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Assalto a banco

Sul do Pará: Polícias Civil e Militar deflagram “Operação Lampião” e prende quadrilha que assaltava bancos na região

Durante a operação foram cumpridos mandados de Prisão Preventiva, Busca e Apreensão Domiciliar e Condução Coercitiva expedidos pelo Juízo da Comarca de São João do Araguaia-PA.

A Polícia Civil do Estado do Pará, em conjunto com as Polícias Militares do Pará e do Goiás, deflagrou ontem no Sudeste do Estado, a Operação Policial denominada “LAMPIÃO”, visando cumprindo de mandados de Prisão Preventiva, Busca e Apreensão Domiciliar e Condução Coercitiva expedidos pelo Juízo da Comarca de São João do Araguaia-PA.

A operação teve como alvo prender criminosos e apreender objetos relacionados à crimes praticados em desfavor de instituições bancárias, bem como empresas de transportes de valores.

Os suspeitos foram identificados e presos por atuarem criminalmente na modalidade conhecida como “vapor” ou “novo cangaço”, forma em que criminosos sitiam as cidades de forma violenta para a subtração de valores provenientes de instituições bancárias, fazendo o uso inclusive de material explosivo e captura de reféns.

Durante a operação foram presos: Jurandi Gomes da Silva (Pablo Ferreira) vulgo “Toca”, Edivaldo Batista da Silva, Vulgo “Junior, João ou Buxudo”, Andreia Santos Perlinski, Leandro Soares da Silva, Helena Lima da Silva, Vanderlan Reis Andrade (Nenzim) e Rosivânia Gomes Dos Santos (Rose).

Os Mandados foram cumpridos na Folha 33, núcleo da Nova Marabá, Jardim Vitória, Bairro do Aeroporto, km 11, Morada Nova, em Marabá-PA, bem como no Bairro Centro da Cidade de São Domingos do Araguaia-PA.

Jurandi “Toca”, Leandro “Cowboy”, Andreia Perlinski e Edivaldo foram presos às proximidades da rodoviária da Folha 32, em Nova Marabá. Helena Lima em São Domingos dos Araguaia-PA. Rose foi presa em sua residência, no km 11, e Vanderlan “Nenzim” foi preso enquanto tentava empreender fuga em Morada Nova.

Durante a operação foram apreendidos 04 (quatro) tabletes, totalizando aproximadamente 04 kg de droga que aparenta ser a substância conhecida vulgarmente como “maconha”; 01 (um) revólver calibre 44 com numeração raspada, acompanhado de 06 (seis) munições do mesmo calibre; uma espingarda 22 com munições; um revólver calibre 38 com numeração raspada e 06 munições do mesmo calibre; quantia de R$ 10.030,00 em dinheiro (R$ 2.549,00 de notas avariadas por material explosivo); e ainda cinco veículos apreendidos entre automóveis e motocicletas.

Segundo o delegado Marcelo Delgado, superintendente da PC em Marabá, os criminosos presos durante a operação foram os responsáveis pelos crimes praticados contra bancos das cidades de Sapucaia-PA (06/09), São João do Araguaia-PA (21/09), Eldorado dos Carajás (05/10) e Filadélfia-TO(29/10). Outros casos estão sendo investigados.

As investigações apontam que o grupo era bem organizado e cada integrante tinha sua participação e capacidade de mobilização, promovendo interação criminosa inclusive com bandidos de outros Estados da Federação.

Futebol

Paysandu perde para o Goiás no estádio Serra Dourada e estaciona no 14° lugar da Série B

O Papão não teve força em Goiânia e acabou saindo derrotado de campo em um jogo fraco

Por Fábio Relvas

O Paysandu Sport Club voltou a perder pelo Campeonato Brasileiro da Série B. Na tarde deste sábado (23/09), o Papão enfrentou o Goiás (GO), no estádio Serra Dourada, em Goiânia, e saiu derrotado pelo placar de 2 a 1. Os gols do time esmeraldino foram assinalados pelo meia Tiago Luís (ex-Paysandu) e pelo lateral-esquerdo Carlinhos, enquanto que o volante Rodrigo Andrade
descontou para o bicola. O próximo compromisso do time paraense será contra o Guarani (SP) na terça-feira (26/09), às 21h30, no estádio Leônidas Castro, a Curuzu, em Belém.

