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Pará

Operações com cargas na Estrada de Ferro Carajás voltaram a ser realizadas neste sábado

A Vale informa que a Estrada de Ferro Carajás voltou a operar somente o transporte de cargas a partir deste sábado, 22/10.

Para garantir a segurança dos usuários, o serviço de transporte de passageiros permanece suspenso. Os passageiros poderão fazer as remarcações das passagens e/ou solicitar reembolso a partir da segunda-feira, 24/10.

A Vale informa que a interrupção ocorrida desde a terça-feira, 18, foi em função da identificação de dano estrutural em um dos pilares da ponte ferroviária sobre o Rio Jacundá, no município de Bom Jesus do Tocantins, Pará.

Pará

Militares identificam dinamite na ponte avariada que paralisou o transporte de minério de ferro na EFC

As operações na Estrada de Ferro Carajás, que liga Parauapebas à São Luiz do Maranhão estão paralisadas desde a última terça-feira (18), quando danos na estrutura de uma das colunas da ponte sobre o Rio Jacundá, no KM 694 da EFC, no município de Bom Jesus do Tocantins, no Pará, foram detectados por funcionários da Mineradora Vale.

As causas dos danos ainda estão sendo investigadas, mas especula-se nas redes sociais que a detonação de dinamite teria sido a causa das rachaduras na coluna.

Diariamente passam pela Estrada de Ferro Carajás 12 composições rumo à São Luiz carregadas de minério de ferro e outras 12 voltam vazias, além do Trem de Passageiros que trafega diariamente levando cerca de 1300 passageiros em média, excluindo a quarta-feira, quando este está em manutenção.

Desde a terça-feira equipes da Vale trabalham diuturnamente para liberar a EFC, mas a assessoria de imprensa da mineradora ainda não obteve uma data precisa para que a estrada volte a ser operacionalizada.

Passageiros que adquiriram passagens para o período em que a ponte estiver bloqueada deverão comparecer aos postos ferroviários para realizarem remarcação ou reembolso dos tickets, apresentando comprovante, a partir da próxima segunda-feira (24). Mais informações por meio do “Alô Ferrovia”, no número 0800-285-7000.

Explosivos

O Exército Brasileiro, por meio da Seção de Comunicação da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, confirmou na quarta-feira (19) que foi encontrado artefato explosivo na referida ponte depois que recebeu um pedido para auxiliar na identificação de possível material explosivo encontrado e, acionados os órgãos competentes, militares capacitados do 23º Batalhão Logístico de Selva – da Turma de Levantamento e Destruição de Engenhos Falhados (TULEDEF) foram enviados ao local para “acompanhar e orientar quanto ao isolamento e demais medidas de segurança na área, visando evitar possíveis ocorrências negativas”. A equipe de militares e um perito da Polícia Federal identificaram que os artefatos realmente continham explosivos, mas destacou que a remoção e o manuseio não representariam riscos à segurança do local.

Marabá

Justiça manda desobstruir Estrada de Ferro Carajás em Marabá

A Vale informa que por volta das 18h50 desta segunda-feira (22/8),  após cumprimento de liminar de reintegração de posse,  os manifestantes de movimentos sociais ligados à reforma agrária deixaram os trilhos da Estrada de Ferro Carajás (EFC), interditada desde as 6h30 da manhã desta segunda,  no km 739 da ferrovia, em Marabá . As equipes de manutenção da Vale trabalham na recuperação do trecho danificado pela ação dos invasores, que atearam fogo em pneus e madeiras sobre o trecho da linha férrea. Os manifestantes tinham como principal reivindicação ações de políticas públicas ligadas à reforma agrária e que não são de competência da iniciativa privada.

A interdição da ferrovia interrompeu a operação de cargas e do trem de passageiros, impedido de circular segunda (22/8) e nesta terça (23/8). Mais de  2600 pessoas não puderam usar o serviço considerado,  para muitos usuários, o principal meio de transporte entre os 27 municípios e povoados por onde passa a Estrada de Ferro Carajás entre o  Pará e o Maranhão.

