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COMDCAP inicia capacitação na próxima quinta-feira, 30.

O evento terá duração de dois dias e contará com a presença do procurador do Ministério Público do Paraná, Murillo Digiácomo.
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Nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, será realizada a II Capacitação para a Rede de Atendimento à Criança e ao Adolescente, no plenário da Câmara Municipal. Segundo a organização do evento, que é promovido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Parauapebas (COMDCAP), 200 pessoas do município e cidades vizinhas já se inscreveram.

Para a recém empossada ao cargo de presidente do COMDCAP, Flávia Pinheiro, para os conselheiros, assistentes, poder judiciário, entre outros participantes que lidam com atendimento infantil e juvenil, será um momento de estreitar laços e agregar ainda mais conhecimento ao dia a dia, com o auxílio do Procurador do Ministério Público do Estado do Paraná e autor do livro: Estatuto da Criança e do Adolescente Anotado e Interpretado, Murillo Digiácomo, que estará presente no evento.

“A gente entende que a política dos direitos da criança e do adolescente necessita de todas as esferas do governo. Precisamos articular e ter uma boa comunicação para que a rede de atendimento realmente funcione”, declarou a presidente com o COMDCAP.

As inscrições podem ser feitas via internet, no e-mail comdcap@hotmail.com ou nos telefones (94) 3346-8224/ 3346-8225. Os interessados também podem fazer a inscrição no dia do evento. No dia 30, a capacitação inicia às 14 horas e no dia 1º, às 8 horas da manhã.

Nova eleição para escolha da presidente do COMDCAP

A atual presidente do COMDCAP Flávia Pinheiro, representa a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e foi eleita na última quinta-feira (23), substituindo Francisco Eloécio. Na vice-presidência, permanece Aldo Serra, represente da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e como secretário, Anderson Moratório, representando a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel).

Justiça

São Domingos do Araguaia: mãe e padrasto de Maria Eduarda pegam, juntos, mais de um século de cadeia

Advogados do casal insistem na inocência e vão pedir a anulação do julgamento
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Por Eleutério Gomes – de Marabá

Em julgamento que entrou pela noite do segundo dia, o juiz Luciano Mendes Scaliza condenou Maria Rodrigues Félix a 52 anos de reclusão e o marido dela, José Soares de Oliveira a 50 anos de prisão. O corpo de jurados decidiu, por 4 votos a 3, que ambos foram culpados pela morte da menina Maria Eduarda Félix Lourenço, então com 10 anos de idade, em 21 de novembro de 2015, em São Domingos do Araguaia.

O depoimento de testemunhas de acusação, ouvidas ainda na segunda-feira (19), foi decisivo para a decisão dos jurados e a aplicação da pena. Várias delas relataram que José assediava sexualmente a enteada, com frequência, e que, por fim, terminou por estuprá-la e matá-la, ocultando o cadáver com a cumplicidade da mãe, Maria Félix, que também preferiu ficar do lado do marido a denunciá-lo pelo crime hediondo.

Os advogados do casal – Arnaldo Ramos, Marcel Afonso, Plínio Turiel e Wandergleisson Fernandes – declararam que vão pedir a anulação do julgamento, alegando que os jurados foram influenciados pelo grande clamor popular entre a população de São Domingos e da região. Eles sustentam que Maria Félix e José de Oliveira são inocentes.

Na acusação, atuaram os promotores de Justiça Francisca Suênia Fernandes Sá e Samuel Furtado Sobral, que consideraram a pena justa diante de crime tão cruel e sem chances de defesa.

O caso

No dia 21 de novembro de 2015, Maria Eduarda saiu de casa cedo para comprar pão num comércio próximo, mas não voltou. Dois dias depois, o corpo dela foi encontrado num matagal, em um loteamento do Bairro Novo São Luís. Estava de bruços, seminua com parte do corpo queimado e com muitos cortes. As investigações apontaram para a mãe e para o padrasto de Maria Eduarda como os autores do assassinato, cometido por asfixia, como apontou o laudo necroscópico do IML.

A morte da menina causou grande comoção em São Domingos e na região, assim como revolta na população, após o caso ter sido divulgado nos meios de Comunicação.

Saúde

Exclusivo: Laudo descarta morte de criança de Parauapebas por Febre Maculosa. As investigações sobre as causas continuam.

A Vigilância em Saúde da Sespa segue trabalhando na investigação do caso, já que foram descartadas as hipóteses iniciais.
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O rumoroso caso da pequena parauapebense  Sophia Lopes de Almeida, de dois anos de idade, que morreu com suspeita de febre maculosa em 9 de maio deste passado, em  Belém, teve mais um episódio esta semana.

Segundo informações obtidas com exclusividade pelo blog junto à Vigilância em Saúde da Sespa (Secretaria de Estado de Saúde) o caso foi considerado descartado para febre maculosa, visto que o exame específico realizado deu negativo.

No exame, que já está no Gal – Gerenciamento de Análises Laboratoriais – da Sespa – feito por laboratório de referência nacional localizado em Belém, foi utilizado método de biologia molecular e foram investigadas várias doenças, entre elas leptospirose e meningite, e todas deram negativas, incluindo a prova biológica para febre maculosa.

Relembre o caso

Sophia Lopes de Almeida deu entrada no HGP em 28 de abril com febre elevada, cefaleia e mialgia intensa. Segundo os familiares, a criança foi vítima de uma picada de carrapato em sua residência, no bairro Cidade Jardim, em Parauapebas. “A mãe dela encontrou o carrapato grudado ao corpo e fez a retirada do bicho. Logo depois fez a assepsia com álcool”, disse ao Blog Sinara Albuquerque, tia e madrinha de Sophia.

Pouco depois a criança deu início aos sintomas, sendo levada a uma clínica em Parauapebas, onde, segundo a tia, foi diagnosticada como se estivesse com a garganta inflamada pelo médico que a atendeu. Como os medicamentos ministrados pelo médico não estavam fazendo efeito e os sintomas ficaram mais fortes, Sophia foi encaminhada para Belém por via aérea com suspeita de meningite.

Porém, ao chegar no Hospital Mamaray, o diagnóstico foi de a criança havia contraído Febre Maculosa Brasileira, uma doença infecciosa, febril aguda, de gravidade variável, cuja apresentação clínica pode variar desde as formas leves e atípicas até formas graves, com elevada taxa de letalidade, causada por uma bactéria do gênero Rickettsia (Rickettsia rickettsii), transmitida por carrapatos.

A Vigilância em Saúde da Sespa informa que segue trabalhando na investigação do caso, já que foram descartadas as hipóteses iniciais.

O resultado de outro exame, feito por laboratório de Belo Horizonte está sendo aguardado, mas deve confirmar o resultado de Belém.