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Marabá

A melancólica jornada de um Águia sem time e sem rumo

Diretoria dispensará nas próximas horas todo o elenco e futuro do técnico João Galvão ainda não está definido
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O Águia de Marabá venceu o último jogo pelo Campeonato Paraense neste domingo, 18, mas se despediu da competição com melancolia. A diretoria do Azulão se reforçou, planejou um time voando alto em 2022, batendo asas para cima a cada ano. Mas logo nos primeiros meses, amargou a mesmice: não se classificou para as semifinais e apenas celebrou o fato de não ter caído para a Segundinha da competição.

A vitória deste último domingo aconteceu diante de um São Raimundo desleixado, que não queria jogar (já estava classificado) e aceitou a pressão de um Águia quase amador. Por isso, o jogo foi tosco, chato e com o estádio com menos de um terço de torcedores em relação ao confronto com o Remo.

O ano acabou para o Águia antes mesmo do final do terceiro mês de 2018. Não tem mais Campeonato Paraense, Copa Verde, Terceira Divisão do Brasileiro, não tem mais nada. Só resta juntar os cacos e esperar o tempo passar. Se vier, novamente, com time caseiro para 2019, o risco de acontecer o mesmo é tão certo quanto a dinastia Galvão-Ferreirinha à frente do clube.

E o pior é que ninguém quer ser presidente do Águia de Marabá. Muitos torcedores, empresários e até mesmo a Imprensa criticam a longevidade de Sebastião Ferreira Neto como presidente, mas principalmente a eternidade do treinador João Galvão. E quem vai assumir a função de presidente? A de treinador é mais fácil, mas a responsabilidade sob gestão do clube ninguém quer ter sobre seus ombros.

Todos os anos se fala em mudança, após as competições. Mas elas não chegam. Os torcedores fazem suas conjecturas, se esguelam nas redes sociais, no próprio estádio, xingam Galvão. Mas os membros da diretoria se mantêm insensíveis, dizem tudo parte de um grupo pequeno de revoltados e não da torcida mesmo, de uma forma geral.

O presidente Ferreirinha alega que não pôde montar um time competitivo, com jogadores de mais peso e “rodados”, porque os recursos de patrocinadores não era suficiente para isso. Nos últimos anos, o número de empresas na camiseta do Águia foi diminuindo, deixou de ser uma poluição visual. Saiu Leolar, entrou Líder.

O presidente também aponta que o fato de o time ter jogado as primeiras partidas com mando de jogo fora de Marabá, enquanto o estádio Zinho Oliveira estava em reforma para troca do gramado, atrapalhou bastante o desempenho da equipe.

É possível que o projeto Águia 2022 seja sepultado no mesmo ano em que nasceu.

Por Ulisses Pompeu – correspondente em Marabá

Futebol

Parauapebas empata com o Águia no Rosenão e se complica na luta contra o rebaixamento

A partida terminou empatada em 1 a 1: agora, o PFC vai precisar vencer o Bragantino na última rodada e secar o Paragominas para escapar
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Por Fábio Relvas

O Parauapebas Futebol Clube mais uma vez decepcionou a sua torcida no Estádio Rosenão: na noite deste sábado (10), a equipe do PFC não passou de um empate diante do Águia de Marabá, por 1 a 1, ficando mais próximo do rebaixamento para a Segundinha do Parazão. O Azulão saiu na frente com o gol do meia Juninho, que chutou de longe e contou com a colaboração do goleiro Bruno, que aceitou aos 13 minutos do segundo tempo. O time do Parauapebas reagiu e chegou ao empate com gol do atacante Monga, aos 18 minutos da etapa derradeira.

Com o resultado, o Parauapebas se complicou na classificação do Parazão 2018. A equipe, que segue na lanterna, com apenas 8 pontos na Chave A2 da competição, agora vai ter que vencer o Bragantino na última rodada e secar o Paragominas contra o Paysandu para poder escapar da degola. Já o Águia de Marabá confirmou sua permanência na elite para 2019, e soma 8 pontos na Chave A1; a vitória do Paragominas diante do Cametá, por 2 a 0, livrou o Azulão e rebaixou o Mapará para a Segundinha.

