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Capacitação

Projeto Pescar abre seleção para jovens de Parauapebas

Pelo segundo ano consecutivo, as vagas serão para quem tem entre 16 a 19 anos e que moram no Complexo VS10

A unidade do Projeto Pescar em Parauapebas abriu 20 vagas para jovens de 16 a 19 anos, que residem no Complexo VS10, para capacitação, gratuita, em 2018. O curso “Iniciação Profissional em Serviços de Comércio” é ministrado por voluntários na parte da manhã, de 8h às 12h, de segunda a sexta-feira.

Além da formação gratuita que iniciará em fevereiro, o jovem também recebe uniforme, transporte e alimentação (café da manhã na chegada e almoço na saída do curso). Os interessados precisam apresentar CPF e RG, cursar a partir do 7º do Ensino Fundamental e a ter renda familiar de até meio salário mínimo por pessoa.

E o principal: ter vontade de se preparar para o mercado de trabalho. Essa vontade Geizivânia Freitas dos Santos conhece bem. Ela participa da formação neste ano e na reta final do curso vive a ansiedade para trabalhar. “A expectativa está grande e também já pinta a saudade dos colegas que convivi neste ano, que se tornaram amigos. Foi um ano muito diferente que acordava com vontade de aprender, de me descobrir. O Pescar me ajudou a sonhar com meu futuro. Antes me sentia perdida, agora sei o que quero! Quero fazer faculdade e cursos técnicos.”, disse a jovem de 18 anos, que já completou o Ensino Médio.

Outro jovem que agarrou a oportunidade para entrar no mercado de trabalho por meio do Projeto Pescar foi Everson Araújo. Ele participou da primeira turma (2016), que acolheu os jovens que moravam no bairro Altamira. “Um dia antes da formatura eu já estava contratado no BANPARÁ. E a experiência está incrível porque eu convivia com jovens e parecia que tudo era brincadeira. Hoje eu convivo com adultos, tenho que me comportar com seriedade e profissionalismo. E o Projeto Pescar foi fundamental para essa preparação. Atualmente temos encontros mensais que recebemos feedbacks enviados pela empresa e buscamos melhorar sempre”, explicou o jovem que tem 17 anos e está no 1º ano do Ensino Médio.

Quem quer viver essa experiência como Geizivânia e Everson precisa se movimentar e rápido. As inscrições são feitas pela internet até amanhã (15) no link: http://site.projetopescar.org.br/inscricoes/ . Logo depois, buscar a unidade do Pará, que está localizada em Parauapebas. Se o jovem não tiver acesso à internet, pode fazer pessoalmente na sede que fica na Rua B, 346, Cidade Nova. Mais informações pelo telefone (94) 99289-9638.

O processo seletivo acontece em 4 etapas: inscrições, logo depois a análise dos inscritos, em seguida entrevista individual com o candidato e a última etapa é a visita domiciliar. A divulgação do resultado dos selecionados deve acontecer até 15 de dezembro.

Sobre o Projeto Pescar:

O Projeto Pescar é uma franquia nacional que surgiu em Porto Alegre quando o empresário Geraldo Linck, em 1976, presenciou a agilidade de um jovem durante um assalto. Nesse momento ele lembrou do provérbio chinês: “Se quiseres matar a fome de alguém dá-lhe um peixe. Mas, se quiseres que ele nunca mais passe fome, ensina-o a pescar”, e abriu a porta da empresa para ensinar a 15 jovens uma profissão.

Ao longo desses anos, o Projeto Pescar está presente em 11 estados brasileiros e já tem unidades também no exterior: Argentina, Peru e Angola.

No Pará, a única unidade está em Parauapebas e é abraçada pelo Laboratório Aliança, que é o mantenedor empresarial.

Em dois anos, a unidade já capacitou mais de 30 jovens. Em 2016, os jovens selecionados foram do bairro Altamira. E neste ano, são jovens do Complexo VS10.

Legislativo

Vereadora apresenta dois projetos destinados a ressocializar adolescentes e jovens em risco de vulnerabilidade social em Marabá

As duas propostas, que nasceram na Defensoria Pública do Estado, em Marabá, pretendem amparar aquele que está cumprindo ou já cumpriu medida socioeducativa

Por Eleutério Gomes – de Marabá   

Na sessão de quarta-feira (30) da Câmara Municipal de Marabá, a vereadora Irismar Nascimento Melo (PR) apresentou à Mesa Diretora dois importantes projetos de lei, ambos dirigidos ao amparo e à ressocialização e reintegração à sociedade, de adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social. O primeiro propõe a outorga, pela Acim (Associação Comercial e Industrial de Marabá), do “Selo Ressocializar” a empresas que disponibilizarem vagas, dentro do Programa Menor Aprendiz, para aqueles que tenham cometido ato infracional e que estejam cumprindo medidas socioeducativas, “desde que atendam o perfil e critérios do programa”.

