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Polícia

Mais uma execução nas ruas da capital do Pará

Homem foi morto no início da noite na esquina das ruas Tamoios e Apinagés

Ocorreu, no início da noite desta sexta-feira (2), em Belém, a execução de Mauro Raimundo Barros de Souza, de 52 anos, natural de Monte Alegre. Testemunhas contam que dois homens em uma motocicleta se aproximaram dele, cometeram o assassinato e fugiram. Segundo informações levantadas no local, a vítima era funcionário de um escritório de advocacia.

O crime aconteceu na esquina das ruas Tamoios e Apinagés, no bairro Batista Campos, próximo à TV Record. A Polícia Militar foi chamada imediatamente, mas os atiradores já tinham desaparecido.

Em 2013, Mauro Raimundo havia sido preso pela Divisão de Investigações e Operações Especiais da Polícia Civil (Dioe), por falsidade ideológica. No momento da morte, ele cumpria sentença de três anos e três meses de reclusão em regime inicial aberto pelo crime.

Em nota encaminhada ao Blog, a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Pará (SEGUP) disse que:

“A Divisão de Homicídios está com uma equipe policial, neste momento, apurando os fatos sobre um homicídio ocorrido na Rua dos Apinagés, com Rua dos Tamoios, em Batista Campos. Informações apuradas no local dão conta de que a vítima se chama Mauro Raimundo Barros de Souza e era funcionário de um escritório de advocacia. Em 2013, ele foi preso por policiais civis da Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe), da Polícia Civil, por falsidade ideológica. Ele foi acusado de se passar por advogado para aplicar golpes na Região Metropolitana de Belém. O acusado, na época, dizia às vítimas que daria agilidade no andamento de processos para aquisição de benefícios em geral. Ele exigia das vítimas documentos e pagamentos adiantados para agilizar a resolução dos casos e depois desaparecia. Atualmente, ele estava na condição de condenado pela Justiça à pena de três anos e três meses de reclusão em regime inicial aberto”.

Com informações da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social – SEGUP

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polícial

Parauapebas: Tentou matar o companheiro a facada e agora torce para que ele não morra

Sindeval de Jesus está internado no Hospital Municipal em estado grave. Se morrer, Maysa vai responder por homicídio

Maysa Cristina Lima da Silva, 37 anos, foi presa pela Polícia Militar e apresentada na 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil, na madrugada desta segunda-feira (19), acusada de tentativa de homicídio contra o companheiro Sindeval de Jesus de Lima Santos, 45, montador de andaimes, natural de Abaetetuba (PA). Ele deu entrada no setor de emergência do Hospital Municipal, com uma perfuração de faca na perna, que veio a atingir a artéria femoral. De acordo com o sargento Wanderlan, que esteve no hospital e conversou com o médico que atendeu o homem, o estado dele é grave. O crime ocorreu na Invasão das Palafitas, Bairro Primavera.

Ouvida pela Reportagem, Maysa contou que não foi ela que esfaqueou Sindeval. Disse que saiu para comprar cerveja e ficou conversando com umas amigas, o que despertou uma crise de ciúmes no companheiro, o qual a levou para casa e, depois de áspera discussão, tentou colocá-la à força para fora de casa, armado de faca.

Ainda segundo Maysa, enquanto ele tentava abrir a porta e ela resistia, um amigo de Sindeval chegou e, ao tentar desarmá-lo, fez com que ele se ferisse. Disse ainda que o acudiu e o levou ao hospital. Depois, quando voltou à casa de saúde e se apresentou como companheira dele, foi presa pela PM.

Já o sargento Wanderlan contra outra versão: segundo ele, sua guarnição foi chamada para verificar uma situação de tentativa de homicídio cuja vítima estava no hospital. Na casa de saúde, ouviu de Sindeval que a companheira teve uma crise de ciúmes e tentou matá-lo a facada. Em seguida, se dirigiu ao endereço do casal e prendeu Maysa.

