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Pará

Mundo SENAI 2017 levará atrações gratuitas para 12 municípios paraenses

O objetivo do evento é aumentar o interesse do público sobre iniciativas inovadoras, os serviços e as profissões voltadas para o segmento industrial.

Nos dias 14 e 15 de setembro o SENAI Pará abrirá suas portas em doze municípios do estado para a realização do Mundo SENAI 2017.

Com a expectativa de atrair mais de 23 mil pessoas, o objetivo do evento é aumentar o interesse do público sobre iniciativas inovadoras, os serviços e as profissões voltadas para o segmento industrial.

Contando com a participação de alunos e ex-alunos, parceiros, empresários, escolas e comunidade, o Mundo SENAI traz, entre as atrações, serviços gratuitos de orientação profissional, palestras educativas e minicursos diversos nas áreas de alimentos, confecção, calçados, construção civil, informática, soldagem, marcenaria, mecânica, eletricidade, entre outras. Com isso, os participantes poderão conhecer a realidade das profissões e, assim, ter mais segurança na escolha da carreira profissional, considerando o cenário da indústria de sua região.

Atualmente, no Brasil, apenas 11% dos jovens entre 15 e 17 anos fazem algum curso de educação profissional junto com educação regular, enquanto a média nos países desenvolvidos é acima de 50%. Diante deste cenário, o diretor regional do SENAI Pará, Dário Lemos, diz que o Mundo SENAI também tem o objetivo de mostrar aos jovens que a educação profissional é o caminho mais seguro para o ingresso no mercado de trabalho e quem decidir por ele terá um diferencial na busca por empregos.

“Os grandes empreendimentos que estão se instalando no Pará devem gerar perto de 140 mil novos postos de trabalhos até 2020. O SENAI Pará tem se modernizado e se adequado para atender a estas demandas. O jovem que se preparar agora tem grandes chances de conseguir um bom lugar no mercado de trabalho sem precisar ir para outros estados”, considera Lemos.

Visando, ainda, constante alinhamento ao mercado, o evento também será uma oportunidade para empresários expressarem suas demandas por capacitação, tecnologia, inovação, gestão, entre outras, e conhecerem de perto as soluções que o SENAI e parceiros disponibilizam para a indústria. Nos espaços do evento também serão realizadas várias ações voltadas a qualidade de vida, empreendedorismo, acesso a estágio, etc.

Este ano, o Mundo SENAI ocorrerá nos municípios de Altamira, Barcarena, Belém, Bragança, Cametá, Canaã dos Carajás, Castanhal, Juruti, Marabá, Paragominas, Parauapebas e Santarém. Em todas essas unidades, uma programação especial está preparada para os visitantes.

O evento, que tem a parceria da TV Liberal/Rede Globo, acontece simultaneamente em todo o Brasil nos dias 14 e 15 de setembro, das 8h às 20h. Visite a unidade do SENAI mais próxima e entre nesse universo de conhecimento.

Desenvolvimento

Principais ações da Codec são apresentadas em evento institucional

A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) foi instituída a partir da Lei 8.098 de 1º de janeiro de 2015

Com o objetivo de aproximar instituições, de modo a construir parcerias, a Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) promoveu, na tarde da última quinta-feira (22), uma reunião de caráter institucional em que foram apresentados os projetos em curso pela instituição e que visam o desenvolvimento do Estado.

No auditório da Codec, o presidente Olavo das Neves apresentou o atual modelo de gestão da Companhia, detalhou importantes incursões que a Codec participou este ano e falou dos principais projetos em curso capitaneados pela instituição em parceria com várias entidades, como os de implantação de doze novos Distritos Industriais no Estado.

De acordo com o superintendente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Pará (Faciapa), Mauro Bastos, a iniciativa de apresentar as ações em curso no Estado é muito significativo. “Com a missão de promover desenvolvimento econômico, a Codec faz jus ao nome quando se apresenta dessa maneira e como porta de entrada para investimentos no Estado”, enfatizou.

Para Lúcio Cavalcanti, superintendente da Associação Comercial do Pará (ACP), o protagonismo da Companhia no momento atual é indispensável. “Ter uma instituição com uma dinâmica de gestão eficiente e tratando de prospectar e atrair investimentos para o Estado certamente vai resultar em novos negócios para o Estado”, declarou.

