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Polícia

Polícia Militar prende primeiro suspeito de assassinar o prefeito de Tucuruí

O suspeito teria dito à uma garota de programa que participou do assassinato

Informações da Policia Militar do município de Pacajá dão conta que uma guarnição comandada pelos Sargentos Benchimol e Gonçalves, cabo Wagner, soldados Junior, Cardoso e Francisco, efetuaram a prisão do nacional conhecido por Paulista. Ele é suspeito de assassinar o prefeito Jones Willian, de Tucuruí, A prisão se deu por volta das 14h30 no município de Pacajá, distante 160 quilômetros do local do crime.

A PM chegou até o suspeito após uma denúncia anônima. Paulista teria se envolvido em uma confusão com uma garota de programa em Pacajá. Durante a briga, o suspeito teria deixado vazar a informação de que participara da execução do prefeito.

Paulista está detido na delegacia de Policia Civil de Pacajá aguardando a chegada de duas viaturas da Rotam, de Belém,  trazendo o superintendente da Polícia Civil para interrogar Paulista. A Polícia não confirma a participação dele no assassinato, mas não descarta. Segundo fontes ouvidas pelo Blog, pode ser que ele tenha dito isso para intimidar a garota de programa, A Polícia pretende levar o suspeito para Tucuruí para que ele seja reconhecido por testemunhas que presenciaram o crime.

Justiça

São Domingos do Araguaia: mãe e padrasto de Maria Eduarda pegam, juntos, mais de um século de cadeia

Advogados do casal insistem na inocência e vão pedir a anulação do julgamento

Por Eleutério Gomes – de Marabá

Em julgamento que entrou pela noite do segundo dia, o juiz Luciano Mendes Scaliza condenou Maria Rodrigues Félix a 52 anos de reclusão e o marido dela, José Soares de Oliveira a 50 anos de prisão. O corpo de jurados decidiu, por 4 votos a 3, que ambos foram culpados pela morte da menina Maria Eduarda Félix Lourenço, então com 10 anos de idade, em 21 de novembro de 2015, em São Domingos do Araguaia.

O depoimento de testemunhas de acusação, ouvidas ainda na segunda-feira (19), foi decisivo para a decisão dos jurados e a aplicação da pena. Várias delas relataram que José assediava sexualmente a enteada, com frequência, e que, por fim, terminou por estuprá-la e matá-la, ocultando o cadáver com a cumplicidade da mãe, Maria Félix, que também preferiu ficar do lado do marido a denunciá-lo pelo crime hediondo.

Os advogados do casal – Arnaldo Ramos, Marcel Afonso, Plínio Turiel e Wandergleisson Fernandes – declararam que vão pedir a anulação do julgamento, alegando que os jurados foram influenciados pelo grande clamor popular entre a população de São Domingos e da região. Eles sustentam que Maria Félix e José de Oliveira são inocentes.

Na acusação, atuaram os promotores de Justiça Francisca Suênia Fernandes Sá e Samuel Furtado Sobral, que consideraram a pena justa diante de crime tão cruel e sem chances de defesa.

O caso

No dia 21 de novembro de 2015, Maria Eduarda saiu de casa cedo para comprar pão num comércio próximo, mas não voltou. Dois dias depois, o corpo dela foi encontrado num matagal, em um loteamento do Bairro Novo São Luís. Estava de bruços, seminua com parte do corpo queimado e com muitos cortes. As investigações apontaram para a mãe e para o padrasto de Maria Eduarda como os autores do assassinato, cometido por asfixia, como apontou o laudo necroscópico do IML.

A morte da menina causou grande comoção em São Domingos e na região, assim como revolta na população, após o caso ter sido divulgado nos meios de Comunicação.

