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Futebol

Parauapebas e Cametá empatam no Rosenão e seguem na lanterna de suas chaves no Parazão 2018

Um jogo com polêmica de arbitragem, onde um mesmo jogador recebeu dois cartões amarelos e não foi expulso de campo
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Por Fábio Relvas

Parauapebas e Cametá não passaram de um empate em 1 a 1, na noite desta terça-feira (27), no Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão. O resultado não foi bom para o PFC, e muito menos para o Mapará, que seguem como os lanternas de suas chaves no Campeonato Paraense de 2018. O Cametá marcou primeiro, em um belo gol do meia Tetê, aos 14 minutos do segundo tempo, enquanto o atacante Thiago Pedra deixou tudo igual para o PFC, aos 23 minutos. A partida foi válida pela sétima rodada do estadual.

As duas equipes voltam a campo no próximo domingo (04): o Cametá recebe o Castanhal, às 16h, no Estádio Parque do Bacurau, e o Parauapebas encara o Independente, às 17h, no Estádio Navegantão, em Tucuruí.

O jogo dos desesperados: 1 a 1!

As duas equipes entraram em campo precisando muito da vitória e o jogo ficou aberto. O Cametá teve a primeira chance: após cobrança de falta, Dener cabeceou com perigo para fora. O perigoso e habilidoso Ronaldo, atacante do Mapará, tentou marcar, mas errou o alvo. Ele tentou outra vez, em cobrança de falta, e acertou a rede pelo lado de fora. Quando o Parauapebas de fato chegou, quase abriu o marcador: Evandro tocou da esquerda para Luiz Fernando, que se encheu de pernas e demorou para chutar; a zaga conseguiu abafar o lance.

O PFC chegou em bola parada. Na cobrança de falta de Luiz Fernando, o goleiro Douglas Palagi espalmou para escanteio. Em outra jogada de Luiz Fernando, o meia cruzou para o zagueiro Cris, que sozinho cabeceou para fora. A resposta do time cametaense veio em seguida com Ronaldo, que recebeu livre e chutou por cima. Após limpar a jogada e clarear para o chute, Luiz Fernando chutou em cima do goleiro adversário, irritando o torcedor no Rosenão.

Em uma sobra de bola quase na estrada da área, Radames chutou com estilo e o goleiro Bruno salvou o PFC, espalmando para escanteio. George tentou surpreender em cobrança de falta, a bola passou a esquerda de Bruno. Maicon Talheti tabelou com Ronaldo e chutou por cima, assustando o time da casa. Em um contra-ataque, o Parauapebas teve a chance com o atacante Léo Paraíba, que recebeu na área e chutou em cima do goleiro Douglas Palagi.

O volante Odair do Cametá tentou marcar de longe por cobertura e a bola passou perto; em outro lance cametaense, George cobrou falta em cima do goleiro Bruno. O segundo tempo começou agitado. O Mapará quase chegou lá quando Radames lançou para Ronaldo, que chutou na rede pelo lado de fora. Wesley cobrou falta e Odair cabeceou na trave; na sequência, a zaga do PFC aliviou o perigo.

O meia Tetê, que havia entrado no decorrer do segundo tempo, recebeu a bola de um arremesso lateral, driblou dois marcadores e marcou um golaço, aos 14 minutos, 1 a 0 Cametá. Em uma cobrança de falta, Luiz Fernando caprichou e o goleiro Douglas fez uma defesa milagrosa, espalmando para escanteio. O Parauapebas chegou ao empate quando Maninho recebeu na direita e cruzou rasteiro; a bola passou por todo mundo, menos pelo atacante Thiago Pedra, que completou dando um carrinho, 1 a 1, aos 23 minutos.

O jogo esquentou de vez. Após uma dividida de bola, Maninho ficou sozinho para marcar, mas chutou na rede pelo lado de fora. O Cametá teve a chance com Wesley, que recebeu na esquerda e chutou por cima da meta de Bruno. Mais uma vez, Maninho recebeu na frente, tentou driblar o goleiro Douglas Palagi e foi derrubado na área; o árbitro mandou seguir. A turma do PFC ficou na bronca, pedindo pênalti no lance. O árbitro principal, Danilo Lopes Viana, começou a se complicar no jogo quando deu dois cartões amarelos para o zagueiro Dener do Cametá, e não expulsou o jogador de campo. Placar final: Parauapebas 1 x 1 Cametá.

