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Ração de mandioca sustenta gado durante seca prolongada em São Geraldo do Araguaia

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Quarenta agricultores, assentados da reforma agrária no PA Vale da Mucura II, em São Geraldo do Araguaia, no sudeste do Pará, estão comemorando um rebanho consideravelmente mais produtivo graças a uma iniciativa inovadora do escritório da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (EMATER) na região: uma ração exclusivamente à base de folha e raiz de mandioca. A ração de mandioca é uma alternativa já comum no nordeste do Brasil, mas ainda pouco difundida no Pará.

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A suplementação na alimentação tem garantido a engorda dos animais durante o período de seca, que costuma durar seis meses e este ano tem se mostrado ainda mais prolongado, além de aumentar a produtividade do leite em cerca de 30 %. Na seca, o gado tende a emagrecer devido às perdas nas pastagens, o que repercute diretamente na produção de leite.

“Cada animal tem engordado em média 700g por dia, o que é até mais do que a média de engorda do “período verde” (época de chuvas). E a produtividade em relação ao leite é um ótimo indicativo”, aponta o chefe do escritório local da EMATER em São Geraldo, o técnico em agropecuária Edilson Pereira.

A mandioca da qual se origina a ração é plantada pelos próprios pecuaristas, com adubação e correção do solo. O processo de fabricação da ração é todo artesanal e envolve etapas de limpeza e dissecamento, entre outras. O excedente tem sido estocado para o inverno do ano que vem ou vendido para comunidades vizinhas.

Um evento de Demonstração Técnica (DT) foi realizado pela EMATER no fim de outubro, para divulgação entre os/as agricultores/as. A ideia é expandir o procedimento entre o maior número de beneficiários atendidos.

Para o Supervisor Regional de Marabá Francisco da Silva Ferreira “França” são os primeiros resultados de muitos que virão frutos da Chamada Pública ATER/SAF/MDA nº 07/2013 para a promoção da agricultura sustentável na cadeia produtiva do leite.

Pará

Parceria entre Emater e BID contempla produtores que adotam práticas de redução da emissão de carbono

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A parceria entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para fortalecer a agricultura familiar paraense no âmbito do Projeto Rural Sustentável (PRS), dando acesso aos investimentos em tecnologias de baixa emissão de carbono aos produtores que adotam essas práticas, tem motivado constantes encontros entre os representantes das duas instituições. O último foi realizado no escritório central dia 14/09/15, com presença de Kátia Carvalheiro pelo BID, e pela Emater, Raimundo Ribeiro e Ozias Aquino, assessores técnicos da diretoria executiva. O PRS contempla 10 municípios no Pará: Dom Eliseu, Ipixuna do Pará, Marabá, Medicilândia, Paragominas, Rondon do Pará, Santana do Araguaia, Tailândia, Tomé-Açu e Tucumã.

Entre as ações geradas pelo PRS, tramitam no BID os editais de seleção das Unidades Multiplicadoras e Unidades Demonstrativas, a partir do qual os técnicos credenciados indicarão produtores com potencialidade para execução de ações nas unidades, e que irão receber financeiramente para realizar ações ambientais preconizadas pelo projeto. Alguns técnicos da Emater dos municípios selecionados, já participaram de ações no âmbito do PRS no Pará: A Oficina de Planejamento do PRS, realizada no período de 22 a 24/04/15, no auditório do Centro de Treinamento da Unidade Didática Agroecológica do Nordeste Paraense (UDB), em Bragança; e O Dia de Campo em Marabá, realizado no dia 30/04/15, no PA-Piquiá ,Projeto de Assentamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), ocasião em que mais de 100 agricultores familiares, dos assentamentos 26 de Março, Lajedos, Escada Alta, Felicidade, além do próprio Piquiá, participaram.

Fonte: Ascom Emater

Índios Xikrin são inseridos em Programa de Alimentação pela Emater

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Depois de realizar visitas às aldeias Ô-odjá, Djudjêkô e Cateté, dos índios Xikrin, localizadas na área da Floresta Nacional de Carajás, a cerca de 350 km do município de Parauapebas, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), em Parauapebas, viabiliza a inclusão dos índios na política pública voltada para a alimentação escolar, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), modalidade Aquisição de Alimentos.

