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CPI decide hoje se vai ouvir acusado de assassinatos em Luziânia

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A CPI sobre Desaparecimentos de Crianças e Adolescentes se reúne hoje para definir as próximas audiências. Estão na pauta 11 requerimentos.

Oito deles são relativos a depoimentos e pedidos de informações relativos à prisão de Admar de Jesus, acusado do assassinato de seis jovens de Luziânia. Um dos requerimentos, dos deputados Geraldo Pudim (PR-RJ) e Bel Mesquita (PMDB-PA), propõe a realização de audiência com o acusado.

Admar de Jesus foi ouvido nesta semana pela CPI da Pedofilia do Senado. A reunião está marcada para as 14h30 no plenário 14.

Fonte: Agência Câmara

Notícias

Audiência Pública com a deputada federal Bel Mesquita na Câmara Municipal de Parauapebas será nesta sexta-feira

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A Câmara Municipal de Parauapebas realizará na próxima sexta-feira (09) uma audiência pública para debater as principais causas e consequencias de desaparecimento de crianças e adolescentes, bem como orientar a população quanto aos procedimentos, em caso de desparecimento, junto aos órgãos competentes.

A iniciativa foi da vereadora Francisângela Resende (PMDB), que apresentou requerimento à Câmara Municipal, e contará com a presença da deputada federal Bel Mesquita, presidenta da CPI do Congresso Nacional que investiga desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil. A reunião contará também com a presença de membros dos Conselhos Tutelares, representantes do Conselho de Direitos da Criança, da Secretaria de Assistência Social do município, do Ministério Público e de delegados do município.

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Domingo Espetacular

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O programa Domingo Espetacular, da TV RECORD, que vai ao ar neste domingo (04/04) das 17h às 20h , apresentará uma reportagem especial sobre o desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil. O programa contará com a participação da deputada federal Bel Mesquita (PMDB/PA).

CPI encontra mais uma criança brasileira desaparecida

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Encontro 1A foto acima mostra a deputada federal Bel Mesquita (PMDB-PA) com os pais do menor José Sérgio Guedes (Serginho), desaparecido há 2 anos em União dos Palmares – AL, minutos antes de embarcarem para Campos –RJ, onde o menor foi encontrado pela CPI das Crianças e Adolescentes Desaparecidas. Estão ainda, na foto, o deputado Geraldo Pudim (PR-RJ), a mãe da criança encontrada, Eliane Santos da Silva, o pai, José Heleno Guedes da Silva e a Secretária de Estado da Mulher, da Cidadania e dos Direitos Humanos, Wedna Miranda (Alagoas).

O encontro

Os pais de Serginho não conseguiram conter a saudade e a alegria por rever o filho, e após um forte e longo abraço, a esperança de um novo recomeço de vida. Em uma conversa com os pais, Serginho lembrou do nome dos seis irmãos, e relatou a saudade que tinha de todos.

ENCONTROEm uma conversa com a equipe do Projeto Lara, os pais de Serginho afirmaram que foram anos de muita angústia e sofrimento, além do medo de que algo pior tivesse acontecido ao filho, e que eles nunca mais pudessem se encontrar.

Após os primeiros momentos de felicidade pelo reencontro, os pais e Serginho foram para uma sala reservada com uma equipe de assistente social e psicólogos para conversarem sobre o que passaram e sobre como vão administrar essa nova etapa da vida.

Tudo sobre o caso
O pequeno Sérgio foi para o Conselho Tutelar após o falso pai ser detido, por seqüestrar outro garoto, desta vez em Campos. No início, o menino afirmava ser realmente filho de Luiz, que por sua vez, se apresentou à Polícia como Erlimar Souza da Silva. A Polícia está apurando a verdadeira identidade do seqüestrador. O homem está preso na Casa de Custódia Dalton Castro, em Campos.

Encontrando a família
Sérgio chegou ao abrigo em Campos, afirmando ser filho de seu seqüestrador, com o passar do tempo, o menino foi tendo mais segurança para revelar que havia sido seqüestrado. Segundo a assistente social Cíntia Paes, o menino foi aos poucos revelando o nome do pai, da mãe e lembrando detalhes da cidade onde morava, no estado de Alagoas, desta forma, a equipe do abrigo enviou os dados para um site do Estado e a família reconheceu a criança, que nunca deixou de ser procurada.

O pequeno Sérgio disse que o seqüestrador lhe atraiu oferecendo cestas básicas, mas o levou embora e o obrigava a pedir dinheiro no sinal e realizar pequenos trabalhos.

