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Segurança

Pará: Segup e Sindicato dos Bancários discutem reinstalação de Grupo de Trabalho de Segurança Bancária

De janeiro a julho de 2016 foram registrados 19 roubos a estabelecimento bancários no Estado, enquanto que, no mesmo período de 2017, foram computadas 13 ocorrências.

Em reunião ocorrida na tarde de hoje, a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social e o Sindicato dos Bancários do Pará discutiram ações preventivas relacionadas, sobretudo, aos assaltos às agências bancárias do Estado e aos cerca de 9.500 bancários que atuam no setor.

A principal discussão girou em torno de um Grupo de Trabalho de segurança bancária, criado e dissolvido em 2013, mas que deve ser reinstalado nos próximos meses.

Estiveram presentes o titular Jeannot Jansen, os secretários adjuntos de Gestão Operacional, coronel PM André Cunha e o de Inteligência e Análise Criminal, delegado Rogério Morais, além do coronel PM Paulo Garcia, e a vice- presidenta e diretor jurídico da entidade sindical, respectivamente Tatiana Oliveira e Sandro Mattos.

O general Jeannot tratou dos investimentos direcionados à prevenção da criminalidade no setor bancário, sobretudo as ações contra a prática de assaltos conhecidos como “vapor” ou “novo cangaço” e extorsão mediante sequestro, assalto conhecido como “sapatinho”.

“Vamos levar a ideia da reinstalação do GT para os gestores do Sistema de Segurança e ouvi-los durante o Comitê Integrado de Gestores de Segurança (Cigesp) da próxima semana. Em seguida, vamos tratar da portaria, mas antes reuniremos novamente, agora com os demais representantes, como o Ministério Público, Polícia Federal e instituições bancárias”, disse. A nova reunião está prevista para o dia 29 deste mês.

“O Grupo vai possibilitar discutirmos mecanismos e ações para diminuir os índices de criminalidade no Estado”, disse o diretor jurídico do sindicato Sandro Mattos. Ele lembrou que anos atrás, ocorriam seis assaltos do tipo sapatinho e após a implantação do projeto do biombo nas agências, esse crime reduziu para dois semestralmente.

Investimentos

Com relação à segurança bancária, a Segup investe cerca de R$ 150 mil em operações de Repressão e Prevenção de Roubo a Bancos (Repreban), valor destinado ao deslocamento e logística de tropas especiais em períodos de pagamento salarial, sobretudo. A Secretaria atua ainda com helicópteros e aviões do Grupamento Aéreo. Segundo o secretário Jeannot, de janeiro a julho de 2016 foram registrados 19 roubos a estabelecimento bancários no Estado, enquanto que, no mesmo período de 2017, foram computadas 13 ocorrências.

Bancos

Sicredi tem aumento de 31,5% na carteira de consórcio de serviços no 1º semestre

Vendas de novas cotas na região Centro Norte tiveram incremento de 7,8% no mesmo período, totalizando R$ 2,978 milhões

Considerada uma forma eficiente e segura na compra de bens e serviços, os consórcios estão sendo cada vez mais procurados pelos brasileiros. Isso porque esta modalidade de aquisição é programada e bem mais econômica se comparada a um financiamento. Os consórcios permitem a compra de bens como veículos (leves, pesados e motocicletas), imóveis, eletroeletrônicos e serviços. Este último, homologado pelo Banco Central em 2008, é um dos que mais cresce no país, com incremento de 107,5% nas vendas de novas cotas no 1º semestre deste ano, na comparação com igual intervalo de 2016, segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac).

Acompanhando esta onda de crescimento, o Sicredi na região Centro Norte, que abrange os estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, registra evolução de 31,5% na carteira de consórcio de serviços e de 7,8% na venda de novas cotas nos primeiros seis meses deste ano, em relação a igual intervalo do ano passado. A carteira desta categoria evoluiu de R$ 12,856 milhões para R$ 16,907 milhões de um ano para outro e a comercialização de novas cotas passou de R$ 2,762 milhões para R$ 2,978 milhões na mesma base de comparação.

Atualmente, segundo ranking do BC, o Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,5 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – é líder em consórcio de serviços, com mais de 50% do mercado nacional neste segmento. Este ano, a instituição financeira cooperativa atingiu a marca de R$ 10 bilhões em carteira de créditos ativos de consórcio, e deste total cerca R$ 300 milhões são relativos ao segmento de serviços.