O jogo: Goiás 2 x 1 Paysandu

O Goiás entrou pressionado pela torcida já que há sete rodadas o time não sabia o que era vencer. Foi a estreia do técnico Hélio dos Anjos a frente do esmeraldino. A primeira chance foi dos donos da casa, depois que Tony fez jogada individual e deu passe para o atacante Aylon, que disparou alto sobre a meta de Emerson. O jogo estava morno, quente mesmo era a temperatura no estádio Serra Dourada, o que obrigou ao árbitro Rodolpho Toski Marques (PR/Fifa), a paralisar a partida com a famosa parada técnica, que serviu para a hidratação dos jogadores em campo. Isso aos 24 minutos do 1º tempo.

Apesar da parada, os atletas de Goiás e Paysandu, não renderam o suficiente para levar perigo às metas adversárias, o que deixou a torcida do Verdão irritada levando as vaias ao time, que precisava desesperadamente dos três pontos na partida.

Na segunda etapa o jogo começou da mesma maneira, com pouca criação das equipes. O Goiás fez boa jogada envolvendo três jogadores, até que a bola chegou para a cabeçada do meia Tiago Luís, que tocou firme, mas mandou para fora. A arbitragem anulou o lance marcando impedimento. No lance seguinte, não teve jeito. Tony cobrou falta da direita e Tiago Luís (ex-Paysandu), mergulhou de cabeça para abrir o placar, aos 14 minutos, 1 a 0.

O time paraense não sentiu o gol e tentou chegar em bola parada, quando Bergson foi derrubado próximo da grade área. O lateral-direito Ayrton de frente para o crime, acabou carimbando a barreira adversária. Quem não faz leva. O Goiás aproveitou mais um erro da zaga do Papão e ampliou. Mais uma vez o lateral-direito Tony cruzou com perfeição para a chegada do lateral-esquerdo Carlinhos, que meteu a cabeça na bola e balançou as redes, marcando o segundo, 2 a 0, aos 33 minutos. Festa no estádio Serra Dourada.

O Paysandu tinha esperança na bola parada e foi em uma delas que diminuiu o placar. Após cobrança de escanteio, o atacante Marcão desviou de cabeça e a bola chegou até o volante Rodrigo Andrade, que completou com estilo, 2 a 1, aos 37 minutos. O time esmeraldino quase chegou ao terceiro, quando o Aylon mandou colocado, a bola passou tirando a tinta da meta bicolor, a galera do Verdão ficou no “uh”. Placar final: Goiás 2 x 1 Paysandu.

Ficha técnica

GOIÁS: Marcelo Rangel; Tony, Fábio Sanches, Alex Alves e Carlinhos; Everton Sena, Pedro Bambu, Léo Sena (Elyeser) e Tiago Luis (Andrezinho); Carlos Eduardo (Nathan) e Aylon. Técnico: Hélio dos Anjos

PAYSANDU: Emerson; Ayrton, Perema, Douglas Mendes e Guilherme Santos; Renato Augusto, Nando Carandina (Juninho), Rodrigo Andrade e Diogo Oliveira (Jhonnatan); Bergson (Magno) e Marcão. Técnico: Marquinhos Santos.

Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR/Fifa)

Assistentes: Victor Hugo Imazu dos Santos (PR) e Rafael Trombeta (PR)

Cartões amarelos: Carlinhos, Léo Sena, Carlos Eduardo e Andrezinho(Goiás); Ayrton, Guilherme Santos e Nando Carandina (Paysandu)

Gols: Tiago Luís aos 14 e Carlinhos aos 33 minutos do 2º tempo para o Goiás e Rodrigo Andrade aos 37 minutos do 2º tempo para o Paysandu

Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia

Público pagante: 11.343 – Público presente: 12.820 – Renda: R$ 73.310, 00

Foto: Cristiano Borges / O Popular

Transporte

Ônibus com destino a Parauapebas pega fogo em Santa Tereza de Goiás.

