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Marabá

Grupo Tático da PM muda rotina de escola e melhora disciplina de alunos

Projeto de ordem unida contagia professores e estudantes em escola da periferia de Marabá
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Quando os portões da Escola Cristo Rei se abrem, às 7h30 da manhã ou às 13h30, à tarde, a entrada para as salas de aula tem o mesmo padrão: os alunos acompanham seus professores em fila e não há alvoroço, corre-corre e nem barulho ensurdecedor, como acontece na maioria dos estabelecimentos de ensino público. Eles entram com educação – calmamente – e assim permanecem na sala, onde alguns professores leem uma passagem bíblica, fazem oração e iniciam as aulas.

Mas não é apenas isso que tem mudado a qualidade das aulas na escola. Depois que foi inaugurada, no início de abril deste ano, boa parte dos professores reclamava de dificuldades para ministrar aulas porque grande parte dos alunos era muito indisciplinada e os educadores gastavam muito tempo tentando alcançar o silêncio e concentração necessários para realizar um bom trabalho de ensino.

A diretora Gleide Borges Hartuique relembra que quando assumiu a gestão da Cristo Rei, foi analisar o Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola e percebeu que havia uma enxurrada de problemas internos e externos ao ambiente escolar. “Soubemos que o CAIC (Escola Rio Tocantins) seria transformado em Colégio Militar e surgiu a ideia de criar um projeto de ordem unida em nossa escola com ajuda do Exército”, conta a diretora.

Em seguida, ela entrou em contato com a SEMED (Secretaria Municipal de Educação), que por sua vez apresentou o projeto para o comandante da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, general Eugênio Pacelli, e aguarda uma contraproposta para formalização da parceria. “Se tudo der certo, como estamos esperando, o Exército vai nos auxiliar realizando o momento cívico, contribuindo com a disciplina na escola”, explica.

Enquanto essa proposta não chega, a direção da Escola Cristo Rei recebeu uma ajuda que considera valiosa, por meio do GTO (Grupamento Tático Operacional) e em menos de dois meses, o comportamento e disciplina dos alunos melhorou significativamente. “Tudo está mudando para melhor. A disciplina dos alunos foi modificada desde o momento em que eles entram no portão da escola. Antes era aquela bagunça, entravam e saiam correndo. Agora eles já estão incorporando o projeto em si, e no principal ambiente que temos, que é a sala de aula, os professores relatam progresso, assim como os pais, que testemunham o quanto seus filhos melhoraram o comportamento em casa”, celebra a diretora.

Ainda segundo Gleide Hartuique, os professores estão entusiasmados com o início do projeto, contam que está mais fácil de dar aula, há mais organização dos espaços e os alunos passaram a fazer com mais empenho as tarefas escolares.

O trabalho de ordem unidade envolve todos os professores e alunos sempre às terças-feiras, na quadra coberta da escola, mas coordenado pelo professor de Educação Física Leonardo Barbosa de Jesus, que já foi militar do Exército. Uma equipe do Grupamento Tático auxilia na ordem unida, considerado o momento mais aguardado pelos alunos. Todos ficam em silêncio, participam das atividades com prazer e há espaço até mesmo para aquele estilo “marrento” dos militares, com braços cruzados e cara de mau – no bom sentido.

Um grito de guerra novo ecoa pela vizinhança, que também aprova a contribuição do Grupamento Tático no ambiente escolar: “Braço de ferro, punho de aço, é a Cristo Rei quem manda no pedaço. Cristo é nosso Mestre, é nosso Capitão, vai à frente da batalha comandando o batalhão. Estudar é nosso lema, ganhar é opção, o Colégio Cristo Rei está em nosso coração”.

Como forma de preparação para o desfile de 7 de Setembro, o cabo Torres, do GTO, está indo à escola três vezes por semana com sua equipe para ensaiar ordem unida com um pelotão especial formado por alunos de todas as turmas. “A nossa maior preocupação é apresentar, na prática, o que está acontecendo dentro da escola”, conta a diretora.

