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Encontro

Jornalistas do sul e sudeste do Pará se mobilizam pela regulamentação da categoria

A mobilização começou há cerca de um mês, com a formação de um grupo de WhatsApp denominado Jornalistas SUL PA, que foi crescendo aos poucos e hoje conta com cerca de 80 profissionais de Comunicação de Marabá, Parauapebas e Redenção entre outros municípios da região.

Encontro em Marabá, no dia 5 de maio, debaterá temas de interesse da classe com a presença do Sinjor Pará Jornalistas do sul e sudeste do Estado estarão reunidos no próximo dia 5 de maio, em Marabá, no auditório da Unidade Regional do Tribunal de Contas do Estado. Na ocasião, membros da diretoria do Sinjor (Sindicato dos Jornalistas do Pará) falarão aos colegas sobre formação, sindicalização e regulamentação da categoria.

Também serão debatidos temas como o Pará e o contexto da rotina de trabalho; e a violência que acomete os profissionais de Imprensa.

O evento terá ainda a presença de jornalistas que representam a Associação Brasileira de Jornalistas do Turismo (Abrajet-Pará), que vão falar sobre a entidade e a Imprensa que atua no segmento do Turismo.

O evento acontece em dois turnos, das 8h30 às 18h, e será a oportunidade para aprofundar o debate sobre a representação do Sinjor Pará em Marabá, por meio da instalação de uma Diretoria Regional.

A mobilização começou há cerca de um mês, com a formação de um grupo de WhatsApp denominado Jornalistas SUL PA, que foi crescendo aos poucos e hoje conta com cerca de 80 profissionais de Comunicação de Marabá, Parauapebas e Redenção entre outros municípios da região.

Jornalista Zinho Bento é agredido na Câmara de Parauapebas‏

Durante a tarde desta terça-feira (06), por volta das 17h00 no auditório do Plenário da Câmara Municipal de Parauapebas, foi registrada a tentativa de agressão e impedimento de suas atribuições ao jornalista Zinho Bento, proprietário do Jornal Parauapebas. O mentor da confusão foi Edvanilson Silva, esposo da vereadora Eliene Soares (PT).

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De acordo com Zinho Bento, a confusão e falta de respeito aconteceu no momento que vereadora Eliene Soares ao sair Plenário da Câmara e se dirigir ao auditório Casa de Leis, decidiu fotografá-la e nesse momento ele foi

Abordado por Edvanilson que o recebeu com palavras de baixo calão, empurrões e palavras com teor de ameaças. “Estava fazendo apenas meu trabalho cobrindo a Sessão da Câmara e ao ir fotografar a vereadora o seu companheiro veio a me empurrar, ameaçar e tentar me agredir, graças ao amigo e companheiro de imprensa Bariloche Silva a situação foi controlada”.

Após o episódio a vereadora Eliene Soares pediu um minuto do tempo do vereador Pavão (SDD) e na ocasião a mesma pediu desculpas ao jornalista Zinho Bento em nome de seu marido.

20151007050737 (1)No final da Sessão o presidente da Câmara Municipal de Parauapebas Ivanaldo Braz cedeu entrevista coletiva à imprensa e afirmou que a área restrita onde toda Sessão o esposo da vereadora Eliene fica tiveram algumas falhas que serão corrigidas. “Foi lamentável o episódio ocorrido hoje, mas tomaremos medidas corretivas e também pediremos aos nobres vereadores não saiam da área restrita no período das sessões parlamentares para evitar qualquer tipo de situações como esta”, diz Ivanaldo Braz.

Profissionais de imprensa que estavam presentes no momento da confusão ficaram indignados com a agressão contra o jornalista Zinho Bento que estava apenas exercendo seus trabalhos. “Foi uma tremenda falta de respeito do senhor Edvanilson Silva que deveria respeitar o trabalho do jornalista e acima de tudo como um cidadão de idade, revoltante”, enfatiza Rui Guilherme do jornal Estado de Carajás.