FICHA TÉCNICA

PARAUAPEBAS: Bruno; Djalma, Cris, Lucas e Rodrigo; Max Carrasco (Gilberto), Wellington Cabeça, Evandro (Maninho) e Luiz Fernando; Thiago Pedra e Léo Paraíba (Marques).
Técnico: Léo Goiano

CAMETÁ: Douglas Palagi; Rossales, Dener, Allan Peterson e Wesley; Odair, Radames, Alisson e Maicon Talheti (Tetê); Ronaldo (Pedrão) e George (Super).
Técnico: Cacaio

Árbitro: Danilo Lopes Viana
Assistentes: Robson João dos Reis e Ducival da Silva Brito
Quarto-árbitro: André Michel Petri Galina
Cartões amarelos: Cris, Rodrigo, Gilberto e Evandro (Parauapebas); Denner (dois cartões), Radames, Frank (no banco de reservas) e Perdão (Cametá)
Gols: Tetê, aos 14 minutos do 2º tempo para o Cametá; Thiago Pedra, aos 23 minutos do 2º tempo para o Cametá

Local: Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão, em Parauapebas
Renda: R$ 2.970,00
Público pagante: 216
Público não pagante: 190
Público total: 406

Classificação do Parazão 2018

Chave A1

Paysandu: 16 pontos
Bragantino: 12 pontos
Independente: 12 pontos
Águia: 7 pontos
Cametá: 4 pontos

Chave A2

São Raimundo: 13 pontos
Remo: 10 pontos
Castanhal: 7 pontos
Paragominas: 6 pontos
Parauapebas: 6 pontos

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Futebol

Parauapebas e Cametá fazem o “jogo dos desesperados” nesta terça-feira no estádio Rosenão

As duas equipes seguram a lanterna de suas chaves e precisam pontuar a qualquer custo para escapar do rebaixamento
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Parauapebas Futebol Clube e Cametá Sport Club são os lanternas de suas chaves no Campeonato Paraense de 2018. O PFC tem cinco pontos na Chave A2, enquanto que o Mapará tem apenas três na Chave A1, ambos brigando desesperadamente contra o rebaixamento. Os times estarão se enfrentando nesta terça-feira (27), às 20h30, no estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão, em partida válida pela sétima rodada do estadual.

Pelo lado do PFC, as cobranças são muitas pelos resultados positivos que não estão chegando. A equipe atuou em seus domínios nos últimos quatro jogos e conquistou apenas uma vitória, diante do Águia, empatou contra o Independente e perdeu para o Bragantino e Paysandu. Com uma campanha pífia, a diretoria chegou a demitir alguns jogadores e contratou outras peças, para tentar primeiramente, escapar do rebaixamento e depois sonhar ainda com uma classificação para a semifinal.

Para a partida diante do Cametá, o técnico Léo Goiano vai poder contar com o retorno do zagueiro André Ribeiro, do volante Max Carrasco e do meio-campo Wellington Cabeça, o trio já cumpriu suspensão contra o Papão, devido aos cartões. Mas o comandante do PFC não confirma o retorno desses atletas, já que sempre faz mistério quanto à escalação da onzena titular. Pelo que veio trabalhando durante a semana, o time deve entrar com: Bruno; Rodrigo, Cris, André Ribeiro e Rafinha; Max Carrasco, Augusto Recife, Gilberto e Luiz Fernando; Jhon Lennon e Monga.

“Um jogo decisivo para nós. Agora na verdade vamos ter quatro partidas e nós temos a intenção ainda de brigar por coisas de parte de cima da tabela e para isso, passar por esse jogo extremamente importante e decisivo contra o Cametá. Jogamos em casa, nós não fizemos ainda nenhum grande jogo em casa e o grupo tem consciência de que já passou da hora da gente fazer essa grande partida”, afirmou Léo Goiano, técnico do PFC.

