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Polícia Civil

Polícia Civil do Pará evita arrombamento de agência do BB em Parauapebas

A ação conjunta contou com agentes do DRCO, da 20ª Seccional de Parauapebas, NAI Marabá e Superintendência de Marabá
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Policiais da Delegacia de Repressão a Roubo a Bancos e Antissequestro, da Seccional de Parauapebas, NAI Marabá e Superintendência de Polícia Civil da RISP Carajás impediram na madrugada de hoje (sexta-feira, 15/06) o arrombamento a uma agência bancária do Banco do Brasil localizada no bairro Cidade Jardim, em Parauapebas.

Através de investigações, foi possível identificar que um grupo criminoso especialista em arrombamento a agências bancárias havia se organizado para praticar uma ação na cidade de Parauapebas.

De posse das informações, as equipes da DRCO se deslocaram até Parauapebas, onde em conjunto com equipes da Seccional de Parauapebas, Nai Marabá e Superintendência de Marabá fizeram a abordagem na Agência Bancária logo após a desativação do sistema de monitoramento.

Foram presos no interior da Agência os nacionais Adimur Regio Ribeiro Batista, de 42 anos, natural de Redenção/PA e Bertiê Ferreira Camargos, de 51 anos, natural de Cuiabá/MT. Dois criminosos conseguiram escapar pulando os muros da Agência e acessando uma área de mata.

No local foram apreendidos diversos materiais utilizados no arrombamento da Agência Bancária.

Os presos foram autuados em flagrante delito por Tentativa de Furto Qualificado e Associação Criminosa e já se encontram a disposição da justiça.

Essa já é a segunda ação de arrombamento de bancos evitada pela Polícia Civil do Pará em menos de um mês. No dia 28/05, de forma semelhante, as equipes policiais da DRCO conseguiram impedir uma ação de furto qualificado contra a Agência da Caixa Econômica Federal de Vila dos Cabanos, em Barcarena, ocasião em que foram presos 4 criminosos, sendo um deles do estado do Paraná.

Fotos: Polícia Civil do Pará

Canaã dos Carajás

Após arrombamento, usuários do BB de Canaã dos Carajás continuam prejudicados

Transações simples e essenciais só podem ser feitas em cidades vizinhas, informa um aviso fixado na porta da agência
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Marcos Rodrigues da Silva, que é fazendeiro em Canaã dos Carajás, já perdeu as contas das vezes que deu “com a cara na porta” ao se dirigir até a Agência 4153 do Banco do Brasil de Canaã dos Carajás. Ele precisa mensalmente efetuar o pagamento dos funcionários de sua propriedade rural. O problema é que há quase 40 dias, a agência está com os serviços de atendimento ao cliente limitado. Segundo uma funcionária, os terminais eletrônicos estão disponíveis apenas para transferências e consultas de saldos, o que não é suficiente para clientes como o Marcos.

“Eu precisava fazer um saque, e agora, como é que faz? Como pago meus funcionários? Aqui, quando você encontra um caixa que transfere ainda é bom, difícil é encontrar”, destacou o fazendeiro.

Um aviso fixado à porta de entrada da agência informa que não há previsão para o funcionamento de serviços em guichês de caixas. Os usuários estão sendo prejudicados desde o mês passado, após um arrombamento a três cofres da agência, ocorrido na madrugada do dia 10 de março. Na ocasião, um buraco feito no muro do prédio facilitou o acesso ao interior do Banco. A quantia levada ainda não foi divulgada.

A respeito da previsão da normalização dos serviços, nossa equipe tentou entrar em contato com a Central de Atendimento do BB, no entanto, não obtive retorno até o fechamento  desta reportagem.

Enquanto transações simples e essenciais, como a realização de saques, depósitos e pagamentos, entre outros serviços, não estiverem disponíveis, os usuários estão sendo
orientados por funcionários a se dirigirem até as agências mais próximas, no caso, em Xinguara ou Parauapebas.

“A gente não tem esse tempo disponível, de ir até outras cidades pra resolver nossos problemas. A gente pergunta e eles [funcionários] não falam nada. Precisamos de uma
solução, e rápido”, desabafou Marcos.