Motorista disse que incêndio começou na roda traseira direita do veículo e se alastrou rapidamente. Os 54 passageiros do coletivo saíram ilesos

Um ônibus que saiu de Goiânia com destino à cidade de Parauapebas (PA) pegou fogo na noite desta segunda-feira (13/2). O veículo estava na Rodovia Belém Brasília (BR-153), no município de Santa Tereza-GO, quando o motorista percebeu que a roda traseira direita começou a queimar.

De acordo com o condutor, os 54 passageiros conseguiram descer do veículo, porém as chamas se alastraram rapidamente e tudo o que havia no interior do ônibus foi queimado. Nenhum passageiro se feriu.

A empresa proprietária do ônibus levou os passageiros para um restaurante próximo ao local, onde eles aguardaram outro veículo para dar continuidade à viagem.

O Corpo de Bombeiros de Porangatu foi acionado e a pista ficou fechada por uma hora e 40 minutos. Enquanto as chamas eram controladas, houve congestionamento de cerca de cinco quilômetros para cada lado da rodovia.

Pará

Goiás e Pará são os Estados com estruturas mais enxutas do País

Marconi Perillo: corte de seis secretarias para reduzir despesas

Goiás e Pará são os Estados que mais executaram cortes na administração e enxugaram a máquina pública diante de um cenário de mudanças econômicas e novos arranjos da gestão. É o que mostra reportagem do Valor Econômico desta semana. O jornal afirma que outros Estados devem seguir este mandamento e Goiás possui hoje a estrutura mais reduzida do País.

A reportagem destaca que a proposta por trás da extinção ou fusão desses órgãos públicos é otimizar a máquina e dar racionalidade aos gastos.

Em Goiás, o governador Marconi Perillo reduziu de 16 para 10 o número de secretarias e também extinguiu duas autarquias. Com 31 órgãos públicos, o tucano conta com a menor estrutura governamental entre todos os Estados da Federação, conforme análise feita pelo Valor PRO, serviço em tempo real do Valor, com base nas informações prestadas pelos Estados nas páginas dos governos na internet.

Marconi prevê que a redução da estrutura, juntamente com extinção de quase 17 mil cargos públicos, entre comissionados e temporários, garantirá uma economia de R$ 400 milhões ao ano. “O governador enxergou a necessidade de reorganizar a máquina ao projetar as dificuldades da economia nacional e o impacto disso sobre as contas estaduais”, disse José Carlos Siqueira, secretário da Casa Civil.

Simão Jatene: redução de 75 para 59 o número de órgãos públicosSimão Jatene: redução de 75 para 59 o número de órgãos públicos

O governador do Pará, Simão Jatene, reduziu de 75 para 59 o número de órgãos públicos. Jatene acabou com cinco secretarias especiais e promoveu a fusão de outras três pastas. Estratégia similar foi adotada para as fundações, autarquias e estatais que compõem o organograma do Estado. A reorganização, explicou o tucano, resultou na extinção de aproximadamente mil cargos e deve render uma economia estimada de até R$ 20 milhões ao ano.

No dia 1º de janeiro, quando anunciou a reforma, Marconi assumiu toda a responsabilidade pelas mudanças, reforço que não aceitaria pressões e revelou que toda a nova estrutura foi pensada por ele mesmo.  “Este projeto foi elaborado por mim. É uma reforma que foi feita pela minha cabeça pela experiência que tenho de três mandatos. Espero que esse modelo de reforma sirva de vitrine para o País. Creio que caminhamos para o conceito de ‘Estado necessário”, nem mínimo nem máximo, mas o necessário para fazer um governo de qualidade”, disse Marconi. (Jornal da Manhã)

Brasil

Oito estados estouram limite da Lei de Responsabilidade Fiscal

Oito governadores eleitos começarão o mandato, em 2015, com o desafio de segurar os gastos com o funcionalismo. Os estados estão estourando os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal para as despesas com pessoal, segundo levantamento feito pela Agência Brasil com base em relatórios enviados pelos governos estaduais ao Tesouro Nacional.