Para a jornalista Cléo Lopes da Revista Acontece, a cena foi inadmissível, uma vez que Zinho já é um senhor de idade respeitosa. “Como pode um cidadão que está ao lado de uma pessoa pública agir com tanta arrogância e brutalidade. Ele deveria se envergonhar de sua ação, Zinho estava exercendo sua função, realizando a cobertura da Sessão da Câmara como todos aqui estamos. Repudio a ação do senhor Edvanilson”, enfatiza a jornalista.

A Imprensa em geral do município através da AICOP (Associação de Imprensa e Comunicação de Parauapebas) repudia a ação de Edvanilson Silva ao jornalista Zinho do Jornal de Parauapebas, militante há mais de 15 anos no município e região, ao tentar agredir e impedir o mesmo de suas atribuições.

A Imprensa local espera desde já que a presidência da Câmara Municipal de Parauapebas tome as devidas providências sobre o caso ocorrido.

Pará

Bacana: 30 anos de jornalismo

IMG-20141113-WA0050Marcelo Marques, o “Bacana”, que  apresenta os programas Bacana e Bacana Tur na TV RBA-Band e Fala Bacana! nas rádios 99 FM, Diário FM e Clube AM, colunista do Diário do Pará, e um dos mais respeitados blogueiros do Pará, comemora 30 anos no jornalismo em 2014, e, como sempre faz para lançar a revista semestral que leva seu nome, fará uma uma grande festa com 2.500 convidados no dia 16 de dezembro. Na oportunidade homenageará também o senador eleito Paulo Rocha, do PT, capa dessa 14ª edição .

A festa contará com a presença ilustre do ex-presidente Lula e será animada por nada menos que Neguinho da Beija Flor.

Personalidades ilustres como Ana Júlia Carepa, Flexa Ribeiro, Marcio Miranda, Junichiro Yamada, Oscar Rodrigues e Alaci Corrêa já foram homenageadas com a capa da Revista do Bacana.

Em 2015 Marcelo Bacana estará expandindo seu raio de atuação no sudeste paraense, região onde é bastante conhecido. Ele assinará um programa de entrevistas e jornalismo que será transmitido para os municípios de Parauapebas, Canaã dos Carajás e Marabá. 

Sindicato dos Jornalistas do Pará é notificado pelo Ministério Público do Trabalho por negar filiação à jornalista

Jornalista Carlos Magno - Canaã dos CarajásO jornalista Carlos Magno de Oliveira (foto), de Canaã dos Carajás, sudeste do Pará, teve o seu pedido de filiação negado pelo Sindicato dos Jornalistas do Pará (Sinjor), que exigiu diploma de nível superior em jornalismo, documento este que Magno não tem, mesmo exercendo a profissão há mais de 15 anos, com coberturas jornalísticas nacionais e internacionais, e possuindo o registro da Delegacia Regional do Trabalho como jornalista. Contudo, certo de que a decisão foi arbitrária, injusta e segrega os profissionais, Magno fez uma denúncia no Ministério Público do Trabalho (MPT).

Segundo Carlos Magno, o Sinjor só sindicalizava profissionais com nível superior, porém isto fere a decisão do Supremo Tribunal, de 11 de julho de 2009, fundamentada no artigo 8º da Lei Complementar nº 75/93, onde o STF ratifica que para o exercício da profissão não é necessário dispor de diploma. Esta decisão, para Magno, ampara principalmente diversos profissionais que atuam há bastante tempo no interior do estado, por exemplo, que nunca tiveram a oportunidade de acesso à universidades e hoje não dispõem do tempo para tal, por já se encontrarem inseridos no mercado de trabalho.

O MPT enviou correspondência oficial ao jornalista Carlos Magno, assinada pela Procuradora do Trabalho Cíntia Nazaré Pantoja Leão, informando ao profissional que o mesmo tem o direito, e pode ao momento que achar cabível, se sindicalizar junto ao Sinjor.

