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Campanha

Campanha solidária pretende arrecadar leite em pó para as crianças com AIDS em Parauapebas

Atualmente em Parauapebas há 12 crianças com AIDS e 33 bebês que estão expostos ao vírus HIV porque nasceram de mães soropositivas, mas ainda não foram infectadas.
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Começou neste domingo, dia 1º e segue até o dia 31 de outubro, a Campanha Solidária “Mais Leite, Mais Saúde = VHIVER Melhor” realizada pela Pastoral de Infecções Sexualmente  Transmissíveis – IST/AIDS de Parauapebas. Mais de 40 crianças devem ser beneficiadas com a arrecadação de leite em pó, que ajudará a fortalecer a imunidade de bebês soropositivos e até mesmo de crianças que ainda não foram infectadas, mas estão expostas ao vírus HIV.

A Pastoral da AIDS da Igreja Católica foi implantada em Parauapebas há dois anos e realiza ações educativas com palestras sobre a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DST) nas empresas, escolas, organizações não governamentais (ONG’S) e instituições religiosas.

Segundo a Coordenadora Diocesana da Pastoral da IST/AIDS, Ana Lúcia de Sousa Silva, além das informações partilhadas, também é feito um trabalho solidário como adquirir cestas básicas e roupas para as famílias que convivem com a AIDS. “Temos ainda a parte religiosa, que é o conforto religioso, a palavra, o incentivo ao tratamento e o envolvimento daquelas famílias com a pessoas soropositiva. Às vezes, a pessoa se descobre com AIDS e a família a abandona ou ela se isola. Por isso, temos o compromisso social de acompanhar essas famílias, fazendo visitas, vendo a situação de vulnerabilidade e também promovendo campanhas como essa, onde buscamos arrecadar leite em pó”, enfatizou Lucia.

Segundo a Pastoral, atualmente em Parauapebas há 12 crianças com AIDS e 33 bebês que estão expostos ao vírus HIV porque nasceram de mães soropositivas, mas ainda não foram infectadas. Esses bebês são acompanhados por uma equipe do CTA – Centro de Testagem e Acompanhamento de Parauapebas com pediatras, infectologistas e enfermeiros, através do tratamento com medicamentos contra o vírus HIV. De acordo com o CTA, se até 1 ano e 8 meses essas crianças não contraírem o vírus do HIV, elas recebem alta.

Lúcia conta que existem casos onde o tratamento é um sucesso, mas a maioria das vezes o resultado não é o desejado. “Infelizmente, boa parte desses bebês acaba se tornando positivo para o HIV, o que deixa a gente bem triste. Os pais se contaminam, a mãe engravida, não cuida, não faz o pré-natal e descobre na hora do parto que a criança tem a doença. Aí gera todo o conflito e tristeza para aquela família”.

A campanha busca arrecadar apenas o leite em pó da marca Ninho, da Nestlé, porque segundo a Pastoral, o consumo dele tem gerado um resultado satisfatório tanto nos bebês com AIDS, como nas crianças que ainda não foram infectadas. “De todos os leites em pó comuns, o leite Ninho é o que tem mais proteína e aumenta a imunidade dessas crianças”, explicou Lúcia, informando ainda que a Nestlé – fabricante do leite – vai ajudar divulgando a campanha nas redes sociais e no site oficial da marca.

O HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana, causador da AIDS que ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo da doença. Ter o HIV não significa ter a AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas, ou de mãe para filho durante a gravides e a amamentação. Por isso é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

O mês de outubro foi escolhido para a realização da primeira edição da campanha do leite porque reúne três significativas comemorações: o mês da Criança, do Círio de Nazaré e o mês  Missionário da Igreja Católica.

“Embora a campanha seja esse mês, não significa que a gente vai parar de arrecadar, porque infelizmente tem criança que vai conviver com o vírus HIV para o resto da vida. Por isso convidamos a população para aderir à campanha, que mobilize sua família, sua escola e sua empresa para nos ajudar”, pediu Lúcia.

As doações do leite podem ser entregues no Campus do Instituto Federal do Pará (IFPA), próximo a portaria da Vale, no CTA na rua P, nº 38, no bairro União e nas secretarias da Paróquia São Sebastião, no bairro Cidade Nova, Paróquia Cristo Rei, no bairro dos Minérios e na Paróquia São Francisco de Assis, no bairro Rio Verde.

