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Floresta do Araguaia

Ex-marido mata namorado da ex-mulher em Floresta do Araguaia

Ela e o namorado foram surpreendidos quando estavam deitados em uma rede
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Mateus Sousa Costa, 19 anos, foi assassinado com um disparo de espingarda calibre 20, por volta de zero hora de terça-feira (8). O crime aconteceu no sítio Boa Esperança, na Colônia Travessão, distante 75 quilômetros da sede do município de Floresta do Araguaia, onde ele estava com a namorada Jéssica Borges da Silva, 27. O autor do disparo foi o ex-marido da mulher, Isaías Lima da Silva, de quem ela estava separada havia oito dias. O caso foi registrado pela Polícia Civil, que se encontra em campo para localizar e prender o homicida.

Jéssica contou que estava em uma rede com Mateus quando Isaías chegou e já foi disparando contra o peito esquerdo do rapaz, enquanto ela foi atingida em um dos braços. Em seguida, o ex-marido fugiu do local, enquanto ela, mesmo ferida conseguiu sair em busca de ajuda. Levada ao Hospital de Pau D’Arco, Jéssica foi medicada e liberada.

Na manhã de terça-feira, a Polícia Militar esteve no sítio de Isaías Lima da Silva, mas ele já havia fugido.

Redenção

Polícia Civil investiga homicídio ocorrido no final de semana em Redenção

Sobe para vinte o número de pessoas assassinadas em Redenção em 2018. A estatística coloca Redenção em 2º lugar entre os mais violentos do Sul do Pará
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A equipe de investigadores da Polícia Civil de Redenção está tentado desvendar um homicídio ocorrido na noite do último sábado (21). O crime ocorreu por volta das 19h40 no setor Bela Vista. A Vítima foi identificada como Luiz Henrique de Souza, de 26 anos de idade.

De acordo com informações, Luiz Henrique estava no interior do seu estabelecimento comercial (Casa de carne Ki carne) quando uma dupla em uma motocicleta Shineray e de posse de uma arma de fogo entraram no comércio e efetuou cerca de 20 disparos contra Luiz Henrique, que caiu ao chão sem vida.

Um fato que intriga a polícia é que nenhuma cápsula da arma foi encontrada no local do crime.

Segundo a Polícia, a vítima era investigada pela polícia desde o ano passado, suspeito de ter mandado matar um ex-funcionário da Casa de Carne conhecido por Marcos Vinicius.

Até o momento a polícia ainda não tem pistas que levem aos executores de Luiz Henrique. Algumas pessoas que estavam no local e presenciaram o crime, ou que conheciam a vítima, foram intimadas a comparecer na Depol na tarde desta segunda-feira (23).

Violência

Com mais esse assassinato, sobe para vinte o número de pessoas assassinadas em Redenção em 2018. A estatística coloca o município em 2º lugar entre os mais violentos do Sul do Pará

Redenção

Instrução do processo da Chacina de Pau D’arco começou ontem em Redenção

A chacina ocorreu em 24 de maio do ano passado, quando dez trabalhadores rurais foram mortos após confronto com policiais civis e militares
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O processo de instrução do caso da chacina de Pau D’arco, no Pará, começou nesta segunda-feira (2). Serão três semanas de audiências, abertas ao público, no salão do Júri do Fórum do município de Redenção.

Segundo o Ministério Público do Estado, na primeira semana serão ouvidas 16 testemunhas do MP, entre elas, sete sobreviventes que permanecem no programa de proteção a testemunhas.

Na segunda semana, irão depor as testemunhas de defesa e na terceira, os 17 policiais envolvidos no caso, dos quais dois também estão sob proteção.

A chacina ocorreu em 24 de maio do ano passado, quando dez trabalhadores rurais foram mortos após confronto com policiais civis e militares durante o cumprimento de um mandado de reintegração de posse na fazenda Santa Lúcia, no município de Pau D´arco, no sul do Pará.

Após essa fase de instrução, o processo segue para as vistas do Ministério Público, que fará as alegações finais e posterior envio ao juízo que decidirá se pronunciará ou não os réus. Pelo Ministério Público atuarão os promotores Leonardo Jorge Lima Caldas e Alfredo Martins de Amorim.

Parauapebas

Motoqueiro executa esposa do Secretário de Desenvolvimento de Parauapebas na porta de igreja (atualizada)

Mais uma vítima da violência em Parauapebas
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É com profundo pesar que comunico o falecimento de Sindicléia de Carvalho Vieira Santos, 39 anos, esposa do secretário Municipal de Desenvolvimento de Parauapebas, Isaías Queiroz de França. Ela foi assassinada quando saía de um culto na Igreja Assembleia de Deus do bairro Vila Rica, em Parauapebas, no início da madrugada deste sábado (31).

