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Pará

Instalação de bueiros causa lentidão na rodovia entre Marabá e Eldorado

DNIT mantém alerta permanente em função das fortes chuvas que têm cortado trânsito em estradas da região

Uma das rodovias federais mais movimentadas do sudeste do Pará, a BR-155 está com trânsito lento entre Marabá e Eldorado do Carajás nesta segunda-feira, dia 16. É que a empresa contratada pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte) está instalando bueiros próximo ao Posto de Fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (a 20 km de Marabá) e o tráfego de veículo está ocorrendo em apenas uma pista, causando longo engarrafamento em alguns momentos. A instalação é necessária para evitar problema mais grave naquele perímetro, como vem acontecendo em vários trechos desta e de outras rodovias da região.

Segundo Jairo Rabelo, a rodovia chegou a ficar parte do dia totalmente bloqueada e a empresa que executa o serviço está trabalhando em regime permanente, sem interrupção dos trabalhos, para que o tráfego de veículo seja normalizado.

Jairo observa que a equipe do DNIT está atenta a todos as interrupções de tráfego que vêm ocorrendo nas estradas federais da região, atuando de forma quase imediata para solucionar os problemas causados pelas fortes chuvas. “Estamos fazendo a composição de bueiros de concreto e para a conclusão disso temos que interditar por alguns minutos ou até algumas horas a pista. Nesse período chuvoso acaba comprometendo um pouco o serviço, o que requer um tempo maior, mas trabalhamos para restabelecer tudo no menor tempo possível”, esclarece.

Pará

Trechos da BR-155 voltaram a ter tráfego parcialmente normalizados, segundo DNIT

A pista foi liberada após intervenção do Dnit

Durante a manhã desta quinta-feira  (12), a Polícia Rodoviária Federal,  informou ao blog, que equipes do DNIT estavam trabalhado  na reconstrução  de trechos  de dois pontos críticos da BR- 155.

A previsão era que  a rodovia estaria normalizado as 10h30 da manhã,  o que não aconteceu.

Em buscas  de respostas aos nossos leitores, o blog voltou a fazer contato na tarde desta quinta-feira com Marcelo Paiva, analista de infraestrutura do DNIT de Redenção. Paiva disse que o trecho da BR-155, no km 156, já está restabelecido; e que às 17h30  a cratera do km 166 também estava normalizada.

Mas atenção, a Polícia Rodoviária Federal  (PRF) pede atenção redobrada aos motoristas nesses dois pontos críticos da rodovia, pois estará funcionando apenas a metade da pista.

Entenda o caso
Devido às fortes chuvas que caíram  na madrugada da última quarta-feira (11), vários lugares da região foram afetadas a BR- 155 ficou paralisado por mais de 24 horas, segundo a Polícia Rodoviária Federal.

Sapucaia

BR-155 entre Sapucaia e Eldorado do Carajás continua interditada

DNIT trabalha desde às 14 horas de quarta-feira (11) para recuperar e liberar trechos da rodovia.

Uma das mais importantes rodovias do sul do Pará, a BR-155, que liga Redenção a Marabá, está interditada no KM 156, nas proximidades da sede do município de Sapucaia. O rompimento da pista foi causado pelas fortes chuvas que caíram na região durante a madrugada de quarta-feira (11).

No local em que a pista cedeu, um caminhão tipo bi-trem que passava pelo local teve um dos compartimentos levado pela correnteza. Nossa equipe de reportagem não obteve informações se alguém que estava no veículo ficou
ferido.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que está no local desde as primeiras horas de quarta-feira, uma equipe do DNIT, chegou por volta das 14h00 de ontem e trabalha intensamente pra resolver o problema. A previsão é de que metade da pista seja liberada a partir da 10h30 da manhã de hoje. Enquanto isso, o tráfego segue
completamente paralisado.

Chuvas

BR-155: Rio Maria tem 400 famílias desalojadas. Dnit segue com equipes em Xinguara

Chuvas dos últimos dias derramaram 145 milímetros de água naquela região, quase o dobro da média de 80 milímetros

Por Eleutério Gomes – de Marabá

A cidade de Rio Maria, a 270 km de Marabá, na Rodovia BR-155, está sendo duramente castigada pelas chuvas que estão caindo na região. Devido a subida e transbordamento do rio que dá nome ao município, nos últimos dois dias, 400 famílias estão desalojadas – mudaram-se para a casa de parentes ou amigos – e duas desabrigadas. De acordo com o comandante do 10º Grupamento Bombeiro Militar, de Redenção, major Marcos Felipe Galúcio Souza 10º GBM, a situação deve se prolongar por mais alguns dias.

