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Canaã dos Carajás

FIEPA diz que atividades do Senai de Canaã vão encerrar de forma gradativa

Após o fechamento, as demandas existentes na cidade passarão a ser atendidas pela unidade do SENAI no município de Parauapebas
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A notícia que tem causado impacto na comunidade de Canaã dos Carajás desde o início desta semana ainda repercute pelas ruas da cidade e por meio das redes sociais. Afinal, não é todo dia que uma instituição referência em qualificação profissional como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) anuncia que vai fechar as portas de sua unidade no município.

Na manhã de hoje (18), o porta voz dos interesses do setor industrial, o Sistema FIEPA (Federação das Indústrias do Estado do Pará), através de sua assessoria de comunicação, se pronunciou mais uma vez, via e-mail, acerca de previsão para fim das capacitações na “Terra Prometida”.  Segundo a Ascom, por ainda haver turmas em andamento, o processo de encerramento das atividades será feito de forma gradativa.

Através dos diversos cursos ofertados, que vão desde a iniciação profissional até a graduação e pós-graduação, o SENAI, ao longo de seus 11 anos na cidade, já capacitou aproximadamente 25 mil pessoas para o mercado de trabalho nas áreas de automação, ferrovias, hidráulica, pneumática, mecânica, elétrica, eletroeletrônica, equipamentos móveis, mineração, informática, costura industrial, administração, solda, tendo como público-alvo pessoas a partir de 16 anos de idade.

Com o fechamento, as demandas da instituição serão atendidas pela unidade do SENAI no município de Parauapebas.

O que motivou o encerramento das atividades:

Segundo um comunicado da FIEPA, a decisão de fechar a instituição foi tomada em virtude da baixa demanda aos serviços do SENAI em Canaã dos Carajás.

Confira o comunicado:

“O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Unidade Canaã dos Carajás, esclarece que está em processo de encerramento de suas atividades no município. A difícil decisão foi tomada em virtude da baixa demanda aos serviços do Senai de Canaã dos Carajás, por parte das empresas e comunidade da região onde ele está instalado, o que consequentemente resulta na insustentabilidade desta unidade. Desta forma, foi preciso tomar a decisão do desligamento e/ou transferência de colaboradores para outras unidades do Senai no Pará. Informamos que as demandas de Canaã dos Carajás serão atendidas pela unidade de Parauapebas”.

Indústria

Lideranças industriais discutem futuro do setor no Enai 2018

Para José Conrado Azevedo Santos, presidente da FIEPA, o evento alinha a posição de todas as Federações do Brasil da Confederação em relação às perspectivas do setor no contexto das eleições gerais de 2018
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Estabilidade econômica, reformas da previdência e tributária, melhorias institucionais e de gestão com segurança jurídica são pré-requisitos necessários para o crescimento sustentado do setor, diz Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na abertura do ENAI 2018, no centro de Convenções Internacional de Brasília, na manhã desta terça-feira, 3.

Porta-voz dos industriais brasileiros, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, destacou que o Brasil não pode mais esperar uma agenda consistente de reformas estruturantes que conduza o país para um futuro de crescimento econômico sustentado. Em mensagem na abertura do 11º Encontro Nacional da Indústria (ENAI), Andrade falou dos desafios a serem enfrentados pelos governantes que serão eleitos em outubro para a consolidação de um ambiente de negócios que contribua para aproximar o Brasil do grupo de países desenvolvidos.

“Se fizermos as escolhas corretas, poderemos colocar o Brasil na rota do crescimento e do bem-estar. Se repetirmos erros do passado, o país continuará na rota da incerteza e do baixo crescimento”, disse, ao destacar que esta edição do ENAI ocorre às vésperas das eleições de 2018, momento em que as escolhas dos brasileiros serão decisivas para o futuro do país. “O setor produtivo necessita de sinais claros e firmes de que a política econômica se movimentará na direção de maior estabilidade, de melhoras institucionais e de criação de condições para que o Brasil fortaleça, de fato, a sua indústria”, cobrou.

Agenda

Andrade falou da importância do Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, documento que deu origem a 43 estudos que apresentam diagnósticos e propõem soluções para os entraves à competitividade do país e para a consolidação de uma indústria inovadora, global e sustentável. Entre os antigos problemas a serem enfrentados, o Mapa trata do sistema tributário complexo e ineficiente, a infraestrutura precária, a educação de baixa qualidade, o financiamento caro e relações de trabalho que, até a modernização da lei trabalhista, eram regidas por uma legislação rígida e anacrônica.

