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Ensino Superior

Tucuruí tem faculdades selecionadas e habilitadas para implantação do curso de Medicina

Edital prevê que Tucuruí terá inicialmente 50 vagas para o curso de graduação

Duas instituições de curso superior foram selecionadas pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) para a implantação futura do curso de Medicina. A notícia foi divulgada pela Seres nesta terça-feira (19) informando que estão habilitadas as faculdades Minas Gerais Educação S/A e a Faculdades Integradas Brasil Amazônia S/S Ltda., respectivamente em primeiro e segundo lugar.

Tucuruí estava apto a receber o curso desde 2015, no entanto, na primeira seleção, nenhuma das seis Instituições que se candidataram conseguiram passar no processo seletivo, quando o Ministério da Educação (MEC) lançou o edital para a seleção de propostas de funcionamento de novos cursos de medicina no país.

Em julho, o MEC abriu a seleção para as mantenedoras de instituições de educação superior do sistema federal de ensino e além de Tucuruí, foram contemplados os municípios de Limeira, em São Paulo, e Ijuí, no Rio Grande do Sul. 

O edital prevê que o curso em Tucuruí tenha 50 vagas para o curso de graduação. No total, sete mantenedoras enviaram propostas. O MEC analisou a capacidade econômico-financeira; o mérito das propostas e a experiência regulatória, que inclui a verificação qualidade institucional da IES e seus cursos, além da experiência na oferta de cursos de graduação e pós-graduação na área de saúde.

O chamamento do MEC para a criação de novos cursos de medicina acontece dentro do programa Mais Médicos, que seleciona os municípios a partir de critérios que levam em consideração a relevância e a necessidade social da oferta do curso de medicina e a estrutura de equipamentos públicos.

Ao fim do processo, o município de Tucuruí deverá se comprometer em oferecer à instituição de ensino superior vencedora a estrutura da rede pública de saúde para a implantação e funcionamento de novo curso de graduação em medicina, que deverá incluir programas de residência médica nas modalidades de Medicina Geral de Família e Comunidade.

Notícia de que a Unifesspa não terá mais o curso de Medicina desencadeia reação na sociedade civil organizada de Marabá

Representantes da Associação Comercial e Industrial, e de mais 23 entidades, se reuniram com a reitoria da universidade para exigir explicações

Por Eleutério Gomes – de Marabá

A notícia de que o curso de Medicina não será mais implantado na Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) desencadeou reação instantânea nos órgãos e instituições representativas da sociedade civil organizada de Marabá. Em movimento encabeçado pela ACIM (Associação Comercial e Industrial), e apoiado por outras 23 entidades, foi entregue à vice-reitora da universidade, Idelma Santiago da Silva, na tarde desta quinta-feira (20), um documento no qual é feita uma exposição de motivos pelos quais o curso deve ser instalado, citando, inclusive, que o bloco destinado a ela, no Campus III, já está com sua estrutura física pronta.

O ofício traça um diagnóstico da cidade do ponto de vista de logística, número de unidades hospitalares, modais de transporte e disponibilidade de moradia a professores e alunos no entorno do Campus III. “O descrito identifica na cidade um cenário favorável em uma nova dinâmica nos segmentos de educação superior, principalmente para a área médica, haja vista que Marabá já está na condição de Polo Universitário, além do que a própria universidade já tem estrutura física preparada para receber o Curso de Medicina”, diz o documento.

Ouvida pelo Blog, Idelma Santiago justificou que o curso de Medicina, cujo valor de implantação é bastante alto, estava previsto dentro do Programa Mais Médicos, do governo federal, porém, desde o ano passado, o programa entrou em extinção: “Deixamos de receber recursos e também ficamos sem previsão sobre a implantação do curso. Recentemente, tivemos notícias de que o governo federal estaria liberando a implantação do curso de Medicina, mas, para instituições privadas. Para a nossa universidade, não temos previsão”, afirmou Idelma.

A vice-reitora – que atendeu as entidades representando o reitor Maurílio Monteiro, que está de férias – também é de opinião que a sociedade, assim como a comunidade acadêmica, lute para que a Unifesspa se concretize totalmente, conforme foi previsto na lei que a criou em 2013, “incluindo o curso de Medicina”.

Também ouvido pelo Blog, o diretor Financeiro da ACIM, Raimundo Nonato Araújo Júnior, disse que, com o passar do tempo, Marabá vem adquirindo o status de cidade universitária, e isso tem trazido melhoria da qualificação do trabalhador da cidade e da região. “Tem trazido novos investimentos para Marabá e região, e o próprio desenvolvimento, com a abertura do mercado para novos investimentos que antes Marabá não possuía”, afirmou ele.

