Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!
Economia

Apenas Pará e Espírito Santo recebem nota máxima em novo “rating” do Tesouro Nacional

A nova metodologia elaborada pelo órgão, mais simplificada, combina três indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez.

O Tesouro Nacional divulgou nesta quarta-feira as notas de capacidade de pagamento de Estados obedecendo à nova metodologia elaborada pelo órgão, mais simplificada e que combina três indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez. Segundo esses critérios, apenas Espírito Santo e Pará alcançaram a nota máxima, “A”.

De acordo com os novos critérios do Tesouro, só quem receber nota A ou B poderá receber crédito da União.

Ficaram com a nota B: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Ceará, Maranhão, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e São Paulo. Especificamente sobre São Paulo, o Tesouro afirma que o Estado possui bons indicadores de poupança corrente e liquidez, mas alto estoque de endividamento.

Receberam nota C: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. De acordo com o Tesouro, parte dos Estados apresenta nota C pelo fraco desempenho do indicador de poupança corrente.

Os casos mais críticos são os do Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Ambos os Estados receberam nota final D por possuírem alto endividamento e descompasso entre as receitas correntes e despesas correntes, além de não terem caixa de recursos não vinculados para honrar as obrigações financeiras.

O Estado de Minas Gerais não recebeu uma nota por não haver informações sobre disponibilidade de recursos não vinculados.

O Tesouro ressalta que a avaliação da capacidade de pagamento no âmbito do processo de concessão de garantias da União à operação de crédito poderá apresentar outros resultados.

Marabá

Prefeitura de Marabá lança PROREFIS 2017 com até 100% de desconto

A lei de que trata o Prorefis tem vigência de 90 dias após a sanção do prefeito, ou seja, a partir de 19 de abril de 2017, podendo ser prorrogada por igual período, a critério e por ato do chefe do Poder Executivo.

O Prefeito de Marabá, Sebastião Miranda Filho, sancionou, no último dia 18, a Lei 17.769, instituindo o Programa de Recuperação de Créditos Tributários (Prorefis) no município, com objetivo de promover a recuperação de créditos municipais de natureza tributária e não tributária, cujos fatos geradores tenham ocorrido até 31 de dezembro de 2016; possibilitar que os contribuintes em mora e inadimplentes regularizem sua situação; bem como atender a dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal.

A lei de que trata o Prorefis tem vigência de 90 dias após a sanção do prefeito, ou seja, a partir de 19 de abril de 2017, podendo ser prorrogada por igual período, a critério e por ato do chefe do Poder Executivo.

Os créditos, objeto do pagamento a vista ou parcelado de que trata a Lei, serão consolidados na data de adesão do sujeito passivo ao Prorefis, constituindo-se do valor principal, atualização monetária, penalidade pecuniária, juros e multas moratórias, podendo ser parcelados em até 120 mensalidades sucessivas, com descontos que variam de 100% (pagamento à vista) a 30% dos juros e multas moratórias.

De acordo com a Lei do Prorefis, o contribuinte tem oito faixas de parcelamentos, mensais e sucessivos, com vencimentos no último dia útil de cada mês, que oferecem os seguintes descontos nos juros e multas moratórias:

I – 100%, quando o pagamento ocorrer em parcela única;

II 90%, quando a liquidação acontecer em quatro parcelas;

III – 80%, se a liquidação ocorrer em seis parcelas;

IV – 70%, quando preferir o pagamento em 16 parcelas;

V – 60%, caso opte em pagar em 24 meses;

VI – 50%, se preferir parcelar em 36 meses;

VII – 40%, no caso de quitar em 60 parcelas;

VIII – 30%, quando a liquidação ocorrer em 120 meses.

O valor mínimo de cada parcela mensal não pode ser inferior a R$ 50,00 para pessoa física; e R$ 200,00 para pessoa jurídica.