O vice-presidente da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), José Maria Mendonça, revelou que a Codec é um antigo sonho para o Estado do Pará e que está sendo realizado. “A Companhia tem um papel essencial e o futuro do Estado do Pará depende muito de como a Codec vai andar. Por isso, as ações que passam por aqui precisam estar alinhadas com o setor produtivo e firmadas em eventos como este”, finalizou.

Além dos representantes da Faciapa, ACP e Fiepa, o evento contou com a presença de representantes do Centro Internacional de Negócios (CIN – Fiepa), do Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (Senai), da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB-PA) e da empresa Vale.

Codec

A Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (CODEC) foi instituída a partir da Lei 8.098 de 1º de janeiro de 2015, sendo resultado de uma reforma conceitual e estratégica da antiga Companhia de Desenvolvimento Industrial do Pará (CDI), criada em 1976. Com reconhecido caráter público dos serviços prestados, a CODEC tem por finalidade promover o fomento de políticas públicas de industrialização e desenvolvimento econômico do Estado do Pará, assim como estimular os investimentos produtivos de infraestrutura produtiva, econômica e social, contribuindo para o crescimento sustentável por meio de prospecção de oportunidades de negócios, geração e manutenção de empregos e renda, modernização das estruturas produtivas, aumento da competitividade estadual e redução das desigualdades sociais e regionais.

FIEPA

Vale é premiada pela quarta vez como empresa que mais compra no Pará

Em 2016, a empresa comprou mais de R$ 5,4 bilhões de empresas instaladas no Estado

A Vale foi a vencedora da V edição do Prêmio REDES de Desenvolvimento na categoria Absolutus, como a empresa que mais comprou, no Pará, em termos de volume no ano de 2016. A premiação realizada nesta quinta-feira (4/5), pelo Sistema Federação de Indústrias do Pará (Fiepa) e REDES – Inovação e Sustentabilidade Econômica, é um reconhecimento às empresas que mais compram do mercado local tanto percentualmente quanto em valores absolutos.

De acordo com a REDES, de 2000 a 2015, o trabalho de estímulo já rendeu um montante de R$ 81,7 bilhões em volume de compras de empresas locais. Ao longo desses 15 anos, iniciativa registrou um crescimento em 200% na porcentagem de compras realizadas localmente pelas indústrias mantenedoras. “Para se ter uma ideia da participação da Vale, nos últimos cinco anos, a mineradora comprou mais de R$ 24,5 bilhões de empresas paraenses, o que corresponde a um percentual de 44,42% do total de compras paras as suas unidades no Estado. Deste total, em 2016, o volume de compras foi superior a R$ 5,4 bilhões. Entre os principais serviços adquiridos estão obras civis, montagem e manutenção eletromecânica, transportes e alimentação”, comenta o Gerente Regional de Relações Institucionais da Vale no Pará, José Fernando Gomes.

A REDES/FIEPA trabalha há 17 anos, seguindo esse exemplo da árvore, desenvolve e qualifica de negócios locais para que estes possam crescer e fortificar a economia do Estado. Através do apoio da instituição esses pequenos e médios empreendimentos têm a possibilidade de se tornarem fornecedores das mantenedoras da REDES/FIEPA que são: Alcoa, Alubar, Brasil Kirin, Celpa, Correias Mercúrio, Dow Corning, Hydro, Imerys, Mineração Rio do Norte, Norte Energia, Sinobras, Sintese Moradia e Vale.

Vale é a empresa que mais compra no Pará

O presidente da FIEPA, José Conrado, destacou a participação da Vale como uma das primeiras mantenedoras do programa. “Trabalhamos para mostrar que a Vale ao ingressar no projeto iria valorizar os nossos potenciais, principalmente no setor mineral e com isso, propiciar que surgissem novas atividades inerentes da atuação dela no estado. A nossa expectativa é que possamos continuar crescente e contando com a parceria”.

