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Defensoria Pública

Ação cidadania: três dias voltados à família em Marabá

Órgãos estaduais irão desenvolver cinco módulos para ajudar a empoderar os cidadãos Educação. Saúde, assistência social, empreendedorismo e cidadania serão os temas do projeto Família e Cidadania que acontece nesta semana, em Marabá.

A ação tem início às 13 horas de segunda (24) e término na quarta-feira (26) no Plenarinho da Câmara Municipal de Vereadores, sendo realizada pelo Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC) com coordenação da Defensoria Pública do Estado do Pará. Cada módulo será aprofundado por órgãos parceiros do evento e ligados ao evento e tem carga horária de quatro horas, totalizando 20 horas ao final dos três dias. A Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) irá orientar os integrantes do projeto sobre como tratar do papel da atenção primária em saúde, apresentando assuntos como prevenção, nutrição, cuidados médicos básicos, gravidez na infância e adolescência, entre outros.

A Secretária de Estado de Educação (Seduc) irá tratar de assuntos relacionados à escola e família, evasão escolar, rede de atendimento e conselho escolar. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater) tem o objetivo de repassar noções gerais sobre planos de negócios, formalização de microempreendedor individual e horta doméstica.

A Secretaria de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster) vai explicar como funciona a rede de proteção social e o fluxo de encaminhamento para os serviços do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Por fim, a própria Defensoria Pública irá atuar repassando orientações sobre cidadania, direitos e deveres.

Conforme a assessoria de comunicação do NAC, o projeto tem como objetivo apoiar as famílias para que tenham mais condições de responder ao dever de sustento, guarda e educação de suas crianças, adolescentes e jovens, por meio de encontros e palestras. Além disso, a ações têm olhar voltado para a proteção também dos demais membros da família.

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13 de janeiro – Dia internacional do Leonismo

A associação Internacional de Lions Clubes iniciou-se como um sonho de um jovem agente de seguros de uma companhia de Chicago. Este jovem era Melvin Jones. Seu sonho era a consolidação de diversos clubes independentes, já existentes, em um bloco forte e influente para servir a humanidade.

O sonho foi levado ao conhecimento dos líderes dos diversos grupos independentes, durante uma reunião realizada no dia 7 de junho de 1917, em Dallas, Texas, com a participação de 23 clubes. Assim, foi fundada a maior organização mundial de clubes de serviços. que é, ao mesmo tempo, a mais ativa e a mais representativa de todas.

A Associação só se tornou, no entanto, internacional em 1920, quando os primeiros Lions Clubes foram organizados no Canadá. O terceiro pais leonístico foi a China, o quarto o México, o quinto, Cuba. Isso nos anos de 1926 / 1927. Oito anos mais tarde a América Central entrou no circulo, em 1936, quando surgiu o primeiro clube sul-americano, na Colômbia.

O primeiro Lions Clube europeu foi organizado no dia 24 de março de 1948, em Estocolmo, Suécia. A Associação, embora sendo a maior de todas, indiscutivelmente, é a mais jovem das principais organizações de clubes de serviços.
Atualmente, a Associação está representada em quase todos os países do mundo. Em todos os continentes ela trabalha por intermédio de centenas de milhares de Leões de todas as nacionalidades e crenças.

Os Leões acreditam em reuniões realizadas num ambiente de companheirismo e harmonia; no desenvolvimento de projetos e atividades para o bem das comunidades; na ampla participação em um programa internacional de fraternidade e companheirismo, tendo por meta prestar serviços desinteressados onde quer que seja necessário; em servir sem distinção de raça, crença, nacionalidade, religião ou política e, finalmente, na liderança do leonismo, sem no entanto, prejudicar ou competir com os programas de outras organizações que, por diferentes métodos, almejam o mesmo fim: o de servir desinteressadamente à humanidade.

Atualmente, existem mais de 46.000 Lions Clubs espalhados por 206 países do mundo.

Slogan do Lions


Liberdade, Igualdade, Ordem, Nacionalismo e Serviço”.

Educação

Sua família é um “organização que aprende” ?

Por Herbert Viana ( * )

São tantos os caminhos que aprofundam uma crise em uma organização seja ela uma empresa, uma família, uma sociedade, etc. O discurso de ódio, a indisciplina no cumprimento das rotinas, o desinteresse nos estudos, entre outros fatores, levam à perda de capacidade de engajamento dos membros desta organização frente as suas metas, seus sonhos e seus desejos de realização.

imagesPois bem, falar de crise e fatores que levam as pessoas pra baixo foi foco apenas deste pequeno preambulo, com o único objetivo de introduzir a minha ideia de escrever sobre assuntos positivos, assim, contribuindo para termos mais discussões que elevam nossa “imunidade social” diante desta atmosfera negativa que toma conta do atual momento.

Acredito que voltando nossas energias para formular pensamentos que incentivem a buscar saídas que elevem nossa performance individual e coletiva, teremos mais chances de resolver nossos problemas.

Partindo deste ponto, pergunto aos leitores, vocês sabem o quê é uma “organização que aprende”?

Em 1993 o escritor David Garvin em seu livro “Buildin a Learning Organization”, observou que: “a organização que aprende é a que dispõe da habilidade para criar e transferir conhecimentos e é capaz de modificar seu comportamento, de modo a refletir os novos conhecimentos e ideias”.