O contribuinte será excluído do parcelamento a que se refere a Lei do Prorefis na hipótese de inadimplência por três meses consecutivos ou alternados, o primeiro que ocorrer, relativamente a qualquer dos tributos e/ou não tributos que estejam parcelados.

A exclusão do sujeito passivo do parcelamento a que se refere a Lei, independerá de notificação prévia e implicará exigibilidade imediata da totalidade do crédito confessado e ainda não pago e automática execução da garantia prestada, quando existente, restabelecendo-se, em relação ao montante não pago, os acréscimos legais.

O contribuinte beneficiado com o parcelamento nas condições estabelecidas por esta lei fica obrigado a manter a regularidade fiscal, inclusive com os tributos vincendos, sob pena de ter seu benefício cancelado.

Agricultura

Pará pode se tornar maior produtor de cacau do Brasil até 2023.

Hoje o Pará é o segundo maior produtor do fruto no Brasil, mas com a implantação do Programa Estadual de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Cacau, a produção vem crescendo

Considerado valioso e até usado como moeda de troca em outros tempos, o cacau mostra que ainda move a economia no estado do Pará, atualmente, o segundo maior produtor do fruto no Brasil. Matéria-prima do chocolate, o cacau marcou a história do país, que já foi o 3º maior produtor mundial. Foi no sul da Bahia que o cacaueiro se desenvolveu melhor por conta das condições do solo e do clima. Durante muitos anos, as fazendas de cacau tiveram destaque na economia nacional, mas em 1989, a praga vassoura-de-bruxa quase devastou a produção e trouxe efeitos socioeconômicos e ambientais severos para as zonas de cultivo.

Entre as safras 1990 e 2000, a produção caiu na Bahia, por exemplo, de 356 mil para 98 mil toneladas. Graças à tecnologia, foi possível controlar a praga e desenvolver variedades mais tolerantes ao fungo. Hoje em dia, o cacau prospera em outros locais, como São Félix do Xingu, no Pará, onde, além de se tornar um motor econômico para a região, ajuda a reflorestar a Amazônia perdida para a pecuária. O Pará tem o maior índice de desmatamento da Amazônia Legal, com 3.025 quilômetros quadrados, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e São Félix do Xingu possui o maior rebanho do país, com mais de 2 milhões de cabeças de gado. Para lutar contra o desmatamento nas áreas de pasto, a ONG The Nature Conservation (TNC) lançou em 2012 a inciativa Cacau Floresta para combater o desmatamento da região através da agricultura familiar, restaurando assim as áreas degradadas com espécies nativas aliadas à produção do cacau

“Foi identificada uma oportunidade de trabalharmos com a lógica de produzir cacau em áreas consolidadas, principalmente pastos ruins ou degradados, plantando em sistemas agroflorestais para melhorar a renda e, ao mesmo tempo, viabilizar uma restauração produtiva de uma área degradada usando sementes híbridas”, explicou, durante uma visita de campo ao Sítio Santa Rosa – participante da iniciativa -, Rodrigo Freire, biólogo e coordenador do Projeto Cacau Floresta e vice-coordenador de Estratégia de Restauração da TNC Brasil.

Até 2016, o projeto elevou em cerca de 30% a renda das famílias que já vivem da venda de amêndoas de cacau a partir de um modelo de produção sustentável do fruto e ajudou a restaurar 160 hectares de florestas em Áreas de Preservação Permanente (APP). Ao todo, os pequenos produtores do projeto já cultivam 312 hectares em Sistemas Agroflorestais (SAFs), como são conhecidos os métodos de cultivo em que diversas espécies nativas dividem espaço com produtos agrícolas, de maneira que a área seja produtiva, mas mantendo um nível considerável de serviços ambientais gerados pela floresta, como biodiversidade e sequestro de carbono.