O jogo: Parauapebas com a corda no pescoço

A torcida do PFC parecia não acreditar em sua vitória e apenas 19

9 torcedores pagaram ingresso para conferir mais um empate da equipe. O time até que sufocou o Águia na primeira etapa: Luiz Fernando cruzou para Monga, que cabeceou para fora; Djalma cruzou da direita e Gilberto emendou um chute, a bola passou à direita; mais uma bola cruzada e Léo Paraíba tocou de cabeça, mandando para fora.

Só dava PFC e Luiz Fernando, em jogada individual, deu uma caneta no adversário, chutando forte de fora da área; Guibson, atento, espalmou para escanteio. Na cobrança do escanteio, Monga cabeceou na segunda trave e Guibson salvou com os pés. Outro cruzamento na área de Luiz Fernando, e Monga cabeceou na trave. Na segunda etapa, a coisa se inverteu e foi o Azulão que começou mandando. Guga recebeu e chutou em cima do goleiro Bruno.

Outra vez, o atacante Guga recebeu na boa e, de cara, bateu para fora. Em uma sobra de bola, Léo Paraíba disparou de dentro da área para fora, perdendo uma boa chance para o PFC. O atacante Monga ajeitou para a chegada de Wellington Cabeça, que, sozinho, conseguiu fazer o mais difícil: perdeu o gol para o time da casa. O Águia não tinha nada a ver com isso e voltou a arriscar: Juninho recebeu, arrumou e chutou de muito longe, o goleiro Bruno não conseguiu espalmar, falhando no lance e a bola foi para o fundo do barbante, 1 a 0, aos 12 minutos.

O Parauapebas foi para o tudo ou nada e na saída de bola, após cruzamento na área, Monga subiu firme de cabeça, parando na boa defesa de Guibson. Em outra tentativa de Léo Paraíba, a bola foi para fora. De tanto insistir, o PFC chegou lá: Rogério Maranhão recebeu na esquerda e cruzou na cabeça de Monga, que testou; a bola bateu na trave e, na sobra, o próprio Monga mandou para o fundo do gol, aos 18 minutos, 1 a 1.

O jogo pegou fogo e os dois times foram em busca da vitória. Léo Pará fez boa jogada e tocou para Erik Di Maria, mas o meia do Águia chutou para fora. Felipinho pegou uma sobra de bola e mandou por cima da meta de Bruno. Erik Di Maria cobrou falta perigosa, mas a bola se perdeu pela linha de fundo. Rogério Maranhão cruzou da direita e Monga chutou para fora, perdendo uma grande chance de gol.

Na chegada do time marabaense, Samuel recebeu pelo meio e disparou cruzado, a bola passou na boca do gol e foi para fora. Outra vez Samuel, que driblou bem o marcador e chutou mal, com a bola passando à esquerda de Bruno. Em uma boa jogada individual de Erik Di Maria, a finalização acabou desviando na zaga e saindo para escanteio. Placar final: Parauapebas 1 x 1 Águia.

FICHA TÉCNICA

PARAUAPEBAS: Bruno; André Ribeiro, Cris, Lucas (Djalma) e Juninho; Gilberto, Max Carrasco, Wellington Cabeça (Rogério Maranhão) e Luiz Fernando; Monga e Léo Paraíba (Thiago Pedra).
Técnico: Fran Costa

ÁGUIA: Guibson; Ari, China, Andrey e Rafael Vieira; Mael, Juninho, Erik Di Maria e Samuel; Elton (Léo Pará) e Guga (Felipinho).
Técnico: João Galvão

Árbitro: Joelson Silva dos Santos
Assistentes: Dimmi Yuri das Chagas Cardoso-CBF e Jhonathan Leone Lopes
Quarto-árbitro: Raymar Klemer Rezende Ferreira

Cartões amarelos: Juninho, Gilberto, Max Carrasco e Luiz Fernando (Parauapebas); Juninho e Erik Di Maria (Águia)
Gols: Juninho, aos 13 minutos do 2º tempo para o Águia; Monga, aos 18 minutos do 2º tempo para o Parauapebas