Novo Diretor de Operações da Vale visita laticínio Estação, na APA do Gelado

A intenção é fortalecer a geração de empregos e renda com a produção rural
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O novo Diretor de Operações Ferrosos Norte da Vale, Antonio Padovezi visitou na última semana, a Estação Laticínios, localizada na Apa do Gelado. Ele conheceu as instalações e conversou junto com a Fundação Vale e técnicos do laticínio sobre o  funcionamento e a capacidade do empreendimento.  O objetivo foi iniciar um processo gradativo de análises e discussões, sobre a necessidade do laticínio ser autossustentável. Isso dentro da política municipal de diversificação econômica de Parauapebas, de forma independente da mineração, no futuro, por meio de outras vocações da região, como a cadeia leiteira.

Inaugurado em 2015, numa iniciativa da Fundação Vale em parceria com a Vale e a prefeitura municipal de Parauapebas, o laticínio tem beneficiado produtores locais.

Somente de janeiro a maio de 2017, foram pagos cerca de R$ 500 mil (meio milhão de reais) com a aquisição de leite na região. Entre as propostas está retomar a atividade com mix de produtos mais diversificados, o que irá depender também do aumento da coleta e da visão empreendedora dos produtores sobre os seus negócios.

Agropecuária

Assentados do INCRA em Marabá recebem capacitação sobre inseminação artificial em bovinos

Todas as técnicas são repassadas de forma didática aos assentados para que possam, eles mesmos, realizar todo o procedimento de maneira independente.
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A prática da inseminação artificial de bovinos é realidade para assentados da reforma agrária de Marabá (PA). O contrato de assistência técnica firmado entre o Incra e a empresa Agroatins Carajás contempla 132 famílias com material e assessoria técnica em inseminação artificial em vacas das famílias dos assentamentos Carajás Tamboril, Bom Jardim da Voltinha e Murajuba.

Serão no total 1320 animais inseminados no final do contrato. A medida promoverá de imediato uma substancial melhora dos bovinos na região, pois cada um dos 132 beneficiários pode inseminar 10 vacas com a tecnologia de Inseminação Artificial por Tempo Fixo (IATF).

Além do melhoramento imediato, a assistência técnica vai gerar conhecimento e aperfeiçoamento a médio e longo prazo uma vez que a técnica será repassada para cada assentado atendido pelo contrato realizado com recursos do Incra.

Etapas

O primeiro passo é um diagnóstico feito pelos técnicos que selecionam as matrizes com as melhores condições para o procedimento. Em seguida, é feita a aplicação de implantes nas vacas, para que entrem no estado favorável à fecundação e gestação.

Depois de alguns dias os técnicos retornam para efetuar a inseminação e então inicia-se o processo de acompanhamento, que dura toda a gestação, até o nascimento dos bezerros.

Todas as técnicas são repassadas de forma didática aos assentados para que possam, eles mesmos, realizar todo o procedimento de maneira independente.

Aprimoramento

Na última terça-feira (16), os técnicos visitaram o senhor José da Cruz Brito, beneficiário do assentamento Carajás Tamboril. Ele já realizava inseminação antes da assessoria técnica, mas não obteve os resultados esperados.

“Comecei até bem, mas depois, nem todas as vacas estavam sendo fecundadas e acabei desperdiçando materiais. Mas agora eu pude aprimorar minha prática e vou voltar a inseminar.” analisa Brito, que é produtor leiteiro na região da estrada do Rio Preto.

De acordo com o técnico em agropecuária da prestadora, David de Oliveira, a inseminação artificial aprimora a produção de leite, uma vez que as vacas recebem sêmen de animais com genética reconhecida e boa produtividade leiteira.

“Há vacas que produzem 15 litros de leite por dia e, com o tempo, ocorre um melhoramento pois as crias, que também serão inseminadas, vão ficar melhores”, afirma o técnico.

Todos os materiais e insumos são fornecidos gratuitamente pelo Incra e Agroatins, por meio do contrato de Assistência Técnica Social e Ambiental (Ates), que opera nos assentamentos oriundos da reforma agrária.

Emater distribui sementes de feijão Caupi em São Domingos do Araguaia

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A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater), através do escritório local de São Domingos do Araguaia distribuiu 200 kg (duzentos quilos) de feijão Caupi obtidos através de doação junto a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap), pleito atendido pelo gerente regional da Sedap, Marivan Oliveira Sousa.

feijao caupi sdaForam atendidos 35 (trinta e cinco) olericultores (produtores de hortaliças) e agricultores/as da Chamada Pública do Leite. Para o coordenador local, o técnico Anselmo Caldas Filho, “a intenção é que os agricultores possam futuramente reproduzir a sua própria semente”. Um dos produtores, José de Souza Queiroz, plantou consorciado feijão com quiabo e já está prestes a colher os primeiros grãos, já que o plantio aconteceu em novembro. A sua propriedade está localizada no km 48 da rodovia Transamazônica.