Aproximadamente três mil industriais de todo o Brasil prestigiaram o evento. A comitiva paraense foi liderada pelo presidente do Sistema FIEPA, José Conrado Azevedo Santos e pelo Vice-Presidente e Deputado Estadual Shydney Jorge Rosa.

Após a abertura o ministro da da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, explicou que desde o lançamento em março do ano passado, pelo governo federal, o Portal Único do Comércio Exterior, já conta com um módulo de exportações funcionando desde dezembro agilizou em 50% o ganho de tempo nas operações de exportação que reúne 22 Portos diferentes para o industrial que produz produtos para a exportação possam utilizar numa plataforma integrada, desburocratizando o processo.

O presidente Michel Temer reforçou a importância de o ENAI ocorrer às vésperas do período eleitoral, ao trazer a público e para os concorrentes ao Palácio do Planalto o conjunto de propostas do setor produtivo como contribuição ao crescimento e à competitividade da economia. “É preciso ousadia para realizar as reformas que contribuem para o desenvolvimento do país. Fizemos reformas e colocamos a reforma da Previdência na pauta política do país. Não haverá candidato à Presidência que deixará de se manifestar sobre isso no período eleitoral”, destacou. Temer defendeu, ainda, a aprovação da nova legislação trabalhista e afirmou que a Reforma da Previdência Social será tema inevitável durante o debate eleitoral de 2018.

Segurança jurídica

Segundo a classe industrial, estudos técnicos da equipe da CNI, em cooperação com as demais federações da indústria em todo o país, detectaram problemas decorrentes da falta de governança no poder público, que leva à graves ineficiências na execução de políticas públicas e à má-alocação e desperdícios nos gastos orçamentários em todos os níveis de governo. Ele deu especial destaque, contudo, ao tema da insegurança jurídica, um dos fatores-chave para a competitividade trazidos no Mapa Estratégico e tema transversal nos 43 documentos que foram entregues aos candidatos à Presidência da República e nortearão as discussões do Diálogo da Indústria com os Candidatos à Presidência, que a CNI realiza em Brasília, nesta quarta-feira, 4.

“É muito preocupante quando vemos empresas deixando de produzir no Brasil, deixando de gerar empregos por conta de problemas decorrentes da insegurança jurídica. A insegurança nasce já no processo de formação de leis e é fruto, ainda, das crescentes tensões entre os Poderes da República e de disputas políticas, com enormes custos para a sociedade. Isso gera uma incerteza sobre o presente, o passado e o futuro. É paralisante e, pela sua dimensão, equivale a uma crise de governança”, criticou Andrade.

Painéis

Após os discursos, três painéis foram apresentados com os seguintes temas:

Painel 1 –  A governança do Brasil: os problemas, a agenda, as saídas

• Fernando Henrique Cardoso – Ex-Presidente do Brasil
• Joaquim Falcão – Professor de Direito Constitucional
• Pedro Parente – Presidente do Conselho da BRF Foods

Painel 2  – Os desafios para o cenário econômico

• Luiz Guilherme Schymura – Diretor do Instituto Brasileiro de Economia – FGV IBRE
• Otaviano Canuto – Diretor Executivo do Banco Mundial

Painel 3 – Os desafios da quarta revolução industrial no Brasil: um olhar sobre a inovação tecnológica e a produtividade, mediados pelo jornalista William Waack, pelo período da manhã.

Após uma pausa para o almoço, Soumitra Dutta – co-editor do Índice Global de Inovação, ex- reitor e Professor, da Escola de Negócios SC Johnson College, Universidade de Cornell apresentou uma palestra sobre os efeitos da transformação 4.0 sobre a indústria e a sociedade. Entre os vários exemplos da sofisticação do avanço tecnológico, ele citou a nova capacidade de a inteligência artificial interpretar dados ambíguos e desestruturados, típicos do raciocínio humano, a partir da observação dos processos de aprendizagem de pessoas e também da interação com outras máquinas. Dutta também explicou como a experimentação e o uso da tecnologia pela Amazon, nos Estados Unidos, e pelo Ali Baba, na China, abalou as estruturas tradicionais do varejo.

Em solo americano, por exemplo, a Amazon lançou um mercado em que o cliente entra, escolhe o produto e leva para casa sem precisar passar no caixa. Isso porque a tecnologia de sensores, visão computacional e internet das coisas automaticamente inclui os itens no carrinho digital do aplicativo da empresa. As compras são debitadas no cartão de crédito. “A base de todas essas possibilidades são os dados. Estes são os novos motores da indústria. A competitividade será medida pela sua capacidade de lidar e trabalhar com dados dentro da sua organização e na sua economia”, afirmou. Por isso, lembrou ele, a estratégia nacional de digitalização tem ocupado lugar de destaque entre as potências industriais, ainda que as empresas e os próprios governos saibam que navegam por território desconhecido. Para o Brasil, o chamado de Dutta é de audácia. “A mudança é significativa, rápida e não está desacelerando. Não sintam como se estivessem para trás. Sejam audazes nesse tempo de mudança. Lidem com o risco da melhor maneira possível e tomem a dianteira. O Brasil é e deve ser um líder natural não apenas na América Latina, mas no mundo”, disse.

