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Política

PSOL-PA realiza Conferência eleitoral e apresenta nomes para as eleições 2018

Em evento partidário, o PSOL-PA, oficializou neste domingo, 15, as pré-candidaturas às eleições 2018.
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O Partido Socialismo e Liberdade realizou neste domingo (15), no Hotel Sagres, em Belém,  uma Conferência Eleitoral para apresentar seus candidatos no Estado do Pará às eleições de outubro próximo.

Como puxadores de votos, a ex-senadora e atual vereadora Marinor Brito vai disputar uma vaga à Alepa, enquanto que Edmilson Rodrigues vai à reeleição a deputado federal. Nos cargos majoritários, Fernando Carneiro vai disputar o governo do Estado e a Jornalista Úrsula Vidal vai concorrer a uma vaga ao senado federal.

A chapa completa formada por diversas lideranças comunitárias, populares, sindicais e de juventude reúne 14 pré-candidaturas a deputado federal e 34 a deputado estadual.

No plano nacional, Guilherme Boulos, liderança nacional do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e Sônia Guajajara (Liderança Nacional Indígena) vão disputar a presidência da República.

A Conferência Eleitoral do PSOL-PA recebeu o nome da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), assassinada em março, na cidade do Rio de Janeiro.

Pará

Através de rede social, governador Jatene diz que fica

Ontem, 7, venceu o prazo constante da Lei Complementar 64/90 para que os candidatos se descompatibilizassem dos seus cargos.
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O governador do Pará, Simão Jatene, publicou hoje em sua página no Facebook uma nota onde declara que se manterá no cargo até o final do mandato. Ontem, 7, venceu o prazo constante da Lei Complementar 64/90 para que os candidatos se descompatibilizassem dos seus cargos em tempo hábil para concorrer nas eleições de outubro próximo. Confira a íntegra da nota:

Amigas e amigos,

Em respeito e gratidão a todos os paraenses, venho até este espaço para informar minha decisão de continuar à frente do executivo estadual, cumprindo até o final, se assim Deus o permitir, o honroso mandato de governador do Estado que nos foi conferido por três vezes pela maioria da nossa população.

Sempre acreditei e defendi que os interesses coletivos devem se impor aos projetos pessoais ou familiares, particularmente na atividade política, e já dei demonstração disso quando, em 2006, mesmo podendo ser candidato à reeleição, me mantive no cargo até o final do mandato. Ainda que não desconheça que tal comportamento pode surpreender e até incomodar a quem pensa diferente, continuo acreditando no nosso Estado, na nossa gente e em uma forma diferente de fazer política.

Àqueles que divulgaram que eu estaria disposto, a qualquer custo ou preço, a deixar o cargo para não ficar sem mandato e oportunizar a candidatura de membro da minha família, espero, nessa oportunidade, contribuir para que revejam seus conceitos, inclusive sobre política e políticos.

Ao grande número de pessoas que nos incentivaram e defenderam a nossa desincompatibilização, argumentando a importância de continuarmos contribuindo na vida pública, agradeço profundamente as avaliações generosas. Mas entendo que, diante das atuais circunstâncias, a melhor forma de contribuir com o Estado é permanecer no cargo e lutar para que o Pará não retroceda, mesmo que isso nos impeça de concorrer nas próximas eleições.

Aos amigos, que da mesma forma e, às vezes, com argumentos bem mais contundentes, sempre defenderam a importância de concorrer à novo mandato, até como mecanismo de proteção, face a falta de princípios e limites de alguns adversários, a minha eterna confiança de que, se quanto à justiça nada temos a temer, quanto à essa gente só Deus e o voto popular podem proteger.

Aos paraenses, minha permanente gratidão e compromisso com nosso Estado na certeza de que, mais uma vez, juntos, independente de diferenças, continuaremos protegendo o Pará de mãos e corações inescrupulosos, que tanto mal já fizeram ao nosso Estado na busca de saciar sua desmedida fome de riqueza e poder.

Que Deus nos dê sabedoria e nos ilumine nesses tempos estranhos e difíceis para o nosso Brasil.

Marabá

Toni Cunha filia-se ao PTB a convite do prefeito Tião Miranda

De uma só tacada, vice-prefeito de Marabá freia candidatura do presidente da Câmara, Pedro Corrêa, e de outros dois nomes do partido
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O delegado da Polícia Federal e vice-prefeito de Marabá, Toni Cunha, acaba de filiar-se ao PTB do prefeito Tião Miranda para candidatar-se a uma vaga de deputado estadual. O convite teria partido do próprio gestor municipal e estava sendo amadurecido durante as comemorações do aniversário de Marabá.