O professor Leonardo Barbosa de Jesus se diz orgulhoso do projeto e dos resultados alcançados até aqui. Ele explica que selecionou alguns alunos para auxiliarem no comando da “tropa” e escolheu inicialmente aqueles que tinham o perfil de liderança. Foi assim com Marcos Frank Sousa Fraga, 12 anos; Leandro Santos Silva, 11 anos; Adriele de Alcântara Fernandes, 11 anos; Danilo Cristian Soares Moura, 11 anos; Rodrigo Pinto Estumano, 13 anos; e Leandro Santos Silva, 11 anos.

E este último, Leandro, revela que participa do Clube de Desbravadores, onde aprendeu ordem unida. “Deu tudo certo. Eu me ofereci para ajudar e ele (professor Leonardo) me escolheu para ser auxiliar. Estou gostando muito de ajudar com ordem unidade na minha escola”, comemora.

Com invejável formação artística, a diretora Gleide motivou um grupo de seis alunos a praticarem, com ela, um “haka” (dança de guerra do povo maori, geralmente usada para dar boas vindas a visitantes).

Com 650 alunos, a Escola Cristo Rei está localizada no Jardim União e recebe crianças e adolescentes em dois turnos, de todos os bairros da região do núcleo Liberdade.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Marabá

Escola Família Agrícola promove seminário para lançar projeto

O Projeto Produção e Educação Agroecológica a partir da EFA de Marabá tem financiamento do Basa e colaboração de diversos parceiros
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A Escola Família Agrícola (EFA) “Professor Jean Hébette”, por meio do Instituto de Promoção Ecológica e Social (IPÊS), promove, na próxima quinta-feira (21), a partir das 16h, o Seminário de Lançamento do Projeto: Produção e Educação Agroecológica a partir da Escola Família Agrícola de Marabá – Pará (Proefa). O evento acontece em sua sede, localizada no km 23, da Rodovia BR 230 – Transamazônica (sentido Itupiranga), em Marabá.

O projeto foi apresentado em setembro de 2017, no âmbito do edital de patrocínio 2018 do Banco da Amazônia. Após aprovação, passando pela tramitação legal, foi celebrado o contrato 083/2018, que prevê o repasse, pelo banco, de R$ 18 mil, a ser executado de maio a dezembro de 2018, os resultados esperados são: implantação de um biodigestor, a criação de duzentas galinhas caipiras em sistema semi-intensivo visando à produção de ovos e carne e criação de dez mil peixes da espécie tambaqui.

O Proefa tem como bases os aspectos: produtivo e educativo ancorados na Agroecologia e visa a promoção educacional de jovens agricultores, de forma participativa e integrada com as famílias e as comunidades, fundamentada na Pedagogia da Alternância e nos princípios da Educação do Campo. Com a crença de que “é possível produzir conhecimentos e alimentos agroecológicos” a partir das Unidades Produtivas e Educativas (UPEs) da EFA.

O Banco da Amazônia patrocina projetos que difundam a cultura da Amazônia, estejam aliados às políticas públicas e sejam realizados em parceria com os diversos atores sociais, além da valorização aos projetos comprometidos com o desenvolvimento e que respeitem sempre a sustentabilidade econômica, social e ambiental da região amazônica como meio de valorizar a sociedade e promover o desenvolvimento de sua população.

A EFA tem como parceiros a Prefeitura de Marabá, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), a quem está vinculada, mas recebe o apoio de outras secretarias. Para suporte técnico e realização das oficinas de capacitação conta com assessoria da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater).

Na solenidade de abertura está prevista a participação do vice-prefeito de Marabá, Toni Cunha, e representantes das instituições parceiras. O Seminário encerra com Sarau Junino com apresentações de quadrilhas e expressões artísticas e culturais.