Vale ressaltar que Emater executa na região Chamada Pública SAF/ATER/MDA nº 07/2013 – Lote nº 4  – cujo objeto é a assistência técnica e extensão rural para promoção da agricultura familiar na cadeia produtiva do leite –  visando atender 500 famílias em dez municípios. A técnica em agropecuária da Emater, Raimunda Maria Santos Silva, informou que “em São Domingos do Araguaia são assistidas 45 famílias, e que está em fase de implantação duas Unidades de Referências, distribuídas em dois núcleos: 1 Região do Água Fria e 2 Região Vila Santana.”

O extensionista rural Rudinei Ribeiro Magalhães informou que já foram realizadas as seguintes atividades pela Chamada do Leite: reunião para planejamento; visitas às famílias; diagnóstico (DRP). Atualmente está na fase de planejamento de oficinas temáticas (cursos), elaboração do projeto produtivo e consolidação das unidades de referências.

O zootecnista Diego Pinheiro ressaltou a existência de duas unidades de referência para produção de leite, e, em uma delas, a parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) liberou um crédito para desenvolvimento nesta unidade de aproximadamente R$ 30.000.00 ( trinta mil reais) na propriedade do agricultor Márcio Iop para instalação de um rotacionado irrigado para o gado leiteiro de raça Jersey . O zootecnista tem prestado assistência na região de São Domingos auxiliando na produção animal, principalmente sobre a criação de suínos e formulação de ração para gado de leite utilizando ureia com cana e utilização de técnicas de suplementação para períodos secos (estação).

Marabá

Pecuária leiteira é tema de curso em Marabá

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Pastagens sem manejo, sem irrigação e com animais não especializados estão entres os problemas enfrentados pelos produtores de leite da região sudeste paraense. Um curso promovido pela Embrapa, no município de Marabá, de 17 a 19 de novembro, aborda esses e outros temas e apresenta tecnologias e boas práticas na formação e manejo de pastagem para pecuária leiteira a produtores e técnicos da região.

O Pará é o 13º produtor nacional de leite, com 613 milhões de litros de leite por ano. No sudeste paraense, responsável por 70% da produção estadual, a produtividade média é de quatro a cinco litros de leite por vaca ao dia, números que demonstram, segundo o pesquisador Bruno de Maria, da Embrapa Amazônia Oriental, uma condição quase extrativa. “As pastagens são sem manejo, sem irrigação, sem planejamento, além disso, os animais não são especializados para a produção de leite”, explica o pesquisador.

Ao produzir 650 litros de leite por vaca ao ano, o estado está muito abaixo da média nacional, que é de 1.450 litros/vaca/ano. A baixa tecnificação da produção, aliada a uma pastagem mal manejada são fatores fundamentais nesse desempenho.

Os técnicos da Embrapa apresentam no curso tecnologias e boas práticas de manejo e fertilidade de solos, recuperação de pastagens degradadas, sistema rotacionado de produção, comportamento animal em pastejo, entre outros. O evento é realizado pelo Núcleo de Apoio a Pesquisa e Transferência de Tecnologia da Embrapa no Sudeste Paraense e tem o apoio do Sebrae – Marabá.

Parauapebas

Seca e queimadas provocam queda da produção de leite na região de Parauapebas

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Nos últimos anos houve um aumento significativo do rebanho bovino de Parauapebas e região, seguindo uma tendência de crescimento em todo o Estado do Pará, e, em especial, da região do Xingu. Apesar desse aumento no rebanho, em 2015, a produção de leite já é menor do que a do mesmo período do ano passado, e o desenvolvimento da boiada também é mais fraco, segundo os criadores locais.

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Esse resultado negativo se deve à escassez de pasto para alimentar todo esse rebanho, que segundo apuramos, além da implantação de pastagens não ter acompanhado esse aumento, o município ainda sofre com a falta de chuvas que têm castigado a região. Como resultado temos uma boiada cada vez mais magra e uma queda considerável na produção do leite.

Em algumas propriedades que visitamos os criadores informaram que estão fazendo o que podem para tentar manter a produção, mas não tem sido fácil e a maioria já está diminuindo o rebanho leiteiro por falta de pasto para alimentá-lo.

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Encontramos também propriedades onde criadores estão garantido a alimentação com mandioca e raçoes na tentativa de diminuir os prejuízos com a queda na produção do leite. “Estamos dando mandioca, milho e rações para as vacas leiteiras. Ficam mais tempo presas do que o normal também. Infelizmente a nossa produção continua caindo. Esperamos que a situação melhore, que caiam as chuvas, senão, teremos que parar definitivamente de trabalhar com o gado leiteiro aqui”, disse Laercio Bastos, criador de Parauapebas.