A assinatura da filiação ocorreu no final da manhã desta sexta-feira, no gabinete de Tião, na Secretaria de Obras. Toni havia abandonado a barca do Rede Sustentabilidade e já namorava com o DEM, de Márcio Miranda, presidente da Assembleia Legislativa e pretenso candidato a governador.

Na avaliação de um analista político de Marabá, ao ingressar no PTB, Toni conseguiu quatro coisas importantes: ter de fato a bênção de Tião para concorrer em outubro deste ano a uma vaga na Assembleia Legislativa e, ainda, neutralizar outros nomes de peso do partido, começando pelo presidente da Câmara, Pedro Corrêa, a vereadora Priscila Veloso e o jovem Eduardo Toddy.

Mas o mesmo analista político alerta que o PTB tem nomes de peso no estado concorrendo à eleição deste ano para a Alepa e a matemática eleitoral pode não ser favorável a Toni. Por outro lado, no DEM a eleição ficaria mais “fácil”.

Mas Toni aposta na boa avaliação do prefeito Tião em Marabá para extrair a maior quantidade de votos possível e deve ir a outros municípios atrás de outros viabilizar-se como combatente da corrupção.

Procurado pelo blog agora às 13 horas, Pedro Corrêa disse que não sabia da filiação de Toni Cunha, mas que deve obediência política a Tião Miranda. “Vamos ver os desdobramentos disso. Eu sou paciente, vou aguardar”, sintetizou.

Outros nomes de Marabá que já anunciaram que são pré candidatos a deputado estadual são Asdrubal Bentes (se desincompatibilizou do cargo de superintendente do Incra), vereadores Ilker, Einaldo Machado, Dirceu ten Caten e Chamonzinho.

Por Ulisses Pompeu – correspondente em Marabá

Brasil

Confira as principais datas do calendário eleitoral das Eleições Gerais de 2018

O pleito ocorrerá no dia 7 de outubro, em primeiro turno, e no dia 28 de outubro, nos casos de segundo turno.
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O calendário das Eleições Gerais 2018, aprovado pelo Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na sessão administrativa desta segunda-feira (18), traz as principais datas do processo eleitoral a serem observadas por candidatos, partidos, eleitores e pela própria Justiça Eleitoral.

As modificações introduzidas pela Reforma Política (Lei n° 13.487 e Lei nº 13.488), aprovada pelo Congresso Nacional em outubro deste ano, foram incorporadas ao calendário do pleito de 2018, que ocorrerá no dia 7 de outubro, em primeiro turno, e no dia 28 de outubro, nos casos de segundo turno.

Os eleitores vão eleger presidente da República, governadores dos Estados, dois terços do Senado Federal, deputados federais e deputados estaduais ou distritais.

Pesquisas eleitorais

A partir do dia 1º de janeiro de 2018, os institutos de pesquisas de opinião pública ficam obrigados a registrar junto à Justiça Eleitoral suas pesquisas relativas às eleições ou aos possíveis candidatos.

Propaganda institucional

O TSE promoverá, a partir de 1º de abril, propaganda institucional no rádio e na TV destinada a incentivar a participação feminina, dos jovens e da comunidade negra na política, bem como esclarecer os cidadãos sobre as regras e o funcionamento do sistema eleitoral.

Filiação partidária

Quem pretende concorrer aos cargos eletivos no pleito do próximo ano deve se filiar a um partido político até o dia 7 de abril, ou seja, seis meses antes da data das eleições. O mesmo prazo é dado para obtenção junto à Justiça Eleitoral do registro dos estatutos dos partidos políticos que pretendem entrar na disputa.

O TSE disponibilizará, a partir de 7 de abril, todos os programas de computador de sua propriedade utilizados nos processos de votação, apuração e totalização, para que técnicos indicados pelos partidos políticos, pela Ordem dos Advogados do Brasil, pelo Ministério Público e por pessoas autorizadas em resolução específica possam acompanhar suas fases de especificação e desenvolvimento.

Requerer e transferir título

A data de 9 de maio é o último dia para o eleitor que pretende votar requerer o título, alterar seus dados cadastrais ou fazer a transferência do domicílio eleitoral. Também é o prazo final para o eleitor com deficiência ou mobilidade reduzida solicitar sua transferência para seção com acessibilidade e, ainda, para que presos provisórios e adolescentes internados possam regularizar a situação eleitoral a fim de votarem nas Eleições de 2018.

