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Cerimônia

Pará: Corpo de Bombeiros comemora 135 anos homenageando as mulheres

As comemorações pelos 135 anos do Corpo de Bombeiros Militar do Pará começaram no dia 17 de novembro, com um culto ecumênico no quartel do Comando Geral.

Em cerimônia cívico-militar na manhã desta sexta-feira (24), o Corpo de Bombeiros Militar do Pará (CBMPA) comemorou 135 anos de serviços prestados à sociedade paraense. Neste ano, pela primeira vez na história, as mulheres comandaram três dos oito pelotões que desfilaram durante o evento.

“As mulheres marcam presença no nosso Corpo de Bombeiros desde 1994. E hoje, pela primeira vez, temos a honra de ter tropas representativas na solenidade comandada por elas. Fizemos questão de colocá-las para marcar a presença feminina em nossa corporação”, destacou o coronel Zanelli Nascimento, comandante geral do CBMPA.

À frente de um dos três pelotões estava a tenente coronel Adalmilena Costa, 20 anos de corporação e orgulho. “Me vejo como uma guerreira, lutando pelo gênero dentro da corporação. Viemos para mostrar que nós, mulheres, temos diferenças, mas podemos exercer qualquer um dos trabalhos atribuídos aos homens dentro do Corpo de Bombeiros”, disse a tenente coronel.

O Corpo de Bombeiros Militar do Pará se destaca entre outras corporações nacionais. É a quarta mais antiga do Brasil e a sexta com maior número de militares. O efetivo é de 3.118 bombeiros, que atuam em 38 unidades operacionais espalhadas por 24 municípios.

“São poucas as instituições com um século de existência e o Corpo de Bombeiros marca seus 135 anos com um legado de compromisso e servidão à sociedade”, reforçou o coronel Zanelli.

Um dos militares que ajudam a escrever a história do Corpo de Bombeiros diariamente é o sargento Carlos César dos Santos, 48 anos. Com 23 anos de corporação, ele foi um dos bombeiros premiados na manhã desta sexta-feira com a medalha de bons serviços prestados ao longo de 20 anos.

“É um orgulho muito grande fazer parte dessa corporação. Só de a gente andar fardado, já nos desperta esse sentimento, porque a população nos vê como eternos super heróis, aquele que ajuda, orienta e salva”, disse ele. Além da medalha de 20 anos, foram oferecidas medalhas alusivas a 10 e 30 anos de serviços ao Corpo de Bombeiros.

História

A história do Corpo de Bombeiros Militar do Pará começou em 1882. Devido aos inúmeros incêndios ocorridos à época, o Imperador D. Pedro II determinou ao Corpo de Bombeiros da corte que enviasse uma guarnição com equipamento para implantar o serviço de prevenção e combate a incêndio.

E em 24 de novembro de 1882, o Doutor Justino Carneiro, presidente da Província, assinou o ato criando oficialmente a companhia de bombeiros, tendo como primeiro comandante o capitão Antônio Veríssimo Ivo de Abreu.

Mas foi no governo do intendente Antônio Lemos que o crescimento e aparelhamento do CBMPA ocorreram. E com a nova Constituição Federal, de 1988, e a Constituição Estadual de 1989, o Corpo de Bombeiros Militar do Pará ganhou autonomia como corporação independente, tendo em seu artigo 200 as suas atribuições constitucionais voltadas à prestação de serviços à sociedade.

Entre as autoridades presentes à cerimônia cívico-militar deste aniversário de 135 anos estavam o secretário de segurança pública do estado, General Jeannot Jansen, representando o governador Simão Jatene; o secretário adjunto da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), coronel André Cunha; e o chefe da Casa Civil, José Megale. “O Corpo de Bombeiros é uma instituição extremamente respeitada pela sociedade paraense. Os bombeiros sempre chegam em um momento de fragilidade na vida das pessoas, sempre com muito amor e prazer pelo ofício. Então, eles se tornam diferenciados por esse servir constante, com dedicação e respeito”, destacou o chefe da Casa Civil.

“O Corpo de Bombeiros colabora de maneira efetiva com o sistema de segurança pública do Pará para manter a ordem pública. Essa cerimônia é um agradecimento à sociedade a qual nós servimos. Tenho orgulho de liderar o Corpo de Bombeiros Militar do Pará, por esses 135 anos de serviços prestados”, pontuou o secretário de Segurança Pública, Jeannot Jansen.

As comemorações pelos 135 anos do Corpo de Bombeiros Militar do Pará começaram no dia 17 de novembro, com um culto ecumênico no quartel do Comando Geral. Era o início da Semana de Prevenção, que teve ainda, no dia 18, o evento “Bombeiro na Comunidade”, dentro do Projeto Resgate, no bairro de Val-de-Cans.