Segundo as primeiras informações, um motoqueiro se aproximou dela quando ainda estava entrando em seu carro, na porta da igreja, a puxou pelo braço e atirou na cabeça da vítima. Ela ainda foi socorrida por amigos e encaminhada ao Hospital Geral de Parauapebas, mas não resistiu.

O corpo da vítima foi encaminhado ao IML de Parauapebas.

Mais informações em instantes.

NOTA DE PESAR

A Prefeitura de Parauapebas lamenta profundamente o brutal assassinato de Cidicleia Carvalho Vieira França, esposa de Isaías França de Queiroz, secretário municipal de Desenvolvimento. Cidicleia foi covardemente assassinada às primeiras horas deste sábado, depois de participar de uma vigília na Igreja Assembleia de Deus Mãe, no bairro Altamira.

A Prefeitura de Parauapebas se solidariza ao secretário Isaías de Queiroz, aos filhos e a toda família de Cidicleia neste momento de imensa dor e tristeza, quando tantas perguntas são feitas sobre a motivação para tamanha crueldade numa semana em que o mundo relembra a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.

Companheira e amiga, Cidicleia gostava de estender as mãos aos mais humildes e distribuía alimentos em bairros carentes. Contava com apenas 42 anos de idade e teve a vida interrompida, o que deixará muitas saudades naqueles que a amavam.

A Prefeitura de Parauapebas acredita no trabalho da Polícia, para que a justiça seja feita.

O velório de Cidicleia Vieira França será a partir das 10 horas deste sábado, 31, na Igreja Mãe da Assembleia de Deus, no bairro Altamira.

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

 

Tucuruí

Acusado da morte do prefeito de Tucuruí é condenado por uso de documento falso

Bruno Marcos de Oliveira, de 22 anos, pegou quatro anos de prisão e ainda responde por outros três homicídio, incluindo de Jones William
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O juiz Flávio Sánchez Leão prolatou, no final da manhã desta segunda-feira, 12, sentença condenatória de Bruno Marcos de Oliveira, natural de Sergipe, de 22 anos, por uso de documento falso. O réu ainda responde como suspeito de três homicídios, um deles contra o prefeito de Tucuruí, Jones William, além de crime contra o patrimônio. A pena aplicada ao réu foi de quatro anos e três meses de reclusão e será cumprida em regime inicialmente fechado, conforme previsto na sentença.

Os documentos apreendidos com o réu tratavam-se de Registro Geral e Carteira de Habilitação, ambas do Estado do Maranhão. Nos documentos adulterados constava a foto de Bruno Marcos, mas em nome de Anderson Barros do Nascimento.

No relatório, a Polícia Civil esclareceu que o acusado tinha contra si três mandados de prisão. Um deles expedido pelo juiz de Tucuruí, pelo assassinato a tiros do prefeito Jones William, vítima de uma emboscada em julho do ano passado. O réu também responde por outros dois homicídios, com mandados de prisão expedidos pelo juízo de Itaituba e pelo Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE).

Através de investigações, a Delegacia de Homicídios teve conhecimento de que o réu estava saindo de Altamira, em fuga para São Paulo, onde encontraria a namorada para seguir destino a Londres, com o dinheiro que recebeu pelo homicídio contra o prefeito. A polícia também tinha a informação de que o réu estava portando documentos falsos e tentaria seguir num voo para São Paulo.

Em interrogatório o réu alegou que adquiriu os documentos de ciganos que vivem em Altamira, pela quantia de R$ 500. Bruno confirmou que tinha conhecimento de que estava sendo acusado pelos homicídios, incluindo o do prefeito de Tucuruí, e por isso resolveu fugir para outro Estado.

A prisão ocorreu ainda em 2017, na área de embarque do Aeroporto Internacional de Belém, após fazer o check in em nome de Anderson Nascimento. Na sentença, o juiz considerou o fato do réu ter praticado o crime de uso de documentos falsos por ter conhecimento de que estava sendo acusado de três homicídios. Ou seja, ele cometeu um novo crime para facilitar ou assegurar a impunidade em outras acusações. Por conta disso, o juiz aumentou a pena em mais nove meses.

