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Drogas

Receita Federal apreende 6 kg de skunk no Aeroporto de Belém

Esta é a quinta apreensão de skunk realizada este ano pela Receita Federal no Aeroporto Internacional de Belém, totalizando 40 kg apreendidos.

Durante procedimento de fiscalização aduaneira realizada no último sábado, dia 26 de agosto, em voo da companhia MAP proveniente de Manaus, a equipe de plantão da Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Belém apreendeu a quantidade de 6 kg de skunk, espécie híbrida originária da planta Cannabis, com efeitos potenciais mais intensos que a maconha comum, sendo conhecida como super maconha.

A droga tinha como destino final a cidade de São Paulo, sendo encontrada na bagagem do passageiro, acompanhada de outros produtos orgânicos. Após os procedimentos administrativos da Receita Federal, o infrator foi encaminhado à Polícia Federal para dar continuidade às investigações.

Importante salientar que é a quinta apreensão de skunk realizada este ano pela Receita Federal no Aeroporto Internacional de Belém, totalizando 40kg apreendidos.

Polícia Civil prende acusados de assaltar Centro de Perícias Renato Chaves em Castanhal no fim de semana e recupera 85 armas

Um funcionário do IML de Castanhal está entre os presos. Ele é acusado de participação no assalto.

A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira, 3, quatro homens acusados de envolvimento no assalto à Unidade Regional do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves no município de Castanhal, nordeste paraense, que aconteceu durante o último fim de semana.

As prisões foram realizadas na periferia dos municípios de Castanhal e Terra Alta. Com eles, 85 armas roubadas da Unidade Regional foram recuperadas.

A ação policial foi realizada por policiais civis da Divisão de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) e da Polícia Civil de Castanhal.

As armas e os presos, entre eles Bruno Patrick Ferreira Lopes (foto), 27 anos, funcionário do Centro de Perícias de Castanhal, estão sendo conduzidos para a Delegacia Geral, em Belém, para prestarem depoimento.

O caso

Por volta das 3h30 de domingo (02/07), um bando formado por pelo menos 10 criminosos, alguns encapuzados e fortemente armados, invadiu o prédio do IML, rendeu vigilantes e funcionários que foram amarrados e colocados em um dos compartimentos. Em seguida, os bandidos se dirigiram até uma das salas e roubaram armas de grosso calibre e drogas, além de objetos pessoais das vítimas, como celulares, notebook e alianças de ouro. Apenas armas de pequeno porte não foram subtraídas. Armários foram arrombados, o local ficou todo bagunçado.

Os bandidos entraram pelos fundos, após quebrarem a parede do muro, que divide o IML e o cemitério da cidade. Depois fugiram pela porta da frente. Já por volta das 4h20, policiais civis e militares foram informados sobre o assalto e que os vigilantes e funcionários do IML estavam amarrados em uma sala. Uma caixa com várias armas tipo pistola de diversos calibres também foi roubada, além de outras armas de grosso calibre.

Ontem, na delegacia do centro de Castanhal, o delegado Temmer Khayat, superintendente da 3ª Região Integrada de Segurança Pública (3ª Risp), disse que ainda não iria falar sobre o caso.

Já é a terceira vez que o IML de Castanhal é assaltado. Não há informações se em algum dos casos algum envolvido foi preso ou ao menos identificado. Também não há informação sobre recuperação de armas e nem sobre o desfecho das últimas três ocorrências. O boletim de ocorrência sobre o mais novo assalto no IML foi registrado pela gerente de criminalística do órgão, no plantão da delegada Ariane Magno Gomes, da Polícia Civil. (Com informações da Segup)

 

Reabilitação

Em Marabá, Chácara Emaús completou oito anos tirando pessoas das garras do crack e do alcoolismo

Tudo começou em 2009, com a ajuda do empresário Leonildo Rocha, que comprou o espaço onde hoje funciona o Centro de Recuperação de Dependentes Químicos

Por Eleutério Gomes – de Marabá

Eles são pessoas de idades entre 20 e 40 anos, em geral do sexo masculino, mas envelhecidos pelo sofrimento e pelo vício, têm baixíssima ou nenhuma escolaridade, são, em sua maioria, pedreiros, auxiliares de pedreiro, pintores, carpinteiros ou auxiliares de serviços gerais, um ou outro tem profissão diferente, foram abandonados pela família e já viveram nas ruas. Oitenta por cento deles foram escravizados pelo crack e 20%, pelo álcool.

