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Polícia

Polícia acha túnel que levaria a cofre de banco para roubar R$ 1 bi em São Paulo

Segundo a polícia, após a prisão, os chefes do bando afirmaram que pretendiam fazer "o maior roubo a banco do mundo"

A Polícia Civil descobriu na noite desta segunda (2) um túnel de 600 metros escavado para chegar ao cofre da base de distribuição do Banco do Brasil em São Paulo, na Chácara Santo Antônio, em Santo Amaro (zona sul). Dezesseis suspeitos foram presos.

Segundo a polícia, após a prisão, os chefes do bando afirmaram que pretendiam fazer “o maior roubo a banco do mundo”. “Eles tinham o objetivo de roubar R$ 1 bilhão”, disse o delegado Fábio Pinheiro Lopes, da Delegacia de Roubo a Bancos do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).

A polícia afirma que o túnel partia da casa de número 57 da rua Antônio Buso, alugada no dia 10 de junho pelos criminosos. Desde então, eles trabalhavam na escavação do túnel, que tinha em torno de 1,5 m de altura.

“Eles estavam sendo monitorados havia dois meses. Terminaram a escavação na quinta-feira da semana passada e pretendiam realizar o assalto em breve. Decidimos agir em um dia tranquilo para evitar o roubo”, afirmou Lopes.

O grupo foi preso na avenida Massao Watanabe, no Jardim Peri (zona norte), em uma casa onde, segundo a polícia, funcionava a logística do crime.

A polícia procura mais quatro bandidos, que seriam os peões da obra.

A reportagem entrou na casa da rua Antônio Buso e constatou que os criminosos mantinham uma estrutura para dormir no imóvel durante a escavação do túnel. Em uma pequena sala, eles montaram uma cozinha, onde havia uma geladeira e comidas como frutas, bolachas de vários tipos, paçocas, água e Gatorade. No imóvel havia também uma TV de 32 polegadas e vários colchões. Em um dos cômodos, havia 50 botas de cano longo, luvas, maçaricos, joelheiras, macacões e roupas para a escavação. Eles também instalaram duas câmeras, que monitoravam o movimento da rua. Os vizinhos disseram que eles não conversavam muito.

O maior roubo a banco do país foi em 2005 –foram levados R$ 164,8 milhões (em valores da época) da sede do BC (Banco Central) em Fortaleza.

Por Tatiana Cavalcanti – Folha

Polícia

Suspeito de matar uma jovem estrangulada no bairro Amapá, vigilante do BB surta e faz reféns em Marabá

Albert Mousinho, vigilante de uma empresa que faz a segurança interna do Banco do Brasil, que presta serviço na Agência do banco localizada no bairro Amapá, em Marabá, munido de 3 armas de fogo, fez 5 reféns hoje pela manhã.

Segundo informações colhidas pelo Blog, o vigilante é suspeito da morte de uma jovem, estrangulada há alguns dias no mesmo bairro. Ele fora intimado pela Polícia para prestar depoimento, fato que motivou a ação. Como objetivo de fugir do município, o vigilante exigia dinheiro do banco para liberar os reféns.

Negociações conduzidas pelo Comando Tático da PM desde o início da manhã persuadiram o vigilante, e aos poucos ele foi liberando, um a um, os reféns, até que às 10h30 ele se entregou. Após se algemado, foi conduzido para a delegacia de polícia de Marabá para ser ouvido.

Assalto a banco

DRCO investiga assalto ao Banco do Brasil de Jacundá

Os criminosos fugiram pela Rodovia PA-150 em direção a Goianésia do Pará e atearam fogo em dois carros em cima da ponte para dificultar a perseguição.

Uma equipe de policiais da Divisão de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRCO) já está em Jacundá para investigar em que circunstâncias ocorreu o ataque à agência do Banco do Brasil daquela cidade. A informação foi confirmada por telefone pelo delegado Sandro Rivelino, superintendente da 9ª Região Integrada de Segurança Pública (RISP), com sede em Tucuruí.

De acordo com Sandro Rivelino, daqui pra frente o DRCO é quem toma conta das investigações – já que é uma divisão especializada – e terá o apoio da Superintendência e também da Delegacia Municipal de Jacundá para investigar o ataque ocorrido na madrugada de hoje (13).

As informações que se tem até agora são de que cerca de 10 assaltantes em dois carros teriam rendido duas guarnições da Polícia Militar e depois explodiram caixas eletrônicos da agência e levaram montante que ainda não foi divulgado.

