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Marabá: Cresce no WhatsApp torcida para que o Banpará do São Félix seja assaltado

Comandante do 4º BPM afirma que a Polícia Militar está vigilante dia e noite e conta com a colaboração da população para que isso não aconteça
Por Eleutério Gomes – de Marabá

Desde que foi inaugurada uma agência do Banpará no Núcleo São Félix, em 25 de outubro passado, há uma torcida nas redes sociais, em Marabá, para que o estabelecimento seja assaltado. Hoje mesmo, com a notícia de que a agência de Floresta do Araguaia foi alvo de ataque com explosivos, logo pipocou em um grupo de WhatsApp a postagem: “E a agência do Banpará do São Félix, quando vai ser? Aguardem”. A postagem ainda minimiza a guarnição da Polícia Militar naquela localidade afirmando que “são três ou quatro de plantão com um fuzil apenas”.

Esse tipo de previsão, conforme constatou o Blog, vem causando temor a populares naquele núcleo que, com cerca de 70 mil habitantes, antes da inauguração da agência, não dispunha de nenhuma outra instituição bancária e, para pagar um simples boleto, tinham de atravessar a ponte rodoferroviária e fazê-lo na Nova Marabá.

Procurado pelo Blog, o comandante do 4º BPM (4º Batalhão de Polícia Militar), tenente-coronel Franklin Roosevelt Wanzeler Fayal, disse que a PM trabalha diuturnamente para minimizar os riscos, com guarnições no São Félix, para fazer o policiamento para toda a comunidade e com reforço nos horários de maior movimentação financeira.

Vigilância constante

“O risco sempre vai existir. Cabe à Polícia Militar, como responsável pela ostensividade, diminuir esses riscos. Agora, as instituições bancárias também têm de tomar precauções, colocando meios de inibir ao máximo a ação de delinquentes”, salientou ele, acrescentando que a Polícia Militar, o Sistema de Segurança Pública, é responsável pelo policiamento ostensivo e preventivo para toda a sociedade. “Para todos os cidadãos, do mais simples àqueles que têm o maior poder aquisitivo, todos têm o direito de ter segurança pública”.

O oficial garante que o trabalho Polícia Militar não para, inclusive em prol dos órgãos públicos e também dos privados. “Uma vez que a viatura passe em uma rua que tenha uma instituição privada, nós já estamos proporcionando segurança para esse órgão”, explica, reforçando: “Nós temos uma guarnição completa no dia a dia, mas fazemos o recobrimento, com o Grupamento Tático Operacional e também com outras viaturas em época de maior movimentação financeira”.

“Olhos e ouvidos”

Coronel Roosevelt lembra que Marabá tem 20 agências bancárias, mas diz que a PM está com o policiamento espalhado em todas as áreas e salienta que, o fato de ter uma ou duas viaturas em determinado local não quer dizer que só esses dois veículos é que vão fazer frente aos bandidos, em caso de necessidade.

 “Nós temos apoio do Grupamento Aéreo, temos apoio do Grupamento de Cavalaria, temos o Grupamento Tático Operacional, temos o Comando de Missões Especiais, que está aqui em Marabá, nos apoiando e temos também o poder de mobilidade marítima, temos uma lancha que podemos empregar a qualquer momento para fazer frente a esses delinquentes”, enumera o oficial.

Segundo ele, a PM trabalha com a prevenção para evitar as ações criminosas, fazendo barreiras, abordagens em veículos que entram em Marabá e demais municípios. “Temos contato com a comunidade, que são os nossos olhos e nossos ouvidos, distribuímos um cartão em que há todos os telefones da PM”, conta o oficial comandante.

 “Se o cidadão perceber que tem algum veículo estranho na sua rua, com pessoas estranhas, em atitude considerada suspeita, deve ligar imediatamente para a polícia. Nós trabalhamos com informação e com certeza uma ou duas viaturas se deslocarão até o local, e vão averiguar essa situação”, afirma, garantindo que o denunciante terá anonimato assegurado.