A comunidade escolar da EFA está muito alegre com esse patrocínio, e outros projetos que estão em tramitação visando a consolidação do Proefa nas suas diversas Unidades Produtivas e Educativas (UPEs).

(Fonte: Ipês)
Brasil

Festa na aldeia Gavião para celebrar vitória no ensino médio

Única cacique mulher no Pará, Kátia Tonkyre dá exemplo de boa gestão e motivação para membros de sua comunidade
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O que motiva um grupo de jovens da Nação Indígena Gavião a concluir o ensino médio sem sair da aldeia, localizada no município de Bom Jesus do Tocantins, a 50 km de Marabá a escola construída dentro da reserva, em forma de maloca, com a natureza ao redor, certamente foi determinante para manter o interesse dos alunos nos estudos. E para ressaltar a importância do contato com o meio ambiente, a professora, algumas vezes, leva a aula para a plantação ou à beira do rio.

A estratégia de relacionar o conteúdo da proposta da matriz curricular à realidade da aldeia Akrãkikatêjê durante as aulas foi montada pela cacique Kátia Tonkyre, para cumprir a promessa feita em 2016, quando a turma foi formada, de que todos os estudantes matriculados iriam se empenhar ao máximo para concluir o ensino médio, por meio da metodologia do Projeto Mundiar, implantado  pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O Mundiar visa corrigir a distorção escolar idade/série, além de reduzir a repetência e a evasão de alunos.

O compromisso de Kátia Tonkyre foi cumprido: 19 dos 21 indígenas da turma do Mundiar participaram da cerimônia de formatura nesta sexta-feira (15), no Território Indígena da reserva Mãe Maria, da nação Gavião Akrãkikatêjê, localizada a 22 quilômetros da sede do município de Bom Jesus do Tocantins. Apenas dois estudantes não concluíram os estudos porque se mudaram para outra aldeia.

HOMENAGEM
A solenidade de formatura da turma do Mundiar emocionou os participantes. Foi uma festa com os rigores da cultura da aldeia, em dia de festa. Os índios se pintaram e entoaram cânticos de agradecimento na língua-mãe do Povo Gavião.

A cerimônia ocorreu na Escola Hôpryre Ronoré Jopikti Payaré, cujo nome é uma homenagem ao cacique Payaré, pai de Kátia Tonkyre, pioneiro na luta que tornou autônoma a nação Gavião Akrãkikatêjê. Pela dimensão da festa, não resta dúvida de que a educação formal faz parte dessa autonomia. “Temos nossa sabedoria ancestral, mas precisamos ter acesso ao conhecimento da educação formal do kupên (homem branco) para defender nosso território e manter nossa cultura viva”, disse Kátia Tonkyré.

PORTA PARA A UNIVERSIDADE
Os estudantes concluíram o ensino médio em 2017. Seis dos 19 concluintes já chegaram ao ensino superior, em faculdades que funcionam em Marabá. Segundo Kátia, isso é resultado “de um longo trabalho, como idealizou meu pai, que sonhou com a autonomia do nosso povo”.

Joseane Baia Akrãkikatêjê, caloura do curso de Pedagogia, foi uma das indígenas que concluíram estudos pelo Mundiar. Ela morava em Tucuruí, município de origem do Povo Gavião, que foi remanejado para Bom Jesus do Tocantins após a construção da hidrelétrica. “Eu estudava na outra aldeia, em Tucuruí, mas vim concluir o ensino médio aqui, pois conheci o Mundiar quando visitei minha irmã. Gostei muito, porque a gente não ficava só nos livros, mas se assiste a vídeos, tem teatro, apresentações de trabalhos, o que torna o aprendizado mais fácil. Vou me formar e voltar para minha aldeia, para ser professora”, diz Joseane Baia.