Esse é o perfil das pessoas que chegam quase diariamente à Chácara Emaús – Centro de Recuperação de Dependentes Químicos – em busca de ajuda. Querem ter a vida de volta, mas não sabem como começar ou como recomeçar.

De tanto ver essas pessoas amanhecerem dormindo no vão sob a torre da Igreja de São Francisco de Assis, onde era pároco, em 2009 o padre Mário José Maestri decidiu que era hora de ajudá-las, mas não sabia como nem por onde começar, pois precisava de um local que pudesse abrigá-las com dignidade.

De conversa em conversa, o empresário Leonildo Rocha, – já falecido – acabou sabendo do projeto do padre Mário e abraçou a causa, adquiriu uma grande área que estava à venda no Bairro Amapá – Complexo Cidade Nova –, onde já havia uma casa que serve até hoje de alojamento.

Solidariedade

“De início ganhamos 10 mil camisetas da Nokia e começamos a primeira campanha em busca de recursos. Vendemos todas e reformamos a casa e compramos o mobiliário”, lembra padre Mário, que, de doação em doação, de parceria em parceria, ampliou a chácara, construiu mais dois prédios e uma bela capela desenhada pelo arquiteto Honório Aires, tudo sem desembolsar um centavo.

Hoje ele continua contando com doações de 40 sócios colaboradores, como denomina, metade deles empresários, a outra metade, “pessoas de bom coração” que procuram o centro voluntariamente.

O trabalho começou com 12 dependentes químicos e hoje prossegue com 26. É um número pequeno, mas suficiente para que a instituição, dentro de suas possibilidades, possa oferecer conforto, boa alimentação e qualidade de vida, a fim de ajudar a livrá-los da teia das drogas.

“Aqui eles têm atividade diariamente. Temos uma rotina com horários obedecidos rigorosamente, do levantar ao deitar”, descreve padre Mário que, indagado se há algum tipo de sanção para quem desobedece as regras, disse que não há punição, mas uma conversa franca, “sempre baseada na palavra de Deus, a Bíblia”.

O trabalho feito com os dependentes consiste em evangelização, mas não só no catolicismo, sacerdotes de outras religiões também participam, reafirmando a liberdade religiosa; laborterapia, o tratamento pelo trabalho; e a integração da convivência social.

“Muitos chegam aqui e a gente vê que não tinham horário para nada, não respeitavam o espaço do outro, não sabiam conviver em sociedade, enfim”, conta o padre, afirmando que depois que entram da chácara começam a mudar para melhor.

Choro de mãe

Um desses que está mudando para melhor é Beija-Flor – nome fictício para manter o anonimato da pessoa em tratamento. Hoje com 28 anos, ele, que é ajudante de pedreiro, conta que trabalhava em uma obra quando o próprio patrão, que era traficante, o que ele veio saber depois, o contratou como “avião”, entregador. “Daí para que eu usasse foi rápido”, conta Beija-Flor, que chegou ao fundo do poço após ter vendido tudo o que tinha em casa, até roupas e chegou a morar nas ruas por oito meses. “Um dia fui à casa da minha mãe, ela, desconfiada, trancou todos os quartos e foi tomar banho. Aproveitei e roubei as vasilhas de Tuperware que estavam no armário. Fui vender para comprar crack”, conta.

Ele lembra que, quando voltou para casa, viu a mãe chorando muito. “Foi o que me fez procurar a chácara. Nunca vou esquecer aquela cena”. Estou aqui há dois meses e tenho certeza de que vou chegar aos nove meses (tempo do tratamento)”, afirma ele, dizendo que ali se sente entre amigos e em paz.

