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Polícia

PMs que deram apoio a assalto em Bom Jesus já se encontram atrás das grades

Segundo relato da Polícia Civil, os policiais militares foram flagrados dando fuga a três dos assaltantes na própria viatura policial, além de terem fornecido armas e munições para o crime
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As Polícias Civil e Militar apresentaram, nesta quarta-feira (11), em coletiva na Delegacia-Geral, em Belém, informações à Imprensa sobre as prisões de seis pessoas por envolvimento no assalto à agência do Banpará de Bom Jesus do Tocantins. As prisões foram realizadas por policiais civis da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO) e Grupo de Pronto-Emprego (GPE). Três homens acusados de participação no assalto – Marcos Roberto de Morais Araújo, 28 anos, o Neguinho; Marco Antonio Freitas de Souza, 37, o Professor; e Pedro Henrique de Carvalho Oliveira, 31 – foram encontrados no interior de uma viatura da Polícia Militar, em uma estrada na zona rural do município.

Três policiais militares foram presos em flagrante, acusados de auxiliar na fuga dos suspeitos e de fornecer armas e munições usadas para o crime, encontradas e apreendidas na viatura pelas equipes policiais. Foram presos os sargentos Valdenilson Rodrigues da Silva e Giomar Sampaio de Oliveira, e o cabo Moisés Lourenço Pereira, lotados em Nova Ipixuna. Eles já se encontram recolhidos no Presídio “Coronel Anastácio das Neves”, em Santa Izabel do Pará.

Presidida pelo delegado-geral Claudio Galeno, a coletiva contou com as presenças do delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Rogério Morais; do diretor de Polícia Especializada, delegado Marco Antonio Oliveira; do diretor da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), delegado Evandro Araújo, e o capitão Rusimuller Souza, da Corregedoria da Polícia Militar.

De acordo com o delegado-geral, logo após a comunicação do crime, policiais civis da DRCO e do GPE foram deslocados para Bom Jesus do Tocantins para se juntarem a policiais civis e militares da região nas buscas e investigações do assalto. Informações iniciais recebidas eram de que seis homens participaram ativamente do crime.

Durante as investigações, explica o delegado Evandro Araújo, foi possível identificar a rota de fuga dos assaltantes, que usaram o ramal da Fazenda Lua Cheia, na BR 222, a 14 km após a sede do município. O veículo utilizado no crime, um carro Fiat Palio prata, placa QDU-9606, foi abandonado pelos assaltantes nas proximidades da Vila Brasileira, situada 40 km após a entrada do ramal.

Os policiais civis realizaram investigações nas localidades da estrada, onde obtiveram informações de que os criminosos haviam entrado em outro veículo – uma caminhonete modelo S10 – e seguido em direção ao Km 60, de acesso a Jacundá. Os policiais civis permaneceram fazendo saturação na região, até que receberam novas informações de que três suspeitos teriam sido vistos caminhando pela beira do ramal, com mochilas nas costas.

As equipes de policiais civis foram ao ramal e, após percorrerem três quilômetros, se depararam com uma viatura da Polícia Militar de Nova Ipixuna seguindo no sentido oposto ao das viaturas da Polícia Civil. O carro continha três homens com as mesmas características dos suspeitos vistos na estrada.

Ao perceberem a aproximação da equipe da DRCO, os policiais militares que estavam na viatura desobedeceram a ordem de parada e tentaram fugir do local, sendo interceptados por uma das viaturas do GPE.

Nesse momento, os policiais militares, ao serem indagados sobre as pessoas que estavam dentro da viatura, relataram que seriam conhecidos da região, aos quais estariam dando carona do ramal até a rodovia estadual.

Os policiais civis, porém, reconheceram um dos suspeitos como o assaltante de banco conhecido como Professor, que já havia sido preso em outras ocasiões. Com a aproximação de outros policiais civis, o sargento que dirigia a viatura entrou rapidamente no veículo e acelerou para tentar fugir, mas o veículo foi cercado por outra viatura da Polícia Civil. Os policiais militares foram abordados em companhia dos três homens.

Durante a revista da viatura, foram encontradas duas carabinas Magal calibre ponto 30 e dois fuzis Mosquefal calibre 762, além de munição de calibres 762 e ponto 30; as três pistolas dos PMs também foram apreendidas. Na mochila de um dos presos, foram encontrados ainda: um rádio comunicador, um capuz tipo balaclava e luvas.