Pela proposta, o selo também será conferido a empresas que se propuserem ser padrinhos desses jovens de modo a incentivá-los à autonomia e ao empreendedorismo.

O Selo de qualificação empresarial – conforme o artigo 4º do projeto – terá a validade de um ano a partir de sua concessão, “com exceção das empresas que possuem termo de cooperação técnica com a Defensoria Pública, sendo que prevalecerá o prazo previsto no termo”.

Já a renovação do Selo poderá ser realizada mediante nova adesão na Defensoria Pública por meio do Núcleo de Atendimento Especializado da Criança e do Adolescente, que encaminhará a Associação Comercial para nova outorga.

O outro projeto também é destinado ao adolescente ou ao jovem em cumprimento de medida socioeducativa; e a jovens sentenciados em regime semiaberto ou egressos do Sistema Penitenciário.

A proposta prevê que, nas licitações promovidas por órgãos da Prefeitura de Marabá, para contratação de prestação de serviços que prevejam o fornecimento de mão de obra, deverá constar cláusula que assegure reserva de vagas para esses jovens. “Será de, no mínimo, 5% (cinco por cento) a quantidade de vagas reservadas, mesmo que na condição de aprendiz, aos adolescentes e jovens nas situações do caput”, diz o parágrafo primeiro do Artigo I do projeto.

Caso esse percentual não contemple no mínimo um sentenciado, a empresa contratada deverá reservar uma vaga. E, não havendo disponibilização de sentenciados pelos sistemas socioeducativo e penitenciário ou haja incompatibilidade com o serviço a ser desenvolvido, as vagas acima indicadas poderão ser preenchidas por qualquer cidadão.

Os dois projetos, embora autoria da vereadora Irismar, nasceram da ideia dos defensores públicos estaduais José Erickson Ferreira Rodrigues e Rilker Mikelson Viana, preocupados com a situação do adolescente ou jovem que, após ter cumprido medida socioeducativa ou pena, acabam se vendo desamparados e correm o sério risco de cair de novo nos braços do crime.

A vereadora Irismar Melo, por seu turno, também sensibilizada com a situação, conversou com empresas e secretarias municipais envolvidas na questão e abraçou a causa.

Pará

Em Belém, adolescentes se unem ao UNICEF para mobilizar outros jovens na luta contra o HIV e DSTs

Jovens parceiros do Fundo das Nações Unidas para a Infância vão formar 160 adolescentes que ficarão responsáveis por mobilizar mais de 4 mil estudantes em colégios da rede municipal de Belém. Consumo de álcool e drogas e combate ao vírus zika também serão tema de discussões.

Em Belém, no Pará, 21 jovens se uniram ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para conscientizar outros 160 adolescentes de escolas da cidade sobre a prevenção do HIV/Aids e outras infecções sexualmente transmissíveis, como sífilis e hepatite.

A iniciativa – promovida pelo Projeto Protagonismo de Adolescentes e Viva Melhor Sabendo Jovem da Plataforma dos Centros Urbanos, do UNICEF – aposta na educação entre pares para criar uma rede de mobilização de mais de 4 mil estudantes apenas nos colégios municipais de Belém.

Em oito escolas da rede municipal da capital, as atividades de mobilização tiveram início já na segunda-feira (25). Instituições de ensino estaduais também vão receber as equipes de jovens parceiros da agência da ONU, mas ainda estão definindo o calendário de sua programação.

A proposta é criar espaços de discussão e capacitação entre jovens que debaterão não apenas o combate ao HIV e a doenças venéreas, mas também outros temas, como a prevenção do uso abusivo de álcool e outras drogas e a lutar contra o mosquito Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika e da chikungunya.

Os 160 adolescentes que estão recebendo informações dos mobilizadores do UNICEF vão ficar responsáveis por conscientizar seus colegas, alcançando outros milhares de alunos do município.

No âmbito estadual, ao longo dessa semana, as equipes que atuam em três unidades da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) vão participar de oficinas – as mesmas que serão desenvolvidas nas escolas de Belém.