Fogão de lenha

Outro que também está há dois meses na Chácara Emaús é Pardal. Trinta e cinco anos, motorista, ele conta que experimentou a primeira pedra de crack oferecida por um cunhado. Daí para frente, dominado pelo vício, passou a vender tudo o que via em casa, móveis, eletroeletrônicos, eletrodomésticos e até o fogão. “Minha mulher cozinhava na lenha”, lembra, com tristeza.

A esposa de Pardal recebia uma pensão, um valor razoável que dava para sustentar a casa e viver tranquilamente, mas, ele chegou ao ponto de começar a sacar o dinheiro do banco para comprar crack e, assim, chegou ao fundo do poço. “Acabei nas ruas”, conta.

Certo dia, porém, uma irmã dele o socorreu. “Liguei para ela, eu estava com fome e pedi dinheiro para comprar uma quentinha. Minha irmã levou pra mim e me convidou para, naquela noite, dormir na casa dela”, lembra Pardal que, pela manhã, foi convidado pela irmã a procurar uma vaga no Emaús. “Aceitei e deu certo, estou aqui faz dois meses. Depois que cheguei aqui, vi minha vida melhorar e a vida da minha família também. Até minha mãe ganhou peso, ela emagreceu muito, de tanta preocupação com a minha vida”, declara Pardal.

Padre Mário comemora, fica alegre cada vez que um interno, após os nove meses de tratamento, vai embora e toma novo rumo na vida. “Fico mais feliz ainda quando eles aparecem aqui, empregados, com a família, muitos de carro ou moto, e dão seu testemunho aos que estão em tratamento”.

Festa

No próximo dia 29, quando se comemora São Pedro, vai ter festa junina na chácara, pelo segundo ano consecutivo. “Vai ter quadrilha, música ao vivo, comida típica, arraial, brincadeiras, mas nada de bebida alcoólica. E toda a renda será para obras na chácara”, avisa o padre, convidando toda a comunidade. O Centro de Recuperação fica na Rua das Cacimbas, 123. Bairro Amapá. As missas de domingo pela manhã são abertas à comunidade e os colaboradores também participam delas.

Receita Federal apreende 11,5 kg de skank no Aeroporto de Belém

Apreensão, realizada em parceria com o IBAMA, ocorreu no início da tarde de hoje, dia 24.

Em operação de fiscalização aduaneira em desvio de voo doméstico, com participação do IBAMA, a equipe de plantão da Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Belém apreendeu, com um passageiro do voo 5912 da empresa MAP, proveniente de Manaus, 11 quilos e meio de skank.

Trata-se de uma droga produzida em laboratório, feita através de vários cruzamentos de tipos de maconha, considerada como uma “super maconha”.

Segundo relato do passageiro portador do entorpecente, que foi preso em flagrante, era sua segunda viagem praticando o ilícito, sendo que a droga tinha como destino final a cidade do Rio de Janeiro.

O infrator e a droga apreendida foram encaminhados à Polícia Federal para as providências pertinentes.

Cortando na carne

Corregedoria prende em flagrante delito 4 Policiais Militares de Parauapebas

Postagem atualizada às 19h de 20/01 com os desdobramentos da Audiência de Custódia.

A Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Pará (CPR2) recebeu a informação de que quatro membros do quadro da PM lotados no 23º Batalhão em Parauapebas estariam tentando extorquir um suposto traficante, sob a alegação de que o mesmo não seria preso por cometer atos criminosos no município.

A informação teria vindo do próprio traficante. Consta que o traficante teria combinado um valor a ser pago aos militares Cabo Tapajós e soldados PM Lewyi, Robert e Nassar. Todavia, o traficante avisou a corregedoria da suposta negociação. Inconteste, a Corregedoria se fez presente no momento e local combinado para o acerto e prendeu os quatro militares em flagrante delito. Depois, comunicou ao comandante do 23º BPM em Parauapebas. Este, mesmo de férias, encaminhou o Oficial de Dia para acompanhar os militares até a Depol para os ritos processuais. O capitão PM Faustino lavrou o flagrante.

