Secretário de Estado Hildegardo Nunes, titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), órgão do governo estadual ao qual a Emater é vinculada.

O gerente regional da Sedap, Marivan Oliveira Sousa elogiou a parceria com Emater, que dá assistência no âmbito municipal. Por outro lado, o supervisor Regional da EMATER em Marabá, Francisco da Silva Ferreira informou que esta é apenas uma de mais ações que virão em 2016 em convênio com Sedap e Ideflor, sempre visando a melhoria da produção rural e florestal.

Pará

Com logística e incentivos, soja ganha espaço no Pará

Por Bettina Barros – Valor Econômico

Os novos canais logísticos em implantação no Pará estão impulsionando o plantio de grãos no Estado, historicamente voltado ao setor de pecuária bovina. Seja pela demanda de mercado ou pelos incentivos fiscais criados pelo governo, a expectativa é de que o plantio mantenha o ritmo atual de expansão, de 15% a 20% ao ano, e chegue a 5 milhões de hectares até 2023.

sojaO governo diz que a intenção é aproveitar as áreas já desmatadas para avançar com a lavoura, e reitera que o crescimento não se dará às custas da Amazônia. “Temos 25 milhões de hectares abertos, ou seja, tem área de sobra sem precisar entrar na floresta”, diz o secretário de Agricultura, Hildegardo Nunes.

Novato em grãos, o Pará aderiu à cultura há cerca de dez anos, na esteira da demanda global crescente e da rentabilidade mais alta em relação à pecuária. Dados da Secretaria de Agricultura mostram que entre 2000 e 2012 o Estado passou de 2,2 mil hectares para 119,6 mil hectares plantados com soja – uma guinada de 5.580%. Segundo a Conab, a safra paraense de soja prevista para 2015/16 deverá atingir 336,3 mil hectares, gerando pouco mais de 1 milhão de toneladas. Só para comparação, o Mato Grosso terá pouco mais de 9 milhões de hectares e 28 milhões de toneladas nesta safra.

“Temos limitações de relevo e solo, então não vamos além disso [5 milhões de toneladas]. Mas a rentabilidade da soja é maior que a do boi, e isso tem estimulado a atividade”, diz Vanderlei Ataídes, presidente da Aprosoja Pará, “e os novos canais de logística têm dado velocidade à expansão agrícola”.

Para tentar impulsionar o setor, a gestão de Simão Jatene (PSDB) tem se valido de medidas tributárias para desonerar a produção. Há três meses, lançou um “Pacto pela Produção e Emprego” e isentou do pagamento de ICMS o frete pelas hidrovias do Capim-Guamá e Tocantins, que escoarão parte da produção do Estado até o porto de Vila do Conde, e o diferencial de alíquota de ICMS para máquinas e insumos agrícolas.

Mais recentemente, anunciou planos de lançar um edital para o que seria a primeira ferrovia estadual, a Fepasa, como outra opção de modal para atender não só os grãos, mas também minérios.

As medidas somam-se aos investimentos milionários da iniciativa privada na hidrovia do Tapajós, por onde serão transportados até 20 milhões de toneladas de grãos ao ano pós-2020. No Tocantins, a expectativa é de que o governo federal consiga licitar o derrocamento do Pedral de Lourenço, hoje um impeditivo para a navegação contínua pelo rio amazônico.

Em tese, diz o ambientalista Beto Veríssimo, o caminho está correto. O Estado tenta transformar-se de “corredor para o grão do Mato Grosso” em desenvolvedor de suas próprias cadeias produtivas e verticalização. “Do ponto de vista de desenho econômico, não vejo problema. Desde que se garantam salvaguardas, já que a sojicultura precisa de compromissos amarrados”, diz o pesquisador do Imazon, organização de Belém que faz monitoramento mensal do desmatamento da Amazônia, independente dos dados oficiais.

Até agora, o espraiamento da soja se deu em áreas antropizadas nos três polos de produção – Paragominas, Santana do Araguaia e Santarém. Os dois primeiros figuraram entre grandes desmatamentos do Estado, a ponto de serem incluídos na “lista negra” do Ibama. Ambos já saíram da lista. Santarém foi palco de turbulência nos anos 2000, com temores de que a chegada da Cargill ao porto encorajasse o plantio na região.

Apesar de desmates pontuais nesses polos, um protocolo de grãos e o avanço do CAR, o cadastro ambiental rural, são ferramentas com as quais o governo tenta promover o desenvolvimento sustentável”, diz Teresa Moreira, especialista em governança da The Nature Conservancy (TNC).