Por outro lado, o Cametá vai entrar motivado com a troca de comando da equipe. O técnico Cacaio assumiu o time diante do Clube do Remo, e apesar de não ter ficado no banco por conta de uma suspensão, o treinador orientou sua equipe do Mangueirão. O Mapará chegou na noite desta segunda (26) e a delegação já está concentrada em um hotel na cidade de Parauapebas.

A baixa do time é o zagueiro Ivson, que saiu machucado na partida contra o Leão Azul e segue lesionado no Departamento Médico (DM). A ideia do treinador é manter a mesma equipe que jogou de igual para igual contra o Remo, onde arrancou um empate importante. Portanto, o Mapará deve ir a campo com: Douglas Palagi; Rossales, Dener, Allan Peterson e Wesley; Odair, Tetê, Alisson e Maicon Talheti; Caio e George. O atacante Ronaldo, que entrou no 2º tempo contra os azulinos e mudou a história da partida, pode entrar jogando contra o PFC, mas nada foi confirmado pelo técnico Cacaio.

A Federação Paraense de Futebol (FPF) divulgou a escala da arbitragem para o confronto. Danilo Lopes Viana será o árbitro principal, sendo auxiliado por Robson João dos Reis e Ducival da Silva Brito. O quarto-árbitro fica por conta de André Michel Petri Galina.

Por Por Fábio Relvas

Futebol

Clube do Remo empata diante do Cametá no Mangueirão e segue há quatro jogos sem vencer

O resultado não foi bom para ambas as equipes, com o Leão seguindo na segunda posição da Chave A2 e o Mapará na lanterna da Chave A1
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Por Fábio Relvas
Fotos: Fábio Will (Ascom/Remo)

Clube do Remo e Cametá se enfrentaram na noite deste sábado (24), no Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém. A partida foi válida ainda pela quinta rodada do Campeonato Paraense de 2018, já que havia sido adiada, devido ao carnaval cametaense, quando inicialmente estava marcada para o Estádio Parque do Bacurau, em Cametá, mas o policiamento não garantiu segurança na ocasião para os dois eventos: carnaval e futebol.

Com a bola rolando, as duas equipes não passaram de um empate em 1 a 1. O Leão Azul saiu na frente com o gol marcado pelo meia Adenilson, que acertou um chute de primeira, aos 26 minutos do 1º tempo. O Mapará não desistiu e chegou ao empate quando Ronaldo foi derrubado pelo goleiro Vinícius dentro da área, e o árbitro Gustavo Ramos Melo assinalou pênalti: Odair cobrou forte e deixou tudo igual, aos 14 minutos do 2º tempo. O placar não foi bom nem para o Clube do Remo e nem para o Cametá.

Após o empate, o técnico Ney da Matta, deixou seu cargo à disposição no Clube do Remo. A situação foi à mesma quando o Leão Azul foi eliminado para o Internacional-RS na Copa do Brasil, mas a diretoria não confirmou ainda a saída do treinador.

Com o resultado, o Cametá segue sem vencer no Parazão e é o lanterna com apenas três pontos na Chave A1, enquanto o Remo continua na segunda colocação na Chave A2 com 10 pontos.

O jogo: Remo 1 x 1 Cametá – Tudo igual no Mangueirão!

Após três jogos sem vencer, o Clube do Remo entrou pressionado, principalmente o técnico Ney da Matta, que precisava dar uma resposta ao torcedor. Em apenas uma semana, o Leão Azul foi eliminado da Copa Verde e Copa do Brasil. Por outro lado, apesar da equipe cametaense ser a única sem vencer no Parazão e com problemas de dispensas e salários atrasados dos jogadores, o Cametá entrou motivado com a contratação do técnico Cacaio. O comandante acompanhou a partida das cadeiras, cumprindo suspensão de quando foi punido  ainda  como treinador do Paragominas. O diretor de futebol Ferreti foi quem comandou a equipe no banco.

