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Canaã dos Carajás

Celpa promove Semana de Negociação em Canaã dos Carajás

Durante seis dias os clientes que possuem débitos com a Celpa poderão negociar com condições especiais e flexibilidade.

Entre os dias 23 e 28 de abril, os moradores de Canaã dos Carajás terão maior flexibilidade para negociar suas dívidas com a Celpa durante a Semana de Negociação. Os atendimentos serão feitos na agência da concessionária no município e também pelos agentes de campo.

Além de negociar com condições mais flexíveis, a ação também vai oferecer para os moradores o cadastro no Programa Tarifa Social de Energia Elétrica, que concede descontos de até 65% de descontos na conta de luz. As equipes também estarão aptas a fazer arrecadação com máquinas de cartão de crédito* para que o cliente não precise enfrentar filas de bancos e lotéricas.

Os clientes poderão ainda solicitar inspeções nas instalações das residências, receber orientações sobre como ler uma fatura de energia, conhecer as normas do sistema elétrico e os programas da Celpa.

Com maior flexibilização no momento de negociar os débitos, o cliente consegue organizar o orçamento familiar e utilizar os serviços prestados pela concessionária de maneira mais tranquila.

Serviço

Semana de Negociação em Canaã dos Carajás

Período: 23 à 27 de abril na agência e sábado com os agentes pela cidade.

Horário: 8h às 17h

Local: Agência da Celpa de Canaã dos Carajás – Rua Benedito Costa, nº 537 – Bairro Centro – Esquina com a Avenida Weyne Cavalcante

Brasil

Falha de disjuntor na subestação Xingu, no Pará, provoca “perturbação” no Sistema Interligado Nacional e doze Estados ficam sem energia

Em Marabá houve queda de tensão e em Parauapebas a energia falhou por completo

Em Marabá foi apenas uma queda tarde desta quarta-feira (21), mas em 12 Estados do Norte e do Nordeste e centenas de cidades aconteceu um blecaute causado pelo desligamento de aproximadamente 18 mil megawatts, majoritariamente localizados nas regiões Norte e Nordeste, correspondendo a 22,5% da carga total do Sistema Interligado Nacional – SIN  – naquele momento.

Parauapebas também ficou sem energia elétrica entre 15h e 17h30.

Além do Pará, ficaram sem energia elétrica Alagoas, Sergipe, Ceará, Paraíba, Piauí, Pernambuco, Amapá, Rio Grande do Norte, Maranhão, Bahia e Tocantins.

Em nota, Operador Nacional do Sistema Elétrico informou que uma “’perturbação’ no Sistema Interligado Nacional (SIN), ocorrido às 15h48, foi o que causou o apagão sentido em diversos estados, inclusive no Pará e no município de Marabá”.

A nota diz ainda que, em consequência da perda de carga, entrou em funcionamento o primeiro estágio do Esquema Regional de Alívio de Carga do Sistema Sul, Sudeste e Centro-Oeste, com corte automático de consumidores, no montante de 4.200MW, assim, os sistemas Sul, Sudeste e Centro-Oeste ficaram desconectados do Norte e Nordeste.  O Operador Nacional do Sistema Elétrico afirma que às 16h15 já havia sido realizada a recomposição de praticamente toda a carga no Sul, Sudeste e Centro-Oeste e as equipes estão neste  momento ainda dedicadas à recomposição dos sistemas Norte e Nordeste, já em curso. As causas de desligamento ainda estão sendo investigadas.

Em Carajás, a energia elétrica fornecida à Vale oscilou durante toda a tarde e as operações da mineradora na região foram paralisadas até por volta das 18h20, quando o sistema foi totalmente restabelecido. No Núcleo Urbano de Carajás, na Serra dos Carajás, a energia voltou às residências às 17 horas.

Belo Monte

O deputado federal José Carlos Aleluia (DEM-BA), ex-presidente da Chesf, subsidiária da Eletrobras, disse no Twitter que o desligamento foi causado por uma “falha nos testes” da linha de transmissão que escoa a energia da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Operador Nacional do Sistema Elétrico não comentou a declaração do deputado.