Seguindo a programação, o CBMPA realizou o workshop “Defesa Civil e Segurança Contra Incêndio e Emergência”, no Hangar – Convenções e Feiras da Amazônia, com palestras operacionais sobre ocorrências atendidas pelos bombeiros.

Nos dias 21 e 22, ocorreram as ações da Campanha de Prevenção de Afogados, que desenvolveu as atividades em ambiente aquático. Finalizando a programação, na noite desta sexta-feira (24), será realizado o “Baile das Espadas”, na sede do Grêmio Literário Recreativo Português, a partir das 22 horas.

Tucuruí

Usina Hidrelétrica de Tucuruí completa 33 anos de geração

Uma história escrita com integração, competência e respeito ao Brasil

Tucuruí. A palavra, que na língua indígena significa “Rio de Gafanhotos”, ganhava mais um significado especial há 33 anos. Em 22 de novembro de 1984 a Eletronorte começava a entregar ao Brasil a mais pura energia brasileira.

Antes da inauguração da Usina Hidrelétrica, que até hoje é uma referência da engenharia nacional, desbravar a floresta com a responsabilidade de preservá-la deixava a missão ainda mais desafiadora. Não imaginavam os exploradores franceses que navegavam pelo Tocantins, em meados de 1612, que ali, naquele rio, seriam gerados 8.535 megawatts de energia para um Brasil com mais de 200 milhões de habitantes.

Pensar assim era tarefa dos homens e mulheres que acreditaram naquela obra e fizeram dela parte da sua história.

Foram 21.600.400 sacos de cimento utilizados na construção da obra. Se empilhados, ultrapassariam o Monte Everest, com seus 8.850 m. Se colocados lado a lado alcançariam uma distância equivalente a 25 vezes entre as das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

Em meio aos 8 milhões de metros cúbicos de concreto – que seriam suficientes para construir 14 pontes Rio-Niterói, ou 133 maracanãs – estavam histórias reais. Gente chegando, gente com saudade, gente construindo um futuro, gente escrevendo a história do setor elétrico brasileiro.

Mas não é só em números que Tucuruí tornou-se gigante. O reconhecimento do Brasil, do mundo e das suas equipes a coloca como benchmarking (processo de busca das melhores práticas numa determinada indústria e que conduzem ao desempenho superior.) no mercado de energia.

Geração de excelência

Presente no ciclo de avaliação da Fundação Nacional Qualidade – FNQ desde 2003, a hoje chamada Superintendência de Gestão de Ativos de Produção da Geração vem evoluindo e melhorando constantemente seu Sistema de Gestão, integrando conceitos e diretrizes do Modelo de Excelência da Gestão MEG/FNQ com a Metodologia TPM e o Lean. Inovações que trouxeram uma escalada de reconhecimentos dentro dos ciclos de premiação do PNQ, sendo Destaque nos Critérios Liderança e Pessoas em 2009; Destaque nos Critérios Sociedade e Pessoas em 2010; Vencedora do Prêmio em 2011 e 2014; e Menção Magna cum laude em 2015. Em 2016, representada pela então Superintendência de Geração Hidráulica, a Eletrobras Eletronorte manteve a constância de propósitos e obteve reconhecimento inédito: o prêmio “Summa cum laude”,  conferido às organizações que mantiveram patamar de excelência por três anos consecutivos.

Ainda em janeiro de 2013 chega de Tucuruí a notícia do reconhecimento com o World Class TPM – Manutenção Produtiva Total – pelo processo de geração hidráulica interligada desenvolvido pela Eletrobras Eletronorte na então Superintendência de Geração Hidráulica, formada pelas hidrelétricas Tucuruí, Curuá-Una, ambas no Pará, e Samuel, em Rondônia. A Eletronorte passava a ser a primeira empresa de energia elétrica do mundo a obter essa conquista, sendo a primeira empresa pública no mundo a ser reconhecida com esse Prêmio do Japanese Institute for Plant Maintenance – JIPM.  Em Tucuruí, a caminhada de sucesso teve início em 1997, resultando na obtenção do Prêmio Excelência em TPM – Categoria A, em 2001.

E não para por aí. Também de lá vieram as notícias do reconhecimento como uma das Melhores Empresas para Trabalhar, prêmio conferido pela Revista Você S/A, e do Prêmio Ibero-americano da Qualidade.

Geração de histórias

Mas é na relação com a comunidade que esse compromisso em busca da excelência é reafirmado a cada dia desses 33 anos. Seja por meio dos programas de inserção regional, das ações ambientais ou de programas de promoção da autonomia indígena como o Parakanã, as pessoas que fazem a Hidrelétrica Tucuruí hoje carregam o mesmo DNA Eletronorte de paixão, talento e superação.