Segundo a Abac, os destinos mais comuns das cartas de crédito dos consórcios de serviços são reformas, saúde e estética, eventos, viagens, tratamentos odontológicos e cursos de educação. No Sicredi, o consórcio de serviços é ofertado aos associados em créditos de R$ 5 mil a R$ 24 mil no prazo de 36 meses, com parcelas mensais a partir de R$ 168,47.

Segundo a consultora de Negócios Pessoa Física, da Central Sicredi Centro Norte, Juliana Rodrigues, o consórcio de serviços pode ser usado em pacotes de viagens; na organização de festas como casamento, formatura, aniversário, entre outros; cirurgias estéticas e reparadoras; cursos técnicos, superior, especialização, MBA e informática; consultoria; assessoria jurídica, contábil e tributária, ou projetos para reforma de imóveis. Neste caso, o crédito é usado para a elaboração do projeto e mão de obra na construção, não incluindo a compra dos materiais.

“O benefício da contratação de um consórcio de serviços é o planejamento. O associado paga mensalmente o valor e pode ser contemplado por sorteio, lances fixos ou livres, conforme a sua programação. Tem a vantagem de ser contemplado por sorteio antes do fim do período e desfrutar do crédito com aquilo que planejou”, diz Juliana ao acrescentar que o consorciado contemplado tem a liberdade de escolher o fornecedor que prestará o serviço, precisando apenas apresentar o contrato e a nota fiscal do serviço para o acesso à carta de crédito.

Da programação à e realização

O presidente da Central Sicredi Centro Norte, João Spenthof, afirma que o consórcio, independentemente da modalidade, é uma forma de o associado se programar financeiramente e planejar uma aquisição futura. “Se a pessoa não tem a cultura de poupar ou investir, o consórcio é uma maneira simples de se fazer uma poupança, pois mensalmente ela tem o compromisso de pagar a parcela da sua carta de crédito e com isso vai fazendo uma reserva financeira, uma poupança programada para compra de um bem ou contratação de um serviço”.

E foi justamente seguindo este planejamento que a cirurgiã dentista Lizia Raquel Rotilli, 39, conquistou o sonho de ter o próprio consultório. Com 16 anos de carreira, por 14 anos ela atendeu os pacientes em um imóvel alugado na cidade de Juscimeira e há um ano está no espaço que agora pode “chamar de seu”. “Eu sempre tentava juntar dinheiro e nunca conseguia atingir o valor necessário para a obra. Já tinha um terreno, muito bem localizado, mas não conseguia ter essa disciplina de juntar todo mês um montante, sempre fazia retiradas. Foi quando conheci o consórcio de serviços e contratei logo dois, no valor de R$ 18 mil cada”, diz ela ao acrescentar que deu um lance, conseguiu a carta de crédito e realizou a obra tão sonhada.

O dinheiro foi usado para o pagamento de parte do projeto que não havia sido concluído e da mão de obra da construção, que tem 80 metros quadrados. “Não era o custo do aluguel que me incomodava e sim estar em um lugar que não era meu, que não foi construído do jeito que eu queria. Agora não, tudo está como eu sonhei para o meu ambiente de trabalho”, ressalta Lizia comentando que já está pensando na aquisição de um novo consórcio de serviços.

Quem também usou a carta de crédito para construção foi a comerciante Vanessa Alves Rocha, 29, da cidade de Dom Aquino. Há três meses as obras para edificação de uma suíte, da cozinha, da área e do banheiro foram concluídas. Também aproveitou para trocar as portas e as janelas, reformando por completo a casa. Contratou uma carta de crédito de R$ 24 mil, que usou para pagar os pedreiros. “Fui à agência para contratar um financiamento e na época não pude acessar porque não tinha conta no Sicredi. Abri a conta e me ofereceram o consórcio de serviços. Não pensei duas vezes em contratar e conquistei a tão sonhada reforma da casa”. Vanessa, que é mãe de duas meninas, já pensa na próxima contratação do consórcio de serviços, a partir de janeiro. “Vou contratar outro, agora para um procedimento estético. Depois que a mulher se torna mãe o corpo muda. E já que tenho a opção de programar a cirurgia, vou fazê-la através do consórcio”.