Ele esteve na cidade levantando dados da situação a fim de fazer detalhado relatório para a Defesa Civil Estadual e também a fim de orientar as Defesas Civis Municipais sobre como também elaborar esse tipo de documento. Galúcio salientou que o volume de água que caiu nos últimos chegou a 145 milímetros, quando a média anual é de 80 milímetros, “e isso em época de muita chuva forte”.

Quanto ao rompimento da Rodovia BR-155, a 3 quilômetros de Rio Maria no sentido de Marabá, o major informou ao Blog que, além da forte vazão do Rio Mariazinha, o rompimento da barragem do Condomínio Nova Suíça, em Xinguara, colaborou para que a situação se agravasse, pois, fez aumentar a força da correnteza.

Equipes do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) estão tanto lá quanto à altura do Rio Vermelho, na localidade Gogó da Onça, segundo o supervisor do órgão em Marabá, Jairo de Jesus Rabelo. Ele explicou ao Blog na noite desta quarta-feira (7) que conseguiu liberar o tráfego em parte da pista, mas o trabalho segue em ritmo lento porque o  material empregado no reparo está muito úmido.

“Há dois engenheiros e equipes na BR-155 verificando qual o melhor tipo de intervenção que pode ser feito para que a estrada seja logo recuperada. No momento, provisoriamente, estamos usando material mais seco, rocha”, detalhou ele. (Fotos cedidas pelo major BM Galúcio)

Cotidiano

Movimento Sem Terra exige retomada de negociação com a Vale e fecha três pontos em Parauapebas

A cidade está parada e à mercê da boa vontade do MST para voltar à normalidade.

Com uma pauta extensa de reivindicações feitas a Vale, o Movimento Brasileiro dos Sem Terra (MBST), por meio da Frente Nacional de Luta Campo e Cidade (FNL), interdita desde as primeiras horas desta segunda-feira (27), a Portaria que dá acesso a Floresta Nacional de Carajás (FLONACA), a Rodovia Faruk Salmen (próximo ao Parque de Exposições) e a Estrada de Ferro Carajás, no Km 854.

Entre as solicitações do movimento estão a implantação de torre de comunicação, para atender cerca de 10 mil famílias assentadas; implantação de unidade de derivados de leito; aquisição de três farinheiras; construção de sete quadras poliesportivas cobertas; construção de quatro galpões para implantação das agroindústrias; construção de escola técnica; caminhões para transporte de leite; repasse de parte da Compensação Financeira pela exploração de Recursos Minerais (CEFEM) a ser aplicado na área do Contestado, entre outras solicitações.

“Ainda no dia 12 de setembro, em Brasília, foram fechados vários acordos com representantes da Vale. E por infelicidade, parece que o pessoal está levando na brincadeira, pois, depois disso, não tivemos nenhum retorno. Enquanto a Vale não se pronunciar, para que a gente resolva essa situação, a gente vai ficar aqui”, disse João Batista, um dos coordenadores do movimento.

João explica ainda que a negociação deverá ser feita via Brasília. Portanto, não há uma previsão para liberação dos espaços ocupados pela FNL. “Aqui, o pessoal da Vale de Carajás não vai resolver nada. Essa negociação deve ser feita via Brasília. É uma coisa simples, social”, esclareceu.

Segundo informações, o fechamento da linha férrea já começa a comprometer o abastecimento de combustível na região, além de ter provocado o cancelamento das viagens do trem de passageiros. Hoje, novamente, o transporte via Estrada de Ferro Carajás foi cancelado.

Carajás

Uma moradora de Carajás teve a rotina modificada e não entende como esse tipo de protesto consegue melhorias. “Aguardo sempre minha diarista que chega na faixa de 7h30, mas quando acordei já vi a mensagem de que a portaria estava fechada desde a madrugada. Já temos um combinado de que, quando tem protesto, eu desço para buscá-la e ela passa pela lateral. Mas muda nossa rotina. Minha sorte é que meu esposo não trabalhou e ele foi buscá-la. E ainda deu carona para um morador que trabalha em Parauapebas e estava sem transporte para descer. Eu fui cuidar dos meus filhos para irem para a escola”, relatou. “Não entendo esse tipo de protesto, que afeta o direito do outro de ir e vir. Além do mais, não vejo resultado nesse tipo de intervenção. Eles pedem tanta coisa, querem tantos direitos, mas ferem o nosso direito de acesso. Infelizmente o povo brasileiro não enxerga a ditadura velada que estamos vivendo…”, concluiu.

