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Bancos

Prazo para renegociação de dívidas rurais encerra em 60 dias

A renegociação pelo Banco da Amazônia dá descontos de até 85%, carência até 2020, juros de 0,5% a 3,5% e bônus de adimplência

Produtores rurais inadimplentes da Região Amazônica possuem até 29 de dezembro de 2017 para renegociarem suas dívidas. Essa renegociação foi aberta pela Lei 13.340 desde setembro do ano passado a qual permite recalcular as dívidas ou liquidá-las com concessão de rebates que podem chegar a  85% de desconto.

Para o agricultor familiar Reinaldo Martins, residente em Benevides-PA, esta renegociação foi uma excelente oportunidade de alavancar sua atividade. “Paguei minhas dívidas e fiquei com crédito livre para pegar um novo financiamento para ampliar a minha venda”, comentou. Ele é cliente do Banco da Amazônia há doze anos e é fornecedor de frangos.

Atualmente, ele vende por mês uma quantidade de 70 mil frangos. Mas sua meta é aumentar sua venda para 150 mil unidades do seu produto. “Essa chance de renegociação para mim foi ótima, porque pude reinvestir meu dinheiro e tenho a possibilidade de dobrar minha produção”, salientou.

De acordo com o Gerente de Reestruturação de Operações, Manoel Piedade, a lei 13.340 é uma grande oportunidade para repactuar ou liquidar as dívidas em condições diferenciadas. “Existem mais de 217 mil beneficiários enquadrados na lei em toda a Região Amazônica, que totalizam operações de mais de R$ 4,7 bilhões”, informou.

“Só no Pará, são mais de 92 mil operações passíveis de renegociação ou liquidação. Até o momento, mais de 6 mil já foram renegociadas. Estamos pedindo que os produtores rurais, principalmente agricultores familiares, venham acessar o benefício, pois a lei permite o alongamento da dívida em 10 (dez) anos, incluindo carência até 2020, facilitando o pagamento dos financiamentos”, explicou.

Os bônus aplicados aos contratos, em caso de repactuação, variam de 5% a 85%, porém dependem dos valores contratados e obedecem a uma escala que vai de R$ 15 mil a R$ 500 mil.

Se o produtor optar pela repactuação, recebe carência até 2020, independentemente da data de formalização da renegociação.

Bancos

Governo auxiliará Banco da Amazônia a renegociar dívidas do FNO contraídas até dezembro de 2011

A lei 13.340 oferece aos produtores rurais a possibilidade de quitar o financiamento com um desconto de até 85% no valor total da operação ou renegociar o principal com juros baixos ou parcelar com três anos de carência e dez anos para pagamento do valor negociado.

A Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), em conjunto com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), está organizando uma força-tarefa para apoiar o Banco da Amazônia na recuperação de créditos e quitação de financiamentos contratados com recursos do Fundo Constitucional de Desenvolvimento do Norte (FNO) até 31 de dezembro de 2011, aproveitando as vantagens oferecidas pela Lei 13.340, sancionada pelo governo federal. “A inadimplência dos produtores rurais hoje é um entrave para a contratação de novas operações de crédito e as condições oferecidas para a renegociação são excelentes”, afirmou o titular da Sedap, Giovanni Queiroz.

O Banco da Amazônia programou para a próxima segunda-feira (24) o Dia D, quando todas as agências estarão mobilizadas para atender os produtores interessados em renegociar ou quitar as dívidas. Os escritórios regionais da Sedap e da Emater vão ajudar na mobilização.

A lei 13.340 oferece aos produtores rurais a possibilidade de quitar o financiamento com um desconto de até 85% no valor total da operação ou renegociar o principal com juros baixos – entre 0,5% e 3,5% – e ainda três anos de carência e dez anos para pagamento do valor negociado.

A organização da força-tarefa foi discutida em reunião nesta quinta-feira (21), na sede da Sedap. Participaram do encontro, além do secretário Giovanni Queiroz, o presidente da Emater, Paulo Pedroso, o diretor comercial do Banco da Amazônia, Luiz Cláudio Sampaio, executivos da instituição e técnicos da Sedap e da Emater. “Nós precisamos divulgar maciçamente os benefícios da lei no estado. Só no Pará temos mapeadas 120 mil operações que se enquadram na renegociação, mas até agora pouco mais de 7% destas dívidas foram revistas e o prazo para a concessão de benefícios se encerra no dia 29 de dezembro. Precisamos aumentar urgentemente esse percentual de adesão”, explicou o diretor comercial do Banco da Amazônia.