A situação está mais crítica em Alagoas, na Paraíba, no Piauí, em Sergipe e no Tocantins, que ultrapassaram o limite máximo de 49% da receita corrente líquida (RCL) nos gastos com o funcionalismo público. Três estados – o Paraná, o Rio Grande do Norte e Santa Catarina – ultrapassaram o limite prudencial, 46,55% da RCL e já sofrem algumas sanções.

imageSe for levado em conta o limite de alerta (44,10%), o número de unidades da Federação com altas despesas no funcionalismo público aumenta para 17, com a inclusão do Amapá, Ceará, Distrito Federal,  Espírito Santo, de Goiás, Mato Grosso, do Pará, de Pernambuco, do Rio Grande do Sul e de Rondônia. O limite de alerta, no entanto, não implica sanções, apenas autoriza os tribunais de Contas estaduais e do DF a fazer uma advertência aos governadores.

Os estados que ultrapassam o limite prudencial sofrem restrições à concessão de reajustes (apenas os aumentos determinados por contratos e pela Justiça são autorizados), à contratação de pessoal (exceto reposição de funcionários na saúde, na educação e na segurança), ao pagamento de horas-extras e ficam proibidos de alterar estruturas de carreiras. Quem estoura o limite máximo, além das sanções anteriores, fica proibido de contrair financiamentos, de conseguir garantias de outras unidades da Federação para linhas de crédito e de obter transferências voluntárias.

Os números mostram a deterioração das contas estaduais nos últimos quatro anos. Em dezembro de 2010, apenas a Paraíba ultrapassava o limite máximo. Goiás, Minas Gerais, o Rio Grande do Norte e Tocantins tinham estourado o limite prudencial. O Acre, Alagoas, o Pará, Paraná e Sergipe estavam acima do limite de alerta. A pior situação ocorreu no Piauí, cujos gastos com o funcionalismo saltaram de 43,28% no fim de 2010 para 50,04% em agosto deste ano.

Alagoas, Sergipe e Tocantins passaram a estourar o limite máximo nos últimos anos. No entanto, alguns estados apresentaram melhoras significativas. Historicamente acima do limite máximo, a Paraíba conseguiu reduzir os gastos com o funcionalismo de 57,35% para 49,58% entre 2010 e 2014. O Acre, a Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, o Maranhão e Minas Gerais conseguiram reduzir as despesas de pessoal em relação à RCL. O Pará, acima do limite de alerta, e o Rio Grande do Norte, acima do limite prudencial, ficaram estáveis no período.

A estagnação da economia nos últimos anos explica, em parte, o aumento da proporção dos gastos com o funcionalismo. Diretamente relacionada à atividade econômica, a arrecadação dos estados, que forma a RCL, passou a crescer menos que as despesas de pessoal, que dependem de acordos salariais e dificilmente podem ser reduzidas.

Na prática, os gastos com o funcionalismo só podem ser cortados por meio da demissão de funcionários comissionados ou pela não reposição de servidores que morrem ou se aposentam. Por lei, salários não podem ser reduzidos, e servidores concursados só podem ser demitidos em casos excepcionais.

Brasil

FPM: No Pará, apenas dez municípios aumentarão coeficiente a partir de 2015

Dos 5.568 Municípios brasileiros, 130 sofreram mudanças nos coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) em razão da nova estimativa populacional para 2015. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgou a mudança nos coeficientes com informações do Tribunal de Contas da União (CNM).

Desses 130 Municípios, 118 terão aumento em seus coeficientes e 12 terão os seus coeficientes reduzidos. São Paulo é o Estado com o maior número de Municípios que terão aumento no coeficiente do FPM: 17 ao todo. Em seguida, Santa Catarina, com 14; Minas Gerais, 11; Paraná e Pará, com nove. A Bahia apresenta mudanças significativas, com o aumento de coeficiente em nove Municípios e redução em cinco.

Quatro capitais terão seus coeficientes alterados, sendo que duas – Salvador/BA e Belém/PA – aumentarão seus coeficientes em relação a 2014, e outros duas – Rio de Janeiro/RJ, Natal/RN – perderão coeficientes.

A CNM explica que essas mudanças são decorrentes da recontagem da população de 2014. Com a alteração de faixas destes Municípios, as participações relativas de todos os demais no bolo total do FPM também foi alterada.