Além da nação Gavião Akrãkikatêjê, outras etnias foram atraídas pelo Mundiar, como os Guarani e os Tembé. Tamari Tembé saiu de outra aldeia, todos os dias, para assistir às aulas na aldeia Akrãkikatêjê, “Muitas vezes a pé, com muitas dificuldades, mas nunca pensei em desistir, pois estava sem estudar há mais de um ano, e as aulas na aldeia da Kátia são do modo que nosso povo gosta, com respeito a nossos costumes e a nossa cultura”. Tamari Tembé é calouro de Administração.

MUDANÇAS NA ALDEIA
A Escola Hôpryre Ronoré Jopikti Payaré é bilíngue. Todos os estudantes têm aula também na língua Akrãkikatêjê – uma forma de manterem a cultura e os costumes. Além do Mundiar, 60 estudantes estão matriculados no ensino fundamental regular. “Aqui não nos importamos com prédios, mas com o conhecimento que é transmitido ao nosso povo, e esse estudo é de muita qualidade. Nosso povo aprendeu muito. Meninas que eram tímidas, hoje se expressam muito bem”, frisou a cacique Kátia.

Quinze professoras indígenas e não indígenas da Seduc estão lotadas na aldeia Akrãkikatêjê. Há o Projeto Mundiar e estudantes no sistema regular. Na aldeia, cerca de 60 estudantes estão na escola, matriculados da educação infantil ao 9º ano do fundamental.

A professora da turma do Mundiar, Loide de Souza e Silva, usou um provérbio chinês para expressar o sentimento ao ver seus alunos formados. “Sempre fica um pouco de perfume nas mãos de quem oferece flores. É assim que me sinto nesse momento especial. Partilhei conhecimento, mas também aprendi muito com essa experiência com o Povo Akrãkikatêjê”, ressaltou.

200 TURMAS 4ª URE

A turma do Mundiar que concluiu os estudos da educação básica é uma das seis que o projeto mantém em aldeias indígenas (quatro em Bom Jesus do Tocantins e duas em Jacundá). Em toda a região da 4ª Unidade Seduc na Escola (URE) há 200 turmas do Mundiar. A coordenadora do projeto da URE, Elisabeth Mota, destacou no evento que a metodologia foi muito bem aceita pela nação Gavião, principalmente na aldeia Akrãtekitakêjê.

Além da representante da Seduc, participaram da cerimônia na aldeia representantes do Conselho Indígena Missionário (Cimi), Fundação Nacional do Índio (Funai) e Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa).

A resposta à pergunta que abriu esta matéria extrapola os registros da festa de formatura dos Gavião Akrãtekitakêjê, e se revela não só pela alegria explícita da aldeia, pela chegada de seis jovens indígenas à universidade, mas pelo significado de autonomia coletiva que a educação representa para o povo da Reserva Mãe Maria.

Pará

Estudantes do Pará podem cursar arquitetura a distância

Inscrições podem ser feitas no site da Universidade Santo Amaro e as aulas começam em agosto. Alunos podem escolher entre 11 polos educacionais no Estado
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A Universidade Santo Amaro (Unisa) ampliou seu portfólio de cursos de Educação a Distância (EaD) e abre as inscrições nesta modalidade para graduação em Arquitetura e Urbanismo. Tradicional em São Paulo, a Unisa completa 50 anos neste mês e está aumentando sua presença no Pará, onde já conta com 11 polos educacionais.

 De acordo com o coordenador do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unisa, professor Dr. Paulo Eduardo Borzani Gonçalves, a abertura da graduação a distância é uma inovação para o setor, já que apenas nove instituições oferecem o curso no País.

As aulas do curso EaD de Arquitetura e Urbanismo começam em agosto. Para cursar, o estudante deve estabelecer uma rotina de aprendizado, com provas, avaliações e encontros presenciais nos polos. O diploma também não tem diferenciação entre presencial e a distância, já que seu conteúdo é o mesmo, o que muda é a metodologia de estudo.

O coordenador explica que o curso tem como objetivo formar profissionais completos para se destacar no mercado, “com a garantia de uma atuação pautada na responsabilidade socioambiental e no respeito à diversidade e à inteligência, tanto no âmbito do edifício, como na perspectiva da organização e do desenvolvimento das cidades”.