As facilidades oferecidas pela legislação valem tanto para os produtores rurais que estão em dia com o pagamento quanto para os inadimplentes, e são estes últimos o maior foco de preocupação tanto da Sedap quanto do Banco da Amazônia, porque estão impedidos de realizar novas operações de crédito. E, se a inadimplência é muito alta em uma determinada cidade, todos os produtores do município ficam impedidos de contratar créditos por meio do FNO.

Comércio

Basa disponibiliza mais de R$ 90 milhões para investimentos na região de Carajás

A Instituição realizou visita à Parauapebas na última sexta-feira (26) para apresentar suas propostas de crédito ao empresariado local

Grandes e pequenos empreendedores, na zona urbana ou rural, podem contar com linhas de créditos facilitadas pelo Banco da Amazônia (Basa), por meio do Fundo Constitucional do Desenvolvimento do Norte (FNO). A instituição financeira está realizando uma série de visitas aos municípios pólos da Região Norte para apresentar as propostas de crédito: é a ROTA do FNO.

Parauapebas foi o décimo primeiro município que recebeu a caravana da ROTA do FNO, o evento contou com a parceria da Prefeitura e ocorreu no auditório do Centro Administrativo, nesta sexta-feira (26). Entre outras destinações, o crédito pode ser disponibilizado para a aquisição de máquinas e equipamentos, custeio ou capital de giro, com uma margem de juros baixa – dependendo da opção, pode chegar à 0,53% ao ano.

De acordo com Luiz Sampaio, diretor comercial do Basa, são 90 milhões de reais de investimentos destinados às cidades de Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado dos Carajás. “Sei que muitos estão temerosos em investir, mas temos dados que apontam para um novo aquecimento na economia, tanto que vamos criar uma nova superintendência do Basa só para atender a região sul e sudeste do Pará”, adiantou o representante do banco.

O empresariado local compareceu em peso ao evento e saiu satisfeito, não só com as facilidades de crédito apresentadas pela instituição financeira, mas também com as notícias compartilhadas pelo prefeito de Parauapebas, Darci Lermen, sobre as ações locais para o desenvolvimento da economia.

“Tudo isso é muito bom, sou cliente do Basa há 17 anos e 98% da minha movimentação financeira é toda por lá. Fiquei também muito satisfeito em ouvir do prefeito os investimentos e ações para as áreas de turismo e formação superior. Precisamos reagir, nossa cidade tem potencial”, disse o pecuarista Magliano Baesse Carvalho, um dos clientes que assinou contrato de financiamento com a Basa, durante o evento.

As dificuldades enfrentadas pelos empresários do município também foram destacadas durante o evento. “Nossos colegas empresários estão pedindo socorro; pessoas competentes, que estão no mercado há anos, estão com suas empresas quebrando”, relatou Leonardo Pinheiro, que representou a Associação Comercial e Industrial em Parauapebas (ACIP), durante o evento.

Cenário com boas perspectivas

Darci Lermen apresentou uma série de possibilidades de desenvolvimento da economia local em seu discurso e elencou algumas ações que a gestão municipal tem realizado no sentido de diversificar a economia e de reaquecer o movimento no mercado local. “Temos que fazer um pacto por essa cidade, precisamos nos unir”, declarou o prefeito, deixando os empresários animados quando informou que, dentro de poucos dias, mais de R$ 30 milhões estarão nas mãos dos professores da rede pública, graças ao repasse de verbas da educação, conquistado depois de um processo judicial.

“Quase 100 mil metros cúbicos de madeira estão se estragando em Carajás. Com essa quantidade, é possível o pessoal do Pólo Moveleiro trabalhar por uns 10 anos, gerando emprego e renda, por isso estamos lutando para conseguir esse matéria-prima junto à Vale; temos um potencial turístico enorme: são 111 mil hectares de floresta, com cavernas, cachoeiras, temos aldeias indígenas, águas termais; o porto-seco também é outro foco de trabalho nosso, em junho faremos a primeira visita; vamos contar com o apoio do ministro Helder Barbalho para asfaltar até as Quatro Bocas, o que vai possibilitar a implantação de frigorífico; temos o projeto da Orla, os consultores contratados pelo BID já estão em nossa cidade, é uma obra de 400 milhões de reais; na agricultura familiar, estamos implantando 140 pastos rotacionados, para o pequeno produtor trabalhar com o leite, temos um laticínio subutilizado na Estação do Conhecimento, na Apa, precisamos investir lá; até o final do ano, Parauapebas contará com um curso de medicina, de uma faculdade particular, e estamos avançando para a implantação do Campus da UEPA, que foi iniciado na gestão anterior”, acrescentou Darci Lermen.