Nota à imprensa

No início da noite, o Operador Nacional do Sistema Elétrico emitiu nota complementar informando a causa do apagão, Confira a nota:

Às 15h48 do dia 21/03/2018 ocorreu uma falha de um disjuntor na subestação Xingu, no Pará. Em consequência, houve o desligamento automático de diversas linhas de transmissão em 500 kV, componentes dos troncos de interligação Norte/Nordeste/Centro-Oeste, Tucuruí/Manaus, Tucuruí/Vila do Conde, Elo cc 800 kV Xingu/Estreito e da UTE Belo Monte, entre outros, acarretando uma redução total de carga no SIN, da ordem de 18.000 MW.

Em todas as capitais da Região Norte e Nordeste do país ocorreu interrupção do suprimento de energia elétrica

A frequência nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste atingiu 58,5 Hz, levando à atuação do Esquema Regional de Alívio de Carga (ERAC) desligando 3.200 MW nas regiões Sudeste/Centro-Oeste e 1.200 MW na região Sul. As cargas interrompidas nessas regiões foram rapidamente restabelecidas, em cerca de 20 minutos.

Na região Norte, foram desligadas as capitais Manaus, Macapá, Belém, São Luiz e Palmas.

Na usina hidrelétrica de Tucuruí nove unidades geradoras continuaram sincronizadas, atendendo cerca de 500 MW de carga no Pará e Maranhão.

O processo de recomposição do sistema Norte ocorreu da seguinte forma:

Cidade                    Início da recomposição         Tomada de carga
Macapá                   16h59                                               17h30
Belém                      16h21                                               16h49
São Luiz                  16h59                                               17h10
Palmas                    16h58                                               17h33
Manaus                   16h15                                               16h44

O processo de recomposição do sistema Nordeste foi mais lento. Às 18h55 esta era a situação da recomposição no Nordeste:

Fortaleza: 55% da carga religada
Teresina: 50% da carga religada
Recife: 50% da carga religada
João Pessoa: 15% da carga religada
Maceió: 20% da carga religada
Salvador: 30% da carga religada
Aracaju: 25% da carga religada
Natal: 20% da carga religada

A carta total recomposta nesse horário era de 5.600MW, o que representa 50% da carga prevista do Nordeste.

O processo de recomposição do Nordeste segue em curso.

A reunião com as empresas envolvidas na análise da perturbação será realizada até a próxima segunda-feira, no ONS, no Rio de Janeiro.

Novas informações poderão ser disponibilizadas a qualquer momento.

Assessoria de Imprensa
Operador Nacional do Sistema Elétrico

Justiça

Celpa pagará R$ 5 milhões por descumprimento de norma de segurança

Em 2017, o MPT processou as empresas (Celpa e Dínamo Engenharia) por descumprirem a NR-10 do Ministério do Trabalho

A Celpa (Centrais Elétricas do Pará) e sua prestadora de serviços Dínamo Engenharia assinaram um acordo judicial com o Ministério Público do Trabalho do Pará para o pagamento de R$ 5 milhões em danos morais coletivos.

Em 2017, o MPT processou as empresas por descumprirem a Norma Regulamentadora n° 10 (NR-10) do Ministério do Trabalho, que estabelece medidas de segurança e saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interagem em instalações elétricas. Um laudo técnico do MPT apontou que nos acidentes de trabalho ocorridos com empregados e prestadores da Celpa entre agosto de 2015 e julho de 2016, houve violação de vários dispositivos da NR.

Em 2007, a empresa já havia firmado TAC (Termo de Ajuste de Conduta), acordo extrajudicial, com o MPT sobre o mesmo tema.

