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Marabá

Coautora do assassinato de professor do IFPA se entrega à polícia

Caçada há 11 dias, Thais Rodrigues resolveu se entregar depois que teve a imagem divulgada pela polícia
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Chegou ao fim na tarde desta terça-feira, dia 14, a cassada de 11 dias que a polícia empreendeu em busca de Thais Santos Rodrigues, acusada de ser co-autora do assassinato do professor Ederson Costa dos Santos, do IFPA Industrial, em Marabá. A acusada entregou-se na 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil por volta das 16 horas de hoje. Ela é namorada do policial militar Felipe Freire Sampaio Gouveia, acusado de ser o autor dos disparos que tirou a vida do professor no último dia 4 deste mês.

Thais chegou em uma viatura da Polícia Civil, com o rosto coberto, acompanhada por três investigadores e o delegado responsável pelo caso, Ivan Pinto da Silva.

O homicídio do professor Ederson Santos causou grande repercussão em todo o Pará porque sua morte ocorreu a sangue frio e foi filmada. Ele não teve direito de defesa e foi covardemente assassinado com dois tiros na cabeça, após uma discussão de trânsito na madrugada do último dia 4, em frente ao Sesi, no Bairro Novo Horizonte. Felipe Gouveia e Thais aparecem em filmagens de câmeras de segurança instaladas em consultório que fica na Avenida Tocantins.

Gouveia foi preso na quinta-feira da última semana, dia 9, em um quartel da PM de Imperatriz, foi trazido para Marabá e daqui levado para um presídio para policiais na Região Metropolitana de Belém.

O destino de Thais será outro. Ela foi submetida ao exame de corpo e delito e será transferida para o Centro de Recuperação Feminino de Marabá (CRFM), ao lado do CRAMA, no Km 14 da Rodovia Transamazônica.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Preso em Marabá homem que matou menina a facadas em Parauapebas

A Justiça determinou a prisão dele, que estava em Marabá e foi localizado pela Polícia Civil
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A Polícia Civil prendeu na noite de ontem (9), em Marabá, Jairo Pinheiro de Oliveira, o “Salsicha”, acusado de ter matado a facadas, em 26 de maio último, a menina Wilka Afonso Pereira, 12 anos, cujo corpo foi jogado no córrego Sebosinho, no Bairro Novo Brasil, em Parauapebas. Encarregado do caso, o delegado Felipe Oliveira, baseado em informações de testemunhas que presenciaram a brutalidade e elementos colhidos durante as investigações, pediu ao Poder Judiciário a decretação da prisão do acusado e foi atendido.

A partir daí as buscas pela localização de “Salsicha” se iniciaram a fim de cumprir o Mandado de Prisão. Na noite de ontem, policiais civis de Marabá entraram em contato com o delegado Felipe informando que haviam localizado o acusado.

Imediatamente, o delegado enviou a Marabá cópia do mandado e “Salsicha” foi preso e deve ser recambiado para Parauapebas nas próximas horas, já que deve responder pelo crime no distrito da culpa, conforme manda a lei.

De acordo com o delegado Felipe Oliveira, Jairo de Oliveira matou a menina porque ela teria denunciado práticas criminosas cometidas por ele.

Marabá

Assassino de professor é PM do Maranhão. Ele está sendo interrogado em Imperatriz.

Mulher que estava com o policial ainda não foi encontrada e deve responder como cúmplice do homicídio
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Está detido e sendo interrogado na noite desta quinta-feira, 9, o soldado da Polícia Militar do Maranhão, Felipe Freire Sampaio, acusado de ter assassinado o professor Ederson Costa dos Santos, de 28 anos, na madrugada do último sábado, dia 4 de agosto. O PM veio de Imperatriz-MA, onde reside e trabalha na corporação.

Segundo informou agora à noite a Superintendente de Polícia do Sudeste do Pará, delegada Simone Felinto, o veículo que aparece nas imagens de vídeo amplamente divulgadas em redes sociais é um Fox cor vermelho, de placa OFM-8620, de Marabá, o qual está apreendido.