Foi assim na abertura das primeiras clareiras, na ocupação das primeiras casas da Vila, nas primeiras visitas às comunidades. Não é raro encontrar gente emocionada para contar sua história com Tucuruí: pode ser sobre as gambiarras para assistir a um jogo de futebol, as críticas da imprensa e as respostas para cada uma das hipóteses de catástrofe anunciada (hoje separadas para o capítulo Mitos & Verdades dessa jornada). Pode ser ainda sobre a floresta, a logística com os filhos – ainda pequenos desbravadores – sobre a música criada ou aquele amor encontrado.

Uma história escrita com integração, competência e respeito ao Brasil e a sua gente. Um capítulo de 33 anos que se atualiza com a leveza e a força das águas do Tocantins.

aniversário

Conheça a história do aeroporto de Carajás, que completa 35 anos neste sábado (23)

Imagens, vídeos e depoimentos sobre o aeroporto que é referência na região norte

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária – INFRAERO – comemora neste sábado (23) o trigésimo quinto aniversário de fundação do Aeroporto de Carajás, no município de Parauapebas, sudeste do Pará. E o blogger foi conferir de perto como andam as operações naquele aeroporto, que já recebeu figuras ilustres como os presidentes João Figueiredo, Sarney, Itamar Franco, Fernando Henrique, Collor, Lula; a princesa Daiana; o presidente argentino Raúl Alfonsín; embaixadores, cônsules, cantores, artistas e atletas; entre outros.

Inaugurado em 1982, o terminal foi construído para atender à demanda das atividades da maior jazida de ferro do mundo – explorada pela Vale –, por meio do Programa Grande Carajás, do Governo Federal. Em 1985, a Infraero assumiu a jurisdição técnica, administrativa, comercial, operacional e de navegação aérea do aeroporto, por meio de convênio com a Vale S/A. Ao longo dessas três décadas, o aeródromo se tornou a principal porta de entrada de investidores do mercado financeiro mundial que visitam a região em busca de negócios com a mineradora.

Roberto de Santana Campos, de 55 anos de idade, quase metade deles vividos em Carajás, é o atual superintendente do aeroporto. Na véspera do aniversário, Campos me recebeu para falarmos sobre esses 35 anos do aeroporto. Para ele, o terminal tem grande importância para o desenvolvimento do país, e “com sua localização privilegiada, cerca de 90% do movimento que acontece no aeroporto está ligado diretamente as atividades da Mina de Ferro Carajás e do Projeto S11-D da Vale”.

Por ser considerado um aeroporto de pequeno porte, Carajás impressiona por seus números. Segundo dados da Infraero, nesses 35 anos o aeroporto recebeu 45 mil pousos/decolagens; 1,04 milhão de embarques e 1,05 milhão de desembarques. Somente em 2016, o terminal registrou 162.160 viajantes, entre operações de embarque e desembarque.

Carlos Alberto Guilarducc Moreira, o Moreira, 70 anos, ex-funcionário da Vale, onde trabalhou por 35 anos, inclusive na construção do aeroporto de Carajás na década de 80, testemunhou o primeiro voo, que aconteceu às 11h30 do dia 21 de dezembro de 1981, sendo a aeronave um Boing Super 200, da empresa VASP –  fretado pela Companhia Brasileira de Projetos e Obras -CBPO para levar os empregados para passarem a festa do Natal em suas casas – a primeira aeronave a aterrissar em Carajás, que na época era conhecido por Aeroporto Serra Norte, como mostra a imagem do “Jornal da Serra”, de 1981.

Em 5 de março de 1985, o aeroporto foi absorvido pela Infraero, que hoje trabalha com apenas 24 funcionários para atender a demanda, já que, fiscalização de bagagem e passageiros, os bombeiros, as cargas e o estacionamento são serviços executados por terceirizadas.

No dia 8 de setembro de 1987, o jatinho em que estava o então ministro da Reforma Agrária, Marcos Freire e o engenheiro José Eduardo Vieira Raduan (Presidente do INCRA),  explodiu no ar pouco depois de decolar em Carajás. O laudo das causas do acidente foi muito questionado, pois o avião ficou pousado no aeroporto de Carajás à véspera do acidente. Ele concluiu que pássaros entraram nas turbinas e foram responsáveis pela derrubada do avião.

Em 1997 o voo 265 da Varig saiu de Belém com destino à Brasília, com escalas em Carajás e Marabá. Às 12h30, horário de Brasília, o pouso em Carajás aconteceu, mas chovia muito, o boeing 737-200, prefixo PP- CJO saiu da pista e bateu em árvores, o co-piloto morreu. O acidente foi notícia no Jornal Nacional, no ano de 1997, conforme vídeo abaixo.

