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IBGE

IBGE oferece vagas para Agente Censitário Municipal e Agente Censitário Supervisor em Parauapebas e Região

Inscrições vão até o dia 23 deste mês

Uma boa oportunidade para quem está desempregado em Parauapebas e Região, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) estará ofertando vagas como Recenseador ou Agente Censitário no próximo Censo Agropecuário para Parauapebas e municípios vizinhos, como: Eldorado do Carajás, Curionópolis e Canaã dos Carajás.

As inscrições devem ser realizadas do site da Fundação Getúlio Vargas, a princípio com encerramento para o dia 23 deste mês, podendo ser prorrogado, caso haja um baixo número de inscritos.

De acordo com Ezequiel Pereira de Araújo, técnico em estudos e pesquisas do IBGE, o trabalho vai durar em média seis meses.

Outra informação importante, é que, Parauapebas será considerada uma área de trabalho, coordenando ainda a coleta nos municípios de Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado do Carajás que só terão inscrições para Recenseadores.

Confira as vagas:

1 Vaga para ACM – Agente Censitário Municipal para Parauapebas

4 vagas de Recenseadores para Parauapebas

4 vagas de Recenseadores para Canaã dos Carajás

2 vagas de Recenseadores para Curionópolis

11 vagas de Recenseadores para Eldorado do Carajás

Mais informações no site www.ibge..gov.br

Setor de Serviços

Rio de Janeiro, Mato Grosso e Pará apresentam as maiores quedas mensais em Setembro de 2016

Confira todos os detalhes sobre o desempenho do setor de serviços no Brasil em setembro de 2016.

De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) realizada mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em relação aos resultados regionais do setor de serviços de setembro frente a agosto, as maiores variações negativas de volume de serviços prestados foram registradas no Rio de Janeiro (-5,8%), Mato Grosso (-5,3%) e Pará (-3,2%).. Por outro lado, as maiores variações negativas ocorreram em Rondônia (6,5%), Sergipe (6,2%) e Espírito Santo (4,3%).

Nas Atividades turísticas com ajuste sazonal, segundo os estados selecionados, as variações positivas de volume foram observadas em São Paulo (6,4%), Distrito Federal (5,0%), Bahia (4,9%), Espírito Santo (3,9%), Pernambuco (3,6%), Ceará (3,5%), Rio Grande do Sul (2,9%), Minas Gerais (2,5%), Paraná (1,4%) e Goiás (0,3%). As negativas foram registradas no Rio de Janeiro (-5,2%) e Santa Catarina (-5,1%).

Resumo da Pesquisa Mensal de Serviços em Setembro de 2016

Em setembro de 2016, o volume dos serviços recuou 0,3% quando comparado a agosto, na série livre de influências sazonais, após retração de 1,4% em agosto (dado revisado) e avanço de 0,6% em julho (dado revisado). Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o setor apontou queda de 4,9%, a maior para o mês de setembro na série iniciada em janeiro de 2012, e a 18ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação. Com esses resultados, a taxa acumulada nos primeiros nove meses ficou em -4,7% e, nos últimos 12 meses, em -5,0%.

Clique aqui e confira todos os detalhes sobre o desempenho do setor de serviços no Brasil em Setembro de 2016.

Mais de 830 mil pessoas estão sem emprego na Região Norte

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam para um aumento na taxa de desocupação em todo o País. A taxa de desocupação mede a quantidade de pessoas que não têm um emprego, estavam disponíveis para um ou tomaram alguma providência efetiva para conseguir um.

No Norte são mais de 834 mil pessoas desempregadas, ou seja, 10,5% de toda a população da região. Em relação ao mesmo período do ano passado houve um aumento no número de desempregados de 1,8%. O que equivale a pelo menos 161 mil pessoas a mais sem emprego em relação ao ano passado.

A quantidade de pessoas empregadas diminuiu 1%. Um dado importante de salientar na pesquisa é que contrário ao aumento do desemprego, o número de pessoas que começou um negócio próprio aumentou. De acordo com dados do IBGE na região são mais de 2,3 milhões de pessoas que tem algum negócio próprio, 225 mil pessoas a mais que no ano passado.

O que esperam esses novos empreendedores?

De acordo com dados da pequisa Demografia das Empresas feita pelo IBGE, mais da metade das empresas brasileiras morre nos quatro primeiros anos. Para a Coach e Consultora Financeira, Ellen Lindoso, que trabalha há 18 anos na área, grande parte dessas empresas morre por três fatores. “Elas não se organizaram financeiramente, elas não foram bem planejadas e elas foram aberta no impulso. Essas são as principais causas de empresas que morrem nos primeiros anos”. Ela dá 4 dicas para quem quer abrir uma empresa com o pé direito.

