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Pará

No Pará, 35% das empresas ligadas à agropecuária estão irregulares

Principais critérios de avaliação foram irregularidades no gado, desmatamento ilegal e a situação dos imóveis-sede de cada unidade
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Auditorias do Ministério Público Federal avaliaram 38 unidades de 26 empresas da agropecuária paraense, a maioria frigoríficos responsáveis por 74% do abate de gado no estado. Os principais critérios de avaliação foram irregularidades no gado, desmatamento ilegal e a situação dos imóveis-sede de cada unidade.

Cerca de 35% das empresas estão irregulares, principalmente a origem dos animais e a ligação com o desmatamento ilegal. O Ministério Público Federal elaborou recomendações para cada empresa no mercado e conforme os resultados detectados pelas auditorias.

Entre os aprimoramentos sugeridos pelos sistemas de controle das auditorias estão, por exemplo, a necessidade de criação de mecanismos para evitar a compra do gado que nasce em áreas ilegais, mas que é revendido por produtores rurais legalizados.

Também foi incluído nas recomendações que as empresas desenvolvam mecanismos eficientes de controle dos fornecedores indiretos. (Com informações do Repórter Nacional – Amazônia)

Agropecuária

Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá reelegerá presidente na segunda-feira (6)

A chapa única, Antônio Vieira Caetano e Ricardo Guimarães, foi a escolhida pelos produtores rurais para continuar na presidência do Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá no triênio 2018-2020.
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O Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá realizará a eleição para diretoria da entidade na próxima segunda-feira, dia 6 de novembro, na sede do SPRM, no Parque José Francisco Diamantino. A classe rural de Marabá bateu o martelo e decidiu manter o atual presidente Antônio Vieira Caetano e seu vice-presidente Ricardo Guimarães. A chapa única será eleita para o triênio 2018 – 2020.

Com cerca de 300 filiados, o Sindicato dos Produtores Rurais de Marabá é o responsável pela organização de uma das maiores feiras agropecuárias do Pará: a Expoama. Consagrada no meio agropecuário, a Exposição de 2017 movimentou cerca de 32 milhões de reais em produtos e serviços.

O trabalho do SPRM realizado durante o ano todo tem como objetivo não só a promoção da feira, que já se tornou uma tradição na região, mas, principalmente, buscar melhorias para o homem do campo.

Marabá está no 2° lugar no ranking de produção de gado no Pará e no 5° lugar no ranking nacional. São cerca de 1,1 milhão de cabeças de gado criadas no município, segundo a Agência de Defesa do Agropecuária do Estado do Pará – ADEPARÁ.

O setor econômico é extremamente importante para a movimentação de produtos e serviços e, com isso, gera emprego, renda e impostos para o município.

 

Agropecuária

IBGE: Recenseadores iniciam coleta de dados em Parauapebas e região para o Censo Agropecuário 2017

Este ano, a novidade é confirmar pelo celular, através do QR Code, a identificação do recenseador
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Começou esta semana na região de Parauapebas a realização do Censo Agropecuário 2017 pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – que tem o objetivo de mostrar a realidade da produção agropecuária brasileira. Os dados levantados no Censo Agro servem como base para a construção de estatísticas relevantes à população brasileira e ao planejamento de políticas públicas.

Para a realização do Censo, o estado é dividido em subáreas, como Parauapebas que também engloba os municípios de Eldorado do Carajás, Curionópolis e Canaã dos Carajás. No Brasil, a expectativa é visitar 5,3 milhões de propriedades. O trabalho de coleta das informações será realizado entre os meses de outubro de 2017 e fevereiro de 2018. Na subárea de Parauapebas há 21 recenseadores e 4 supervisores que fazem a coleta especial nas maiores propriedades que demandam uma atenção.

No Brasil, são mais de 18 mil recenseadores contratados pelo IBGE.

Para Gabrielle Costa, Agente Censitário Regional, responsável pela subárea de Parauapebas, é necessário que as informações sejam completas e precisas, para atualizar os dados do último censo. “Os censos agropecuários são realizados a cada 10 anos, e considerando também que vivemos em uma região que cresceu muito nos últimos tempos, a pesquisa é de grande importância para a localidade, podendo assim retratar a realidade rural local”, destacou Gabrielle.

O IBGE faz levantamentos como a produção da pecuária municipal, a produção agrícola municipal e as trimestrais da agropecuária. No Censo Agropecuário de 2006, o rebanho de bovinos era:

   – Parauapebas: 90.499 cabeças
– Canaã dos Carajás: 209.264 cabeças
– Curionópolis: 228.457 cabeças
– Eldorado do Carajás: 251.339 cabeças

Uma das novidades do Censo Agro é a possibilidade de confirmar a identidade do recenseador através do QR Code que há no crachá, localizado no lado esquerdo do colete. O código pode ser lido pelo celular que redirecionará diretamente para o site do IBGE que fará a checagem. Existem também outras duas formas de confirmar a matrícula do recenseador que é através do site do IBGE ou pelo telefone 0800 721 8181. As medidas são para reforçar a segurança de produtores rurais na hora de repassar as informações.