Tribunal do Júri

São Domingos do Araguaia: julgamento da mãe e do padrasto da menina Maria Eduarda entra no segundo dia

Assassinato da garota, de 10 anos, em novembro de 2015, causou comoção e revolta na população da cidade e região

Por Eleutério Gomes – de Marabá

Em São Domingos do Araguaia, entrou, nesta quarta-feira (21), no segundo dia o julgamento, pelo Tribunal do Júri, do casal Maria Rodrigues Félix e José Soares de Oliveira. Apesar de negarem, desde o primeiro momento em que foram presos, eles são acusados pelo assassinato da menina Maria Eduarda Félix Lourenço, na época com 10 anos de idade. Maria é mãe da garota e José, padrasto. O crime ocorreu em 21 de novembro de 2015.

O casal está sendo defendido por quatro advogados: Arnaldo Ramos, Marcel Afonso, Plínio Turiel e Wandergleisson Fernandes.

Na acusação estão os promotores de Justiça Francisca Suênia Fernandes Sá e Samuel Furtado Sobral.

O juiz Luciano Mendes Scaliza preside o júri do rumoroso caso.

Nesta tarde ocorrem os debates entre defesa e acusação, etapa que deve entrar pela noite. Em fase anterior foram ouvidas 16 testemunhas, entre as que acusam e as que defendem Maria Félix e José Soares. Os advogados do casal sustentam a tese de que a mãe e o padrasto não teriam motivos para matar Maria Eduarda, “pois a amavam muito”.

Já a acusação se baseia em provas colhidas durante a fase de inquérito policial, quando os investigadores chegaram à conclusão de que a menina foi mesmo morta pelo casal. Na época, a Polícia Civil pediu a prisão de Maria e José, acusando-os de estarem dificultando e interferindo nas investigações. Após isso, os dois desapareceram de São Domingos, sendo presos depois preventivamente.

O caso

No dia 21 de novembro de 2015, Maria Eduarda saiu de casa cedo para comprar pão num comércio próximo, mas não voltou. Dois dias depois, o corpo dela foi encontrado num matagal, em um loteamento do Bairro Novo São Luís. Estava de bruços, seminua com parte do corpo queimado e com muitos cortes. As investigações apontaram para a mãe e para o padrasto de Maria Eduarda como os autores do assassinato, cometido por asfixia, como apontou o laudo necroscópico do IML. A morte da menina causou grande comoção em São Domingos e na região, assim como revolta na população, após o caso ter sido divulgado nos meios de Comunicação.

Polícia

Polícia afirma que execução de soldado PM e do irmão advogado em Marabá ainda não tem suspeitos nem explicação

Crime ocorreu por volta do meio-dia desta terça-feira, no Bairro Laranjeiras, em Marabá. As vítimas foram alvo de tiros de pistolas calibres ponto 40 e 380 e até de fuzil 556

A Polícia Civil investiga, desde o início da tarde desta terça-feira (13), a dupla execução ocorrida por volta do meio-dia, na Travessa José Cursino de Azevedo, no Bairro Laranjeiras, em Marabá, quando os irmãos Giovani Milhomem Gonçalves, policial militar, e Wellington Flávio Milhomem Gonçalves, advogado, foram assassinados a tiros. Eles estavam em uma camionete S-10, branca, placas OYU-8102/Marabá-PA, quando outro carro, uma Hilux com placa de Altamira-PA, número apagado, emparelhou com o carro e dela partiram os projéteis, 13 dos quais mataram Giovani, e cinco que eliminaram Wellington. Ambos foram baleados na cabeça.

A camioneta Hilux foi encontrada horas depois abandonada na Estrada do Rio Preto, zona rural de Marabá com várias perfurações de bala e manchas de sangue, o que confirma a versão de populares que passavam pelo local do crime, de que houve um tiroteio.

Giovani Gonçalves era soldado da Polícia Militar e estava trabalhando em São Félix do Xingu. Seu irmão, advogado, militava no Estado de São Paulo e chegou ontem, segunda-feira (12) a Marabá.

O presidente da Subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará (OAB-PA), Haroldo Gaia Pará, esteve na 21ª Seccional de Polícia Civil, onde pediu rigor e urgência nas investigações para a apuração do crime com a execução de mais um advogado no Estado.