O desafio está no eixo Tapajós, para onde são planejados hidrelétricas e portos fluviais. A economia ali ainda é baseada na grilagem. Gigantesca e distante, a área de influência do novo corredor logístico é também onde as manchas do desmatamento mais saltam aos olhos nas imagens de satélite.

Parauapebas

Parauapebas: produtores rurais aprendem sobre ferramentas de controles financeiros

_MG_4907Com a proposta de proporcionar mais conhecimento e visando um melhor gerenciamento da renda em propriedade rural, a Prefeitura de Parauapebas através da Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) ofereceu para os produtores rurais, no período de 23 a 27 de novembro, a oficina  “Como controlar meu dinheiro no campo”.

A iniciativa aconteceu em todas as sete regiões da zona rural do município.  De acordo com o consultor do Sebrae, Roberto Pacheco, a proposta  vem de encontro com à necessidade do produtor rural de controlar o seu dinheiro. São ferramentas de controles financeiros, como: controle de caixa, contas a pagar e receber e ainda caixa futuro.

“Por menor que seja sua propriedade é uma atividade. As ferramentas que estamos mostrando são para saber fazer um controle de caixa, registrar a renda da propriedade. Com os lançamentos do dia a dia, o produtor saberá qual o resultado do mês. São ferramentas simples, que proporcionarão um grande resultado, com ele, o produtor saberá o melhor investimento e a hora de reduzir custos”, explicou o consultor.

Para os produtores, a oficina chegou em boa hora e vai ajudar no gerenciamento de suas atividades. “Administrar dinheiro é muito difícil. Na agricultura não temos esse controle. Esse curso com certeza vai me ajudar na organização, do dinheiro que entra e saí na propriedade. Espero colocar em prática tudo que aprendi e dessa maneira melhorar meus lucros”, declarou o produtor rural Erilvelton Botelho, da região do Cedere.

A produtora rural, Neuza de Araújo, com propriedade na VS 17, da comunidade Santo Antônio na região do Cedere, ficou muito satisfeita com o conhecimento adquirido. “Aprendi muito, será uma boa ajuda nos negócios. Eu não tenho nenhum tipo de controle. A partir de agora terei como saber se gasto mais, do lucro com minhas atividades. Vou começar a  fazer meu controle de caixa”, comentou a Neuza.

O secretário de Produção Rural, Horácio Martins, esteve na abertura da oficina e falou da importância da capacitação para a área rural. “Precisamos acompanhar as novas formas de gerenciamento através de ferramentas acessíveis ao produtor rural. Esse é mais um incentivo que o  governo municipal oferece para o produtor e vamos continuar buscando maneiras  de contribuir com o desenvolvimento da agricultura familiar do município”, disse o secretário. (Ascom)

Parauapebas

Agricultura: Parauapebas produz cebola de cabeça pela primeira vez

Essa semana foi especial para o produtor rural, Raimundo da Silva, da região da Palmares I, que realizou a primeira colheita de sua plantação de cebola de cabeça. Pioneiro no município por ter tido a iniciativa desse tipo de plantio, o agricultor conseguiu fazer a colheita de cerca de 8 toneladas de cebola.

IMG_9199“Muitas pessoas me disseram que não conseguiria plantar cebola nesta terra, devido ao clima. Nessa colheita consegui cerca 8 toneladas de cebola para vender, uma vitória”, comemora o agricultor, que está entre os produtores rurais atendidos pela Prefeitura de Parauapebas, através da Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror). 

O prefeito Valmir Mariano acompanhado do secretário de Produção Rural, Horácio Martins, além do Presidente da Câmara Municipal, Ivanaldo Braz e do vereador Zacarias Marques visitaram a propriedade para conhecer in loco a iniciativa. “É gratificante saber que colaboramos com iniciativas que trazem novas alternativas econômicas para o homem do campo; isso é desenvolvimento para o nosso município. Seu Raimundo é um exemplo de perseverança e trabalho”, disse o prefeito.

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Com o apoio da equipe técnica da Sempror, o agricultor destaca que está satisfeito com o resultado de sua plantação. Este ano, Raimundo também já plantou maracujá, melancia, feijão, cheiro verde e goiaba, tendo realizado, inclusive, a colheita dessas frutas e verduras.