Site do IBGE : https://censos.ibge.gov.br/agro/2017/coleta-censo- agro-2017/identificacao- do-recenseador-censo- agro-2017.html

ADEPARÁ

Pará terá primeiro laboratório da qualidade do leite da Região Norte

A implantação do laboratório vai possibilitar o rastreamento da produção leiteira paraense, conferindo-lhe controle e selo de qualidade.
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O estado do Pará ganhará o primeiro Laboratório da Qualidade de Leite da Região Norte. O empreendimento, que está em fase de finalização e deve entrar em operação no mês de março deste ano, é financiado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet), e integra o Parque de Ciência e Tecnologia Guamá (PCT Guamá).

A implantação do laboratório vai possibilitar o rastreamento da produção leiteira paraense, conferindo-lhe controle e selo de qualidade. O laudo que será emitido pelo laboratório possibilitará aos produtores a negociação de melhores preços e a comercialização de seus produtos em todo o Brasil.

Na tarde desta quinta-feira (26), o diretor geral da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), Luciano Guedes, e gerentes da Agência realizaram uma visita técnica ao Laboratório da Qualidade do Leite. A equipe técnica foi recebida pelo secretário Alex Fiúza de Melo, da Sectet, pela coordenadora do Laboratório de Leite, Luiza Helena Meller, e pelo diretor presidente da Fundação de Ciência e Tecnologia Guamá, Antonio Abelém.

O objetivo da visita foi apresentar o laboratório e seus serviços à Adepará, para que seus representantes possam conhecer o seu potencial para o melhoramento e a verticalização da cadeia leiteira no Estado.

O Laboratório da Qualidade do Leite é uma importante demanda do setor produtivo, sendo fundamental aos produtores de leite e as indústrias de laticínios paraenses para alcançar melhores índices de produtividade, melhorar a qualidade da matéria-prima e dos produtos derivados. “O Governo do Estado dá um grande passo com a implantação do primeiro laboratório de leite da Região Norte. Ganha a população que terá na mesa alimentos seguros, ganha o produtor rural e as indústrias que poderão certificar seus produtos e ganha o Estado que garante a geração de emprego e renda, e fomenta um dos setores mais importantes da economia, que é o agronegócio”, diz o diretor geral da Adepará, Luciano Guedes.

O empreendimento é resultado de um esforço conjunto. O governo estadual, por meio da Sectet, investiu cerca de R$ 2,3 milhões na construção do espaço. O Governo Federal, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), foi o responsável pela aquisição dos equipamentos de diagnóstico e a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) adquiriu os mobiliários. A coordenação e gerenciamento do espaço são de responsabilidade do Programa de Ciência e Tecnologia de Alimentos, da Universidade Federal do Pará (UFPA).

Qualidade do leite

Os serviços do Laboratório serão pautados a partir de amostras de leite cru (aproximadamente 50 ml), que serão coletadas na propriedade, seguindo as recomendações adequadas para os procedimentos de coleta e transporte. Os recipientes, de material plástico e com tampas de pressão, serão fornecidos já esterilizados e com conservante pelo laboratório.

“O laboratório irá oferecer o controle da qualidade, que perpassará a determinação dos seus componentes, a contagem de células somáticas e de bactérias, além de análises laboratoriais de produtos derivados do leite, como queijos, coalhadas etc. São serviços que poderão ser prestados para todos os estados da região Norte, com o objetivo de dar apoio às indústrias de laticínios no desenvolvimento de novos produtos oriundos do leite”, explica a pesquisadora da UFPA e coordenadora do Laboratório, Luiza Helena Meller.

Inauguração

Atualmente, o laboratório finaliza os trâmites para seu ingresso à Rede Brasileira de Laboratórios de Controle da Qualidade do Leite (RBQL), do Mapa, e espera a instalação dos últimos equipamentos e finalização da parte elétrica do prédio para entrar em pleno funcionamento. A previsão é que a inauguração seja em março deste ano.

“Nossa principal agenda antes da inauguração é a de aproximar os atores estratégicos aos serviços oferecidos pelo laboratório. Nesse sentido, a Adepará é uma ponte estratégica para contatar os principais usuários do laboratório, que são os produtores de leite, para que todos os testes de controle de qualidade sejam realizados dentro do nosso próprio Estado, dinamizando, assim, a cadeia leiteira paraense”, afirmou o titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello. (ADEPARÁ)

Exportação

Ministério da Agricultura espera resposta da Malásia para começar a exportar bois vivos. Técnicos malaios já visitaram o Pará

Animais devem ser destinados ao abate e à reprodução
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O Ministério da Agricultura deverá assinar protocolo sanitário com a Malásia para que o Brasil exporte bovinos vivos destinados ao abate e à reprodução no país asiático. Em nota, o ministério diz que a previsão é de que em até 30 dias técnicos do governo malaio que visitaram o Pará – principal exportador brasileiro de gado em pé – enviem relatório para viabilizar o início das negociações.