Informação

Roosevelt exemplifica e destaca a importância da participação do cidadão com um fato recente, ocorrido ontem, quarta-feira (15), na Nova Marabá: “Tivemos uma intervenção policial, onde três elementos estavam cometendo inúmeros assaltos em casas, empresas e pessoas na rua. Um cidadão ligou informando a localização deles. Nossas guarnições foram lá, os delinquentes reagiram à prisão e dois morreram e um foi hospitalizado, foram apreendidas três armas de fogo, farta munição e drogas”, contou.

Ele argumenta que a polícia trabalha com informação e não adianta colocar 3 mil policiais e 300 viaturas nas ruas se a sociedade não colaborar. “Então, a gente pede para a sociedade, principalmente do São Félix, que pode estar preocupada com assalto à agência bancária, que nos informem sobre qualquer movimentação estranha de pessoas e veículos Liguem para a polícia, a gente manda averiguar, é melhor do que correr atrás do bandido quando ele já cometeu o crime”, apela.

Transparência

O tenente-coronel Roosevelt, desde que assumiu o 4º BPM, há quatro meses, tem por hábito diário fazer um relatório das atividades da PM em Marabá e municípios e localidades próximas e publicá-lo em suas listas contatos do WhatsApp. Ele diz que essa é uma forma de mostrar a transparência das atividades da PM e também uma “prestação de contas ao cidadão que paga seus impostos”.

“A gente está conseguindo baixar o número de crimes na região, principalmente homicídios e roubos. E o relatório é uma forma de deixar as pessoas a par do que acontece. Isso, estimula o cidadão a denunciar e a população passa a ter mais confiança no Sistema de Segurança Pública”, salienta.

O oficial afirma que com essa confiança da população e a vigilância constante, o 4º BPM está tendo sucesso, atendendo às ocorrências em tempo real: “Distribuímos os nossos contatos e hoje o cidadão sabe para onde ligar. Se ele não conseguir falar no 190, liga ao oficial de dia, se ainda assim não conseguir, pode ligar para o subcomandante ou para o comandante. Com certeza vai ser atendido e as suas demandas resolvidas”.

Motos e celulares

Dois tipos de crime, no entanto, ainda incomodam bastante o tenente-coronel: roubo e furto de motocicletas e de celulares. “Estão sendo o nosso calcanhar de Aquiles, sobretudo o de celular, pela facilidade que o delinquente encontra”, lamenta o comandante, ressaltando que há pessoas – meninas, garotos e senhoras –  que andam falando ao celular na rua, distraidamente. “Aí o delinquente usa o princípio da oportunidade. Se ele vir que está fácil, nem precisa estar armado, puxa o celular e corre”, detalha.

Ele lembra também que, com a facilidade de adquirir motocicleta, o roubo desse tipo de veículo aumentou, mas, em contrapartida, todos os dias a PM recupera, em média três motos roubadas e até carros.

“Em Marabá temos em torno de 14 viaturas, com as guarnições, nos quatro quadrantes do município, nos núcleos urbanos, trabalhando diuturnamente, fazendo abordagens e coibindo qualquer tipo de ilícito penal e condutas antissociais, assim como nos demais municípios”, enumera ele, recomendando que, no caso dos celulares, as pessoas deixem o localizador de GPS do celular e a Internet ligados. “Já tivemos sucesso na apreensão de celulares roubados e na prisão dos meliantes, a partir do localizador”, reforça.

Coronel Roosevelt aconselha as pessoas a terem cautela nas ruas, não ostentar celular, joias e dinheiro e evitar andar sozinho à noite. “O delinquente é oportunista e, para acontecer o crime, tem de haver três fatores: local propício, vítima em potencial e um delinquente predisposto a praticar o crime. Se tirar um desses, o crime não acontece. Por mais que o delinquente esteja na rua a fim de roubar, mas a vítima não apareceu, o roubo não acontece”, orienta.

