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Parauapebas

PM derruba dois assaltantes em Parauapebas após sofrer ataque

Paulo Gaia, 19, e Vinícius de Sousa, 18, estava pintando e bordando na cidade, montados em uma moto e armados de revólver. A farra terminou quando eles se atreveram a atirar contra o Grupo Tático
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Após receber denúncia de que dois assaltantes, em uma motocicleta e armados de revólver e pistola, estavam fazendo um verdadeiro arrastão na cidade, uma guarnição do GTO (Grupo Tático Operacional) do 23º Batalhão de Policia Militar, saiu em busca dos criminosos, posteriormente identificados como Paulo Henrique Vargas Gaia, 18 anos, natural de Tucuruí; e Vinícius Costa de Sousa, 19 anos, nascido em Boa Vista (RR).

Ao chegarem ao Bairro da Paz, na Rua Cláudio Coutinho, os policiais militares localizaram os assaltantes, passando a persegui-los. Quando se aproximavam da moto em que estavam Paulo e Vinícius, eles relatam que foram feitos pelo menos cinco disparos em direção à guarnição, que, para se defender, revidou ao ataque. A dupla foi atingida e morreu na hora, tendo sido o Auto de Resistência lavrado e assinado pelos policiais que participaram da ação, os quais entregaram na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, um revólver calibre 38, uma munição “picotada”, quatro cartuchos deflagrados, uma imitação de pistola, R$ 482,50, oito celulares e a motocicleta usada pelos bandidos nos assaltos, uma Honda/Fan 150, placa NSX-8070.

Pelo menos 11 pessoas reconheceram Paulo e Vinícius como autores de roubos a transeuntes, oito no domingo (1º) e três em  dias anteriores.

Redenção

Supostos membros do Comando Vermelho presos em Redenção

Outras nove pessoas são procuradas, acusada de apologia ao crime, após picharem muros com a frase: “GTO bom é GTO morto”
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O Grupamento Tático Operacional (GTO) apresentou, por volta das 23h de terça-feira (19), na Delegacia de Polícia Civil, Bruno Alves dos Santos, 18 anos; e Orias Gonçalves Ferreira, 42. A dupla foi presa após a Polícia Militar receber uma denúncia anônima de que Bruno estaria escondido na chácara de Orias, distante de 2 km do centro de Redenção. De acordo com a PM, no local havia dois membros do Comando Vermelho, que, ao avistarem os policiais efetuaram três disparos de arma de fogo contra a guarnição. Os PMs revidaram e deram voz de prisão a Bruno e ao dono da chácara, enquanto um terceiro indivíduo, identificado como Daniel Morzan, conseguiu fugir se embrenhando no mato.

No local, a polícia apreendeu duas armas de fogo e seis balas e três capsulas. A dupla foi conduzida a Delegacia de Polícia Civil, onde foi ouvida e, depois, removida ao presídio de Redenção. Bruno dos Santos vai responder por tentativa de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo.

Procurados 

Além de Bruno, que foi capturado, outros nove jovens são procurados pela polícia, acusados de apologia ao crime. Na semana passada eles picharam muros com a frase: “GTO bom é GTO morto”. O grupo diz fazer parte da facção criminosa Comando Vermelho. Bruno e os demais picharam muros em diversos setores da cidade, afirmando que o CV é quem manda no local. Em algumas ruas,
como a Tiradentes, conhecida como “Cracolândia”, e a Rua do Meio, no Setor Aripuanã, a ordem é para que os motociclistas tirem os capacetes ao passar pela via e, quem estiver de carro, deve baixar os vidros. A Polícia Civil está investigando se o grupo tem envolvimentos nas mortes que vêm ocorrendo em Redenção.

O CV

O Comando Vermelho é uma das maiores organizações criminosas do Brasil. Foi criada em 1979 na prisão “Cândido Mendes”, na Ilha Grande, Angra dos Reis, Rio de Janeiro, e já tem ramificações em Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre, Pará, Maranhão, Alagoas, Rio Grande do Norte, Ceará, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Amazonas. O CV  também está presente em partes de Minas Gerais, Piauí, Paraíba, Pernambuco e Bahia. Nos estados do Rio de Janeiro, Rondônia, Mato Grosso, Acre, Ceará e Tocantins o CV é maioria no sistema penitenciário.

