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Saúde

Prefeitura de Breu Branco emite nota sobre macacos encontrados mortos

Na nota, a coordenação de Vigilância Epidemiológica tranquiliza a população quanto ao contágio da febre amarela
A prefeitura de Breu Branco, no sudeste paraense, por meio da Secretaria de Saúde emitiu na manhã desta terça-feira (27) uma nota técnica esclarecendo sobre dois primatas encontrados mortos na localidade de Pintinga, zona rural daquele município no último domingo (25). A suspeitos é que os macacos tenham sido acometidos por febre amarela silvestre, o que causou Pânico na localidade.

Na nota, a coordenação de Vigilância Epidemiológica esclarece que todas as medidas necessárias em prol do bem estar e saúde da população da região foram tomadas e tranquiliza a população quanto a possibilidade da doença, ressaltando que os primatas não transmitem a febre amarela, sendo apenas portadores.

A Secretaria de Saúde informou que toda a agenda de vacinação foi cumprida com êxito e orienta caso alguém não tenha tomado a vacina que procure os vários postos de saúde do município.

A causa da morte dos primatas está sendo investigado pelo Instituto Evandro Chagas, em Belém, e algumas das hipóteses seriam a morte por causa natural, brigas por território, doenças naturais, velhice dentre outras.

A nota orienta que a população não deve matar os animais, já que eles não oferecem riscos alem de ser crime ambiental. Os macacos são dispersores de sementes e fundamentais para que a floresta seja saudável.

Nos últimos dias, houve a vinculação de que os referidos macacos estariam pondo em risco a saúde da população por transmitir a febre amarela e o descaso por parte das autoridades municipais.

A Prefeitura informou que os macacos não são transmissores e sim hospedeiros da doença, sendo as notícias veinculadas nas redes sociais infundadas, sem embasamento científico e mentirosas.

Ações vêm sendo realizadas pela Secretaria de Saúde desde o ano de 2017, e diversas buscas ativas de primatas na zona rural de Breu Branco, na Ilha Grande de Jutaí, foeam realizadas onde foi encontrado um primata em avançado estado de putrefação o que impossibilitou a coleta de material.

A Prefeitura está cumprido o protocolo com o bloqueio vacinal da população da região (vacinação das pessoas que ainda não haviam recebido ou não poderiam comprovar que foram vacinadas para febre amarela) onde o referido primata foi encontrado, sendo que um Biólogo e um Veterinário procederam a remoção e retirada de vísceras do animal para análise no Instituto Evandro Chagas, em Belém.

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Vacinas contra febre amarela disponíveis em Jacundá

Os casos de febre amarela amplamente noticiados pela imprensa têm causado preocupação na população brasileira.

No município de Jacundá, sudeste do Pará, a situação está sob controle. A informação é da secretaria municipal de Saúde, através da Coordenação de Imunização, responsável pela distribuição das vacinas para as 11 unidades de saúde do município.

“Até o momento, o município de Jacundá tem vacinado a média de 400 pessoas por mês contra febre amarela. Não registramos nenhum caso de febre amarela neste ano e nem no ano passado, e também nenhum caso importado confirmado da doença neste ano. Também não houve nenhum registro de macaco morto pela doença. A cidade não passa por surto da doença”, assim tranquiliza a população o coordenador de Imunização, enfermeiro Ailton Santos.

A vacina distribuída para a população de Jacundá é integral, diferente da vacinação fracionada destinadas às regiões mais afetadas com o surto. Outro ponto positivo para o município é que 90% da população estão vacinadas contra a febre amarela. “São dados importantes porque precisamos apenas vacinar crianças a partir de seis meses de vida e aquelas pessoas que não foram vacinadas em nenhum momento de sua vida”.