O Coordenador Executivo do programa REDES, Marcel Souza, explica que a mineradora também foi pioneira ao lançar o desafio para que atuássemos em projetos de estimulo à socioeconomia para Canaã dos Carajás, onde a empresa opera o projeto de ferro S11D. “E lá se vão quase quatro anos em Canaã, que nos deu maior conhecimento e tornou-se referência para outras empresas seguirem pelo mesmo caminho e contando com o nosso apoio”, frisa.

Durante o evento de premiação, as empresas assinaram o convênio de renovação com o programa REDE/FIEPA.

Pará

Celpa é pela segunda vez uma das empresas que mais investem no Pará

O segundo maior volume de compras do Estado rendeu a Celpa o segundo lugar na 4ª edição do Prêmio Redes – iniciativa da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa). O evento de reconhecimento e destaque das organizações foi promovido na manhã desta quinta – feira (4) na sede da Fiepa, em Belém.

Foram R$ 792 milhões de investimentos na aquisição de produtos ou serviços em termos absolutos, sendo que destes, R$ 586 milhões foram investidos em empresas locais. Ou seja, 74% do volume de compras da Celpa foram adquiridos através da compra de empresas sediadas no Pará.

A premiação é uma iniciativa importante, porém, mas importante que o destaque é o trabalho realizado pela equipe da REDES a todos as empresas do Estado que precisam de apoio para se tornarem fornecedoras em potencial de grandes empresas como a Celpa. De acordo com Executivo de Gestão da  REDES, Marcel Souza, a iniciativa surgiu após a dificuldade das grandes empresas no Pará encontrarem fornecedores locais e, portanto, acabarem por incentivar empresas de fora.

O Gerente de Serviços Compartilhados da Celpa, Carlos Afonso Melo reconheceu a importância do trabalho desenvolvido pela iniciativa e falou da grande importância para o Estado. “Nós agradecemos o reconhecimento e reafirmamos nosso compromisso em desenvolver o Estado através do fortalecimento econômico, ambiental e social. Mas, para que possamos alcançar este desenvolvimento, são necessárias iniciativas inteligentes como esta, que sem dúvida já podemos dizer que é um exemplo nacional”, agradeceu o Gerente, que é responsável pela área de Desenvolvimento de Fornecedoras da distribuidora.

Além do segundo maior volume de compras do Estado, não alcançado pela diferença de 1 ponto percentual abaixo da empresa que ficou em primeiro, a Celpa é uma referência em ações de desenvolvimento de fornecedores. Fortalecimento que ocorre através da busca por treinamentos às empresas parcerias, reuniões mensais de acompanhamento dos indicadores, por meio das Reuniões de Desenvolvimento de Fornecedores (RDF’s) e consultorias quando há necessidade. Ação que já foi tida como benchmark para outras empresas.

Sobre o Prêmio – Criada em setembro de 2000, a REDES – Inovação e Sustentabilidade Econômica, anteriormente PDF – Programa de Desenvolvimento de Fornecedores do Estado do Pará, atua no ambiente de negócios industrial do Estado, servindo de elo entre fornecedores locais e projetos industriais instalados ou em processo de instalação no Pará. A REDES/FIEPA está presente em 25 municípios paraenses, oferecendo ferramentas de negócios e incentivando as compras no mercado local.

Sistema Fiepa reconhece jornalistas paraenses

Nesta quinta-feira, dia 03, o Sistema Fiepa, Sesi e Senai realizam a terceira edição do Prêmio Sistema Fiepa de Jornalismo, a maior premiação de jornalismo na Amazônia. No total serão entregues 21 troféus, sendo 14 aos Profissionais do Ano, quatro reportagens de TV, rádio, impresso e web, além dos três homenageados Personalidades de Comunicação: Edson Salame, do jornal O Liberal, Adelaide Oliveira, da Funtelpa, e Adil Bahia, da RBA, que receberão a comenda pelos relevantes serviços prestados à sociedade paraense no exercício da profissão. A festa de premiação será no Hangar e dentre as atrações musicais, Mariza Black promete agitar com samba de muita qualidade.

A cada ano uma categoria se destaca na modalidade Jornalista Raimundo Pinto, que escolhe as melhores reportagens e TV, rádio, impresso e web. Neste ano, 41 trabalhos foram inscritos e as reportagens de televisão saíram na frente com 19 reportagens. Também houve evolução na qualidade das matérias, como explica Cleide Pinheiro, coordenadora da premiação. “A gente vem com surpresas nos resultados. A cada ano, tem alguém que se destaca, um profissional que chega com material novo e que tem buscado se aprofundar e deixar o conteúdo o mais completo possível. As pessoas já estão com este cuidado, e zelo na hora de produzir a reportagem”, observa Cleide.