Coletiva

No final da tarde, a delegada Raissa Beleboni, de Homicídios, concedeu coletiva e confirmou que as armas utilizadas, conforme as cápsulas encontradas, foram pistolas calibres ponto 40 e 380 e até um fuzil 556.

O soldado, segundo ela, tentou reagir, ainda saiu do carro atirando, mas não conseguiu êxito e morreu mais adiante crivado de balas. Com ele só foi encontrado o carregador da pistola funcional. Ambos os veículos foram periciados, tanto no local do crime quanto na Estrada do Rio Preto; e também no Instituto de Perícias Científicas “Renato Chaves”. O carro abandonado sem placas será rastreado a partir da numeração do chassi e de outros agregados para que se verifique sua origem.

Polícia

Polícias Civil de São Paulo e do Pará prendem acusado de matar crianças e de tentar matar mulher em Curionópolis

Suspeito, que estava com mandado de prisão preventiva decretado, está à disposição da justiça paraense

Uma ação conjunta das Polícias Civil do Pará e de São Paulo resultou na captura de José Carlos Anjos dos Santos, em Monguaguá, cidade da região metropolitana da Baixada Santista, litoral sul do Estado de São Paulo. Ele é acusado de assassinar os enteados de 10 e 12 anos, e de tentar matar a companheira Adriana Matos Alves, 29, e outra enteada de seis anos, no último dia 29 de maio, em Curionópolis. O preso está com mandado de prisão decretado pela juíza Priscila Mamede Mousinho, Juíza de Direito da Comarca de Curionópolis

A provável motivação do crime foi ciúmes por parte do suspeito. Após o crime, que abalou a cidade paraense, José Carlos, que paulista e natural do litoral santista, fugiu inicialmente para Marabá de onde seguiu para o Estado de São Paulo. Segundo o delegado Thiago Carneiro, responsável pelo inquérito do caso, o preso será recambiado ao Pará para responder pelo crime.

As vítimas foram atacadas em casa pelo acusado com pedaços de madeira que foram usados para desferir diversos golpes nas crianças e na mulher. Na casa, havia sinais de luta corporal. Por enquanto, ele vai permanecer na cidade paulista à disposição da Justiça do Pará, para responder pelo duplo homicídio e pelas duas tentativas de homicídio.

As informações, da Polícia Civil do Pará, dão conta que José Carlos foi capturado e vai em desencontro com o que vem sendo divulgado pelas redes sociais, de que o procurado se entregou.

Breu Branco

Caso Diego do Alemão: Polícia diz ter imagens de atirador

Investigação segue apurando a execução e possibilidade de crime ter motivação política não é descartada

A Polícia Civil confirmou nesta quarta já possuir imagens do suspeito de tirar a vida de Diego Kolling, 34 anos, o “Diego do Alemão”, prefeito de Breu Branco, no sudeste paraense, morto com um tiro no dia anterior, terça (16). A informação foi repassada na entrevista coletiva concedida pelo secretário de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), Jeannot Jansen, e a delegada adjunta de Polícia Civil, Christiane Ferreira, em Belém.

A delegada apontou que foram colhidas imagens ao longo da Rodovia PA-263, onde o prefeito pedalava quando foi atingido à altura do peito, por volta das 7h30, que mostram o suspeito em uma motocicleta. Ela afirmou acreditar que será dada resposta rápida para o caso e que já foram colhidos também depoimentos de testemunhas do crime.

O secretário de segurança, por sua vez, destacou que não há qualquer indício de que o prefeito tenha sofrido latrocínio, reforçou que a polícia trabalha com crime de execução e não descartou que o caso tenha motivação política. Os dois ressaltaram que a vítima tinha a imagem limpa, sem denúncias de envolvimento em atos ilícitos ou ameaças.

Diego Kolling, filiado ao PSD, pedalava acompanhado de dois colegas na rodovia que liga Tucuruí à Goianésia do Pará quando foi alvejado no peito. Ele chegou a ser socorrido à Unidade de Pronto Atendimento de Breu Branco, mas não resistiu ao ferimento. O corpo foi movido para o Instituto Médico Legal (IML) de Tucuruí, que determinou prazo de aproximadamente 15 dias para emissão do laudo trazendo o resultado da causa da morte.