Local: Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão, em Parauapebas

Jogos da 9ª rodada do Parazão

Sábado (10/03)

  • Parauapebas 1 x 1 Águia – às 20h – no Estádio Rosenão
  • Castanhal 0 x 1 Bragantino – às 20h – no Estádio Modelão
  • Paragominas 2 x 0 Cametá – às 20h30 – no Estádio Arena Verde

Domingo (11/03)

  • Remo x Paysandu – às 16h – no Estádio Mangueirão

Quarta-feira (14/03)

  • Independente x São Raimundo – às 20h – no Estádio Navegantão

Classificação do Parazão 2018

Chave A1
Paysandu: 19 pontos
Bragantino: 16 pontos
Independente: 13 pontos
Águia: 8 pontos
Cametá: 4 pontos

Chave A2
Remo: 16 pontos
São Raimundo: 13 pontos
Castanhal: 10 pontos
Paragominas: 10 pontos
Parauapebas: 8 pontos

Obs: O Cametá está rebaixado para a Segundinha do Parazão.

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Esporte

Parauapebas e Águia de Marabá voltam a se enfrentar no Estádio Rosenão pelo Parazão 2018

As duas equipes precisam da vitória para escapar do rebaixamento para a Segundinha
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Parauapebas Futebol Clube e Águia de Marabá estarão mais uma vez frente a frente pelo Campeonato Paraense de 2018. As duas equipes correm sério risco de rebaixamento para a Segundinha do Parazão, por isso só a vitória interessa para ambas as equipes. A partida é válida pela 9ª rodada da 1ª fase e está marcada para a noite deste sábado (10), às 20h, no Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão, em Parauapebas.

Na primeira partida entre as equipes pelo Parazão, o PFC superou o adversário, por 1 a 0, gol do atacante Monga, com o jogo também realizado no Rosenão, devido à reforma do gramado do Estádio Zinho Oliveira, que naquela ocasião estava sem condições de jogo.

Pelo lado do Parauapebas, o recém-chegado técnico Fran Costa já vai poder contar com a volta de alguns jogadores que não puderam atuar diante do Independente no último domingo em Tucuruí. É o caso do zagueiro André Ribeiro e do volante Augusto Recife, que estavam suspensos devido aos cartões. O volante Max Carrasco e o atacante Thiago Pedra estão recuperados de contusões e também viraram opção do comandante do PFC. Os atletas sabem que a vitória é de fundamental importância para o time seguir na elite do futebol paraense.

“Para nós é decisão e não passa pelo nossa cabeça outro resultado se não for à vitória. Logicamente que a gente vai respeitar a equipe do Águia, mas eu acho que a gente tem que propor o jogo já que estamos jogando dentro de casa e para nós é ganhar ou ganhar. Pode ter certeza que está todo mundo focado e todo mundo em um mesmo só objetivo que é buscar a vitória”, afirmou Augusto Recife, volante do Parauapebas.

Já a equipe do Águia de Marabá viaja neste sábado logo no início da manhã para a cidade de Parauapebas. Após a derrota para o Clube do Remo no último domingo, por 1 a 0, dentro de casa, o time teve uma semana cheia se preparando para o clássico da região sudeste. Os comandados do técnico João Galvão trabalharam firme no gramado do Estádio Zinho Oliveira, principalmente com treinos táticos.

O time marabaense segue indefinido para o confronto diante do PFC, mas o técnico João Galvão gostou da postura da equipe que entrou em campo diante do Leão Azul e poderá escalar a mesma onzena titular que começou o jogo passado com: Guibson; Ari, China, Andrey, Mael e Rafael Vieira; Juninho, Erick Di Maria, Elton e Samuel; Guga. Os jogadores do Azulão sabem que precisam pontuar para buscar o objetivo que é a permanência na elite para 2019.

“Nós estamos confiantes que vamos sair desse momento difícil que nos encontramos na tabela de classificação. Entramos no Campeonato Paraense com uma visão e infelizmente os resultados não têm sido como esperamos, mas temos dois jogos pela frente e a torcida pode esperar muita garra e vontade para sair com a vitória”, declarou Felipinho, meio-campo do Águia de Marabá.