Assalto a Banco

“Lampião”: Bandidos fortemente armados promovem madrugada de terror em Floresta do Araguaia, no Pará

Eles explodiram a agência do Banpará, inaugurada há menos de um ano

Os cerca de 20 mil habitantes do município de Floresta do Araguaia, no sudeste do Pará, passaram por momentos de terror durante a madrugada desta quinta-feira (16). Por volta da 1 hora da madrugada um bando fortemente armado invadiu a cidade e explodiu a agência do Banpará, inaugurada em dezembro passado.

Os bandidos, no modelo “Lampião Moderno”, que é quando invadem a cidade atirando e fazem reféns para escapar, levaram uma quantia de dinheiro ainda não informada pelo banco.

Áudios de três bombeiros civis que fazem a vigilância noturna da sede do município enviados ao Blog dão conta que os reféns foram liberados logo após a fuga. Pelos áudios percebe-se os momentos de aflição pelo qual a população de Floresta passou durante a madrugada, quando centenas de tiros de armas de grosso calibre foram disparados.

 

 

 

Floresta do Araguaia é o município que mais produz abacaxi no Brasil, com mais duzentos milhões de frutos por ano e safra intensa de dezembro à maio, saindo todos os dias cerca de sessenta caminhões carregados para vários lugares do Brasil.

Veja as fotos abaixo:

Assalto a banco

Sul do Pará: Polícias Civil e Militar deflagram “Operação Lampião” e prende quadrilha que assaltava bancos na região

Durante a operação foram cumpridos mandados de Prisão Preventiva, Busca e Apreensão Domiciliar e Condução Coercitiva expedidos pelo Juízo da Comarca de São João do Araguaia-PA.

A Polícia Civil do Estado do Pará, em conjunto com as Polícias Militares do Pará e do Goiás, deflagrou ontem no Sudeste do Estado, a Operação Policial denominada “LAMPIÃO”, visando cumprindo de mandados de Prisão Preventiva, Busca e Apreensão Domiciliar e Condução Coercitiva expedidos pelo Juízo da Comarca de São João do Araguaia-PA.

A operação teve como alvo prender criminosos e apreender objetos relacionados à crimes praticados em desfavor de instituições bancárias, bem como empresas de transportes de valores.

Os suspeitos foram identificados e presos por atuarem criminalmente na modalidade conhecida como “vapor” ou “novo cangaço”, forma em que criminosos sitiam as cidades de forma violenta para a subtração de valores provenientes de instituições bancárias, fazendo o uso inclusive de material explosivo e captura de reféns.

Durante a operação foram presos: Jurandi Gomes da Silva (Pablo Ferreira) vulgo “Toca”, Edivaldo Batista da Silva, Vulgo “Junior, João ou Buxudo”, Andreia Santos Perlinski, Leandro Soares da Silva, Helena Lima da Silva, Vanderlan Reis Andrade (Nenzim) e Rosivânia Gomes Dos Santos (Rose).

Os Mandados foram cumpridos na Folha 33, núcleo da Nova Marabá, Jardim Vitória, Bairro do Aeroporto, km 11, Morada Nova, em Marabá-PA, bem como no Bairro Centro da Cidade de São Domingos do Araguaia-PA.

Jurandi “Toca”, Leandro “Cowboy”, Andreia Perlinski e Edivaldo foram presos às proximidades da rodoviária da Folha 32, em Nova Marabá. Helena Lima em São Domingos dos Araguaia-PA. Rose foi presa em sua residência, no km 11, e Vanderlan “Nenzim” foi preso enquanto tentava empreender fuga em Morada Nova.

Durante a operação foram apreendidos 04 (quatro) tabletes, totalizando aproximadamente 04 kg de droga que aparenta ser a substância conhecida vulgarmente como “maconha”; 01 (um) revólver calibre 44 com numeração raspada, acompanhado de 06 (seis) munições do mesmo calibre; uma espingarda 22 com munições; um revólver calibre 38 com numeração raspada e 06 munições do mesmo calibre; quantia de R$ 10.030,00 em dinheiro (R$ 2.549,00 de notas avariadas por material explosivo); e ainda cinco veículos apreendidos entre automóveis e motocicletas.