O juiz estabeleceu na sentença o cumprimento da pena em regime fechado “haja vista as circunstancias e motivos do crime exasperam o tipo penal, revelando que a aplicação imediata do regime semiaberto, na presente hipótese, mostrar-se-ia insuficiente para garantir os fins preventivos e repressivos da pena”, fundamentou. (Fonte: TJPA)

Parauapebas

Cabo PM acusado de matar a jovem Mikaely vai hoje ao Tribunal do Júri. Defesa alega ter sido suicídio.

Laudo do Instituto Renato Chaves aponta para assassinato. Já a perícia contratada pela defesa diz que a jovem se suicidou.
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Hoje hoje (12/3) em Parauapebas o júri popular do Cabo PM Francisco Gledson da Conceição. Ele, que é lotado no 23º Batalhão de Polícia Militar de Parauapebas, é acusado de matar com um tiro a jovem Mikaely Steffany Ferraz Spinola, de 22 anos, na noite do dia 31/08/2016.

Mikaely e o policial militar Gledson mantinham um relacionamento amoroso à época e a princípio acreditava-se que a jovem teria cometido suicídio, fato desmentido posteriormente pela perícia técnica do Instituto Renato Chaves.

A defesa do cabo PM, condizida pelo advogado Flavio Moura, havia impetrado recurso contra a sentença de pronúncia. Todavia, visando dar celeridade ao julgamento, desistiu por acreditar que o militar será absolvido pelo Tribunal do Júri. A defesa apresentará uma nova perícia mostrando que a jovem teria se suicidado.

Pelo Ministério Público, o promotor  Adonis Tenório Cavalcante será o responsável pela acusação.

Presidirá o júri a  juíza Adriana Karla Diniz Gomes da Costa, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Parauapebas.

O julgamento acontece a partir das 9 horas no Salão do Tribunal do Júri da Comarca de Parauapebas.

Polícia

Agricultor é executado com tiro de espingarda e tem tatuagem removida a faca

Almir morreu na rede em que dormia. O assassino levou um pedaço da pele dele para apresentar como prova do crime
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O agricultor Almir Pereira Silva, 34 anos, morador da Vila Três Voltas, a 40 km do perímetro urbano de Parauapebas, foi assassinado provavelmente enquanto dormia, na madrugada deste sábado (3), com um tiro de espingarda no rosto.

O motivo do crime e o matador são desconhecidos, mas a frieza com que foi cometido ficou mais patente ainda porque o homicida retirou, com objeto cortante, possivelmente uma faca, parte da pele de uma das pernas de Almir em que havia tatuado o nome “Elias”, talvez para apresentar como prova de que o agricultor havia mesmo morrido.

Selma Sarmento dos Santos Nascimento, mulher de Almir, com quem convivia havia 10 anos, nada sabe sobre o crime, pois havia saído de casa para outra localidade, a fim de pesar os filhos, cumprindo com uma exigência do Programa Bolsa Família, e dormiu com as crianças na casa de um parente. Ela conta apenas que saiu na sexta-feira (2), por volta das 10h30, após preparar o almoço para o marido, que, segundo ela, ficou bem.

A mulher afirma que, até onde sabe, Almir não era envolvido com transações erradas nem tinha inimigos de espécie alguma. “Ele só foi preso uma vez, quando passou 30 dias na cadeia, mas foi por violência doméstica, pela Lei Maria da Penha”, conta.

(Reportagem: Ronaldo Modesto)

Polícia

Rapaz desaparecido na quinta-feira foi encontrado morto na VS-10

Ele foi visto vivo pela última vez bebendo em uma borracharia, cujo dono desapareceu no dia seguinte
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Por Ronaldo Modesto

Foi encontrado, na tarde desta segunda-feira (26), o corpo de Evaldo Vinhote Maduro Júnior, 30 anos, que estava desaparecido desde quinta-feira (22). Ele foi visto pela última vez naquela noite, na Avenida Liberdade, bebendo na borracharia de um homem identificado apenas como Jorge, o qual, na sexta-feira (23) devolveu o ponto comercial ao dono – era alugado – e desapareceu.

Populares encontraram o corpo na VS-10, próximo ao viaduto, a cerca de 100 metros da via. Comunicada pelo Centro de Controle Operacional (CCO), a Polícia Militar fez o levantamento. Amigos e conhecidos reconheceram o corpo como sendo de Evaldo pelas roupas e por tatuagens.

Ele era natural de Oriximiná (PA) e filho de Evaldo Vinhote Maduro e Ítala Cruz Maduro. O delegado Fabrício Andrade informou que a Polícia Civil vai iniciar diligência para tentar elucidar a morte do rapaz.