Internet de qualidade é WKVE Liga você ao mundo!
Polícia

Caso Mikaely: Perito particular aponta falhas na investigação que acusou PM de matar jovem em Parauapebas

Segundo o novo laudo, Mikaely realmente cometeu suicídio

 

Em 31 de agosto de 2016 a jovem Mikaely Steffany Ferraz Spinola, de 22 anos, foi encontrada morta em sua residência, no bairro Rio Verde.  A princípio, tudo indicava que ela teria se suicidado. Porém, após laudo do Instituto Médico Legal, o cabo PM Cabo PM Francisco Gleidson da Conceição Sousa, 39 anos, foi preso acusado de ter matado a jovem, com quem mantinha um relacionamento extra-conjugal.

A defesa do cabo PM, sem concordar com o laudo pericial do IML, contratou o perito criminal Sergio Saldías para a elaboração de um novo laudo. Este, através de um parecer técnico em balística forense, concluiu que a jovem Mikaely Steffany Ferraz Spínola não foi assassinada, mas teria realmente cometido suicídio. O documento, de 84 páginas, apontou erros no laudo do Instituto de Perícia Científica Renato Chaves que teriam comprometido o resultado das investigações da Policia Civil de Parauapebas.

O advogado do PM, Flávio Moura, disse que identificou falhas no laudo oficial, mas que precisava da opinião de um especialista. “A gente precisava de uma pessoa técnica para confirmar essas falhas porque o advogado não tem essa prerrogativa de contestar o laudo”, completou Moura.

O caso, que ganhou repercussão na cidade, aconteceu no dia 31 de agosto de 2016. Mikaely foi encontrada morta na casa onde morava. As primeiras informações foram de que, por volta das 22hs, a jovem teria cometido suicídio usando a pistola do policial militar, Gleidson Sousa, com quem tinha um relacionamento amoroso há 18 meses. O delegado Gabriel Henrique Alves Costa, titular da 20ª Seccional Urbana de Polícia Civil de Parauapebas, chegou a informar que o casal iniciou uma discussão motivada por ciúmes, e que o PM relatou que a jovem teria ido para o quarto sozinha enquanto ele ficou na sala, de onde ouviu-se o disparo da arma de fogo. Gleidson também mostrou a mensagem enviada por Mikaely para o Whatsapp dele que dizia: “agora você vai ter tempo pra ficar com a Danny e com qualquer outra, você acabou com minha vida… eu fui sempre honesta e o q levei em troca… Seja feliz.

O militar que chegou a sair de férias logo após o episódio, foi preso assim que retornou ao trabalho, depois que o laudo da perícia concluiu que a jovem teria sido assassinada, acusando Gleidson de ser o autor do disparo

As investigações foram feitas pela delegada Yanna Kaline Azevedo, que solicitou a realização da perícia no local do crime. Depois de analisar as provas, a posição em que o corpo foi encontrado e a simulação do tiro, Celso Bandeira de Sá, que assinou o laudo do IML, concluiu que se tratava “de uma morte violenta, do tipo homicídio, pela ação de instrumento perfurocontudente (projétil de arma de fogo), no local e nas circunstâncias descritas no laudo”.

Mas a análise da perícia foi contestada pelo perito criminal Sergio Saldías que enumerou as falhas no procedimento adotado pela delegada Yanna Kaline. Segundo Saldías, foram comprometidos os princípios básicos da cadeia de custódia que é o “mecanismo que garante a autenticidade dos vestígios de prova coletados e examinados (indícios), assegurando que as provas correspondam ao caso investigado, sem que haja lugar para confusão, adulteração e tampouco subtração alguma”. Segundo o perito, a delegada não lacrou nenhum dos elementos apreendidos e encaminhados para o exame pericial, contrariando o que diz o artigo 6º do Código de Processo Criminal: “todos os elementos probatórios têm de estar corretamente embalados, etiquetados e devidamente lacrados e rubricados, de acordo com os procedimentos adotados pelos diferentes Institutos e seus Laboratórios Criminalísticos”

Outro importante exame técnico contestado foi a posição da arma. Para Saldías, o laudo técnico apresenta falhas no momento em que os peritos não calcularam e nem determinaram o ângulo da perfuração da bala no corpo da vítima durante a reprodução simulada, que é a posição da arma no momento do tiro. O novo parecer mostra qual seria a posição correta da arma, no momento do tiro, reforçando a tese da defesa de que foi Mikaely quem atirou. O documento também destaca que o exame necroscópico do perito médico-legal não registrou as dimensões da ferida de entrada, e por isso, não seria possível determinar o ângulo de oscilação do projétil.