O interrogatório do suspeito acontece em Imperatriz por uma equipe da Delegacia de Homicídios de Marabá, enviada pela Superintendência do Sudeste Paraense e liderada pelo delegado Ivan Pinto.

No momento de sua prisão, Felipe Freire não esboçou reação, se entregou, mas permaneceu calado, segundo a delegada Simone Felinto.

A Polícia Civil continua as investigações em busca de novas provas que possam contribuir para o inquérito que segue em andamento pelo período de 30 dias, contados da sua abertura.

A polícia conseguiu realizar a apreensão do Fox que era dirigido por Felipe na noite do crime, o qual está bastante avariado. Todavia, a Polícia Civil ainda não confirma o nome e nem a prisão da mulher que também aparece nas imagens da noite do assassinato, como acompanhante do assassino do professor. Também não revela em qual endereço apreendeu o veículo Fox.

Marabá

Polícia está na caça de homem que matou professor do IFPA em Marabá

Ederson Costa foi alvejado com 2 tiros na cabeça depois de dar cavalo de pau na rodovia Transamazônica e discutir com seu algoz
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O Departamento de Homicídios da Polícia Civil em Marabá está na caça do homem que matou o professor Ederson Costa dos Santos, depois de uma discussão de trânsito, na Rua Pedro Marinho, em frente o Sesi, em Marabá. O crime ocorreu por volta de 1 hora da madrugada de sábado para domingo, dia 5.

Em entrevista na manhã desta segunda-feira, 6, o delegado de Polícia Civil, Ivan Pinto da Silva, informou que os investigadores da Divisão de Homicídios estão empenhados em elucidar o crime do professor Ederson Costa, e revelou que a polícia já dispõe de um vídeo com imagens da câmera de um consultório em frente ao local onde ocorreram as discussões e o assassinato.

O delegado disse ainda que já foram ouvidas algumas testemunhas, entre elas duas jovens que seriam alunas do professor Ederson Costa no Campus Industrial do Instituto Federal do Pará (IFPA). “As imagens das cenas do crime estão sendo tratadas e temos indícios de que o homicídio tem relação com uma discussão de trânsito. O professor fez uma manobra não permitida (cavalo de pau) próximo à Tertúlia, na Rodovia Transamazônica. O carro que estava atrás acabou se chocando contra o do professor”.

Ainda segundo o delegado, Ederson vinha de um bar, onde estava com amigos e estaria levando duas alunas para casa. Depois de dar o cavalo de pau e chocar-se com o outro veículo, ele não parou para prestar auxílio e preferiu empreender fuga, mas acabou parando seu carro próximo ao Sesi, no bairro Novo Horizonte. Neste local, chegou a discutir por cinco minutos com uma mulher e um rapaz (ambos jovens), mas ainda sem identidade revelada.

Quando a discussão parecia ter cessado, o professor foi alvejado com dois tiros de pistola pelo homem com quem discutiu.  “Vamos chegar à autoria desse homicídio. Temos testemunhas que passaram pelo local durante o episódio, as quais estão sendo intimadas. Estamos aguardando o homicida comparecer à delegacia. Ainda não temos o nome dele, mas possuímos elementos suficientes para chegar até ele, inclusive a placa e modelo do veículo que estava dirigindo”.

A câmera do consultório, ainda segundo o delegado Ivan Pinto, filmou tudo, inclusive a chegada dos policiais, do SAMU e a retirada do corpo do local do crime.

Luto até quarta-feira

Nesta segunda-feira não houve aula no Campus do IFPA. A direção declarou luto e divulgou uma nota de pesar com o seguinte teor: “É com muita tristeza que o Campus Marabá Industrial informa o falecimento do professor Ederson Costa dos Santos. A instituição enfatiza o empenho e dedicação no excelente trabalho prestado nesses quatro anos como servidor do Instituto Federal do Pará (IFPA).

