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Pará

Celpa inicia por Marabá campanha para melhorar atendimento ao cliente

Ação deve sensibilizar cerca de mil colaboradores e parceiros para tentar mudar conceito que clientela tem da empresa
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A partir desta quinta-feira, dia 5, até a próxima sexta-feira, dia 13, a Celpa fará uma grande mobilização em todo o estado com os seus colaboradores e parceiros para buscar melhorias no atendimento. A ideia é fazer um trabalho para sensibilizar sobretudo a chamada linha de frente, que atua mais próxima dos clientes da concessionária. Nessa categoria estão incluídos os eletricistas, atendentes de agências, negociadores, leituristas, ente outros. No total, em pouco mais de uma semana, a empresa deve mobilizar cerca de mil trabalhadores no workshop “Como melhorar a experiência do cliente”.

O responsável pela sensibilização será o Mestre em Administração Estratégica de Marketing, Mauro Romero. Ele explica que o cerne de todo esse trabalho está em oferecer um atendimento de excelência. “A gente precisa trabalhar com todos os colaboradores e parceiros a importância dos clientes para a empresa. É essencial que todos estejam cientes do seu papel que é atender bem, com qualidade e garantir satisfação e encantamento. A Celpa oferece um serviço essencial e de muita grandiosidade que é a energia elétrica, então é necessário que esse serviço esteja acima do ideal em todas as suas nuances,” afirma Romero.

A sensibilização iniciará por Marabá nesta quinta-feira (5); a cidade é o polo da Regional Sul da empresa, que compreende ainda Parauapebas, Tucuruí e Redenção. Sexta-feira (06), no sábado (07) e na segunda (09) o trabalho focalizará na Regional Norte, onde fica compreendida Belém e regiões do Baixo Tocantins e Ilha do Marajó. Já na terça-feira (10), a sensibilização ocorrerá em Castanhal, Regional Nordeste, que abriga Paragominas, Bragança e Capanema. De quarta (11) até sexta-feira (13), as ações ocorrerão em Altamira e Santarém, Regionais Centro e Oeste.

Para o presidente da Celpa, Nonato Castro, esse tipo de ação deve favorecer de forma efetiva os consumidores da empresa. “Nós estamos trabalhando arduamente para oferecer um serviço de qualidade à população e isso inclui o nosso atendimento da linha de frente. Nós precisamos que nossos eletricistas, leituristas e atendentes de agências estejam alinhados com os valores da Companhia, que se enquadram em atender de forma humanizada, assertiva e, acima de tudo, gerando satisfação,” declara o presidente.

NA PRÁTICA

Os participantes aprenderão como encarar os desafios do trabalho, perceber a importância da valorização das atividades, conhecer novos modelos de atendimento, saber como o cliente está avaliando a Celpa e quais as oportunidades de melhoria nas regiões. A expectativa é que os colaboradores, além de prestarem um bom serviço técnico, tenham um relacionamento pessoal, com melhorias no desempenho e na satisfação do cliente. A mobilização também se estenderá às lideranças da concessionária, como executivos e gerentes.

NOVOS INVESTIMENTOS

A concessionária vai iniciar neste mês de julho as obras de ampliação da subestação Cidade Nova, localizada em Marabá. No local, serão instalados quatro novos alimentadores, que vão compor carga com outros seis que já operam no fornecimento de energia dos quase 34 mil clientes que moram no núcleo Cidade Nova.

Serão investidos R$ 4,6 milhões na ampliação, com prazo de entrega para o mês de outubro. De acordo com o executivo de expansão, Welton Lameira, hoje Marabá conta com quatro subestações de energia e um dos objetivos da ampliação é aumentar a confiabilidade do sistema elétrico. “Esses novos alimentadores vão proporcionar melhor qualidade de energia para os moradores, além de melhor flexibilidade operacional para as equipes da Celpa. Isso quer dizer que durante uma perda de carga em um desses alimentadores, podemos trabalhar mais rápido o seu restabelecimento”, destaca.