Segundo o delegado Marcelo Delgado, superintendente da PC em Marabá, os criminosos presos durante a operação foram os responsáveis pelos crimes praticados contra bancos das cidades de Sapucaia-PA (06/09), São João do Araguaia-PA (21/09), Eldorado dos Carajás (05/10) e Filadélfia-TO(29/10). Outros casos estão sendo investigados.

As investigações apontam que o grupo era bem organizado e cada integrante tinha sua participação e capacidade de mobilização, promovendo interação criminosa inclusive com bandidos de outros Estados da Federação.

assalto

Bandidos usam explosivos durante assalto em agências bancárias de Eldorado do Carajás

O assalto ocorreu por volta das 4h30, nesta quinta-feira nas agências do Banpará e do Banco da Amazônia.

Criminosos levaram terror na madrugada de hoje, 5, aos moradores do município de Eldorado dos Carajás, no sudeste do Pará. Segundo a policia civil cerca de 15 homens, fortemente armados e encapuzados, chegaram na cidade em cinco veículos já atirando. Parte da quadrilha seguiu ate a única delegacia da cidade, onde dispararam vários tiros contra uma  viatura da PM para impedir que a polícia reagisse. Outros dois grupos foram até as agências do Banco da Amazônia (Basa) e do Banpará. Os bandidos usaram explosivos para abrir os cofres dos bancos, de onde levaram todo o dinheiro. O valor não foi divulgado.

De acordo com a policia, durante o assalto os bandidos fizeram reféns os seguranças das agências bancárias e funcionários de uma empresa de segurança da cidade. Na fuga, os reféns foram soltos. A ação dos criminosos durou por cerca de uma hora. Testemunhas relataram que foram ouvidos muitos tiros disparados, de armamento pesado. A policia já pediu reforços e vai avaliar as imagens do circuito de segurança para tentar identificar a quadrilha.

São João do Araguaia

Bando explode Bradesco de São João do Araguaia

O ataque ocorreu no início da madrugada desta quinta-feira e deixou a cidade apavorada

Por Eleutério Gomes – de Marabá

Um bando formado por quatro homens distribuídos em dois carros – um automóvel Fiat Pálio e uma caminhonete – explodiu a agência do Bradesco de São João do Araguaia, a 60 km de Marabá, por volta de 1h45 da madrugada desta quinta-feira (21). Segundo apurou o Blog, foram três explosões seguidas, provavelmente produzidas por dinamite. Em seguida os bandidos tiraram o dinheiro que havia no autoatendimento e fugiram disparando para cima, a fim de intimidar os curiosos, acordados pelos estrondos.

A agência fica na Avenida Luiz Lopes, principal via pública de São João do Araguaia, que termina na beira do Rio Tocantins, mas a quadrilha não fugiu pelo mesmo caminho, contornou a rua e saiu por outra que tem ligação com uma vicinal, onde teria abandonado um dos carros.

Devido a intensidade dos tiros disparados para o alto, os moradores da cidade, de pouco mais de 13 mil habitantes, ficaram apavorados, muitos imaginavam estar havendo confronto com a polícia e procuraram se proteger de possíveis balas perdidas.

Segundo o comerciante do ramo de turismo, Paulo César Carneiro, ouvido por telefone, é a terceira vez que o banco sofre esse tipo de ataque em São João: “Agora só nos resta os Correios, correspondente do Banco do Brasil. Isso, além de afastar os visitantes, que nos fins de semana ficam sem um bando para fazer saques, prejudica os nossos negócios”, lamenta ele.

Guarnições da Polícia Militar se encontram em São João, onde fazem buscas na tentativa de localizar e prender o bando.