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De acordo com engenheiro agrônomo, Raimundo Júnior, responsável pelo escritório da Instituição em Parauapebas, durante a visita foram identificados produtos indígenas que seriam adequados para a merenda escolar. “Fizemos um levantamento e identificamos a castanha-do-pará, mandioca, abóbora, banana e farinha, todos podem ser fornecidos pela comunidade indígena para o Programa de Alimentação Escolar e atenderão as três escolas instaladas nas aldeias. O projeto visa ampliar a produção a partir da instalação de uma mini fábrica de polpa de frutas para o processamento de açaí”, explica o engenheiro.

O processo que iniciou em 2014 segue o modelo bem sucedido de Paragominas, que atualmente é o único município do estado a desenvolver o programa com indígenas, o que rendeu à cidade o prêmio de Melhor Merenda Escolar, categoria indígena, dado pela ONG Ação Fome Zero. A aquisição dos produtos em Parauapebas será feita por meio de Chamada Pública, observando-se o limite de comercialização no valor de 20 mil por ano/família. Os indígenas serão cadastrados no Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), via Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) conforme a Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009.

Segundo a Emater, a comunidade indígena será capacitada em assistência técnica e extensão rural, com turmas que contarão com dois professores por classe – um para ministrar as disciplinas e outro para traduzir o conteúdo na língua Kayapó. Eles também receberão orientações sobre legislação sanitária. O fornecimento dos produtos deve iniciar ainda neste semestre com três famílias, mas a expectativa é trabalhar com pelo menos 50 famílias indígenas.

O ação é executada em parceria com a Fundação Nacional do Índio (Funai) e com as secretarias municipais de Produção Rural (Sempror) e Educação (Semed).

Parauapebas

EMATER assiste indígenas de Parauapebas para inclusão no PNAE

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Técnicos do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (EMATER) em Parauapebas, sudeste do Estado, percorreram às aldeias Ô-odjá, Djudjêkô e Cateté, dos índios Xikrin, localizadas na área da Floresta Nacional de Carajás, a cerca de 350km da sede do município. As visitas técnicas atendem a política pública voltada para a alimentação escolar, por meio do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), modalidade Aquisição de Alimentos, executada em parceria com a Fundação Nacional do Índio (Funai) e com as secretarias municipais de Produção Rural (Sempror) e Educação (Semad). A atuação integrada garante o cumprimento da diretriz do Programa, que atende três escolas instaladas nessas comunidades.

écnicos do escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) em Parauapebas, sudeste do Estado, percorreram às aldeias Ô-odjá, Djudjêkô e Cateté, dos índios Xikrin, localizadas na área da Floresta Nacional de Carajás, a cerca de 350km da sede do município. Na foto, escola instalada na comunidade. FOTO: ASCOM EMATER DATA: 05.08.2015 PARAUAPEBAS - PARÁ

Durante a visita às aldeias foi identificada a manutenção das culturas de castanha-do-Pará, mandioca, abóbora, inhame e banana. A ideia, com esse levantamento, é ampliar essa produção a partir da instalação de uma mini fábrica de polpa de frutas para o processamento de açaí e taperebá. Para tanto, serão constituídas turmas de capacitação em assistência técnica e extensão rural, que contarão com dois professores por classe – um para ministrar as disciplinas e outro para traduzir o conteúdo na língua Kayapó (falada pelos Xikrin). Ao longo da capacitação, eles também receberão orientações sobre legislação sanitária, condicionante indispensável à implantação do empreendimento.

A aquisição dos produtos da Agricultura Familiar será feita por meio de Chamada Pública, observando-se o limite de comercialização no valor de 20 mil por ano/família. Os indígenas deverão ser cadastrados no Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf), via Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP).

A Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, determina que no mínimo 30% do valor repassado a estados, municípios e Distrito Federal pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) deve ser utilizado na compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações, priorizando-se os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e as comunidades quilombolas.

A inclusão das produções das aldeias indígenas nas políticas governamentais do PNAE demandou a valorização dessa produção e da logística para atendimento. Com isso, o que é gerado nas aldeias poderá ser comercializado e inserido no cardápio da merenda escolar, gerando renda extra, valorização e incentivo à produção familiar indígena, bem como a preservação de suas tradições de plantios, além de valorizar as sementes crioulas, que fazem parte da cultura dos povos tradicionais no município.