O Leão tentou tomar logo a iniciativa do jogo, quando Felipe Marques entrou na área, passou da marcação e cruzou para Adenilson, a zaga chegou rasgando e aliviou o perigo. Na sequência, Jefferson Recife ganhou na raça e tentou levar em jogada individual, mas a bola foi cortada para escanteio: Esquerdinha cobrou e Jefferson Recife cabeceou para fora. O Cametá teve a chance em cobrança de falta, mas Rossales acertou na barreira remista. Outra vez o Mapará no ataque, Odair cruzou na área e Caio tentou marcar de cabeça, mas mandou longe da meta de Vinícius.

A torcida começava a ficar impaciente com o Remo, até que Adenilson deu um belo lançamento para Felipe Marques, que dominou no peito e chutou, mas foi travado pela defesa cametaense e a bola se perdeu pela linha de fundo. O Leão Azul teve uma falta perigosa e Adenilson cobrou sem muita força, facilitando a defesa do goleiro Douglas Palagi. Logo em seguida, o Remo chegou lá: a zaga do Cametá cortou para frente e a bola caiu nos pés de Adenilson, que soltou uma bomba de primeira, explodindo na trave e morrendo no fundo das redes, 1 a 0, aos 26 minutos.

O Mapará tentou o empate no chute de longe desferido por Alisson, mas a bola foi para fora. Em outra tentativa do Cametá, também de fora da área, Allan Peterson disparou muito longe da meta de Vinícius. O Remo tentou marcar o segundo em um contra-ataque, quando Jefferson Recife mandou na medida para Levy, mas a arbitragem paralisou o lance e assinalou impedimento duvidoso.

Em mais uma jogada do Leão pela direita com Levy, que cruzou na medida para a cabeçada de Isac, a bola foi desviada na hora “H” pela zaga e se perdeu pela linha de fundo. O atacante Felipe Marques disparou na velocidade em um contra-ataque remista e chutou para fora, sem perigo contra a meta cametaense. Em mais um contra-ataque do Remo, Adenilson levou bem pelo meio e tocou para Jefferson Recife, que experimentou de primeira e mandou para fora.

Na segunda etapa, o Cametá foi para o tudo ou nada. Após cobrança de escanteio, George cabeceou e o goleiro Vinícius fez a defesa sem rebote. Pressão cametaense e em outra bola alçada na área do Remo, Vinícius saiu de soco aliviando o perigo. Em uma falta de longe, Odair pediu a preferência e disparou para fora. O Leão reagiu na cobrança de escanteio de Adenilson, Jefferson Recife cabeceou e a bola foi por cima da meta e ainda tocou na rede pelo lado de fora.

Os cametaenses tentavam surpreender em bola parada. Em uma delas, Ronaldo cobrou falta e a bola foi desviada pela zaga remista, até que Ronaldo entrou na área e foi derrubado pelo goleiro Vinícius: o árbitro Gustavo Ramos Melo marcou pênalti e mostrou cartão amarelo para o arqueiro azulino. Odair cobrou forte no meio do gol e deixou tudo igual no Mangueirão, aos 14 minutos, 1 a 1.

A torcida do Remo voltou a vaiar o time após o empate cametaense. O técnico Ney da Matta foi alterando a equipe titular, queimando as três substituições. Em uma blitz total azulina na área, a zaga do Cametá conseguiu cortar do jeito que deu. A bola explodiu no peito do zagueiro Allan Peterson que desabou no gramado de jogo. O Leão Azul não desistia e Levy cruzou da direita, a defesa mais uma vez cortou o perigo. Em um lance mais forte, o zagueiro Mimica do Remo e o atacante George do Cametá, se chocaram no meio de campo, rosto com rosto. O árbitro imediatamente parou o jogo e chamou o atendimento médico.

O Remo foi para o desespero: Elielton cruzou a zaga cortou, Levy pegou a sobra e levantou na área, Felipe Marques não alcançou e a bola se perdeu pela linha de fundo. O Leão Azul foi para cima, Alisson deu carrinho em Felipe Marques e o árbitro marcou falta em uma boa posição para a cobrança. Rodriguinho cobrou por cima da meta de Douglas Palagi. O atacante Isac, sumido no jogo, mandou um chutaço e a bola passou tirando a tinta da trave, assustando a equipe do Mapará.