Painel 4  -Sustentabilidade e fortalecimento do Sistema Associativo da Indústria

• Robson Braga de Andrade – Presidente da CNI • Carlos Eduardo Abijaodi – Diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI
• Leonardo Souza Rogério de Castro – Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo – FINDES
• Gilberto Porcello Petry –  Presidente – Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul – FIERGS

Foi lançado os critérios para o 1º Prêmio Nacional de Boas Práticas Sindicais.

Outro concorrida palestra abordou as Eleições 2018: Quais as principais tendências e cenários

• Christopher Garman – Diretor das Américas da Eurasia Group.

Os industriais acompanharam a apresentação do documento ” Diálogo da Indústria com os Candidatos à Presidência da República”

• José Augusto Coelho Fernandes – Diretor de Políticas e Estratégia da CNI, detalhando os critérios que nortearão a programação da quarta-feira, 4, com os pré-candidatos à presidência da República.

Também houve lugar no 11º Encontro Nacional da Indústria para o lançamento do “SESI SENAI para o Futuro”, pelo diretor da CNI, Robson Braga de Andrade, de uma megaprojeto ao custo de meio bilhão de reais que será erguido em Brasília, bancado pela CNI, SESI SENAI e Federações da Indústria de todos o país, pelo da Presidente da CNI com a presença de Rodrigo Rollemberg –Governador do Distrito Federal, que anunciou apoio ao projeto anunciando no evento que assinou nesta terça-feira, 3, um Decreto de Governo tornando a iniciativa de interesse popular o que vai
agilizar os processos para a rápida execução do empreendimento, cujas obras terão início no primeiro semestre de 2019 e devem durar dois anos. Será um dos maiores centros de capacitarão tecnológica e formação de mão de obra altamente qualificada com viés para a indústria do Brasil.

Falta investimentos para transformar o Pará numa China do Brasil

Para o presidente da Fiepa, José Conrado, o debate com os presenciáveis será replicado no Estado do Pará com os pré-candidatos ao Governo. De acordo com ele, será demonstrado aos postulantes ao governo que a diminuição do tamanho do Estado na economia impacta positivamente o ambiente econômico e isso se dará necessariamente com as reformas já citadas.

“O Pará é um estado promissor e com novos investimentos e aumento da produtividade irá refletir na valorização dos nossos produtos.”, afirmou Conrado.

Embora o crescimento nacional esteja na ordem de 1%, o estado do Pará teve o incremento de 8,23% em seu PIB, semelhante às taxas de crescimento da China, hoje a 2ª maior economia do planeta. “Poderíamos inclusive estar melhor. O Pará, em comparação com outras unidades da federação, apresenta-se mais atrativo na captação de novos investimentos, e isso se deve, com peso relevante, àa atuação das entidades de classe como a FIEPA e FAEPA (Federação da Agricultura e Pecuária do Pará), cujo o enorme peso no desenvolvimento do estado pode ser comprovado através desses dados”, informou Conrado, acrescentando que falta para o Pará  “uma melhor infraestrutura, logística para melhor aproveitamento dos nossos rios. E, na hora que isso acontecer, o Pará será realmente uma China no Brasil”, garantiu.

Na avaliação do vice-Presidente da Fiepa, deputado estadual e pré-candidato ao Senado, Shydney Jorge Rosa, o Encontro Nacional Anual da Indústria é de alto nível e imperdível, uma vez que nos dá uma visão do Brasil e do mundo, especialmente dos assuntos que interessam à indústria brasileira, que a cada ano vem conquistando maiores índices de produtividade e excelência e que a
qualifica para disputar, em condições de igualdade, os maiores mercados do mundo.