Em 5 de novembro de 1999, um helicóptero que transportava 289 quilos de ouro do Projeto de ouro Igarapé Bahia, em Carajás, foi tomado de assalto tão logo pousou no aeroporto. Os bandidos dominaram a tripulação de um avião bimotor, que transportaria o ouro para o Banco Central, em Brasília, e o sequestraram em uma operação planejada por uma quadrilha de dez homens fortemente armados. Os assaltantes ocuparam o aeroporto disparando centenas de tiros, destruindo toda a comunicação do aeroporto e levaram a aeronave com o ouro, que foi descarregado em uma pista clandestina a 390 km de Carajás próxima à cidade de São Félix do Xingu.

Segundo Roberto Campos, o sítio aeroportuário do aeroporto de Carajás tem 2.872 milhões de m²; o terminal de passageiros tem 833,45 m²; a pista de pouso e decolagem tem 2 mil metros de comprimento e 45 metros de largura; o estacionamento tem capacidade para 75 veículos. Campos informa que o estacionamento foi recentemente terceirizado e que medidas estão sendo tomadas para que o atendimento seja melhorado.

A Infraero produziu um vídeo sobre o aeroporto, que está sendo divulgado em mídia in door.

 O avião que estamos habituados a ver em exposição no aeroporto de Carajás, modelo Douglas, DC-3 (versão civil), C-47 (versão militar), faz 75 anos em 2017. Hoje ele é um dos cartões postais da cidade. O que poucos sabem é sua longa trajetória até chegar onde está.

Após a Segunda Guerra Mundial a aeronave foi vendida para a companhia aérea Taca Airlines de El Salvador, e, em seguida, foi transferida para a Taca Airlines da Costa Rica, e finalmente em 01 de Junho de 1954 foi enviado para o Brasil para uma companhia do mesmo grupo a Real/Aerovias Brasil onde recebeu a matricula brasileira PP-AVJ e o nome “Bahia”, que por sua vez foi vendida para a VARIG em agosto de 1961. VARIG vendeu a aeronave para o Governo do Estado da Guanabara, que alterou sua matricula para PT-CGL, que a empregou no Departamento de Serviços Aéreos e Defesa Civil, no entanto quem a operava era a Jahu Transportadora Aérea Ltda, onde recebeu o nome de “Esperança”.

Em 1966, a VARIG comprou o avião de volta e alterou novamente sua matricula para PP-VDM “inscrição que vemos atualmente”, a VARIG vendeu novamente a aeronave para a Companhia Meridional de Mineração S.A. em janeiro de 1972, que por fim a vendeu para a Amazônia Mineração em 1980. Em 1992 a aeronave recebeu sua primeira recuperação; em 2013 a segunda e última desde que foi colocado na entrada do aeroporto de Carajás.

Confira a história do aeroporto de Carajás em imagens:

Meio Ambiente

ICMbio completa 10 anos de fundação

Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) comemora 10 anos de criação no dia 28 de agosto próximo

No dia 28 de agosto próximo, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) comemora 10 anos de criação. Para comemorar a data diversas programações estão sendo realizadas ao longo do ano, tanto na sede, em Brasília, quanto nas unidades espalhadas pelo país. De acordo com a gestão do órgão em Parauapebas, a programação local ainda não foi fechada.

O ICMbio é uma autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente e integra o Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). Criado por meio da Medida Provisória nº 366, de 26 de abril de 2007 e Lei nº 11.516 de 28 de agosto do mesmo ano, o órgão leva o nome Chico Mendes em homenagem à Francisco Alves Medes Filho, seringueiro que lutou expressivamente a favor da conservação da Amazônia e foi covardemente assassinado a mando de dois fazendeiros da região.

O projeto de criação do ICMbio é fruto de um desmembramento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). Segundo a referida Lei, o ICMbio é responsável pelas Unidades de Conservação instituídas pela União, pela definição e aplicação de estratégias para a proteção de espécies ameaçadas, por dar apoio às RPPNS (Reservas Particulares do Patrimônio Natural), pela execução de políticas relativas ao uso de recursos naturais renováveis, incluindo aí o trabalho com as populações tradicionais que ali se encontram e relacionam com o ambiente; fomentar e executar programas relativos à sustentabilidade e educação ambiental; e promover e executar programas relativos às práticas ecoturísticas em Unidades de Conservação que permitam que tais atividades sejam executadas.

Assim, a criação deste órgão, com sede em Brasília, pôde promover maior eficiência na análise de licenças ambientais (IBAMA) e proteção às Unidades de Conservação (ICMBio); mas sem excluir o poder de polícia ambiental do IBAMA. “Quando o ICMbio foi criado, nós tivemos um foco muito forte na gestão e implementação das unidades de conservação federais. Então, o IBAMA era um órgão muito grande, com várias demandas, e o ICMbio se tornou um órgão focado nas demandas e nas ações apenas das unidades de conservação federais”, reforçou o chefe da Floresta Nacional de Carajás, Marcel Regis Moreira.