Em nota, a Celpa confirma a realização do acordo judicial, que inclui o apoio financeiro aos programas de ressocialização de jovens em situação de vulnerabilidade. “Na oportunidade, ficou ajustado ainda que a Celpa e o MPT renegociarão o Termo de Ajustamento de Conduta que foi assinado em 2007, para adequá-lo a real atualidade da empresa, que passou por profunda reorganização após ter sido adquirida pela Equatorial Energia em 2012”, explica a companhia.

Capacitação

Do total do valor do acordo, R$ 3,5 milhões serão destinados a ações sociais em prol de jovens da socioeducação, internos e egressos do sistema prisional, em medidas preventivas e em programas como o “Escrevendo e Reescrevendo nossa História”, que promove a capacitação de jovens e adultos em situação de vulnerabilidade, ou em ações voltadas à pessoa com deficiência. O valor de R$ 1,5 milhão restante será destinado a ações sociais e de formação dos funcionários das empresas demandadas e de suas prestadoras do setor elétrico.

Trabalhadores sem nível superior atuantes no Pará e vítimas de acidentes terão prioridade na capacitação. A Celpa preencherá 27 vagas da cota legal de aprendizagem com jovens que cumprem ou cumpriram medidas socioeducativas ou participam do projeto Escrevendo e Reescrevendo Nossa História.

A Dínamo também deve contratar 60 aprendizes sob as mesmas condições. A Celpa deverá incluir ainda nos contratos com suas prestadoras de serviço cláusula de previsão de contratação de aprendizes provenientes da socioeducação ou do projeto. (Com informações do InfoMoney)

Belo Monte

Ibama autoriza operação de linha de transmissão de Belo Monte

A linha de transmissão, que custou cerca de R$5 bi, tem início no município de Anapu, no Pará, a 17 quilômetros de distância da usina, e corta 65 municípios de quatro Estados - PA, TO, GO e MG -, até chegar ao município de Estreito, na divisa de Minas e SP.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, – Ibama – liberou nesta segunda-feira, 4, a Licença de Operação da linha de transmissão da hidrelétrica Belo Monte. A usina, que ainda tem obras em andamento, tem entregado parte da energia que está gerando por linhas locais. Com a autorização ambiental, fica agora autorizada a fazer essa transmissão pela rede principal.

A informação foi confirmada pela concessionária BMTE, dona da linha de 2.076 quilômetros de extensão que liga a usina do Pará à Região Sudeste. O cronograma do governo prevê que a linha seja acionada no dia 12 de dezembro, antecipando em dois meses o cronograma original previsto em contrato. Uma cerimônia de inauguração já foi marcada para o dia 21 de dezembro.

A linha de transmissão, que custou cerca de R$ 5 bilhões, tem início no município de Anapu, no Pará, a 17 quilômetros de distância da usina, e corta 65 municípios de quatro Estados – Pará, Tocantins, Goiás e Minas Gerais -, até chegar ao município de Estreito, na divisa de Minas e São Paulo.

Cotidiano

Breu Branco: Falta de energia gera reclamação dos moradores

Problema se repete por várias vezes, inclusive em um mesmo dia.

Os moradores do bairro Japonês, em Breu Branco, estão revoltados! O motivo é a constante falta de energia que tem deixado os moradores daquele bairro completamente indignados.

Cristina Alamar, doméstica, conta que o problema tem sido recorrente e praticamente todos os dias falta energia. “Não é normal que a energia falte tanto. E se falta de manhã, por exemplo, mesmo que consertem, a chance de faltar de novo no fim do dia é grande. Eu não consigo entender. Isso sem falar que tem dias que a luz vira um verdadeiro pisca-pisca”, comenta Cristina, que recentemente teve sua TV queimada por conta das constantes quedas de energia.

Segundo os usuários do serviço, o problema se repete por várias vezes, inclusive em um mesmo dia. Quem depende da energia para trabalhar, por exemplo, acaba prejudicado e os moradores acreditam que o problema é reflexo da falta de investimento da operadora Celpa na rede de Breu Branco.