No momento em que estavam sendo abordados, um dos policiais militares jogou seu celular na mata e o outro tentou fugir a pé, em direção à estrada vicinal, mas foi alcançado e detido. Os policiais civis foram até o ramal, onde localizaram uma caminhonete S10, utilizada pelos assaltantes na fuga.

O veículo, explica o delegado Evandro Araújo, estava escondido em uma pequena propriedade rural. Os seis acusados foram autuados pelos crimes de roubo qualificado e associação criminosa.

Em depoimento, os três presos confessaram participação no assalto e disseram que os PMs estavam no local para resgatá-los; as armas e munições apreendidas pertencem à PM. As investigações continuam para identificar e prender os demais envolvidos no assalto. O delegado Claudio Galeno enfatizou que as corporações policiais não toleram qualquer desvio de conduta por parte de seus agentes.

O cabo Rusimuller Souza, oficial da Corregedoria da PM, explica que, a partir das investigações realizadas pela Polícia Civil e a prisão de policiais militares, o órgão correcional da Polícia Militar passou a acompanhar a apuração do assalto ao banco.

Dessa forma, os PMs irão responder a um processo administrativo na Corregedoria, além do processo criminal que já estão respondendo. Eles estão passíveis de possível exclusão da PM. O processo administrativo vai tramitar por 30 dias, que podem ser renovados por mais 20 dias e, ao final, um Conselho de Disciplina irá fazer o julgamento do processo.

(Fonte: Polícia Civil do Pará)

Bom Jesus do Tocantins

Sindicato dos Bancários aponta 26 assaltos a bancos no Pará de janeiro até agora

Apenas na região sul/sudeste do Pará foram sete explosões de agências bancárias, como a de Bom Jesus do Tocantins
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Por volta do meio dia de ontem, quarta-feira, 10, a dirigente da Subsede do Sindicato dos Bancários do Pará e funcionária do Banpará, Heidiany Moreno, chegou até a agência assaltada em Bom Jesus do Tocantins para verificar de perto a situação e dialogar com os bancários. Segundo ela informou agora à tarde à Reportagem do blog, o bando, entre 8 a 10 pessoas, rendeu e fez o vigilante da unidade de refém, o qual foi libertado na fuga dos assaltantes. Eles explodiram 3 caixas eletrônicos (deixaram um intacto) e levaram dinheiro dos mesmos. O grupo ainda tentou explodir o cofre da tesouraria, mas a tentativa foi frustrada.

Essa foi a 26ª ocorrência registrada pelo Sindicato dos Bancários em 2018, sendo 19 assaltos consumados e 7 tentativas. Em 2017, nesse mesmo período de 1º de janeiro a 10 de julho, o sindicato registrou 23 ocorrências, sendo 13 assaltos consumados e 10 tentativas. Os dados apontam um crescimento de, aproximadamente, 9% nos números de assaltos a bancos no Pará.

Segundo Heidiany Moreno, apenas no sul e sudeste do Pará ocorreram sete explosões de agências bancárias de janeiro até ontem. “Há uma semana explodiram o Banpará de Canaã dos Carajás e há mês haviam feito o mesmo em Abel Figueiredo”, lamenta.

Ela destaca que os novos cofres das tesourarias dos bancos são inteligentes. Com impacto, travam. Com novo impacto, dilaceram e soltam tinta para manchar as notas, que perdem valor. “Conseguiram sucesso apenas no autoatendimento. Destruíram três e um ficou intacto. Não houve segundo impacto no cofre da tesouraria”, revela.

Ainda de acordo com Heidiany, não dá para saber quanto em dinheiro foi levado pelos bandidos porque os bancários são proibidos de acompanhar a perícia, que é feita pela Polícia Federal.