ICMbio na região de Carajás

Marcel Regis elencou alguns dos resultados alcançados na região, a partir do trabalho desenvolvido pelo ICMbio e seus parceiros, dentre elas a criação das cooperativa de extrativistas de Carajás, que coleta folhas de Jaborandí que são comercializadas para grandes empresas do ramo de cosméticos, e a criação da cooperativa de ecoturismo de Carajás (Cooperture), que apresenta uma parte das riquezas naturais de região por meio de trilhas dentro da floresta, com paradas em cavernas e cachoeiras.

A criação do Centro de Educação Ambiental (Ceap) também foi destacada pelo chefe da Flona Carajás. “Por meio do trabalho desenvolvido pelo Ceap, o nome de Parauapebas foi levado para todo o país. Todas essas são ações que o ICMbio iniciou após a sua criação que hoje a gente já vê grandes resultados para o município e sociedade”.

Além desses resultados, Marcel Regis destacou também a implementação das unidades de conservação da região.“Elas figuram entre as unidades mais implementadas do país, não só a Flona Carajás como uma das mais visitadas do país, mas temos também a APA do Igarapé Gelado, com todo o trabalho que é feito com os agricultores, intermediado pelo ICMbio. Temos a Floresta Nacional do Tapirapé, com o trabalho de visitação e educação ambiental, lá em Marabá, e mais recentemente temos um trabalho de monitoramento da biodiversidade na reserva biológica do Tapirapé, que faz com que todo esse conhecimento da floresta amazônica, que é obtido aqui na região de Carajás, seja levado para fora. E por último a criação do Parque Nacional dos Campos Ferruginosos, nos municípios de Parauapebas e Canaã dos Carajás, que garante a preservação de vários mananciais que abastecem o Rio Parauapebas e também da savana metalófila, das cavernas de ferro.

De acordo com o representante do órgão, tais avanços não seriam possíveis sem as parcerias firmadas com Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Prefeitura de Parauapebas, Vale e recentemente com a Prefeitura de Canaã.

“Acredito que o maior desafio que o ICMbio tem hoje, após esses 10 anos, é continuar implementando as unidades de conservação, protegê-las, mas mostrando para a sociedade que elas não são empecilhos para o desenvolvimento, muito pelo contrário, elas têm potencial para contribuir, e muito, com o desenvolvimento da região de Carajás, e mostrar para os municípios que, essas populações que estão em torno das unidades, elas devem utilizar de forma racional a área, elas devem ter acesso para desenvolver atividades de ecoturismo, para a coleta de sementes de jaborandi e de outros produtos, mas dentro de um processo de responsabilidade ambiental e social forte. Esse é o trabalho do ICMbio, levar informações dessas unidades pra fora, mas fazer com que a sociedade daqui também utilize essas unidades, já que elas são públicas e são destinadas para um bem maior, não só a proteção ambiental, mas também dar oportunidade para a sociedade usufruir delas”, finalizou Marcel Regis. (Com informações da Comunicação ICMBio Nacional)

Aniversário

Em Parauapebas, Comunidade da Palmares Sul comemora 23 anos com vasta programação

Neste sábado acontece a cavalgada e grande churrasco para as comitivas

Começou nesta sexta-feira (28) a comemoração dos 23 anos de fundação da Palmares Sul, localidade que surgiu como fruto de reforma agrária e hoje já é bairro de Parauapebas. Como de costume, a comunidade comemora o aniversário de fundação e conta com o apoio da Prefeitura para a realização de uma vasta programação.

A programação de abertura foi realizada na manhã desta sexta-feira (28) com um bolo gigante que foi distribuído à comunidade e com a oferta de diversos serviços de saúde e social, por meio do evento Prefeitura e Comunidade. Diversas autoridades prestigiaram a abertura dos 23 anos da Palmares Sul.

“A produção rural pode ser uma forte matriz econômica para Parauapebas. A Palmares Sul é uma região bem desenvolvida e tem todas as condições disso, tanto é que que aqui está instalada a maior empresa de piscicultura do estado do Pará, que emprega muitas famílias”, afirmou Elias Ferreira, presidente da Câmara, que prestigiou o evento.

“Também busco incentivar os pequenos produtores rurais para que se adaptem ao agronegócio. Defendo para essa região uma escola agrícola que beneficiará diretamente o filho do colono. Vejo Palmares Sul como referência em produção rural em Parauapebas. O município e a União estão trabalhando para a titulação das terras, e começou pela Palmares Sul, devendo se estender por todo o município. Com a área regularizada o produtor terá mais ânimo de trabalhar, sem correr o risco de perder a área no futuro, inclusive podendo contrair empréstimos. Aqui vários agricultores familiares estão se organizando em associações e cooperativas e estão se legalizando para produzirem com mais eficiência, por isso precisamos dar mais apoio e assistência técnica para eles”, destacou Elias Ferreira.