Até 2023, a organização estima que a área de cultivo do cacau no âmbito do projeto tenha atingido 5 mil hectares, sendo pelo menos 2 mil em áreas de APPs restauradas. “O cacau gera uma renda relativamente elevada, por causa da demanda global muito forte, e traz maior qualidade de vida ao agricultor familiar, pois é um fruto que cresce na sombra e isso aumenta o conforto climático no ambiente de trabalho, ainda viabilizando a conservação e a restauração florestal”, argumentou Freire. No contexto estadual, o cacau deve ganhar cada vez mais relevâncias econômica, social e ambiental.

O governo do Pará definiu, em 2011, a cacauicultura como uma das prioridades da política agrícola estadual e elaborou, em parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC), o Programa Estadual de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Cacau. Espera-se que até 2023, o Pará tenha se tornado o maior produtor de cacau no Brasil, superando a Bahia, historicamente líder do ranking. Expandir a produção do fruto é também parte da estratégia do governo do estado para alcançar as metas do plano Pará 2030, que incluem duplicar o PIB per capita e reduzir a desigualdade de renda entre as famílias.

Por Janaína Quinet – UOL

Pará

Dieese: décimo terceiro deve injetar mais de R$5 bi no Pará e no Amazonas

Estimativa divulgada pelo DIEESE aponta crescimento de mais de 8% dos valores pagos no ano passado

Até dezembro, o pagamento do 13º salário nos dois estados mais populosos da região Norte, Pará e Amazonas, vai injetar mais 5 bilhões nas economias locais. Em comparação com 2014, nos dois estados, o montante pago aos trabalhadores do mercado formal cresceu mais 8%. As informações são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

13A economia amazonense deverá receber, até o final de 2015, R$ 1,87 bilhões. O valor é aproximadamente 1,1% do total do Brasil e 22,3% da região Norte. Esse montante, em termos nominais, é cerca de 8,2% superior ao calculado para o ano de 2014 e representa em torno de 2,2% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.

O contingente de amazonenses que receberá o dinheiro é estimado em pouco mais de 925 mil pessoas, o número teve uma queda de 1,2% em relação ao ano de 2014. O valor médio pago será de R$ 1.892,70, em termos nominais, o que supõe um aumento de 8,1% em relação ao valor médio pago em 2014.

No Pará, aproximadamente 2.026.039 pessoas devem ser beneficiadas com cerca R$ 3,5 bilhões, o equivalente a 2,9% do PIB estadual. O valor do pagamento aumentou 8,38% em relação ao ano passado. O número total de pessoas beneficiadas também cresceu, 1,11%. O valor médio a ser pago ao conjunto de trabalhadores a título de 13º salário 2015 é foi estimado em R$ 1.620,17.

Região Norte tem a menor fatia

O pagamento do 13º salário deve injetar na economia brasileira aproximadamente R$ 173 bilhões até dezembro de 2015. O montante representa aproximadamente 2,9% do PIB do País, e será pago aos trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos e beneficiários da Previdência Social. O valor médio nacional a ser pago foi estimado em R$ 1.924,34 com a seguinte distribuição.

Segundo o DIEESE, a Região Norte ficará com a menor parcela, cerca de 4,9% do montante a ser pago com o 13º salário. A parcela mais expressiva deve ficar com os estados do Sudeste, 51,3%. Outros 15,6% devem ser pagos na região Sul, enquanto ao Nordeste serão destinados 15,9%. Para a região Centro-Oeste ficará 8,6%. (Portal Amazônia)

Pará

Pará será o único estado brasileiro sem recessão, aponta estudo

A recessão próxima de 3% prevista para este ano vai se espalhar pelas regiões do país. Com a disseminação da crise econômica, nenhum estado brasileiro conseguirá crescer em 2015, segundo projeções do banco Santander. A instituição prevê que, entre as 27 unidades da federação, só o Pará escapará por pouco da recessão: deve fechar o ano com PIB estagnado, melhor número do levantamento. No Rio, a contração prevista é de 2,5%. Se a estimativa se confirmar, será a primeira vez desde 1996 — início da série histórica do IBGE — que a economia de todos os estados terá desempenho negativo ou nulo. 

image

No estudo, o banco projeta que o PIB do país encolherá 2,8% em 2015. A previsão é semelhante à dos economistas do mercado financeiro, que esperam contração de 2,97%, de acordo com o mais recente boletim Focus, pesquisa do Banco Central com mais de cem instituições financeiras. A economia brasileira não enfrenta uma recessão desde 2009, quando, na esteira da crise global, recuou 0,2%. Nem naquele ano o tombo foi tão disseminado: em 2009, o PIB de 17 das 27 unidades da federação avançou.

