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BR-163

Exército chega na quarta (13) no Pará para iniciar pavimentação em trecho da BR-163

O comboio composto por 20 militares e 13 caminhões transportando dezenas de equipamentos e maquinários pesados ficará no distrito de Morais Almeida (Itaituba), onde será a base dos militares.

Está previsto para a próxima quarta-feira (13) a chegada do Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro, que saiu do estado de Minas Gerais, ao distrito de Morais Almeida, em Itaituba, no sudoeste do Pará, que tem a missão de ajudar no asfaltamento do trecho de 65 quilômetros da rodovia BR-163, entre os municípios de Trairão e Novo Progresso, região que virou um grande atoleiro em fevereiro de 2017, devido às fortes chuvas na região.

O comboio composto por 20 militares e 13 caminhões transportando dezenas de equipamentos e maquinários pesados ficará no distrito de Morais Almeida, onde será a base dos militares.

Procurado pelo Blog, o ministro da Integração Nacional Helder Barbalho, um dos que mais cobrou a urgência nesse asfaltamento, por conhecer a realidade daquela rodovia, disse: “não tenho medido esforços para aproveitar a oportunidade de, como ministro do Pará, viabilizar obras históricas que possam sair do papel, sair dos sonhos e se tornarem realidade. Continuarei trabalhando nesse sentido, para que nosso Pará possa receber esses investimentos que visam o seu desenvolvimento”.

Atoleiro

No início do ano, durante o escoamento dos grãos, o trecho não asfaltado da BR-163 deixou mais de quatro mil caminhoneiros parados por cerca de três semanas, acumulando prejuízo de R$ 1,2 milhão por dia, conforme levantamento das Associações Exportadoras de óleos e cereais. Os veículos tinham como o destino o Porto de Miritituba, em Santarém-PA, para escoar a produção de grãos vindos do estado do Mato Grosso.

Transporte

BR-163: Governo coloca Exército para asfaltar rodovia dos atoleiros no Pará

Promessa é concluir a pavimentação do trecho da BR-163 até Miritituba até o fim do ano que vem; presença do Exército ajudará a garantir a trafegabilidade do trecho.

Para evitar a repetição dos atoleiros que atrapalharam o escoamento da produção de grãos do Mato Grosso para os portos do Norte do País, o governo decidiu colocar o Exército para asfaltar um trecho da BR-163 no Pará. A promessa é concluir a pavimentação do trecho até Miritituba, em cujo distrito chamado Itaituba existem terminais graneleiros que utilizam o transporte fluvial, até o fim do ano que vem.

Já neste ano não haverá a repetição dos atoleiros, garantiu o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella Lessa. As obras de pavimentação já avançaram e, nos trechos que ainda não estarão asfaltados no próximo verão, haverá uma cobertura provisória de cascalho. Além disso, a presença do Exército ajudará a garantir a trafegabilidade do trecho.

As tropas trabalharão num trecho de 65 km entre Novo Progresso e Igarapé do Lauro para o qual já estava contratada uma construtora. Essa, porém, informou que não conseguiria executar a obra. Segundo Quintella, seria muito demorado fazer uma nova licitação para contratar outra empresa para continuar o serviço. Por isso, ele levou ao presidente Michel Temer a proposta de colocar o Exército para trabalhar no trecho.

Num exemplo sobre como multiplicar dividendos políticos com poucos recursos orçamentários, foi assinado hoje pela manhã um termo de transferência de recursos de R$ 128,5 milhões para o Exército. A cerimônia contou com a presença de três ministros.

Além de Quintella, participaram o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e o da Integração Nacional, Hélder Barbalho. O evento, originalmente marcado para a tarde de ontem, foi transferido para hoje para que os parlamentares do Pará pudessem participar.

Empolgado, o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) defendeu que o governo se empenhe em concluir a pavimentação de toda a rodovia até Santarém. “Ficaria para a história”, comentou. Ele disse que apresentou essa sugestão a Temer.

O deputado Beto Salame (PP-PA) aproveitou para pedir a duplicação da BR-230 nas proximidades de Marabá e disse que, se fosse o caso, apresentaria emenda ao orçamento de 2018 com esse fim.

O asfaltamento da BR-163 no Pará é uma batalha de 50 anos, disse Blairo Maggi. Ele contou que, em 1999, participou de um “caminhonaço”, no qual os produtores do Mato Grosso colocaram tratores em cima de caminhões e partiram pela rodovia, abrindo caminho e construindo pinguelas para chegar a Miritituba. Ele frisou que a renda dos produtores depende do acesso aos portos do chamado Arco Norte, no qual a BR-163 tem papel fundamental.