Conforme imagens capturadas pelas câmeras de segurança de um posto de combustíveis que fica perto da agência, um automóvel e duas viaturas da PM com giroflex ligado passam devagar pela rua e logo depois, dando a entender que as viaturas estavam em poder do bando.

Reféns com as mãos para cima caminhavam pela rua logo atrás dos carros, manietadas por um dos assaltantes, que está encapuzado e com uma arma nas mãos. Esta mesma pessoa faz o vigia do posto seguir com os outros reféns, que foram liberados mais à frente, na saída da cidade.

Os criminosos fugiram pela Rodovia PA-150 em direção a Goianésia do Pará e atearam fogo em dois carros em cima da ponte para dificultar a perseguição.

Habitação

Deputado Beto Salame cobra do Banco Brasil conclusão das obras do Residencial Magalhães

Uma equipe se engenheiros do Banco do Brasil estará em Marabá na sexta-feira (26) para fazer vistoria na obra

Uma equipe de engenheiros do Banco do Brasil deve fazer uma vistoria no Residencial Magalhães Barata, em Marabá, até a próxima sexta-feira (26). Foi o que garantiu o gerente executivo do BB, Lúcio Bertoni, responsável pela Diretoria de Financiamentos e Créditos Imobiliários, ao deputado federal Beto Salame (PP/PA), em reunião na sede da instituição, em Brasília (DF), na última semana.

Beto Salame foi pedir explicações porque a obra está parada há meses. Lúcio Bertoni explicou que a empreiteira HF Engenharia, responsável pela construção do residencial, enfrentou problemas financeiros por demora no repasse de verbas, ora por problemas burocráticos ora pela crise econômica nacional, provocando atrasos até de mais de 90 dias para receber valores pelas medições.

Ele garantiu, entretanto, que a equipe técnica formada por engenheiros do banco estará em Marabá para fazer uma vistoria na obra. E, de acordo com o que a equipe constatar, se o BB não chegar ao consenso com a HF o “banco pode a substituí-la”, garantiu Lúcio Bertoni, acrescentando que está sendo providenciado um “plano B”, em caso de quebra de contrato com a HF, se alguma empresa se habilitar para a continuação das obras no residencial.

O Banco do Brasil é responsável pelo financiamento de 1.500 casas no Residencial Magalhães, que está sendo construído no Bairro São Félix. O deputado federal lembrou que o residencial tinha previsão de entrega de um pouco mais de dois anos, mas já está com mais de 40 meses.

Beto Salame lembrou ao gerente executivo do BB que a Caixa Econômica Federal, responsável pela outra metade das 3 mil moradias com o financiamento dividido, já resolveu as pendências com a HF, retomando os serviços, restando agora o lado do Banco. “Espero que o Banco do Brasil apresente a solução imediata para retomada e conclusão do residencial tão aguardado pelas famílias cadastradas ansiosas em receber a moradia e sair do aluguel” frisou o deputado.

Itupiranga

Beto Salame também mostrou preocupação com o Residencial Cidade Nova, de Itupiranga, a 42 km de Marabá, que pelo Programa Minha Casa Minha Vida, financiado pelo Banco do Brasil, deve atender mais de 400 famílias do município, mas também está com o cronograma de obras atrasado. O diretor executivo do Banco garantiu que a situação da empresa HF, em Itupiranga, é a mesma relatada sobre o residencial Magalhães, em Marabá.

Polícia

São Geraldo do Araguaia é aterrorizada por assaltantes de banco durante a madrugada

Em 2015, uma adolescente morreu baleada durante uma ação criminosa semelhante na cidade.

A população de São Geraldo do Araguaia vivenciou momentos de terror durante a madrugada de hoje. Um grupo de bandidos atacou as agências do Banco do Brasil e do Bradesco da cidade. O bando também efetuou disparos de arma de fogo contra estabelecimentos comerciais. Em 2015, uma adolescente morreu baleada durante uma ação semelhante na cidade.

Ainda não há informações divulgadas sobre quantos homens participaram do ataque e se algum montante em dinheiro foi levado. Há relatos de moradores informando que começaram a ouvir os tiros por volta das 2 horas e que a ação durou aproximadamente uma hora.

Uma guarnição da Polícia Militar chegou a trocar tiros com bandidos, que alvejaram a viatura.