Seguindo a “Rota do FNO”

A Rota do FNO é uma ação promovida pela área comercial do Banco da Amazônia e que objetiva dinamizar a aplicação do FNO através da divulgação das linhas de crédito de forma próxima aos empreendedores de todos os portes e segmentos da cadeia produtiva.

Assim, foi traçado um percurso e cronograma de realização dos eventos que ocorrerão em 25 municípios pólos de toda a Região Norte, abrangendo os Estados do Pará, Amapá, Rondônia, Tocantins, Amazonas, Roraima e Acre. Na oportunidade, serão apresentadas as linhas de financiamentos disponíveis para fomentar os negócios do empreendedor individual, agricultor familiar, produtor rural, micro e pequena empresa, bem como a média e grande empresa, e com destaque para as contratações destinadas ao custeio agrícola e pecuário, capital de giro e aquisição de máquinas e equipamentos, utilizando a metodologia de crédito pré-aprovado.

Para atender toda demanda existente, o Banco da Amazônia dispõe de R$4,6 bilhões de recursos do FNO para o ano de 2017, e quem participar da Rota do FNO irá conhecer o diferencial do Banco da Amazônia que são suas linhas de crédito, tanto comercial e de fomento. Terá a oportunidade de conhecer também sobre às condições de acesso ao FNO, linhas de crédito com prazos, limites e encargos financeiros diferenciados. Além disso, conhecerá sobre os benefícios da Lei 13.340 que informa sobre soluções para liquidar ou renegociar suas dívidas, com descontos de até 85%.

Piçarra: Emater e Banco da Amazônia liberam crédito que contempla energia elétrica

Picarra Eletrificacao Rural FlavioA Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) através do escritório local de Piçarra, em parceria com agente financeiro Banco da Amazônia – Agência Xambioá – Tocantins, no âmbito do Plano Safra 2015/2016, contratou em novembro de 2015 um projeto de financiamento pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), na linha “Mais Alimentos”, no valor R$65.463,60 (sessenta e cinco mil e quatrocentos e sessenta e três reais e sessenta centavos), para agricultor familiar Francisco Silva do Projeto de Assentamento Oziel Pereira para compra de matrizes e construção de reservatório de água. Com um item especial o financiamento da eletrificação rural no valor de R$ 10.000,00 (dez mil reais), que visa o desenvolvimento da pecuária leiteira:

A equipe da Emater e os/as agricultores/as comemoraram esta possibilidade de financiamento via PRONAF, considerando que o Programa Luz Para Todos ainda não atingiu cobertura de 100% e muitas famílias não tiveram acesso à energia elétrica. Para Flávio Vidal “do nosso conhecimento é primeiro projeto que contemplam a eletrificação rural.” Outros projetos semelhantes estão sendo estudados pela Emater, em vista de beneficiar maior número de agricultores/as familiares.

Agora em fevereiro de 2016 foi um carnaval de alegria para o senhor Francisco Silva e família com a chegada da energia elétrica na propriedade com impacto na qualidade de vida da família e melhoria na produção agrícola. “O terreno ali é bem seco. Tendo energia, o produtor pretende construir um poço semi-artesiano, que ajudará na criação de pequenos animais e produção de hortaliças.”, explica o técnico em agropecuária e gestor ambiental da Emater Flávio Vidal.

Marabá

EMATER em Marabá tem projetos de crédito rural aprovados

Neste inicio de 2015, o escritório local da EMATER-PA em Marabá manteve o ritmo de elaboração e liberação de projetos no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), são 40 Pronaf Mais Alimentos e 01 Pronaf A aprovados pelo Banco da Amazônia – Agência Nova Marabá. O montante a ser investido na agricultura familiar neste mês de março é de R$2.127.000,00 (dois milhões e cento e vinte e sete mil reais).

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Técnicos, funcionários do banco e agricultores, com destaque à participação das mulheres.

No dia 18 de março foram liberados aproximadamente um milhão de reais com a contratação de 15 Pronaf. Os projetos foram elaborados pelos técnicos Richardson Mourão e Cássio Rafael, vistoriados pelo técnico André Luiz do Banco da Amazônia, monitorados pela gerente geral do Banco da Amazônia – Nova Marabá Sra. Leila Michele de O. Souza

Além destes projetos, o esloc Marabá já elaborou mais 18 Pronaf que estão em análise pelo banco, que somam um total de R$1.000,300,00 (um milhão e trezentos reais). Segundo o técnico Richardson Mourão, a perspectiva é que sejam investidos, até maio/2015, mais de três milhões de reais no município de Marabá através dos projetos elaborados pela EMATER e contratados pelo Banco da Amazônia.