Apesar de não estar em área de risco, e sim área de recomendação, o município de Jacundá recebe 5 mil doses de vacinas por ano, através do Ministério da Saúde. Munícipes que viajam muito e têm contato com áreas consideradas de risco devem se vacinar. Basta apresentar o comprovante de viagem (passagem) junto com um documento de identificação com foto e o cartão de vacinação para tomar a vacina, que é gratuita e pode ser realizada na unidade referenciada pela secretaria de saúde do município. A vacina é totalmente eficaz contra a doença e a imunização deve ser feita dez dias antes do contato com áreas risco de infecção pelo vírus da febre amarela.

A vacina é contraindicada para diabéticos (que apresentem dificuldade em controlar o nível de glicemia); doadores de sangue; crianças com menos de 6 meses de vida; mães que estejam amamentando crianças menores de 9 meses; gestantes; pacientes com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma); pessoas com reação alérgica grave ao ovo; pessoas que apresentaram reação de hipersensibilidade grave ou doença neurológica após dose prévia da vacina; transplantados e pacientes com doença oncológica em quimioterapia.

Saúde

Pará tem 18 casos suspeitos de febre amarela em seis meses

No período de monitoramento (julho/2017 a junho/2018), foram confirmados 35 casos de febre amarela no país sendo que 20 vieram a óbito, até 14 de janeiro deste ano.

O site DOL informa que o Ministério da Saúde atualizou ontem (16) as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre a situação da febre amarela no país. Desde o ano passado, os informes de febre amarela seguem a sazonalidade da doença, que acontece, em sua maioria, no verão. Portanto, o período analisado desde então é de 1º de julho a 30 de junho de cada ano. No período de monitoramento (que começa em julho/2017 e vai até junho/2018), foram confirmados 35 casos de febre amarela no país sendo que 20 vieram a óbito, até 14 de janeiro deste ano. Ao todo, foram notificados 470 casos suspeitos, sendo que 145 permanecem em investigação e 290 foram descartados. No pará, 18 casos foram notificados, sendo que 11 já foram descartados e sete seguem em investigação.

O ministro da Saúde substituto, Antônio Nardi, reforçou a importância da vacinação da população que mora nas áreas com recomendação de vacina e explicou que, como medida adicional de segurança, o Ministério da Saúde solicitou mais 20 milhões de seringas específicas para fracionamento. A ação faz parte da estratégia de medidas de prevenção da febre amarela do Governo Federal. “As áreas determinadas para a vacinação continuam as mesmas e as medidas de prevenção, como intensificação de vacinação e fracionamento das doses, também continuarão a ser realizadas e atualizadas conforme houver necessidade. Além disso, pessoas que viajarem para esses locais também precisam se vacinar”, afirmou o representante.

A vacinação para febre amarela é ofertada na rotina dos municípios com recomendação de vacinação no Pará e em outros 20 estados, onde todas as pessoas que vivem nesses locais devem tomar uma dose da vacina para estar protegido durante toda a vida.

INVESTIMENTOS

Desde o início de 2017, o Ministério da Saúde tem enviado doses extras da vacina contra a febre amarela aos estados que estão registrando casos suspeitos da doença. No total, ao longo de todo o ano de 2017, o Ministério da Saúde enviou aos estados 45 milhões de doses da vacina, tanto para a rotina de vacinação, como para o reforço nos estados afetados pelo surto.

 – A febre amarela é transmitida por meio de vetor (mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes no ambiente silvestre).
– O último caso de febre amarela urbana foi registrado no Brasil em 1942, e todos os casos confirmados desde então decorrem do ciclo silvestre de transmissão

NÚMEROS

7 registros – É o número de casos suspeitos de febre amarela no Pará que ainda estão sob análise das secretarias estaduais e do Ministério da Saúde.

Febre Amarela

Pará registra a quarta morte por febre amarela; campanha vai intensificar vacinação

Pacientes estavam internados no Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), em Santarém.

A febre amarela fez mais uma vítima no Pará, aumentando para quatro o número de mortes no Estado, pela doença: duas crianças e dois jovens. A confirmação dos dois últimos óbitos no oeste paraense colocaram não só a região, mas todo o estado, em alerta.

