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Jacundá

Caçada aos assaltantes do Bradesco de Jacundá continua na terra e ar

Polícia utiliza viaturas e ainda helicóptero do Graer nas estradas vicinais de Goianésia do Pará
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Mais de cinquenta policiais civis e militares continuam envolvidos nas buscas de um bando formando por cerca de 10 integrantes que assaltou a agência do Banco Bradesco da cidade de Jacundá na noite de terça-feira, 14. Apesar do intenso tiroteio e destruição parcial do cofre principal da agência, a quadrilha não logrou êxito na jornada porque não levou um centavo sequer. Nenhum refém saiu ferido fisicamente nem moradores.

Estão envolvidos nas buscas equipes da DRCO, GPE, Tático, Polícia Rodoviária Estadual, CPR 4 da Polícia Militar de Tucuruí, além de policiais de Jacundá. Eles vasculham, via terrestre e área, a região rural denominada de Açaizal e também Janari, no município de Goianésia do Pará, onde uma caminhonete Ford Ranger foi destruída por fogo. O veículo era usado na fuga do bando.

A ação da quadrilha começou com a rendição de uma guarnição da Polícia Rodoviária Estadual. Três policiais lanchavam num ponto da Avenida Cristo Rei, cerca de 300 metros do banco, quando foram surpreendidos pelo grupo armado, que chegou numa Ford Ranger, cor prata. Em seguida, outra caminhonete foi roubada e seu motorista feito refém.

Cinco reféns civis foram colocados como escudo humano com os militares. E quatro componentes da quadrilha fortemente armados dispararam dezenas de vezes para o alto. No interior da agência, três explosões – provavelmente de dinamites – foram ouvidas. “O cofre ficou parcialmente destruído, no entanto, não houve roubo de dinheiro”, informou o delegado Sérgio Máximo.

Na fuga, a primeira tentativa do bando foi sair pela Rodovia PA-150, no sentido Marabá. “A estrada estava bloqueada por uma viatura de nossa guarnição”, explicou o comandante Fábio Rayol, responsável pela 18ª CIPM.

O bando optou pela estrada vicinal da Moran Madeira, que dá acesso aos municípios de Goianésia do Pará e Breu Branco. Logo na entrada da estrada, os reféns foram liberados com a viatura da PRE e também uma caminhonete S-10. Na manhã desta quinta-feira, o terceiro carro foi encontrado na região do Açaizal, incendiado.

A caçada policial dá continuidade às buscas, com o apoio de um helicóptero do GRAER (Grupamento Aéreo) da Polícia Militar.

Moradores arriscaram as próprias vidas na tentativa de registrar fotos e filmar a ação da quadrilha. Durante a fuga, mais de cem motociclistas perseguiram os veículos da quadrilha. E tão logo saiu do banco, a agência foi invadida por dezenas de pessoas.

Antonio Barroso
Polícia

Mais de meia centena de policiais caçam assaltantes do Bradesco de Jacundá

O bando fugiu em direção a Goianésia do Pará, onde um dos carros usados no assalto foi encontrado incendiado
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Mais de 50 policiais civis e militares estão envolvidos nas buscas de um bando formando por aproximadamente 10 integrantes que assaltou a agência do Bradesco da cidade de Jacundá na noite de ontem, terça-feira (14). Apesar do intenso tiroteio e destruição parcial do cofre principal da agência, a quadrilha, segundo informa a polícia, não teve êxito na jornada. Nenhum refém saiu ferido fisicamente nem moradores.

Estão envolvidos nas buscas equipes da DRCO, GPE, Tático, Polícia Rodoviária Estadual, CPR 4 da Polícia Militar de Tucuruí, além de policiais de Jacundá. Eles vasculham via terrestre e área a região rural denominada de Açaizal e também Janari, no município de Goianésia do Pará, onde uma caminhonete Ford Ranger foi destruída por fogo. O carro era usado na fuga do bando.

A ação da quadrilha começou com a rendição de uma guarnição da Polícia Rodoviária Estadual. Três policiais lanchavam num ponto da Avenida Cristo Rei, cerca de 300 metros do banco, quando foram surpreendidos pelo grupo armado que chegou numa Ford Ranger, prata. Em seguida, outra caminhonete foi roubada e o motorista feito refém.