Br-155

A Agência Pará informou que na BR-155, a Polícia Militar atende, na manhã desta segunda-feira (27), a solicitação de apoio policial para cumprimento de liminar expedida pelo juiz da 3ª Região Agrária de Marabá, Amarildo José Mazutti, que determina a reintegração de posse das fazendas Cedro e Fortaleza, localizadas à margem da BR-155, em Eldorado dos Carajás.

Equipes da Polícia Rodoviária Federal bloquearam as duas vias da BR-155 para garantir a segurança da operação. O fluxo de veículos já foi liberado às 9h da manhã. O efetivo da PM conta com cerca de 100 militares do Comando de Missões Especiais, do Comando de Policiamento Regional II e reforço do Grupamento Tático Operacional dos municípios de Marabá e Parauapebas.

A ação está sendo realizada de forma pacífica e segue até o final da tarde da próxima quarta-feira, 29.

Faruk Salmen

A Estrada, que dá acesso à Zona Rural de Parauapebas e ao Projeto Salobo, está interditada desde as primeiras horas da manhã e faz parte da estratégia do movimento de paralisar as operações da mineradora Vale na região.

EFC

A estrada de Ferro Carajás vem sendo palco de interdições desde a semana passada, quando foi interditada no Maranhão por moradores que exigiam uma máquina para um Assentamento próximo da cidade de Santa Inês. Hoje, está interditada no km 854. As constantes interrupções no tráfego já provocam a falta de combustível nas distribuidoras, em Marabá.

Nota do Blogger

Sem entrar no mérito dos que está sendo reivindicado, já que sou daqueles que pensa que às vezes é melhor ouvir porcarias do que ser surdo, me atenho às manifestações. O direito de manifestação está previsto na Constituição Federal, no artigo 5º.

Mas, como tudo nessa vida, há de ter um mínimo de bom senso por parte dos manifestantes. Não é possível que toda a população de Parauapebas tem de se submeter aos caprichos dos manifestantes porque a mineradora não cumpriu a promessa (se é que foi prometido) de construir, por exemplo, sete quadras poliesportivas cobertas. O direito de ir e vir é garantido pela mesma Constituição que garante o direito deles se manifestarem.

A população já está esgotada de tantas interdições de estradas, de bloqueios aos acessos aos projetos da Vale na região. Tenho certeza que boa parte da população até comunga com algumas das solicitações dos manifestantes, mas pra tudo há um limite, e o movimento já ultrapassou a todos. Tem razão os manifestantes em tentar garantir a execução dos acordos? Sim. Mas é impreterível que eles busquem novas formas de “incentivar” a Vale a cumprí-los. Interditar? Já deu!

incra

Incra Regional e MST entram em acordo e Rodovia BR-155 é liberada

O movimento bloqueou a estrada, que ficou interditada por dois dias em protesto contra as desocupações que vêm ocorrendo na região
Por Eleutério Gomes – de Marabá

Por volta das 17h desta quarta-feira (22), integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra), que há dois dias bloqueavam a Rodovia BR-155, entre Marabá e Eldorado dos Carajás, liberaram a estrada. Eles protestavam contra o cumprimento de 14 mandados de reintegração de posse, determinados pelo Poder Judiciário, que estão ocorrendo na região.

Na manhã de hoje, o superintendente regional do Incra, Asdrúbal Bentes, esteve na área para negociar com o MST a desobstrução da rodovia. Na ocasião ele se comprometeu em viabilizar cestas-básicas para as famílias acampadas, por meio da Ouvidoria Agrária Regional e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em seguida, Asdrúbal se dirigiu para uma reunião com o juiz José Amarildo Mazutti, na Vara Agrária de Marabá, a fim de discutir a situação das famílias e dos processos das fazendas.

Após a conversa com o magistrado, Asdrúbal tranquilizou os líderes e demais participantes do movimento e a BR-155 foi desobstruída. (Com informações da Assessoria de Comunicação do Incra)

Conflito Agrário

Movimentos sociais que lutam pela Reforma Agrária interditam BR-155 após baleamento de membro do grupo em Eldorado dos Carajás

Homem estava dentro da Fazenda Surubim quando foi atingido por dois tiros.