A economia brasileira não enfrenta uma recessão desde 2009, quando, na esteira da crise global, recuou 0,2%. Nem naquele ano o tombo foi tão disseminado: em 2009, o PIB de 17 das 27 unidades da federação avançou.

AJUSTE FICAL MAIS DIFÍCIL

Esse ano será diferente, dizem analistas. Parte disso é atribuído à magnitude da crise. Os economistas responsáveis pelo estudo do Santander alertam que o desempenho da atividade econômica entre 2014 e 2016 deve ser o pior desde 1900, inclusive dos triênios da crise de 1929 e da dívida, nos anos 1980, a chamada década perdida. Para Sérgio Vale, economista-­chefe da MB Associados, o ritmo lento da economia faz a disseminação ser inevitável. Nem as regiões que se beneficiaram da fase áurea de commodities na última década, como o Centro-­Oeste, devem escapar. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, a região registrou o segundo maior crescimento médio entre 1995 e 2010, de 4,3%, perdendo só para o Norte (4,7%). No mesmo período, o Brasil cresceu, em média, 3,1%. O instituto excluiu do levantamento os números mais recentes, pois prepara para o mês que vem a divulgação de dados recalculados, considerando a nova metodologia do PIB, introduzida nos números nacionais no início do ano.

— A ideia é de que praticamente todos os estados terão queda do PIB este ano. Recessão de 3% acaba afetando toda a economia. Mesmo regiões antes ganhadoras, como o Centro-oeste, não conseguirão escapar — afirma Vale.

O analista lembra ainda que o pé no freio deve dificultar o reequilíbrio das contas públicas estaduais, o que pode levar a mais aumento de imposto. — O grande problema é que, com a queda de receita e as restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal, é provável que os estados tenham que continuar subindo impostos como o ICMS. Mais ainda, 2016 será outro ano de recessão nos estados — avalia o economista.

PERNAMBUCO TERÁ CONTRAÇÃO DE 4%

Além da recessão nacional, pesam sobre as projeções fatores regionais. É o caso de Pernambuco, pior estado no ranking do Santander, com previsão de contração de 4%. Na série histórica do IBGE, a região só registrou queda no PIB em dois anos: 1998 (­0,4%) e 2003 (­0,6%). Parte do resultado esperado para 2015 é influenciado pela paralisação de obras da refinaria Abreu e Lima, da Petrobras, que deve levar a construção civil no estado a uma queda de 14,1%. Na avaliação de Tatiane Menezes, professora de economia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), o estado também sofre com a saída de empresas que, no passado, receberam incentivos fiscais para se instalar na região e, com a crise, começam a fechar filiais.

— Essa projeção (de queda de 4%) é bem realista. O tipo de política de incentivo fiscal que foi feito em Pernambuco perde força. Quando você entra numa situação de recessão forte, as filiais daqui são as primeiras a fecharem as portas, porque os custos ficam muito altos. Pernambuco está longe do principal centro consumidor do Brasil, que é São Paulo — analisa Tatiane.

Os efeitos do ambiente de recessão são amenizados em estados sustentados por dois setores que, na contramão do PIB, registram resultados positivos: indústria extrativa e agropecuária. Segundo o IBGE, os segmentos cresceram no primeiro semestre 10,4% e 3%, respectivamente. Melhor para o Pará, onde a extração de minério responde por 30% da economia. Em ano de crise, o crescimento zero previsto para o estado lidera o ranking do Santander. Já no Mato Grosso, onde a agropecuária representa 29% do PIB, a previsão de alta de 4,1% do setor ajudará o estado a fechar o ano com queda abaixo da média nacional: 1,4%.