Para Raimundo, esse relacionamento entre sociedade e universidade é fundamental para que Marabá possa garantir que a população seja servida de boa educação, de boa qualificação, de nível superior.

Segundo ele, o movimento que a ACIM desencadeou, em conjunto com outras entidades da sociedade civil organizada, tem o papel de fazer com que a comunidade dialogue com a universidade para apoiá-la em suas demandas, e também verificar de que maneira pode contribuir para, não só a permanência dos cursos que já existem, quanto pela implementação de novos cursos.

“O curso de Medicina é o sonho de qualquer cidade, de qualquer região. E esse murmúrio de que não viria mais para Marabá desencadeou um movimento para buscar a universidade, a fim de que possamos unir forças e garantir que o curso seja efetivamente instalado em Marabá”, reforçou o diretor da ACIM.

Assinaram o documento entregue à Unifesspa, além da ACIM, as seguintes entidades: Conojve, Sindicom, Acomac Sul do Pará, Sinprorural, Prefeitura de Marabá, Câmara Municipal, OAB/PA –Subseção Marabá, Semed, SMS, Seasp, CME, CMS, CMAS, Lojas Maçônicas e clubes de Rotary e Lions.

Educação

MEC publicou hoje (05) o edital suplementar para implantação de uma Faculdade de Medicina em Tucuruí

O curso de medicina é um antigo sonho da população de Tucuruí

O Ministro Mendonça Filho, da Educação, mandou publicar hoje edital de chamada pública para instituições de educação superior do sistema federal de ensino para seleção de propostas para o curso de medicina no município de Tucuruí, no Pará. Veja o edital publicado no Diário Oficial da União.

O deputado federal Helio Leite (DEM-PA) havia anunciado na semana passada que esse edital seria publicado no início do mês, logo após uma reunião com o ministro da Educação. Tucuruí é o primeiro município paraense a receber o curso de medicina dentro da estratégia do Programa Mais Médicos, voltada à reestruturação do atendimento médico no país.

Durante o processo de seleção, Tucuruí foi visitado por uma comissão de especialistas. Entre os critérios avaliados, estava a quantidade de pelo menos cinco leitos no Sistema Único de Saúde disponíveis por aluno e unidade hospitalar com potencial para hospital de ensino. Para escolher a localidade, o governo federal também considerou a necessidade do curso, a organização da rede de saúde para desempenhar as atividades práticas e a capacidade para criação da residência médica.

O Município de Tucuruí assinou, em 26/9/2014, o Termo de Compromisso para implantação da faculdade, mas o município havia ficado de fora da primeira chamada. Após intervenção do deputado Helio Leite e um conjunto de ações do município, este conseguiu se adequar para se enquadrar em um conjunto de ações do Governo Federal para ampliar e interiorizar as vagas de graduação em medicina em todo o país.

Fundado em 1779 (238 anos), o município de Tucuruí, segundo o IBGE, tem uma população de 108.885 (2016).

“A implantação do curso de medicina em Tucuruí é resultado de trabalho das autoridades locais e de empenho junto ao MEC. Os ganhos com o curso virão em melhorias nos serviços prestados à população. Além disso, irá contribuir decisivamente com as ações na área da saúde e consequentemente com o desenvolvimento”, afirmou Hélio Leite.

As instituições interessadas já podem se cadastrar, de acordo com informações do edital, o resultado final será divulgado no dia 31 de janeiro de 2018. Tucuruí será o primeiro município paraense, com papel de destaque no desenvolvimento regional, a receber o curso de medicina dentro da estratégia do Programa Mais Médicos, voltada à reestruturação do atendimento médico no país.

Marabá

Parauapebas: mais de 200 estudantes realizam prova do Prise

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A terceira etapa do Programa de Ingresso Seriado (Prise), da Universidade do Estado do Pará (Uepa), ocorreu na manhã desta segunda-feira (07). Em Parauapebas, 48 estudantes realizaram a prova com 54 questões objetivas de conhecimentos gerais e uma redação valendo 30 pontos.  De acordo com a Uepa, o candidato que obtiver menos de 12 pontos na prova objetiva e menos de seis pontos na prova de redação será automaticamente eliminado.

O candidato Pedro Silva, de 18 anos, conta que se preparou estudando na escola e em casa, e está confiante na aprovação para o curso de Matemática. “Fiquei um pouco nervoso na hora da prova, mas mesmo assim acredito que alcancei uma boa pontuação”, comenta.

A prova aplicada na Escola Estadual Eduardo Angelim, no bairro Rio Verde, aconteceu também na manhã do último domingo (06), quando 161 estudantes participaram da segunda fase do processo. Os candidatos tiveram cinco horas para responder 60 questões objetivas de conhecimentos gerais e Língua Estrangeira.