PROGRAMAÇÃO

Sexta-Feira (28/07)
7h – Café da manhã
8h30 – Ação social “Prefeitura e comunidade” – Local: Paulo Freires.
20h – Missa
22h – Show Católico com Diego Fernandes

Sábado (29/07)
7h – Concentração da cavalgada – Local: Fazenda Nelore Quality

8h – Futebol de campo masculino – Local: Campo de futebol da Palmares

9h – Saída da cavalgada
12h – Churrasco das comitivas e show com Nilton Guedes e Gabriel – Local: Parque da Vaquejada da Palmares

16h – Prova do tambor – Local: Parque da Vaquejada da Palmares

16h – Campeonato de sinuca e dominó – Local: Campo de futebol da Palmares

20h – Show com Malícia do Pará, Léo Bruno e Bonde Sertanejo – Local: Praça da Palmares

Domingo (30/07)

16h – Marcha pra Jesus – Concentração: Praça da Palmares

18h – Apresentação das igrejas locais

19h – Show Gospel com a cantora Michely Nascimento

Foto: Anderson Souza

Reabilitação

Em Marabá, Chácara Emaús completou oito anos tirando pessoas das garras do crack e do alcoolismo

Tudo começou em 2009, com a ajuda do empresário Leonildo Rocha, que comprou o espaço onde hoje funciona o Centro de Recuperação de Dependentes Químicos

Por Eleutério Gomes – de Marabá

Eles são pessoas de idades entre 20 e 40 anos, em geral do sexo masculino, mas envelhecidos pelo sofrimento e pelo vício, têm baixíssima ou nenhuma escolaridade, são, em sua maioria, pedreiros, auxiliares de pedreiro, pintores, carpinteiros ou auxiliares de serviços gerais, um ou outro tem profissão diferente, foram abandonados pela família e já viveram nas ruas. Oitenta por cento deles foram escravizados pelo crack e 20%, pelo álcool.

Esse é o perfil das pessoas que chegam quase diariamente à Chácara Emaús – Centro de Recuperação de Dependentes Químicos – em busca de ajuda. Querem ter a vida de volta, mas não sabem como começar ou como recomeçar.

De tanto ver essas pessoas amanhecerem dormindo no vão sob a torre da Igreja de São Francisco de Assis, onde era pároco, em 2009 o padre Mário José Maestri decidiu que era hora de ajudá-las, mas não sabia como nem por onde começar, pois precisava de um local que pudesse abrigá-las com dignidade.

De conversa em conversa, o empresário Leonildo Rocha, – já falecido – acabou sabendo do projeto do padre Mário e abraçou a causa, adquiriu uma grande área que estava à venda no Bairro Amapá – Complexo Cidade Nova –, onde já havia uma casa que serve até hoje de alojamento.

Solidariedade

“De início ganhamos 10 mil camisetas da Nokia e começamos a primeira campanha em busca de recursos. Vendemos todas e reformamos a casa e compramos o mobiliário”, lembra padre Mário, que, de doação em doação, de parceria em parceria, ampliou a chácara, construiu mais dois prédios e uma bela capela desenhada pelo arquiteto Honório Aires, tudo sem desembolsar um centavo.

Hoje ele continua contando com doações de 40 sócios colaboradores, como denomina, metade deles empresários, a outra metade, “pessoas de bom coração” que procuram o centro voluntariamente.

O trabalho começou com 12 dependentes químicos e hoje prossegue com 26. É um número pequeno, mas suficiente para que a instituição, dentro de suas possibilidades, possa oferecer conforto, boa alimentação e qualidade de vida, a fim de ajudar a livrá-los da teia das drogas.

“Aqui eles têm atividade diariamente. Temos uma rotina com horários obedecidos rigorosamente, do levantar ao deitar”, descreve padre Mário que, indagado se há algum tipo de sanção para quem desobedece as regras, disse que não há punição, mas uma conversa franca, “sempre baseada na palavra de Deus, a Bíblia”.

O trabalho feito com os dependentes consiste em evangelização, mas não só no catolicismo, sacerdotes de outras religiões também participam, reafirmando a liberdade religiosa; laborterapia, o tratamento pelo trabalho; e a integração da convivência social.

“Muitos chegam aqui e a gente vê que não tinham horário para nada, não respeitavam o espaço do outro, não sabiam conviver em sociedade, enfim”, conta o padre, afirmando que depois que entram da chácara começam a mudar para melhor.

Choro de mãe

Um desses que está mudando para melhor é Beija-Flor – nome fictício para manter o anonimato da pessoa em tratamento. Hoje com 28 anos, ele, que é ajudante de pedreiro, conta que trabalhava em uma obra quando o próprio patrão, que era traficante, o que ele veio saber depois, o contratou como “avião”, entregador. “Daí para que eu usasse foi rápido”, conta Beija-Flor, que chegou ao fundo do poço após ter vendido tudo o que tinha em casa, até roupas e chegou a morar nas ruas por oito meses. “Um dia fui à casa da minha mãe, ela, desconfiada, trancou todos os quartos e foi tomar banho. Aproveitei e roubei as vasilhas de Tuperware que estavam no armário. Fui vender para comprar crack”, conta.