Segundo o governo do Pará, a vacinação contra a febre amarela faz parte do calendário de imunização do Ministério da Saúde e a vacina é encontrada em qualquer unidade de saúde.

Na capital, Belém, existem 60 pontos de imunização. O estado tem quase 310 mil doses de vacina disponíveis.

No Oeste do estado, a Secretaria de Saúde está executando um plano emergencial, com vacinação em massa, combate ao mosquito transmissor da doença e o atendimento e orientação médica para os moradores de Alenquer e Monte Alegre, onde viviam as quatro vítimas.

Moradores de Curuá, Oriximiná e Óbidos também estão recebendo atenção especial por estarem próximos aos municípios com risco de propagação da doença.

A análise clínica dos pacientes foi feita pelo Instituto Evandro Chagas, no Pará, que também realiza exames em macacos na região.

Mês passado, o Instituto confirmou a morte, em Belém, de um macaco infectado pelo vírus da febre amarela. A morte do animal acendeu o alerta para a transmissão da doença na capital paraense.

Importante ressaltar que os macacos não transmitem a doença, mas assim como os seres humanos, são infectados por mosquitos hospedeiros.

O plano emergencial contra a febre amarela no oeste do Pará prossegue durante esta semana nos municípios de Rurópolis, Óbidos, Oriximiná, Curuá, Alenquer e Monte Alegre, localizados na área endêmica, onde foram registradas mortes de macacos neste ano.

Faz parte desse plano a cessão de um helicóptero do Estado e de um avião do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp) para atender eventuais chamadas e urgências. O objetivo é garantir a vacina para as comunidades da zona rural, a fim de combater a febre amarela silvestre, transmitida pelo mosquito Aedes aegipty, o mesmo transmissor da dengue, zika e febre chikungunya.

Além da vacinação, as equipes orientam a população sobre a necessidade de combater o mosquito. Os cuidados são os mesmos tomados na zona urbana, como evitar o acúmulo de água parada. Nas áreas de floresta, no entanto, o desafio é ainda maior. Por isso, além de orientar moradores, os agentes de saúde da Sespa reforçam a preparação dos profissionais dos municípios para enfrentar o problema.

Saúde

Pará confirma morte de menino de 11 anos por febre amarela silvestre

Desde 2011 o estado não registrava mortes por febre amarela silvestre.

A Secretaria de Saúde do Pará confirmou ontem (22) a morte de um garoto de 11 anos por febre amarela silvestre. Este é o primeiro caso confirmado de morte pela doença no estado. Morador do município de Alenquer, o garoto estava internado desde a semana passada no Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém.

Segundo a Secretaria, em 2016 não houve registros confirmados da doença no Pará. Desde 2011 o estado não registrava mortes por febre amarela silvestre.

Um plano emergencial está sendo elaborado pelo governo para conter a doença no município de Alenquer. De acordo com a Secretaria de Saúde, as ações de prevenção em humanos são contínuas em parceria com os municípios paraenses, principalmente nas áreas rurais, locais mais propícios para a incidência da febre amarela silvestre.

A febre amarela é transmitida por mosquitos a pessoas não vacinadas em áreas de mata. A vacinação está disponível nos postos de saúde de todo o país e é recomendada para pessoas que habitam ou visitam áreas com risco da doença. Duas doses tomadas com um intervalo de pelo menos dez anos garantem a proteção por toda a vida.

Saúde

Secretaria de Saúde de Marabá desmente notícia de mortes por chikungunya ou febre amarela

Em 2016, o número de pacientes diagnosticados com Chikungunya foi de 81. Este ano já foram registrados 28 casos, mas nenhuma das pessoas diagnosticadas morreu

Por Eleutério Gomes – de Marabá

Ao contrário do que vem se propagando em redes sociais, o município de Marabá não registrou nenhum caso de morte devido à Chikungunya ou à febre amarela, em 2016, nem neste ano de 2017, até o momento. É o que informa, de maneira categórica, a Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Divisão de Vigilância Epidemiológica (DVS), procurada pelo blog nesta na tarde desta quinta-feira (16). O transmissor dessas doenças é o mosquito Aedes Aegypti, que também é vetor da dengue e do vírus Zika.