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De acordo com o secretário de Produção Rural, Horácio Martins, a ideia é diversificar a produção do município.  “Já temos boas experiências com fruticultura [banana, maracujá, melancia] e queremos expandir e diversificar a agricultura local. Essa experiência de plantar cebola de cabeça é inovadora em nosso município, estamos muito felizes com o resultado positivo, pois demostrou a viabilidade econômica e produtiva. Agora vamos incentivar outros produtores no plantio desse tipo de cebola”, declara Horácio Martins. (ASCOM PMP)

Parauapebas

Agricultura familiar muda a realidade de produtores rurais da Palmares I

Aumentar a renda, esse é o sonho de todo produtor rural que acorda cedo todos os dias para trabalhar. Em Parauapebas, os agricultores já vivem essa realidade. O programa de incentivo do Governo Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Produção Rural (Sempror), proporciona aos produtores uma mudança de vida completa.

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Raimundo Vieira, 51 anos, tem uma propriedade na área da Palmares I. O produtor que chegou a Parauapebas há 3 anos, sempre trabalhou com agricultura familiar, mas nunca teve incentivo nos negócios. “Aqui é diferente, a prefeitura nos apoia. Já recebi muitos benefícios: adubo, sementes e os técnicos da Sempror sempre estão à disposição para nos auxiliar”, comenta.

Ele trabalha com o plantio de melancia, maracujá, goiaba, milho, cheiro verde, abóbora e cebola. Para o agricultor, o conhecimento e a assistência técnica qualificada fizeram a diferença na sua plantação. Atualmente, ele consegue fazer a colheita de melancia, por exemplo, duas vezes ao ano.

A segunda colheita de melancia foi realizada na última quinta-feira (2), com a presença do secretário de Produção Rural, Horácio Martins, equipe da Sempror, e alguns produtores da região da Palmares I, que conheceram a propriedade, a plantação dos frutos e ainda as técnicas utilizadas pelo agricultor.

“Antes eu fazia o trabalho com a inchada e isso levava muitos dias. Agora é feito com as máquinas custeadas pela prefeitura, o que facilita demais nosso trabalho. A prefeitura também me concedeu o transporte da mercadoria até a cidade. Minha renda aumentou, então, estou muito feliz com esses incentivos e hoje mais ainda pela presença do secretário na minha propriedade”, completa.

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Com uma plantação de 5 mil pés de quiabo, cheiro verde, cebolinha, feijão, pimenta de cheiro e mamão, o então produtor Leandro Batista, 35 anos, mudou sua vida quando decidiu voltar a trabalhar como agricultor. Leandro conta que atuava como assalariado na cidade e há 7 anos decidiu investir em uma propriedade na zona rural.

“Agora tenho meu próprio negócio, duas vezes por semana levo os produtos para vender na cidade. Essa é minha única fonte de renda e já tenho uma pessoa que trabalha comigo. Minha vida mudou muito com a agricultura familiar”, afirma o produtor, que já plantou mais 3 mil pés de quiabo para aumentar sua produção.

De acordo com o coordenador da região da Palmares I, Alcides de Sousa, mais de 300 produtores recebem incentivos do Governo Municipal, através da Sempror, com mecanização, distribuição de mudas, adubo, ureia, assistência técnica e construção de tanques de piscicultura.

O titular da Sempror, Horácio Martins, falou para os agricultores sobre o potencial de produção que o município possui e o trabalho que vem sendo realizado para aumentar a produtividade. “Fico feliz em constatar o sucesso de nossos agricultores. Já aumentamos a produtividade de milho e diversos produtos, e vamos continuar. Saímos de 3 % de produtos da agricultura familiar que fornecíamos para a merenda escolar, atualmente, estamos com 33% de fornecimento. O nosso município tem potencial de produção, não vamos precisar vender frutos vindo de outras regiões. Nós vamos produzir melancia suficiente para atender o nosso município e comercializar para outros também, assim como quiabo, couve, cebola, entre outros produtos”, ressalta o secretário.

Marabá

Kátia Abreu estará em Marabá nesta quinta-feira (25) para divulgar ações do Ministério da Agricultura

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Prefeitura Municipal de Marabá promovem encontro com a  Ministra Kátia Abreu e diretores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), nesta quinta-feira, dia 25 de junho de 2015, no Parque de Exposições “José Francisco Diamantino”, em Marabá.

Na ocasião estarão em pauta:

  • 1- Divulgação do Plano Safra, Classe Média Rural.
  • 2- MATOPIPA. Programa envolvendo os Estados (MA, TO, PI, PA)
  • 3- As principais ações do MAPA na sua gestão

Programação

  • 10h – Reunião com os 39 prefeitos e secretários de agricultura.
  • 12h – Reunião com sindicatos rurais e demais órgãos.
  • 13h30 – Almoço