Rosa lembrou que os últimos cinco anos foram terríveis para o setor, mas que, mesmo assim, foi um  aprendizado para os industriais nacionais. “Começamos aos poucos a nos recuperar da maior recessão da história brasileira. São dois os viés do papel da FIEPA nesse processo: o primeiro refere-se à necessidade de agregação de valor às nossas matérias-primas, –– trata-se de um desafio histórico –– e que nos compete buscar soluções para equacionarmos essa deficiência através de gestões junto aos governos e fortalecendo a nossa representação no Congresso Nacional”, explicou. ” O segundo viés trata-se de promover em solo paraense a industrialização dos itens que são consumidos no próprio território amazônico”, citando com exemplo o fato do Pará vender para os outros estados brasileiros R$ 20 bilhões por ano, e comprar R$ 60 bilhões, ocasionando uma déficit da balança comercial dentro do próprio país, no território paraense, de R$ 40 bilhões. A lógica é aproveitar a nossa posição geográfica privilegiada, não apenas para ser um corredor de exportação, mas também para receber insumos com vistas à instalação de uma grande parque fabril, nas mais diversas atividades, para suprir as necessidades de consumo interno no próprio Pará, como também o do Amapá, Amazonas, Maranhão e demais estados que compõem a Amazônia Legal”, ensinou.

Por Val-André Mutran – correspondente do Blog do Zé Dudu em Brasília.

política

Deputado estadual Sidney Rosa ministra palestra em Canaã dos Carajás

O político é ex-prefeito de Paragominas e pré-candidato ao governo do estado. Palestra aconteceu na Câmara Municipal e foi aberta ao público
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A Câmara Municipal de Canaã dos Carajás ficou lotada na noite desta quinta-feira (18) para receber o deputado estadual, ex-prefeito de Paragominas e pré-candidato ao governo do estado, Sidney Rosa. O político, que está em turnê pela região sudeste do estado, fez uma palestra voltada à sociedade em geral. O evento foi aberto ao público e várias autoridades municipais compareceram à Casa de Leis.

Em pauta, a necessidade de se desenvolver o estado e os caminhos para uma gestão mais eficiente do poder executivo. Sidney é conhecido por liderar um projeto que transformou Paragominas em uma cidade modelo do Pará. O deputado, que é também vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA), foi prefeito entre os anos de 1997 e 2004 e apostou em um projeto de fortalecimento agrícola no município. Paragominas, outrora dependente da madeira, passou a ganhar força na produção rural e é atualmente uma das melhores cidades para se viver no Pará.

O vereador e presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropastoril de Canaã dos Carajás (ACCIACA), Anderson Mendes, esteve presente e falou sobre a necessidade de um choque de gestão no município: “A independência da mineração é um grande sonho para nós. Para isso, devemos esquecer partidos e pensar em Canaã. Não me conformo em ver lojas sendo fechadas em uma cidade tão rica. Precisamos mudar a nossa forma de pensar a gestão local.”

Aproveitando o gancho sobre o choque de gestão, Sidney lembrou que foi obrigado a demitir 1200 pessoas já nos primeiros dias como prefeito: “Estava tudo desorganizado. Aquelas pessoas não eram funcionários públicos. Não eram concursados e nem contratados com aprovação da Câmara. O que foi feito há 20 anos é sucesso até hoje por lá.”

Sobre as soluções encontradas para transformar Paragominas, Sidney falou sobre algumas: “Buscamos desde o início maior participação popular nas decisões. Os conselhos de merenda, meio ambiente e outros são compostos por muita gente. Fizemos um bom trabalho na educação. Já no início, me comprometi a não deixar nenhuma criança de fora da escola e hoje temos um dos melhores Índices de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Além disso, diversificamos a economia. Uma cidade não pode ficar dependente de uma atividade apenas.”

A palestra teve duração de quarenta minutos. Logo depois, o político permitiu que o público participasse do debate por meio de perguntas ou opiniões pessoais. Sidney continua a turnê nos próximos dias e deve encerrar o ciclo de visitas no próximo domingo na cidade de Santana do Araguaia.

Pará

Mundo SENAI 2017 levará atrações gratuitas para 12 municípios paraenses

O objetivo do evento é aumentar o interesse do público sobre iniciativas inovadoras, os serviços e as profissões voltadas para o segmento industrial.
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Nos dias 14 e 15 de setembro o SENAI Pará abrirá suas portas em doze municípios do estado para a realização do Mundo SENAI 2017.

Com a expectativa de atrair mais de 23 mil pessoas, o objetivo do evento é aumentar o interesse do público sobre iniciativas inovadoras, os serviços e as profissões voltadas para o segmento industrial.

Contando com a participação de alunos e ex-alunos, parceiros, empresários, escolas e comunidade, o Mundo SENAI traz, entre as atrações, serviços gratuitos de orientação profissional, palestras educativas e minicursos diversos nas áreas de alimentos, confecção, calçados, construção civil, informática, soldagem, marcenaria, mecânica, eletricidade, entre outras. Com isso, os participantes poderão conhecer a realidade das profissões e, assim, ter mais segurança na escolha da carreira profissional, considerando o cenário da indústria de sua região.