Na avaliação de Heidiany Moreno, esses assaltos em bancos de cidades pequenas só ocorrerem por falta de segurança e os bancários acabam sofrendo também, porque são transferidos de cidade em que estão estabilizados até que a agência em que trabalhavam volte a funcionar. Ela citou exemplos do que ocorre frequentemente em municípios como São Geraldo do Araguaia, São Domingos e Abel Figueiredo, onde o quadro policial é pequeno. “Infelizmente quem perde é a população. No caso do Banpará de Bom Jesus, ele era responsável pelo pagamento de parte da Folha da Prefeitura. Agora, as pessoas terão de se deslocar até Marabá para receber”, informa.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Concurso do Banpará deixa domingo em Marabá com cara de segunda-feira

Mais de 20 mil concurseiros de cidades do Pará, Maranhão, Tocantins e Goiás vieram fazer prova e concorrer a 119 vagas
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A rede hoteleira e restaurantes ficaram lotados neste final de semana em Marabá por conta do concurso público do Banco do Estado do Pará (Banpará), que acontece neste domingo, dia 6. Desde ontem, sábado, e hoje, domingo, a movimentação nas ruas da cidade dá aparência de segunda-feira, com congestionamentos e motoristas apressados.

O concurso do Banpará teve 94.256 inscritos para as 119 vagas ofertadas. Só aqui para o chamado Polo 4, com sede em Marabá, são 20.296 candidatos distribuídos em 30 escolas municipais e estaduais. O banco tem disponível 27 vagas para esta região, incluindo agências que ainda vão abrir, como Pau D’arco, no sul do Pará.

Jorge Carlos Andrade, de Tocantinópolis-TO, viajou 200 km para vir a Marabá realizar a prova, que fez na Escola Paulo Freire, no Bairro Belo Horizonte. Ele concorre ao cargo de Técnico Bancário, e diz que as questões estavam relativamente fáceis. “Fiz cursinho preparatório, me dediquei para isso nos últimos quatro meses e estou confiante, embora saiba que a concorrência é gigantesca”, reconheceu.

De Tailândia, o contador Jackson Lindemberg Cruz crê que embora seu cargo seja específico e haja apenas uma vaga, o número de concorrentes (362) chega a ser bastante representativo. Disse que gostou bastante da prova de conhecimentos específicos da área, mas teme em tropeçar em algumas “cascas de banana” da Língua Portuguesa. “São regras demais e algumas delas acabam confundindo a gente”, disse, reconhecendo que precisava estudar um pouco mais.

O cargo de Técnico Bancário é o mais concorrido, com 91.329 interessados. A prova objetiva foi realizada hoje e a de títulos, para os cargos de Contador, Assistente Social, Engenheiro Civil, Engenheiro Eletricista, Engenheiro Mecânico e Médico do Trabalho será realizada posteriormente.

O salário varia de R$2.192,88 (nível médio) a Salário: R$5.770,90 (nível superior).

Benefícios

Aplicam-se a todos os cargos de Nível Médio e Nível Superior a participação nos lucros e resultados do Banpará, nos termos da legislação pertinente; possibilidade de adesão ao Plano de Saúde e ao Plano de Previdência Complementar; Auxílio Refeição/Alimentação e Auxílio Cesta/Alimentação; possibilidade de adesão ao Plano de Cargos, Carreira e Salários do Banco.

Por Ulisses Pompeu – de Marabá

Banco da Amazônia firma parceria em Marabá para aplicação de R$ 700 milhões no Sudeste Paraense

Na região, o Banco da Amazônia conta com 1 superintendência, 16 agências e 1 posto Avançado de Atendimento.
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Com objetivo de estimular o desenvolvimento de projetos sustentáveis para o Sudeste Paraense, o Banco da Amazônia e o Governo do estado vão assinar no próximo dia 29 de março, um protocolo de intenções para impulsionar os negócios sustentáveis dos 39 municípios que abrangem essa região. A cerimônia de assinatura será realizada na Sede da Secretaria do Governo em Marabá.

De acordo com o presidente do Banco, Marivaldo Melo, os recursos que o Banco da Amazônia pretende aplicar no Sudeste Paraense em 2018 somam mais de R$ 700 milhões. “O Banco vai fomentar todos os setores da economia e fortalecer empresas de todos os portes da região. Assim, vamos promover a melhoria de qualidade de vida, geração de renda e desenvolvimento sustentável”, informou.

Segundo o superintendente regional do Banco, Pedro Busatto, os principais demandantes dos recursos são agropecuaristas, principalmente, dos setores de pecuária de corte e agricultura. “Mas há uma gama de Arranjos Produtivos Locais que demandam recursos como cacau, cupuaçu, mandioca, abacaxi, pecuária leiteira, reflorestamento, custeios em geral, comércio e serviços, dentre outros”, comentou.