De acordo com a defesa, o novo laudo já está incluído ao processo e aguarda decisão da Justiça. “O próximo passo é esperar a sentença do juiz para ser pronunciado ou não. Se Gleidson não for solto nós entraremos com habeas corpus pedindo a soltura dele”, concluiu Moura. O policial militar continua preso no Presídio Anastácio das Neves, em Belém.

O Blog procurou a delegada Yanna Azevedo, que preside o inquérito, para falar sobre os questionamentos da defesa, mas ela não retornou as ligações.

 

Exército

Morte de Sargento do Exército em Marabá será denunciada aos Direitos Humanos

Laudo do IML não aponta as causas da morte, mas sargento tinha queimadura em uma das pernas que indicaria que ele foi torturado.

O advogado Odilon Vieira confirmou que vai denunciar o caso da morte do sargento Daniel Poczwardiowski à ministra Luislinda Valois, dos Direitos Humanos. A iniciativa do advogado, que defende os interesses da família do militar do Exército, se deve ao fato de que a morte, ocorrida dentro do quartel do 52º BIS, em Marabá, está cercada de mistério e nem mesmo a causa foi definida pelo Instituto Médico Legal (IML).

Sargento Poczwardiowski tinha só 29 anos e morreu no dia 15 de maio deste ano durante treinamento denominado “Estágio de Caçador”, do qual participavam 18 militares. O treinamento não era pesado. Deveria ser meramente técnico, mas o militar faleceu numa pista de rastejo de 800 metros e foi encontrado no início da tarde.

A família desconfia que pode ter havido excessos durante o treinamento, assim como pode ter sido submetido a atividades que não estavam previstas no programa. “Alguém errou e essas pessoas vão ter que arcar com as consequências”, desabafa Irla  Oliveira Fernandes, viúva do sargento.

O caso está envolto em controvérsias: a primeira versão é de que ele teria sido levado com vida para o Hospital de Guarnição de Marabá, mas um laudo emitido pelo próprio hospital revelou, dias depois, que o sargento já chegou morto e com rigidez cadavérica. Para deixar a situação ainda mais dramática, o laudo do IML emitido esta semana apontou que a causa da morte é indeterminada, ao mesmo tempo em que revela que o militar tinha queimaduras de 2º e 3º graus em 40% da perna direita, o que pode indicar possível tortura, segundo observa o advogado Odilon Vieira.

Sobre o assunto, o gerente do Centro de Perícias Científicas (CPC), Augusto Andrade, ao qual está vinculado o IML, explicou que foram coletadas amostras de tecidos do corpo do sargento (exame histopatológico), por meio das quais foi identificado que houve hemorragia no pulmão, coração e fígado, com ausência de coágulos. Mas, segundo ele, não foi possível determinar, pelo exame, o que causou essa hemorragia.

Por outro lado, a Seção de Comunicação do Exército informou que o general Eugênio Pacelli Vieira Mota, comandante da 23ª Brigada de Infantaria de Selva, vai se pronunciar sobre o caso na próxima segunda-feira (17), às 10h da manhã.

Polícia Civil prende acusados de assaltar Centro de Perícias Renato Chaves em Castanhal no fim de semana e recupera 85 armas

Um funcionário do IML de Castanhal está entre os presos. Ele é acusado de participação no assalto.

A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira, 3, quatro homens acusados de envolvimento no assalto à Unidade Regional do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves no município de Castanhal, nordeste paraense, que aconteceu durante o último fim de semana.