Ainda segundo os moradores ouvidos pela reportagem, o problema se agrava quando chove. “No último domingo eu liguei quatro vezes para conseguir falar com um atendente. Uma hora caía a ligação, outra eu digitava o número e o sistema não reconhecia, um transtorno”, conta revoltado Paulo da Costa, morador do bairro.

A Celpa é a campeã de reclamações em todo o estado do Pará. Entre as queixas mais frequentes estão as cobranças abusivas, tarifas exorbitantes, cortes indevidos e interrupção no fornecimento. A empresa não se manifestou quanto às reclamações. (Com informações de Charles Amorim)

Tucuruí

Usina Hidrelétrica de Tucuruí completa 33 anos de geração

Uma história escrita com integração, competência e respeito ao Brasil

Tucuruí. A palavra, que na língua indígena significa “Rio de Gafanhotos”, ganhava mais um significado especial há 33 anos. Em 22 de novembro de 1984 a Eletronorte começava a entregar ao Brasil a mais pura energia brasileira.

Antes da inauguração da Usina Hidrelétrica, que até hoje é uma referência da engenharia nacional, desbravar a floresta com a responsabilidade de preservá-la deixava a missão ainda mais desafiadora. Não imaginavam os exploradores franceses que navegavam pelo Tocantins, em meados de 1612, que ali, naquele rio, seriam gerados 8.535 megawatts de energia para um Brasil com mais de 200 milhões de habitantes.

Pensar assim era tarefa dos homens e mulheres que acreditaram naquela obra e fizeram dela parte da sua história.

Foram 21.600.400 sacos de cimento utilizados na construção da obra. Se empilhados, ultrapassariam o Monte Everest, com seus 8.850 m. Se colocados lado a lado alcançariam uma distância equivalente a 25 vezes entre as das cidades do Rio de Janeiro e São Paulo.

Em meio aos 8 milhões de metros cúbicos de concreto – que seriam suficientes para construir 14 pontes Rio-Niterói, ou 133 maracanãs – estavam histórias reais. Gente chegando, gente com saudade, gente construindo um futuro, gente escrevendo a história do setor elétrico brasileiro.

Mas não é só em números que Tucuruí tornou-se gigante. O reconhecimento do Brasil, do mundo e das suas equipes a coloca como benchmarking (processo de busca das melhores práticas numa determinada indústria e que conduzem ao desempenho superior.) no mercado de energia.

Geração de excelência

Presente no ciclo de avaliação da Fundação Nacional Qualidade – FNQ desde 2003, a hoje chamada Superintendência de Gestão de Ativos de Produção da Geração vem evoluindo e melhorando constantemente seu Sistema de Gestão, integrando conceitos e diretrizes do Modelo de Excelência da Gestão MEG/FNQ com a Metodologia TPM e o Lean. Inovações que trouxeram uma escalada de reconhecimentos dentro dos ciclos de premiação do PNQ, sendo Destaque nos Critérios Liderança e Pessoas em 2009; Destaque nos Critérios Sociedade e Pessoas em 2010; Vencedora do Prêmio em 2011 e 2014; e Menção Magna cum laude em 2015. Em 2016, representada pela então Superintendência de Geração Hidráulica, a Eletrobras Eletronorte manteve a constância de propósitos e obteve reconhecimento inédito: o prêmio “Summa cum laude”,  conferido às organizações que mantiveram patamar de excelência por três anos consecutivos.

Ainda em janeiro de 2013 chega de Tucuruí a notícia do reconhecimento com o World Class TPM – Manutenção Produtiva Total – pelo processo de geração hidráulica interligada desenvolvido pela Eletrobras Eletronorte na então Superintendência de Geração Hidráulica, formada pelas hidrelétricas Tucuruí, Curuá-Una, ambas no Pará, e Samuel, em Rondônia. A Eletronorte passava a ser a primeira empresa de energia elétrica do mundo a obter essa conquista, sendo a primeira empresa pública no mundo a ser reconhecida com esse Prêmio do Japanese Institute for Plant Maintenance – JIPM.  Em Tucuruí, a caminhada de sucesso teve início em 1997, resultando na obtenção do Prêmio Excelência em TPM – Categoria A, em 2001.