Um procedimento estético foi o que motivou a administradora de empresas Márcia Faccio, 33, a contratar o consórcio. Ela paga a carta no valor de R$ 7 mil há dois anos, e em novembro próximo pretende ir a Maringá (PR) fazer uma rinoplastia, um procedimento estético no nariz. “É uma cirurgia que planejava fazer há algum tempo, mas não me disciplinava para juntar o dinheiro. Com o consórcio tenho certeza da destinação do valor pago para este serviço. Já está quase tudo pronto e a carta cobre o custo com o hospital, o cirurgião e o anestesista. Estou bastante contente”. Ela diz que no fim deste ano termina de pagar o consórcio e já está planejando o próximo que vai contratar.

Segundo dados da Abac, no 1º semestre deste ano, 6,1 mil consorciados foram contemplados e tiveram a oportunidade de contratar os serviços, um aumento de 16,2% sobre os 5,3 mil do mesmo período de 2016. O volume de crédito disponibilizado somou R$ 34,2 milhões este ano, contra R$ 29,5 milhões no ano passado, avanço de 16,1%. Ainda conforme as estatísticas da entidade, o tíquete médio dos consórcios de serviços é de R$ 7,1 mil este ano, ante os R$ 6,9 mil de 2016.

Outros atrativos do consórcio de serviços, lembra a consultora de Negócios da Central Sicredi Centro Norte, Juliana Rodrigues, são a não incidência de juros na contratação, apenas a taxa de administração, que é bem inferior às taxas dos financiamentos, e a atualização da carta de crédito, o que garante ao consorciado o poder de compra do bem ou serviço em qualquer época durante a vigência do plano. “Esses custos são bem inferiores às taxas cobradas em financiamentos considerando o mesmo valor do crédito”.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,5 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 21 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

 *Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

O Sicredi Centro Norte, composto pelos estados de Mato Grosso, Rondônia, Pará e Acre, tem cerca de 363 mil associados, com 166 agências em 131 municípios.

Bancos

Após rompimento do reservatório de água, CEF interdita agência do bairro Cidade Nova, em Parauapebas

A interdição se deu por medida de segurança. Não há risco do prédio desabar.

Um problema na parte hidráulica do prêmio alugado pela Caixa Econômica Federal para funcionar a Agência Cidade Nova (3145), em Parauapebas, fez com que os serviços ao público fossem suspensos na manhã desta segunda-feira (17) pela CEF. Segundo apurado, algumas caixas para armazenamento de água que atendem o prédio se romperam.

O Blog apurou que uma equipe de engenheiros da CEF estão vindo de Belém para vistoriar o prédio, parte alugado pela CEF e parte de uso do proprietário.

A medida de segurança de interditar o prédio para entrada do público se deu em virtude de um possível desabamento do forro, que é de gesso e, também, por causa das instalações elétricas que, por serem no chão, poderiam provocar choques.

A CEF reforçou a equipe da agência do bairro Beira Rio (4400) para auxiliar na demanda que deve dobrar, já que os correntistas da agência Cidade Nova estão sendo instruídos a procurar a do bairro Beira Rio enquanto se decide o que fazer.

Bancos

Sicredi realiza leilão de imóveis nos municípios de Parauapebas, Marabá e Redenção.

Em Parauapebas, o leilão ocorrerá no dia 24 de julho, às 10 horas, na agência Sicredi localizada na Rua E, bairro Cidade Nova.

A cooperativa Sicredi Sudoeste MT/PA vai realizar leilão de imóveis nos municípios de Parauapebas, Marabá e Redenção. Serão ofertados diversos imóveis como terrenos, chácaras, áreas rurais, imóveis residenciais e comerciais.

Vale destacar que os imóveis poderão ser arrematados por associados e também por não associados da cooperativa.

Em Parauapebas, o leilão ocorrerá no dia 24 de julho, às 10 horas, na agência Sicredi localizada na Rua E, bairro Cidade Nova.

Já em Marabá, será no dia 27 de julho, às 10 horas, na agência Sicredi localizada na Av. VP-8, Folha 32, bairro Nova Marabá.

No caso de Redenção, será no dia 09 de agosto, às 10 horas, na agência Sicredi com endereço na Av. Brasil, Centro.