Correios

O mesmo acontece na Agência dos Correios de Canaã dos Carajás, também alvo de assaltantes no início do mês. Ela está de portas fechadas para o público e até então não há previsão de reabertura. Na oportunidade, vários funcionários foram feitos reféns e passam por tratamento psicológico. Enquanto isso, a população de Canaã está sem os serviços.

Canaã dos Carajás

Agência do Banco do Brasil de Canaã dos Carajás é arrombada durante a madrugada

Somente por volta das 14 horas a polícia pode entrar na agência para constatar o arrombamento.
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A Agência 4153 do Banco do Brasil de Canaã dos Carajás, localizada na Avenida Weyne Cavalcante, foi arrombada durante a madrugada deste sábado (10). Informações da Polícia Militar dão conta que por volta das 3 horas da madrugada a equipe de plantão da PM no município recebeu uma ligação da Central de Monitoramento do BB informando que haviam perdido o sinal do alarme e das câmeras de monitoramento da agência.

Imediatamente uma viatura foi enviada ao local para efetuar rondas de averiguação. Todavia, nada de anormal foi constatado pelos militares. Em virtude disso, a Polícia Militar solicitou que a Central de Monitoramento entrasse em contato com o gerente da agência, mas o funcionário não se encontrava na cidade e tampouco foi possível contato telefônico com ele.

Hoje, por volta das 14 horas, o gerente chegou em Canaã e foi possível à Polícia militar entrar na agência. Dentro da agência ficou constatado que ela havia sido arrombada. Os arrombadores entraram por um lote vago localizado nos fundos da agência e depois tiveram acesso à agência, já que a parede dos fundos da agência havia um buraco de cerca de 70 centímetros por onde os meliantes entraram.

Um dos três cofres da agência foi arrombado e valores levados. A gerência não informou a quantia levada, mas, segundo informações obtidas pelo Blog, o valor foi pequeno. O Blog não conseguiu contato com funcionários do banco para informar se a agência abrirá ao público na segunda-feira (12).

Justiça

CNJ: Desembargadoras paraenses punidas por negligência em golpe bilionário contra o BB

Desembargadoras Marneide Trindade Pereira Merabet e Vera Araújo de Souza, do TJPA, foram condenadas pelo CNJ a aposentadoria compulsória
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O Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) condenou terça-feira (12/12) as desembargadoras do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) Marneide Trindade Pereira Merabet e Vera Araújo de Souza à pena de aposentadoria compulsória pela conduta negligente de ambas durante uma tentativa de golpe bilionário aplicada por uma quadrilha de estelionatários ao Banco do Brasil (BB) em 2010. O plenário aprovou por unanimidade o voto do relator do processo, conselheiro André Godinho.

O caso teve origem em outubro de 2010, quando um advogado acionou a Justiça para que o BB bloqueasse o suposto saldo de cerca de R$ 2,3 bilhões, depositados nas contas bancárias de um dos membros da quadrilha. Como prova da posse da fortuna, o procurador do grupo de estelionatários apresentou cópias de extratos bancários falsos. A então juíza da 5ª Vara Cível de Belém, Vera Araújo – mais tarde promovida a desembargadora –    concedeu a liminar aos estelionatários e estipulou multa diária de R$ 2 mil para que o BB não movimentasse a soma bilionária.

O Banco do Brasil então alertou a magistrada sobre a fraude. Os advogados da instituição financeira informaram que o mesmo golpe fora tentado anteriormente contra o banco. No entanto, a juíza não se manifestaria formalmente a respeito até que, meses depois, os advogados dos golpistas desistissem da causa. Em janeiro de 2011, a juíza homologou a desistência.

Desvios funcionais

De acordo com o voto do relator do processo, conselheiro André Godinho, a juíza não usou de cautela e prudência, exigidas pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), em uma inusitada ação de usucapião de dinheiro. “Nota-se exacerbada negligência da magistrada no seu dever de cumprir e fazer cumprir com serenidade e exatidão todas disposições legais, seja ao deferir a medida liminar nas condições já descritas, seja ao quedar-se  inerte face às irregularidades a ela relatadas”, afirmou.

Enquanto a magistrada não respondia, o BB recorreu ao segundo grau de jurisdição. Pediu o efeito suspensivo da decisão da juíza Vera Araújo. Os advogados apresentaram, inclusive, a condenação do mesmo grupo de estelionatários, por conta do mesmo golpe, pela Justiça do Distrito Federal. Mesmo assim, o pedido foi negado pela desembargadora Marneide Trindade Pereira Merabet, que ignorou inclusive laudos da perícia que atestavam a falsidade do documento usado como prova.