O professor Ederson nasceu no dia 27 de agosto de 1988 e faleceu na madrugada deste sábado, 4 de agosto de 2018. O Marabá Industrial decretou luto oficial e as atividades do instituto ficam suspensas até a próxima quarta-feira, 8”.

Nas redes sociais, dezenas de pessoas, entre familiares, colegas de trabalho e alunos deixaram mensagens, demonstrando o quanto o professor era querido.

Selma Rodrigues, também servidora do IFPA, postou a seguinte mensagem: “É muito triste e doloroso perder um ente querido, amigo, colega de trabalho. A violência está cada vez mais presente em nosso dia-a-dia. Saímos de casa e não sabemos se voltaremos para o aconchego de nossa família. Meus sentimentos aos familiares e aos servidores do campus Marabá Industrial”.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Tucuruí

Fratricídio entre irmãs grávidas causa espanto em Tucuruí

Juliana, com três meses de gestação, foi assassinada por Diana, grávida de oito meses. O motivo ainda é um mistério.
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Uma jovem identificada como Juliana Rodrigues Noleto, de 18 anos, foi morta a facadas pela irmã na noite desta quarta-feira (18), em Tucuruí. A jovem estava grávida de três meses e foi golpeada no pescoço pela irmã, Diana Rodrigues Noleto, que também está grávida, no oitavo mês de gestação. Ainda não se sabe o que pode ter motivado o assassinato.

Segundo a Polícia Civil, o caso ocorreu por volta de 19 horas, na casa da família de ambas, na ocupação Olga Benário, uma área afastada do centro de Tucuruí, no bairro Palmares II. Familiares contam que ouviram uma discussão entre as mulheres, e um tempo depois, o assassinato ocorreu. A autora do homicídio fugiu do local.

Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada, mas os profissionais de saúde apenas atestaram a morte da jovem e chamaram o Instituto Médico Legal (IML). As polícias Civil e Militar realizam buscas pelos bairros adjacentes na tentativa de localizar a acusada. Inconsoláveis, familiares das jovens compareceram à Seccional Urbana de Tucuruí para registrar o boletim de ocorrência.

Parauapebas

Técnico em refrigeração executado a tiros no Nova Carajás

Ele recebeu a ligação de uma pessoa marcando encontro em determinado local. Ao chegar se encontrou com a morte
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Delmar de Paiva Lima, técnico em refrigeração, foi assassinado a tiros na tarde deste sábado (7), em seu carro, quando esperava uma pessoa na quarta rotatória do Bairro Nova Carajás. Segundo informações iniciais colhidas pelo Blog, ele estava em casa quando recebeu uma ligação de celular, conforme relata um amigo do morto, que pediu para terá identidade preservada. A ligação, ainda de acordo com a testemunha, parecia ser de alguém conhecido, dada a tranquilidade e a intimidade com que ele tratava o interlocutor.

A pessoa pedia que Delmar a encontrasse em determinado local e, ao sair de casa, ele ainda ligou para confirmar o endereço. Ao chegar à rotatória, o técnico em refrigeração parou o carro e ficou aguardando.

Instantes depois, dois homens surgiram em uma motocicleta e o da garupa disparou vários tiros contra Delmar Lima, que ainda tentou fugir, correndo por mais de 50 metros e caindo em seguida. Os atiradores saíram atrás dele, mas, ao encontrarem, foram embora, pois o homem já estava morto. Delmar, segundo a testemunha, era trabalhador e evangélico.

Marabá

Na zona do medo, 5 famílias somem de Marabá após assassinato misterioso

Execução de dono de água envasada levanta questionamentos que nem a polícia conseguiu – ainda - montar o quebra-cabeça para elucidar o crime
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A Travessa Plinio Pinheiro, no Bairro São Félix Pioneiro, em Marabá, teve quatro de suas residências evacuadas no início deste mês, com famílias expulsas por ameaças de assassinato. O mesmo teria acontecido com a viúva da vítima e sua filha, que moravam na região do Balneário Mangueiras, mas que teriam deixado a cidade às pressas depois de prestar depoimento à polícia.