Vale lembrar que cada subestação de energia é formada por um conjunto de alimentadores, responsáveis por levar a energia para os transformadores de distribuição e, a partir deles, para os consumidores. Quando ocorre alguma falha no fornecimento, é possível identificar qual alimentador está relacionado com aquela falha, e dessa forma, rastrear de onde vem o problema para resolvê-lo.

Para o executivo de relacionamento com o cliente, Gilliard Vaz, os constantes investimentos feitos na região mostram que melhorar o atendimento oferecido aos consumidores é prioridade da empresa. “O sul e sudeste do estado estão em constante crescimento. É uma região que recebe empresas, indústrias, e nós, como concessionária de energia, temos que oferecer as melhores condições para atender essa demanda, possibilitando a implantação de novos empreendimentos no estado,” avalia o executivo.

MAIS INVESTIMENTOS

Novos investimentos serão feitos e entregues à população do sul e sudeste do Pará ainda em 2018 pela concessionária. Entre eles, está o novo alimentador em Rondon do Pará, onde estão sendo implantados cinco quilômetros de rede. A ampliação vai possibilitar atender à crescente demanda da cidade e melhorar a confiabilidade da energia distribuída.

Na obra, serão investidos R$ 400 mil, utilizados na instalação de uma rede de 1​3,8 quilovolts e 78 postes novos, que serão incluídos em todo o percurso, beneficiando cerca de 10.500 famílias. Outro investimento robusto feito pela Celpa é na construção da terceira subestação de energia em Parauapebas. Estão sendo investidos mais de R$17 milhões na obra, que vai beneficiar cerca de 120 mil famílias. A previsão é que a primeira etapa seja entregue no final de julho e a segunda em agosto.

Mineração

Audiência pública discute projeto de ampliação da exploração de minério pela Vale em Curionópolis

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O município de Curionópolis, no sudeste do Pará, recebe hoje, dia 24, técnicos da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) para discutir com a comunidade, a expansão da Mina Serra Leste na cidade. O projeto foi implantado pela Vale e processa minério de ferro através de uma usina de beneficiamento em Curionópolis.

Na última terça-feira, técnicos da Semas realizaram uma reunião com as comunidades que podem ser influenciadas direta ou indiretamente pela ampliação da exploração de minério, que fica no distrito de Serra Pelada. A Semas apresentou o funcionamento do projeto, os benefícios e as propostas para compensar os possíveis impactos gerados na região. Além da equipe técnica, participaram representantes do Ministério Público Federal, autoridades federais, estaduais e municipais, além de instituições governamentais e ONG’s.

Projeto Serra Leste

O projeto Serra Leste 10 Mtpa está instalado no município de Curionópolis, a 550 km de Belém, inserido na Província Mineral de Carajás (PMC). Em análise está a ampliação do projeto já existente, denominado Mina Serra Leste, licenciado junto a Semas.

A ampliação do Projeto Serra Leste prevê a extração e o beneficiamento de 107 milhões de toneladas de minério de ferro, totalizando um tempo de vida útil de aproximadamente 11 anos. Para a implantação estão previstas uma série de ampliações das estruturas existentes e a abertura de novas estruturas – novas cavas para extração de minério, novas pilhas de disposição de estéril e nova usina de beneficiamento, bem como adequação e ampliação das estruturas de apoio existentes.

Mineração

Ibama dá sinal verde a projeto S11D, da Vale, para expansão do complexo de Carajás

Licença de Operação traz 16 condicionantes e impõe compensação ambiental de R$ 47,6 milhões
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O Ibama concedeu a Licença de Operação ao projeto de expansão da Vale do complexo de minério de ferrro de Carajás, no Pará, batizado de S11D. É o maior projeto da história da companhia, orçado em cerca de US$ 16 bilhões. De acordo com documento que acaba de ser publicado no site do instituto, o valor da compensação ambiental do projeto será de R$ 47,6 milhões. A licença é válida por dez anos.