Um dos critérios de avaliação dos trabalhos e, que acaba desclassificando algumas reportagens, é a adequação ao regulamento e ao tema indústria. Por isso, Roberta Vilanova, presidente do Sindicato dos Jornalistas (Sinjor) e uma das juradas do prêmio, chama atenção para este importante quesito. “É importante que os jornalistas fiquem atentos ao regulamento para que possam fazer matérias cada vez mais adequadas aos critérios exigidos no edital. Em algumas falta ouvir o trabalhador, que é fundamental no processo produtivo. Os repórteres têm que ficar atentos aos personagens que serão escolhidos para produção da matéria”, ressalta Roberta.

As equipes vencedoras das melhores reportagens de TV, rádio, web e impresso, receberão o prêmio de R$12.500,00 cada, além do troféu da maior premiação de jornalismo na Amazônia. “É um prêmio bem formatado, com regulamento bacana, um prêmio sério, no qual cada passo é seguido de maneira muito rigorosa. Um júri de pessoas que conhece sobre o que vão avaliar. O resultado disso deve ser muito bom”, afirma o jornalista Ronaldo Penna, que também fez parte do júri técnico que avaliou as reportagens.

Também serão premiados os vencedores da modalidade Profissionais do Ano, que foram indicados por uma comissão formada por cerca de 100 profissionais de comunicação e escolhidos em votação dividida em duas fases, sendo que a primeira foi aberta ao público no site www.premiosistemafiepa.com.br, na qual foram registrados mais de 6 mil votos e a segunda reservada apenas aos integrantes da comissão que escolheram os vencedores de 2015 por meio de votação online. Uma novidade no evento deste ano será a eleição da torcida mais animada que ganhará um prêmio surpresa ao final da cerimônia de premiação.

O prêmio é promovido pelo Sistema Fiepa, Sesi e Senai e tem o patrocínio da Imerys. O evento conta ainda com apoio da Extrafarma, escritório de advocacia Silveira, Athias, Soriano de Mello, Guimarães, Pinheiro & Scaff Advogados, Hapvida, Sindicato dos Jornalistas do Pará e coordenação da Temple Comunicação.

Finalistas do Prêmio Especial Jornalista Raimundo Pinto (ordem alfabética)

Impresso

  • Açaí e Tecnologia, de Carlos Borges, Felipe Melo, Filipe Sanches e Victor Furtado (Revista Amazônia Viva)
  • Arte abre caminho à cidadania, de Anna Peres, Igor Mota e Roberto do Vale (Jornal O Liberal)
  • Indústria brasileira de olho no alumínio do Pará, de Celso Freire (Revista Pará Mais)

TV

  • Apanhador/ Açaí, de André Mousinho, Clodoaldo Martins, Nathalia Kahwage, Niltom Ayres, Reginaldo Gonçalves e William Serique (TV Liberal)
  • Cacau – o fruto de ouro do Pará, de Daniella Mendonça e Lidiane Martins (TV Cultura)
  • Ração/ Miriti, de Amanda Pereira, André Mousinho, Clodoaldo Martins, Jalilia Messias, Niltom Ayres, Reginaldo Gonçalves e William Serique (TV Liberal)

Rádio

  • A indústria da pecuária no Pará, de Joana Claudia Melo (Cultura FM)
  • Queijo marajoara: da clandestinidade à certificação, de Antonio Braga, Cira Pinheiro e Tony Vilhena (Rádio Liberal)
  • Universitários conectados pelos aplicativos, de Celso Freire (Rádio Liberal)

Web

  • Na contramão da crise, mercado da beleza aposta em novidades, de Bruno Magno (Portal ORM News)
  • Pará aposta na tecnologia para voltar a liderar a exportação de castanha do país, de Jeso Carneiro (Blog do Jeso)
  • Quanto custa? O custo de um Pará produtivo, de Ângela Bazzoni, Hélio Granado e Maycon Nunes (DOL)