A Segup determinou o deslocamento de guarnições da Ronda Tática Metropolitana (Rotam) de Tucuruí para Breu Branco e de uma equipe de policiais civis da Divisão de Homicídios (DH), de Belém, que está responsável pela investigação do crime. Diego do Alemão foi eleito com 10,916 votos (46.57%) pela coligação “Juntos Somos Mais Fortes”. O sepultamento do corpo do prefeito aconteceu na manhã de hoje, no município que administrava.

Violência

Prefeito de Breu Branco é assassinado com tiro no peito

Segup determina a imediata investigação da morte do prefeito de Breu Branco ocorrida na manhã desta terça-feira.

O prefeito de Breu Branco, Diego Kolling, o Diego do Alemão (PSD), foi assassinado com um disparo de arma de fogo que atingiu o lado esquerdo do peito nesta manhã. Ele pedalava na Rodovia PA-263 (Tucuruí-Goianésia) com um grupo de amigos, por volta das 7h30, quando foi alvejado.

Alemão chegou a ser socorrido à Unidade de Pronto Atendimento de Breu Branco, mas não resistiu ao ferimento. O corpo será removido para o Instituto Médico Legal (IML) de Tucuruí, onde será submetido ao exame necroscópico.

Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup) informou que determinou o deslocamento, a partir da cidade de Tucuruí, de grupos de policiais militares da Ronda Tática Metropolitana (Rotam) para Breu Branco, a fim de reforçar o policiamento na cidade após a morte do prefeito, vítima de uma possível emboscada.

A secretaria determinou, ainda, o deslocamento de um helicóptero do Grupamento Aéreo para o município conduzindo uma equipe de policiais civis da Divisão de Homicídios (DH), que está responsável pelas investigações. O trabalho será coordenado pelo delegado Eduardo Rollo.

Diego do Alemão foi eleito com 10,916 votos (46.57%) pela coligação “Juntos Somos Mais Fortes”. Tinha 34 anos, era administrador, casado, sem filhos, e natural de Tucuruí. Foi eleito como vice o funcionário público Francisco Garcês da Costa (PEN), de 39 anos.

O direção Estadual do PSD encaminhou nota lamentando a morte de Diego Alemão. Diz a nota:

“O Partido Social Democrático do Estado do Pará – PSD/PA – manifesta seu profundo pesar e solidariza-se com os familiares e amigos do prefeito de Breu Branco, Diego Alemão, que foi covardemente assassinado esta manhã em mais um episódio lamentável da violência que tomou conta do Estado do Pará.  O Partido Social Democrático do Estado do Pará – PSD/PA – através de seus dirigentes, deputados federais, deputados estaduais e vereadores EXIGE do governo do Estado do Pará a imediata apuração e prisão dos responsáveis por essa abominável atrocidade”.

Incra

Incra pede informações à Polícia Civil do Pará sobre mortes em Zona Rural

Parte da Fazenda onde aconteceu o crime foi destinada ao Programa Nacional de Reforma Agrária

Ouvidoria Agrária do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), no sul do Pará, solicitou informações à Polícia Civil do estado sobre as mortes ocorridas nesta semana, na zona rural de Santa Maria das Barreiras.

Os corpos de quatro homens foram encontrados carbonizados dentro de uma camionete. O Incra quer saber se as mortes têm ligação com conflito agrário e a localização correta de onde foram cometidos os crimes.

Por meio de nota, o instituto explicou que uma parte da Fazenda Cristalino, onde ocorreram as mortes, foi destinada regularmente ao Programa Nacional de Reforma Agrária para criação de 11 assentamentos, com 1.321 famílias assentadas. Mas existe uma área ocupada da fazenda, de aproximadamente 20 mil hectares, que não foi destinada a projetos de reforma agrária e não pode ser desapropriada. Essa área é reivindicada por movimentos sociais e sindicais do campo para assentamento de trabalhadores rurais sem-terra da região.