Queimadas

Além da escassez de chuvas para as pastagens e o aumento do rebanho, outro fator tem sido determinante para os problemas dos criadores: a grande quantidade de queimadas que muitas vezes destroem o pouco pasto que restou nas propriedades e põem o rebanho em risco ainda maior. Grande parte destas queimadas são feitas por colonos a fim de renovar os pastos. Outra é resultado de situações já conhecidas como as bitucas de cigarros jogadas à margem das estradas vicinais, por exemplo. O fato é que muitas vezes se perde o controle dessas queimadas e o pouco pasto que sobrou se transforma em cinzas, o que aumenta o drama dos criadores.

Ouvimos também diretores de laticínios da região, que garantiram que não haverá prejuízos no setor nem problemas no abastecimento do mercado. Estas empresas, que consideram a situação instável até o momento, contam com técnicos que acompanham os produtores e traçam estratégias para evitar o desabastecimento.

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Segundo Horácio Martins, secretário de agricultura de Parauapebas, a prefeitura de Parauapebas, através da Sempror, vem, desde o início do governo Valmir Mariano, fazendo recuperação das pastagens na tentativa de fortalecer a bacia leiteira do município. Martins afirmou que a Sempror vem gradeando, fazendo análises de solo, aplicando calcário e, em certos sítios, até piqueteando e irrigando as pastagens. “Os técnicos da Sempror estão diariamente na Zona Rural, ao lado do produtor, para levar até eles o conhecimento, já que atualmente o aumento da produção com baixo custo é o objetivo. Quanto menor for o custo para o produtor, este terá um maior saldo no fim do ano, podendo aplicar esse dinheiro em sua propriedade ou em benefício de sua família”, concluiu o secretário. 

Parauapebas

Parauapebas: Vigilância Sanitária apreende duzentos litros de leite em Carajás

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Leite Apreendido Parauapebas (Foto: Reprodução/TV Liberal)

Duzentos litros de leite com data de fabricação e validade adulterada foram apreendidos pela Vigilância Sanitária em estabelecimentos comerciais do núcleo urbano de Carajás, em Parauapebas. Segundo o órgão, o leite estava com data de fabricação desta sexta, 15 de novembro, mas estava nas prateleiras desde a última quinta-feira (14). Um morador denunciou o caso à Vigilância Sanitária do município, que fez uma fiscalização e encontrou o produto em uma panificadora e dois restaurantes.

O material apreendido será encaminhado para análise no laboratório central do órgão em Belém. Os donos dos estabelecimentos que vendiam o leite serão intimados a prestarem esclarecimentos e podem se multados, no caso de reincidência.

O leite apreendido é produzido na zona rural de Parauapebas.

Fonte: G1-PA

Projeto de agroindústria em Conceição do Araguaia é referência nacional

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Uma agroindústria de beneficiamento de leite, implantada no Projeto de Assentamento (PA) Canarana, na zona rural de Conceição do Araguaia, município do sul do Pará, está sendo considerada referência nacional. O projeto técnico tem o apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater).

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Idealizada pelo agricultor familiar Neurivan Bezerra, a agroindústria tem capacidade para beneficiar 8 mil litros de leite por dia, absorvendo a demanda de 15 produtores familiares da região. Instalada há quase quatro anos, o empreendimento financiado pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), por meio da linha Mais Alimentos, tem a parceria da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A experiência pode ser levada a outras regiões do Brasil.

A implantação da agroindústria influenciou diretamente na renda familiar dos agricultores. “As famílias tiveram um aumento na renda de até 50%. Só o preço do litro do leite passou de R$ 0,30 para R$ 0,70”, informou Tiago Catuxo, técnico da Emater. Os produtos abastecem o mercado local, após passarem pelo Serviço de Inspeção Municipal (SIM).

Seleção – A experiência da Emater em Conceição do Araguaia foi uma das selecionadas pela Embrapa, entre empreendimentos de mais de 15 Estados, no segmento agroindustrial. A expectativa é que até meados de 2014 todos os dados já estejam sistematizados, para posterior apresentação em um fórum nacional, promovido pela Embrapa em Brasília (DF). A agroindústria no Pará também integrará uma publicação da empresa de pesquisa.

A Emater trabalha com a expectativa de ampliação da agroindústria, inclusive com o aumento da oferta de produtos. Para tanto, a equipe técnica local acompanha o trabalho de infraestrutura do prédio, a assistência técnica aos agricultores e a comercialização dos produtos. “Nesta semana tivemos a visita do prefeito de Araguanã (TO), e a expectativa é desenvolver a experiência naquele município”, acrescentou Tiago Catuxo.

Fonte: Agência Pará de Notícias