Polícia Civil do Pará

Polícia Civil surpreende quadrilha na madrugada de hoje e barra assalto a banco em Marabá

Os bandidos estavam fortemente armados e pretendiam atacar cometendo assalto do tipo “sapatinho”

Por Eleutério Gomes – de Marabá

A partir de informação de fonte não revelada, policiais civis da Superintendência de Polícia Civil do Sudeste do Pará, com sede em Marabá, da 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil prenderam na madrugada desta segunda-feira (3), nas imediações do Terminal Rodoviário “Pedro Marinho”, na Folha 32, Nova Marabá, uma quadrilha de assaltantes de banco formada pelos indivíduos Josimar da Costa, Cleidiane Cordeiro da Silva, José Morais da Silva Filho e Gimiclei Silva Sousa, o “Binga”.

No carro em que eles estavam foram apreendidos apreenderam armamento, telefones celulares, luvas, seringas e lacres. De acordo com a delegada Simone Felinto, o bando iria atacar uma agência bancária da cidade, mas o assalto seria na modalidade conhecida com “sapatinho”, na qual parte da quadrilha faz refém a família de um funcionário do banco – em geral gerente ou tesoureiro – e outra vai com ele pegar o dinheiro no estabelecimento bancário.  “Acompanhamos os suspeitos desde as 21 horas de domingo e conseguimos prendê-los por volta de 3 horas da manhã de hoje”, detalha a delegada.

Conforme o superintendente de Polícia Civil, delegado Marcelo Dias, o bando estava com tudo pronto para cometer o crime de extorsão mediante sequestro. Todos foram enquadrados nos crimes de associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo e estão presos à disposição da Justiça.

Polícia

Polícias civil e militar do Pará apresentam resultados da operação que prendeu assaltantes de bancos em Parauapebas

O objetivo do bando era a agência do Banco do Brasil em Curionópolis.

As Polícias Civil e Militar apresentaram, nesta segunda-feira, 12, em entrevista coletiva a jornalistas, na sede da Delegacia-Geral, em Belém, os resultados de uma operação policial que desarticulou uma associação criminosa especializada em roubos a bancos com uso de explosivos. Ao todo, foram presos 10 homens e uma adolescente foi apreendida durante a operação ocorrida em Parauapebas na semana passada. Durante a operação, houve um confronto armado e um suspeito morreu. Com o grupo, foram apreendidas duas armas de fogo – um fuzil 7.62 e um revólver 38; emulsões explosivas; máscaras tipo “brucutu”; luvas e produtos usados nos explosivos.

A ação policial foi realizada em parceria pelas Polícias Civil dos Estados do Pará e do Maranhão, em conjunto com o Comando de Missões Especiais (CME), da Polícia Militar do Pará. Os presos foram transferidos para a capital. Estiveram na entrevista coletiva a delegada-geral adjunta, Christiane Ferreira; o coronel Hilton Benigno, comandante geral da PM do Pará; os delegados Silvio Maués, diretor de Polícia Especializada; Evandro Araújo e Tiago Belieny, da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO); coronel Sandro Queiroz, titular do Comando de Missões Especiais (CME), e major Anilson Almeida, titular da Companhia de Operações Especiais (COE) da PM.

Segundo a delegada-geral adjunta, trata-se de um grupo organizado que já tinha atuado anteriormente no Estado do Maranhão, na mesma modalidade de roubo a banco. Para desarticular o bando, explica o delegado Silvio Maués, foram mobilizados policiais civis da DRCO e do Grupo de Pronto-Emprego (GPE), e militares da COE em parceria com policiais civis da Seic (Superintendência Estadual de Investigações Criminais), vinculada à Polícia Civil maranhense, em um trabalho integrado.