No meu entendimento as “organizações que aprendem” equilibram muito bem o conhecimento tácito dos seus membros, articulando-o com o conhecimento explicito, de maneira a construir e usufruir de uma atmosfera de aprendizagem, onde os desafios são normalmente encarados e superados, por uma equipe capacitada, segura e autocrítica (aprender com o erro). Isto que torna uma “organização que aprende” um caso de sucesso em qualquer cenário socioeconômico, com ou sem crise, ou melhor, para uma “organização que aprende” não há crise, apenas grandes oportunidades.

Estendo o termo “organização” para outros tipos de sociedade, além daquela que normalmente pensamos como sendo a única, que é uma empresa. A família é uma organização, e encaixa perfeitamente o conceito de Garvin na mesma, ou seja, sua família é uma “organização que aprende”?

Pais, filhos, tios, primos, amigos, trabalhadores domésticos, ou seja, os membros de uma família em um conceito mais amplo uma vez que estamos falando de educação, equilibram seus conhecimentos tácitos de vida com os conhecimentos explícitos (livros, filmes, etc), de forma a construir um ambiente de transferência de conhecimentos, incentivando assim a modificação do comportamento através da reflexão sobre erros e novas ideias?

Se a resposta for sim, certamente esta família caminha com firmeza sempre em frente, superando desafios, conquistando vitórias e “mandando beijinhos no ombro” para a crise, me permitam a coloquialidade desta expressão.

Se a resposta for não, então esta família, infelizmente, é dona de uma “baixa imunidade social”, que a meu ver consiste na fragilidade de viver em um ambiente desafiador, como um organismo de uma pessoa que, de tão fraca, não consegue resistir a uma gripe.

Pense, para vencer um vírus ou qualquer doença, seu corpo precisa de força, de boa imunidade, da mesma forma uma organização precisa de força para vencer crises, daí, uns dos remédios é construir uma atmosfera em torno da família, onde o vírus do desanimo, da indisciplina com as rotinas escolares, financeiras, afetivas, etc, não sobreviva mais do que alguns segundos, assim, sua família prevalece a qualquer ambiente adverso.

Segundo Kaloustian (1988), a família é o lugar indispensável para a garantia da sobrevivência e da proteção integral dos filhos e demais membros, independentemente do arranjo familiar ou da forma como vêm se estruturando. É a família que propicia os aportes afetivos e, sobretudo materiais necessários ao desenvolvimento e bem-estar dos seus componentes. Gokhale (1980) acrescenta que a família não é somente o berço da cultura e a base da sociedade futura, mas é também o centro da vida social. A educação, bem sucedida da criança na família é que vai servir de apoio à sua criatividade e ao seu comportamento produtivo quando for adulto.

Hoje vemos uma certa tendência de distanciamento dos líderes da família (pai e mãe) com os objetivos educacionais dos mais jovens, daí, a família precisa repensar seu posicionamento como unidade educadora que é, voltando a assumir o protagonismo na educação dos filhos, ao invés de transferi-lo para outros espaços educativos como as escolas e igrejas, estas últimas têm papel imprescindível, mas nunca ocuparão em plenitude o papel dos pais juntos aos seus filhos.

E quando se fala do protagonismo dos pais, não está se falando de ações de alto grau de complexidade, são coisas simples que geram mudanças significativas no comportamento, vamos fazer um teste, responda as seguintes perguntas:

  1. Você pergunta sobre o quê seu filho aprendeu na escola?
  2. Você deixa-o faltar às aulas?
  3. Combina e segue horários para o estudo?
  4. Confere os cadernos da escola?
  5. Participa das reuniões na escola?
  6. Conversa sobre as notas (rendimento escolar)?
  7. Estimula a leitura?
  8. Brinca com seu filho?
  9. Conhece seus professores?
  10. Já o ensinou a usar um dicionário?

Pois bem, se você encontrou dificuldade em responder “sim” a este questionário básico sobre a educação dos seus filhos, é preciso repensar seu engajamento na educação dos mesmos, pois se continuar assim, dificilmente sua família será uma “Organização que aprende”.


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( * ) – É Graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), com mestrado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Doutorado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), também possui especialização em Tecnologia Mineral pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e Gestão Empresarial pela PUC de Campinas – SP (PUCCAMP).

Educação

Quarto encontro do “Dia da Família na Escola” acontece amanhã (22)

Família do ano de 2014 (1)Com o objetivo de promover a interação entre família e escola, com base na troca de experiência, atitudes de solidariedade, companheirismo, respeito e colaboração para o desenvolvimento integral dos alunos, a Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), realizará no próximo sábado (22), em todas as unidades de ensino da rede municipal, o quarto e último encontro do ano letivo do Dia da Família na Escola.

Com determinação de quatro encontros durante cada ano letivo, de acordo com o calendário escolar da rede municipal de ensino, o evento este ano vem abordando o tema “Família e escola, uma parceria que dá certo!”.

No encontro, as escolas oferecem às famílias a oportunidade de conhecerem de perto parte do trabalho pedagógico realizado nas unidades educacionais, como também uma aproximação com os profissionais envolvidos no processo de ensino.

Todas as escolas contam com uma programação diversificada, com direito a apresentações culturais, palestras, exposição de atividades dos alunos realizadas durante o último trimestre, atividades esportivas e brincadeiras.

Fonte: Assessoria de Imprensa Semed

Cegonha

Postagens e moderações de comentários estarão meio que devagar nesta segunda-feira (12) pela manhã. É que estarei acompanhado Iris, minha esposa, ao hospital para o nascimento de José Rodrigues do Vale Neto, meu primeiro filho, que se juntará à minhas duas meninas. Agradeço a paciência.

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