Na última safra, segundo Quintella, o volume de exportações de produtos do complexo soja pelos portos do Sul e Sudeste avançou 4,1%, enquanto nos do Arco Norte cresceram 34,6%. A pavimentação da BR-163 no Pará, disse ele, tem recursos garantidos, que não podem ser contingenciados (bloqueados) pela área econômica. “É uma obra prioritária”, afirmou. Renda dos produtores depende do acesso aos portos do chamado Arco Norte, no qual a BR-163 tem papel fundamental

Leilão

Consórcio paga R$ 68,2 milhões por concessão de terminais no Porto de Santarém

Ambos são terminais de madeira usados para o abastecimento de combustível na região

O Consórcio Porto Santarém venceu nesta quarta-feira (23) o leilão para dois terminais de cargas líquidas no Pará. Pelo primeiro terminal (STM 04), o grupo pagou R$ 18,2 milhões, após uma rodada de lances em viva-voz disputada com mais dois concorrentes. A proposta inicial do consórcio pela concessão, válida por 25 anos, era de R$ 11, 2 milhões.

Pelo segundo terminal (STM 05), o consórcio foi o único a apresentar propostas e pagou mais de três vezes a outorga mínima de R$ 15 milhões, com um lance de R$ 50 milhões.

Ambos são terminais de madeira usados para o abastecimento de combustível na região. O vencedor deverá fazer investimentos de R$ 29,8 milhões para ampliação dos tanques de abastecimento de gasolina, etanol e diesel. Além dos valores de outorga, o grupo terá de pagar aluguel de R$ 2,5 mil por mês pelo STM 04 e uma taxa de R$ 1,35 por tonelada movimentada. O STM 05 demandará custo fixo mensal de R$ 25 mil e um valor de R$ 5,40 por tonelada movimentada.

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Adalberto Tokarski, destacou que os contratos de operação dos terminais estavam vencidos, o que poderia gerar problemas de abastecimento na região. “Esses dois terminais não dão suporte só para a região de Santarém, mas para toda a região amazônica”, enfatizou.

BR-163

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintela, disse que o governo tem atuado para melhorar as condições da BR-163, que dá acesso aos terminais e que enfrentou problemas há algumas semanas. “O Exército será acionado em uma operação quase de guerra”, ressaltou o ministro sobre as ações de pavimentação que serão feitas na via. “Nossa expectativa é que esse tenha sido o último ano com esse tipo de problema na BR-163.”

Em fevereiro, por causa das chuvas intensas na região e do aumento do tráfego de caminhões carregados, a rodovia enfrentou a formação de vários pontos de atoleiro, em um trecho de 47 quilômetros, localizado entre as comunidades de Santa Luzia e Bela Vista do Caracol. As dificuldades de tráfego chegaram a formar 50 quilômetros de filas de caminhões. No início deste mês, os problemas se repetiram, e a circulação foi interrompida, no último dia 4, no sudoeste do Pará.

A BR-163, conhecida como Rodovia Cuiabá-Santarém, é a principal ligação entre a maior região produtora de grãos do país, em Mato Grosso, e os portos da Região Norte, principalmente em Miritituba e Santarém, no Pará.

Do Portal Amazônia, com informações da Agência Brasil

Transporte

Motoristas recusam frete de MT para portos do PA após atoleiros na BR-163

Devido aos atoleiros, o preço dos fretes aumentou

A situação precária da BR-163 entre os municípios de Trairão e Novo Progresso, no Pará, tem refletido no aumento da recusa dos motoristas que trabalham transportando soja de Mato Grosso para os portos de Miritituba, em Itaituba (PA), e de Santarém (PA). O congestionamento no trecho chegou a pelo menos 50 quilômetros.

Transportadoras da região norte do estado sofreram prejuízos após motoristas passarem até 20 dias atolados na rodovia. Em Sinop, a 503 km de Cuiabá, teve empresa que diminuiu em até 85% o número de transportes para Miritituba (PA). E, mesmo com a liberação da rodovia, algumas devem demorar para sair do prejuízo.

Devido aos atoleiros, o preço dos fretes aumentou. O transporte de uma tonelada de soja de Sinop para Miritituba custa, atualmente, R$ 200, ou seja, R$ 30 mais caro que antes dos atoleiros. Porém, nem isso está sendo suficiente para conseguir motoristas dispostos a fazer a viagem.