EXPORTAÇÃO AJUDA O PARÁ

Segundo a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa), o setor de minérios responderá por 28,58% dos investimentos previstos para o estado. A entidade, ligada ao governo estadual, prevê alta de 2,48% do PIB em 2015.

— Mesmo com a queda do preço dos minérios no mercado internacional, e apesar da diminuição da receita com vendas por tonelada exportada, o estado do Pará vem apresentando contínuos superávits comerciais explicados em grande parte pelo aumento do volume exportado — afirmou o presidente da Fapespa, Eduardo Costa, por e­-mail.

No Rio, o recuo previsto, de 2,5%, é influenciado pela queda projetada de 6,6% na construção civil e de 1,2% no setor de serviços, que tem peso de 58% sobre o PIB do estado. Embora negativos, os números indicam uma queda menos intensa que a média nacional — a expectativa é que, em todo o país, a construção civil registre queda de 8% e os serviços, de 1,4%. O economista Mauro Osório, professor da UFRJ e especialista em economia fluminense, destaca que a região é afetada pela crise política e do setor de óleo e gás.

— O Rio de Janeiro tem um desafio importante de adensar sua estrutura produtiva. Acho positivo a Petrobras estar no Rio. Por mais que a empresa desacelere, vai ter um investimento de mais de R$ 100 bilhões. Acho que isso é uma janela de oportunidade para o Rio, desde que a gente consiga ter uma estratégia de atrair atividade em torno do complexo de petróleo e gás. Além disso, é importante investir em infraestrutura — afirma Osório. (O Globo)

Pará

Primeira parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas vai injetar R$ 300 milhões no Pará

O pagamento da primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas do Pará vai injetar cerca de R$ 300 milhões na economia e atingir quase 640 mil beneficiários no Estado, segundo uma pesquisa do Dieese-Pa (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgada no domingo (6). O pagamento deve ser feito a partir do dia 24 pelo Ministério da Previdência Social.

De acordo com o Dieese, entre todos os estados do Norte, o Pará é o que detém o maior número de beneficiários alcançados. São cerca de 640 mil aposentados e pensionistas. Isso representa 49,03 % do total de 1.286.723 beneficiados da Região Norte. A partir do dia 24, a economia paraense vai receber R$ 300.497.291,00 , correspondentes a cerca de 49,77 % de todo o montante do Norte.

No Brasil, 28.254.089 aposentados e pensionistas terão direito ao benefício, que vai injetar cerca de R$ 15.972.642.382,00 na economia brasileira. O Dieese aconselha aos aposentados e beneficiários que utilizem esta primeira parte do 13º salário para o pagamento de dívidas, principalmente empréstimos. (ORMNews)

É possível usar o ar condicionado de maneira econômica e eficiente

Em tempos de calor extremo, especialistas orientam sobre o uso correto do aparelho

Nesta época do ano, temperaturas elevadas são registradas na maior parte do estado. Segundo os dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no Pará, os termômetros têm marcado acima dos 30ºC. Na capital paraense, o último final de semana chegou a marca dos 34ºC. Já em Santarém, no oeste do estado, a sensação térmica já ultrapassa os 37ºC. O Instituto ainda destaca que essa mesma variação de calor deve se estender para cidades como Marabá, Parauapebas, Altamira e Itaituba. A expectativa é de que essa situação permaneça até novembro.

Uma maneira de driblar esse clima nada amistoso é fazer a utilização do ar condicionado, mas ao mesmo tempo é necessário levar em conta alguns itens para que o eletrodoméstico não seja um entrave no orçamento doméstico.  Além da economia na conta de energia elétrica no final do mês, o uso correto ainda possibilita o aumento da vida útil do aparelho e ajuda na preservação do meio ambiente. 