Marabá

Polícia invade Vila do Rato, conduz 7 pessoas e apreende droga, jóias e dinheiro

Uma das comunidades urbanas mais pobres de Marabá tem apenas uma rua e seu histórico é manchado pela criminalidade
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Por volta de 4h30 da madrugada desta sexta-feira, 18, a pequena comunidade conhecida popularmente como “Vila do Rato”, no núcleo Velha Marabá, foi sacudida por várias viaturas das Polícias Civil e Militar em uma operação surpresa de combate ao tráfico de drogas denominada de “Impactus”.

A equipe da Polícia Civil contou com o apoio do Grupamento Tático Operacional (GTO) e apreendeu drogas, dinheiro, joias e diversos celulares. Até o momento, 7 pessoas foram conduzidas para depor, sendo duas mulheres e cinco homens, todos s menores de 25 anos de idade. Os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão e acabaram conduzindo as pessoas que estavam nas casas em que os objetos foram encontrados.

Os militares também fizeram buscas na Rua Magalhães Barata, próxima à Vila do Rato, que também tem histórico de abrigar “bocas de fumo”. Segundo o delegado Vinícius Cardoso, diretor da 21ª Seccional de Polícia Civil, há mais pessoas envolvidas com o tráfico de drogas na área. Até agora, não houve divulgação da quantidade de drogas, dinheiro e objetos apreendidos e a Polícia deverá conceder informações mais detalhadas em entrevista coletiva no final da manhã.

Outro local muito visado pela Polícia na Marabá Pioneira é o conjunto habitacional do PAC, no bairro Cabelo Seco, outro reduto de pessoas pobres.

Carlos Emanuel Dias, morador da Vila do Rato há 25 anos, diz que levou um susto na madrugada quando ouviu o barulho da polícia chegando. “Eles não deram nenhum tiro, mas vi o estrondo e alguns gritos. A gente não concorda de ter tantos jovens envolvidos com tráfico de drogas aqui. Isso é triste, mas não vem nenhuma autoridade fazer um trabalho de prevenção com as crianças que crescem nesse meio”, lamenta Emanuel, que trabalha como feirante.

Ulisses Pompeu – de Marabá

polícia

GTO prende dois adultos e apreende um adolescente com armas e entorpecentes

Busca a apreensões se deram nos bairros Parque Verde e Tropical. Flagrado com drogas e uma espingarda, o menor abriu o bico entregou os demais
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Uma guarnição do GTO (Grupo Tático Operacional) tirou de circulação, na noite de ontem, quinta-feira (1º), por volta das 23h, um trio formado pelos indivíduos Michael Cunha Rodrigues, 28 anos, Carlos Daniel Meireles, 23, e um adolescente de 16. Eles são acusados de tráfico de entorpecentes, porte ilegal de arma e assalto. Os dois maiores podem ser ainda incriminados por corrupção de menor. Com eles foram encontrados um revólver calibre 32, um punhal e boa quantidade de maconha prensada.

A ação que resultou na captura dos três começou após denúncia de arrombamento e furto ocorrido na noite de quarta-feira (31), no Bairro Parque Verde, na qual surgiu com acusado Carlos Daniel. Ao chegar ao endereço do acusado, fornecido pelo autor da denúncia, os policiais flagraram o menor de posse da espingarda e da maconha. Indagado sobre a droga, o adolescente disse que pertencia a ele, mas em relação à arma de fogo, ele afirmou que o dono era o padrasto, Michael, que foi preso imediatamente por posse ilegal de arma.

A busca seguiu e, no Bairro Tropical, o GTO prendeu Carlos Daniel, na casa da mãe do adolescente. Com ele foi encontrada uma mochila com o revólver calibre 32 e vários papelotes de maconha. A arma, acreditam os policiais, vinha sendo empregada na prática de assaltos nas ruas a transeuntes.

Todos foram apresentados ao delegado Fabrício Andrade, na 23ª Seccional de Polícia Civil. Os dois adultos estão à disposição da Justiça e o adolescente à disposição do Ministério Público da Infância e da Adolescência.