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Incêndio

ICMBio estima que incêndios no Parque Nacional dos Campos Ferruginosos já atingiram 2.500 hectares

O Parque abrange os municípios de Canaã de Carajás (82,9%) e Parauapebas (17,1%), e fica colado à Floresta Nacional (Flona) de Carajás.

De acordo com o presidente da Cooperativa de Turismo que está sendo criada na Vila Cedere I, Lemoel Gonçalves, um incêndio se alastrou no Parque Nacional dos Campos Ferruginosos, área de preservação ambiental recém-criada e que fica próximo da Vila. “A queimada é na Serra do Rabo, dentro da área do Parque e tá acabando com tudo. O fogo começou no balneário da Água Boa e veio se alastrando”, informou.

O ICMBio informou que são dois focos de incêndio no interior do Parque e de origens diferentes. O primeiro está localizado na porção leste, na área denominada Serra do Rabo, próximo ao assentamento Nova Jerusalém, e surgiu há cerca de 15 dias, sua origem provável é por conta de queimadas das áreas para agricultura.

O segundo foco de queimadas está localizado na parte central da Serra da Bocaina, também dentro da área de preservação ambiental, “onde há fortes suspeitas de incêndio criminoso”, afirmou Manoel dos Santos, Chefe do Parque pelo ICMbio. “Até o momento estimamos que o incêndio destruiu cerca de 2.500 hectares entre vegetação primária, pastagens e plantios de recuperação”, acrescentou.

“Estamos utilizando as várias técnicas de combate a incêndio florestal, tais como: construção de aceiros, combate direto, uso de caminhões de bombeiros e caminhões pipas, onde é possível, entre outros métodos”, disse Santos.

Estão envolvidos no combate ao incêndio, bombeiros civis e militares, guardas florestais e servidores do ICMBio. E na segunda-feira passada chegou para apoiar o combate ao incêndio um pelotão do Exército Brasileiro.

A mineradora Vale tem dado um grande apoio no combate ao fogo, fornecendo funcionários Vale e de contratadas, além de equipamentos, veículos, mantimentos e até um helicóptero.

“Há, ainda, a previsão da chegada de brigadistas do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo)”, informou o Manoel dos Santos.

Saiba mais sobre o Parque clicando aqui.

Receita Federal apreende 11,5 kg de skank no Aeroporto de Belém

Apreensão, realizada em parceria com o IBAMA, ocorreu no início da tarde de hoje, dia 24.

Em operação de fiscalização aduaneira em desvio de voo doméstico, com participação do IBAMA, a equipe de plantão da Alfândega da Receita Federal no Aeroporto Internacional de Belém apreendeu, com um passageiro do voo 5912 da empresa MAP, proveniente de Manaus, 11 quilos e meio de skank.

Trata-se de uma droga produzida em laboratório, feita através de vários cruzamentos de tipos de maconha, considerada como uma “super maconha”.

Segundo relato do passageiro portador do entorpecente, que foi preso em flagrante, era sua segunda viagem praticando o ilícito, sendo que a droga tinha como destino final a cidade do Rio de Janeiro.

O infrator e a droga apreendida foram encaminhados à Polícia Federal para as providências pertinentes.

Frigoríficos

Ação do Ibama paralisa o setor produtivo da carne no sul do Estado, mas Justiça Federal derruba embargo do Frigorífico de Xinguara.

Em Brasília , políticos da região se encontraram com o ministro do Meio Ambiente para tratar do assunto

Por Eleutério Gomes – de Marabá

O juiz Heitor Moura Gomes, da 2ª Vara da Subseção Judiciária Federal de Marabá, deferiu, nesta quarta-feira (22), pedido de liminar impetrado pela empresa Xinguara Indústria e Comércio Ltda., desembargando o frigorífico. A planta industrial havia sido embargada pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), sob alegação de que a empresa adquiriu 576 cabeças de gado oriundo de área sob embargo ambiental no ano de 2013. Além disso, a empresa terá de pagar uma multa de 280 mil reais.

Não fosse a ordem judicial, o frigorífico ficaria fechado até que comprovasse a capacidade de comprar gado com controle de origem. Já os frigoríficos Mafripar, Rio Maria, Plena e duas unidades do JBS continuam fechados, uma vez que não recorreram à Justiça até o momento.

Em Marabá, ao contrário do que circulou nas redes sociais, nenhum frigorífico foi fechado, mas há notícia de que amanhã, quinta-feira (23), haverá fiscalização do Ibama nesses estabelecimentos. O blog tentou, mas não conseguiu, devido ao adiantado da hora, entrar em contato com o instituto, para confirmar essa informação.