Serviço

Parauapebas e Águia de Marabá jogam neste sábado (10), às 20h, no Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão. O apito fica por conta de Joelson Silva dos Santos, sendo auxiliado por Dimmi Yuri das Chagas Cardoso-CBF e Jhonathan Leone Lopes. Raymar Klemer Rezende Ferreira será o quarto-árbitro. Ingressos antecipados estão custando R$ 15 até sexta-feira nas farmácias Zero Hora e no Estádio Rosenão. Já no sábado os bilhetes vão custar R$ 20.

Jogos da 9ª rodada do Parazão

Sábado (10/03/18)

Parauapebas x Águia – às 20h – no Estádio Rosenão

Castanhal x Bragantino – às 20h – no Estádio Modelão

Paragominas x Cametá – às 20h30 – no Estádio Arena Verde

Domingo (11/03/18)

Remo x Paysandu – às 16h – no Estádio Mangueirão

Quarta-feira (14/03/18)

Independente x São Raimundo – às 20h – no Estádio Navegantão

Classificação do Parazão 2018

Chave A1

1° Paysandu: 19 pontos

2° Bragantino: 13 pontos

3° Independente: 13 pontos

4° Águia: 7 pontos

5° Cametá: 4 pontos

Chave A2

1° Remo: 16 pontos

2° São Raimundo: 13 pontos

3° Castanhal: 10 pontos

4° Paragominas: 7 pontos

5° Parauapebas: 7 pontos

Por Fábio Relvas
esporte

Remo esmaga o Águia, que agora luta para não cair

Cada time teve um tempo de jogo a seu favor, mas o Azulão de Marabá não aproveitou o seu. Agora terá de vencer o Parauapebas no próximo sábado para evitar vexame maior no campeonato.
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Com projeto de alcançar voos mais altos para 2022, o Águia de Marabá pode ter de retroceder em 2018 e amargar a Série B do Campeonato Paraense, a famosa Segundinha. A equipe dirigida por João Galvão caiu neste domingo, dia 4, diante de um Remo imponente no primeiro tempo, mas condescendente no segundo.

O jogo aconteceu no estádio Zinho Oliveira, com início às 17 horas e com casa lotada. Logos nos cinco primeiros minutos parecia que os donos da casa ditariam o ritmo do jogo, mas aos oito o atacante Isac aproveitou rebote do goleiro do Azulão Marabaense e fez um a zero (placar que seguiria até o fim).

Depois disso, o Águia se perdeu em campo, não conseguia acertar passes e o Remo seguia impetuoso ao ataque, mas sem aproveitar as chances que criava. Aos 30 minutos, o atacante Samuel, do Azulão, ainda deu uma cabeçada, mas a bola ficou fácil para o goleiro Vinícius.

No segundo tempo, mesmo desorganizado em campo, o time de Marabá teve alguns lampejos de ataque, mas na primeira Guga chutou e Vinícius defendeu, e na segunda o jovem Di Maria mandou para longe do gol adversário. Aliás, Di Maria correu muito, mas pouco produziu.

Pelo time do treinador Givanildo Oliveira, que caiu de produção, a melhor chance do segundo tempo esteve nos pés de Felipe Marques, que ficou sozinho com o gol e chutou na trave.

A entrada de Felipinho, muito pedida pela torcida do Águia, não trouxe nenhum ânimo ao time. Pelo contrário. Nervoso, o jovem meia errou muitos passes e até chute no gol.

No final do jogo, Di Maria ainda teve uma clara chance de gol, recebeu com açúcar, mas acabou chutando para fora, para ira da torcida que foi prestigiar o time numa tarde de sol.

O Águia disputa com o Cametá para saber quem não vai cair para a Segundinha. Se o Mapará perder uma, já estará rebaixado, enquanto o Águia tem de vencer fora e ainda o último jogo desta temporada contra o São Raimundo, no Zinho Oliveira para não depender de ninguém.

O técnico João Galvão reconheceu que a equipe não foi feliz no toque final. “Ainda há esperança. Os outros empataram em casa. Esta equipe é o Águia do futuro e acredito nos jogadores”, sentenciou.