Cinco reféns civis foram colocados como escudo humano com os militares. E quatro componentes da quadrilha fortemente armados dispararam dezenas de vezes para o alto. No interior da agência, três explosões provavelmente de dinamites foram ouvidas. “O cofre ficou parcialmente destruído, no entanto, não houve roubo de dinheiro”, informou o delegado Sérgio Máximo, embora populares tenham afirmado que viram os assaltantes saírem carregando cinco malotes.

Na fuga, a primeira tentativa do bando foi sair pela Rodovia PA-150 no sentido de Marabá. “A estrada estava bloqueada por uma viatura de nossa guarnição”, explicou o major Fábio Rayol, comandante da 18ª CIPM. O bando optou pela estrada vicinal da Moran Madeira, que dá acesso aos municípios de Goianésia do Pará e Breu Branco. Logo na entrada da estrada, os reféns foram liberados com a viatura da PRE e também uma caminhonete S-10. Na manhã de hoje o terceiro carro foi encontrado na região do Açaizal, incendiado.

Até o fechamento desta matéria o reforço policial dá continuidade às buscas, que tem apoio de um helicóptero da PM.

Moradores arriscaram as próprias vidas na tentativa de registrar fotos e filmar a ação da quadrilha. Durante a fuga, mais de cem motociclistas perseguiram os veículos da quadrilha. E tão logo saiu do banco, a agência foi invadida por dezenas de populares.

Jacundá

Assaltantes fazem policiais reféns, explodem cofre e apavoram Jacundá com tiroteio

Moradores se entrincheiram nos arredores do Bradesco para fotografar e filmar, ao vivo, o tiroteio dentro da agência
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Por Antonio Barroso e Ulisses Pompeu

Um grupo fortemente armado rendeu uma guarnição da Polícia Rodoviária Estadual em Jacundá e promoveu um tiroteio, por cerca de uma hora, na agência do Bradesco da cidade, deixando boa parte da população apavorada.

Localizada na Praça Inácio Pinto, na Avenida Cristo Rei, a agência do Bradesco fica próxima a do Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco da Amazônia e Banpará. Ela já foi alvo de tentativa de assalto duas vezes só este ano e agora à noite. Segundo moradores, os bandidos surpreenderam policiais rodoviários, que estavam lanchando em um caldo a cerca de 500 metros da agência, e os levaram como reféns, de onde passaram a atirar para cima o tempo todo.

A quadrilha, formada por mais de oito pessoas, segundo populares, usou explosivos para abrir o cofre, mas não quiseram saber dos caixas eletrônicos, que geralmente têm menos dinheiro.

Alguns moradores, a certa distância, usavam celulares e câmeras fotográficas para registrar o episódio, alguns colocando em risco a própria vida. Um que filmou o tempo inteiro e ia postando no Facebook, narrava que havia duas caminhonetes paradas em frente ao banco, além do carro da Polícia Rodoviária Estadual, que foi tomado de refém para os policiais serem usados como escudo humano. “Eles atiram para cima o tempo todo para intimidar a população, que se aproxima cada vez mais. Usam arma de grosso calibre, pelo estouro que a gente ouve,” diz um cinegrafista amador.

Outros ficaram entrincheirados dentro de casa e não saíram. Áudios e fotos se espalham em redes sociais, e são esperadas outras equipes de policiais de Marabá e Goianésia, que estão a 110 km e 90 km de Jacundá, respectivamente.

Segundo informações extraoficiais, os bandidos fugiram nas duas caminhonetes com cinco malotes pela PA-150, em direção à Goianésia, mas devem ter entrado em uma estrada vicinal. Não houve tentativa de arrombamento nas demais agências da praça em Jacundá.

O delegado Sérgio Máximo chegou logo depois ao local e disse que uma equipe da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) vai se deslocar ao município para ajudar nas investigações.