Os cursos mais concorridos na terceira etapa do Prise são da área de saúde. 1º lugar: Medicina em Marabá com 19 candidatos para uma vaga; 2º lugar: Biomedicina em Belém, com 12,7 candidatos; e 3º lugar: Fisioterapia também na capital com 10,8 concorrentes para uma vaga, na categoria de não cotista.

Para a condição de cotista, a concorrência apresenta em 1º lugar: Enfermagem em Tucuruí, com 6,5 candidatos por vaga; 2º lugar: Medicina em Marabá, com 6,2 candidatos por vaga; 3º lugar: Fisioterapia em Belém, com 5,8 candidatos para uma vaga.

O resultado da terceira fase está previsto para o final de janeiro de 2016, pois a Universidade aguarda a divulgação do resultado do Enem para anunciar a lista de aprovados do  Prise e do Prosel juntos.

Brasil

Médicos suspendem greve em Hospital de Parauapebas

402b92c824cd8e5ccad67018a308f59b117e8b20Médicos do Hospital Municipal de Parauapebas, suspenderam nesta quarta-feira (24) a greve da categoria, iniciada no dia 2 de dezembro.

A paralisação foi encerrada após uma reunião entre a categoria e o Secretário de Saúde do Município no início da tarde. os servidores já voltaram ao trabalho, mas prometeram retomar a pauta de reivindicações em janeiro.

A categoria exigia melhores condições de trabalho, denunciando a falta de medicamentos e de equipamentos para a realização de exames na unidade de saúde. Segundo os grevistas, 30% do quadro profissional foi mantido em atividade durante o período, atendendo apenas os casos de urgência e emergência.

Fonte : G1

Orgulho paraense!

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E para quem, porventura, pensar em desdenhar o curdo de Medicina da UFPA, saiba que ele obteve a maior nota de corte no Brasil, 869,15 pontos. Muito superior aos 822,9 conquistados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que encabeça a lista divulgada ontem pelo MEC. O motivo é técnico. A UFPA oferece apenas 20% de suas vagas via Sisu, sendo o resto ocupados pelo processo seletivo da própria instituição. Para avaliar as campeãs, o MEC exclui aquelas que ofertam poucas vagas na seleção nacional. Desta forma, Igor obteve o melhor resultado no curso com melhor desempenho nacional.

Marabá

Medicina e Enfermagem são os cursos mais concorridos na UEPA

Alunos da UEPA prestam atendimento a romeirosPelo segundo ano consecutivo, o curso de Medicina em Marabá, município do sudeste paraense, é a opção mais concorrida nos Processos Seletivos 2014 da Universidade do Estado do Pará (Uepa). A graduação recebeu 1.116 inscritos, que disputam as 10 vagas ofertadas pela modalidade Processo Seletivo (Prosel). Já pelo Programa de Ingresso Seriado (Prise)/3ª Etapa, o curso de Enfermagem – 1º semestre/vespertino, em Belém, foi o mais concorrido, com 198 candidatos para 12 vagas, numa relação de 16,50.

De acordo com a demanda de vagas por curso, pelo Prosel – forma de ingresso em que o candidato faz as três etapas em um único ano -, o segundo curso mais concorrido é Fisioterapia, com 94,45 candidatos por vaga, seguido por Licenciatura em Educação Física – 1º semestre/matutino, com 83,69.

Ainda nesta modalidade, voltada aos que já concluíram o Ensino Médio, os três cursos mais procurados são da capital: Medicina, com 4.071 inscritos para disputar 50 vagas; Fisioterapia, com 1.889 candidatos, e Engenharia de Produção, cujo número de candidatos inscritos é de 1.276. Os dois últimos cursos ofertam 20 vagas cada um.

Já pela terceira etapa do Prise – modalidade destinada aos estudantes do Ensino Médio –, a maior concorrência, após o curso de Enfermagem, é em Engenharia de Produção. Em Belém, são 12,20 candidatos para uma das 20 vagas ofertadas no total. A Uepa também registrou que, no Prise, os cursos que receberam o maior número de inscritos são de Belém: Medicina, com 376 candidatos para 50 vagas, e Engenharia de Produção, com 244 inscritos para 20 vagas ofertadas.

O novo curso da Uepa, Licenciatura em História, estreia com números positivos: é a terceira maior concorrência do Prise, com 11,80 candidatos para 20 vagas, e nesta modalidade recebeu 236 inscrições. Pelo Prosel foram 1.234 inscritos. Eles também disputam 20 vagas, numa relação de 61,70 candidatos por vaga.