O coronel Hilton Benigno destacou o trabalho de inteligência e a capacidade de mobilidade dos policiais envolvidos na operação. “Desde o primeiro momento que fomos contactados da possibilidade do assalto a banco, deslocamos equipe para a região, tanto via aérea como terrestre, o que evitou o assalto”, detalha. Titular da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos a Bancos e Antissequestro (DRRBA), vinculada à DRCO, o delegado Tiago Belieny explica que a equipe policial estava na região sudeste realizando investigações sobre outras ocorrências de roubos a bancos, na terça-feira passada, quando foi acionada para se deslocar até Parauapebas, para apurar informação sobre a existência de um grupo armado se preparando para cometer um assalto na região.

Assim, na manhã do dia seguinte, os policiais civis e militares abordaram, em princípio, dez homens que estavam em uma chácara situada na Vila Palmares, zona rural do município. Com eles, veículos, um fuzil e explosivos foram apreendidos. Parte do grupo conseguiu fugir no momento da abordagem policial. Os presos foram identificados como os maranhenses Adaires Barbosa Araújo, conhecido por Tiago; Francisco de Assis Alves de Souza; Guilherme Henrique de Pinho; David Vieira da Silva; Marcio Delleon Modesto Silva; os paraenses Antônio Henrique Goulart Rodrigues Júnior; Adriano Cabral Fernandes e Dannyllo Queiroz da Silva. Uma adolescente natural do Maranhão foi apreendida na chácara. Em continuação às investigações, os policiais civis da DRCO e militares da COE abordaram um caminhão em que estavam Ricardo Alves Saraiva, o vaqueiro Egildo Luiz Gomes e José Carlos Saraiva dos Santos.

Este último reagiu atirando contra a equipe e morreu na troca de tiros. Uma arma de fogo – revólver calibre 38 – foi encontrada com o suspeito. As investigações mostraram que o bando pretendia assaltar, no último dia 10, a agência do Banco do Brasil em Curionópolis, cidade a 36 quilômetros de Parauapebas. Eles iriam fazer um assalto na modalidade conhecida como “vapor” em que os criminosos chegam ao município a tiros, invadem o banco e explodem caixas eletrônicos e cofre. Depois, na fuga, levam pessoas como reféns.

Segundo o coronel Sandro Queiroz, o tipo de dinamite apreendido com os acusados é “alto explosivo”, com capacidade de promover danos a uma velocidade de 2 metros por segundo. Ele detalha que esse tipo de material é de uso controlado pelo Exército Brasileiro. A delegada-geral adjunta ressalta que houve uma operação, na última semana, coordenada pelo Exército, em parceria com a Polícia Civil, visando o controle de material explosivo de uso controlado. A partir das prisões, explica o delegado Tiago, todos serão interrogados para tentar identificar quem é o líder do grupo e individualizar a conduta de cada. Dentre os presos, são três paraenses, e os demais são oriundos do Maranhão, Paraíba e Alagoas.

Polícia

São Geraldo do Araguaia é aterrorizada por assaltantes de banco durante a madrugada

Em 2015, uma adolescente morreu baleada durante uma ação criminosa semelhante na cidade.

A população de São Geraldo do Araguaia vivenciou momentos de terror durante a madrugada de hoje. Um grupo de bandidos atacou as agências do Banco do Brasil e do Bradesco da cidade. O bando também efetuou disparos de arma de fogo contra estabelecimentos comerciais. Em 2015, uma adolescente morreu baleada durante uma ação semelhante na cidade.

Ainda não há informações divulgadas sobre quantos homens participaram do ataque e se algum montante em dinheiro foi levado. Há relatos de moradores informando que começaram a ouvir os tiros por volta das 2 horas e que a ação durou aproximadamente uma hora.

Uma guarnição da Polícia Militar chegou a trocar tiros com bandidos, que alvejaram a viatura.

Policiais civis e militares realizam buscas, neste momento, a procura de integrantes da quadrilha.Uma equipe da Delegacia de Repressão de Roubos a Bancos, de Belém, está a caminho de São Geraldo do Araguaia, que é alvo frequente da ação de assaltantes de bancos.

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