Municípios que perderão coeficiente
Rio de Janeiro/RJ, Natal/RN, Satuba/AL, Barcelos/AM, Jutaí/AM, Caraíbas/BA, Laje/BA, Mirante/BA, Piraí do Norte/BA, Santa Luzia/BA, Itaipava do Grajaú/MA e Upanema/RN.

Municípios que ganharão coeficiente

Acre
Acrelândia e Porto Walter

Amazonas
Boa Vista do Ramos, Coari, Novo Airão e Novo Aripuanã,

Amapá
Laranjal do Jari

Bahia
Adustina, Amargosa, Canudos, Casa Nova, Nilo Peçanha, Porto Seguro, Ribeira do Pombal, São Francisco do Conde e Salvador

Ceará
Horizonte

Espírito Santo
Aracruz, Barra de São Francisco, Castelo, Iconha e Marataízes

Goiás
Inhumas, Morrinhos, Padre Bernardo e Trindade

Maranhão
Bacabal, Lago do Junco, Nina Rodrigues, Paço do Lumiar e Viana

Minas Gerais
Araguari, Arceburgo, Barão de Cocais, Mirabela, Paraopeba, Prudente de Morais, Rio Pardo de Minas, Santana do Paraíso, São Lourenço, Três Marias e Vespasiano

Mato Grosso do Sul
Aparecida do Taboado e Sonora

Mato Grosso
Alto Araguaia, Brasnorte, Campo Novo do Parecis, Cotriguaçu, Nova Mutum e Tangará da Serra

Pará
Anapu, Belém, Cametá, Concórdia do Pará, Ourém, Porto de Moz, Santa Maria do Pará, São Domingos do Capim, Tailândia e Ulianópolis

Paraíba
Cruz do Espírito Santo

Pernambuco
Araripina, Barra de Guabiraba e Salgadinho

Piauí
Cristino Castro

Paraná
Apucarana, Campo Mourão, Corbélia, Imbituva, Palotina, Piraquara, Pontal do Paraná, São Mateus do Sul e Toledo.

Rio de Janeiro
Maricá, Queimados e Seropédica

Rio Grande do Norte
Alto do Rodrigues e São Paulo do Potengi

Rondônia
Ariquemes, Ji-Paraná e São Miguel do Guaporé

Rio Grande do Sul
Eldorado do Sul e São Sebastião do Caí

Santa Catarina
Apiúna, Araquari, Camboriú Catanduvas, Indaial, Itapoá, Ituporanga, Laguna, Maravilha, Morro da Fumaça, Pomerode, São João Batista, Siderópolis e Tubarão

Sergipe
Indiaroba, Rosário do Catete e Tobias Barreto

São Paulo
Américo Brasiliense, Angatuba, Araçoiaba da Serra, Arujá, Barrinha, Biritiba-Mirim Cerquilho, Franco da Rocha, Lavínia, Mongaguá, Nova Europa, Pederneiras, Quatá, Roseira, São Sebastião, Tatuí e Tremembé.

Goiás acerta detalhes para receber Corinthians em Belém no dia 19/11

06-11-2014-08-11-03-goias-acerta-detalhes-para-receber-corinthians-no-para--esta-99-certoGoiás e Corinthians devem mesmo se enfrentar em Belém, no Pará, no próximo dia 19, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube esmeraldino negocia os últimos detalhes do acordo com o Governo do do Pará, responsável pelo Estádio Mangueirão.

“Em princípio sim (jogo no Mangueirão). Estamos aguardando um documento. Temos um emissário nosso lá no Pará. Posso dizer que está 99% confirmado”, afirmou Paulo Lopes, vice-presidente do Goiás, ao LANCE!Net.

Sem grandes pretensões na reta final do Brasileirão, a ideia da diretoria do Goiás é lucrar com a venda de ingressos para o duelo. A ideia de mandar a partida contra o Timão em uma das novas arenas construídas para a Copa do Mundo foi descartada por conta dos altos valores pedidos para alugar os estádios.