A Travessa Plinio Pinheiro é pequena, tem cerca de 10 casas e um muro no final mostra que ela já acabou, fazendo limite com uma área de várzea. Desde então, os vizinhos vivem amedrontados com carros ou motocicletas que chegam ali. Temem que tragam cavaleiros da morte.

Todas as histórias de abandono das cinco casas e da cidade estão entrelaçadas e tiveram início com o assassinato do empresário Reginaldo Vieira da Silva, conhecido como Pastor Reginaldo, que em dezembro do ano passado havia comprado a empresa Bela Água, que envaza água adicionada de sais para comercialização. O crime ocorreu na noite do dia 6 de junho, quando Reginaldo chegava de uma viagem a Eldorado do Carajás, em companhia de dois funcionários. O patrão foi direto para a sede da Bela Água, localizada no Km 4 da Rodovia Transamazônica. Um homem o abordou quando ele tentava abrir o portão e disparou vários tiros por volta de 22h30. O empresário ainda chegou a ser socorrido, mas acabou morrendo no hospital.

Logo após o crime, foi noticiado que antes de falecer, Reginaldo teria revelado que o homem que lhe atirou seria o namorado de sua filha, mas não disse o nome e nem o motivo.

A Reportagem foi atrás da história. E a motivação veio por meio de um relato intrigante de um morador do Núcleo São Félix, que pediu para ter seu nome mantido sob sigilo pelos motivos óbvios. O jornalista Ulisses Pompeu foi, então, seguir o rastro e, nesta Reportagem, conta as histórias possíveis.

O desaparecimento de família em decorrência da violência em Marabá não é tão incomum e, geralmente, não é enredo de boletins de ocorrências, inquéritos policiais, denúncias do Ministério Público nem de processos na Justiça local. Daí a dificuldade para sistematização de casos, dados e acompanhamentos.

O DOMADOR DE CAVALOS

O primeiro relato dava conta que o jovem Ailton Monteiro, de 30 anos de idade, residente à Travessa Plinio Pinheiro, sumiu da cidade e abandonou sua casa, sua potra da raça Manga Larga (que custaria R$ 14 mil). Ailton era namorado de Kelly Vieira, filha de Reginaldo, e trabalhava como domador de cavalos. O fato de os veículos de comunicação terem divulgado, por ocasião do assassinato, que o empresário teria apontado Ailton como seu algoz, causou uma reviravolta na vida do rapaz. Intimado pela polícia, ele foi à delegacia dar sua versão.

Revelou que possuía uma arma registrada em seu nome, mas jurou que não tinha nem mesmo coragem para retirá-la de casa. Foi então que a polícia marcou data e horário para ir buscá-la no São Félix, no dia seguinte, para fazer comparação de balística. Todavia, na noite anterior, a casa de Ailton teria sido arrombada, saqueada, com vários objetos levados, inclusive a pistola que seria entregue à polícia.

No dia seguinte, ele voltou à Seccional de Polícia, na Folha 30, e registrou ocorrência do roubo. Mas nem por isso a pressão sobre o rapaz diminuiu. Após esse fato, homens teriam ido à casa dele – armados – mas não o encontraram. Cruzaram a rua e entraram na casa da mãe do domador de cavalos, que estava acompanhada de netos. Ali, fizeram uma ameaça em tom de urgência: ou Ailton aparecia em 24 horas, ou todos os membros da família iriam morrer. Fizeram a mesma ameaça a outras duas irmãs de Ailton, que moravam em outras duas residências na mesma rua.

O temor pelo pior fez todo mundo arrumar as bagagens e sair da cidade sem deixar rastros. Móveis ficaram para trás. Apenas roupas e documentos foram levados. Para onde? A família não revelou seu destino para os vizinhos.