1. Capacitação

Buscar se capacitar é a primeira dica. Há cursos do Senai direcionado pra quem quer começar sua própria empresa e isso é essencial para quem quer começar.

2.  Pesquisa

Não adianta entrar em um mercado sem conhecer bem e pesquisar. Mesmo que seja para abrir uma barraquinha de churrasquinho, busque conhecer seus concorrentes. Vá até um concorrente, veja como é o produto dele, ou como ele atende aos clientes. O importante é pesquisar e buscar se diferenciar.

3. Guarde uma reserva

Um negócio costuma demorar um ou dois anos para dar retorno. Tirar dinheiro do caixa nos primeiros meses para gastos pessoais é uma péssima ideia. Então faça uma reserva de seis meses de custo fixo antes de abrir seu negócio.

4. Não seja especialista em tudo

No início existe uma tendência da pessoa querer fazer tudo na empresa: ser o administrador, o mídias sociais, o caixa e o vendedor. Você não precisa ser especialista em tudo. Se não souber algo que é importante no seu trabalho, contrate alguém.

Fonte: Portal Amazônia

Concurso do Censo Agropecuário 2016 abre inscrições para Amazônia

O processo seletivo destina-se a selecionar candidatos que serão contratados para o preenchimento de 1.409 vagas

Iniciam no dia 26 de janeiro as inscrições do concurso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que selecionará trabalhadores para o Censo Agropecuário 2016. A taxa de participação é fixada em R$ 120 para a função de Analista Censitário; R$ 35 para Agente Censitário Administrativo e de R$ 50 para Agente Regional.

O processo seletivo destina-se a selecionar candidatos que serão contratados, em caráter temporário, para o preenchimento de 1.409 vagas, distribuídas da seguinte forma: 223 vagas para a função de Analista Censitário – AC, distribuídas nas capitais dos 26 Estados e no Distrito Federal; 700 vagas para Agente Censitário Administrativo – ACA, distribuídas nas capitais dos 26 Estados e no Distrito Federal; e, 486 vagas para função de Agente Censitário Regional – ACR, em 459 municípios, distribuídos em 24 Estados.

As provas objetivas ocorrerão na data prevista de 22 de maio de 2016 e terão duração de 4 horas, das 13h às 17h (horário de Brasília/DF). As avaliações serão compostas de 60 questões sobre Língua Portuguesa, Conhecimentos Específicos, Raciocínio Lógico Quantitativo e Noções de Administração, variando de acordo com o cargo.

O candidato que não acertar, pelo menos, uma questão de cada disciplina ou obtiver aproveitamento inferior a 40% (Analistas) ou 30% (Agentes) do total de pontos das provas será automaticamente eliminado do Processo Seletivo.

Conforme o cronograma do certame, os gabaritos das provas serão informados no dia 24 de maio e o resultado é previsto para 14 de julho de 2016. 

As inscrições devem ser feitas via internet, no período de 26 de janeiro a 22 de fevereiro de 2016, na página da Fundação Cesgranrio.  (Portal Amazônia)

Parauapebas

Sine aumenta número de ofertas de empregos com nova metodologia de trabalho

O númsihneero de desempregados no país continua a crescer. De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Emprego realizada pelo IBGE e divulgada nesta quinta-feira, 19, o número de desempregados chega a 1,9 milhão em todo o território nacional. Apenas em Parauapebas, no mês de setembro, 1.106 pessoas deram entrada no Seguro Desemprego pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) da cidade. Em outubro, o número foi 717 e, até o momento, 628 pessoas já procuraram o órgão para dar entrada no benefício.

Apesar disso, desde setembro, o Sine está com uma nova gestão que conseguiu implementar alguns serviços. “Quando cheguei existia uma grande dificuldade de encaminhamento de mão de obra pelo Sine. Descobri que a imagem da instituição estava comprometida junto as empresas”, afirma o coordenador do Sine, João Batista Everton.

Ao lado de Rejane Orfãos, do Departamento de Relações Empresariais do Sine, o coordenador procurou empresas, sindicatos e órgãos como a Associação Comercial e Industrial de Parauapebas (Acip) e a Câmara de Dirigentes Logistas (CDL). Esse serviço jamais tinha sido feito pelo Sine. “Mostramos a seriedade da nova gestão e foi então que conseguimos que mais empregos fossem disponibilizados aqui”, explica.

Exemplo dessa nova metodologia de trabalho foram as 45 vagas oferecidas pela nova unidade das Lojas Americanas no Bairro Cidade Nova. O número de encaminhamentos saltou de 78 em agosto para 222 em outubro. Em novembro foram encaminhadas 393 pessoas para entrevistas de emprego e 56 já foram empregadas.