Finalistas Profissionais do Ano (ordem alfabética)

Apresentador                  

  • Guilherme Guerreiro (RBA)
  • João Jadson (TV Liberal)
  • Ursula Vidal (SBT)           

Assessor de Imprensa

  • Carmen Oliveira (Vale)
  • Helena Palmquist (Ministério Público Federal)                     
  • Walrimar Santos (Polícia Civíl)              

Blogueiro               

  • Franssinete Florenzano (Blog Uruá-tapera)               
  • Marcelo Marques (Blog do Bacana)                 
  • Zé Dudu (Blog do Zé Dudu)

Colunista de Notícia                   

  • Guarany Jr. (O Liberal)
  • Luiz Flavio Costa (Col. Justiça e Fatos – Diário do Pará)                 
  • Olavo Dutra (Repórter 70 – O Liberal)

Colunista Social              

  • Adenirson Lage (Col. Adenirson Lage – Amazônia)
  • Esperança Bessa (Col.Esperança Bessa – Diário )               
  • Vera Castro (Col. Vera Castro – Diário do Pará)

Editor                      

  • Adaucto Couto (Diário do Pará)
  • Alessandra Barreto (TV Liberal) 
  • Elianna Amaral (SBT)                    

Locutor                  

  • Heloisa Hühn (Lib Music)                       
  • Luciano Manga (Diário FM)
  • Luiz Fernando Machado (Rádio Cultura)                   

Produtor

  • Bárbara Brilhante (TV Liberal)                 
  • Isaac Sena (SBT)
  • Lucas Filho (TV Cultura)               

Repórter Cinematográfico                   

  • André do Vale (TV Liberal)
  • Jorge Paixão (SBT)                                                
  • Marcelino Campos (Record Belém)

Repórter de Mídia Impressa       

  • Carolina Menezes (Diário do Pará)
  • Dilson Pimentel (O Liberal)
  • Rita Soares (Diário do Pará)         

Repórter de Rádio                        

  • Celso Freire (Rádio Liberal AM)              
  • Saulo Zaire (Rádio Clube do Pará)
  • Tatiane Dias (Rádio Liberal FM)              

Repórter de TV                

  • André França (Record)                
  • Carlos Brito (TV Liberal)
  • Jalilia Messias (TV Liberal)                     

Repórter Fotográfico                

  • Ary Souza (O Liberal)
  • Bruno Carachesti (Diário do Pará)                  
  • Tarso Sarraf (O Liberal)              

Repórter Web                  

  • Ana Paula Azevedo (Diário On Line)
  • Bruno Magno (ORM News)                   
  • Karla Soares (ORM News)        

S11D

REDES/FIEPA e Vale promovem rodada de negócios com empresários de Canaã

Um importante momento para trocar conhecimento, cartões de visita e buscar fechar novos negócios.  Foi assim o encontro entre empresários de Canaã dos Carajás e empresas terceirizadas contratadas para as obras do projeto Ferro Carajás S11D, em mais uma ação promovida pelo Sistema Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA) e a Vale, por meio da REDES – Inovação e Sustentabilidade Econômica.

O evento oportunizou o contato de empresários de Canaã dos Carajás com representantes das áreas de suprimentos de 10 empresas terceirizadas Vale de diferentes áreas: construção civil, montagem mecânica, elétrica, automação entre outras. Cada empresa contratada para o S11D apresentou o perfil do seu negócio, seu processo de contratação e suas demandas por produtos e serviços.

Na segunda parte do encontro foram realizadas as mesas de negociação, no qual os fornecedores locais puderam esclarecer dúvidas em relação às demandas, oferecer seus serviços e criar um ambiente de prospecção para futuras contratações e parcerias com as empresa terceiras, que também, a partir desses contatos poderão ampliar seu quadro de fornecedores.

Caanaã

“Foi a primeira vez que vim, achei muito interessante, conhecemos pessoas que são responsáveis pela área de compras que não tínhamos o contato, é uma oportunidade para estarmos conversando com eles, mostrando os nossos produtos e serviços e tentando fechar um negócio, achei muito viável”, declarou o gerente de empresa local, Marciano Araújo Silva. 