Todos os leilões ocorrerão na modalidade presencial e online. Outras informações, assim como o edital dos leilões e a participação online, poderão ser acessadas pelo site www.norteleiloes.com.br.

O Sicredi – Sistema de Crédito Cooperativo – opera com 118 cooperativas de crédito, representada com 1.523 unidades de atendimento e postos avançados, distribuídos em 20 estados brasileiros.

Manifestação

Passeata paralisou por algumas horas Centro Comercial da Marabá Pioneira, mas não houve greve geral

Aproximadamente 850 militantes de sindicatos, partidos de esquerda, movimentos sociais e centrais de trabalhadores protestaram contra o Governo Temer

Por Eleutério Gomes – de Marabá

A não ser pela paralisação no expediente interno de algumas agências bancárias e pela passeata organizada por sindicatos, centrais de trabalhadores, partidos de esquerda e movimentos sociais, Marabá funcionou normalmente nesta sexta-feira (3), dia de greve geral em muitas cidades do País, em protesto contra o Governo Temer e contra as reformas trabalhistas e da previdência social. Secretarias municipais funcionaram sem alterações, assim como órgãos do governo do Estad0. Na esfera federal, poucas repartições e as instituições de ensino paralisaram as atividades. Comércio, indústria, setor de serviços, casas de saúde e transporte público também não aderiram à greve.

De acordo com o professor universitário Rigler Aragão, um dos organizadores da manifestação, aproximadamente 850 pessoas participaram da passeata, que se iniciou logo cedo, com concentração em frente ao Estádio Municipal “Zinho Oliveira”, no Núcleo Pioneiro, e, por volta das 9h seguiu pela Avenida Antônio Maia, principal via do comércio, ocupando a pista no sentido Nova Marabá.

Depois, por volta das 10h, os manifestantes fecharam o bambuzal de acesso ao Núcleo Pioneiro, permanecendo assim por cerca de uma hora, o que provocou protestos de condutores e passageiros de ônibus, mototáxis e táxis-lotação. Às 11h a passeata seguiu rumo ao Núcleo Cidade Nova, onde ocupou uma das pistas da ponte do Rio Itacaiúnas, se dispersando logo após o meio-dia. A manifestação não teve o acompanhamento da Polícia Militar, DMTU ou Guarda Municipal.

Polícia

Polícias civil e militar do Pará apresentam resultados da operação que prendeu assaltantes de bancos em Parauapebas

O objetivo do bando era a agência do Banco do Brasil em Curionópolis.

As Polícias Civil e Militar apresentaram, nesta segunda-feira, 12, em entrevista coletiva a jornalistas, na sede da Delegacia-Geral, em Belém, os resultados de uma operação policial que desarticulou uma associação criminosa especializada em roubos a bancos com uso de explosivos. Ao todo, foram presos 10 homens e uma adolescente foi apreendida durante a operação ocorrida em Parauapebas na semana passada. Durante a operação, houve um confronto armado e um suspeito morreu. Com o grupo, foram apreendidas duas armas de fogo – um fuzil 7.62 e um revólver 38; emulsões explosivas; máscaras tipo “brucutu”; luvas e produtos usados nos explosivos.

A ação policial foi realizada em parceria pelas Polícias Civil dos Estados do Pará e do Maranhão, em conjunto com o Comando de Missões Especiais (CME), da Polícia Militar do Pará. Os presos foram transferidos para a capital. Estiveram na entrevista coletiva a delegada-geral adjunta, Christiane Ferreira; o coronel Hilton Benigno, comandante geral da PM do Pará; os delegados Silvio Maués, diretor de Polícia Especializada; Evandro Araújo e Tiago Belieny, da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO); coronel Sandro Queiroz, titular do Comando de Missões Especiais (CME), e major Anilson Almeida, titular da Companhia de Operações Especiais (COE) da PM.

Segundo a delegada-geral adjunta, trata-se de um grupo organizado que já tinha atuado anteriormente no Estado do Maranhão, na mesma modalidade de roubo a banco. Para desarticular o bando, explica o delegado Silvio Maués, foram mobilizados policiais civis da DRCO e do Grupo de Pronto-Emprego (GPE), e militares da COE em parceria com policiais civis da Seic (Superintendência Estadual de Investigações Criminais), vinculada à Polícia Civil maranhense, em um trabalho integrado.