O organismo coordena e executa a política de atendimento socioeducativo a adolescentes e jovens do Pará. O objetivo é desenvolver, nas unidades de socioeducação em meio fechado, as atividades do projeto Viva Melhor Sabendo Jovem.

Realizada em parceria com a Prefeitura de Belém, o governo do Pará – por meio da Fundação Propaz –, o Fundo da ONU e o Instituto Peabiru, a iniciativa visa aumentar a testagem do HIV e demais infecções sexualmente transmissíveis, levar tratamento e esclarecer para a população a importância e os cuidados da prática do sexo seguro.

As atividades são direcionadas a adolescentes e jovens na faixa etária de 15 a 24 anos e voltadas prioritariamente para populações-chave: homens que fazem sexo com outros homens (HSH), gays, adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas com privação de liberdade e jovens explorados sexualmente.

Além de Belém, o Viva Melhor Sabendo Jovem é desenvolvido também em Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife e São Paulo.

O projeto é uma resposta ao compromisso firmado por prefeituras do mundo todo com a Declaração de Paris. O documento foi primeiramente assinada pela Prefeitura de Paris, em 1º de dezembro de 2014, Dia Mundial da Aids.

Centenas de prefeitos já assinaram a declaração, entre eles, os prefeitos de Belém, Zenaldo Coutinho, e de Manaus, Arthur Virgílio, em dezembro de 2015. A partir da participação das cidades, a ONU espera garantir a implementação da Aceleração da Resposta à epidemia da doença.

Em 2014, Belém já havia decidido integrar a Plataforma dos Centros Urbanos do UNICEF, voltada para o desenvolvimento de políticas públicas e ações voltadas para a infância e a adolescência a partir do trabalho em rede e da participação popular.

Fonte: www.nacoesunidas.org

Jovens de nove estados podem fazer o alistamento militar pela internet

NOV

De acordo com o Exército, 1,7 milhão de jovens que completam 18 anos este ano têm que se alistar no país. Prazo vai até 30 de junho.A partir de agora os jovens podem fazer o alistamento militar pela internet em nove estados do Brasil.

O alistamento online é um projeto piloto e por enquanto vale para o Maranhão e mais 8 estados brasileiros: Amapá, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Santa Catarina e Sergipe. Começou no dia primeiro e vai até 30 de junho.

De acordo com o Exército, 1,7 milhão de jovens que completam 18 anos este ano têm que se alistar no país. Os jovens convocados precisam apresentar os seguintes documentos: certidão de nascimento ou equivalente, como identidade, carteira de motorista ou de trabalho, entre outros.

Fonte: Eb.mil

Brasil

Jovens de Canaã dos Carajás ganham vez e voz em evento internacional

O engajamento dos jovens de Canaã dos Carajás na busca por melhorias na qualidade de vida da comunidade, por meio do projeto Ser Criança, da Fundação Vale em parceria com o Centro de Promoção à Saúde, está ganhando visibilidade. Maria Caroline Ramos e Mailson Cruz, ambos de 18 anos, foram selecionados para ir à Brasília e participar do II Fórum Pan-Americano da Criança e do Adolescente, onde apresentaram o trabalho que desenvolvem em Canaã para as autoridades reunidas no XXI Congresso Pan-Americano da Criança e do Adolescente e para os outros jovens participantes.

II_Fórum_Pan-Americano_da_Criança_e_do_Adolescente_1

A dupla faz parte do grupo Jovens Promotores de Saúde Nova Geração, formado por 30 integrantes. Eles circulam pela cidade com a Tenda Ser Criança promovendo atividades lúdicas para conscientizar a comunidade sobre questões como hábitos saudáveis, sexualidade e vacinação. Todas as ações são acompanhadas por técnicos das Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município.

Maria_Caroline_e_Mailson_1Durante o Fórum, Maria Caroline e Mailson também participaram de discussões sobre medidas socioeducativas, exploração sexual, violência, participação em conselhos municipais e direito a voz.

Sobre o Programa Ser Criança

O Ser Criança busca criar uma rede social que promova soluções locais simples, mas eficazes para a melhoria da qualidade de vida das comunidades tendo como eixo principal o protagonismo dos jovens na promoção da saúde da criança em Canaã dos Carajás.

O programa se baseia em uma mobilização social que inclui poder público, escolas e família, com o intuito de fortalecer capacidades de pessoas e organizações como multiplicadores para o cuidado com a saúde infantil.

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