De acordo com a enfermeira Fernanda Miranda (foto), da DVS, no ano passado 81 pessoas foram acometidas de Chikungunya e, em 2017, até hoje, 28 casos foram confirmados, mas nenhum dos pacientes morreu. “Essas notícias não passam de boato. Já dizem até que houve mortes por febre amarela. Também não é verdade”, afirma Fernanda.

Sobre a febre amarela, esta não registrou vítimas em Marabá em 2016. E neste ano de 2017 apenas um paciente está internado com suspeita de ter adquirido a doença, “mas se recupera bem e os sintomas ainda estão sob investigação para que se confirme ou não a ocorrência desse mal”.

A respeito da dengue, Fernanda Miranda informa que no ano passado foram confirmados 517 casos do tipo clássico, 13 desses com sinais de alarme, quando o paciente passa a ter vômito e dores abdominais, sintomas considerados mais graves. “Porém, não foram registradas mortes”. Já em 2017 o número de registros de dengue clássica, até o momento, é de 106 casos.

Quanto ao Zika, em 2016, o vírus atingiu 14 pessoas em Marabá, porém foi constato somente um caso de microcefalia em recém-nascido.

Sintomas

“Os sintomas da dengue são febre alta, dor no corpo, dores musculares, dores de cabeça e dores nos olhos”, descreve Fernanda, acrescentando que a Chikungunya apresenta os seguintes sinais: febre alta, dores intensas e incapacitantes com (edema) inchaço nas articulações, “como característica mais forte”.

De acordo com ela, as sequelas da Chikungunya podem levar bem mais de seis meses e se prolongar por até cinco anos, conforme registra a literatura médica. “A pessoa continua sentindo dores nas articulações e inchaços. Eles melhoram e voltam durante um bom período. Nos casos mais graves e cujas sequelas levam anos, o paciente pode, inclusive, sofrer de artrite e artrose”, afirma a enfermeira.

Já o vírus Zika, ainda conforma Fernanda, quase não apresenta sintomas: “A pessoa não tem febre ou a febre é muito baixa e os sintomas são benignos, como exantema (vermelhidão na pele) e vermelhidão ocular, os quais desaparecem em três dias”.

Por fim, Fernanda Miranda orienta às pessoas com esses sintomas a evitarem a automedicação, sobretudo a ingestão de anti-inflamatórios, que pode levar a sequelas mais graves. “Elas devem ficar alertas aos sintomas para saber diferenciar dengue de Chikungunya e procurar uma unidade de saúde para que sejam diagnosticadas corretamente e não tirem conclusões erradas”.

Pará

Sespa intensifica ações de combate a febre amarela em todo o estado

Casos de febre amarela não foram registrados no Estado desde 2015, quando ocorreu um caso. Em 2016 não houve registros confirmados da doença no Pará.

A Secretaria de Saúde do Estado do Pará (Sespa) informou em entrevista coletiva em sua sede, na tarde desta quarta-feira (22), que um Plano de Contingência na região Oeste do Pará está em andamento após a confirmação de um caso de febre amarela em Rurópolis. O caso veio à tona depois que um macaco morreu em decorrência da doença do tipo silvestre na zona rural da cidade. A investigação do caso foi iniciada por meio de uma ação conjunta entre Diretoria de Vigilância em Saúde do Estado, Centro Nacional de Primatas do Instituto Evandro Chagas (IEC) e Secretarias de Saúde dos municípios de Rurópolis e Itaituba, onde também há relatos de casos.

Casos de febre amarela não foram registrados no Estado desde 2015, quando ocorreu um caso. Em 2016 não houve registros confirmados da doença no Pará. Em 2017, até o momento, não há mortes a serem apuradas e tampouco pessoas internadas com sintomas da doença no Estado.