Fonte: Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará

Marabá

Encontro Regional da EMATER em Marabá reúne 21 escritórios municipais

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Por Edna Moura –  de Marabá

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (EMATER), reuniu vinte e um escritórios locais, de municípios que compõem o Regional Marabá, com objetivo de promover maior integração e comunicação entre os três níveis de gestão (central, regional e municipal), atualizando informações referentes ao desempenho da empresa na região.

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O encontro (dias 16 e 17/07) forneceu esclarecimentos aos chefes locais para aprimorar as ações da EMATER na região, e foi oportuno para dar conhecimento da nova supervisão do Escritório Regional da EMATER em Marabá: Francisco da Silva Ferreira, técnico em agropecuária. Ele aproveitou para anunciar as diretrizes de trabalho para o segundo semestre, com destaque para a criação do setor de crédito rural, ampliação das parcerias, fortalecimento dos sistemas agroflorestais (SAF´s), e diversificação das culturas produtivas.

SAM_8887Houve nivelamento de informações dos escritórios locais que destacaram dificuldades e potencialidades, atividades realizadas e previstas. Na ocasião o Diretor-Técnico da EMATER, Rosival Nascimento Possidônio ressaltou a importância do escritório central, que segundo ele, “está cada vez mais próximo”, para que a empresa “cumpra a sua missão de contribuir com soluções para agricultura familiar”. E concluiu que, “apesar da crise econômica impactando em todos os âmbitos, não mediremos esforços para melhorar nosso desempenho no que for possível”.

A representante do Núcleo de Recursos Humanos (NRH), Alessandra Silva prestou informações sobre frequência, atestados médicos, férias e licenças, e reiterou a importância da legalidade com base nas leis trabalhistas, estatuto e regimento interno, “para preservação da garantia dos direitos e benefícios dos servidores”.

O assessor da Diretoria Administrativa (Diad), Edson Barboza, apresentou pela Coordenadoria de Operações (Coper), os procedimentos sobre abastecimento de veículos e suprimentos de fundos. E Anderson Santos, da Seção de Material e Patrimônio (Semap) falou do Sistema de Patrimônio Mobiliário do Estado do Pará (SISPAT-WEB), uma ferramenta de apoio à gestão que controla o ciclo de vida útil dos bens patrimoniais, visando benefícios como modernização, racionalização, integração e transparência da administração pública.

Marabá

Emater viabiliza entrega de caminhão agrícola em Marabá

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SAMSUNG CSCA Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), através de elaboração de projetos feitos pelas equipes técnicas do escritório local de Marabá, no sudeste do estado, viabilizou por meio do Programa Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf), linha de crédito Pronaf/Mais Alimentos, via Banco da Amazônia, a aquisição de um caminhão que auxiliará no escoamento da produção agrícola.

No dia 08/07, foi concedido um espaço para agricultura familiar na Exposição Agropecuária de Marabá (Expoama), o Projeto de Assentamento Belo Vale, foi beneficiado com crédito para aquisição de um caminhão Acello 815/44 Mercedes Benz, cujo beneficiário foi o produtor Jovailton Soares.

O técnico em agropecuária da Emater Richardson Mourão, foi o responsável pela elaboração do projeto. Na ocasião o engenheiro agrônomo Weberson Rodrigues Rocha, chefe do escritório local da Emater em Marabá, destacou o empenho de todos visando o fortalecimento da produção familiar no município.

Segundo o supervisor do escritório regional de Marabá, Francisco da Silva Ferreira “este fato destaca a importância da produção de alimentos na região, que está sendo consolidada na parceria com o Banco da Amazônia e a importância da agricultura familiar, além do empenho da equipe do escritório local de Marabá”.