O encontro dos pais foi por intermédio da CPI, que está arcando com os custos da viagem. Os deputados Bel Mesquita (PMDB-PA), que é Presidente da CPI, Andrea Zito (PSDB-RJ), Relatora, além dos deputados Antônio Carlos Chamariz (PTB-AL), que é de Alagoas e do deputado Geraldo Pudim (PR-RJ), que é de Campos e acompanhou de perto o caso do pequeno Sérgio. Os membros da CPI vão tentar ouvir o sequestrador e oferecer suporte à família de Serginho.

Com informações do site Ururau.com.br

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Deputada Bel Mesquita vai ao Senado Federal discutir o desaparecimento de menores em Luziânia- GO

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clip_image002A deputada federal Bel Mesquita (PMDB-PA), presidente da CPI das Crianças Desaparecidas, participará de Audiência Pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa – CDH do Senado Federal nesta quarta-feira (24), às 10 horas. A audiência pública discutirá o desaparecimento dos seis adolescentes em Luziânia-GO. Para a reunião, presidida pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), foram convidados o Ministro de Estado da Justiça, Luiz Paulo Barreto Teles, a deputada federal e relatora da CPI, Andréia Zito e o Secretário de Segurança Pública do Estado de Goiás, Ernesto Roller.

As mães Sirlene Gomes de Jesus, Valdirene Fernandes da Cunha, Aldenira Alves, Maria Lúcia de Lopes, Marisa Pinto Lopes e Sônia Vieira Azevedo também serão ouvidas pelos membros da Comissão. O mistério do sumiço dos seis jovens do município goiano já dura quase três meses. E, mesmo com o apoio da Policia Federal, o inquérito aberto no dia 15 de janeiro continua estagnado e as mães sem respostas sobre o paradeiro de seus filhos.

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CPI em Belém

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados que investiga o desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil estará hoje (16) em Belém, onde realizará uma audiência pública com representantes do governo local, do poder judiciário, além de familiares de desaparecidos. A audiência acontecerá às 9 horas, na Assembleia Legislativa do Estado do Pará.

Durante a reunião, os integrantes da CPI ouvirão o Secretário de Estado de Segurança Pública do Estado, Geraldo José de Araújo, a presidenta do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Pará, Maria Nazaré Sá de Oliveira, a presidenta do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Clélia Clívia Lobato da Silva, e a diretora da Divisão de Atendimento ao Adolescente (DATA) e do Serviço de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos (SILCAD), delegada Maria do Perpétuo Socorro Barata do Amaral Maciel.

A reunião no Estado foi proposta pela deputada federal Bel Mesquita (PMDB/PA), que preside a CPI. Ela também é autora da Lei 12.127/09, que cria o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. Para a parlamentar, a vinda da CPI para o Pará será importante para “dar visibilidade do problema à sociedade”, que, em sua opinião, “vem acontecendo silenciosamente”.

Também participarão da audiência pública o juiz titular da 1ª Vara da Infância e Juventude, José Maria Teixeira do Rosário, a juíza titular da 2ª Vara da Infância e da Juventude, Odete da Silva Carvalho, o primeiro promotor de Justiça da Promotoria da Infância e da Juventude, Maurício Guerreiro, o procurador-geral do Ministério Público do Estado do Pará, Geraldo de Mendonça Rocha, o delegado de Polícia Civil de Marabá, Newton Brabo de Oliveira, o superintendente Regional de Polícia Civil do Sudeste do Pará, José Casimiro Beltrão, e o delegado da Polícia Civil de Marabá, Victor Diego Ribeiro.

Notícias

CPI das Crianças Desaparecidas fará audiência em Belém

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados que investiga o desaparecimento de crianças e adolescentes no Brasil vai a Belém, onde realizará uma audiência pública com representantes do governo local, do poder judiciário e de familiares de desaparecidos.

O objetivo é conhecer as principais causas e consequencias de desaparecimentos no Estado, para, ao final da CPI, apresentar propostas que diminuam a incidência de casos de desaparecimentos. Somente na região metropolitana de Belém somem, em média, 1,2 crianças por dia, segundo dados apresentados pelo Serviço de Identificação de Crianças e Adolescentes (Silcade), da Divisão de Atendimento ao Adolescente (DATA). Do total dos que desaparecem, aproximadamente, 11% não são localizados. Um número que, embora esteja dentro da média nacional de casos não solucionados, choca e angustia as famílias paraenses.

A reunião no Estado foi proposta pela deputada federal Bel Mesquita (PMDB/PA), que preside a CPI. Ela também é autora da Lei 12.127/09, que cria o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos. Para a parlamentar, a vinda da CPI para o Pará será importante para “dar visibilidade do problema à sociedade”, que, em sua opinião, “vem acontecendo silenciosamente”.