Parceria impulsiona negócios sustentáveis

O protocolo entre o Banco e a Secretaria de Governo tem por objetivo mobilizar e integrar as classes produtoras e demais parceiros institucionais para a aplicação dos recursos de fomento disponíveis, em apoio ao desenvolvimento dos setores produtivos do Pará, em bases mais sustentáveis. O trabalho conjunto prevê, ainda, contribuir com a estruturação e o fortalecimento dos aglomerados econômicos, arranjos produtivos locais e as cadeias produtivas do Estado e criar iniciativas que reduzam as desigualdades locais.

A parceria também objetiva a promoção da cultura do empreendedorismo consciente, estimulando e apoiando a adoção de melhores práticas produtivas sustentáveis, por meio de negócios que gerem a distribuição de renda, criem oportunidades de ocupação de mão de obra e de emprego e promovam a inclusão social.

Para cumprir com esses objetivos, caberá ao Banco atuar alinhado com as prioridades setoriais e espaciais definidas pelas políticas dos Governos Federal e Estadual; divulgar amplamente os programas de financiamentos, as normas e procedimentos operacionais, visando facilitar a habilitação dos beneficiários ao crédito; induzir e apoiar o fortalecimento do associativismo/cooperativismo de produção do meio rural, agroindustrial e industrial; assegurar recursos financeiros para financiar investimento, custeio e capital de giro, em consonância com os normativos vigentes; e construir parcerias como forma de somar esforços a serviço do desenvolvimento local.

Já ao Governo do Estado na região, caberá potencializar o agronegócio, promovendo a inserção da produção familiar nos mercados, bem como os setores industriais e de serviços, a partir da expansão de atividades de maior demanda de mão de obra, intensificando a geração de emprego e renda. E, ainda, assegurar e disponibilizar os serviços de assistência técnica e extensão rural do Estado e garantir recursos financeiros para melhorar e expandir a infraestrutura econômica básica em áreas prioritárias.

Investimentos do Banco da Amazônia no Sudeste do Pará chegam a R$ 435 milhões

Em 2017, o Banco aplicou no Sudeste Paraense aproximadamente R$ 435 milhões em crédito de fomento, o que torna o Banco da Amazônia responsável por mais de 62,40% do crédito de fomento aplicado nessa região e conta com 1 superintendência, 16 agências e 1 posto Avançado de Atendimento.

Nessa região, o Banco tem o saldo da carteira de crédito de R$ 2,20 bi com recursos do FNO. O saldo das contratações de fomento em 2017 soma R$ 2,21 bilhões.

No que se refere às aplicações de crédito no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), no período de janeiro a dezembro de 2017 (ano civil), o Banco tem um saldo de R$ 647,84 milhões.

Serviço:

Evento: Banco da Amazônia firma parcerias em Marabá para aplicação de R$ 700 milhões no Sudeste Paraense

Data: 29 de março de 2018

Hora: 16h

Local: Secretaria de Estado de Governo – Marabá-PA.

banco

Banpará inaugura modernas instalações em Tucuruí

Banco foi o 1º banco a se instalar na cidade de Tucuruí em setembro de 1975. Novo prédio dispõe de rampa de acesso, piso tátil, banheiros para Portador de Necessidades Especiais, mobiliário e equipamentos com requisitos de fácil acesso
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O Banpará inaugurou nessa segunda-feira (29), as suas modernas instalações no município de Tucuruí, região sudeste do Pará. O Banco disponibilizou aos seus clientes e comunidade em geral, um confortável e amplo espaço com o objetivo de melhor comportar os munícipes e funcionários. Atendendo às exigências de acessibilidade, o prédio dispõe de rampa de acesso, piso tátil, banheiros para Portador de Necessidades Especiais – PNE, mobiliário e equipamentos com requisitos de fácil acesso.

Na cerimônia de inauguração estiveram presentes os diretores Jorge Antunes, da Área Comercial e fomento e Braselino Assunção, diretor da Área de Controle, Risco, Planejamento e RI, além das autoridades, funcionários e clientes.

Jorge Antunes, em seu discurso, disse que o Banco tem como estratégia ampliar e modernizar sua rede de atendimento para, em conformidade com a sua missão, continuar atuando para o desenvolvimento econômico e social do Estado. “Assim, continuamos com a entrega de agências com espaços mais adequados para o trabalho dos nossos funcionários e para a comodidade dos nossos clientes”, afirmou o diretor.