Em sua justificativa, o juiz federal diz que “como verificado, a empresa (Frigorífico Xinguara) nos anos de 2013, 2014, 2015 e 2016 teria feito o abate de cerca de mais ou menos um milhão de animais, enquanto as infrações ambientais que deram guarida ao embargo de suas atividades decorreriam da aquisição de pouco mais de 500 cabeças de gado de imóveis rurais constante de lista de propriedades embargadas pelo Ibama”.

Mais adiante, Heitor Moura Gomes afirma que “a premissa adotada pelo Ibama, aparentemente, é equivocada já que não há como se afirmar categoricamente que todos os animais adquiridos de uma dada propriedade, que teve determinada área embargada por cometimento de infração ambiental, teriam saído justamente dessa área embargada”.

Em nota pública, a Prefeitura de Xinguara repudia a ação do Ibama, “que paralisou toda a cadeia produtiva da indústria da carne no sul do Pará”.  “Medidas dessa natureza comprometem profundamente a estabilidade da economia, paralisam a produtividade da indústria, gera desemprego, reduz o aquecimento da atividade econômica e provoca um verdadeiro colapso nos investimentos, em virtude do elemento surpresa, que surge como ataque inesperado ao setor produtivo da carne”, protesta em nota o prefeito Osvaldo Assunção Júnior.

Em Brasília, o deputado federal Beto Salame (PP) e o ex-prefeito de Marabá, João Salame Neto (PMDB) entraram em contato com o senador Jader Barbalho (PMDB/PA) e com o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a fim de colocar um ponto final na ação nefasta do Ibama, baseada em uma questão de quatro anos atrás.

O ministro prometeu cuidar do caso com rigor para que os cinco frigoríficos que continuam fechados sejam reabertos.

Flona Carajás

II Circuito Ecológico marca comemoração dos 19 anos das Unidades de Conservação de Carajás

A visita foi gratuita e aberta ao público, 62 pessoas se inscreveram, diretamente na sede do ICMbio para visitar a Floresta.

As unidades de conservação que compõe o mosaico de Carajás, Floresta Nacional de Carajás e Floresta Nacional do Itacaiúnas, comemoraram 19 anos desde a publicação do Decreto Federal 2.486 de 02/02/98, que as criou. E para comemorar a data o ICMbio, por meio do Centro de Visitantes do Mosaico de Carajás, em parceria com o Setor de Uso Público da Flona, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizou no sábado (18), o II Circuito Ecológico de Carajás.

A visita foi gratuita e aberta ao público, 62 pessoas se inscreveram, diretamente na sede do ICMbio para visitar a Floresta. A servidora pública Kaciane Gomes Barbosa ficou sabendo do passeio, se inscreveu e ainda levou mais dez amigos para conhecer as belezas naturais de Carajás.

“Foi tudo maravilhoso, primeiro por conhecer a Flona, que tanto é falada e explorada em nossa cidade, porém pouco conhecida de fato pela população, e segundo pela experiência do passeio em si, com tantas aventuras e paisagens únicas”, relatou Kaciane Gomes sobre a visita.

“Estou aqui em Parauapebas há dois anos e não sabia da existência dessas belezas naturais da Floresta de Carajás. Existem espécie de animais e flores que são únicas daqui, inclusive, em áreas bem específicas que se você sair delas não encontrará mais em nenhum outro lugar do mundo, isso é incrível! É bom saber que estamos em um lugar único no mundo e precisamos preservar. Passamos por cavernas, cachoeiras, parque ecológico. Vale a pena, desejo de coração que todos tenham a oportunidade de conhecer”, descreveu Daniel Lincoln da Silva, que é autônomo.

Roteiro do circuito ecológico

A concentração foi logo cedo, em frente à Portaria da Floresta Nacional (Flona) de Carajás, a turma saiu em dois ônibus. A primeira parada foi no Centro de Visitantes no Zoobotânico, onde foi realizada uma palestra sobre atuação do ICMbio, seus objetivos, o que é a Flona Carajás e seus desafios.

Durante a palestra os visitantes foram orientados sobre à importância de conhecer todas as riquezas naturais da região para então contribuir com a sua preservação. O objetivo foi também de despertar o sentimento de pertencimento da Floresta e de esclarecer que ela não é de propriedade do setor privado e sim de toda a comunidade, além de demonstrar que a região não tem apenas o potencial mineral mas também possui uma riqueza natural que pode beneficiar a comunidade de outras formas.