Pará

IBGE: produção industrial cai 1,3% em setembro. Pará foi o Estado que registrou principal avanço

: <p>Complexo Industrial da GM em São Caetano do Sul/SP</p>

Quedas foram registradas em dez dos 14 locais pesquisados pelo instituto; as mais acentuadas foram na Bahia (-7,6%) e no Rio de Janeiro (-6,6%). Os resultados positivos foram verificados no Pará (12,6%), Paraná (5,1%), Espírito Santo (1,3%) e Amazonas (0,1%)

Da Agência Brasil

A produção industrial em setembro caiu em dez dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As quedas mais acentuadas foram registradas na Bahia (-7,6%) e no Rio de Janeiro (-6,6%). Os resultados positivos foram verificados no Pará (12,6%), Paraná (5,1%), Espírito Santo (1,3%) e Amazonas (0,1%).

A indústria nacional teve queda de 1,3% em setembro, em relação ao mês anterior, e manteve a trajetória descendente iniciada em outubro de 2014. Onze locais apresentaram taxas negativas, com os recuos mais acentuados verificados no Rio de Janeiro (-2,5%), Paraná (-1,3%), Amazonas (-1,2%), em São Paulo (-1,2%), na Bahia (-1,2%), no Ceará (-1,0%) e em Minas Gerais (-1,0%). O Pará, com expansão de 2,4%, registrou o principal avanço em setembro de 2015.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o setor industrial apresentou queda de 10,9% em setembro, com resultados negativos em 12 dos 15 locais pesquisados. Nesse mês, o recuo mais intenso foi no Rio Grande do Sul (-19,7%), pressionado, em grande parte, pela queda na produção dos setores de veículos automotores, reboques e carrocerias, máquinas e equipamentos, metalurgia e de produtos do fumo. Os estados do Amazonas (-13,1%), de São Paulo (-12,8%), do Ceará (-11,9%), de Santa Catarina (-11,6%), do Rio de Janeiro (-11,2%) e de Minas Gerais (-11,1%) também apresentaram resultados negativos mais acentuados do que a média nacional (-10,9%). A Bahia (-9,0%), o Paraná (-7,8%), a Região Nordeste (-7,4%), Pernambuco (-7,2%) e Goiás (-4,7%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas nesse mês.

Mato Grosso (18,3%) e o Pará (12,3%) tiveram os maiores avanços em setembro, impulsionados pelo comportamento positivo dos setores de produtos alimentícios e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, no primeiro local, e de indústrias extrativas, no segundo. O Espírito Santo, com ligeira variação de 0,1%, também mostrou taxa positiva em setembro.

Parauapebas

Obesidade infantil já atinge crianças em Parauapebas

A obesidade infantil, quando uma criança está acima do peso normal para sua idade e altura, é um dos problemas de saúde pública mais graves e cada vez mais frequentes. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente, uma em cada três crianças no Brasil está acima do peso.

Em Parauapebas, a cada 13 crianças atendidas pelo Programa de Saúde Alimentar e Nutricional, mais de 7% são obesas. A nutricionista e coordenadora do programa, Cláudia de Sousa, afirma que no município o índice de obesidade infantil tem aumentado em razão dos maus hábitos alimentares, estilo de vida da família e sedentarismo ou uma combinação desses fatores.

Segundo ela, mais de 50% das crianças atendidas no Programa estão obesas e esses quilos extras podem causar complicações sérias aos pequenos. “Doenças como diabetes, hipertensão e alto são algumas consequências da obesidade infantil não tratada. Orientamos aos pais que procurem a unidade de saúde para fazer acompanhamento”, explica a nutricionista.

A pedagoga Irlen Sousa conta que sempre se preocupou com a alimentação do filho, mas por causa da vida corrida não se atentou para os alimentos realmente saudáveis, preferindo uma comida mais rápida ou industrializados, por exemplo.

Há dois anos, ela descobriu que o filho Pedro Vinicius, hoje com 8 anos, estava acima do peso. “Ele tinha 6 anos quando descobri que estava acima do peso, então, comecei o processo de mudança na alimentação. Mas, intensifiquei o tratamento há 1 ano, depois da descoberta das alterações na taxa de colesterol e triglicérides”, conta a mãe.

Irlen diz que, mesmo sendo criança e não aparentando estar doente, manteve diálogo com o filho, informando-o que o excesso de quilos poderia deixá-lo mais cansado e com pouca disposição, o que realmente já estava acontecendo. A partir dessas conversas, Pedro Vinicius começou a aceitar a mudança na alimentação.

