Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!

Detentos de Parauapebas fazem curso de produção de luminárias

A organização do curso ficou sob a orientação das coordenadoras do Grupo IPÊ Regiane Souza e Erika Bezerra, que promoveram a iniciativa de forma voluntária, juntamente com a direção da unidade para a capacitação e reabilitação dos internos.

O artesanato é um dos meios utilizados para a ressocialização dos internos custodiados na Carceragem de Parauapebas (CP), no sudeste do Estado, que participam de um curso de produção de luminárias decorativas. O curso é ofertado pela Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) em parceria com o Grupo IPÊ de Artesanato, Arte e Cultura do município e tem por objetivo capacitar os internos e promover a reintegração social deles por meio do trabalho.

A organização do curso ficou sob a orientação das coordenadoras do Grupo IPÊ Regiane Souza e Erika Bezerra, que promoveram a iniciativa de forma voluntária, juntamente com a direção da unidade para a capacitação e reabilitação dos internos. “Nossa expectativa é de oferecer a esses homens uma oportunidade de aprender algum tipo de artesanato, para que no futuro eles possam aproveitar a experiência, e quem sabe, ter uma forma de renda própria”, explicou a coordenadora, Regiane Souza.

Durante o curso, os internos aprenderão a confeccionar luminárias em PVC utilizando canos e fios elétricos para a montagem e produção das peças. “Todo o material utilizado é muito simples, sendo possível criar a luminária da forma que se desejar, com técnicas básicas de iluminação,” afirmou o professor Luiz Antônio Souza.

Um dos alunos que mais se destacaram no curso foi o interno Matheus Silva, 23, que viu na oportunidade uma forma simples de ganhar seu próprio dinheiro depois que cumprir a sua pena. “Gostei muito de participar do curso, são usados matérias simples que podemos usar e fazer quando sair daqui. Essa oportunidade que a casa penal abriu pra gente nos ajuda a dar um rumo diferente para as nossas vidas lá fora,” falou.

Pela primeira vez o interno Hilário Ênio, 20, teve contato com contato com o artesanato. “Acho muito interessante os trabalhos artesanais, pois podemos produzir com as nossas próprias mãos objetos que podemos vender depois. Os materiais utilizados são bem simples de fazer. Será, sem dúvidas, uma alternativa de renda pra mim e minha família”, relatou.

As oficinas de capacitação destinam-se a contribuir para qualificação profissional e desenvolver o potencial criativo dos detentos, mantendo-os produtivos durante o cumprimento da pena. Para participar do curso os alunos passaram por uma triagem onde são avaliados o comportamento e a disciplina dentro da casa penal. As peças produzidas durante os cursos serão comercializadas nas feiras do município de Parauapebas.

“Essa é a segunda fase de cursos e oficinas que promovemos aqui na casa penal. Os primeiros foram de panificação, sandálias e chocolates, estes realizados em parceria com o Senar e a Prefeitura. Agora na segunda fase firmamos a parceria com o Grupo Ipê. O objetivo principal da Susipe é o de ressocializar e integrar esses presos de forma mais digna a sociedade. Esses cursos são rentáveis, e em casa eles podem criar e produzir seu próprio negócio evitando assim a reincidência deles no crime“, concluiu o diretor da Carceragem de Parauapebas, Adalberto Murilo de Souza.

Por Timoteo Lopes – APN

Sistema Prisional

Agentes da Susipe encontram túnel cavado por presos na Carceragem do Rio Verde, em Parauapebas

Durante a vistoria na cela, os agentes desconfiaram da quantidade de terra no local e após varredura, o túnel foi localizado.

Na tarde desta terça-feira (05/12), presos do Sistema Carcerário de Parauapebas planejavam fugir da Carceragem do bairro Rio Verde através de um túnel cavado por eles, mas foram impedidos pelos agentes do Sistema Penitenciário do Estado do Pará (SUSIPE). O túnel cavado pelos presos que ocupavam a cela 03 do Sistema prisional foi descoberto durante uma vistoria de rotina dentro da casa penal.

Durante a vistoria na cela, os agentes desconfiaram da quantidade de terra no local e após varredura, o túnel foi localizado. A direção do Sistema Carcerário acionou o Grupamento Tático Operacional (GTO) da polícia militar, que garantiu a segurança dos agentes. Os militares deram suporte realizando a retirada dos presos da cela e dando o encaminhamento os procedimentos cabíveis. As informações são da Susipe.

fuga

Parauapebas: PM e Susipe descobrem túnel cavado por presos na carceragem do Rio Verde e impedem fuga em massa

A fuga estava prevista para a madrugada de terça-feira. Confira as imagens do túnel,

Agentes da Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe) encontraram um túnel que estava sendo cavado na carceragem do Rio Verde, em Parauapebas, durante a tarde desta segunda-feira (06). Segundo a Susipe, o túnel, que tinha início em uma das celas, já estava praticamente concluído, com a saída na calçada.

Imediatamente o Grupo Tática da PM foi chamado e invadiu o local, impedindo uma fuga em massa.

A Susipe, com a ajuda da Secretaria de Obras de Parauapebas, pretende fechar o túnel ainda hoje. Amanhã pela manhã pelo 10 presos devem ser transferidos para Marabá.

Rebelião

Presos se amotinam em Parauapebas

Apesar de comportar apenas 60 presos, a Carceragem do Rio Verde conta com quase 160 presos

A PM, Corpo de Bombeiros, representantes do Ministério Público, da OAB, da Defensoria Pública do Estado e do Tribunal de Justiça do Estado do Pará estão neste momento na Carceragem do bairro Rio Verde, em Parauapebas, tentando acalmar os quase cem presos que estão alojados naquele local aguardando audiências.

Devido a superpopulação nas celas, ele abriram um buraco na parede na tentativa de passar de uma cela pra outra e amenizar o sofrimento que deve ser 50 pessoas estarem em um local onde mal cabem 10.

Segundo informações, a carceragem conta hoje com 168 presos, mas apenas 117 se rebelaram e foram contidos pela Tropa do 52º Batalhão da Polícia Militar.

O tumulto foi controlado com facilidade pela PM. Os presos reclamam muito na demora para as audiências e querem a transferência de vários presos para ao presídio em Marabá.