Givanildo, pelo Clube do Remo, foi mais cauteloso ao avaliar a vitória em Marabá. Ele criticou o gramado do Zinho Oliveira e disse que sua equipe pecou em vários momentos, principalmente no segundo tempo. “Estrear com vitória é muito bom, mas a sequência é mais importante”.

Giva disse que pediu à Diretoria do Leão Azul um zagueiro, um meia e um atacante em caráter de urgência. Outras posições serão repensadas posteriormente.

Na próxima rodada, o Águia vai a Parauapebas enfrentar o time da casa, enquanto o Remo vai encarar o Paysandu no clássico das multidões da Amazônia, no Mangueirão, domingo.

Por: Ulisses Pompeu
Futebol

Com garra em campo e cerveja na arquibancada, Águia recebe o Remo neste domingo

Confronto marca a reestreia do técnico Ginavildo Oliveira à frente do Leão e liberação de bebida alcoólica no estádio Zinho Oliveira após 10 anos
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Logo mais, às 17 horas, o Águia de Marabá recebe o Clube do Remo no Estádio Zinho Oliveira, para um duelo que vale muito para o Azulão de Marabá, que precisa vencer para continuar sonhando com classificação para as finais do Campeonato Paraense 2018.

Com o domingo de sol, a expectativa é que o campo não esteja pesado, como aconteceu no jogo contra o Parauapebas, na quinta-feira, na rodada anterior da competição. Após atuar longe de seus domínios durante todo o primeiro turno do Estadual, o que refletiu em uma má campanha, o Águia retornou ao Zinho Oliveira na rodada passada, conquistando uma boa vitória por 2 a 0 sobre o Paragominas. De acordo com o técnico João Galvão, a volta do time à praça esportiva é um dos elementos que ajudarão o Azulão a brigar por uma vaga na semifinal.

“Nosso estádio estava em reforma. Tivemos que atuar em Parauapebas como mandante, e isso nos prejudicou. Aqui o Remo não vai ter vida fácil. Respeitamos, é time grande. Mas aqui a coisa é diferente. Se vencer a partida encostamos na briga e é isso que queremos”, disse.

Ainda de acordo com o treinador, o time não fará mistério e jogará como vem jogando. “Queremos manter a regularidade. Temos um time de jovens, que precisam da sequência”, pontuou o treinador.

Depois de muita badalação ao redor da sua contratação, Givanildo Oliveira, enfim, poderá colocar toda sua experiência em prática à frente da comissão técnica do Clube do Remo, em confronto diante do Águia, às 17h de hoje, no estádio Zinho Oliveira, em Marabá.

Devido ao curto tempo que teve para treinar e se atualizar do grupo, o técnico não deverá alterar a escalação que foi mandada a campo na quarta-feira passada (28), com três atacantes. Contudo, apesar da manutenção na onzena, é esperada uma mudança significativa na postura do time ao longo dos 90 minutos, principalmente pela maneira incisiva de trabalho do Velho Giva, que pretende estrear com o pé direito, a exemplo da maioria de suas passagens anteriores pelo Leão.

CERVEJA E CHOPP

Por outro lado, independente do resultado, a torcida dos dois times têm o que comemorar. Esta semana, um Projeto de Lei aprovado na Câmara Municipal de Marabá permitiu a venda e o consumo de bebidas alcoólicas (exclusivamente cervejas e chopes) no estádio Zinho Oliveira já a partir deste domingo, dia 4 de março. O referido Projeto de Lei é de autoria do vereador Pedro Corrêa Lima, o Pedrinho, presidente da Câmara Municipal, que estendeu o alcance da referida legislação a ginásios e arenas desportivas durante a realização de eventos esportivos no município de Marabá.

De acordo com a Lei Municipal, o fornecedor deverá ser habilitado, mediante obtenção de alvará específico, laudos técnicos da Vigilância Sanitária, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, para poder realizar a venda de bebidas alcoólicas derivadas de cevada, preservando-se o que reza o art. 28 da Lei Federal nº 10.671, de 15 de maio de 2003.