O Plano de Contingência posto em prática pela Sespa para combater a doença conta com a intensificação da vacinação nas localidades rurais e de mata; verificação de possíveis casos envolvendo outros animais; levantamento do histórico e bloqueio vacinal dos moradores de áreas próximas e a busca ativa de casos humanos suspeitos de febre amarela; intensificação da vigilância de casos humanos de sintomologia compatível com febre amarela; sensibilização dos profissionais para a importância da notificação imediata de qualquer evento suspeito; montagem de plataforma na copa das árvores para captura do mosquito e realização de visitas nas residências da área, entre outras.

Segundo a secretária adjunta da Sespa, Luiza Guimarães, somente em 2016, 71.195 pessoas foram vacinadas no Pará contra a doença. Em 2015, foram imunizadas 80.230 pessoas. “A febre amarela está sendo notificada em outros Estados, como Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. No Pará, nos últimos 10 anos, foram confirmados oito casos de febre amarela, mas a Sespa, junto com o Instituto Evandro Chagas, estão permanentemente em alerta para que casos como esse não se proliferem”, disse Guimarães, que também destacou que a política implementada em parceria com o Instituto diminuiu os casos de malária nos últimos seis anos de 200 mil casos para 12 mil, além de ter tido o melhor desempenho do Brasil no combate à dengue, em 2016, ao não registrar nenhum óbito causado pela doença.

“Pessoas que nunca tomaram a vacina, que é feita em grande escala, periodicamente pelo calendário vacinal, devem procurar os postos de saúde do seu município para se vacinar, principalmente se viajam para outros estados e países que estão notificando casos de febre amarela e antes de adentrar em matas e zonas rurais. É importante que essa pessoa também tome o reforço da vacina 10 anos após a primeira dose. A Sespa está trabalhando nisso, mas é fundamental que a população se conscientize sobre a importância de tomar a vacina”, recomendou a diretora de vigilância em saúde da Sespa, Rosena Nobre.

Febre Amarela

Instituto Evandro Chagas, em Belém, confirma morte de um macaco por Febre Amarela no interior do Pará

Este é o primeiro caso confirmado pelo Instituto.

A confirmação do caso de Febre Amarela silvestre em um primata que morreu em Rurópolis, cidade de 50 mil habitantes no Oeste do Pará ainda não teve reflexos nos Postos de Saúde do Estado. A procura pela vacina ainda é pequena, mas a população está apreensiva.

Depois da confirmação da morte do macaco por Febre Amarela, o Instituto Evandro Chagas notificou a Secretaria Estadual e o Ministério da Saúde. Todos os 144 municípios do Estado estão na lista de recomendação da vacina.

Em outros 18 Estados, a vacina é recomendada. Em dois, indicada temporariamente, e em apenas seis a vacinação não foi incluída, informou o Ministério da Saúde.

Conforme os médicos ouvidos pelo Blog, a imunização é a única maneira de se evitar a doença.  Todavia, conforme relatório baseado nos dados lançados no Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI), divulgado pelo Blog no início de fevereiro, dez municípios da região sudeste do Pará ainda não haviam aplicado nenhuma dose da vacina contra a doença durante o primeiro mês do ano.

A responsabilidade de disponibilizar as vacinas para os municípios é do governo federal, que compra diretamente de laboratórios especializados. As doses são repassadas para os Estados, responsável em fazer a distribuição aos municípios utilizando como base os dados da população, conforme informado pelo IBGE. Ao município cabe o recebimento dos imunobiológicos, o seu correto armazenamento e distribuição para as unidades de saúde, além de informar a quantidade utilizada e sua respectiva demanda.

No caso da vacina contra a febre amarela, o Ministério da Saúde informa que todos os Estados estão abastecidos e têm estoque suficiente para atender toda a população nas situações recomendadas, ou seja, preferencialmente pessoas que vivem em áreas rurais dos municípios com casos suspeitos ou que nunca se imunizaram contra a doença.