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CPI das Crianças desaparecidas em Goiás

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CPI GYN A Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga os desaparecimentos de menores no Brasil realizou audiência pública na Assembleia Legislativa de Goiás, ontem pela manhã. Participaram os deputados federais Bel Mesquita (PMDB-PA), que preside a comissão, e Geraldo Pudim (PR-RJ), o vereador de Goiânia Clécio Alves (PMDB), os deputados estaduais Mauro Rubem (PT) e Isaura Lemos, e o secretário de Segurança Pública de Goiás, Ernesto Roller. Também participaram o coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância, Juventude e Educação, Everaldo Sebastião de Sousa; e a titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), Adriana Accorsi, representantes de entidades ligadas à proteção de crianças e adolescentes, e familiares de desaparecidos.

De acordo com a deputada federal Bel Mesquita, cerca de 80% dos desaparecimentos de crianças e adolescentes são motivados por fuga dos menores. Maus-tratos, abusos sexuais, desavenças familiares e relacionamentos amorosos indesejados seriam algumas das razões para a fuga. “Os outros 20% dos desaparecimentos não apresentam uma causa lógica para o sumiço. Nestes casos, o caso geralmente é solucionado pela polícia com a entrega do corpo à família.”

Para a presidente da CPI, ações voltadas para as famílias são vitais para a obtenção da redução destes números. “Escolas e creches, por exemplo, são fundamentais para que as mães não deixem as crianças sozinhas em casa enquanto trabalham. Necessitamos de um real sistema de apoio à família, que é um ponto-chave nos casos de desaparecimento.”

Bel Mesquita disse que o Cadastro Nacional de Crianças Desaparecidas facilitará o trabalho de investigação das autoridades, mas não extinguirá o problema. “O cadastro facilitará a identificação de desaparecidos e dos corpos. Também permitirá um trabalho de prevenção, ao possibilitar o levantamento de dados estatísticos que, atualmente, não existem no Brasil.”  Ela disse que o desaparecimentos de jovens em Luziânia chamou a atenção da comissão em Brasília.

O secretário de Segurança Pública, Ernesto Roller, afirmou que “Goiás está fazendo tudo que é possível e impossível para tentar esclarecer o caso de pessoas desaparecidas em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal.” Ele enfatizou a importância da participação da Polícia Federal na investigação dos casos. “Estamos fazendo uma grande ação policial focada na inteligência, na Polícia Científica.”

O secretário disse que a hipótese de que policiais estejam exterminando jovens ainda não foi levantada, apesar de rumores. “Mas, se for o caso, o governo de Goiás não vai tolerar este tipo de prática e vai punir, seja quem for. Não há nenhuma condescendência das estruturas de comando e administração da Segurança Pública do Estado de Goiás com a prática de crime por quem quer que seja. Nós já determinamos a instauração de procedimentos pela Polícia Civil e, inclusive, pela Corregedoria da Polícia Militar, e quem tiver cometido crime, será punido. Agora, para isso, vamos aguardar as investigações, e elas estão sendo realizadas. A lei vale para todos e, especialmente, para o policial”.

O chefe da Polícia Judiciária de Goiás, Josuemar Vaz de Oliveira, ressaltou que o caso de desaparecimento de Luziânia é atípico por vários fatores, como o número de desaparecidos, a falta de relatos de violência na abordagem dos adolescentes e ausência de casos anteriores de fugas dos jovens. “A inteligência da Polícia Civil tem se empenhado, mas a falta de informações tem dificultado a resolução do caso.” Ele afirmou que o processo está correndo em segredo de Justiça para não atrapalhar o andamento das investigações.

Marlúcia de Matos Caixeta, mãe de Diego, que sumiu em 5 de novembro de 2008, então com 13 anos, denunciou que a polícia só começou a investigar o caso de desaparecimento de seu filho 30 dias após o ocorrido. “Tem mais de um ano que meu filho sumiu. Eu sei o que as mães dos jovens desaparecidos recentemente em Luziânia sentem. Para mim, houve descaso da polícia. Se não for tomada uma providência, outras crianças e jovens vão desaparecer.”

Valdirene Fernandes da Cunha, mãe de Flávio Augusto, de 14 anos, desaparecido desde 18 de janeiro deste ano, falou em nome das mães dos desaparecidos recentemente em Luziânia. Ela afirmou que não recebeu nenhum apoio do Conselho Tutelar. Segundo ela, as mães dos desaparecidos só receberam apoio psicológico depois que o caso foi destaque na mídia nacional. Mas, assim como Sônia Vieira de Azevedo Lima (mãe de Paulo Victor) e Sirlene Gomes (mãe de George), Valdirene enfatiza que ainda tem esperança de que seu filho seja encontrado com vida.