Em 16 jogos disputados como mandante, o Goiás tem média de 6.488 pagantes, apenas 19% da ocupação total do Serra Dourada. O maior público do time como mandante não foi nem no seu estádio, e sim em Cuiabá, quando venceu o Flamengo sob os olhares de 33.278 pagantes.

Um fator que pesou para para a partida contra o Timão ser levada para Belém é o Corinthians ter a segunda maior torcida da região Norte. Além disso, o clube paulista não joga no Mangueirão desde 2005, quando venceu o Paysandu por 2 a 0 pelo Campeonato Brasileiro daquele ano.

Fonte: Lancenet

Em artigo, Carlinhos Cachoeira ataca Iris Resende e outros políticos. O empresário promete apresentar provas caso não seja “esquecido”.

Os canalhas também envelhecem – Artigo do empresário goiano Carlos Cachoeira publicado no Diário da Manhã

Políticos são mesmo pilantras. Não há exceção. Uns começam a roubar no movimento estudantil, ‘gerenciando’ recursos da carteira de estudante e assaltando os caraminguás da ‘jovada’, como diria o hilariante ‘Bambuzinho’, ex deputado estadual. Outros, chamados de burros pelo próprio pai, continuam insistindo na carreira muar e fazendo sofrer a milhares que tem de aturar seus recalques e pronunciamentos insignificantes, que o medíocre, sempre bajulado, crê se equiparar à luminosidade de um Nobel.

Especialistas no dom de iludir, já vi de tudo, há descendentes de humildes calabreses que num golpe de marketing se tornam quatrocentões paulistas e, suprema glória da picardia, moram num Estado e governam outro.

Foto: Reprodução

Ocultação de patrimônio em nome de terceiros, lavagem de dinheiro, herança de família… Como lembraria, apropriadamente, Noel Rosa: “o seu dinheiro nasce de repente/ embora não se saiba se é verdade/ você acha nas ruas diariamente/ anéis, dinheiro e até felicidade. Toda espécie de gente quer ser político.

Goiás é um reduto costumeiro de imigração. Terra de oportunidades, construiu talvez o povo mais bonito do Brasil e o dinheiro veio com fartura porquê de cem anos para cá o Estado que era o mais pobre da nação se transformou num oásis de prosperidade. Lamentavelmente, o traquejo não acompanhou a transformação da era da carroça para a supersônica com igual velocidade. Daí o imenso besteirol que nos acompanha diuturnamente, onde quer que estejamos. Felizmente, não temos famílias tradicionais, mas somente sobrenomes antigos.

Alguns de nossos políticos jamais poderiam ser candidatos, deveriam estar tomando noções basilares da língua pátria, em vez de submeterem nossos ouvidos à ‘sinergia’, ‘choque de gestão’ ou ‘frango de granja’. A língua passou a ter mais desvios que a administração da Agetop, Detran, Celg e Comurg. Os pobres infelizes, quando candidatos, são submetidos a uma sabatina árdua sobre suas preferências literárias, conhecimento de administração, história, gostos culinários e o diabo a quatro. A sorte é que quase sempre quem indaga e quem lê são também incultos. Lembro-me, numa eleição muito recente, de um candidato poderoso que respondeu, honestamente, qual era o autor que estava lendo naquele momento. Resposta na bucha: Maurício de Sousa. Por conta disso, O jornal de maior circulação do Estado teve de fazer uma matéria de página inteira, na capa do caderno 2, com fotografia do dito fulano, cercado de livros “que estava lendo naquele momento” e discorrendo até sobre filosofia. Francamente! Fora os ternos, gravatas, camisas, sapatos com fivelas que alguém sugeriu que utilizasse para parecer modernos.

Um capítulo à parte são as mulheres dos candidatos, as tais primeiras damas, que fazem de tudo para aparecer, quando deveriam parecer discretas. Várias se aproveitam do nome do marido e acabam também se imiscuindo na política, onde fazem carreira longa e inexpressiva. Lembro-me de uma que fez um imenso ‘depoimento’ sobre sua vida antes da conversão ao cristianismo, narrando detalhadamente, para a plateia, entre estarrecida e em êxtase, suas traições e aventuras sexuais. É de chorar.