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Pará

Assaltantes explodem o Bradesco de Santa Maria das Barreiras

Está reaberta, na região, a temporada de ataques a agências bancárias. Após ataques em Bom Jesus do Tocantins e tentativa em Ourilândia, os bandidos não dão trégua
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Parece que a temporada de assaltos a bancos reabriu nas regiões sul e sudeste do Pará. Depois do assalto ao Banco Postal, dos Correios, em Bom Jesus do Tocantins, há cerca de 20 dias, ao ataque que resultou na explosão da agência do Banpará, também naquela cidade, na madrugada de anteontem (10) e da tentativa de assalto, na modalidade “sapatinho” contra agência da Caixa, em Ourilândia do Norte, ontem (11), na madrugada desta quinta-feira (12) foi a vez da cidade de Santa Maria das Barreiras receber a infeliz visita de assaltantes de banco. E o alvo foi a agência do Bradesco.

Da mesma forma que agiram em Bom Jesus e em outras cidades, os bandidos percorram as ruas de Santa Maria em carros, fazendo inúmeros disparos de armas pesadas a esmo, a fim de intimidar a população e a polícia, para que ninguém saísse às ruas. Enquanto isso, outra parte da quadrilha explodia os caixas eletrônicos, o cofre e parte da agência, com dinamite. Após a ação, eles deixaram a cidade com um rastro de terror e insegurança.

Moradores de Santa Maria contam que foram acordados pelos estampidos de muitos e ensurdecedores disparos, definindo os minutos em que os assaltantes passaram nas ruas, como “uma madrugada de pavor”.

Na manhã de hoje, uma equipe da Polícia Civil de Conceição do Araguaia se deslocou para Santa Maria das Barreiras, a fim de fazer os primeiros levantamentos e, a partir disso, iniciar as investigações.

Entretanto, segundo pessoas da cidade, a quadrilha, se conhecer bem a região, já deve estar longe, uma vez que Santa Maria tem várias rotas de fuga. A primeira delas, pelo Rio Araguaia, pelo qual se pode ter acesso às cidades de Araguacema e Caseara, ambas no Estado do Tocantins; a outra, o acesso ao Distrito de Casa de Tábua, nas margens da Rodovia BR-158; e mais uma que leva a Redenção. O banco, até o momento, não se manifestou sobre o assunto.

Por Eleutério Gomes – Correspondente em Marabá
Bom Jesus do Tocantins

Sindicato dos Bancários aponta 26 assaltos a bancos no Pará de janeiro até agora

Apenas na região sul/sudeste do Pará foram sete explosões de agências bancárias, como a de Bom Jesus do Tocantins
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Por volta do meio dia de ontem, quarta-feira, 10, a dirigente da Subsede do Sindicato dos Bancários do Pará e funcionária do Banpará, Heidiany Moreno, chegou até a agência assaltada em Bom Jesus do Tocantins para verificar de perto a situação e dialogar com os bancários. Segundo ela informou agora à tarde à Reportagem do blog, o bando, entre 8 a 10 pessoas, rendeu e fez o vigilante da unidade de refém, o qual foi libertado na fuga dos assaltantes. Eles explodiram 3 caixas eletrônicos (deixaram um intacto) e levaram dinheiro dos mesmos. O grupo ainda tentou explodir o cofre da tesouraria, mas a tentativa foi frustrada.

Essa foi a 26ª ocorrência registrada pelo Sindicato dos Bancários em 2018, sendo 19 assaltos consumados e 7 tentativas. Em 2017, nesse mesmo período de 1º de janeiro a 10 de julho, o sindicato registrou 23 ocorrências, sendo 13 assaltos consumados e 10 tentativas. Os dados apontam um crescimento de, aproximadamente, 9% nos números de assaltos a bancos no Pará.

Segundo Heidiany Moreno, apenas no sul e sudeste do Pará ocorreram sete explosões de agências bancárias de janeiro até ontem. “Há uma semana explodiram o Banpará de Canaã dos Carajás e há mês haviam feito o mesmo em Abel Figueiredo”, lamenta.

Ela destaca que os novos cofres das tesourarias dos bancos são inteligentes. Com impacto, travam. Com novo impacto, dilaceram e soltam tinta para manchar as notas, que perdem valor. “Conseguiram sucesso apenas no autoatendimento. Destruíram três e um ficou intacto. Não houve segundo impacto no cofre da tesouraria”, revela.