Esse é um dos maiores projetos de modelo “greenfield” (que não parte de nenhuma infraestrutura preexistente) em escala mundial. O projeto teve seu pedido inicial feito em 2006 e ganhou a licença de instalação, quer permitiu o início das obras de infraestrutura, em 2013. A previsão de entrada em operação da mina pela Vale era o segundo semestre deste ano. O S11D terá capacidade de produção de 90 milhões de toneladas por ano, e os investimentos totais são de US$ 14,4 bilhões.

O projeto foi bastante alterado ao longo do tempo para reduzir o impacto na Floresta Nacional de Carajás. Em termos ambientais, o projeto traz inovações de não ter barragens, por não usar volumes significativos de água no seu processo, e reduz o uso de caminhões na mina, como ocorre tradicionalmente em minas do tipo.

A qualidade do minério de ferro ali existente também permitiu, por exemplo, a retirada de instalações de dentro da floresta para fora. Nessa negociação, cerca de 1 mil hectares de floresta foram poupados.

Além disso, foram impostas 16 condicionantes. Entre elas está a garantia de preservação das lagoas Violão e Amedoim. Na Floresta Nacional de Carajás (Flona), onde o S11D será implementado, há 943 espécies de vertebrados. Muitas bebem água nessas lagoas. Sua importância deve-se ao fato de servirem como um reservatório perene para matar a sede da fauna local, num lugar onde boa parte das lagoas some no período seco.

Também ficou determinando que a Vale terá de preservar várias cavernas subterrâneas na Serra da Bocaina para compensar “impactos negativos irreversíveis em 44 cavidades de alta relevância na área do projeto”. Também terá de ser criado uma unidade de conservação na Serra da Bocaina.

Em setembro, a Vale já havia conseguido licença do Ibama para operar o ramal ferroviário que vai escoar minério do projeto S11D. A licença para a mina foi assinada hoje pela presidente do Ibama, Suely Araújo.

Celpa regulariza mais de 48 mil clientes em áreas de gambiarra

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gambiarraA Celpa informou hoje que já regularizou, este ano, mais de 48 mil unidades consumidoras que viviam em áreas de gambiarra– aquelas onde a concessionária constrói rede de energia elétrica, que não existia, e instalou o medidor na residência do cliente.

Para a regularização, a concessionária investiu cerca de R$ 65 milhões, o que representou a instalação de 35 mil novos postes, 700 novos transformadores, 53 equipes envolvidas, garantindo o fornecimento de energia regular para mais de 300 comunidades contempladas em todo o Estado.

Na regional Norte, que abrange as cidades de Belém, Ananindeua, Marituba, entre outras foram realizadas quase 17 mil novas ligações. Na regional Nordeste, que abrange as cidades de Castanhal, Bragança, Capanema, Santa Maria foram regularizadas quase  8 mil unidades consumidoras. Na regional Oeste, na qual faz parte as cidades de Santarém, Itaituba, Juruti e Oriximiná foram mais de 8 mil ligações e na  regional Sul em Marabá, foram realizadas quase 15 mil regularizações.

Importante esclarecer a diferença entre os clientes clandestinos e os consumidores localizados em áreas de gambiarra. Os primeiros possuem rede elétrica em suas ruas, porém se ligam à rede da empresa de forma irregular, assumindo o risco de sobrecarregar a rede, causando curto-circuito ou acidentes fatais. As redes clandestinas comprometem ainda a qualidade da energia distribuída, mas o custo maior é quanto às vidas perdidas em acidentes.

No segundo caso, o consumidor reside em áreas onde não há rede elétrica regular, e na maioria das vezes estão ligados em redes extremamente precárias, sem qualquer atenção à qualidade e segurança, construídas com materiais diversos, arames farpados e cabos de qualquer tipo e bitola, e por vezes pela própria comunidade, daí o nome “gambiarra”.

Por tudo isso, regularizar clientes significa para a Celpa garantir cidadania e conforto aos seus clientes. “Podemos oferecer aos clientes regularizados mais segurança na distribuição do serviço que garante a funcionalidade de seus eletrodomésticos, os clientes passam a ter um serviço de qualidade sem correr o risco de perder seus bens. Outro benefício muito importante é a segurança de ter uma rede bem estruturada evitando acidentes”, explica o gerente de Expansão, Sirley Silva.