Ela contou à Reportagem que vive há nove meses com o companheiro – que está desempregado – e que ambos são viciados em crack. Agora, ela aguarda decisão da Justiça, torcendo para que Sindeval Santos não morra. “Ele não vai morrer não. Deus e mais”, disse Maysa ao repórter.

(Caetano Silva)
Polícia

Vale do Sol: agricultor assassinado com facada no pescoço

William, sempre que discutia com seu desafeto, o ameaçava de morte; na sexta-feira (5), ele foi primeiro

O agricultor William de Souza e Silva, 34 anos, natural de Marabá, foi assassinado por volta das 21 horas de sexta-feira (5), com uma facada certeira no pescoço. O matador, ainda não identificado, cometeu o crime após uma áspera discussão durante a qual foi ameaçado de morte, segundo relato da Polícia Civil. A tragédia ocorreu na Quadra 11 do Bairro Vale do Sol.

De acordo com o investigador Ricardo, assassino e vítima já alimentavam uma desavença havia bastante tempo e, sempre que se encontravam, acontecia um bate-boca e William ameaçava o desafeto de morte.

Na noite de sexta, após chegar da zona rural, onde morava e trabalhava, o agricultor mais uma vez passou a discutir com o outro homem e novamente disse que um dia iria acabar com a vida dele. William, entretanto, foi primeiro. Temendo que a ameaça se concretizasse, o desconhecido reagiu e matou aquele que já vinha lhe ameaçando.

A polícia, embora ainda não tenha divulgado, afirma que já tem a provável identificação do homicida e levantou que ele não é de Parauapebas: veio de São Luís (MA) passar as festas de final de ano com o pai e voltaria para o Maranhão no fim de semana.

Segundo Ricardo, as diligências seguem na tentativa de prendê-lo.

polícia

Jacundá: Duplo homicídio na zona rural é mistério

Delegado descarta crime por conflito agrário.
Por Antônio Barroso – Correspondente em Jacundá

A Polícia Civil do município de Jacundá trabalha para esclarecer um misterioso duplo homicídio do qual foram vítimas Fábio da Conceição Souza, 24 anos, e José Carlos Sousa Castro, 46. O crime foi descoberto na tarde de segunda-feira, 27, pelo primo das vítimas conhecido por Edivaldo Vieira Conceição. A Polícia Militar esteve no local e acionou o IML de Marabá para remoção dos cadáveres.

Edivaldo, que é sobrinho de José Carlos e primo de Fábio, contou que os três foram contratados para realizar serviços de roçagem numa pastagem de uma fazenda localizada a 8 quilômetros do centro de Jacundá. “Por volta de uma hora da tarde de domingo, 26, deixei os dois na casa onde estávamos morando enquanto fazíamos o serviço. E quando voltei, na tarde de segunda-feira eles estavam mortos”.

Fábio estava morto dentro de uma rede atada na sala da residência. Seu primo foi encontrado caído num dos quartos do imóvel. A equipe da PM encontrou uma espingarda do tipo “porfora”. Fábio teve parte do rosto desfigurado em decorrência de um tiro com caraterísticas de tiro desferido por arma de fogo “porfora”. Seu tio apresentava dois ferimentos com mesma semelhança. “Um tiro na região do tórax e outro no rosto”, relatou o capitão Rogério Nascimento.

O delegado Sérgio Máximo abriu inquérito para tentar elucidar o crime. Inicialmente foi descartado crime de “conflito agrário”. As famílias das vítimas desconhecem qualquer desavença entre os mortos e terceiros.

Marabá

ATUALIZADO – Corpo de Demétrius Ribeiro está sendo velado no Parque das Flores, em Marabá

Família está decidindo se o sepultamento ocorrerá em Marabá ou em Imperatriz (MA)

Começou às 17h, no Cemitério Parque das Flores, Km 5,5 da Rodovia Transamazônica, sentido Itupiranga, o velório do corpo do empresário Demétrius Fernandes Ribeiro, 61 anos, executado na manhã desta sexta-feira (21). No início da tarde, o IML de Marabá expediu o laudo da necropsia. O documento aponta que Ribeiro levou 12 tiros, 11 do lado esquerdo do peito e um no pescoço. As balas provavelmente são de pistola calibre 380, cujas cápsulas foram encontradas no local do crime.