“O Banpará foi o 1º banco a se instalar na cidade de Tucuruí em setembro de 1975. E agora reformou e modernizou as nossas instalações o que proporcionará aos funcionários maior conforto e segurança para trabalhar, bem como aos clientes mais comodidade, privacidade e melhor atendimento”, afirmou o gerente geral da agência Tucuruí, Erithon Gomes, ressaltando que a nova agência gerará novos negócios e fidelização de mais clientes; o crescimento sustentável da agência e consequentemente maior resultado para o Banco.

Expansão 2017

O Banpará inaugurou em 2017 as novas instalações de 16 agências: Anapu, Maracanã, Tracuateua, Concórdia do Pará, Castanhal, Goianésia do Pará, Icoaraci, BR Ananindeua, Primavera, Monte Alegre, Garrafão do Norte, Vitória do Xingu, Viseu, Marabá são Félix, Conceição do Araguaia e Abel Figueiredo, além da reforma das instalações do Posto de Atendimento Uepa. Foram também inauguradas agências em Aurora do Pará, Cachoeira do Arari, Trairão, Augusto Corrêa, São Félix do Xingu, Tomé-Açu – Quatro Bocas, Ponta de Pedras, o posto de atendimento no Palácio do Governo, e o Banpará Digital, no Shopping Boulevard.

Serviço

A agência Tucuruí está localizada na Travessa Lauro Sodré, n° 486, Bairro Jaqueira, com atendimento ao público no horário de 10h as 15h. O autoatendimento funciona das 7h às 22 horas.

Com informações da Ascom Banpará
Assalto a Banco

“Lampião”: Bandidos fortemente armados promovem madrugada de terror em Floresta do Araguaia, no Pará

Eles explodiram a agência do Banpará, inaugurada há menos de um ano
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Os cerca de 20 mil habitantes do município de Floresta do Araguaia, no sudeste do Pará, passaram por momentos de terror durante a madrugada desta quinta-feira (16). Por volta da 1 hora da madrugada um bando fortemente armado invadiu a cidade e explodiu a agência do Banpará, inaugurada em dezembro passado.

Os bandidos, no modelo “Lampião Moderno”, que é quando invadem a cidade atirando e fazem reféns para escapar, levaram uma quantia de dinheiro ainda não informada pelo banco.

Áudios de três bombeiros civis que fazem a vigilância noturna da sede do município enviados ao Blog dão conta que os reféns foram liberados logo após a fuga. Pelos áudios percebe-se os momentos de aflição pelo qual a população de Floresta passou durante a madrugada, quando centenas de tiros de armas de grosso calibre foram disparados.

 

 

 

Floresta do Araguaia é o município que mais produz abacaxi no Brasil, com mais duzentos milhões de frutos por ano e safra intensa de dezembro à maio, saindo todos os dias cerca de sessenta caminhões carregados para vários lugares do Brasil.

Veja as fotos abaixo:

Banpará

Banpará inaugura em Marabá 114ª agência do Estado

O estabelecimento bancário fica no Bairro São Félix e era um anseio antigo daquela comunidade, sobretudo dos comerciantes
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Por Eleutério Gomes – de Marabá

O Banco do Estado do Pará (Banpará) inaugurou nesta quarta-feira (25), em Marabá, a 114ª agência no Estado. Fica no Bairro São Félix, do outro lado do Rio Tocantins, atravessando a ponte rodoferroviária. Naquela localidade, há muitos anos a população, sobretudo os comerciantes, reivindicavam do governo e de instituições privadas um estabelecimento bancário, mas nunca haviam sido atendidas. Além daquele núcleo, o banco vai atender também o Bairro Morada Nova, somando assim uma população de aproximadamente 70 mil habitantes.

Presente à inauguração, o vice-governador Zequinha Marinho destacou o crescimento do Banpará, que seis anos atrás tinha somente 42 agências e hoje já conta com 114 em 97 municípios. “Hoje é o terceiro maior banco de varejo do País. E esse crescimento indica o aumento da presença do governo do Estado no interior do Pará”, acentuou.