Segundo a coordenadora-geral de Trânsito e Quarentena Animal do Ministério, Judi Maria da Nóbrega, dois técnicos do Serviço Veterinário da Malásia (DVS na sigla em inglês) estiveram no laboratório do Instituto Biológico, em São Paulo, e em quatro propriedades rurais do Pará usadas para quarentena antes do embarque de gado vivo. “Os veterinários ficaram muito satisfeitos com a estrutura e com os controles sanitários das unidades”, disse Judi na nota.

Atualmente, o Brasil tem 36 estabelecimentos de pré-embarques de animais vivos (EPEs). Do total, 16 estão no Pará. De acordo com o Ministério, os malaios importam cerca de 250 mil cabeças/ano de bovinos vivos.

Emprego: agropecuária no Pará teve queda de 5,47% em 2015

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agropecuária1O setor da agropecuária paraense teve queda de 5,47% na geração de empregos formais entre janeiro e dezembro do ano passado. A pesquisa do Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), divulgada na manhã desta segunda-feira (1º), foi realizada com base em dados do Ministério do Trabalho.

Segundo os números, de janeiro a dezembro de 2015, o setor agropecuário paraense fez 28.802 admissões, contra 31.911 desligamentos, gerando um saldo negativo de 3.109 postos de trabalho. Isso demonstra uma queda de 5,47% na geração de empregos com carteira assinada. A situação foi bem diferente em relação ao ano passado, quando o setor teve saldo positivo de 209 empregados. Somente no mês de dezembro de 2015, o cenário ruim apresentou decréscimo de 1,84%. Foram feitas 1.365 admissões, contra 2.363 desligamentos, gerando um saldo negativo de 998 postos de trabalho. 

Em relação aos estados da região Norte, a maioria apresentou saldo positivo no setor, com destaque para o Amazonas, com a geração de 428 postos de trabalho; seguido do Tocantins, com a geração de 385 postos de trabalho; Amapá, com a geração de 72 postos de trabalho; Rondônia, com a geração de 71 postos de trabalho; e de Roraima, com a geração de 57 empregos. No total, o Norte teve saldo negativo de 2.141 postos de trabalho, com queda de 2,16% na geração de empregos formais em 2015. (ORM)

Concurso do Censo Agropecuário 2016 abre inscrições para Amazônia

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O processo seletivo destina-se a selecionar candidatos que serão contratados para o preenchimento de 1.409 vagas

Iniciam no dia 26 de janeiro as inscrições do concurso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que selecionará trabalhadores para o Censo Agropecuário 2016. A taxa de participação é fixada em R$ 120 para a função de Analista Censitário; R$ 35 para Agente Censitário Administrativo e de R$ 50 para Agente Regional.

O processo seletivo destina-se a selecionar candidatos que serão contratados, em caráter temporário, para o preenchimento de 1.409 vagas, distribuídas da seguinte forma: 223 vagas para a função de Analista Censitário – AC, distribuídas nas capitais dos 26 Estados e no Distrito Federal; 700 vagas para Agente Censitário Administrativo – ACA, distribuídas nas capitais dos 26 Estados e no Distrito Federal; e, 486 vagas para função de Agente Censitário Regional – ACR, em 459 municípios, distribuídos em 24 Estados.

As provas objetivas ocorrerão na data prevista de 22 de maio de 2016 e terão duração de 4 horas, das 13h às 17h (horário de Brasília/DF). As avaliações serão compostas de 60 questões sobre Língua Portuguesa, Conhecimentos Específicos, Raciocínio Lógico Quantitativo e Noções de Administração, variando de acordo com o cargo.

O candidato que não acertar, pelo menos, uma questão de cada disciplina ou obtiver aproveitamento inferior a 40% (Analistas) ou 30% (Agentes) do total de pontos das provas será automaticamente eliminado do Processo Seletivo.

Conforme o cronograma do certame, os gabaritos das provas serão informados no dia 24 de maio e o resultado é previsto para 14 de julho de 2016. 

As inscrições devem ser feitas via internet, no período de 26 de janeiro a 22 de fevereiro de 2016, na página da Fundação Cesgranrio.  (Portal Amazônia)

Pará

Fapespa e Sedap lançam boletim inédito sobre a agropecuária no Pará

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BovinosUma publicação inédita, resultado de uma parceria entre a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa) e a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), reúne os principais resultados do setor agropecuário no Pará. O Boletim Agropecuário do Estado do Pará 2015 será apresentado nesta terça-feira, 18, às 9h, na sede da Sedap, com a participação de representantes do governo e de entidades ligadas ao setor.

A publicação traz informações sobre vacinação, exportação, desempenho no mercado de trabalho, produção de origem animal, crédito rural e PIB, entre outros destaques, com o objetivo de fornecer, por meio de análises da atividade no estado, elementos que subsidiem o planejamento e gestão de políticas públicas para o setor.