A BR-155 está interditada por Movimentos Sociais desde o início da manhã desta segunda-feira em local próximo ao Acampamento Osmir Venuto, entre a Vila Gogó da Onça e Eldorado do Carajás.

Segundo informações da Polícia Militar do Pará, por volta das 10 horas a GU da PM recebeu uma ligação informando um possível assalto nas proximidades da Fazenda Surubim, mas que, quando chegou ao local se tratava da interdição da BR-155 por parte de pessoas ligadas ao Movimento Feminino Popular – MFP – e Liga dos Camponeses Pobres – LCP.

O motivo da interdição, segundo a PM, seria em virtude do baleamento de Denizart Alves de Souza, 54 anos, ligado aos movimentos, que ocorreu hoje pela manhã. Segundo os manifestantes, a vítima estava próximo a uma represa, nas proximidades do acampamento, quando foi surpreendida por um indivíduos não identificados que efetuaram dois disparos de arma de fogo nas costas da vítima.

Ainda segundo a PM, os manifestantes irão manter interditada a estrada até a chegada de agentes da   Delegacia Especializada em Conflitos Agrários – DECA – no local.

Cerca de 150 manifestantes estão no local nesse momento interditando a BR-155, que liga os municípios de Redenção e Marabá. Um grande congestionamento já se forma no local.

Denizart Alves de Sousa foi encaminhado ao Hospital Municipal de Eldorado do Carajás e passa bem.

O Blog não conseguiu contato com os representantes da Fazenda Surubim.

MST

Bloqueio da BR-155 segue pelo segundo dia e agora à tarde o clima ficou tenso por conta de ação da PRF

MST exige a revisão na política de cortes do orçamento e a não extinção do Pronera. Negociações com o governo federal foram retomadas depois das 15h.
Por Eleutério Gomes – de Marabá

Segue interditada, desde ontem, quarta-feira (18), a Rodovia BR-155, à altura da Fazenda Cedro, entre Marabá e Eldorado do Carajás. O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) é o responsável pelo bloqueio, como integrante da Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária, que acontece em vários Estados. Na noite de ontem a estrada foi liberada, mas, por volta das 6h30 de hoje voltou a ser fechada.

Manoel Souza, um dos coordenadores do MST no Pará, afirma que não há previsão de desbloqueio tão cedo, a não ser que o Incra, em Brasília (DF), dê uma posição sobre a pauta de reivindicações do movimento.

As negociações, em Brasília (DF) iniciaram logo pela manhã, mas ao meio-dia foram suspensas. Porém no meio desta tarde foram retomadas.

Segundo Souza, o fato de o governo, por meio do Incra, ter se mantido em silêncio ontem, só piorou a situação. A passagem está liberada apenas para ambulâncias e carros transportando pessoas doentes. Ele sentenciou que, caso não haja uma posição, o bloqueio será mantido sem prazo para terminar.

Na quarta, a estrada ficou interditada da manhã à noite e causou muitos protestos de condutores e pessoas que estavam viajando pela rodovia, quando o congestionamento, de mais de dois quilômetros se formou. Hoje, a situação se repete.

As reivindicações do MST são: revisão da política de corte de orçamento que diminuiu os recursos para a reforma agrária; e manutenção do Pronera (Programa Nacional de Educação da Reforma Agrária), que estaria ameaçado de extinção diante da política de cortes do governo.

Na Capital Federal, o Ministério do Planejamento também está ocupado. Uma comissão nacional foi formada a fim de negociar com o governo, tentando a revisão do orçamento da reforma agrária.

Em Marabá, na margem da estrada, 700 famílias estão acampadas. Vieram dos acampamentos Frei Henri, Dalcídio Jurandir, Hugo Chaves e Helenira Rezende.

PM e e agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) permanecem no local da ocupação para evitar tumulto, como o que iniciou ontem, mas foi contido a gás de pimenta, quando um condutor tentou atropelar os manifestantes, que revidaram.

Agora há pouco – 16h50 desta quinta –, de acordo com Poliana Barbosa, uma das líderes do movimento na BR-155, houve muita discussão com agentes da PRF que chegaram ao local encapuzados, tentando furar o bloqueio.

“O clima está tenso novamente e nós tememos pelo que pode acontecer devido essa atitude repressiva deles, tentando nos intimidar”, disse Poliana. O Blog tentou, mas não conseguiu contato com a PRF ou com a Assessoria de Comunicação do órgão, em Belém.