Segundo o voto do  relator, a desembargadora Marneide demostrou “falta de prudência e cautela”, “manifesta negligência” e “imparcialidade” na condução do procedimento judicial dotado de peculiaridades, conduzido por organização criminosa contra o sistema financeiro nacional.

Histórico

Em dezembro de 2010, a então corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, suspendeu por liminar a decisão da juíza Vera Araújo de Souza por identificar indícios de violação do Código de Ética da Magistratura. Seguiu-se uma sindicância que resultou em um pedido de abertura de Processo Administrativo Disciplinar, em maio de 2014. Por unanimidade, o PAD foi aberto e as duas magistradas, afastadas de suas funções.

O processo foi originalmente distribuído à então conselheira Gisela Gondim. O processo foi instruído, as testemunhas ouvidas e as provas colhidas pelo conselheiro Luiz Cláudio Allemand, cujo mandato encerrou este ano.

Defesa

Na sessão de terça-feira (12/12), coube ao novo relator do processo, conselheiro André Godinho, rejeitar as três preliminares apresentadas pela defesa para tentar impedir a condenação das acusadas. Os advogados alegaram que o fato de o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ter decretado a prescrição da ação penal contra as magistradas deveria evitar a condenação de suas clientes no plano administrativo, instância dos julgamentos realizados pelo CNJ. “Como a natureza da acusação no STJ – corrupção – não era a mesma da que analisamos no CNJ – desvio funcional –, a decisão do STJ não vincula os dois processos”, afirmou Godinho.

A defesa tentou ainda invalidar as provas ao atribuir um dos números de telefone celular, encontrado na agenda de um dos estelionatários presos pelo golpe, a uma irmã da desembargadora Marneide, falecida em 2013. Segundo o voto do conselheiro Godinho, a quebra do sigilo telefônico da quadrilha apontou três ligações feitas ao telefone registrado de fato em nome da irmã da magistrada, mas também outras 20 ligações feitas ao marido da desembargadora à época da tentativa de estelionato. “Nota-se que a magistrada não logrou êxito em apresentar justificativas plausíveis para desvencilhar-se de forma categórica das provas que atestam de contato e proximidade da quadrilha de estelionatários com a desembargadora e com familiares”, afirmou o relator.

Segundo o corregedor-geral do Ministério Público Federal (MPF), Oswaldo José Silva, que representou o órgão na sessão plenária de terça-feira (12/12), a conduta das magistradas merecia punição. “Eu queria lamentar que, da tribuna, o advogado da desembargadora Marneide ache normal dizer que a culpa não é da Marneide, e sim da irmã. Para se safar de uma negligência, de uma falta de cautela, dizer que o telefone era da irmã e que possivelmente até a irmã possivelmente participaria das irregularidades. Isso para as relações familiares é muito triste”, afirmou Silva.

De acordo com a última preliminar, também negada, houve morosidade na condução do processo e algumas das provas relativas à ação “pereceram decorrente ao enorme tempo de apuração”. Ao longo de três anos de apurações, o processo acumulou cerca de 90 mil páginas, segundo o conselheiro Godinho. Cabe registrar que o PAD tramitou no tempo razoável dada a complexidade da matéria e da enorme quantidade e complexidade de documentos probatórios, sendo que a maioria deles foi requerida pelas próprias magistradas”, disse Godinho.

Absolvição – Na mesma reunião planária  da manhã de terça-feira (12/12), o CNJ absolveu por maioria o desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Claudionor Miguel Abss Duarte, da acusação de integrar sociedade empresarial, o que é vedado por lei. A relatora original do processo administrativo disciplinar e então conselheira, Ana Maria Amarante, votou pelo arquivamento do caso, quando o julgamento foi iniciado, em 2014. Antes de ser interrompido por um pedido de vista, três outros conselheiros aprovaram o voto da relatora na 21ª Sessão Extraordinária, realizada em 28 de novembro de 2014.