A Vale informa que adotou todas as ações judiciais cabíveis para liberar a ferrovia. Além da ação de reintegração de posse, a empresa ingressará com ação  criminal contra as lideranças dos movimentos que obstruíram a ferrovia e seus possíveis financiadores. A empresa reforça  que toda pessoa que motiva ou participa de interdição de ferrovia, de faixa de domínio e de vias de acessos estará sujeita a responder judicialmente pelo crime de perigo de desastre ferroviário e responderá a inquérito policial e ação penal, podendo gerar uma aplicação de multa diária e prisão, de acordo com a decisão judicial.

Sobre o Trem de Passageiros

Devido à interdição na EFC, o Trem de Passageiros não circulou segunda (22/8) e nem circulará nesta terça (23/8). Os passageiros que já haviam comprado seus bilhetes podem ir às Estações de Passageiros para realizar remarcação ou solicitar reembolso. Mais informações podem ser obtidas, com ligação gratuita pelo Alô Ferrovias: 0800 285 7000.

Marabá

Integrantes de movimentos sociais ligados à terra interditam a EFC em Marabá

Com a interdição, a operação ferroviária está paralisada e mais de 2.600 pessoas não poderão usar o trem de passageiros hoje e amanhã

A Vale informa que a Estrada de Ferro Carajás (EFC) está interditada desde a manhã de hoje (22/8) no km 739 da ferrovia, no município de Marabá (PA), por integrantes de movimentos ligados à terra. Eles têm como principal reivindicação a reforma agrária e ações direcionadas ao Governo Federal. Os manifestantes interditam os trilhos com troncos de madeiras e pneus e usam a interdição como pressão para possível atendimento as suas pautas.

Com a obstrução da Ferrovia Carajás, o Trem de Passageiros da EFC não circulou hoje, quando faria o percurso de São Luís (MA) a Parauapebas (PA) e também não poderá circular amanhã (terça, 23/8), dia de saída do Pará ao Maranhão. A interdição da ferrovia, nesses dois dias, deixará mais de 2.600 pessoas sem o serviço, considerado para muitos usuários, o principal meio de transporte entre os dois estados.

Com relação à reivindicação do movimento à Vale, sobre pedido de terras para assentamentos, a empresa esclarece que políticas públicas voltadas à reforma agrária não competem à iniciativa privada.

É importe alertar que toda pessoa que motiva ou participa de interdição de ferrovia, de faixa de domínio e de vias de acessos estará sujeita a responder judicialmente pelo crime de perigo de desastre ferroviário e responderá a inquérito policial e ação penal, podendo gerar uma aplicação de multa diária e prisão, de acordo com a decisão judicial.

 A Vale informa que já adotou todas as ações judiciais cabíveis. O Boletim de Ocorrência já foi expedido e as ações de reintegração de posse e criminal  estão em curso, considerando o crime previsto no Código Penal a que as pessoas que interditam ferrovias estão sujeitas, que é o de perigo de desastre ferroviário.

 Sobre o Trem de Passageiros

Devido à interdição na EFC, o Trem de Passageiros não circulará nem hoje (22/8) e nem amanhã (23/8). Os passageiros que já haviam comprado seus bilhetes podem ir às Estações de Passageiros para realizar remarcação ou solicitar reembolso. Mais informações podem ser obtidas, com ligação gratuita, pelo Alô Ferrovias: 0800 285 7000.

Vale

Vale inaugura complexo de oficinas de locomotivas e vagões em Ponta de Madeira

A Vale inaugurou no dia 19 de maio o terminal ferroviário de Ponta da Madeira, em São Luis do Maranhão, considerado o mais moderno complexo de oficinas de locomotivas e vagões da companhia. Segundo a empresa, as novas instalações ocupam 20 mil m² de área dentro do terminal e adotam tecnologias inéditas, capazes de tornar o ciclo de manutenção preventiva e corretiva da sua frota ainda mais eficiente.

O complexo de Ponta da Madeira também inclui um novo Posto de Inspeção e Abastecimento de Locomotivas (PIAL), o Complexo de Troca de Rodeiros (CTR) e ainda o Complexo de Manutenção de Rodeiros (CMR). Em cada local, é realizada uma atividade diferente do processo de manutenção.