O coronel Hilton Benigno destacou o trabalho de inteligência e a capacidade de mobilidade dos policiais envolvidos na operação. “Desde o primeiro momento que fomos contactados da possibilidade do assalto a banco, deslocamos equipe para a região, tanto via aérea como terrestre, o que evitou o assalto”, detalha. Titular da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos a Bancos e Antissequestro (DRRBA), vinculada à DRCO, o delegado Tiago Belieny explica que a equipe policial estava na região sudeste realizando investigações sobre outras ocorrências de roubos a bancos, na terça-feira passada, quando foi acionada para se deslocar até Parauapebas, para apurar informação sobre a existência de um grupo armado se preparando para cometer um assalto na região.

Assim, na manhã do dia seguinte, os policiais civis e militares abordaram, em princípio, dez homens que estavam em uma chácara situada na Vila Palmares, zona rural do município. Com eles, veículos, um fuzil e explosivos foram apreendidos. Parte do grupo conseguiu fugir no momento da abordagem policial. Os presos foram identificados como os maranhenses Adaires Barbosa Araújo, conhecido por Tiago; Francisco de Assis Alves de Souza; Guilherme Henrique de Pinho; David Vieira da Silva; Marcio Delleon Modesto Silva; os paraenses Antônio Henrique Goulart Rodrigues Júnior; Adriano Cabral Fernandes e Dannyllo Queiroz da Silva. Uma adolescente natural do Maranhão foi apreendida na chácara. Em continuação às investigações, os policiais civis da DRCO e militares da COE abordaram um caminhão em que estavam Ricardo Alves Saraiva, o vaqueiro Egildo Luiz Gomes e José Carlos Saraiva dos Santos.

Este último reagiu atirando contra a equipe e morreu na troca de tiros. Uma arma de fogo – revólver calibre 38 – foi encontrada com o suspeito. As investigações mostraram que o bando pretendia assaltar, no último dia 10, a agência do Banco do Brasil em Curionópolis, cidade a 36 quilômetros de Parauapebas. Eles iriam fazer um assalto na modalidade conhecida como “vapor” em que os criminosos chegam ao município a tiros, invadem o banco e explodem caixas eletrônicos e cofre. Depois, na fuga, levam pessoas como reféns.

Segundo o coronel Sandro Queiroz, o tipo de dinamite apreendido com os acusados é “alto explosivo”, com capacidade de promover danos a uma velocidade de 2 metros por segundo. Ele detalha que esse tipo de material é de uso controlado pelo Exército Brasileiro. A delegada-geral adjunta ressalta que houve uma operação, na última semana, coordenada pelo Exército, em parceria com a Polícia Civil, visando o controle de material explosivo de uso controlado. A partir das prisões, explica o delegado Tiago, todos serão interrogados para tentar identificar quem é o líder do grupo e individualizar a conduta de cada. Dentre os presos, são três paraenses, e os demais são oriundos do Maranhão, Paraíba e Alagoas.

Polícia Federal

Operação Darkode, da PF, combate crimes cibernéticos no Pará, em outros 3 Estados e no DF

O nome da operação faz alusão ao fórum internacional intitulado DARKODE, criado em 2007 com o propósito de reunir os maiores e os mais especializados hackers e criminosos cibernéticos em um único ambiente virtual.

A Polícia Federal deflagrou hoje (21/3) a segunda fase da Operação Darkode, a fim de desarticular organização criminosa especializada em fraudes contra o sistema bancário, por meio eletrônico, além da negociação de informações úteis à prática de crimes cibernéticos.

Estima-se que as ações da organização criminosa tenham causado prejuízo superior a R$ 2,5 milhões, em especial mediante fraudes contra o sistema bancário.

Cerca de 100 policiais federais cumprem 37 mandados judiciais, sendo 04 mandados de prisão preventiva, 15 mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão, em residências e em empresas vinculadas ao grupo investigado, com o objetivo de colher provas contra outros integrantes e beneficiários da organização, bem como identificar e apreender bens adquiridos ilicitamente.