De acordo com o líder da área de eficiência energética da Celpa, Hugo Cardoso, uma boa escolha na hora de comprar um ar condicionado pode representar uma economia de até 40% de gastos com o aparelho. “O primeiro passo na hora da compra é verificar se o eletrodoméstico possui o selo Procel de Economia de Energia. Outro fator importante é escolher um modelo que possua a função timer, pois assim será possível programa-lo para desligar”, alerta Hugo.

Outra orientação da empresa de energia elétrica está relacionada à instalação. É importante que a unidade externa fique em um local com boa circulação, sem bloqueio das saídas de ar e onde os raios do sol não incidam diretamente. Caso contrário, haverá trabalhará desnecessário do eletrodoméstico. No interior da casa, o ar condicionado deve ficar em um local onde o fluxo de ar fique paralelo a maior dimensão do local. Deve-se evitar deixá-lo perto de cortinas, móveis ou cantos de paredes. Quanto mais alto ele for instalado melhor, pois o ar frio tende a descer.

No dia a dia da utilização, é essencial que o termostato esteja regulado, evitando frio excessivo. A variação de um grau pode elevar em até 8% o consumo de energia. Os filtros também devem ser mantidos limpos. Quando ficam sujos eles impedem a circulação do ar, forçando o eletrodoméstico a trabalhar mais. As entradas e saídas também precisam de atenção para não serem obstruídas por pó e sujeira.

As portas e janelas do ambiente devem ficar bem fechadas quando ao aparelho estiver ligado, para que o ar quente externo não entre. Outra dica para evitar que o ambiente esquente com o calor do sol, é deixar as cortinas e persianas fechadas até mesmo quando o ar não estiver sendo usado.

Hugo Cardoso ainda alerta sobre a utilização do ar condicionado por longos períodos durante o dia. “Para esses casos indicamos os aparelhos que contenham a tecnologiaInverter. Este sistema oferece maior eficiência, com o ajuste do compressor conforme a necessidade. Vale destacar que essas dicas valem para todos os modelos, incluindo ossplits. Seguindo as orientações é possível amenizar o calor e ainda garantir que o orçamento doméstico não fique comprometido”, finaliza.

Pará

Produção industrial cai em sete de quatorze locais pesquisados pelo IBGE. No acumulado de 12 meses o Pará foi destaque com alta de 8,6%

Nos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tiveram queda na  produção industrial na passagem de outubro para novembro de 2014. A maior queda foi observada no Amazonas (-4%), segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados hoje (13).

Houve quedas também em Minas Gerais (-2,6%), Santa Catarina (-1,9%), no Ceará (-1,2%), Rio Grande do Sul (-0,9%) e em Goiás (-0,1%). Principal polo industrial do Brasil, o estado de São Paulo também teve redução na produção: -2,3%. A queda média nacional foi 0,7%.

Por outro lado, sete locais tiveram alta na produção nesse tipo de comparação: Pernambuco (5,3%), o Rio de Janeiro (2,5%), Espírito Santo (1,7%), a Região Nordeste (1,0%), Paraná (0,9%), o Pará (0,8%) e a Bahia (0,6%).

Nos outros tipos de comparação, o IBGE também analisa o desempenho do estado de Mato Grosso. Na comparação de novembro deste ano com o mesmo período do ano passado, em 11 dos 15 locais pesquisados houve recuo na produção. A principal queda foi observada no Amazonas (-16,9%). Houve avanço em quatro locais, com destaque para o Espírito Santo (11,7%).

No acumulado do ano, a produção caiu em dez dos 15 locais pesquisados, com destaque para o Paraná (-6,2%). Na Região Nordeste, houve estabilidade. Em quatro locais, houve alta, entre eles o Pará, com crescimento de 8,8%.

No acumulado de 12 meses, a produção recuou em dez dos 15 locais. As maiores quedas foram em São Paulo e no Paraná, ambos com 5,9%. Em cinco locais, houve alta, com destaque para o Pará(8,6%).

error: Conteúdo protegido contra cópia!