O corpo do empresário será sepultado em Marabá mesmo, no Parque das Flores, às 9 horas. A princípio, cogitou-se fazer o traslado para sepultamento em Imperatriz (MA), onde ele viveu por muito tempo. Demétrius era natural de Tumtum, também no Maranhão.

Ele foi morto por volta das 8h30, no carro que dirigia, ao lado da mulher, Ielma Silva, que não saiu ferida, quando dois homens em uma motocicleta encostaram no veículo e dispararam a saraivada de balas.

Demétrius deixa viúva Ielma Silva e órfãos de pai seis filhos, três do primeiro casamento, dois do segundo e um do último.

Marabá

Empresário é morto a tiros em plena luz do dia em Marabá

Delegada afirma que as circunstâncias do crime fogem do padrão

Por volta das 8h30 da manhã de hoje (21), o empresário Demétrius Ribeiro, que atuava no ramo da siderurgia, e também já foi empresário da comunicação, foi assassinado a tiros.

O homicídio ocorreu na marginal da Rodovia Transamazônica, na Folha 33, Nova Marabá. Dois homens numa motocicleta emparelharam a moto com o automóvel da vítima, que estava parado no semáforo, e dispararam pelo menos seis vezes. A mulher de Demétrius, Ielma Silva, que estava sentada do lado do carona, não foi atingida.

No local do crime, a delegada Raíssa Beleboni, titular do Departamento de Homicídios em Marabá, disse que o horário em que o crime aconteceu e também o local (extremamente movimentado) fazem esse assassinato fugir ao padrão dos demais. As câmeras do sistema de segurança podem ajudar na identificação dos criminosos.

Demétrius Ribeiro é muito conhecido em Marabá e já foi, inclusive, Empresário do Ano. Ele se notabilizou por construir uma das maiores siderúrgicas do Distrito industrial de Marabá (DIM); também foi suplente de senador e chegou a escrever uma biografia intitulada “Do alto do Coco ao Senado”, traçando sua trajetória desde quando morava no sertão do Maranhão.

Com a falência do Distrito Industrial, Demétrius migrou para a área de comunicação, sendo detentor dos direitos do SBT em Marabá e dono da Rádio Itacaiúnas, mas abandonou o ramo e passou a se dedicar à venda de ferragens. Ele também comprou o antigo Hospital Celina Gonçalves, mas depois o vendeu ao Estado, que o transformou em Hospital Regional Público do Sudeste.

Há informações de que Demétrius tinha muitas dívidas, mas a delegada Raíssa Beleboni diz que ainda é muito cedo para definir se a motivação do crime seria esta. Além disso, no mês que vem, vários bens da guseira de Demétrius (a Usimar) serão leiloados para pagamento de dívidas trabalhistas.

Guarda Municipal

Nota de esclarecimento

ASCOM emite nota sobre a prisão de três guardas municipais de Parauapebas acusados pela Polícia Civil de Jacundá de homicídio

Com relação aos três servidores da Guarda Municipal de Parauapebas (GMP) detidos no município de Jacundá-PA, a Secretaria Municipal de Segurança Institucional e Defesa do Cidadão (Semsi) esclarece que: 

A Polícia Civil do Estado do Pará do município de Jacundá está com a custódia de três guardas, sob possível participação em homicídio. As investigações seguem em sigilo.

De posse de informações sobre o caso, a Corregedoria da Semsi encaminhará solicitação ao Gabinete do Prefeito Municipal para abertura de Processo Administrativo Disciplinar e os servidores ficarão afastados de suas atividades até a conclusão do processo, garantindo aos mesmos ampla defesa e contraditório.

Os guardas não estavam a serviço da Prefeitura de Parauapebas.

A Semsi, por meio do comando da Guarda Municipal, está à disposição para quaisquer esclarecimentos sobre o caso.