Em detalhes, a Vale explicou como acontece este processo: trens com 330 vagões vindos de Carajás, no sudeste do Pará, são separados em blocos de 110 vagões para facilitar a descarga. Enquanto o minério é retirado, as locomotivas seguem para revisão no PIAL, que tem capacidade para atender até 12 locomotivas simultaneamente.

O tempo de preparação das locomotivas para uma nova viagem é de 90 minutos.

Descarregados, os vagões são conduzidos pelas locomotivas revisadas e abastecidas até o Centro de Troca de Rodeiros (CTR). O rodeiro integra rodas, rolamentos e eixo e permite a movimentação do vagão sobre os trilhos. No CTR, os rodeiros que precisam de manutenção são retirados e trocados por outros em perfeitas condições de uso.

O CTR tem capacidade de atender até 2 mil vagões/dia. Neste novo método, que dura até 15 minutos, a companhia afirma que não há mais necessidade de separar o vagão com o rodeiro danificado do bloco, como era feito antes. A troca com o bloco integrado diminui o tempo de parada na manutenção.

A Vale detém 16 mil vagões e 220 locomotivas que fazem o transporte de minério de ferro entre os estados do Pará e Maranhão. A Estrada de Ferro Carajás, uma das mais importantes do país, é considerada ferrovia Classe 1.

Vale

Manifestantes bloqueiam Estrada de Ferro de Carajás, da Vale

A Estrada de Ferro Carajás (EFC), da mineradora Vale, foi bloqueada por manifestantes durante cerca de três horas, na manhã desta segunda-feira, com impacto no transporte de carga e de passageiros, segundo a assessoria de imprensa da companhia.

As operações de carga já foram normalizadas, de acordo com a mineradora.

A manifestação, promovida pelo MST Mulheres, impediu que o trem de passageiros partisse às 8h da Estação de São Luís com destino à Parauapebas, explicou a Vale, fazendo com que cerca de três mil pessoas deixassem de viajar.

A EFC tem 892 quilômetros de extensão, ligando a mina de minério de ferro da companhia em Carajás, no sudeste do Pará, ao Porto de Ponta da Madeira, em São Luís (MA).

Segundo informações da Vale em seu site, a ferrovia transporta anualmente 120 milhões de toneladas de carga e 350 mil passageiros.

Confira a Nota da Vale, informando que o Trem de Passageiros não circulará nessa terça-feira:

A Vale informa que o trem de passageiros não irá circular nesta terça-feira, 8 de março. A paralisação é decorrente de uma manifestação promovida pelo MST Mulheres que bloqueou a ferrovia no início da manhã e impediu que o Trem de Passageiros partisse hoje às 8h da Estação de São Luís com destino à Parauapebas. Com isso, cerca de três mil pessoas que utilizariam o serviço deixaram de viajar. A Vale repudia qualquer ato de invasão da Estrada de Ferro Carajás, que impede o direito de ir e vir de toda comunidade, e informa que já adotou as medidas judiciais cabíveis. A manifestação na ferrovia foi encerrada pela manhã.

Os passageiros que já haviam comprado seus bilhetes podem ir às estações e pontos de vendas para realizar remarcação à partir de quarta-feira, 9/3, ou solicitar reembolso a partir de sexta-feira, 11/3. Os usuários do Trem de Passageiros que desejarem obter mais informações, os contatos podem ser feitos por meio do Alô Ferrovias (0800 285 7000).

Vale

Em Marabá, construtora paralisa obra por inadimplência da Vale. Moradores revoltados interditam Estrada de Ferro Carajás

imageDezenas de moradores do bairro Araguaia, em Marabá realizaram um protesto nesta segunda-feira (7) na Estrada de Ferro Carajás, da Vale. Os manifestantes queimaram pneus nos trilhos da ferrovia, impedindo a passagem dos trens que circulam entre os estados do Pará e do Maranhão. Um trem que passava pelo local chegou a ser atingido pelas chamas.

Os moradores cobraram providências da prefeitura local a respeito de uma obra de pavimentação nas ruas do bairro. A obra foi iniciada há cerca de um ano, mas foi interrompida.