A PM aguarda a Audiência de Custódia no judiciário para ver se as prisões serão mantidas ou não, e ainda a finalização do processo, garantido o amplo direito de defesa e do contraditório, para se manifestar sobre a culpabilidade dos praças.

Apesar de triste, cabe aqui parabenizar a PM por cortar na carne em um momento tão difícil, em que tantos presos estão sendo mortos nos presídios Brasil a fora. Essa atitude mostra, mais uma vez, que a Polícia Militar do Pará se manterá irredutível em punir aqueles que por ventura demonstrarem qualquer desvio de caráter e usar de suas funções e poder de polícia para agir de forma errada, sendo esse tipo de ação de forma individual ou em grupo.

Até o início da noite desta terça-feira os militares ainda estavam na 20ª Seccional de Polícia de Parauapebas sendo inquiridos pela autoridade policial. Concluídos os depoimentos, eles devem ser encaminhados ao Quartel da PM onde aguardarão a audiência de custódia, que deve acontecer amanhã no Fórum de Parauapebas.

Atualização às 19 horas de 20/01/2016

A audiência de custódia dos PM’s presos aconteceu na sala de audiência da 1ª Vara do Fórum da Comarca de Parauapebas, onde se achavam presentes o MM. Juiz de Direito da 1ª Vara penal, Dr. DANILO ALVES FERNANDES, o(a/s) representante(s) do Ministério Público Dr. GUILHERME LIMA CARVALHO e Dra. CRYSTINA MICHIKO TAKETA MORIKAWA, os custodiados e o advogado Dr. Celso Valério Nascimento Pereira OAB/Pa nº 17.158.

Após a oitiva dos custodiados, o juiz Danilo Alves Fernandes, sem prejuízo de análise superveniente, dada a natureza rebus sic stantibus da medida, CONVERTEU a prisão em flagrante dos custodiados…:

  • 1. THIAGO TAPAJÓS BRAZ, CB/PM/PA, brasileiro, nascido aos 15.04.1985, filho de Raimundo do Carmo Braz e de Miraci Tapajós, residente na Rua Joao Pessoa, 324-A, bairro Liberdade I, Parauapebas-PA.
  • 2. ROBERT ROSA DE AQUINO, SD/PM/PA, brasileiro, nascido aos 16.08.1984, filho de Solange Rosa de Aquino e de Antonio Inês Batista de Aquino, residente na Rua Rui Barbosa, 367, bairro Guanabara, Parauapebas-PA.
  • 3. PAULO LEVY FERREIRA DA SILVA, SD/PM/PA, brasileiro, nascido aos 20.05.1990, filho de Paulo Roberto Melo da Silva e de Ocineia da Silva Ferreira, residente na Rua Amazonas, 114, bairro Rio Verde, Parauapebas-PA

… em PRISÃO PREVENTIVA, necessária para garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal.

O juiz, em sua decisão, mandou que:

  • fosse expedido os respectivos mandados de prisão, com a devida inclusão no BNMP;
  • indeferiu o requerimento da defesa de relaxamento das prisões;
  • indeferiu o pedidos da defesa para que os PM’s fossem colocados em liberdade provisória;
  • indeferiu o pleito da defesa para permanência dos agentes no 23º BPM, determinando suas imediatas transferências  para a Casa Penal Anastácio das Neves, bem como a REMESSA DOS AUTOS À JUSTIÇA MILITAR;
  • Mandou que fosse aberta uma conta judicial atrelada ao processo, uma vez que houve apreensão do valor de R$ 500,00 (quinhentos reais);
  • Mandou oficiar a Corregedoria da PM informando acerca da conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva dos custodiados;
  • mandou dar ciência ao Ministério Público e à Defensoria Pública.

O Soldado PM Nassar, citado acima pelo Blogger como preso junto com os demais PM’s chegou a ser detido junto com os demais. Mas, durante a lavratura do flagrante ficou constatado que não havia como indiciá-lo. Nassar foi ouvido na audiência de custódia na condição de testemunha e depois liberado. Contra ele não há nenhum procedimento em andamento.