Após a palestra, os visitantes cantaram os parabéns alusivos aos 19 anos da Flona de Carajás e partiram para a Trilha Lagoa da Mata, onde caminharam por um percurso de um quilômetro, conhecendo diferentes espécies arbóreas e recebendo diversas informações sobre o ecossistema local. A Lagoa da Mata é uma zona de captação da água da chuva, mais parece uma panela, com uma vegetação que já vem sendo estudada por pesquisadores por conta da sua relevância.

Na sequência, os visitantes partiram para o Mirante da Mina de N4, onde tiveram a oportunidade de ver o avanço do processo de mineração na área, desde a sua implantação até os dias atuais.

O ponto seguinte de visitação foi a savana metalófila, um ambiente peculiar da região, onde se encontra uma vegetação ímpar, que cresce em formações rochosas de ferro. Neste local os visitantes tiveram a oportunidade de ver a floração da Ipomea Calvantei, flor endêmica de Carajás, que pode deixar de existir se houver avanço desordenado da mineração.

Algumas cavernas também foram visitadas, dentre elas a caverna ferrífera Mapinguari, protegida por lei e de grande relevância para o ecossistema. O ponto final do circuito foi a cachoeira de Águas Claras, a maior parte dos visitantes experimentou a maravilhosa sensação de relaxamento que o banho na cachoeira proporciona.

Mineração

Ibama dá sinal verde a projeto S11D, da Vale, para expansão do complexo de Carajás

Licença de Operação traz 16 condicionantes e impõe compensação ambiental de R$ 47,6 milhões

O Ibama concedeu a Licença de Operação ao projeto de expansão da Vale do complexo de minério de ferrro de Carajás, no Pará, batizado de S11D. É o maior projeto da história da companhia, orçado em cerca de US$ 16 bilhões. De acordo com documento que acaba de ser publicado no site do instituto, o valor da compensação ambiental do projeto será de R$ 47,6 milhões. A licença é válida por dez anos.

Esse é um dos maiores projetos de modelo “greenfield” (que não parte de nenhuma infraestrutura preexistente) em escala mundial. O projeto teve seu pedido inicial feito em 2006 e ganhou a licença de instalação, quer permitiu o início das obras de infraestrutura, em 2013. A previsão de entrada em operação da mina pela Vale era o segundo semestre deste ano. O S11D terá capacidade de produção de 90 milhões de toneladas por ano, e os investimentos totais são de US$ 14,4 bilhões.

O projeto foi bastante alterado ao longo do tempo para reduzir o impacto na Floresta Nacional de Carajás. Em termos ambientais, o projeto traz inovações de não ter barragens, por não usar volumes significativos de água no seu processo, e reduz o uso de caminhões na mina, como ocorre tradicionalmente em minas do tipo.

A qualidade do minério de ferro ali existente também permitiu, por exemplo, a retirada de instalações de dentro da floresta para fora. Nessa negociação, cerca de 1 mil hectares de floresta foram poupados.

Além disso, foram impostas 16 condicionantes. Entre elas está a garantia de preservação das lagoas Violão e Amedoim. Na Floresta Nacional de Carajás (Flona), onde o S11D será implementado, há 943 espécies de vertebrados. Muitas bebem água nessas lagoas. Sua importância deve-se ao fato de servirem como um reservatório perene para matar a sede da fauna local, num lugar onde boa parte das lagoas some no período seco.

Também ficou determinando que a Vale terá de preservar várias cavernas subterrâneas na Serra da Bocaina para compensar “impactos negativos irreversíveis em 44 cavidades de alta relevância na área do projeto”. Também terá de ser criado uma unidade de conservação na Serra da Bocaina.

Em setembro, a Vale já havia conseguido licença do Ibama para operar o ramal ferroviário que vai escoar minério do projeto S11D. A licença para a mina foi assinada hoje pela presidente do Ibama, Suely Araújo.

Marabá

Comércio ilegal de minério no Pará é alvo de operação do Ibama

Quinze pessoas detidas, sete tratores e 870 toneladas de manganês apreendidos, além de R$ 4,81 milhões em multas. Este é o resultado de operação realizada pelo Ibama em conjunto com a Polícia Federal e o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). A ação, denominada Buriti-Sereno, ocorreu no sudeste do Pará e teve por objetivo coibir a extração e o comércio ilegais de manganês nos municípios de Curionópolis, Marabá e Parauapebas.

Sete pontos de extração ilegal de manganês foram fiscalizados. Juntos, eles somam uma área de 300 mil metros quadrados. A extração chegou a 10 mil toneladas do minério. O ilícito ocorria dentro do Projeto de Assentamento Goianos e dos assentamentos Cinturão Verde 1 e 2, em áreas de preservação permanente, que sofreram sérios danos ambientais.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) foi oficiado pelo Ibama a retirar do Programa de Reforma Agrária os assentados que praticaram as extrações ilegais, tendo em vista que o ilícito ocorreu dento de Projeto de Assentamento.