Em nota, a Prefeitura de Marabá informou que as obras estão em andamento, que algumas ruas foram pavimentadas e receberam drenagem, mas a construtora responsável pela obra depende de um pagamento que deverá ser feito pela mineradora Vale para poder concluir os trabalhos.

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Confira a íntegra da nota enviada pela prefeitura de Marabá:

As obras estão em andamento no Bairro Araguaia, antiga Invasão da Fanta, onde já foram pavimentadas as avenidas das Torres e Araguaia e as ruas Prata,  Gênesis e 19. No momento, as demais 14 vias que serão pavimentadas já receberam base e sub-base, após terem recebido drenagem profunda. Entretanto a Construtora Gratão, responsável pela obra, depende do recebimento da última medição, pagamento a ser feito pela Vale, uma vez que a Prefeitura de Marabá já fez sua parte, enviando as informações necessárias para que a mineradora efetue o pagamento, o que deve acontecer ainda esta semana, de acordo com a construtora. Assim que isso ocorrer, as ruas já terraplenadas receberão camada de imprimação e depois o asfalto, vindo em seguida meio fio e sarjeta. Vale ressaltar que aquele bairro, na atual administração, já recebeu iluminação pública em todas as ruas, escola com modernas instalações, creche e agora vai ganhar uma Unidade Básica de Saúde. Antes, na antiga Fanta, que sequer tinha a atenção do poder público, nem mototáxi entrava, devido a precariedade das ruas e o perigo que era transitar à noite. (Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Marabá)

Atualização às 18h – Nota da Vale

A Vale informa que a Estrada de Ferro Carajás (EFC) foi liberada por volta das 13h desta segunda-feira (7/9) após ter sido invadida às  8h na manhã de hoje,  na altura do bairro  KM 7, em Marabá. Os invasores atearam fogo em pneus na via férrea, interrompendo a operação da estrada de ferro e causando risco de perigo de desastre ferroviário, considerado crime pelo Código Penal. Os invasores reivindicavam  a retomada dos serviços de pavimentação para as ruas do bairro e que fazem parte do convênio com a Prefeitura Municipal.

Com relação à obra, a Vale esclarece que o repasse de recursos encontra-se em dia, dentro do cronograma e do prazo estabelecidos pelo convênio firmado com a  prefeitura municipal, responsável por toda a gestão da empresa executora da obra.

Os recursos fazem parte dos investimentos sociais da Vale, por meio do projeto de expansão da Estrada de Ferro Carajás e buscam aumentar a segurança para as comunidades e promover a melhoria da qualidade de vida para as famílias da região. Os locais foram definidos em conjunto com a Prefeitura Municipal, com o intuito de viabilizar o acesso dessas comunidades a serviços essenciais, como o transporte público.

A Vale reafirma seu compromisso em manter diálogo aberto e transparente com as comunidades, no entanto, a empresa repudia veementemente qualquer ato de violência que desrespeite o Estado Democrático de Direito e continuará adotando  medidas criminais cabíveis para a responsabilização de todos os invasores  desta interdição.

Assessoria de Imprensa Vale

Parauapebas

Novo trem de passageiros da EFC começa a operar em setembro

O transporte é um marco da empresa que celebra este ano 30 anos de operação no Maranhão e Pará

Um novo trem de passageiros começará a circular em setembro na Estrada de Ferro Carajás (EFC). A partir do dia 14/9, segunda-feira, quem embarcar em algum dos 15 pontos ao longo da malha atendidos pelo serviço terá a oportunidade de conhecer todas as novidades e funcionalidades dos novos carros. A renovação do transporte de passageiros, que interliga os estados do Maranhão e Pará, é um marco para a Vale pois este ano a empresa celebra 30 anos de operações da EFC.

EFC

Responsável pelo transporte de cerca de 1.300 pessoas por dia, o Trem de Passageiros da Estrada de Ferro Carajás (EFC) atende a 27 municípios, sendo 23 no Maranhão e 4 no Pará. Em funcionamento desde 1986, o trem – que completou 29 anos em 2015 – é uma excelente opção de viagem entre os dois estados. Suas tarifas são mais baratas que as dos transportes rodoviários e, no período das chuvas, ele é o único meio de transporte de algumas localidades. No ano, em média, 350 mil pessoas são beneficiadas com o transporte ferroviário.