Ele lembra que, quando voltou para casa, viu a mãe chorando muito. “Foi o que me fez procurar a chácara. Nunca vou esquecer aquela cena”. Estou aqui há dois meses e tenho certeza de que vou chegar aos nove meses (tempo do tratamento)”, afirma ele, dizendo que ali se sente entre amigos e em paz.

Fogão de lenha

Outro que também está há dois meses na Chácara Emaús é Pardal. Trinta e cinco anos, motorista, ele conta que experimentou a primeira pedra de crack oferecida por um cunhado. Daí para frente, dominado pelo vício, passou a vender tudo o que via em casa, móveis, eletroeletrônicos, eletrodomésticos e até o fogão. “Minha mulher cozinhava na lenha”, lembra, com tristeza.

A esposa de Pardal recebia uma pensão, um valor razoável que dava para sustentar a casa e viver tranquilamente, mas, ele chegou ao ponto de começar a sacar o dinheiro do banco para comprar crack e, assim, chegou ao fundo do poço. “Acabei nas ruas”, conta.

Certo dia, porém, uma irmã dele o socorreu. “Liguei para ela, eu estava com fome e pedi dinheiro para comprar uma quentinha. Minha irmã levou pra mim e me convidou para, naquela noite, dormir na casa dela”, lembra Pardal que, pela manhã, foi convidado pela irmã a procurar uma vaga no Emaús. “Aceitei e deu certo, estou aqui faz dois meses. Depois que cheguei aqui, vi minha vida melhorar e a vida da minha família também. Até minha mãe ganhou peso, ela emagreceu muito, de tanta preocupação com a minha vida”, declara Pardal.

Padre Mário comemora, fica alegre cada vez que um interno, após os nove meses de tratamento, vai embora e toma novo rumo na vida. “Fico mais feliz ainda quando eles aparecem aqui, empregados, com a família, muitos de carro ou moto, e dão seu testemunho aos que estão em tratamento”.

Festa

No próximo dia 29, quando se comemora São Pedro, vai ter festa junina na chácara, pelo segundo ano consecutivo. “Vai ter quadrilha, música ao vivo, comida típica, arraial, brincadeiras, mas nada de bebida alcoólica. E toda a renda será para obras na chácara”, avisa o padre, convidando toda a comunidade. O Centro de Recuperação fica na Rua das Cacimbas, 123. Bairro Amapá. As missas de domingo pela manhã são abertas à comunidade e os colaboradores também participam delas.

Religião

Alepa comemora os 106 anos de fundação da Assembleia de Deus

A Igreja Assembleia de Deus foi fundada por Daniel Berg e Gunnar Vingren no ano de 1911, em Belém do Pará, e conta hoje com mais de 66 milhões de membros.

Por Mara Barcellos –  de Belém

Os 106 anos de fundação da Assembleia de Deus em Belém foram celebrados no último dia 12, em Sessão Solene na Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa). A solenidade é uma proposição do deputado Raimundo Santos, que é pastor da denominação religiosa e teve por objetivo também comemorar os 91 anos do Coral e os 81 anos da Orquestra Geral da Igreja. O evento contou com a participação de vários deputados como Lélio Costa, Olival Marques, Renato Ogawa, Soldado Tércio e Coronel Neil.

Presidida pelo deputado Soldado Tércio, autoridades eclesiásticas e políticas compuseram a mesa oficial, como o presidente da Assembleia de Deus em Belém, pastor Samuel Câmara; o Vice–Presidente da Igreja em Belém, Pastor Nelson Cardoso;  representando a Convenção Estadual de Ministros e Igrejas Evangélicas da Assembleia de Deus (Comieadepa) esteve o pastor José Rodrigues da Luz; e o Vice Governador do Estado do Pará, Zequinha  Marinho; a Conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Pará, Lourdes Lima;  e Vera Lúcia Albuquerque Amaral, da Secretaria de Segurança Pública.

A Orquestra da Assembleia de Deus e o Coral do Templo Central fizeram a abertura do evento com hinos e louvores evangélicos, e executaram outras canções durante a programação, proporcionando momentos de alegria aos centenas de membros da igreja que estiveram prestigiando a Sessão. Também foi exibido um vídeo institucional sobre a história da igreja e a programação dos 106 anos, que acontece de 17 a 19 de junho, no Centenário Centro de Convenções, em Ananindeua. Uma exposição itinerante do Museu Nacional da Assembleia de Deus também foi aberta durante o evento, no hall de entrada do Poder Legislativo. A mostra estará aberta ao público até esta terça – feira (13).