É o caso de Erondi da Silva, que passou 15 dias preso em um atoleiro na rodovia e teve boa parte do caminhão danificado e teve que usar o lucro da viagem para consertar o veículo.

“Quando você vai fazer o resumo não sobra nada, porque a estrada leva o seu dinheiro, então não está como a gente queria. É pneu que desloca, é carreta que torce, molejo que quebra. Quebra tudo”, disse.

Com a recusa dos motoristas e os problemas apresentados pela estrada, o escoamento dos grãos rumo ao Pará gera dúvidas. Na avaliação do presidente do Sindicato Rural de Sinop, Antônio Galvan, parte das cargas deve passar a ser direcionada para os portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), ainda que o custo do frete seja maior.

“O frete ultrapassou a casa dos R$ 300. Isso é uma realidade que veio de um prejuízo para todo o Brasil, por conta do descumprimento dessa exportação que já estava programada. Então com certeza o prejuízo foi na cadeia. Nós, como representantes do nosso setor, sentimos na pele também”, disse. (G1-TO)

Transporte

Tráfego de caminhões na BR-163, no Pará, é totalmente liberado

Cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que a conclusão do asfaltamento da BR-163 renderia uma economia de R$ 1,4 bilhão ao ano ao país.

O tráfego de caminhões na BR-163, no trecho que liga o Pará ao Mato Grosso foi normalizado no início da noite do domingo (5), informou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

Nos últimos dias, a chuva provocou atoleiros ao longo de um trecho que não é pavimentado, localizado entre as comunidades de Santa Luzia e Bela Vista do Caracol, no sudoeste do Pará.

Segundo o Dnit, todas as carretas já foram liberadas para seguir viagem após receberem apoio de equipes do Exército, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e de servidores do órgão, que foram enviados ao local para ajudar na liberação do trânsito.

Em fevereiro, a fila chegou a ultrapassar 3 mil caminhões em um longo trecho da rodovia. Com isso, o setor exportador de soja teve até agora prejuízos de R$ 350 milhões, segundo a Abiove (Associação de Exportadores e Indústrias (Abiove).

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse que somente as multas relativas aos 11 navios contratados que chegaram a esperar pela soja, mas que ficaram sem a carga, custaram cerca de US$ 6 milhões a empresas do setor.

Quem ficou parado
De acordo com o Dnit, a Defesa Civil local disponibilizou 3 mil cestas de alimentos e mais 3 mil galões de água para as pessoas que não conseguiram seguir viagem e ficaram retidas na estrada.

A BR-163, conhecida como Rodovia Cuiabá-Santarém, é a principal ligação entre a maior região produtora de grãos do país, em Mato Grosso, e os portos da Região Norte, principalmente em Miritituba e Santarém, no Pará.

Economia

Cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que a conclusão do asfaltamento da BR-163 renderia uma economia de R$ 1,4 bilhão ao ano ao país. A rodovia começou a ser construída em 1973.

As viagens de navio entre o Brasil e a Europa poderiam ser encurtadas em três a cinco dias, se as embarcações partirem dos portos do Norte do País e não dos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), segundo aponta o estudo da CNI “BR-163: quebra de paradigma no Transporte do comércio exterior”. A conclusão do asfaltamento é fundamental para a viabilização dessa rota, como mostra o congestionamento de caminhões que se formou na rodovia nos últimos dias.

“Se as obras estivessem prontas, a economia para o Brasil seria enorme em razão da maior proximidade dos portos do Pará com os Estados Unidos, a Europa e a Ásia, importantes destinos de produtos agroindustriais brasileiros”, diz o gerente-executivo de Infraestrutura da CNI, Wagner Cardoso, em nota divulgada pela entidade. “A conclusão das obras é urgente e colaborará para a retomada da competitividade do produto brasileiro.”

Além de permitir um uso mais intensivo dos portos do Norte, a conclusão da obra desafogaria os portos do Sul. Além disso, seria facilitado o trânsito de produtos da Zona Franca de Manaus para os mercados consumidores brasileiros, conclui a CNI.

Pará

Estudo de concessão da BR-163 entre MT e Pará é aprovado pelo Governo Federal

O estudo realizado por uma empresa de São Paulo, para concessão da rodovia federal BR-163 entre as cidades de Sinop (MT) e Porto de Miritituba, em Itaituba, no Pará, foi aprovado pelo Ministério dos Transportes. Ao todo serão 976 quilômetros, que receberão investimento de aproximadamente 6,6 bilhões.