Atualmente, no Brasil, apenas 11% dos jovens entre 15 e 17 anos fazem algum curso de educação profissional junto com educação regular, enquanto a média nos países desenvolvidos é acima de 50%. Diante deste cenário, o diretor regional do SENAI Pará, Dário Lemos, diz que o Mundo SENAI também tem o objetivo de mostrar aos jovens que a educação profissional é o caminho mais seguro para o ingresso no mercado de trabalho e quem decidir por ele terá um diferencial na busca por empregos.

“Os grandes empreendimentos que estão se instalando no Pará devem gerar perto de 140 mil novos postos de trabalhos até 2020. O SENAI Pará tem se modernizado e se adequado para atender a estas demandas. O jovem que se preparar agora tem grandes chances de conseguir um bom lugar no mercado de trabalho sem precisar ir para outros estados”, considera Lemos.

Visando, ainda, constante alinhamento ao mercado, o evento também será uma oportunidade para empresários expressarem suas demandas por capacitação, tecnologia, inovação, gestão, entre outras, e conhecerem de perto as soluções que o SENAI e parceiros disponibilizam para a indústria. Nos espaços do evento também serão realizadas várias ações voltadas a qualidade de vida, empreendedorismo, acesso a estágio, etc.

Este ano, o Mundo SENAI ocorrerá nos municípios de Altamira, Barcarena, Belém, Bragança, Cametá, Canaã dos Carajás, Castanhal, Juruti, Marabá, Paragominas, Parauapebas e Santarém. Em todas essas unidades, uma programação especial está preparada para os visitantes.

O evento, que tem a parceria da TV Liberal/Rede Globo, acontece simultaneamente em todo o Brasil nos dias 14 e 15 de setembro, das 8h às 20h. Visite a unidade do SENAI mais próxima e entre nesse universo de conhecimento.

Desenvolvimento

Principais ações da Codec são apresentadas em evento institucional

A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) foi instituída a partir da Lei 8.098 de 1º de janeiro de 2015
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Com o objetivo de aproximar instituições, de modo a construir parcerias, a Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) promoveu, na tarde da última quinta-feira (22), uma reunião de caráter institucional em que foram apresentados os projetos em curso pela instituição e que visam o desenvolvimento do Estado.

No auditório da Codec, o presidente Olavo das Neves apresentou o atual modelo de gestão da Companhia, detalhou importantes incursões que a Codec participou este ano e falou dos principais projetos em curso capitaneados pela instituição em parceria com várias entidades, como os de implantação de doze novos Distritos Industriais no Estado.

De acordo com o superintendente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Pará (Faciapa), Mauro Bastos, a iniciativa de apresentar as ações em curso no Estado é muito significativo. “Com a missão de promover desenvolvimento econômico, a Codec faz jus ao nome quando se apresenta dessa maneira e como porta de entrada para investimentos no Estado”, enfatizou.

Para Lúcio Cavalcanti, superintendente da Associação Comercial do Pará (ACP), o protagonismo da Companhia no momento atual é indispensável. “Ter uma instituição com uma dinâmica de gestão eficiente e tratando de prospectar e atrair investimentos para o Estado certamente vai resultar em novos negócios para o Estado”, declarou.

O vice-presidente da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), José Maria Mendonça, revelou que a Codec é um antigo sonho para o Estado do Pará e que está sendo realizado. “A Companhia tem um papel essencial e o futuro do Estado do Pará depende muito de como a Codec vai andar. Por isso, as ações que passam por aqui precisam estar alinhadas com o setor produtivo e firmadas em eventos como este”, finalizou.

Além dos representantes da Faciapa, ACP e Fiepa, o evento contou com a presença de representantes do Centro Internacional de Negócios (CIN – Fiepa), do Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (Senai), da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-PA) e da empresa Vale.

Codec

A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (CODEC) foi instituída a partir da Lei 8.098 de 1º de janeiro de 2015, sendo resultado de uma reforma conceitual e estratégica da antiga Companhia de Desenvolvimento Industrial do Pará (CDI), criada em 1976. Com reconhecido caráter público dos serviços prestados, a CODEC tem por finalidade promover o fomento de políticas públicas de industrialização e desenvolvimento econômico do Estado do Pará, assim como estimular os investimentos produtivos de infraestrutura produtiva, econômica e social, contribuindo para o crescimento sustentável por meio de prospecção de oportunidades de negócios, geração e manutenção de empregos e renda, modernização das estruturas produtivas, aumento da competitividade estadual e redução das desigualdades sociais e regionais.