Todos sabem que, desde os anos 80, participo ativamente da vida política do Estado. Convivi com toda espécie de gente, com integrantes de todos os partidos políticos, jornalistas, empresários, juízes, promotores e tudo o que cerca esse mundo. Conheço, com proximidade, os quatro primeiros colocados nas pesquisas de intenção de votos para governador de Goiás. Por opção própria me afastei para recolher-me com minha família ao ostracismo e à minha defesa, onde provarei que fui vítima de uma grande armação que visava destruir terceiros, mas disso poderei tratar somente no futuro.

Iris Rezende, candidato ao governo

Mais recentemente apareceu a figura de um novo tipo de político, “o pilantra ninja”, aquele que faz tudo igual aos outros, e até pior, porém quer aparecer aos olhos do ‘povo’ como uma vestal, um insigne, um imaculado. Este político, Iris Rezende Machado, tantas fez que obrigou-me, neste instante, a sair do meu propósito, e vir à tona para esclarecer, minimamente, quem ele é e porque me ataca.

Iris, que por erros próprios, está se distanciando do primeiro colocado nas pesquisas, insiste no denuncismo e por onde passa declara algo sobre o ‘caso Cachoeira’. Promete que isso vai ser o mote principal de sua campanha e tem me utilizado vulgarmente para atingir o seu principal oponente. Desejo-lhe sorte, mas se esqueça de mim, senão da próxima vez que me pronunciar, já será com as provas do que vou aqui dizer.

Iris, quando era candidato a governador em 1990, participou de todas as solenidades de fim de ano da ‘Look Loterias’, empresa que gerenciava então toda a operação do jogo do bicho em Goiânia. Lá, em um ginásio de esportes, entregou brindes e prometeu, mas não cumpriu, doar casas para os cambistas presentes. Aos proprietários encantou-os com a possibilidade de legalizar o jogo. Como retribuição teve farta contrapartida financeira.

Quando se tornou Senador da República, chegou a oferecer-me um almoço na residência do à época também Senador, Maguito Vilela, juntamente com dois outros empresários.

Não se esqueça Iris do seu encontro com o manda chuva e mais dois diretores da Delta, em sua fazenda no Mato Grosso, em que o cardápio trazia pescaria e também outros assuntos não tão republicanos, tudo, como sempre acontece comigo, devidamente documentado.

Se quer estancar a metástase, me esqueça. E peça aos que o seguem, especialmente os traidores e seus capangas, que tomem a mesma direção. Não quero ter de voltar aqui para dispensar aos outros a mesma posologia que fui obrigado a lhe conferir. Lembre a eles dos favores prestados a seus amigos vagabundos e, a sempre presente, despesa de campanha. Vá cuidar de sua fortuna de mais de um bilhão de reais e sobrevoe, nas asas do seu avião King Air, áreas públicas distribuídas a associações filantrópicas e que, estranhamente, foram parar nas mãos de particulares.

Repito, estou dentro da minha casa com minhas angústias, tormentos, esperanças e crenças. Mas o meu silêncio não deve ser confundido com pusilanimidade. Para defender minha família e minha honra viro ‘Lampião’ e só me calarei “quando a indesejada das gentes chegar”.

Iris, lembre-se do grande Chico Anísio, em vez de ficar saracoteando daqui pra acolá como o atleta coalhada, siga a ordem que o Nazareno dava pra sua mulher Sofia e fique: CA-LA-DO!

A velhice não é defeito para ninguém, ao contrário, a decadência física deve se alinhar à pujança intelectual. Churchill morreu com mais de 90 anos, respeitabilíssimo, referência para a humanidade. O que quer o eleitor não é você sacudindo suas pelancas, colocando em dificuldade seu personal trainer e gastando dinheiro a mais com cardiologista. Faça uma corrida mental, se supere, vá adiante, leia, pesquise, apresente propostas. Se reinvente. Sempre penso nos velhinhos com aquele ar de bondade, com dificuldades como o Mister Magoo, bons conselheiros. Mas de você eu só consigo me lembrar que os canalhas também envelhecem.

(Carlos Augusto de Almeida Ramos, empresário)

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