“O nosso objetivo é justamente valorizar o empresariado local, aproximar este empresário do projeto Ferro Carajás S11D e oportunizar que conheçam a demanda, tenham contato direto com as empresas contratadas e possam avaliar sua capacidade de atendimento e os procedimentos para se tornar um potencial fornecedor”, destacou o líder de Socioeconomia do projeto Ferro Carajás S11D,  Eloiso Araújo.

A ação faz parte de série de atividades que foram promovidas pelo Sistema FIEPA, por meio da REDES em convênio com a Vale.  “O nosso  papel é ser esta rede integradora entre os agentes estratégicos, promovendo a sustentabilidade dos fornecedores paraenses e o aumento da competitividade de empresa mantenedoras, como a Vale” destaca o consultor técnico da REDES/FIEPA, Bruno Souza.

Desenvolvimento fornecedores

Este é o quarto encontro de negócios promovido pela REDES/FIEPA e Vale no município.  A iniciativa faz parte de uma serie de ações realizadas para o desenvolvimento do fornecedor local iniciadas em 2011 em decorrência da implantação do projeto Ferro Carajás S11D no município.

Entre as ações está o Programa de Qualificação Empresarial de Canaã, com a promoção de campanhas, cursos, encontros de negócios e suporte aos fornecedores numa parceria Fiepa, Sebrae, Vale e com o apoio da Associação Comercial e da Agência de Desenvolvimento de Canaã. Um dos resultados do programa está no número de empresas formais no município, que subiu de 239, em 2011, para 410, em 2013.

Parauapebas

Parceria capacita empresários em Parauapebas

Curso prepara 20 fornecedores do sudeste do Pará em Gestão de Negócios

Crédito_da_foto_REDES_-_FIEPA_2_(1)_1A parceria entre uma mineradora e a REDES – Inovação e Sustentabilidade Econômica capacitará 20 fornecedores do sudeste do Pará em Gestão de Negócios, a partir da próxima sexta-feira (31). Por meio dos treinamentos, os participantes terão a oportunidade de ampliar a visão sistêmica nos negócios e identificar melhorias estratégicas, táticas e operacionais a serem aplicadas nas organizações. O curso também tem o objetivo de despertar a mentalidade inovadora na gestão empresarial.

O conteúdo será dividido em 4 módulos: Gestão Estratégica, Gestão Financeira, Gestão de Pessoas e Sustentabilidade, com foco em segurança, saúde e meio ambiente. As aulas serão ministradas por especialistas em cada área e, durante os módulos, representantes do setor de Suprimentos da Vale apresentarão mais informações sobre os processos internos da empresa, com o objetivo de aproximar-se cada vez mais de seus parceiros.

“Ao promovermos a realização de cursos como este, esperamos contribuir para o desenvolvimento sustentável das empresas parceiras, que atuam diariamente em nossas operações. Com o apoio da REDES/FIEPA, eles poderão conhecer as mais novas ferramentas para aprimorar a gestão de seus processos e crescer ainda mais”, explica a gerente de Desenvolvimento de Conteúdo Local da Vale, Erika Rosa.

O treinamento será realizado até o dia 29 de novembro no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) de Parauapebas.

Especialistas

  • Mario Sergio Azevedo Borges – especialista em Gestão da Qualidade Total pela União Educacional de Brasília (UNEB); agente de Desenvolvimento para o Associativismo e Cooperativismo pelo Centro Universitário Newton Paiva – Belo Horizonte; professor do curso de Administração da Faculdade de Ensino Superior da Amazônia (FEAPA); facilitador e consultor Redes/Fiepa, Escola de Governo e IEL; facilitador SEBRAE nas soluções Planejamento Estratégico, Liderança, Desenvolvimento de Grupo, Empreendedorismo, Negociação, Qualidade e Produtividade, Atendimento e Oratória.
  • Paulo Haroldo – contador, especialista em Gestão da Qualidade e Produtividade pela UNEB/BR, em Controladoria e Finança Empresarial pela PUC/SP, em Gestão de Custos pela PUC/MG, MBA em Direito Tributário/FGV e Orçamentos e Finanças Pública; empresário contábil; auditor interno e consultor empresarial para as áreas Contábil, Financeira, Tributária e Trabalhista; examinador do Prêmio Nacional da Qualidade; auditor e consultor habilitado do Programa de Certificação de Empresas (PROCEM) da FIEPA.
  • José Augusto Viana – engenheiro civil, especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho pela UFPA; experiência em obras de grande porte como implantação de hidrelétricase mineração; consultor empresarial em gestão de sistema integrado; auditor e consultor do Programa de Certificação de Empresas (PROCEM) da FIEPA.
Pará