Para se inscrever, os interessados devem acessar www.unisa.br, em Processo Seletivo – Graduação a Distância, e consultar os polos que oferecem o curso. Os polos da Unisa no Pará são em Altamira, Ananindeua, Belém (Marcos e Castanheira Shopping), Castanhal, Marabá, Novo Progresso, Parauapebas, Tailândia, Tomé-Açú e Tucuruí.

Tucuruí

Educadores e prefeito reúnem para definir novo planejamento para a educação

Diretores e demais profissionais que atuam na educação infantil e fundamental no município participaram de encontro para traçar um novo planejamento
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Para definir as novas estratégias e rumos da educação municipal, professores e diretores da educação pública municipal de Tucuruí reuniram na tarde desta sexta-feira (15) com o prefeito Artur Brito e a secretária de Educação, Wanessa Zavarese Sechim. O encontro aconteceu no auditório da Associação Comercial e Industrial de Tucuruí (Acit) e reuniu cerca de 100 colaboradores da educação.

A nova secretária de Educação classificou como positiva o encontro com os diretores e demais profissionais que atuam na educação infantil e fundamental no município. “Esse primeiro encontro é para ouvir as demandas e receber sugestões. É assim que vamos avançar ainda mais na educação de nossas crianças e jovens”, avalia a secretária.

O prefeito Artur Brito falou sobre a importância de chamar os profissionais de educação da cidade e da zona rural para o debate sobre melhorias para a educação. “São eles que conhecem o dia a dia da nossa educação e é ouvindo o feedback deles que vamos redefinir a nossa forma de gerir todo o processo educacional no município”, salientou o prefeito.

Esta é a primeira reunião estratégica para deliberar sobre as melhorias e avanços para a educação. Ainda em junho, um novo planejamento para a educação será formatado e deve ser iniciado já no segundo semestre do atual ano letivo.

Tucuruí

Unisa abre novo polo em Tucuruí

Universidade está entre as mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil
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Com presença consolida e atuação em EAD no Brasil, a Universidade Santo Amaro(Unisa) inaugura nesta sexta-feira (15) o novo pólo educacional em Tucuruí. A inauguração da nova unidade acontece às 19h no Shopping Tucuruí.

Com mais de 80 polos, credenciados em 16 estados, de diferentes regiões, a Unisa amplia a sua atuação no Ensino a Distância (EAD). A expansão, autorizada pelo Ministério da Educação (MEC), caracteriza um crescimento de 61% em número unidades da instituição.

A Universidade está entre as mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil, ocupando uma posição privilegiada no cenário educacional desde 1968, com os cursos de Letras, Pedagogia, Matemática, Física e, principalmente, o de Medicina, até hoje um dos mais concorridos do país.

A Universidade possui tradição de 50 anos e quatro campi na cidade de São Paulo e, desde 2027, oferta em Tucuruí cursos de Ensino semipresencais e a distancia, sendo pioneira no segmento.

Conforme explica Júnior Nauar, coordenador da instituição no Pará, atualmente mais de 20 mil alunos, de cursos presenciais e a distância são atendidos com ensino superior de qualidade. “Em Tucuruí, queremos seguir oferecendo ensino de qualidade para um número ainda maior de pessoas, aumentando as chances no mercado de trabalho”.

Em Tucuruí, serão ofertados  mais de 40 cursos de graduação, além de pós graduação e mestrado. Os cursos são semipresencais ou à distância sendo que os alunos contam com um ambiente exclusivo de aprendizagem, materiais didáticos gratuitos e consistentes, atividades com acompanhamento de tutores e transmissões de aulas diretamente dos estúdios Unisa, com participação de professores que atuam nos campi de São Paulo.

Os polos educacionais possuem infraestrutura completa, com bibliotecas, salas de aula e laboratórios e estão situados em pontos estratégicos, para o fácil acesso dos estudantes.