Para o autor da Sessão, o deputado Raimundo Santos, a homenagem foi de muita emoção e alegria. “Nossa gratidão a Deus, porque hoje não só estamos festejando o aniversário de 106 da nossa igreja, mas os  91 anos do Coral e 81 da Orquestra. Esta Casa faz uma homenagem justa e aqui, quero fazer um registro especial aos deputados que juntos aprovaram esse projeto e outras proposições que apresentei aqui em benefício da Assembleia de Deus”, destacou o parlamentar.

Emocionado, Raimundo Santos relembrou de quando foi integrante dos grupos musicais da igreja. “ Fico aqui em lágrimas e em sorrisos, por fazer parte desta história, pois ainda com 12 anos de idade fiz parte da Orquestra, tocando clarinete. Estou emocionado em estar aqui e participar desta história que só vem crescendo e aprimorando”, lembrou.

Em seu pronunciamento, o presidente da igreja em Belém, pastor Samuel Câmara, agradeceu as homenagens. “Nós já estamos habituados a ser chamados para estarmos aqui nesta Casa de Leis. Mas  a maior homenagem é à Deus. E não poderia ser diferente, porque são 106 anos de amor à Deus. Foi Deus que fez esse movimento, escolhendo o Norte do Brasil para fundar a igreja aqui em Belém. Esse agradecimento se estende a todos os assembleianos, porque são eles que fazem a nossa igreja”, enfatizou.

O Vice-Governador, Zequinha Marinho, que também é membro da igreja falou sobre a Sessão. “ É importante comemorar e agradecer a Deus pela semente plantada há 106 anos em Belém, no Pará e no Brasil para salvar vidas”, disse.

AÇÕES – A Congregação Assembleia de Deus em Belém é muito que uma instituição religiosa que evangeliza, leva mensagem de paz e esperança às pessoas. Ela tem como compromisso seguir o que diz às escrituras sagradas sobre a ajuda ao próximo. Em mais de um século de história, presta relevantes serviços de assistência social, educacional e de comunicação, como distribuição diária de cestas de alimentos aos mais necessitados; alfabetização de pessoas; realiza ações de construções de casas para proporcionar moradia digna às pessoas carentes; evangeliza e promove ações sociais em presídios, asilos, orfanatos, ruas, praças e em casas de recuperação de dependentes químicos.

HISTÓRIA – De acordo com relatos sobre a história da Assembleia de Deus no Brasil, no início do século XX, os suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, receberam em profecia a ordem de que tinham que pregar o evangelho num lugar chamado Pará. Sem dinheiro e sem entenderem o idioma português, partiram de Nova York rumo a capital paraense. Eles desembarcaram em Belém, no dia 19 de novembro de 1910. Aqui conheceram o casal Henrique e Celina Albuquerque, que cederam sua casa para as reuniões pentecostais. Depois de muitos encontros, finalmente, no dia 18 de junho de 1911, os dois suecos fundaram em Belém a Missão da Fé Apostólica, que sete anos depois foi registrada como Assembleia de Deus.

ALEPA – Por iniciativa do deputado Raimundo Santos, doze proposições foram aprovadas por unanimidade no Parlamento Estadual, nos últimos anos. Dentre eles, o que institui o Dia das Assembleias de Deus no Estado do Pará; o que considera o Museu Nacional da Assembleia de Deus como Patrimônio Cultural e Imaterial do Pará e o que determina a realização de Sessão Solene no período de aniversário de fundação da igreja, estabelecido anualmente no dia 18 de junho, data do surgimento da denominação religiosa pentecostal no Pará e no Brasil.  A proposta também instituiu  a Medalha do Mérito  Evangélico Daniel Berg e Gunnar Vingren, nomes dos fundadores da Assembleia de Deus.

Na ocasião, várias pessoas foram agraciadas com a Medalha Evangélico por desenvolverem serviços relevantes na área de evangelização e social da igreja.

Educação

Unifesspa entrega milésimo diploma em solenidade de colação de grau nesta quarta-feira em Marabá

O mesmo ato histórico registra o 4º aniversário de criação da Unifesspa
A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) vai entregar, hoje (14), o diploma de número 1.000 no Campus de Marabá, durante Solenidade de Colação de Grau do Instituto de Ciências Humanas (ICH). O mesmo ato histórico registra o 4º aniversário de criação da Unifesspa, a partir de desmembramento do Campus de Marabá, vinculado à Universidade Federal do Pará (UFPA).
A solenidade de Colação de Grau acontece às 16h, no auditório da Unidade I do Campus de Marabá, com formandos dos cursos de Licenciatura em Pedagogia, Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais e Licenciatura em Educação do Campo.

Data: 14/06/2017
Hora: 16h
Local: Auditório da Unidade I, do Campus de Marabá (Folha 31, Nova Marabá- Marabá-PA)

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