As únicas bebidas alcoólicas que poderão ser vendidas e consumidas em recintos esportivos são a cerveja e o chopp, sendo proibida a venda e o consumo de quaisquer outras espécies de bebidas alcoólicas, sejam elas destiladas ou fermentadas.

A venda deverá ser iniciada duas horas antes de começar a partida, durante os períodos de intervalo das partidas, provas ou equivalentes, encerrando dez minutos após o término do segundo tempo. A venda e o consumo de cerveja somente poderão ser realizadas em copos plásticos, descartáveis, admitindo o uso de copos promocionais de plástico ou de papel e somente em bares, lanchonetes, arquibancadas, camarotes e áreas VIP.

É proibida a venda e a entrega de bebida alcoólica derivada de cevada a pessoas menores de 18 anos, podendo o fornecedor ou pessoa física responsável por tais condutas, responder civil e criminalmente, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente.

Por Ulisses Pompeu – Correspondente em Marabá

esporte

Diretoria do Águia de Marabá lança novos uniformes e Planejamento Estratégico

A equipe entra em nova etapa de sua existência, rumo à elite do futebol paraense e nacional
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Por Eleutério Gomes – de Marabá

Com o comparecimento maciço de torcedores e dos patrocinadores da equipe, a diretoria do Águia de Marabá Futebol Clube lançou na noite desta quarta-feira (21), no Líder Magazan, os novos uniformes da equipe e o Planejamento Estratégico pelo qual, em 2022, a equipe deve estar firme na elite do futebol estadual e nacional. O evento foi aberto pelo presidente do clube, Sebastião Ferreira Neto – Ferreirinha –, o qual declarou que estava feliz por estar lançando naquele momento, o novo “manto” do Azulão e mais feliz ainda pela apresentação do planejamento, o que representa uma nova etapa na existência da equipe.

Disse que há 18 anos o Águia joga profissionalmente, mas, durante esse tempo foi administrado de forma amadora. “Agora, diante de um momento de muita dificuldade, quando a gente imaginou, inclusive, deixar a presidência do Águia, se juntou um grupo de pessoas, encabeçadas pelo juiz Jônatas Andrade, que foi um entusiasta do planejamento e hoje a gente entende que é uma nova fase da nossa equipe”, afirmou o presidente.

Confiança 

Logo após, chamou toda a diretoria do Águia, além de conselheiros e patrocinadores ou representantes destes, para selar o momento. Em seguida, o consultor Emerson Caldas, criador do Planejamento Estratégico, detalhou os passos a serem seguidos.

A seguir, a Miss Marabá 2017, Ponik Melo, a modelo Josy e os atletas Dutra, Léo Pará, Luca, e Leo Azevedo desfilaram com os novos uniformes.

Para o juiz do Trabalho Jônatas Andrade, um dos maiores incentivadores da nova fase do Águia, a confiança do torcedor é necessária: “O que faz uma grande equipe é a união de todos, acreditando em algo maior. E isso é o projeto ao qual estamos nos devotando agora”, disse ele, afirmando que todos querem o Águia na elite do futebol brasileiro.

“Estamos nos planejando para isso, os resultados podem ser adversos momentaneamente, mas o sucesso virá, com certeza, com o Planejamento Estratégico para nós chegarmos a 2022. E, certamente, com a implementação dessas medidas é só crescer e ter sucesso tanto no aspecto regional quanto em nível nacional”, aposta Andrade.

Credibilidade

O vereador Pedro Correa Lima, presidente da Câmara Municipal e vice-presidente do Águia, disse que, se o clube quer mesmo chegar à elite do futebol paraense em 2022, precisa se  organizar, definindo organograma, definindo a função de cada diretor, para não ficar como estava até então, com apenas duas pessoas resolvendo tudo dentro do time. “O Águia precisa recuperar sua credibilidade com o fornecedor, com o prestador de serviços, com a torcida e, principalmente, com os patrocinadores”, opinou.