Além de Tucuruí, a Unisa está representada nos municípios de Belém, Altamira, Novo Repartimento, Marabá, Castanhal, Ananindeua, Novo Progresso, Parauapebas, Tailândia e Tomé-Açú.

Unifesspa

“Menina” Unifesspa celebra 5 anos com 5.461 acadêmicos e 40 cursos de graduação

Universidade injeta na economia regional R$ 6 milhões por mês com folha de pagamento em Marabá e campi em outros quatro municípios da região
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A Unifesspa (Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará) está em festa esta semana para celebrar os cinco anos de criação, desde que deixou de ser Campus da Unifesspa e tornou-se uma universidade autônoma. Para o reitor da instituição, Maurílio Monteiro, a instituição ainda é uma “menina” e profetiza que em até 15 anos terá emitido cerca de 100.000 diplomas.

Atualmente, a Unifesspa conta com 5.461 acadêmicos matriculados nos três campi de Marabá e nos de Rondon do Pará, Xinguara, Santana do Araguaia e São Félix do Xingu. Criada pela Lei Federal 12.824, passou a funcionar oficialmente em 5 de junho de 2013 e oferece 40 graduações, 3 especializações, 7 mestrados e 3 doutorados, estes em parceria com outras instituições, além de já ter diplomado 1.500 profissionais de diversas áreas do conhecimento. Para o reitor Maurílio de Abreu Monteiro, todas essas conquistas são motivos de comemoração.

Durante coletiva aos veículos de comunicação de Marabá na manhã desta quinta-feira (14), ele disse que, apesar da Emenda Constitucional 95, que congela os gastos públicos por 20 anos, não se pode perder de vista que “não se atravessa tempos difíceis, como este, sem firmeza estratégica”.

“E onde é que está essa firmeza estratégica? Está na nossa convicção, na convicção de toda a nossa equipe de que a jovem Unifesspa é e deve manter, enquanto instituição social, autonomia intelectual e que tem de, cada vez mais se firmar como pública, democrática e diversa”, enfatizou o reitor.

Nesse aspecto, Maurílio Monteiro disse, não é simples, mas há todo um esforço para, de forma homogênea, unir a excelência acadêmica e o compromisso social. “Para conseguir isso, você tem que, necessariamente, construir uma universidade que, simultaneamente, seja excelente e popular”, observou.

A coletiva contou com a participação, também dos pró-reitores de Extensão e Assistência Estudantil, Diego de Macedo Rodrigues; de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Marcel Ferreira Miranda; de Pós-Graduação, Pesquisa e Inovação Tecnológica, Erinaldo Cavalcanti; de Ensino e Graduação, Elias Fagury; de Administração, Hugo Kuribayashi. E ainda os secretários de Infraestrutura, Lucas França; de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Rogério Souza Marinho; e o diretor do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação, Victor Castro.

O reitor destacou que a “menina” Unifesspa atende hoje a estudantes 90 cidades do Pará e de mais de 150 cidades brasileiras, oriundos de todas as regiões do País, notadamente do Maranhão, de onde há acadêmicos de 15 municípios; e de 13 cidades do Tocantins.

Salientou ainda que a diversidade é uma marca da Unifesspa e um valor cultivado na instituição, onde estudam cerca de 200 alunos indígenas e quilombolas e onde a maioria dos acadêmicos, 80%, são negros e pardos e os brancos e amarelos, 17%.

Atualmente a Unifesspa conta com 637 servidores, entre professores e técnicos. Mais de 53% dos professores têm título de doutor e cerca de 40% são mestres, já em processo de doutoramento, o que classifica a universidade, entre as criadas em 2013, como a que mais cresceu em recursos humanos.