OUTRAS HISTÓRIAS

Mas há outras histórias que os moradores da Travessa Plinio Pinheiro sabem contar. Revelaram, por exemplo, que na despedida, Ailton chorou e jurou para todos – inclusive a sua mãe – que não tirou a vida de ninguém, e muito menos do pai da namorada dele.

Os mesmos vizinhos disseram também que, no sábado, dia 9, antes de Ailton ir embora, a namorada Kely chegou em um mototaxi e os dois ficaram algumas horas juntos na casa dele.

O casal começou a namorar em 2017 e há boatos que dão conta que Kely teria tramado a morte do pai, com auxílio de Ailton, mas essa versão a polícia não confirma. Os dois estavam juntos sempre que conseguiam tempo e o rapaz levava uma vida pacata, a maior parte do tempo no próprio Bairro São Félix ou em fazendas da região, onde trabalhava domando os cavalos. Ele também possuía cinco touros de rodeio e atuava como montador desses animais.

A VIÚVA SUMIU?

A Reportagem tomou conhecimento com autoridades que, depois de prestar o primeiro depoimento, a viúva de Reginaldo também deixou a cidade em companhia de sua filha Kely e dos netos. A motivação? Medo, já que não há segurança sobre quem seria o autor da morte do empresário.

A polícia tenta, a todo custo, ouvir pessoas da família e amigos próximos para tentar desvendar o assassinato do pastor Reginaldo. O único que está na cidade é Reginaldo Júnior, filho do empresário, que passou a tomar de conta dos negócios do pai. Os demais membros da família teriam saído da cidade e não deixaram contato.

Na tarde desta segunda-feira, dia 25, em conversa por telefone com a Reportagem, Reginaldo Júnior garantiu que sua mãe e irmã estão, sim, em Marabá, embora ainda abaladas com o brutal assassinato do patriarca e que prestaram depoimento semana passada.

Júnior alegou desconhecer que a família de Ailton tinha deixado suas casas depois do assassinato do empresário. Ele afirmou que Reginaldo pai era um homem de bem e que não tinha nenhum inimigo declarado. Revelou, no entanto, que a pretensão da família é vender os negócios e abandonar Marabá, por tudo que aconteceu nos últimos dias.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Violência

Em Canaã dos Carajás, homem é assassinado a tiros quando passeava com a esposa

Crime aconteceu próximo a rodoviária municipal, local famoso pela comercialização de drogas
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A violência anda solta em Canaã dos Carajás. Em menos de oito dias  já foram contabilizadas quatro mortes violentas, além dos homicidas, estupradores e ladrões presos, que elevam a taxa de criminalidade do município e põe os cidadãos locais em constante alerta. O medo é o estado comum da sociedade e a insegurança vivida pode se justificar pelos impactos sociais pós-implantação do projeto S11-D no município.

Na noite desta sexta-feira (23) mais um cruel assassinato reforçou as estatísticas do mal na cidade. Um homem, que aparentava ter cerca de 30 anos, andava de mãos dados com a sua esposa em local próximo a rodoviária municipal quando foi surpreendido pela ação criminosa. Os bandidos, dois, se aproximaram em uma motocicleta e, sem perguntar mais nada, efetuaram vários disparos contra a vítima. Sem chances de defesa, o homem, cuja a identidade não foi revelada pela Polícia Civil, morreu na hora.

Muitas pessoas viram o crime acontecer, mas ninguém quis falar nada à imprensa sobre o caso. A suspeita, no entanto, é que a motivação para o crime seja acerto de contas, já que o homem morto seria usuário de drogas e teria saído recentemente da prisão. As investigações sobre o caso continuam a acontecer.

A rodoviária de Canaã dos Carajás é improvisada e o projeto definitivo para o local ainda não saiu do papel. O local é conhecido pela intensa movimentação em torno do comércio de drogas. A PM já efetuou várias prisões no local, mas os crimes continuam a acontecer.