Segundo o MPT, ao acionar o Sinjor, após a denúncia e após audiência, o mesmo declarou que não condiciona a filiação sindical de jornalista à apresentação de diploma e está disponível para promover a filiação do denunciante. “A primeira decisão do Sinjor era um acinte à deliberação do Supremo Tribunal Federal, principalmente para um sindicato que defende os diretos individuais e coletivos, não poderia ter um sistema desses que é uma verdadeira segregação, se o profissional exerce sua função amparado por um registro chamado DRT, ele, ao meu parecer, está apto para ser sindicalizado”, disse Magno. “Esta não é somente uma vitória pessoal, mas uma conquista coletiva, já que a decisão do Ministério Publico do Trabalho contempla todos os colegas que, como eu, trabalham a bastante tempo, e que, de certa forma, vinham sendo discriminados pelo Sinjor”, concluiu.

A manipulação midiática que (des) constrói a política paraense

imagesEstamos a quase duzentos dias das eleições e o que já se vê nos meios de comunicação é um jornalismo baixo. Ataques gratuitos e informações distorcidas com o único intuito de descreditar os adversários. Mas eu vos pergunto: jornais, rádios, TV’s e Blogs têm inimigos políticos?

No Pará a resposta é sim.

Aqui os dois maiores grupos da comunicação têm candidatos escolhidos. O primeiro grupo, a ORM, com TV, rádio e jornal já escolheu defender Jatene e atacar o pré-candidato do PMDB, Helder Barbalho por se tratar não de um inimigo político apenas, mas de um inimigo comercial. 

O segundo grupo, da família Barbalho, também com rádio, TV e o jornal Diário do Pará, claro, apoia os de casa e não poderia ser diferente.

Enquanto isso a população fica a mercê de informações um tanto quanto deturpadas, mal explicadas e com informações que depõem contra a ética jornalística. Tanto os órgãos dos Barbalho quanto os dos Maiorana, nesse período que antecede as campanhas políticas, não se preocupam com a informação. Esquecem-se da regra básica do jornalismo, a de ouvir o outro lado. O objetivo é derrubar, massacrar, desestabilizar e desacreditar o adversário e deixá-lo totalmente sem honra. Falando em honra, repito aqui o jornalista Lúcio Flávio Pinto, quando tratou dos dois grandes  jornais do Pará em uma de suas colunas, afirmando que “honra, porém, é mercadoria que não está em causa na imprensa grande do Pará”.

Caberá ao eleitor, que se informa através dos meios de comunicação dos dois grupos, discernir entre o que é bom e o que é ruim. Qualquer que seja a decisão do eleitor, entre Jatene e Barbalho, fará muito mal ao jornalismo paraense. Se vencerem, os Barbalhos decretarão a falência financeira e massacrarão de vez o prestígio político dos Maiorana, que depende exclusivamente do governo para sobreviver. Se a população decidir por Jatene nas urnas, estará dando uma sobrevida a essa peleja que certamente ainda promete muitos rounds.

Rayssa Pajeú, a nova jornalista do Brasil

A família esteve presente na formaturaA família da jovem Rayssa Pajeú está em festa.

É que a filha do casal de empresários parauapebenses Eva Pajeú e Dieplan concluiu a graduação em jornalismo pela Universidade Federal do Tocantins (UFT).

A cerimônia de colação de grau foi realizada no final do mês de novembro, em Palmas-TO, e contou com a presença de amigos e familiares.

Rayssa, que atualmente presta serviços de assessoria de imprensa na Câmara Municipal de Palmas, é irmã da gestora empresarial Camylla Pajeú e do também jornalista Diego Pajeú.  

Muito sucesso à nova jornalista em sua carreira profissional, desejamos vê-la em breve de volta ao Pará.

Vereadores

Valorização do jornalista é tema de sessão especial na Câmara Municipal de Belém

Para discutir a situação dos jornalistas paraenses dos principais veículos de comunicação e reforçar a campanha do piso salarial 2013, com o tema “Jornalista Vale Mais”, será realizada nesta quinta-feira, 19, às 9h, uma sessão especial na Câmara Municipal de Belém.