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De acordo com a analista do Ibama Gracicleide Braga, coordenadora da operação, eram cooptadas pessoas dos próprios assentamentos para trabalhar na extração e beneficiamento do minério. Os infratores pagavam R$ 500 reais por caçamba com 21 toneladas de manganês e vendiam cada tonelada por R$ 500 reais. O esquema gerava um lucro de 2.000%. Iniciada no dia 6, a operação Buriti-Sereno foi concluída no último sábado, dia 12.

Fonte: Ibama

Pará

Ibama resgata onça tratada como mascote em garimpo paraense para ser cuidada no interior de São Paulo

OnçaTratada como mascote em um garimpo no Estado do Pará, uma onça-pintada foi apreendida por agentes ambientais e viajou mais de 3 mil quilômetros para receber tratamento em Jundiaí, no interior de São Paulo. Na ONG Associação Mata Ciliar, o espécime macho de felino, ameaçado de extinção na natureza, será mantido à distância do homem e observado por câmeras 24 horas por dia para, possivelmente, voltar a viver em liberdade na floresta.

A onça foi resgatada por agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no garimpo Porto Novo, no município de Novo Progresso, sudoeste paraense, após uma denúncia.

Para que não comesse animais domésticos, o felino ficava parte do tempo preso por uma corrente. Imagens da onça amarrada, postadas na internet, foram monitoradas pelos agentes ambientais.

A onça-pintada, com cerca de um ano e meio de idade, pesando 55 quilos, viajou em veículo do Ibama até Cuiabá, em Mato Grosso, de onde seguiu de avião para Brasília.

A viagem aérea até o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo, foi completada no compartimento de cargas de um avião da TAM. De novo em terra, o felino seguiu de caminhão para a ONG de Jundiaí.

Onça 2

A coordenadora de fauna da Associação, Cristina Harumi Adania, conta que a onça era tratada como mascote dos garimpeiros, que a chamavam de Felipe.

Provavelmente, o felino tenha sido apanhado ainda filhote, mas era mantido solto e saía para caçar. Ele passou a ser acorrentado depois de atacar porcos e galinhas criados pelos garimpeiros. Na viagem após o resgate, o felino destruiu o viveiro em que estava alojado e quase fugiu. Na chegada à ONG arrebentou uma tela.

O estresse da onça foi considerado um bom indicador de que o felino mantinha as características de animal selvagem. “A musculatura e o porte são bem desenvolvidos, diferente dos felinos apreendidos em cativeiro que chegam aqui”, disse Cristina.

Sob os cuidados da associação estão outras nove onças-pintadas e sete onças-pardas. A onça Felipe vai permanecer em observação por trinta dias, período em que será submetida a testes, como apresar pequenos mamíferos, escalar obstáculos e explorar o ambiente.

“Se os resultados indicarem que esse espécime tem condições de sobreviver na natureza, vamos providenciar a soltura. Caso, contrário, ficará em cativeiro e será usada em projetos de reprodução”, disse Cristina.

Um dos cuidados será evitar qualquer contato com pessoas. No garimpo, a onça convivia com pessoas que a alimentavam. A intenção é devolver ao animal o instinto de que a presença do homem indica perigo, para que a bela e rara onça pintada não se torne presa fácil de caçadores. (Agência Estado)

Ibama barra estudo de impacto na Hidrelétrica de São Luiz dos Tapajós, no Pará

Usina de São Luiz do TapajósO Ibama derrubou o principal argumento usado pelo governo para liberar o projeto do empreendimento da Hidrelétrica de São Luiz dos Tapajós, nos municípios de Itaituba e Trairão, no Pará, o conceito de “usina plataforma”.

Embora o governo tenha afirmado que os impactos ambientais seriam baixos e que não seria necessário construir vilas e estradas para construir a hidrelétrica, já que o transporte de pessoas e equipamentos seria feito por rios e ar, a história não foi convincente.

Segundo o Ibama, foram identificadas lacunas e inconsistências técnicas no estudo de impacto ambiental, tanto no diagnóstico, quanto na avaliação de impactos, o que fragilizou a avaliação. As ideias propostas pelo governo para reduzir os impactos negativos da obra são conhecidas de outro projeto da Amazônia e novidade alguma foi apresentada, de acordo com o Ibama.

A comprovação do projeto depende da realização de audiências públicas e de pareceres de outros órgãos, como a Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.