O documento será um norte para o governo e auxiliará nos processos burocráticos e técnicos relativos. Apesar de não ter sido divulgado, no relatório do estudo deve constar pontos como demanda relacionada às contagens de tráfego volumétricas e classificatórias, pesquisas de origem e destino e preferência declarada e projeção da demanda.

Também foram levantados dados referentes à situação atual dos trechos, obras de recuperação requeridas e custos associados, obras de ampliação de capacidade e melhorias requeridas e custos associados, programas de manutenção e conservação e custos associados, programas de monitoração e custos associados.

Há previsão de que aproximadamente 60% do trecho total seja pavimentado. A extensão compreende o entroncamento da MT-220 – Sinop – ao entroncamento com a BR-230 – no Pará. E de lá ao porto de Miritituba. Pontes de concreto serão construídas. O cronograma apresentado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) não foi cumprido.

A empresa que vencer a licitação, que deve sair em breve, ficará responsável por administrar o trecho por 30 anos. O objetivo é possibilitar a agilidade no escoamento de produtos da região.

A Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) acredita que a safra 2014/2015 seja 3,5 milhões a mais que as toneladas produzidas na safra passada. Este ano é aguardado a produção de 51,202 milhões de toneladas.

Pará

Ação conjunta do Ibama, MPF, RF e PF prende maior desmatador e grileiro de terras da BR-163

Ezequiel Antônio Castanha, o maior grileiro da BR-163, foi preso pelo Ibama no último sábado (21), em Novo Progresso, no Pará. A ação contou com a participação da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança. A prisão preventiva foi decretada pela Justiça Federal de Itaituba por ação movida pelo Ministério Público do Pará.

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A prisão de Castanha coroa com êxito a Operação Castanheira, deflagrada pelo Ibama, Ministério Público Federal, Receita Federal e Polícia Federal, que desarticulou a maior quadrilha de grileiros que operava na região da BR 163, no estado do Pará, respondendo por 20% de todo o desmatamento da Amazônia.

Segundo o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo, que acompanhou a operação, a efetivação da prisão do grileiro Castanha é o maior marco representativo das ações de combate ao desmatamento no oeste do Pará. “A desarticulação desta quadrilha contribui significativamente para o controle do desmatamento na região”.

Castanha vinha atuando na BR-163 invadindo terras da União, promovendo o desmatamento e comercializando ilegalmente as terras furtadas. Apenas o núcleo familiar do grileiro responde por quase R$ 47 milhões em multas junto ao Ibama, sem contar com os autos de infração em nome dos demais membros da quadrilha.

O maior desmatador da Amazônia será julgado pela Justiça Federal e poderá receber pena de mais de 46 anos de prisão pelos diversos crimes cometidos, tais como desmatamento ilegal, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, uso de documentos falsos, além de outros.

Fonte: Ascom Ibama

Pará

Ministro dos Transportes adia conclusão da BR-163 no Pará para 2016

O novo ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, disse nesta terça-feira que o asfaltamento da BR-163 no Pará estará concluído até 2016, indicando novo adiamento da conclusão das obras.

Em fevereiro de 2014, a presidente Dilma Rousseff chegou a dizer que a obra – importante rota alternativa de escoamento da safra agrícola brasileira – estaria pronta até meados de 2015.

A BR-163 é uma rodovia longitudinal do Brasil. Tem 3467 km de extensão, sendo quase 1000 km não asfaltados. Liga Tenente Portela, no Rio Grande do Sul, a Santarém, no Pará.

Pará
BR163Aqui no Pará, a estrada atravessa uma das regiões mais ricas do País em recursos naturais e potencial econômico, sendo marcada pela presença de importantes biomas brasileiros, como a Floresta Amazônica e o Cerrado e áreas de transição entre eles, além de bacias hidrográficas importantes, como a do Amazonas, do Xingu e Teles Pires-Tapajós.

No lado norte do Rio Amazonas, também existem os trechos entre Alenquer e a localidade de Onças, em Oriximiná, além do trecho entre a Cachoeira Porteira no Rio Trombetas e o final da rodovia, logo após o entroncamento com a BR-210, também em Oriximiná. Este último trecho possui um total de 233 km e está entre os trechos rodoviários mais isolados do Brasil.