Balança Comercial 2013: Pará registra segundo melhor saldo no país

Em 2013, apesar das oscilações e instabilidades no mercado financeiro, o Pará conseguiu se manter como o segundo estado com maior saldo da Balança Comercial. Após a queda de 24% em 2012, as exportações paraenses voltaram a crescer e fecharam o ano em US$ 15.852 bilhões. Em contrapartida, as importações registraram o valor de US$ 1.110 bilhão, gerando um superávit de US$ 14.741 bilhões. A comercialização dos produtos minerais ao mercado internacional foi o que mais contribuiu para o bom desempenho da economia paraense. Somente as exportações do minério de ferro, renderam ao Pará um ganho de US$ 9.862 bilhões.

ParaFiepa festeja significativo desempenho econômico do Pará

Apesar do resultado positivo da Balança Comercial em 2013, Raul Tavares, gerente do Centro Internacional de Negócios (CIN), da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), chama a atenção para a alta dependência da economia paraense em relação a um único produto da pauta de exportação, o minério de ferro. “Nos últimos cinco anos, nunca estivemos tão dependentes do minério de ferro. Em 2013, este produto registrou uma importância de 62% para as exportações paraenses. Isso demonstra uma certa vulnerabilidade da economia paraense, que se tornou altamente dependente deste produto e dos países compradores”, analisa.

De acordo com o analista em comércio exterior, sua preocupação em relação à alta dependência da economia paraense de uma commodity não se reveste como um discurso que pretenda negar a característica mineradora do Pará. “A preocupação não vai contra a comercialização do minério de ferro, até porque este é um produto que tem mercado. A Vale, por exemplo, está com o seu projeto em Canaã dos Carajás (S11D), que deverá dobrar a produção do minério. No entanto, devemos pensar mais adiante e na instabilidade do mercado internacional. É preciso diversificar a pauta e redistribuir o peso dos produtos exportados para a nossa economia”, explicou.

O desaquecimento da China, por exemplo, é um dos fatores que preocupam o gerente do CIN. Em 2013, de toda a produção exportada de minério de ferro, o mercado chinês foi responsável pelo consumo de mais de 55%. “Nossa economia é basicamente um monoproduto para um monomercado”.

Exportação
Com o objetivo de alargar a pauta de exportação, impulsionando a comercialização de outros produtos para o mercado internacional, a Fiepa, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) dará início ao Projeto de Extensão Industrial Exportadora – Peiex. No Pará, o projeto atenderá 140 empresas da Região da Grande Belém, formulando pareceres técnicos e indicando as oportunidades para a inserção no mercado internacional.

O objetivo do projeto é auxiliar empresas com potencial exportador em sua primeira comercialização para o exterior. No ano passado, por exemplo, a FIEPA, juntamente com a Apex-Brasil e o Sebrae, levou o Consórcio de Joias do Pará, grupo composto por empresários paraenses, para participar como expositor de uma das maiores feiras internacionais do segmento, a JIS Miami.

Redução – Apesar do bom desempenho da economia paraense em 2013, dos 27 produtos presentes na pauta de exportação paraense, 15 fecharam o ano em queda. As exportações da castanha do Pará, por exemplo, caíram em 51%. O ferro-gusa também seguiu a tendência de queda e fechou o ano com uma redução de 50% nas exportações.

“Tem uma questão que vai além dos números e isto precisa ser melhor analisado pelas nossos políticos. Existem vários segmentos da indústria paraense que precisam de algum tipo de incentivo para retomarem a tendência de crescimento. Caso contrário, em 2014 veremos uma maior dependência da economia paraense ou, até mesmo, resultados nada agradáveis para o nosso desenvolvimento”, concluiu Raul Tavares.

Fonte: FIEPA

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