O árbitro Gustavo Ramos Melo acrescentou mais três minutos. Em mais uma bola alçada na área, Isac meteu a cabeça, mas mandou longe da meta de Douglas Palagi. Na última jogada remista, Levy cruzou a zaga, mas afastou erradamente, Isac pegou a sobra e chutou, caindo pela linha de fundo. Placar final: Remo 1 x 1 Cametá. O placar não foi bom para nenhuma das duas equipes, com o Leão Azul não vencendo há quatro jogos e o Mapará segue sem vencer no Parazão 2018. A torcida azulina não poupou vaias à equipe.

FICHA TÉCNICA

REMO: Vinícius; Levy, Mimica, Martony e Esquerdinha; Felipe Recife (Dudu), Fernandes, Adenilson (Rodriguinho) e Jefferson Recife (Elielton); Felipe Marques e Isac.
Técnico: Ney da Matta

CAMETÁ: Douglas Palagi; Rossales, Ivson (Dener), Allan Peterson e Wesley; Odair, Tetê (Ronaldo), Alisson e Maicon Talheti; Caio (Super) e George.
Técnico: Ferreti

Árbitro: Gustavo Ramos Melo
Assistentes: Heronildo Sebastião da Silva e Rafael Bastos Cardoso
Quarta-árbitra: Elaine da Silva Melo
Cartões amarelos: Levy, Vinícius e Rodriguinho (Remo); Ronaldo e Maicon Talheti (Cametá)
Gols: Adenilson, aos 26 minutos do 1º tempo para o Remo; Odair, aos 14 minutos do 2º tempo para o Cametá.

Local: Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém
Renda: R$ 35.675,000
Pagantes: 3.024
Sócios-torcedores: 1.347
Credenciados: 1.255
Público total: 4.279

Futebol

Águia vence Cametá fora de casa no Parazão 2017

Embora tenha começado ditando o ritmo de jogo, o Cametá sofreu com erros de finalização.
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Ulisses Pompeu – de Marabá

Pela segunda vez seguida no Campeonato Paraense, o Águia de Marabá venceu o Cametá (apelidado de Mapará) fora de casa, com gol de Tiago Mandi. A partida aconteceu na tarde desta quarta-feira, 1º de fevereiro, válida pela segunda rodada da competição.

Com chuva no Parque do Bacurau, no segundo tempo, o Cametá amargou sua segunda derrota na competição, já que na primeira partida perdeu de goleada para o Clube do Remo: 5 a 0.

O Águia não produziu quase nada no primeiro tempo de jogo. As duas equipes ficaram acanhadas, erraram passes e irritaram o torcedor da casa. O meia marabaense Felipinho, de 19 anos, não conseguiu se conscientizar que é o mentor das jogadas e pouco produziu. O Zagueiro Marquinhos, do Águia, não estava tão tranquilo em campo e quase entregou o ouro em duas oportunidades. Seu colega, Bernardo, fez mais uma partida segura, sem erros que pudessem comprometer a equipe.

Embora tenha começado ditando o ritmo de jogo, o Cametá sofreu com erros de finalização, principalmente de seu homem de referência, Rafael Paty, que mostrou falta de boa forma física.

No intervalo da partida, Galvão agiu com sabedoria e sacou de campo o meia Felipinho, colocando em seu lugar o ex-atacante Robert, que agora cumpre missão de criação de jogo. Além disso, sacou o atacante Bruno (muito ruim em campo) e pôs Guga para jogar. Foi aí que as coisas mudaram.

No segundo tempo, os donos da casa começaram melhor de novo, mas isso até os 15 minutos. A frustração da torcida do Cametá veio aos 18 minutos do segundo tempo, quando Tiago Mandi marcou o único gol da partida.

A jogada do gol iniciou com o jovem Eric, que invadiu a área, bateu firme e a bola voltou para Guga, que trocou passe com Mandi, que bateu tirando do goleiro Evandro.