Após enumerar as conquistas, Monteiro falou também das dificuldades que a Unifesspa enfrenta, como o déficit de técnicos, por exemplo, destacando que, apesar de pequeno, o corpo técnico atual tem conseguido construir muitas coisas, numa luta cotidiana para que possa a universidade possa manter uma postura crítica, da diversidade, do contraditório e das tensões.

 “Então, é motivo para comemorar muito porque, mesmo diante das adversidades, nós conseguimos construir uma universidade alegre, firme, vitoriosa, diversa, plural, pública, democrática. Isso é muito importante”, disse o reitor.

 Programação do dia 15

10h – Inauguração dos prédios Administrativo e Multiuso

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

11h0 – Inauguração do Painel Artístico do Illa.

Parte externa do Prédio Multiuso da Unidade //I do Campus de Marabá

16h – Recepção Musical

(Grupo de Corda da Casa da Cultura)

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

16h30 – Abertura

(Com apresentação do Coral da Unifesspa)

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

17h – Solenidade Oficial

Auditório da Unidade //I do Campus de Marabá

18h30 – Lançamento da campanha audiovisual “Iguais na Diversidade”

Auditório da Unidade III do Campus de Marabá

19h – Lançamento do Selo Comemorativo dos 5 Anos

Praça Externa

19h30 – Parabéns

Praça Externa

19h45 – Coquetel

Praça Externa

19h45 até às 22h – Apresentações Culturais

Choro em Harmonia, Meury e Athos Pedrosa (voz e violão), Aedo XXI (música, poesia e percussão) e Ítalo Almeida (voz e violão) – na Praça Externa

Eleutério Gomes e Ulisses Pompeu – de Marabá
Tucuruí

Proerd forma mais 800 alunos em Tucuruí

Com ações voltadas para a prevenção às drogas, Proerd orienta crianças e adolescentes. Solenidade de formatura reuniu ainda familiares dos alunos e autoridades.
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800 alunos de diversas escolas do município se formaram nesta quarta-feira (13) pelo Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). A cerimônia de formatura aconteceu no Ginásio Poliesportivo da vida e reuniu alunos de escolas como Fernando Guilhon, Assis Rios, Teles de Menezes, Assis Rios e Maria Silvia.

A solenidade de formatura reuniu ainda familiares dos alunos e autoridades, entre eles, o Prefeito Artur Brito.

A proposta do Proerd é orientar e prevenir, por meio de atividades educacionais, quanto às consequências que as drogas podem causar na vida das pessoas.

A Prefeitura de Tucuruí é parceira e mantenedora do Proerd há anos e o prefeito destacou que o Programa vem cumprindo a missão de prevenir e orientar as crianças e adolescentes, preparando-os para o futuro. “Pelo Proerd, essas crianças passam a atuar em suas comunidades como agentes multiplicadores dos conhecimentos adquiridos nas aulas, o que colabora com o combate a criminalidade e outros problemas sociais que tem sido enfrentado pela administração municipal”, enfatiza o prefeito.

Durante a solenidade, alunos foram homenageados e premiados por terem se destacado ao longo das atividades que foram desenvolvidas nas escolas. Professores, instrutores do Programa e autoridades também foram homenageados. As ações do Proerd nas escolas são desenvolvidas pelo 13ª Batalhão de Polícia Militar de Tucuruí em parceria com a Prefeitura do município. Todo o conteúdo do programa é ministrado por policiais treinados.

O Proerd trabalha com alunos do ensino fundamental de escolas da rede pública e, também, da rede privada, por meio de estratégias preventivas a partir do uso de técnicas pedagógicas inseridas nas disciplinas da grade curricular. O programa conta com a participação da Polícia Militar, estabelecimentos educacionais e a família.

O objetivo é aplicar a prevenção para combater o uso de drogas e situações de violência, fazendo com que os estudantes sejam agentes transformadores, reconhecendo os perigos e as influências diárias de situações aos quais estão expostos e, também, fazê-los instrumentos disseminadores da informação na família e em todos os ambientes que frequentam.

Fotos | Aldeney Moraes