“Melhorei a alimentação evitando frituras, trocando o alimento comum por integral, o refrigerante por suco, inserindo mais legumes nas refeições. Mas essa reeducação tem que ser uma opção da família, ou seja, a alimentação da família tem ser mais saudável”, afirma a mãe.

Orientação aos pais

Para evitar a obesidade infantil, a nutricionista Cláudia de Sousa recomenda mudanças de hábitos e orienta aos pais que é preciso trocar os lanches da escola; industrializados por frutas ou sanduíche natural e sucos de frutas.

No almoço intensificar o consumo de saladas cruas, carne magra grelhada ou ensopada e menos carboidratos (arroz, massas e tubérculos – batata e mandioca). Evitar alimentos refinados ou açucarados como, por exemplo, bolachas recheadas, suco artificial, sorvetes, pães e massas.  “Os alimentos ricos em fibras ajudam a perder peso, baixar colesterol, prevenir a constipação intestinal e reduz níveis de triglicérides”, destaca a nutricionista.

O Programa de Saúde Alimentar e Nutricional é desenvolvido pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

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Parauapebas

Parauapebas: em época de crise, trabalhadores autônomos ganham a vida longe da formalidade

A flexibilidade e conveniências do trabalho autônomo fazem com que muitos trabalhadores se sintam tentados a ter o próprio negócio no comércio informal, seja como principal fonte de renda ou complemento no orçamento familiar. Em Parauapebas, as demissões em setores da economia local, como a mineração, por exemplo, e a dificuldade de conseguir um novo emprego com carteira assinada, têm fortalecido o trabalho autônomo.

Thayla AlvesE, no comércio informal, muitas pessoas têm optado pelo ramo alimentício. A ex-encarregada de alojamento e moradora do bairro Cidade Jardim, Lilian Alves, de 38 anos, está há pouco mais de uma semana comercializando bolos e tortas. Ela não pensava em atuar de forma autônoma e diz que a decisão foi incentivada pela família e amigos. “Estou há um ano sem trabalhar com carteira assinada. Estou vendendo bolos e recebi muito incentivo dos meus amigos. Eu sempre cozinhei bem, mas apenas para a família mesmo. Contudo, acabei percebendo que poderia complementar a renda fazendo algo que gosto muito”, conta.

Para ajudar nas vendas, Lilian recebe o apoio da filha, a jovem Thayla Alves, de 16 anos. A moça comunicativa acaba ajudando a mãe nos negócios. “Minha mãe é muito tímida. Então, eu ajudo ela nas vendas em locais públicos e nas encomendas”, acrescenta Thayla. Diariamente, mãe e filha produzem cerca de 48 mini-bolos e vendem a R$ 3 e R$ 4. “Estou atrás de outros clientes e gostando muito desse trabalho. Além das vendas diretas, tenho recebido muitas encomendas. Consigo me programar e tenho aproveitado mais a minha família. Uma coisa que percebi é que nesse ramo não existe crise”, observa.

Ovídio Manoel CostaOvídio Manoel Costa, de 52 anos, morador de Parauapebas há 5 anos, também está na informalidade. A decisão foi tomada há 15 anos, quando percebeu que não tinha perfil para trabalhar como empregado. “Foi uma decisão minha trabalhar por conta própria, mas também não é fácil, pois temos que investir muito e, às vezes, o retorno não é como o esperado”, reconhece.

Vendedor de açaí, salada de frutas e tortas doces, Ovídio diz que a crise consegue impactar muitos setores da economia, mas não afeta tanto o ramo em que atua. Ele vende os produtos a R$ 5 e tem clientela fiel tanto no comércio quanto em instituições públicas da cidade. “Todo dia saio com uma mercadoria que equivale a R$ 350 e consigo vender um número expressivo. Tem dia que consigo um lucro líquido entre R$ 130 a 150. Vendo bastante no período de final de mês até a primeira quinzena, depois disso, as vendas caem cerca de 60%, pois minha clientela é formada basicamente por assalariados”, explica.

Números

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados no início dessa semana, mostram que estão acontecendo mudanças expressivas no mercado de trabalho e a forma de inserção está mudando. A participação dos trabalhadores por conta própria na população ocupada chegou a 19,8% no mês de agosto, o maior índice desde dezembro de 2006, o equivalente a 4,5 milhões de trabalhadores.

Um ano antes, em 2014, essa participação era de 19%, e, em agosto de 2013, de 17,9%, segundo o Instituto. Grande parte das pessoas que vem optando pelo trabalho autônomo tem entre 25 e 49 anos. São brasileiros que sustentam a família e não podem ficar aguardando uma nova chance de trabalho com carteira assinada.