Orimar Rodrigues Júnior e Paulo Henrique Rodrigues, diretores do Grupo Líder, que vieram de Belém prestigiar o lançamento, disseram que a empresa aposta no Águia, aposta no clube. “Poderíamos muito bem patrocinar Remo ou Paysandu, mas a gente pensou no Águia porque é um clube que está querendo renascer, está querendo subir”, afirmou Orimar. Ele acredita que o Águia é a terceira força do futebol paraense. “E nós vamos resgatá-lo com o Planejamento Estratégico que estamos fazendo junto com o clube”, disse.

“A gente acredita no projeto do Águia, que será uma grande equipe em 2022, se tudo der certo. E, com o Planejamento Estratégico, tenho certeza de que o time vai voltar a ser grande e voltar ao cenário brasileiro que é onde ele merece estar”, declarou Paulo Henrique.

Incentivo

Valdimir Nunes torce pelo Águia desde 2000 e foi um dos primeiros torcedores a comprar a camisa do time logo após a solenidade. “Comprei duas, uma para mim e outra para um amigo”, disse ele, que indagado o que o motivou a adquirir o uniforme, mesmo com o time atravessando uma fase ruim, afirmou acreditar que essa fase vai passar e a equipe vai melhorar. “E agora, com esses investimentos, a gente acredita que o Águia vai dar uma alavancada e assumir a ponta de novo”.

Outro torcedor, Nenê Saraiva, endossou as palavras de Nunes e disse que torce pelo Águia desde a fundação do time, assim como a família dele. “A torcida tem de incentivar, tem de acreditar”, afirmou.

O técnico João Galvão, que está preparando o Águia para enfrentar o Paragominas nesta quinta-feira (22), no Estádio “Zinho Oliveira”, disse pedir a Deus que ilumine a todos e possa voltar a entrar em campo com o calor da torcida. Afirmou que o clube tem chances de seguir na disputa, tendo de vencer as quatro partidas que ainda tem para disputar, três delas dentro de casa.

Os patrocinadores do Águia são: Banpará, Prefeitura de Marabá, Líder, Tratorpeças, Sinobras, Carajás da Sorte, Sicredi, Nossa Água e Siker.

Futebol

Águia de Marabá contratou o goleiro André Felipe, ex-Clube do Remo, para o restante do Parazão

A posição estava carente no Azulão, que tinha até então, apenas um goleiro a disposição do técnico João Galvão
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Por Fábio Relvas

O Águia de Marabá vem fazendo uma das piores campanhas do clube dentro do Campeonato Paraense. Em seis partidas, o Azulão marabaense conquistou apenas uma vitória logo na estreia diante do Castanhal, empatando a partida seguinte contra o Paragominas e amargando quatro derrotas consecutivas, quando enfrentou o Clube do Remo, Parauapebas, São Raimundo e Castanhal.

Com os resultados pífios, a diretoria, o presidente Sebastião Ferreira e o técnico João Galvão, receberam fortes ameaças pela torcida nas redes sociais. Muitos torcedores se manifestaram pedindo a saída do comandante do time. A cúpula do Águia tenta organizar a casa e vai reforçando o elenco para os jogos finais do estadual com o objetivo agora de manter o time na elite do futebol paraense.

O goleiro André Felipe, 23 anos, natural da cidade de Tucumã e oriundo da base do Clube do Remo, já está treinando com o restante do grupo visando à próxima partida da equipe no Parazão. Além de atuar no Leão Azul, André defendeu as cores do Sport Club Belém na última Segundinha. O atleta chegou em boa hora para somar no elenco, já que o Azulão estava carente nesta posição. O até então titular Bernardo, sofreu fraturas no rosto e foi liberado pela diretoria e o time estava apenas com o goleiro Guibson

O técnico João Galvão vai tentando formar um time ofensivo para buscar a vitória diante do Paragominas, que é o único resultado que interessa para o Águia. Na manhã desta segunda-feira (19), os jogadores trabalharam em uma academia da cidade e a tarde, os comandados de Galvão realizaram treinamento na cidade de Itupiranga, que fica aproximadamente 50 km de Marabá.

A diretoria do Azulão aguarda a liberação do estádio Zinho Oliveira por parte da Federação Paraense de Futebol (FPF). O ninho do Águia está recebendo os toques finais no gramado para voltar a receber jogos oficiais. A partida entre Águia e Paragominas está marcada para a próxima quinta-feira (22), às 20h, podendo ser no estádio Zinho Oliveira, ou no Rosenão, em Parauapebas.