A sessão foi convocada atendendo ao requerimento de autoria da vereadora Meg Barros (PSOL), aprovado por unanimidade pelo Plenário da Casa. A parlamentar, que também é estudante do 6º semestre do curso de jornalismo, disse que a iniciativa visa contribuir com a luta dos profissionais pela valorização e melhorias de salário e condições de trabalho.

Segundo Meg Barros, a intenção também é fortalecer o movimento dos jornalistas paraenses que atualmente vivem um momento histórico, com a união da categoria reivindicando seus direitos em mobilizações que a cada dia ganham mais adesões. “Os jornalistas querem soluções e avanços nas negociações. Os veículos que estão negociando com o Sindicato dos Jornalistas no Estado do Pará (Sinjor-PA) devem oficializar os acordos e, os que ainda não receberam o Sindicato, precisam se conscientizar que a categoria merece ser valorizada”, completou a vereadora.

Para a presidente do Sindicato dos jornalistas, Sheila Faro, o evento tem como principal objetivo, informar discutir e encontrar solução para os problemas vividos hoje pelos jornalistas do Estado. “A sociedade precisa conhecer os problemas enfrentados pela nossa categoria. Assédio moral, salários baixos, falta de segurança dentre outras questões, são algumas das principais pautas desse evento”, afirmou.

Ainda segundo a presidente, esse também será outro momento histórico vivenciado pela categoria no Pará. “Vamos mostrar força e a nossa união nesse evento. A sessão é um ato público, precisamos comparecer em massa para mostrar a sociedade que ninguém vive sem informação. Nós, jornalistas, somos responsáveis por garantir informação com ética e responsabilidade. Precisamos de respeito e dignidade”, disse Sheila Faro.

Foram convidados para a sessão representantes da OAB-PA, Ministério Público, Ministério Público do Trabalho, Defensoria Pública do Pará, Central Única dos Trabalhadores (CUT/PA), União Geral dos Trabalhadores – UGT Pará, Força Sindical do Pará, Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos (SDDH), além dos diretores dos grupos Organizações Rômulo Maiorana (ORM), Rede Brasil Amazônia de Comunicação (RBA), e autoridades políticas.

Audiência de conciliação: Vale lembrar que também nesta quinta-feira, 19, às 9h, haverá uma audiência de conciliação sobre a data-base, entre o Sinjor-PA e o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Pará (Sertep), na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em Belém (SRTE).

Serviço
Sessão especial na Câmara Municipal de Belém “Jornalista Vale Mais”

Data: 19 de setembro – quinta-feira
Hora: 9h
Local: Câmara Municipal de Belém
End.: Tv. Curuzu, 1755 – Marco
Informações: (91) 3246-5209

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A informação via mídias sociais

imageCom a globalização do mundo criou-se o vício da informação. As redes sociais então ao alcance de todos e por elas nos mantemos informados de tudo que se passa, seja ali na Ilha Tristan da Cunha, conhecida atualmente como o lugar mais longínquo do mundo, ou na rua em que vivemos. Buscamos a informação de forma voraz. Twitter, Facebook, Blogs, jornais on line… Tudo que se passa está à nossa disposição em questão de segundos.

O importante ao se falar em mídias sociais é fazer com que o leitor tenha consciência que a grande maioria do material virtual produzido por pseudos jornalistas não merece o mínimo crédito por se tratar de conteúdo pensado por pessoas envolvidas na conjectura política e que, na verdade, tentam implantar o caos, se beneficiando dele. Claro, toda regra tem sua exceção.

Com o advento dos blogs foram criados vários canais de informação. Uns fazem sucesso e se mantêm no topo. Outros buscam a notoriedade postando bobagens que quase nunca vingam e em virtude disso veem seus acessos despencarem. Acreditam que a verdade nunca será alcançada e que suas verdades prevalecerão. Ledo engano!