As diligências estão sendo executadas nas cidades de Goiânia/GO, Aparecida de Goiânia/GO, Anápolis/GO e Senador Canedo/GO, bem como nos Estados do Pará, de Tocantins, de Santa Catarina, além do Distrito Federal.

O líder da organização cumpre pena no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia/GO, imposta por sentença condenatória da 11ª Vara Federal de Goiânia em decorrência da prática de crime cibernético.

Na primeira fase da operação, deflagrada em julho de 2015, foram cumpridos 07 mandados judiciais em Goiânia/GO, sendo 2 mandados de prisão e 1 de condução coercitiva, além de 4 mandados de busca e apreensão. A ação foi coordenada com forças policiais de diversos países contra hackers que se comunicavam por intermédio de um sítio eletrônico denominado Darkode.(PF)

PARÁ

O Pará recebeu um pedido de apoio da Superintendência de Goiás para cumprir um mandado de prisão temporária, um de prisão coercitiva e outro de busca e apreensão pela Operação DARKODE. Todos os mandados deveriam ser cumpridos em Redenção, sudeste paraense. De acordo com o delegado Jorge Eduardo, da Polícia Federal, apenas a prisão temporária foi efetuada, pois os mandados de prisão coercitiva e de busca e apreensão eram para uma pessoa que faleceu recentemente, identificada como a mãe de um dos investigados.

O suspeito que teve mandado expedido para prisão temporária já está preso e, segundo o delegado Jorge, há uma tentativa de encaminhá-lo para uma penitenciária local, mas ainda não foi possível por envolver outros estados.

Corrida ao dinheiro do FGTS inativo também nas agências da Caixa em Marabá

Trabalhadores chegaram ainda de madrugada e formaram extensas filas nas três agências da cidade. PM intensificou policiamento no entorno das agências

Desde as 4h30 da madrugada desta sexta-feira (10), centenas de trabalhadores começaram a formar filas nas calçadas das três agências da Caixa Econômica Federal em Marabá. Eles chegaram cedo para sacar o dinheiro correspondente ao FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) inativo, que começa a ser pago para quem nasceu em janeiro e fevereiro.

O município acompanha o movimento das demais cidades do país, onde 4,8 milhões de trabalhadores nascidos nos dois primeiros meses do ano buscam o dinheiro extra principalmente para quitar dívidas e “limpar o nome”, diante da crise financeira que assola a Nação. É caso do motorista Juarez de Almeida Lima, que chegou cedinho e aguardava a hora de colocar a mão no dinheiro: “Tenho R$ 3.800,00 para receber, vou pagar contas atrasadas, no valor de R$3.600,00, e fazer umas comprinhas com o resto”, disse.

Já Eliana Maria Leão, desempregada, disse que, apesar de estar “parada”, iria usar os R$ 1.800,00 do FGTS inativo para pagar uma conta antiga e retirar o nome do SPC (Serviço de Proteção ao Crédito). “Estou procurando emprego e o nome sujo pode atrapalhar”, explicou.

Também na fila, com a perspectiva de receber “uma boa ponta”, Elias Borges Camarão, pedreiro, preferiu não revelar quanto tinha para receber, mas adiantou que “esse dinheiro será empregado na reforma da casa” dele. “O que sobrar vai para a poupança”, antecipou.

Segurança

No 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar), o comandante, tenente-coronel Denner Favacho Rocha, informou ao blog que foi comunicado pela Caixa da grande movimentação de valores nesta sexta-feira, explicou que nenhuma operação especial foi montada, mas disse que intensificou o policiamento no entorno das agências e também na área comercial, onde boa parte desses valores deve girar.

Oportunidade

Com a movimentação de pessoas acima do normal, mototaxistas e vendedores informais de lanche, importados, cartelas de bingo eletrônico, de picolé e de pen-drives com música aproveitaram para também faturar um pouco mais.

Caixa

O blog entrou em contato com a Superintendência da Caixa em Marabá para saber se algum esquema especial foi montado para o atendimento em massa dos trabalhadores, mas foi informado de que só a Gerência de Marketing, em Belém, poderia se pronunciar sobre o assunto. Feito o contato, a atendente informou que a pessoa autorizada a falar, de prenome Sérgio, estava reunida com a Superintendência e não poderia atender. Contatada mais três vezes até o final da manhã, a resposta foi a mesma.

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