Fundo de campanha

Os recursos disponíveis no Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) serão divulgados pelo TSE no dia 18 de junho, observado o prazo-limite para o depósito pelo Tesouro Nacional, no Banco do Brasil, até 1º de junho de 2018.

Propaganda intrapartidária

Os políticos com vistas à indicação de seu nome pelo partido poderão fazer propaganda intrapartidária a partir do dia 5 de julho, mas está proibido o uso de rádio, televisão ou outdoor para isso.

Agentes públicos

Três meses antes das eleições, a partir de 7 de julho, os agentes públicos ficam proibidos de praticar várias condutas, entre as quais: nomear, contratar ou de qualquer forma admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens, ou por outros meios dificultar ou impedir o exercício funcional e, ainda, remover, transferir ou exonerar servidor público, ressalvados os casos de: nomeação ou exoneração de cargos em comissão e designação ou dispensa de funções de confiança; nomeação para cargos do poder Judiciário, do Ministério Público, dos Tribunais ou Conselhos de Contas e dos órgãos da Presidência da República; nomeação dos aprovados em concursos públicos homologados até 7 de julho de 2018; nomeação ou contratação necessária à instalação ou ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais, com prévia e expressa autorização do chefe do Poder Executivo; transferência ou remoção de militares, de policiais civis e de agentes penitenciário.

Também ficam proibidos de realizar transferência voluntária de recursos da União aos estados e municípios e dos estados aos municípios, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para execução de obra ou de serviço em andamento e com cronograma prefixado e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública.

Ainda são vedadas, a partir dessa data, a realização de inaugurações e a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos.

Voto em trânsito

Uma vez divulgados os locais de votação dos municípios com mais de cem mil eleitores que terão seções disponíveis para o voto em trânsito, o eleitor poderá habilitar-se a partir do dia 17 de julho para votar por meio dessa modalidade.

Convenções partidárias

As convenções para a escolha dos candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputado federal, deputado estadual ou distrital deverão ocorrer entre os dias 20 de julho e 5 de agosto.

Enquetes

A partir de 20 de julho, não será permitida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral. Vale lembrar que enquete é a simples coleta de opiniões de eleitores sem nenhum controle de amostra e sem a utilização de método científico para sua realização. Esse tipo de consulta informal depende apenas da participação espontânea do interessado.

Movimentação financeira

Após a obtenção do número de registro de CNPJ do candidato e a abertura de conta bancária específica para movimentação financeira de campanha e emissão de recibos eleitorais, os partidos e candidatos deverão enviar à Justiça Eleitoral, a partir de 25 de julho, os dados sobre recursos financeiros recebidos para financiamento de campanha até 72 horas após o recebimento desses recursos, para fins de divulgação na Internet.

Registro de candidatura

O último dia para os partidos políticos e as coligações apresentarem junto à Justiça Eleitoral o requerimento de registro de candidatos é 15 de agosto. O TSE receberá o requerimento de candidatos a presidente e vice-presidente da República, e os tribunais regionais eleitorais (TREs) o requerimento de candidatos a governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputado federal e deputado estadual ou distrital.

Propaganda eleitoral

No dia 16 de agosto, passa a ser permitida a realização de propaganda eleitoral, como comícios, carreatas, distribuição de material gráfico e propaganda na Internet (desde que não paga), entre outras formas.

Plano de mídia

O TSE e os TREs têm até 24 de agosto para elaborarem – junto com os partidos políticos e a representação das emissoras de televisão e de rádio – plano de mídia para uso da parcela do horário eleitoral gratuito a que tenham direito, garantida a todos a participação nos horários de maior e menor audiência.

Horário eleitoral

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão terá início em 31 de agosto (37 dias antes das eleições) e término no dia 4 de outubro. O período foi reduzido de 45 para 35 dias.

Vagas remanescentes

Caso os partidos não tenham indicado, após as respectivas convenções, todos os candidatos às eleições proporcionais, observados os percentuais mínimo e máximo para candidaturas de cada sexo, eles terão até 7 de setembro para preencherem as vagas remanescentes para as eleições proporcionais.

Prestação de contas

A primeira parcial da prestação de contas, constando o registro da movimentação financeira ou estimável em dinheiro ocorrida desde o início da campanha até o dia 8 de setembro, deverá ser enviada à Justiça Eleitoral a partir do dia 9 de setembro.

Julgamento de registros

A Justiça Eleitoral terá até o dia 17 de setembro para julgar todos os pedidos de registro de candidatos que vão concorrer ao pleito de 2018. Nessa data também termina o prazo para instalação da Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica, bem como para os TREs informarem, em edital e mediante divulgação nos respectivos sites na Internet, o local onde será realizada a auditoria da votação eletrônica.