Fonte: Ascom Emater

Agricultores de Curionópolis têm renda extra com a colheita do Cajá

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Por Lima Rodrigues

O cajá ou taperebá vem fazendo sucesso no Pará, especialmente no município de Curionópolis, a 35 quilômetros de Parauapebas. Os frutos da cajazeira são muito apreciados pelo excelente sabor de sua polpa. Além disso, apresentam boas características agroindustriais como rendimento de polpa  de 56 % em média e suas características químicas.

cajáHá cinco anos, o que era desperdício passou a ser lucro para várias famílias da região. A colheita do cajá no Pará vai de dezembro ao final de abril, no máximo, início de maio. Os resultados são surpreendentes, de acordo com Raimundo Jorge Souza, do escritório da EMATER em Curionópolis e Mauro Melo, presidente da Cooperativa Mista dos Produtores Rurais de Carajás, a Cooper, com sede em Parauapebas.

Os 120 produtores cadastrados produziram neste ano 194 toneladas de cajá, ou seja, faturaram mais de 232 mil reais. Só o agricultor José Neto, o campeão deste ano, colheu quatro mil e 191 quilos. Em média cada produtor faturou cerca de dois mil reais,  um dinheiro extra que entrou nas contas das famílias. O cajá é colhido uma vez por ano. Nos outros meses, os produtores prosseguem com suas atividades agrícolas e pecuárias normalmente, contribuindo com o desenvolvimento do sudeste do Pará.

Para comemorar estes resultados, todo ano é realizada a Festa do Cajá. Este ano, o evento ocorreu no sábado, dia 11 de abril, na comunidade do Curral Preto, na região do rio Sereno, perto do antigo garimpo de Serra Pelada.

cajá2Promovida pela Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Leandro – ASPRUL -, com o apoio da Prefeitura de Curionópolis, EMATER, Cooper e Vale, entre outras parceiras, a Festa do Cajá reuniu centenas de famílias e produtores de vários locais para uma grande confraternização. Lá, foram montadas várias barracas com produtos da região e, claro, doces, picolés, geladinhos, pudins, mousses e outras delícias feitas com a polpa do cajá.

A programação foi extensa, iniciando logo cedo com um culto ecumênico e depois a realização de diversas palestras sobre a importância do cajá, ministradas por técnicos da EMATER. Houve ainda a corrida de jegue e o concurso da Miss Cajá 2015. Alice Oliveira de Moraes, de 14 anos, lá mesmo da comunidade do Curral Preto foi a vencedora e disse que estava muito feliz. Em segundo lugar ficou Sara Cíntia de Barros e em terceiro lugar Cleonice Costa Santos. Sete candidatas participaram da disputa.

Foi uma festa bem organizada e os produtores rurais de Curionópolis puderam comemorar mais uma vez a boa colheita do cajá ou taperebá, como alguns preferem chamar o delicioso fruto.

Marabá

EMATER em Marabá tem projetos de crédito rural aprovados

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Neste inicio de 2015, o escritório local da EMATER-PA em Marabá manteve o ritmo de elaboração e liberação de projetos no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), são 40 Pronaf Mais Alimentos e 01 Pronaf A aprovados pelo Banco da Amazônia – Agência Nova Marabá. O montante a ser investido na agricultura familiar neste mês de março é de R$2.127.000,00 (dois milhões e cento e vinte e sete mil reais).

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Técnicos, funcionários do banco e agricultores, com destaque à participação das mulheres.

No dia 18 de março foram liberados aproximadamente um milhão de reais com a contratação de 15 Pronaf. Os projetos foram elaborados pelos técnicos Richardson Mourão e Cássio Rafael, vistoriados pelo técnico André Luiz do Banco da Amazônia, monitorados pela gerente geral do Banco da Amazônia – Nova Marabá Sra. Leila Michele de O. Souza

Além destes projetos, o esloc Marabá já elaborou mais 18 Pronaf que estão em análise pelo banco, que somam um total de R$1.000,300,00 (um milhão e trezentos reais). Segundo o técnico Richardson Mourão, a perspectiva é que sejam investidos, até maio/2015, mais de três milhões de reais no município de Marabá através dos projetos elaborados pela EMATER e contratados pelo Banco da Amazônia.

Para socióloga Franceli de Sousa Silva (Coordenadora Local da EMATER em Marabá) é cumprimento do papel institucional da EMATER de prestar assistência técnica e extensão rural e garantir o crédito rural para que os/as agricultores/as desenvolvam o aspecto econômico e garanta a geração de renda. Observou a significativa participação das mulheres no ato de assinatura do contrato.