Policiais civis e militares realizam buscas, neste momento, a procura de integrantes da quadrilha.Uma equipe da Delegacia de Repressão de Roubos a Bancos, de Belém, está a caminho de São Geraldo do Araguaia, que é alvo frequente da ação de assaltantes de bancos.

Habitação

Enquanto pelo menos 18 mil famílias vivem sem um teto, dinheiro público financia “cidade fantasma” em Marabá

Enquanto obra do “Minha Casa, Minha Vida” se desfaz no tempo, famílias pobres continuam vivendo precariamente em Marabá

As ruas livres de movimentação, o matagal que mata a sede nos dias chuvosos para crescer livremente e as casas destelhadas remetem a um cenário pós-apocalíptico, exaustivamente repetido pelo cinema ao longo do tempo. Longe das telas, no entanto, as imagens são reais e estão bastante próximas, com localização exata.

O nome da “cidade fantasma” é Residencial Magalhães, situado no Núcleo São Félix, em Marabá. As moradias ali em construção deveriam já estar abrigando ao menos 3 mil famílias consideradas de baixa renda, porém apenas 77,06% da construção foi executada e parece ter estagnado.

O último censo do IBGE, há sete anos, apontava que Marabá tinha população de 232.030 habitantes em 2010. Destes, 23.992 estavam vivendo abaixo da linha extrema da pobreza. Não eram pessoas pobres, eram pessoas extremamente pobres. Aquelas consideradas “apenas” pobres somavam mais 106.525 pessoas. Dentre as duas classes, quase 18 mil viviam em casas consideradas com paredes “inadequadas”, ou seja, moradias que sequer possuíam divisórias, barracos de apenas um cômodo.

Seguindo esta linha, constatamos que 3 mil moradias não teriam grande impacto no número geral de pessoas vivendo em condições precárias na cidade, mas nem mesmo isso está sendo entregue para essas famílias. O empreendimento é um dos quatro residenciais do programa social “Minha Casa, Minha Vida” desenvolvidos na cidade nos últimos anos e o único ainda não entregue. Dentro do programa, cada imóvel pode ter até 90% do recurso investido advindo dos cofres públicos.

Se os três conjuntos habitacionais do programa já entregues em Marabá – Residencial Tiradentes, Residencial Tocantins e Residencial Jardim do Éden – apresentam hoje diversos problemas estruturais que são de conhecimento público e alvo de reclamação constante dos moradores, o Residencial Magalhães já sofre com a deterioração antes mesmo de as casas serem cobertas.  O empreendimento é o primeiro do projeto do Governo Federal executado a partir de contratos firmados com duas instituições bancárias, no caso a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil.

Cada uma é responsável pelo financiamento de 1.500 unidades habitacionais e as obras estão sendo executadas pela construtora HF Engenharia, que mesmo com um orçamento de R$ 76,7 milhões está tocando o empreendimento a passos de jabuti, mantendo número reduzido de trabalhadores no local.

Os menos de 20 funcionários trabalhando em 3 mil unidades habitacionais só estão lá por um motivo: evitar que a empresa seja acionada judicialmente por abandono do contrato, conforme comentou com o blog recentemente o superintendente regional da Caixa Econômica Federal, Adelcir Pereira. Ele disse que a HF Engenharia tem outras obras na região da Superintendência da Caixa no sul do Pará e que elas estão sendo retomadas.

A princípio, a previsão de entrega era fevereiro de 2014. Passados três anos a promessa da vez é que as famílias a serem beneficiadas – que têm faixa de renda entre 0 e 3 salários mínimos – recebam os imóveis até o final deste ano, segundo a expectativa da Caixa Econômica repassada pelo superintendente regional. A reportagem chegou a encaminhar e-mail para a assessoria de comunicação da instituição, em Brasília, questionando também quem irá arcar com os custos do material danificado pelo abandono da construção, como as estruturas de madeira onde os telhados deverão ser apoiados, o qual nunca foi respondido.

O Banco do Brasil, também procurado, enviou a seguinte nota, por e-mail: “O Banco do Brasil vem cumprindo com todas as suas obrigações legais e contratuais até o momento em relação ao empreendimento Residencial Magalhães e já iniciou os procedimentos para retomada da obra, sob responsabilidade da construtora, que deverá atender a todos os parâmetros previstos em contrato”. Já a HF Engenharia chegou a receber a reportagem no escritório quase desmobilizado que mantém na cidade e se comprometeu a repassar informações mais tarde por telefone, mas não entrou em contato.