O Águia é o quarto colocado da Chave A1 do Campeonato Paraense de 2018, com apenas quatro pontos conquistados.

Futebol

Jogadores do Águia têm palestra motivacional antes do treinamento

O time não vai ter folga para o carnaval: o período da folia será de treinos para o Azulão
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Eleutério Gomes – de Marabá

Os jogadores do time do Águia de Marabá tiveram ontem (9) uma sexta-feira diferente: nada de academia, nada de campo. O plantel se reuniu em um auditório para um momento de reflexão e conversa com o consultor Emerson Caldas, que tem conduzido o processo de montagem do Plano de Gestão Estratégica com a diretoria do clube. O encontro teve o objetivo de orientar os jogadores sobre o Projeto Águia 2022, e a respeito do papel que cada um tem a desenvolver no restante do Campeonato Paraense 2018.

A consultoria com os 27 jogadores e a comissão técnica contou com a exibição de vídeos motivacionais, apresentação da missão e visão do Águia Futebol Clube, dinâmicas e um momento em que os jogadores puderam expor seus pontos de vista a respeito do momento vivido pelo time. O ponto chave foi levar os jogadores à reflexão do papel de cada um no Campeonato e no projeto do Águia.

O lateral direito Ari foi um dos que usaram o momento para falar como o grupo vem se sentindo após quatro derrotas seguidas: “Eu não estou contente com essa situação. É muito difícil chegar em casa carregando só derrotas, é muito ruim. Estamos tristes com esse momento, por nós, pelas nossas famílias e pela nossa torcida. Mas, esse momento foi muito bom, pois todo aprendizado é bem-vindo e vamos sair daqui com os ânimos renovados”, disse o jogador.

O goleiro Guibson, que entrou na última partida no lugar de Bernardo, que sofreu uma falta grave e teve de ser atendido em um hospital de Castanhal, também compartilhou o que vem passando: “Eu saí de casa cedo, em busca de melhoria de vida para a minha família, assim como milhares de outros jogadores. E agora que estou tendo essa chance, estou dando o meu melhor, mas vou me esforçar mais ainda para realizar o que eu me propus a fazer pelo Águia”, afirmou ele.

No encerramento da consultoria, o juiz trabalhista e conselheiro do Águia Jônatas Andrade falou: “Esse momento que vocês viveram foi inspirador e transformador, especialmente porque temos quatro jogos pela frente. O nosso objetivo maior é o Projeto Águia 2022, quando nós pretendemos levar o Águia à elite do futebol. Temos percalços pelo caminho sim, como este de agora, mas vamos seguir em frente, confiante no trabalho da equipe”, disse ele.

À tarde, os jogadores participaram de treinamento comandado pelo preparador físico Gesiel Pasiani em um campo sintético particular, e assim será todo o período do carnaval. O Águia ainda pode alcançar 12 pontos nas próximas quatro rodadas, enfrentando o Paragominas, no dia 22; o Clube do Remo, no dia 4 de março; o Parauapebas, no dia 10 de março; e o São Raimundo, em 14 de março.

O Blog levantou que há possiblidade de que jogo contra o Paragominas já seja disputado em casa, no Estádio Municipal “Zinho Oliveira”, cujo novo gramado recebe os últimos retoques.

Ainda conforme informações de bastidores, apesar de parte da torcida exigir a saída do técnico João Galvão, o treinador permanece na equipe.

Workshop de Gestão 

O trabalho com os jogadores foi uma continuidade do workshop realizado com a diretoria do clube sobre o Planejamento Estratégico. O encontro, realizado no último dia 6, teve como principal assunto a reformulação da estrutura organizacional administrativa do clube, que objetiva seguir firme com o Projeto Águia 2022.

Participaram desse encontro Sebastião Ferreira Neto, presidente do clube; Pedro Corrêa, vice-presidente, os conselheiros Tony Cunha, Ítalo Ipojucan, Jônatas Andrade, Inaldo Antônio e Dennys Rocha. (Com informações da Assessoria de Comunicação do Águia)