Ainda de acordo com Heidiany, não dá para saber quanto em dinheiro foi levado pelos bandidos porque os bancários são proibidos de acompanhar a perícia, que é feita pela Polícia Federal.

Na avaliação de Heidiany Moreno, esses assaltos em bancos de cidades pequenas só ocorrerem por falta de segurança e os bancários acabam sofrendo também, porque são transferidos de cidade em que estão estabilizados até que a agência em que trabalhavam volte a funcionar. Ela citou exemplos do que ocorre frequentemente em municípios como São Geraldo do Araguaia, São Domingos e Abel Figueiredo, onde o quadro policial é pequeno. “Infelizmente quem perde é a população. No caso do Banpará de Bom Jesus, ele era responsável pelo pagamento de parte da Folha da Prefeitura. Agora, as pessoas terão de se deslocar até Marabá para receber”, informa.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Na véspera de formatura de novos policiais, PMs são presos por assalto ao Banpará

Dois sargentos e um cabo serão levados ainda hoje para audiência de custódia no Fórum de Marabá, acusados de dar fuga a 3 assaltantes em Bom Jesus
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Amanhã, quinta-feira, 12, o Comando da Polícia Militar do Pará realiza formatura de 100 novos policiais militares em Marabá. Todavia, 24 horas antes, três representantes da mesma corporação foram presos nesta quarta-feira e trazidos para o prédio onde funciona o CPR-II, na Folha 31, ao lado do escritório da Cosanpa. Dois sargentos e um cabo da PM são acusados de ajudar a dar fuga aos participantes do assalto que aconteceu na madrugada de ontem à agência do Banpará de Bom Jesus do Tocantins, a 66 km de Marabá.

O trio seria lotado no Destacamento de Nova Ipixuna e teria dado suporte ao roubo que se deu com explosão de caixas eletrônicos na madrugada. Os nomes dos três PM’s ainda não foram divulgados para a Imprensa e o comandante do CPR, coronel Mauro Sérgio, promete uma entrevista coletiva para a tarde desta quarta-feira com a presença de oficiais do Comando Geral da PM, vindos de Belém.

Os três policiais são acusados de dar apoio logístico aos demais membros do bando. Equipes de policiais seguem na região de Bom Jesus, na mata, ainda tentando prender parte da quadrilha.

Junto com os militares, outras três pessoas também foram detidas. Os policiais, sendo dois sargentos e um cabo, são lotados na cidade de Nova Ipixuna. A equipe da Polícia Civil de Bom Jesus do Tocantins deu início às investigações que foram assumidas pela Delegacia de Repressão a Roubos a Bancos (DRRB) e Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO).

O advogado Genésio Queiroga Neto, da Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar, confirmou a prisão dos três militares. “Em relação ao auto de prisão em flagrante, dado o caráter sigiloso da investigação policial, a gente não vai se manifestar, mas de fato tem três policiais no CPR II em Marabá, mas que não cometeram delito algum, conforme vai ficar provado na instrução criminal”, defendeu.

NOTA PM

No início da tarde de hoje, a Polícia Militar divulgou a seguinte nota sobre a detenção dos três policiais militares:

“O Comando de Policiamento Regional (CPR) 2 da Polícia Militar, com sede em Marabá, já acompanha o caso da detenção de três policiais militares, sendo dois sargentos e um cabo, por suposto envolvimento na fuga de três criminosos que teriam participado do assalto, ocorrido ontem, à agência do Banco do Estado do Pará em Bom Jesus do Tocantins. Os militares, lotados em Nova Ipixuna, estão detidos na Superintendência de Polícia Civil de Marabá e devem passar por audiência de custódia ainda nesta quarta-feira, 11.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Ourilândia do Norte

Ourilândia: Gerente da Caixa aguarda peritos com bomba amarrada ao corpo

A notícia de um suposto assalto deixou a cidade mergulhada em tumulto a manhã toda. Em Marabá, a polícia prendeu seis dos assaltantes que atacaram o Banpará de Bom Jesus
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Permanece dentro da agência da Caixa Econômica Federal, em  Ourilândia do Norte, sul do Estado, o subgerente de prenome Tiago, que está com uma carga supostamente explosiva presa ao corpo. Ele foi retirado de casa na noite de ontem, terça-feira (10), por um bando de assaltantes da modalidade “sapatinho”, e levado à agência bancária. Como os bandidos não conseguiram abrir o cofre nem retirar dinheiro de alguma outra dependência do estabelecimento, deixaram o gerente amarrado e fugiram.