O leitor não abre um blog apenas porque ele é bem acessado. Abre porque acredita que seu editor tem credibilidade e busca, antes do afã do “furo jornalístico”, verificar se aquele “furo” é realmente verdadeiro. O leitor volta pois acredita que a informação postada não está ali na tentativa de formar a opinião da massa leitora em favor do que o editor acredita ser o certo.

Certos blogs tratam da vida pessoal de autoridades constituídas como se estes fossem ditadores, como se estes não tivessem sido referendados pelo povo nas urnas. Descredibilizam a  vontade do povo apenas porque seus anseios não foram atendidos por um governo que supostamente ajudou a se eleger. Para alguns, o que ontem era a solução hoje é o demônio a ser combatido e para isso não importa as armas ou argumentos. Vale tudo: vida pessoal, denúncias sem nenhuma prova, conjecturas e insinuações perversas, informações pela metade e muitas vezes dúbias, com o único objetivo de desestabilizar o escolhido pelo eleitor.

Os ofendidos, coitados, ficam em uma situação trágica, se não fosse cômica, onde produzir uma defesa das supostas calúnias poderia ser vista como crédito aos boatos. Ajuizar ação cobrando na justiça reparação pelos danos poderia sinalizar que tal pessoa merece algum crédito, quando na verdade merece é o desdém de ofendidos e leitores.

Não gosto de me vangloriar, não faz parte do meu perfil. Todavia, meu blog foi construído em cima de um alicerce de credibilidade, de persistente busca pela verdade que o levaram a superar a marca de 750.000 páginas vistas/mês. Levando-se em conta que é um blog do interior do Pará onde a internet não favorece em nada, pode-se dizer que o Blog é um sucesso. Este sucesso só ocorre porque aqui não se vê comentários pessoais sobre ninguém, não se cria factoides e não se defende ou esconde quem pisa na bola. Erros foram cometidos ao longo desses cinco anos de existência? Claro que sim! Contudo, acredito que todos os erros foram reparados, mesmo que informações erradas tenham me levado a cometê-los, por confiar em quem não merecia confiança.

Tenho recebido vários comentários cobrando uma nova linha editorial que aponte os defeitos do atual governo municipal. A estes respondo sempre que não basta apontar os defeitos, é preciso mostrar as soluções. Tenho procurado em meus artigos mostrar os defeitos e apontar as soluções que acredito poder melhorar a forma como o governo vem caminhando. Não ajudei a eleger esse governo, porém, como cidadão parauapebense que aqui escolheu para criar seus filhos, não posso compartilhar com os que politicamente acreditam que quanto pior estiver esse governo, melhor será no futuro para alguns poucos.

Não, não manipularei meus leitores contra o atual ou qualquer governo. Não manipularei meus leitores contra a mineradora Vale apenas porque ela tem enormes lucros. Não manipularei meus leitores simplesmente para admoestar autoridades com o único objetivo de criar tumulto do qual eu possa me beneficiar no futuro. Não sou e não serei mercenário pois acredito que “o que é do homem o bicho não come”. Se esse ou outro governo que vier der certo, parabéns a eles. Se der errado, que o povo saiba julgá-los nas eleições vindouras.

Nossa região é rica, Igualmente ricos de intelecto e capacidade são os que por aqui militam profissionalmente no jornalismo. Que doravante usem essa riqueza, essa desenvoltura ao manusear os teclados para construir situações que realmente mereçam ser discutidas. Vamos deixar as picuinhas, as falsidades e a politicagem para o momento oportuno. Agora é hora de muito trabalho e perseverança. Só assim seremos todos fortes, influentes e levados a sério. Aproveitemos o momento e saibamos usar nossas ferramentas. Certamente não somos e não seremos como os grandes grupos capitalizados, contudo, podemos mostrar nosso valor se tratarmos os fatos de forma séria e construirmos nossos negócios levando-se em conta a primazia pela credibilidade.