O resultado deixou o Azulão na terceira posição do grupo A2, com três pontos. Sem pontuar, os cametaenses são lanternas do A1. Na próxima rodada, no sábado, o Águia joga contra o Paragominas, fora de casa, enquanto o Cametá visita o Castanhal.

Alegria e tristeza

Ao final da partida, Tiago Mandi comemorou demais e disse que aquele era um dos dias mais felizes de sua vida. “Trabalhei muito para esse gol chegar. Ofereço para todos os moradores de Itupiranga, minha cidade natal, mas também para meu amigo Saraiva, de Marabá”, emendou.

O jovem Eric, por sua vez, reconheceu que o cansaço da viagem influenciou no primeiro tempo, mas no intervalo, com as orientações e mexidas do treinador João Galvão, as coisas se resolveram, foi possível equilibrar a equipe.

Para o artilheiro Rafael Paty só restou a lamentação e frustração. Disse que tem certeza que o último lance do jogo foi pênalti, quando o zagueiro Marquinhas tirou a bola com a mão.

Parauapebas

Nos pênaltis, Parauapebas vence Tapajós e é o campeão da primeira fase do Campeonato Paraense 2015

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PFCxTapajós_20141206_AntonioCicero_6080Parauapebas e Tapajós fizeram um jogo de grande emoção neste sábado (06), no Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão, em Parauapebas. A equipe local contou com total apoio de sua torcida, e garantiu, nos pênaltis, o título de campeão da primeira fase do Parazão 2015.

PFCxTapajós_20141206_AntonioCicero_5961Antes da partida, uma forte chuva caiu sobre Parauapebas, deixando o bom gramado do Rosenão muito pesado e fazendo com que as duas equipes perdessem grandes oportunidades de gol. O jogo era parelho, com uma leve vantagem para o time da casa. O Tapajós assustou uma ou duas vezes, mas o primeiro tempo terminou sem nenhum gol.

Na segunda etapa as equipes entraram em campo dispostas a vencer a partida. Thiago Potiguar, logo aos 2 minutos fez um bonito gol e colocou o Parauapebas na frente. O time da casa ainda teve uma chance de aumentar o placar aos 9 minutos, mas o bom goleiro Jáder, do Tapajós, pegou a cobrança de pênalti de Thiago Potiguar.

PFCxTapajós_20141206_AntonioCicero_5982Vendo a taça fugir de suas mãos, e reanimado com a boa defesa de Jader, o Tapajós passou a pressionar e Leandrinho deixou tudo igual aos 16 minutos. O Tapajós foi melhor durante o restante do jogo, mas as investidas contra o gol parauapebense, principalmente com o lateral esquerdo, esbarravam na firme zaga do Parauapebas ou no goleiro Dalton.

Com o empate em 1 a 1, a partida teve que ser decidida nos pênaltis.

O Tapajós perdeu duas cobranças, com Jhonatan e Maraú, e o Parauapebas apenas uma, com Régis, vencendo a batalha por 4 a 2 e conquistando a Taça Aclep.

O Árbitro da partida foi Marco Antônio da Silva Mendonça, que teve como assistentes Lucio Ipojucan Ribeiro da Silva de Matto e Dimmi Yuri das Chagas Cardoso.

O Parauapebas volta a campo em fevereiro, desta feita na divisão de elite do futebol paraense, que terá dez equipes. São elas:

  • Cametá (Cametá),
  • Castanhal (Castanhal),
  • Gavião (Marabá),
  • Independente (Tucuruí),
  • Paragominas (Paragominas),
  • Parauapebas (Parauapebas),
  • Paysandu (Belém),
  • Remo (Belém),
  • São Francisco (Santarém) e
  • Tapajós (Santarém).

Nas arquibancadas do Rosenão, praticamente lotadas, e por toda a cidade, era corriqueiro ver os torcedores acompanhando o jogo pelo rádio ou celular, já que a rádio Liderança FM (102,1 MHz) transmitiu a partida para toda região através da “Equipe Bola pra Frente”, com Roberto Guerreiro na narração, Lindomar de Souza nos comentários e reportagens de Nico Lima e Adevaldo Macedo.

Fotos: Antônio Cícero