Três anos depois, na 264ª Sessão Ordinária, o conselheiro Fernando Mattos, que pedira vistas do processo,  apresentou seu voto com a mesma solução da relatora original, pois não comprovou materialidade nas provas usadas na acusação. Segundo o conselheiro, não houve “concorrência de profissões” (pecuarista e magistrado) e a atividade de fazendeiro também não atrapalhou o trabalho de magistrado, conforme comprovado por estatísticas de produtividade apresentadas ao longo do processo. Votaram com o relator os conselheiros Arnaldo Hossepian, André Godinho, Henrique Ávila, ministro João Otávio de Noronha e Valdetário Monteiro. A divergência aberta na sessão passada pelo conselheiro Márcio Schiefler foi seguida pelo conselheiro Rogério Nascimento e pela presidente, ministra Cármen Lúcia.   Processo Administrativo Disciplinar 0000880-65.2013.2.00.0000

FOTO: Luiz Silveira/Agência CNJ.

Polícia

Polícia acha túnel que levaria a cofre de banco para roubar R$ 1 bi em São Paulo

Segundo a polícia, após a prisão, os chefes do bando afirmaram que pretendiam fazer "o maior roubo a banco do mundo"
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A Polícia Civil descobriu na noite desta segunda (2) um túnel de 600 metros escavado para chegar ao cofre da base de distribuição do Banco do Brasil em São Paulo, na Chácara Santo Antônio, em Santo Amaro (zona sul). Dezesseis suspeitos foram presos.

Segundo a polícia, após a prisão, os chefes do bando afirmaram que pretendiam fazer “o maior roubo a banco do mundo”. “Eles tinham o objetivo de roubar R$ 1 bilhão”, disse o delegado Fábio Pinheiro Lopes, da Delegacia de Roubo a Bancos do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais).

A polícia afirma que o túnel partia da casa de número 57 da rua Antônio Buso, alugada no dia 10 de junho pelos criminosos. Desde então, eles trabalhavam na escavação do túnel, que tinha em torno de 1,5 m de altura.

“Eles estavam sendo monitorados havia dois meses. Terminaram a escavação na quinta-feira da semana passada e pretendiam realizar o assalto em breve. Decidimos agir em um dia tranquilo para evitar o roubo”, afirmou Lopes.

O grupo foi preso na avenida Massao Watanabe, no Jardim Peri (zona norte), em uma casa onde, segundo a polícia, funcionava a logística do crime.

A polícia procura mais quatro bandidos, que seriam os peões da obra.

A reportagem entrou na casa da rua Antônio Buso e constatou que os criminosos mantinham uma estrutura para dormir no imóvel durante a escavação do túnel. Em uma pequena sala, eles montaram uma cozinha, onde havia uma geladeira e comidas como frutas, bolachas de vários tipos, paçocas, água e Gatorade. No imóvel havia também uma TV de 32 polegadas e vários colchões. Em um dos cômodos, havia 50 botas de cano longo, luvas, maçaricos, joelheiras, macacões e roupas para a escavação. Eles também instalaram duas câmeras, que monitoravam o movimento da rua. Os vizinhos disseram que eles não conversavam muito.

O maior roubo a banco do país foi em 2005 –foram levados R$ 164,8 milhões (em valores da época) da sede do BC (Banco Central) em Fortaleza.

Por Tatiana Cavalcanti – Folha

Polícia

Suspeito de matar uma jovem estrangulada no bairro Amapá, vigilante do BB surta e faz reféns em Marabá

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Albert Mousinho, vigilante de uma empresa que faz a segurança interna do Banco do Brasil, que presta serviço na Agência do banco localizada no bairro Amapá, em Marabá, munido de 3 armas de fogo, fez 5 reféns hoje pela manhã.

Segundo informações colhidas pelo Blog, o vigilante é suspeito da morte de uma jovem, estrangulada há alguns dias no mesmo bairro. Ele fora intimado pela Polícia para prestar depoimento, fato que motivou a ação. Como objetivo de fugir do município, o vigilante exigia dinheiro do banco para liberar os reféns.

Negociações conduzidas pelo Comando Tático da PM desde o início da manhã persuadiram o vigilante, e aos poucos ele foi liberando, um a um, os reféns, até que às 10h30 ele se entregou. Após se algemado, foi conduzido para a delegacia de polícia de Marabá para ser ouvido.