As prisões foram realizadas na periferia dos municípios de Castanhal e Terra Alta. Com eles, 85 armas roubadas da Unidade Regional foram recuperadas.

A ação policial foi realizada por policiais civis da Divisão de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) e da Polícia Civil de Castanhal.

As armas e os presos, entre eles Bruno Patrick Ferreira Lopes (foto), 27 anos, funcionário do Centro de Perícias de Castanhal, estão sendo conduzidos para a Delegacia Geral, em Belém, para prestarem depoimento.

O caso

Por volta das 3h30 de domingo (02/07), um bando formado por pelo menos 10 criminosos, alguns encapuzados e fortemente armados, invadiu o prédio do IML, rendeu vigilantes e funcionários que foram amarrados e colocados em um dos compartimentos. Em seguida, os bandidos se dirigiram até uma das salas e roubaram armas de grosso calibre e drogas, além de objetos pessoais das vítimas, como celulares, notebook e alianças de ouro. Apenas armas de pequeno porte não foram subtraídas. Armários foram arrombados, o local ficou todo bagunçado.

Os bandidos entraram pelos fundos, após quebrarem a parede do muro, que divide o IML e o cemitério da cidade. Depois fugiram pela porta da frente. Já por volta das 4h20, policiais civis e militares foram informados sobre o assalto e que os vigilantes e funcionários do IML estavam amarrados em uma sala. Uma caixa com várias armas tipo pistola de diversos calibres também foi roubada, além de outras armas de grosso calibre.

Ontem, na delegacia do centro de Castanhal, o delegado Temmer Khayat, superintendente da 3ª Região Integrada de Segurança Pública (3ª Risp), disse que ainda não iria falar sobre o caso.

Já é a terceira vez que o IML de Castanhal é assaltado. Não há informações se em algum dos casos algum envolvido foi preso ou ao menos identificado. Também não há informação sobre recuperação de armas e nem sobre o desfecho das últimas três ocorrências. O boletim de ocorrência sobre o mais novo assalto no IML foi registrado pela gerente de criminalística do órgão, no plantão da delegada Ariane Magno Gomes, da Polícia Civil. (Com informações da Segup)

 

Polícia

Polícia afirma que execução de soldado PM e do irmão advogado em Marabá ainda não tem suspeitos nem explicação

Crime ocorreu por volta do meio-dia desta terça-feira, no Bairro Laranjeiras, em Marabá. As vítimas foram alvo de tiros de pistolas calibres ponto 40 e 380 e até de fuzil 556

A Polícia Civil investiga, desde o início da tarde desta terça-feira (13), a dupla execução ocorrida por volta do meio-dia, na Travessa José Cursino de Azevedo, no Bairro Laranjeiras, em Marabá, quando os irmãos Giovani Milhomem Gonçalves, policial militar, e Wellington Flávio Milhomem Gonçalves, advogado, foram assassinados a tiros. Eles estavam em uma camionete S-10, branca, placas OYU-8102/Marabá-PA, quando outro carro, uma Hilux com placa de Altamira-PA, número apagado, emparelhou com o carro e dela partiram os projéteis, 13 dos quais mataram Giovani, e cinco que eliminaram Wellington. Ambos foram baleados na cabeça.

A camioneta Hilux foi encontrada horas depois abandonada na Estrada do Rio Preto, zona rural de Marabá com várias perfurações de bala e manchas de sangue, o que confirma a versão de populares que passavam pelo local do crime, de que houve um tiroteio.

Giovani Gonçalves era soldado da Polícia Militar e estava trabalhando em São Félix do Xingu. Seu irmão, advogado, militava no Estado de São Paulo e chegou ontem, segunda-feira (12) a Marabá.

O presidente da Subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Pará (OAB-PA), Haroldo Gaia Pará, esteve na 21ª Seccional de Polícia Civil, onde pediu rigor e urgência nas investigações para a apuração do crime com a execução de mais um advogado no Estado.

Coletiva

No final da tarde, a delegada Raissa Beleboni, de Homicídios, concedeu coletiva e confirmou que as armas utilizadas, conforme as cápsulas encontradas, foram pistolas calibres ponto 40 e 380 e até um fuzil 556.