Prisões

A partir de 22 de setembro, nenhum candidato poderá ser detido ou preso, salvo em flagrante delito. O mesmo vale para o eleitor a partir do dia 2 de outubro, acrescido de exceção por sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou por desrespeito a salvo-conduto.

Debates e comícios

Os debates no rádio e na televisão só poderão ser realizados até 4 de outubro, admitida a extensão do debate cuja transmissão se inicie nesta data e se estenda até as 7 horas do dia 5. No dia 4 também termina a propaganda política mediante reuniões públicas ou promoção de comícios, com exceção dos que forem encerramento de campanha, que poderão ser prorrogados por mais duas horas.

Material gráfico e carreata

Um dia antes do pleito, 6 de outubro, é a data-limite para que seja feita a distribuição de material gráfico e a promoção de caminhada, carreata, passeata ou carro de som que transite pela cidade divulgando jingles ou mensagens de candidatos.

A véspera do pleito também é o último dia para o TSE divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, via emissoras de rádio e de televisão, podendo ceder parte desse tempo para utilização dos TREs.

Fakenews

Conselho de Comunicação vai apresentar proposta para combater notícias falsas nas redes sociais

O combate às fakes news vem sendo apontado como prioridade para o CCS
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Uma das principais preocupações para as eleições de 2018, as fake news, notícias falsas disseminadas nas redes sociais, são tema de um anteprojeto que será apresentado na segunda-feira (5), às 14h, na primeira reunião do ano do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional (CCS).

Desde a posse dos novos membros do Conselho de Comunicação Social, em novembro, o combate às fakes news vem sendo apontado como prioridade. A preocupação é que a rápida circulação de noticiário falso interfira diretamente na disputa eleitoral, desequilibrando o pleito e prejudicando candidatos e partidos.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira, destacou na ocasião, a importância da participação de veículos de imprensa confiáveis no combate às notícias falsas:

“Quero ressaltar o empenho com que as empresas de comunicação têm se debruçado sobre formas de combater as chamadas fake news. Temos diante de nós um desafio global. Cada nação terá que encontrar a melhor forma de combater este fenômeno. Este conselho terá uma valorosa contribuição a oferecer”, afirmou Eunício ao dar posse ao novo Conselho.

Em dezembro, o CCS promoveu um seminário sobre o tema. O presidente do Conselho de Comunicação Social (CCS), Murillo de Aragão, e outros participantes do seminário Fake News e Democracia, afirmaram que a aplicação da Constituição é um meio de buscar evitar que a disseminação de notícias falsas prejudique o processo eleitoral de 2018.

COMO ACOMPANHAR E PARTICIPAR

Participe: http://bit.ly/audienciainterativa

Portal e-Cidadania: www.senado.gov.br/ecidadania

Alô Senado (0800-612211)

Como identificar Fake News

Precisamos saber identificar as Fake News. No mundo digital nos deparamos com uma quantidade impressionante de informações o tempo inteiro. Como saber, entre todas essas notícias, o que é real e o que é falso? Prestando um pouco mais de atenção, dá pra saber! Confira o guia com 5 passos para você identificar as Fake News no seu feed.

Mas você leu mesmo?

Um erro que cometemos muitas vezes é olhar para a manchete e já achar que entendeu o conteúdo da matéria. É aí que as Fake News ganham ainda maior relevância. Nunca, em hipótese alguma, compartilhe uma notícia antes de ler todo seu conteúdo. Algumas chamadas dizem uma coisa e o texto outra completamente diferente. Então, antes de qualquer coisa, leia o conteúdo.

De onde veio a notícia?

A maioria das Fake News são publicadas ou republicadas de sites pouco confiáveis, conhecidos por serem sensacionalistas ou tendenciosos. Procure se informar sobre o portal de onde vêm a notícia. Leia outras reportagens disponíveis no site, veja que tipo de informação costuma ser publicada por ele e se há indícios de outras Fake News na página. Caso encontre algum desses itens, pule fora. É cilada.

Como está escrita?

Fake News são escritas por fontes não confiáveis e veículos de comunicação não oficiais. Portanto é mais do que comum encontrar erros de ortografia e de formatação nos textos. Preste bastante atenção nesse detalhe. Claro, que mesmo em grandes portais, um erro ou outro pode escapar, porém se houver muitos erros e o texto parecer confuso, ou mal escrito. Pode carimbar: É FAKE.

Vamos dar um Google?