Os primeiros funcionários a chegarem, comunicaram o fato à Polícia Militar, que logo cercou o local. Depois se juntaram à PM policiais civis e o pessoal do Tático. Uma ambulância do Samu também foi deslocada para as proximidades e o quarteirão foi isolado.

Foi o suficiente para que várias notícias com as mais diversas informações fossem publicadas em redes sociais, dando conta de que no banco havia clientes e funcionários reféns e que os bandidos estariam negociando a rendição. A cidade ficou em polvorosa e a Rodovia PA-279 chegou a ser interditada. Porém, já por volta das 12h30 desta tarde, a polícia divulgou as informações corretas sobre o caso.

Quanto á bomba há duas informações de fontes diferentes: a primeira afirma que, como os crimes contra instituições federais, caso da Caixa, são da alçada da Polícia Federal, um perito especialista em explosivos estaria se deslocando para Ourilândia a fim de examinar e, se for o caso, desativar o artefato. Outra informação dá conta de que peritos em explosivos, da Polícia Militar, estariam vindo de Belém, de helicóptero, para verificar a suposta bomba e desarmá-la.

Bom Jesus
Em Marabá, a Polícia Militar apresentou seis dos assaltantes que atacaram e destruíram com explosivos a agência do Banpará na madrugada de ontem (10). Três deles seriam policiais militares, do Destacamento de Nova Ipixuna, que teriam dado apoio ao bando.

Bom Jesus

Campeã em assalto a banco, Bom Jesus sofre novo atentado, agora ao Banpará

Bandidos levaram como reféns o vigilante do banco e outro que trabalhava em um posto de combustível na saída da cidade
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Nenhuma das pequenas cidades da região sudeste do Pará registrou mais assaltos a banco do que Bom Jesus do Tocantins, na BR-222, a 66 km de Marabá. O município de 16.517 habitantes foi sacudido na madrugada desta terça-feira, 10, por tiros e bomba que destruíram parte da estrutura do Banpará, que foi inaugurado há quatro anos.

De tanto ver sua agência saqueada (três vezes), o Banco do Brasil resolveu não reabrir aquela unidade, que sofreu grande explosão com dinamites em 2011. Naquela oportunidade, uma quadrilha composta por oito bandidos derrubou a tiros de fuzil e pistola as portas de vidro do estabelecimento, entrou no banco, colocou uma carga de dinamite junto do cofre e detonou o explosivo. O prédio veio abaixo e tudo o que havia em seu interior ficou destruído. Somente a fachada e a parede dos fundos ficaram de pé.

No ano passado, com direito a filmagem à luz do dia, uma quadrilha assaltou a agência dos Correios de Bom Jesus, levando reféns e deixando a população apavorada.

Inaugurada em 2014, a agência do Banpará ainda passou quatro anos sem sofrer assaltos ou roubos. Mas na noite desta terça-feira o barulho de tiros e bombas acordou a comunidade da cidade mais uma vez.

Pelas fotos publicadas em redes sociais, dá para perceber que há um buraco no teto, cápsulas de arma pesada foram encontradas e os caixas eletrônicos foram danificados e o dinheiro que havia dentro levado.

Segundo o comandante do CPR II, coronel Mauro Sérgio, as informações não são tão precisas ainda. As primeiras notícias apuradas dão conta de que um carro pequeno (possivelmente um Palio) e três motocicletas teriam sido utilizados por cinco elementos para a prática do assalto. Logo em seguida, o bando fugiu em direção à fazenda Jaqueira.

Foram pegos de reféns um vigilante do Banpará e outro vigilante do primeiro posto de combustível na saída para o município de Abel Figueiredo, na BR-222.

A Polícia Militar faz diligências na região para tentar prender os bandidos.

Ulisses Pompeu – de Marabá