FIEPA

Vale é premiada pela quarta vez como empresa que mais compra no Pará

Em 2016, a empresa comprou mais de R$ 5,4 bilhões de empresas instaladas no Estado
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A Vale foi a vencedora da V edição do Prêmio REDES de Desenvolvimento na categoria Absolutus, como a empresa que mais comprou, no Pará, em termos de volume no ano de 2016. A premiação realizada nesta quinta-feira (4/5), pelo Sistema Federação de Indústrias do Pará (Fiepa) e REDES – Inovação e Sustentabilidade Econômica, é um reconhecimento às empresas que mais compram do mercado local tanto percentualmente quanto em valores absolutos.

De acordo com a REDES, de 2000 a 2015, o trabalho de estímulo já rendeu um montante de R$ 81,7 bilhões em volume de compras de empresas locais. Ao longo desses 15 anos, iniciativa registrou um crescimento em 200% na porcentagem de compras realizadas localmente pelas indústrias mantenedoras. “Para se ter uma ideia da participação da Vale, nos últimos cinco anos, a mineradora comprou mais de R$ 24,5 bilhões de empresas paraenses, o que corresponde a um percentual de 44,42% do total de compras paras as suas unidades no Estado. Deste total, em 2016, o volume de compras foi superior a R$ 5,4 bilhões. Entre os principais serviços adquiridos estão obras civis, montagem e manutenção eletromecânica, transportes e alimentação”, comenta o Gerente Regional de Relações Institucionais da Vale no Pará, José Fernando Gomes.

A REDES/FIEPA trabalha há 17 anos, seguindo esse exemplo da árvore, desenvolve e qualifica de negócios locais para que estes possam crescer e fortificar a economia do Estado. Através do apoio da instituição esses pequenos e médios empreendimentos têm a possibilidade de se tornarem fornecedores das mantenedoras da REDES/FIEPA que são: Alcoa, Alubar, Brasil Kirin, Celpa, Correias Mercúrio, Dow Corning, Hydro, Imerys, Mineração Rio do Norte, Norte Energia, Sinobras, Sintese Moradia e Vale.

Vale é a empresa que mais compra no Pará

O presidente da FIEPA, José Conrado, destacou a participação da Vale como uma das primeiras mantenedoras do programa. “Trabalhamos para mostrar que a Vale ao ingressar no projeto iria valorizar os nossos potenciais, principalmente no setor mineral e com isso, propiciar que surgissem novas atividades inerentes da atuação dela no estado. A nossa expectativa é que possamos continuar crescente e contando com a parceria”.

O Coordenador Executivo do programa REDES, Marcel Souza, explica que a mineradora também foi pioneira ao lançar o desafio para que atuássemos em projetos de estimulo à socioeconomia para Canaã dos Carajás, onde a empresa opera o projeto de ferro S11D. “E lá se vão quase quatro anos em Canaã, que nos deu maior conhecimento e tornou-se referência para outras empresas seguirem pelo mesmo caminho e contando com o nosso apoio”, frisa.

Durante o evento de premiação, as empresas assinaram o convênio de renovação com o programa REDE/FIEPA.

Pará

Celpa é pela segunda vez uma das empresas que mais investem no Pará

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O segundo maior volume de compras do Estado rendeu a Celpa o segundo lugar na 4ª edição do Prêmio Redes – iniciativa da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa). O evento de reconhecimento e destaque das organizações foi promovido na manhã desta quinta – feira (4) na sede da Fiepa, em Belém.

Foram R$ 792 milhões de investimentos na aquisição de produtos ou serviços em termos absolutos, sendo que destes, R$ 586 milhões foram investidos em empresas locais. Ou seja, 74% do volume de compras da Celpa foram adquiridos através da compra de empresas sediadas no Pará.

A premiação é uma iniciativa importante, porém, mas importante que o destaque é o trabalho realizado pela equipe da REDES a todos as empresas do Estado que precisam de apoio para se tornarem fornecedoras em potencial de grandes empresas como a Celpa. De acordo com Executivo de Gestão da  REDES, Marcel Souza, a iniciativa surgiu após a dificuldade das grandes empresas no Pará encontrarem fornecedores locais e, portanto, acabarem por incentivar empresas de fora.

O Gerente de Serviços Compartilhados da Celpa, Carlos Afonso Melo reconheceu a importância do trabalho desenvolvido pela iniciativa e falou da grande importância para o Estado. “Nós agradecemos o reconhecimento e reafirmamos nosso compromisso em desenvolver o Estado através do fortalecimento econômico, ambiental e social. Mas, para que possamos alcançar este desenvolvimento, são necessárias iniciativas inteligentes como esta, que sem dúvida já podemos dizer que é um exemplo nacional”, agradeceu o Gerente, que é responsável pela área de Desenvolvimento de Fornecedoras da distribuidora.