A melhor maneira de saber se uma notícia é real ou Fake News, é usar o nosso velho amigo: o Google. Pegue a chamada do artigo que você está com dúvida e pesquise no Google. Se não aparecer nenhum resultado, ou apenas em outros sites duvidosos (lembra que a gente tem q saber de onde vem a notícia?), desconfie. Espere por uma fonte oficial, como um ou mais grandes portais para ter certeza de que o fato é real.

Confira a data de publicação dos posts

Às vezes a notícia é real. Preenche todos os parâmetros que falamos aqui no post, mas ainda assim, se enquadra como um Fake News. Sabe por quê? Porque esquecemos de conferir a data. A notícia é sim real, mas foi dada há um ano, dois, muito tempo atrás, porém é republicada hoje e parece ser um fato atual. Fuja desses golpes. Preste atenção na data de publicação da reportagem no site de origem. Assim você não fica para trás.

Seguindo esses passos para identificar Fake News, você não vai mais acreditar em mortes de famosos que ainda estão vivos, ou acreditar naquela denúncia sobre certo político que ninguém sabe de onde veio. Ah, e lembre-se sempre de contar para seus amigos quando você se deparar com uma informação enganosa nas redes sociais deles. Assim, faremos uma internet melhor e livre de ciladas. (Senado)

Política

Ex-deputado federal Claudio Puty em Parauapebas

Puty é pré-candidato do PT ao governo do Pará em 2018
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Quem visita Parauapebas nesta quinta-feira (16) é o ex-deputado federal e pré-candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo do Pará em 2018, Cláudio Puty.

Ele deve participar de reunião com correligionários logo cedo na sede do PT local e à tarde segue para Marabá, onde também se reúne com a militância do PT marabaense.

Atualmente Claudio Puty ministra aulas na Faculdade de Economia da UFPA, onde é professor de carreira, e esteve nos últimos três meses na China como professor visitante do BRICS Center, University of International Business and Economics, Pequim.

Cláudio Alberto Castelo Branco Puty nasceu em 2 de agosto de 1970, em Belém. Formado em Economia pela Universidade Federal do Pará (UFPA), cursou mestrado e doutorado no Japão e nos Estados Unidos. Professor da UFPA desde 1995, Puty iniciou sua carreira política como militante do PT na instituição e no movimento estudantil. Com a vitória da petista Ana Júlia Carepa no Pará em 2006, tornou-se secretário de Governo para assumir, dois anos depois, a chefia da Casa Civil. Sua primeira disputa eleitoral, para deputado federal, ocorreu em 2010, quando foi eleito com mais de 120 mil votos.

Política

Pelo menos dez prefeitos devem deixar os cargos para concorrer nas eleições de 2018

Três prefeitos de capital hoje são tidos como certos nas disputas a governador: ACM Neto (DEM) na Bahia, Marcus Alexandre (PT) no Acre, e Carlos Amastha (PSB) no Tocantins
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A cinco meses do fim do prazo para desincompatibilização para quem quer disputar as eleições, pelo menos dez prefeitos de capitais já são cotados para concorrer a governos estaduais, ao Senado e até à Presidência. Embora por vezes neguem, frequentes viagens a outras cidades e regiões deixam claro que muitos miram voos mais altos em 2018.

Caso o número se confirme, será um recorde. Desde a redemocratização, 20 prefeitos de capital deixaram seus cargos para tentarem ser governadores ou senadores; seis deles em 2010, ano em que houve mais renúncias. A história mostra que deixar o cargo traz riscos: desde 1989, destes 20 prefeitos, nove perderam nas urnas.

Três prefeitos de capital hoje são tidos como certos nas disputas a governador: ACM Neto (DEM) na Bahia, Marcus Alexandre (PT) no Acre, e Carlos Amastha (PSB) no Tocantins. Único dos dez potenciais candidatos que cumpre primeiro mandato, o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB-SP), pode disputar a Presidência ou o governo estadual.

No Nordeste, outros três prefeitos de capital podem entrar na disputa pelo governo: Rui Palmeira (PSDB), de Maceió, Luciano Cartaxo (PSD), de João Pessoa, e Carlos Eduardo (PDT), de Natal.

Na região Norte, a prefeita de Boa Vista, Teresa Surita (PMDB), é cotada para o governo de Roraima. Caso decida concorrer, será a segunda vez que ela renuncia à prefeitura para disputar eleições.

No Pará, a falta de um nome para a sucessão de Simão Jatene (PSDB) pode alçar o prefeito de Belém à vaga. Zenaldo Coutinho (PSDB), porém, tem baixa popularidade e enfrenta processo de cassação