O soldado, segundo ela, tentou reagir, ainda saiu do carro atirando, mas não conseguiu êxito e morreu mais adiante crivado de balas. Com ele só foi encontrado o carregador da pistola funcional. Ambos os veículos foram periciados, tanto no local do crime quanto na Estrada do Rio Preto; e também no Instituto de Perícias Científicas “Renato Chaves”. O carro abandonado sem placas será rastreado a partir da numeração do chassi e de outros agregados para que se verifique sua origem.

Necropsia

Caso Pau D’Arco: peritos do IML de Marabá e Parauapebas barram representantes do MP do Pará em perícia

Depois de falar com autoridades em Belém, as promotoras foram liberadas para acompanhar o trabalho dos peritos, mas não puderam fotografar os corpos ou fazer qualquer registro documental do trabalho.

Os corpos das dez pessoas assassinadas na manhã de ontem (24) durante uma ação policial na cidade de Pau D´Arco foram trasladados para Marabá e Parauapebas, onde foram submetidos a exames necroscópicos na manhã de hoje (25).

Os corpos de cinco das vítimas foram levados para o Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, em Marabá. Outros cinco para o Núcleo Avançado de Perícias, de Parauapebas. Segundo a Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social, as mortes ocorreram durante ação policial para cumprir 16 mandados judiciais expedidos pela Vara Agrária de Redenção contra posseiros suspeitos de participar do homicídio de um vigilante da fazenda. Ainda de acordo com a secretaria, os policiais militares e civis que participavam da operação foram recebidos a tiros ao chegar à fazenda ocupada pelo grupo. Nenhum policial foi ferido. Entre os posseiros mortos, há nove homens e uma mulher. A secretaria afirma que os policiais apreenderam onze armas de grosso calibre com os posseiros, incluindo um fuzil 762 e uma pistola.

Confusão

Duas promotoras de Justiça do Ministério Público do Pará tiveram dificuldades para ingressar tanto no Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, em Marabá, como no Núcleo Avançado de Perícias de Parauapebas. Segundo o MP, o “embaraço” foi criado por médicos legistas, “por desconhecimento das atribuições legais do MP”.

As promotoras pretendiam acompanhar parte do trabalho de perícia para, assim, minimizar as chances de futuros questionamentos a qualquer que seja o resultado da necrópsia.

O acesso das promotoras foi liberado após o procurador-geral de Justiça, Gilberto Martins, telefonar para o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Jeannot Jansen da Silva Filho. Mesmo assim, as promotoras não puderam fotografar os corpos ou fazer qualquer registro documental do trabalho dos peritos.

Procurada, a secretaria de Segurança Pública informou que, depois de liberadas, as promotoras puderam acompanhar livremente a perícia. De acordo com a pasta, o impedimento inicial foi fruto de um “pedido de reserva para os trabalhos de necropsia”, feito pelos médicos legistas de Marabá e Parauapebas.

Promotores do MP estadual já começaram a colher o depoimento de pessoas que presenciaram a ação policial. Além disso, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal, também articula as ações necessárias para acompanhar as investigações. A procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, chegou à região do conflito nas primeiras horas da manhã, acompanhada pelo presidente do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH), Darci Frigo.

No fim da tarde os corpos necropsiados foram encaminhados de volta à Redenção para serem velados e enterrados.

Segurança Pública

Gesmar Costa busca melhorias para segurança em Parauapebas

O deputado Gesmar Costa só vai assumir o cargo na Alepa em fevereiro, mas já busca tratar dos interesses da região

Os trabalhos na Assembleia Legislativa ainda nem começaram, mas o Deputado Gesmar Costa já está a todo pique. Na manhã desta quarta-feira, 11, o mais novo deputado da Alepa esteve reunido com os gestores da Segurança Pública do Estado do Pará. A reunião aconteceu na sede da Secretaria de Segurança do Estado (SEGUP), em Belém, e contou com as presenças do Secretário de Segurança, General Jeannot Jansen; do Delegado Geral da Polícia Civil, Rilmar Firmino de Souza e do Diretor do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC).