Marabá vive processo de expansão urbana, não apenas pela presença dos conjuntos habitacionais oriundos de programas sociais, mas também pela crescente presença de empresas que estão investindo em condomínios fechados e loteamentos, os quais se proliferam nas quatro saídas da cidade, às margens das rodovias BR-222, BR-155 e Transamazônica (BR-230). Enquanto os empreendimentos desenvolvidos pela iniciativa privada são comercializados e os novos bairros passam a ficar mais movimentados a cada dia, as famílias mais carentes continuam esperando que o sonho da casa própria finalmente vire realidade.

Sem licitação, Banco do Brasil ganha contrato com Prefeitura de Marabá e pagará R$ 15 milhões para ter a Folha de Pagamento

Ulisses Pompeu – de Marabá

A Prefeitura de Marabá vai vender, mais uma vez, os direitos de processamento da folha de pagamento dos servidores municipais ao Banco do Brasil, agora por R$ 15 milhões. O banco será responsável por fazer o depósito do salário de 9.702 funcionários ativos, mais inativos durante 60 meses (cinco anos), podendo ser prorrogado por mais um ano.

A contratação do serviço de banco é para recolhimento de tributos, impostos, taxas, dívida ativa e demais receitas públicas devidas à municipalidade, processamento de toda a folha de pagamento, disponibilização dos contracheques e utilização do banco de preços para realização de pregões e outros serviços bancários.

O Banco do Brasil ganhou o direito de pagar a folha não através de licitação, como ocorre em outras partes do País. Esse serviço é operado pelo BB há mais de 20 anos em Marabá, sempre gerando dividendos para o município. O contrato em vigor expira agora no final de dezembro, segundo apurou a Reportagem.

O secretário municipal de Administração, Ademir Martins, informou que não tinha detalhes do contrato com o Banco do Brasil. Outra fonte do blog dentro da Prefeitura disse que não tem certeza se a renovação do contrato com o banco sai ainda este ano, mas caso isso ocorra, a administração atual só pode ter acesso a 50% do valor total, ou seja, R$ 7,5 milhões. “O banco não libera mais todo o recurso, pois o TCU (Tribunal de Contas da União) não permite que se pague o valor total no final de um governo. Se entrar esse ano, será só 50% e o restante na gestão do Tião Miranda”, explicou o informante, que pediu reserva de seu nome.

Mesmo assim, esse seria um valor bastante razoável para uma prefeitura como Marabá, que está com dificuldades de fazer caixa para pagar a folha de pagamento de novembro, dezembro e ainda o décimo terceiro salário. No mês de novembro, a Folha de Pagamento bruta da Prefeitura ficou em R$ 26.007.507,93.

Todos os servidores da Prefeitura, teoricamente, recebem via Banco do Brasil. Todavia, há a opção de fazer uma conta-salário em outro banco por causa da lei da portabilidade, onde o valor de pagamento é repassado automaticamente à instituição financeira de preferência do trabalhador.

O Banco do Brasil ganha bastante mantendo as contas da prefeitura em suas agências. Além de taxas cobradas no dia a dia, o banco também fatura alto com empréstimos consignados e uso de limite da conta por parte de milhares de servidores municipais.

O edital de Dispensa de Licitação foi publicado no Diário da Famep (Federação das Associações dos Municípios do Estado do Pará) pela Comissão de Licitação da Prefeitura.

O grande questionamento que se faz neste momento é: por que não foi feita licitação desse serviço, como ocorre em cidades do porte de Marabá para cima? É importante frisar que Caixa Econômica, Bradesco e Itaú têm condições de pagar a folha da Prefeitura e gerenciar outros serviços.

Para questionar esse assunto, a Reportagem procurou o secretário municipal de Finanças, George Hiroshy Acácio, mas ele informou que não sabia de nada sobre a renovação desse contrato. O presidente da Comissão Permanente de Licitação Chardes Chaves dos Santos, também procurado, afirmou que não passaria nenhuma informação por telefone e convidou o repórter a ir à sede da Sevop na manhã desta quarta-feira, 21, que ele passaria todas as informações. Todavia, não apenas ele não compareceu como não atendeu mais as ligações.

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura também foi procurada, e Eleutério Gomes informou que o prefeito João Salame iria enviar uma nota para esclarecer por que não houve processo de licitação para esse serviço. Todavia, até o momento da publicação a nota não chegou ao blog.