Drogas

Operação Caldeirão: Polícia Civil apreende 75 kg de haxixe em Marabá e Parauapebas

Adolescentes viraram “mulas” e transportavam a droga que vinha do Goiás para Marabá e Parauapebas

Batizada de “Caldeirão”, uma operação bem sucedida, comandada pelo delegado Marcelo Delgado, superintendente da Polícia Civil do Sudeste, com sede em Marabá, apreendeu 75 quilos de haxixe neste sábado, dia 14, e tirou de circulação três pessoas que trabalhavam no ramo proibido por lei.

A operação iniciou por volta de 5 horas da manhã quando os policiais se deslocaram para a divisa dos Estados do Pará com o Tocantins a espera das mulas, e contou com apoio da Denarc (Divisão Estadual de Narcótico) e os delegados Marcelo Delgado (superintendente da Polícia Civil em Marabá), Antônio Miranda (Superintendência do Araguaia), Márcio Maia (diretor da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas) e Washington, além de vários investigadores.

Segundo o delegado Miranda, trata-se de tráfico interestadual de drogas, pois o haxixe vinha de Goiânia-GO para ser distribuído entre Marabá e Parauapebas. Na primeira cidade foram apreendidos 50 quilos e na segunda 25 quilos da droga.

A primeira a “cair” foi uma adolescente de 17 anos, na Rodoviária da folha 32, em Marabá, com 50 quilos de haxixe. Ela transportava uma mala preta contendo tabletes prensados.

Um homem e outra adolescente foram presos em Parauapebas. O trio, ainda de acordo com o delegado Miranda, foi autuado em flagrante delito por associação criminosa à prática de tráfico de drogas.

O haxixe é uma substância extraída das folhas da Cannabis sativa, uma planta herbácea da família das Canabiáceas – a mesma planta usada para produzir maconha. Porém enquanto a maconha tem 4% de THC (tetrahidrocannabinol), o haxixe concentra até 14%.

Receita Federal

Receita Federal e PF apreendem droga no aeroporto de Belém.

Droga 2Em operação conjunta da Polícia Federal e Receita Federal realizada na tarde desta terça-feira (16), no aeroporto de Belém, com utilização de cão farejador da Polícia Federal, e após revista, foram detectados, no corpo de uma passageira de um voo procedente de Campo Grande (MS), 02 quilos de cocaína. A droga foi apreendida e a mulher encaminhada para a Superintendência da PF em Belém.

Pará

Receita Federal apreende mercadoria com 60 quilos de cocaína em aeroporto de Belém

imageEm operação de Vigilância e Repressão realizada ontem (13), a Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Belém, em parceria com a Polícia Federal, após análise de risco em carga direcionada à exportação, apreendeu equipamentos contendo droga.

Aproximadamente 60 quilos do entorpecente estavam distribuídos no interior de seis cilindros de aço e tinham a Austrália como destino. Dois homens – um amazonense e um colombiano – foram presos apontados como as pessoas que contrataram uma empresa para fazer o envio do material. Eles serão indiciados por tráfico internacional. Os cilindros de aço faziam parte de um equipamento de panificação conhecido como “masseira”. Cada uma das masseiras tinha dois cilindros, que foram preenchidos com cocaína compactada.

Ação
A equipe de fiscalização da Receita Federal levantou várias suspeitas com relação à mercadoria. Primeiro, com relação à procedência, depois sobre o caminho de despacho da carga e, por fim, na observação de que o peso declarado das máquinas não condizia com o peso real. Sendo assim, considerou que havia algo errado e, utilizando uma broca, constatou que havia um pó branco no interior dos cilindros. Após constatar que se tratava de cocaína, solicitou apoio da Polícia Federal.

Balanço
A Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Belém realizou diversas apreensões durante o ano de 2015, contabilizando os dados abaixo:

  • R$ 70.000,00 em jóias (ouro)
  • 40.000,00 (euros)
  • 3,5 kg de pasta base de cocaína
  • 8,5 kg de cloridrato de cocaína
  • R$ 750.000,00 em mercadorias
  • 4,5 kg de cocaína

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