A segurança Pública é uma pasta na qual o parlamentar é praticamente um especialista, já que esteve à frente dela por um ano em Parauapebas, e conhece muito bem quais as maiores carências do município.

Durante a reunião, o deputado oficializou várias solicitações que certamente beneficiarão Parauapebas. Entre elas a construção de mais uma delegacia, no bairro Cidade Jardim; a retomada das obras do presídio e a regionalização do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves.

No encontro, o Delegado Geral reconheceu e defendeu a construção urgente da delegacia, informando que o órgão está à disposição para firmar convênio com a Prefeitura de Parauapebas a fim de construir a Unidade Policial o mais rápido possível.

O Secretário Jeannot Jansen deu uma ótima notícia para a população de Parauapebas, quando garantiu que o projeto da Susipe para retomada das obras do presídio no município já foi encaminhado à Secretaria de Obras do Estado (SEOP), responsável pela execução da obra, e amanhã (12) já será encaminhado à licitação.

Quanto a regionalização do CPCRC, o Diretor Orlando Gouvêa informou que, por conta do aumento de despesas, uma regionalização ainda não é possível, mas o órgão estuda uma reestruturação que vai permitir que seja implantado, em Parauapebas, um Núcleo Avançado do Órgão.

“A população de 300 mil habitantes de Parauapebas necessita muito dessas obras. Vou continuar acompanhando, junto à SEOP, o processo da retomada das obras do presídio e vou intermediar uma audiência do prefeito Darci Lermen com o Delegado Geral para que a nossa nova delegacia saia o mais depressa possível”, disse o deputado.

Marabá

Em Marabá, bombeiros resgatam corpo de criança desaparecida após naufrágio

O Corpo de Bombeiros encontrou na tarde da segunda-feira (22) o corpo de uma das crianças desaparecidas depois que uma embarcação transportando 11 pessoas naufragou no último domingo (21), em Marabá, durante travessia do rio Tocantins, na altura da praia do Geladinho em direção ao balneário da Mangueira. A menina resgatada tinha 7 anos de idade. Outras duas crianças continuam desaparecidas. Nenhuma delas usava colete salva-vidas no momento do acidente.

As vítimas viajavam em um barco de pequeno porte quando a embarcação teria batido nas pedras no trecho do rio Tocantins e virado. De acordo com os bombeiros, as vítimas não usavam coletes salva-vidas.

O acidente ocorreu na noite do último domingo (21) e as buscas, que começaram na manhã desta segunda-feira continuam, já que outras duas crianças ainda são procuradas. O  corpo resgatado foi levado para o Instituto Médico Legal de Marabá (IML).

O capitão Sherdley Novaes, do 5º Grupamento Bombeiro Militar de Marabá, coordena as buscas.

Pará

Centro de Perícias Científicas Renato Chaves realizou 204 necrópsias em Parauapebas no primeiro semestre de 2016

O Núcleo Avançado de Parauapebas do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves divulgou hoje (07) o balanço do primeiro semestre de 2016 das necrópsias realizadas pela unidade referente aos municípios de Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado dos Carajás.

Segundo Leila Maria de Almeida Costa, administradora do Núcleo Avançado de Parauapebas do CPCRC, foram realizadas um total de 204 necrópsias no primeiro semestre, sendo 142 oriundas de Parauapebas; 29 de Canaã dos Carajás; 17 de Curionópolis; e 16 de Eldorado dos Carajás.

As armas de fogo continuam liderando o ranking das mortes na região. No primeiro semestre, 60 pessoas perderam a vida por este instrumento, o que aponta uma morte a cada 3 dias. O trânsito matou 26 pessoas no período, o que dá uma média de uma morte por semana.

Confira a tabela completa das necrópsias realizadas em Parauapebas dos quatro municípios atendidos:

O Instituto Médico Legal (IML) de Parauapebas, um dos braços do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” começou a funcionar com o serviço de necrópsia em 27 de maio de 2014, após assinatura de convênio específico. Antes, o IML funcionava apenas com serviços burocráticos, encaminhado os corpos para Marabá.