Além do segundo maior volume de compras do Estado, não alcançado pela diferença de 1 ponto percentual abaixo da empresa que ficou em primeiro, a Celpa é uma referência em ações de desenvolvimento de fornecedores. Fortalecimento que ocorre através da busca por treinamentos às empresas parcerias, reuniões mensais de acompanhamento dos indicadores, por meio das Reuniões de Desenvolvimento de Fornecedores (RDF’s) e consultorias quando há necessidade. Ação que já foi tida como benchmark para outras empresas.

Sobre o Prêmio – Criada em setembro de 2000, a REDES – Inovação e Sustentabilidade Econômica, anteriormente PDF – Programa de Desenvolvimento de Fornecedores do Estado do Pará, atua no ambiente de negócios industrial do Estado, servindo de elo entre fornecedores locais e projetos industriais instalados ou em processo de instalação no Pará. A REDES/FIEPA está presente em 25 municípios paraenses, oferecendo ferramentas de negócios e incentivando as compras no mercado local.

Sistema Fiepa reconhece jornalistas paraenses

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Nesta quinta-feira, dia 03, o Sistema Fiepa, Sesi e Senai realizam a terceira edição do Prêmio Sistema Fiepa de Jornalismo, a maior premiação de jornalismo na Amazônia. No total serão entregues 21 troféus, sendo 14 aos Profissionais do Ano, quatro reportagens de TV, rádio, impresso e web, além dos três homenageados Personalidades de Comunicação: Edson Salame, do jornal O Liberal, Adelaide Oliveira, da Funtelpa, e Adil Bahia, da RBA, que receberão a comenda pelos relevantes serviços prestados à sociedade paraense no exercício da profissão. A festa de premiação será no Hangar e dentre as atrações musicais, Mariza Black promete agitar com samba de muita qualidade.

A cada ano uma categoria se destaca na modalidade Jornalista Raimundo Pinto, que escolhe as melhores reportagens e TV, rádio, impresso e web. Neste ano, 41 trabalhos foram inscritos e as reportagens de televisão saíram na frente com 19 reportagens. Também houve evolução na qualidade das matérias, como explica Cleide Pinheiro, coordenadora da premiação. “A gente vem com surpresas nos resultados. A cada ano, tem alguém que se destaca, um profissional que chega com material novo e que tem buscado se aprofundar e deixar o conteúdo o mais completo possível. As pessoas já estão com este cuidado, e zelo na hora de produzir a reportagem”, observa Cleide.

Um dos critérios de avaliação dos trabalhos e, que acaba desclassificando algumas reportagens, é a adequação ao regulamento e ao tema indústria. Por isso, Roberta Vilanova, presidente do Sindicato dos Jornalistas (Sinjor) e uma das juradas do prêmio, chama atenção para este importante quesito. “É importante que os jornalistas fiquem atentos ao regulamento para que possam fazer matérias cada vez mais adequadas aos critérios exigidos no edital. Em algumas falta ouvir o trabalhador, que é fundamental no processo produtivo. Os repórteres têm que ficar atentos aos personagens que serão escolhidos para produção da matéria”, ressalta Roberta.

As equipes vencedoras das melhores reportagens de TV, rádio, web e impresso, receberão o prêmio de R$12.500,00 cada, além do troféu da maior premiação de jornalismo na Amazônia. “É um prêmio bem formatado, com regulamento bacana, um prêmio sério, no qual cada passo é seguido de maneira muito rigorosa. Um júri de pessoas que conhece sobre o que vão avaliar. O resultado disso deve ser muito bom”, afirma o jornalista Ronaldo Penna, que também fez parte do júri técnico que avaliou as reportagens.

Também serão premiados os vencedores da modalidade Profissionais do Ano, que foram indicados por uma comissão formada por cerca de 100 profissionais de comunicação e escolhidos em votação dividida em duas fases, sendo que a primeira foi aberta ao público no site www.premiosistemafiepa.com.br, na qual foram registrados mais de 6 mil votos e a segunda reservada apenas aos integrantes da comissão que escolheram os vencedores de 2015 por meio de votação online. Uma novidade no evento deste ano será a eleição da torcida mais animada que ganhará um prêmio surpresa ao final da cerimônia de premiação.