O prédio onde está instalada a agência conta acessibilidade e adaptações para pessoas com deficiência e utilização de materiais ambientalmente corretos na estrutura física. É dotado ainda de sensores de presença de iluminação, lâmpadas de led, sistema de captação de água da chuva para utilização nas caixas sanitárias com acionamento de meia e completa descarga e torneira com fechamento temporizado.

Além do vice-governador, estiveram presentes à inauguração os vereadores Márcio do São Félix, Nonato Dourado e Edinaldo Machado, o deputado estadual João Chamon Neto, o vice-prefeito de Marabá, Tony Cunha, e diversas lideranças comunitárias.

João Luís Serra, comerciante do bairro, disse estar satisfeito com a presença do Banpará no São Félix: “Agora não vamos mais precisar fazer uma ‘viagem’ até Marabá para pagar um simples boleto ou abrir uma conta”, comemorou.

A agência do São Félix é a terceira de Marabá e terá à frente a gerente Keila Lopes de Almeida. As outras duas ficam nos núcleos Nova Marabá e Cidade

No ano passado foram abertas agências em Trairão, Cachoeira do Arari, Aurora do Pará, Augusto Corrêa e São Félix do Xingu, além do primeiro espaço de negócios digital do Brasil, o Banpará Digital, instalado no Boulevard Shopping, em Belém.

Também foram inauguradas agências em Anapu, Maracanã, Tracuateua, Concórdia do Pará, Castanhal, Goianésia do Pará, Garrafão do Norte, Vitória do Xingu, Monte Alegre, Abel Figueiredo, Icoaraci, Ananindeua e Primavera, e ainda foram reformadas as instalações do Posto de Atendimento da UEPA.

Bancos

Marabá: teto da agência do Banpará desaba e aproveitadores levam o despojo

O prédio em questão está localizado na VP-8, principal via do comércio do núcleo Nova Marabá e foi construído no início da década de 1980
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Por Ulisses Pompeu – de Marabá

No início do feriado de Carnaval, o teto da antiga agência do Banpará, em Marabá, desabou e começou a atrair saqueadores, que passaram a retirar a fiação elétrica, peças de vidro, fechaduras e outros utensílios que permaneciam no prédio.

O prédio em questão está localizado na VP-8, principal via do comércio do núcleo Nova Marabá e foi construído no início da década de 1980, mas com paredes frágeis. Por diversas vezes a reforma do prédio foi adiada, apesar de técnicos terem indicado o risco de queda do teto.

Em março de 2015, todavia, finalmente a direção do Banpará alugou um prédio do grupo Leolar, a 200 metros dali, quase ao lado da Delegacia da Polícia Federal para abrigar a Agência Central do banco em Marabá.

Está prevista a construção de um novo prédio, ou adaptação do antigo, mas, passados dois anos, isso nunca aconteceu. Na noite de sexta-feira, em meio a uma chuva forte e ventania intensa, o teto do agência veio ao chão, levando medo para moradores de uma vila de Quitinetes localizada ao lado do velho banco. “A gente achava, no começo, que tinham jogado bomba na agência do Bradesco, que fica ao lado. Eu e minha esposa deitamos no chão e esperamos o pior”, mas só depois de 20 minutos que desconfiamos que não eram bandidos, porque o silêncio permanecia”, conta o comerciante Carlos André Souza.

No domingo, 27, quando a reportagem do blog esteve no local, algumas pessoas percorriam o interior do prédio arrasado atrás do que levar para casa – para ficar ou para vender e ganhar algum dinheiro.

A reportagem do Blog tentou falar por telefone com Diomar Freitas de Araújo, gerente de serviços internos do Banpará em Marabá, mas ela não atendeu às ligações nem na segunda nem terça-feira.

O governo do Estado vai colecionando aluguéis em Marabá, embora tenha prédios próprios para abrigar serviços públicos. É o caso do curso de medicina no município. As obras do prédio próprio iniciaram em 2011 e deveriam estar prontas no ano seguinte para abrigar as turmas que estavam entrando, mas até hoje os estudantes continuam tendo aulas em salas da Faculdade Metropolitana, para quem o Estado paga aluguel caro. Enquanto isso, as obras do prédio estão paradas.

Mais recentemente, o Estado alugou um prédio para abrigar a sede da Sespa em Marabá, para reformar o espaço próprio localizado no bairro Novo Horizonte. Passados três meses, nenhuma obra foi iniciada no local.