Única empresa do país a oferecer o transporte ferroviário de passageiros em longa distância, a Vale investiu US$ 55,6 milhões na frota da EFC. Foram adquiridos 39 carros, dos quais 6 são executivos, 21 econômicos e 12 de serviços que incluem lanchonete, restaurante, especial para cadeirantes, bagageiro e gerador. Cada carro executivo da EFC tem capacidade para transportar 60 passageiros. Já nos econômicos haverá 79 lugares. Além disso, toda a composição conta com detector de fumaça, aumentando a segurança dos usuários.

foto novo trem efc_visao externa vagao

Os vagões, que desembarcaram em São Luís (MA) no segundo semestre de 2014, obedecem a padrões europeus de qualidade. Mais modernos, os banheiros receberam novo layout e tecnologias voltadas a priorizar o uso sustentável dos recursos naturais, como a substituição do papel toalha por ar quente para a secagem das mãos. O sistema de descarga é a vácuo, semelhante ao utilizado na indústria da aviação, o que reduz o consumo de água. Os novos carros também são equipados com monitores de vídeo.

Os carros da classe executiva contam com sistema de som e iluminação individualizados para dar maior conforto e comodidade aos viajantes. Outro diferencial são as poltronas, mais confortáveis. As novidades contemplam também os carros-restaurante e cadeirante. O primeiro possui 72 lugares, o que representa um acréscimo de 56% em relação às composições que operam atualmente.

Segurança e conforto

O investimento prevê ainda um novo sistema de abertura e fechamento das portas externas, bem como as localizadas entre um carro e outro, que é automático. A travessia entre os carros também mereceu melhorias e ficará ainda mais segura e confortável.

Os novos carros de passageiros contam ainda com displays externos e internos, que exibem informações gerais sobre a viagem. Dados como destino e trajeto do trem, número dos carros, estações e paradas de embarque e de desembarque, entre outros, são algumas das orientações voltadas a facilitar ainda mais a viagem.

Responsabilidade Social

Com a entrada em operação da nova frota do trem de passageiros da Estrada de Ferro Carajás e a climatização de todos os carros, as pessoas que vendem alimentos às margens da ferrovia – as chamadas “bandequeiras” – deixarão de comercializar seus produtos na janela do trem. Para criar uma alternativa de renda que represente uma melhora na vida dessas pessoas, a Fundação Vale implantou o Programa AGIR EFC (Apoio à Geração e Incremento de Renda). Em parceria com instituições especializadas, a Fundação Vale está promovendo capacitações e auxiliando esse público na busca por novos mercados consumidores.

Centenas de famílias de seis municípios maranhenses foram beneficiadas no início deste processo. Foram criados 22 negócios sociais em seis municípios do Maranhão e um no Pará. Os benefícios do projeto incluem a qualificação e formalização do trabalho, a capacitação em gestão integrada do negócio, a remodelagem de embalagens e criação de logotipos, o fomento ao trabalho coletivo e o fortalecimento da autonomia e autoestima das participantes.

Serviço:

Sistema Norte - Mina / Ferrovia / PortoO trem parte da Estação Ferroviária de São Luís (MA) com destino a Parauapebas, no sudeste do Pará, às segundas, quintas-feiras e sábados. Às terças, sextas-feiras e aos domingos, realiza o percurso de volta. Só não há viagem na quarta-feira, quando é realizada a manutenção dos carros e locomotivas.

A Vale opera com reserva de duas passagens interestaduais gratuitas para idosos por viagem. Quando esgotadas as duas passagens, os demais idosos têm direito a 50% nos bilhetes para os assentos da classe econômica, nos trechos interestaduais. Para tanto, é preciso que se comprove ter 60 anos ou mais e renda igual ou inferior a dois salários mínimos, conforme o Estatuto do Idoso – Decreto Federal Nº 5.130 e com a Resolução Nº 654 da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), de julho de 2004.

Pela internet ou pelo Alô Ferrovias (0800-285-7000), o passageiro obtém os horários de chegada e partida do trem, bem como os preços das passagens, dicas de viagem, mapa da ferrovia, locais de compra de bilhetes, entre outras informações.