Para socióloga Franceli de Sousa Silva (Coordenadora Local da EMATER em Marabá) é cumprimento do papel institucional da EMATER de prestar assistência técnica e extensão rural e garantir o crédito rural para que os/as agricultores/as desenvolvam o aspecto econômico e garanta a geração de renda. Observou a significativa participação das mulheres no ato de assinatura do contrato.

Pará

Banco da Amazônia: dezessete agências deixam concorrência no Pará

Por “condições de remuneração inaceitáveis”, agências assinaram anúncio em conjunto para criticar Banco da Amazônia, que quer devolução de 25% da comissão, desconto de 40% sobre os serviços internos e honorários de 2% sobre os custos de terceiros como condicionantes da concorrência

Devolução de 25% da comissão, desconto de 40% sobre os serviços internos e honorários de 2% sobre os custos de terceiros; as condições da concorrência

Nada menos que dezessete agências se retiraram da disputa pelo Banco da Amazônia. Elas assinaram em conjunto um anúncio com duras críticas ao cliente, que é uma empresa de economia mista onde o Governo Federal é majoritário.

No texto elas enumeram algumas das regras que seriam impostas à vencedora: honorários de, no máximo, 2% sobre os custos dos trabalhos que exijam a participação de terceiros (como gráficas e produtoras), podendo chegar a zero; desconto de, no mínimo, 40% sobre os serviços internos tabelados; obrigação de devolver 25% da comissão paga pelos veículos; e a necessidade da agência manter um núcleo de mídia operando fora das instalações com funcionários e infraestrutura. “A operação seria praticamente deficitária”, concluem as signatárias.

Segundo fontes, apenas três agências seguem na disputa por duas vagas: a Vanguarda Propaganda, a DC3, ambas do Pará, e a Focus, do Maranhão. “E elas teriam ainda de concorrer entre si a cada trabalho, como hoje acontece, correndo o risco de trabalhar sem remuneração”, afirma o texto das agências.

Antes da retirada em massa, Abap – Associação Brasileira de Agências de Publicidade capítulo do Pará e o Sinapro – Sindicato de Agências de Propaganda do Pará, entidades que representam as agências do estado, procuraram o banco para expor suas razões. “E não foram recebidas e sequer ouvidas”, garantem as agências.

As signatárias do anúncio são Bastos Propaganda, Brado Comunicação, CA Comunicação, Castilho Propaganda, Eko Comunicação, Fax Comunicação, Gaby Comunicação, Galvão Comunicação, Gamma Comunicação, Griffo Comunicação, i9 Mais Comunicação, Ivo Amaral Publicidade, Latina Comunicadores, Madre Comunicadores, Mendes Comunicação, Norte Comunicação e Planet Comunicação.

O Banco da Amazônia foi procurado pela reportagem, mas não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta nota.

Confira o anúncio abaixo:

Fonte: Meio & Mensagem

Sindicato apresenta denúncia contra o Banco da Amazônia em Eldorado dos Carajás

Banco da Amazônia em Eldorado dos Carajás está abandonadoDesde o mês de março o Sindicato dos Bancários do Pará informou à presidência do Banco da Amazônia sobre as irregularidades na estrutura do prédio da agência em Eldorado dos Carajás, além do déficit no quadro de funcionários apresentado pela agência.

Por meio de ofício foram expostos vários problemas, tais como a falta de ar refrigerado, banheiros para homens e apenas um bancário realizando a função de caixa, problemas estes que contrariam os dispositivos legais trabalhistas.

Apesar disso, o banco não apresentou nenhuma modificação para sanar as irregularidades. Em razão da inércia, o Sindicato apresentou à Agência Regional do Trabalho em Marabá, denúncia delatando as condições de trabalho vivenciadas na filial da empresa.

A partir da denúncia, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego deverá encaminhar um auditor para fiscalizar o local de trabalho e apurar as denúncias. Se constatadas as acusações do Sindicato contra o banco, um auto de infração será lavrado e, após inquérito administrativo, o órgão fiscalizador determinará que o banco regularize a situação, sob pena de multa e até mesmo fechamento do local.

“O Sindicato luta para que condições dignas de trabalho sejam respeitadas. No caso dessa agência, a condição de trabalho é insustentável sem um saneamento adequado que já dura meses e até agora o banco, mesmo tendo conhecimento do caso, ainda não fez nada e muito menos apresentou prazos de quando tudo isso poderá ser resolvido”, afirmou Rosalina Amorim, presidente do Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá.

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