Assalto a banco

DRCO investiga assalto ao Banco do Brasil de Jacundá

Os criminosos fugiram pela Rodovia PA-150 em direção a Goianésia do Pará e atearam fogo em dois carros em cima da ponte para dificultar a perseguição.
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Uma equipe de policiais da Divisão de Repressão e Combate ao Crime Organizado (DRCO) já está em Jacundá para investigar em que circunstâncias ocorreu o ataque à agência do Banco do Brasil daquela cidade. A informação foi confirmada por telefone pelo delegado Sandro Rivelino, superintendente da 9ª Região Integrada de Segurança Pública (RISP), com sede em Tucuruí.

De acordo com Sandro Rivelino, daqui pra frente o DRCO é quem toma conta das investigações – já que é uma divisão especializada – e terá o apoio da Superintendência e também da Delegacia Municipal de Jacundá para investigar o ataque ocorrido na madrugada de hoje (13).

As informações que se tem até agora são de que cerca de 10 assaltantes em dois carros teriam rendido duas guarnições da Polícia Militar e depois explodiram caixas eletrônicos da agência e levaram montante que ainda não foi divulgado.

Conforme imagens capturadas pelas câmeras de segurança de um posto de combustíveis que fica perto da agência, um automóvel e duas viaturas da PM com giroflex ligado passam devagar pela rua e logo depois, dando a entender que as viaturas estavam em poder do bando.

Reféns com as mãos para cima caminhavam pela rua logo atrás dos carros, manietadas por um dos assaltantes, que está encapuzado e com uma arma nas mãos. Esta mesma pessoa faz o vigia do posto seguir com os outros reféns, que foram liberados mais à frente, na saída da cidade.

Os criminosos fugiram pela Rodovia PA-150 em direção a Goianésia do Pará e atearam fogo em dois carros em cima da ponte para dificultar a perseguição.

Habitação

Deputado Beto Salame cobra do Banco Brasil conclusão das obras do Residencial Magalhães

Uma equipe se engenheiros do Banco do Brasil estará em Marabá na sexta-feira (26) para fazer vistoria na obra
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Uma equipe de engenheiros do Banco do Brasil deve fazer uma vistoria no Residencial Magalhães Barata, em Marabá, até a próxima sexta-feira (26). Foi o que garantiu o gerente executivo do BB, Lúcio Bertoni, responsável pela Diretoria de Financiamentos e Créditos Imobiliários, ao deputado federal Beto Salame (PP/PA), em reunião na sede da instituição, em Brasília (DF), na última semana.

Beto Salame foi pedir explicações porque a obra está parada há meses. Lúcio Bertoni explicou que a empreiteira HF Engenharia, responsável pela construção do residencial, enfrentou problemas financeiros por demora no repasse de verbas, ora por problemas burocráticos ora pela crise econômica nacional, provocando atrasos até de mais de 90 dias para receber valores pelas medições.

Ele garantiu, entretanto, que a equipe técnica formada por engenheiros do banco estará em Marabá para fazer uma vistoria na obra. E, de acordo com o que a equipe constatar, se o BB não chegar ao consenso com a HF o “banco pode a substituí-la”, garantiu Lúcio Bertoni, acrescentando que está sendo providenciado um “plano B”, em caso de quebra de contrato com a HF, se alguma empresa se habilitar para a continuação das obras no residencial.

O Banco do Brasil é responsável pelo financiamento de 1.500 casas no Residencial Magalhães, que está sendo construído no Bairro São Félix. O deputado federal lembrou que o residencial tinha previsão de entrega de um pouco mais de dois anos, mas já está com mais de 40 meses.

Beto Salame lembrou ao gerente executivo do BB que a Caixa Econômica Federal, responsável pela outra metade das 3 mil moradias com o financiamento dividido, já resolveu as pendências com a HF, retomando os serviços, restando agora o lado do Banco. “Espero que o Banco do Brasil apresente a solução imediata para retomada e conclusão do residencial tão aguardado pelas famílias cadastradas ansiosas em receber a moradia e sair do aluguel” frisou o deputado.

Itupiranga

Beto Salame também mostrou preocupação com o Residencial Cidade Nova, de Itupiranga, a 42 km de Marabá, que pelo Programa Minha Casa Minha Vida, financiado pelo Banco do Brasil, deve atender mais de 400 famílias do município, mas também está com o cronograma de obras atrasado. O diretor executivo do Banco garantiu que a situação da empresa HF, em Itupiranga, é a mesma relatada sobre o residencial Magalhães, em Marabá.