O prêmio é promovido pelo Sistema Fiepa, Sesi e Senai e tem o patrocínio da Imerys. O evento conta ainda com apoio da Extrafarma, escritório de advocacia Silveira, Athias, Soriano de Mello, Guimarães, Pinheiro & Scaff Advogados, Hapvida, Sindicato dos Jornalistas do Pará e coordenação da Temple Comunicação.

Finalistas do Prêmio Especial Jornalista Raimundo Pinto (ordem alfabética)

Impresso

  • Açaí e Tecnologia, de Carlos Borges, Felipe Melo, Filipe Sanches e Victor Furtado (Revista Amazônia Viva)
  • Arte abre caminho à cidadania, de Anna Peres, Igor Mota e Roberto do Vale (Jornal O Liberal)
  • Indústria brasileira de olho no alumínio do Pará, de Celso Freire (Revista Pará Mais)

TV

  • Apanhador/ Açaí, de André Mousinho, Clodoaldo Martins, Nathalia Kahwage, Niltom Ayres, Reginaldo Gonçalves e William Serique (TV Liberal)
  • Cacau – o fruto de ouro do Pará, de Daniella Mendonça e Lidiane Martins (TV Cultura)
  • Ração/ Miriti, de Amanda Pereira, André Mousinho, Clodoaldo Martins, Jalilia Messias, Niltom Ayres, Reginaldo Gonçalves e William Serique (TV Liberal)

Rádio

  • A indústria da pecuária no Pará, de Joana Claudia Melo (Cultura FM)
  • Queijo marajoara: da clandestinidade à certificação, de Antonio Braga, Cira Pinheiro e Tony Vilhena (Rádio Liberal)
  • Universitários conectados pelos aplicativos, de Celso Freire (Rádio Liberal)

Web

  • Na contramão da crise, mercado da beleza aposta em novidades, de Bruno Magno (Portal ORM News)
  • Pará aposta na tecnologia para voltar a liderar a exportação de castanha do país, de Jeso Carneiro (Blog do Jeso)
  • Quanto custa? O custo de um Pará produtivo, de Ângela Bazzoni, Hélio Granado e Maycon Nunes (DOL)

Finalistas Profissionais do Ano (ordem alfabética)

Apresentador                  

  • Guilherme Guerreiro (RBA)
  • João Jadson (TV Liberal)
  • Ursula Vidal (SBT)           

Assessor de Imprensa

  • Carmen Oliveira (Vale)
  • Helena Palmquist (Ministério Público Federal)                     
  • Walrimar Santos (Polícia Civíl)              

Blogueiro               

  • Franssinete Florenzano (Blog Uruá-tapera)               
  • Marcelo Marques (Blog do Bacana)                 
  • Zé Dudu (Blog do Zé Dudu)

Colunista de Notícia                   

  • Guarany Jr. (O Liberal)
  • Luiz Flavio Costa (Col. Justiça e Fatos – Diário do Pará)                 
  • Olavo Dutra (Repórter 70 – O Liberal)

Colunista Social              

  • Adenirson Lage (Col. Adenirson Lage – Amazônia)
  • Esperança Bessa (Col.Esperança Bessa – Diário )               
  • Vera Castro (Col. Vera Castro – Diário do Pará)

Editor                      

  • Adaucto Couto (Diário do Pará)
  • Alessandra Barreto (TV Liberal) 
  • Elianna Amaral (SBT)                    

Locutor                  

  • Heloisa Hühn (Lib Music)                       
  • Luciano Manga (Diário FM)
  • Luiz Fernando Machado (Rádio Cultura)                   

Produtor

  • Bárbara Brilhante (TV Liberal)                 
  • Isaac Sena (SBT)
  • Lucas Filho (TV Cultura)               

Repórter Cinematográfico                   

  • André do Vale (TV Liberal)
  • Jorge Paixão (SBT)                                                
  • Marcelino Campos (Record Belém)

Repórter de Mídia Impressa       

  • Carolina Menezes (Diário do Pará)
  • Dilson Pimentel (O Liberal)
  • Rita Soares (Diário do Pará)         

Repórter de Rádio                        

  • Celso Freire (Rádio Liberal AM)              
  • Saulo Zaire (Rádio Clube do Pará)
  • Tatiane Dias (Rádio Liberal FM)              

Repórter de TV                

  • André França (Record)                
  • Carlos Brito (TV Liberal)
  • Jalilia Messias (TV Liberal)                     

Repórter Fotográfico                

  • Ary Souza (O Liberal)
  • Bruno Carachesti (Diário do Pará)                  
  • Tarso Sarraf (O Liberal)              

Repórter Web                  

  • Ana Paula Azevedo (Diário On Line)
  • Bruno Magno (ORM News)                   
  • Karla Soares (ORM News)