Congem não fez vista grossa

A reportagem teve acesso ao parecer da Congem sobre o tema. Nele, há referência da existência de proposta apresentada também pela Caixa, Bradesco e Itaú, mas não tivemos acesso aos valores destas outas instituições financeiras. Mas a PMM buscou apenas uma planilha de cotação junto a esses outros bancos, sem realizar licitação. A Congem diz que a Secretaria de Administração justificou a escolha do Banco do Brasil “por considerá-la adequada, tendo em vista que a mesma atende às necessidades da Secretaria Municipal de Administração e já prestou serviços com qualidade e tempo hábil.

Em seu parecer datado do dia 9 deste mês de dezembro, a Congem informou o seguinte: “O entendimento dessa Controladoria é de que diante do regime privado e concorrencial aplicável para empresas estatais que desempenhem atividade econômica em sentido estrito (Banco do Brasil), não há como se considerar dispensável a licitação para contratação de bancos públicos no caso presente, uma vez que isso implicaria numa vantagem que contraria frontalmente a Constituição Federal.

Caberia dispensa de licitação para os casos dos itens exclusivos, conforme planilha de cotação, mas para os itens que podem ter competição entre as instituições financeiras, o aconselhável é que se proceda à licitação.

Todavia, a Congem usa de pareceres recentes do TCU sobre a matéria. Informa que este último se manifesta no sentido de que a administração pública possui discricionariedade para optar pelo processo licitatório ou pela dispensa de licitação.

Mais à frente, a Congem faz uma observação importante sobre esse assunto: “Quanto à demonstração de vantajosidade, esta não restou devidamente comprovada, posto que os itens 2 e 6 estão acima dos preços médios orçados pela Administração, bem como necessários esclarecimentos quanto às propostas apresentadas pelas instituições financeiras, posto que o Banco do Brasil apresentou proposta direta para o município de Marabá. Por sua vez, as demais instituições tiveram os orçamentos extraídos dos respectivos sítios eletrônicos, com preços de serviços para qualquer interessado, sem opção de lançarem proposta específica para o município”.

Dentre outras orientações e alertas, a Congem informou também aos responsáveis pela Dispensa de Licitação: “É necessário que se esclareça nos autos como será feita a contrapartida por parte da instituição financeira ao município de Marabá, bem como, qual a periodicidade”.

Assalto a banco

Bandidos assaltam agência do Banco do Brasil em São Felix do Xingu, no Pará (Atualizada)

Dois vigilantes ficaram feridos e cinco funcionários foram feitos reféns

Cerca de seis homens invadiram a Agência do Banco do Brasil de São Félix do Xingu durante a tarde desta sexta-feira (02). Durante a investida dos criminosos ao banco houve intensa troca de tiros e dois vigilantes da agência foram alvejados. Uma grande quantidade de dinheiro foi levada, todavia, na saída do banco o Comando de Operações Especiais da Polícia Militar do Pará estava a espera dos marginais e novamente houve troca de tiros. Com a ação da PM, parte do dinheiro foi deixada para trás.

Os bandidos saíram do banco com cinco reféns em dois carros em direção à Tucumã. Na saída da cidade atearam fogo em carros para dificultar o trabalho da Polícia. Segundo o delegado Antônio Miranda, os foragidos adentraram em mata fechada a sede do município de Ourilândia do Norte e lá se encontram até o fechamento dessa postagem.

Os vigilantes não correm risco de morte.

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Atualização:

Segundo o delegado Antônio Miranda, apenas 4 ou 5 elementos efetivamente adentraram ao banco e empreenderam fuga na ação do banco de SFX. Segundo o tesoureiro, que foi ferido por estilhaços de um disparo efetuado por uma arma calibre 12, algo próximo de R$400 mil foram levados do banco, sendo que esse foi o movimento do dia. O cofre principal, que fica a maior parte do dinheiro, não foi violado. Parte do dinheiro já foi recuperado e está na Depol de São Félix sendo contado, bem como alguns objetos utilizados pela quadrilha.

Os meliantes, afirmou o delegado, estão encurralados no mato e há chances de captura ainda hoje. Os feridos estão bem. Na verdade foram atingidos por estilhaços de munição calibre 12, superficialmente, e já deram algumas informações à policiais  que investigam o caso, mas comparecerão à Depol para depor formalmente ainda hoje ou amanhã pela manhã.

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