E não para por aí. Também de lá vieram as notícias do reconhecimento como uma das Melhores Empresas para Trabalhar, prêmio conferido pela Revista Você S/A, e do Prêmio Ibero-americano da Qualidade.

Geração de histórias

Mas é na relação com a comunidade que esse compromisso em busca da excelência é reafirmado a cada dia desses 33 anos. Seja por meio dos programas de inserção regional, das ações ambientais ou de programas de promoção da autonomia indígena como o Parakanã, as pessoas que fazem a Hidrelétrica Tucuruí hoje carregam o mesmo DNA Eletronorte de paixão, talento e superação.

Foi assim na abertura das primeiras clareiras, na ocupação das primeiras casas da Vila, nas primeiras visitas às comunidades. Não é raro encontrar gente emocionada para contar sua história com Tucuruí: pode ser sobre as gambiarras para assistir a um jogo de futebol, as críticas da imprensa e as respostas para cada uma das hipóteses de catástrofe anunciada (hoje separadas para o capítulo Mitos & Verdades dessa jornada). Pode ser ainda sobre a floresta, a logística com os filhos – ainda pequenos desbravadores – sobre a música criada ou aquele amor encontrado.

Uma história escrita com integração, competência e respeito ao Brasil e a sua gente. Um capítulo de 33 anos que se atualiza com a leveza e a força das águas do Tocantins.

Energia elétrica

Marabá ficou sem energia elétrica no final da tarde e início da noite desta segunda-feira

Celpa explica que dois alimentadores da subestação apresentaram defeito causando a interrupção
Por Eleutério Gomes – de Marabá

De 17h15 até 20h10 vários bairros de Marabá, nos três núcleos residenciais urbanos, ficaram sem energia elétrica, deixando milhares de domicílios no escuro. Em nota, a Celpa informou que um imprevisto técnico em dois alimentadores na subestação da Folha 29 causou a interrupção do fornecimento de energia em alguns trechos do município.

“Equipes da concessionária trabalharam para restabelecer o fornecimento de energia, que já foi normalizado”, finaliza ao comunicado.

Em contato telefônico com a Assessoria de Comunicação da Celpa em Marabá, o Blog foi informado de que, posteriormente, a concessionária dará maiores detalhes, uma vez que as equipes técnicas ainda estão concentradas na conclusão dos reparos.

Belo Monte

Força Nacional atuará em obras de linha de transmissão no Pará

Os agentes da Força Nacional atuarão em ações de segurança pública para proporcionar condições à implantação da linha de transmissão

O Ministério da Justiça e Segurança Pública autorizou o emprego da Força Nacional nas áreas de implantação da linha de transmissão de energia elétrica Xingu-Estreito, no sudeste do Pará. Segundo a pasta, a decisão atende a solicitação do Ministério das Minas e Energia (MME), que manifestou dificuldades em finalizar as obras. A portaria foi publicada hoje (4) no Diário Oficial da União.

A data de início da operação da Força Nacional ainda não foi divulgada, mas o prazo será de 90 dias, podendo ser prorrogado. O número de policiais e as ações a serem desenvolvidas obedecerão ao planejamento feito pelos dois ministérios e terão apoio logístico do MME.

Os agentes da Força Nacional atuarão em ações de segurança pública para proporcionar condições à implantação da linha de transmissão, garantindo a integridade das pessoas, do patrimônio e a manutenção da ordem pública, nos locais em que se desenvolvem as obras, demarcações, serviços e demais atividades do MME.

Segundo o Ministério da Justiça, com extensão superior a dois mil quilômetros, a Linha de Transmissão Xingu-Estreito passará por quatro estados, Pará, Tocantins, Goiás e Minas Gerais. Ela tem início na subestação Xingu, localizada a aproximadamente 17 quilômetros da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no município de Anapu (PA), seguindo até a subestação Estreito, localizada no município de Ibiraci (MG).