A Uepa será a segunda universidade pública a oferecer o curso no Estado. A graduação formará profissionais para atuação como professores da Educação Básica no Ensino de História, além de equipes de pesquisa, planejamento e execução de políticas públicas em museus e espaços culturais e de memória.

Vagas – Nos Processos Seletivos 2014 da Uepa são ofertadas 3.106 vagas, em 24 cursos de graduação. Estas vagas são divididas igualitariamente entre as duas modalidades de acesso – 1.553 para o Prise e 1.553 para o Prosel. Este ano foram 96.982 candidatos inscritos. Destes, 46,4 mil concorrem pelo Prosel. Já no Prise, são 28,4 mil inscritos na primeira etapa; 16 mil na segunda etapa, e 06 mil na terceira etapa.

Além de Licenciatura em História, outra novidade deste ano é a oferta de Biomedicina, com 30 vagas em Belém.

Os Processos Seletivos da Uepa são realizados em  três etapas marcadas, respectivamente, para os dias 24 e 25 de novembro, e 15 de dezembro, das 8 às 13 horas, de acordo com o horário de Belém. Os candidatos inscritos pelo Prosel fazem as três etapas em apenas um ano. Já os do Prise devem comparecer aos locais de prova somente no dia destinado à etapa em que está concorrendo. Em todas as etapas, os portões serão abertos às 7 h. O cartão de confirmação de inscrição está disponível no site da Uepa.

Na primeira etapa, os candidatos devem responder a 56 questões objetivas de conhecimentos gerais nas áreas de Química, Matemática, Física, Biologia, Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Portuguesa, História e Geografia.

Na segunda etapa serão 60 questões objetivas de conhecimentos gerais e Língua Estrangeira. Na última etapa, os candidatos responderão a 54 questões objetivas, incluindo Língua Estrangeira, e uma redação valendo 30 pontos. Para todas as etapas, cada questão valerá 1 ponto.

Os candidatos a uma vaga no curso de Licenciatura Plena em Música no Prosel 2014 ou na terceira etapa do Prise se submeteram, obrigatoriamente, ao Exame Habilitatório. De caráter eliminatório e valendo 30 pontos, o Exame foi dividido em provas teóricas e práticas, que aconteceram nos dias 20 e 21 de outubro, no Centro de Ciências Sociais e Educação (CCSE) da Uepa e no campus da Universidade, em Santarém, no oeste do Estado. O candidato considerado habilitado continua concorrendo ao respectivo curso. O inabilitado concorre à outra opção, escolhida no ato da inscrição.

No dia da prova, além do cartão de confirmação de inscrição e de caneta esferográfica, com tinta azul ou preta, os candidatos deverão levar documento oficial com foto, como a Carteira Nacional de Habilitação (novo modelo), Carteira de Identidade ou Carteira de Trabalho. Não serão aceitos CPF, Título Eleitoral, carteira de estudante ou quaisquer documentos ilegíveis ou fotocópias.

Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar os documentos originais por perda, roubo ou furto será necessário apresentar um atestado de registro da ocorrência em órgão policial, expedido há, no máximo, 90 dias.

Mais informações sobre os processos seletivos da Uepa estão disponíveis no endereço eletrônico www.paginas.uepa.br/priseeprosel.

Marabá

Jatene se emociona, canta Hino do Pará e tenta dar explicações na aula Magna de Medicina da Uepa em Marabá

Por Paulo Costa – de Marabá

O governador Simão Jatene chegou a Marabá nesta segunda-feira em um jatinho do governo do Estado e foi direto para o auditório da Faculdade Metropolitana, para participar da aula inaugural da primeira turma do curso de Medicina em Marabá.

Medicina 1Com um auditório parcialmente lotado de estudantes, professores e seus correligionários, o governador fez um discurso tentando engrandecer o esforço de seu governo em instalar o curso da Uepa nesta cidade. “Sei que há algumas dificuldades iniciais, mas ninguém tinha feito isso, nenhum outro governador do Pará tentou trazer medicina para Marabá”, elogiou-se, acossado por perguntas de jornalistas momentos antes de usar da palavra sobre os motivos de o Estado não ter construído até agora o prédio para abrigar o curso de medicina, como prometera há um ano e meio.

Rodeado de políticos de partidos que o apoiam, Jatene aproveitou para dar uma cutucada indireta no prefeito de Marabá, João Salame, seu desafeto político e que não foi à cerimônia, mesmo estando na cidade.

“As diferenças políticas tem de ficar de lado. Estamos instalando aqui um curso de medicina e sou governador dos que votaram em mim e dos que não votaram. Quem é prefeito, deve ser dos seus aliados e daqueles que não considera. Ele não pode se negar a isso. Não posso deixar que minhas simpatias ou antipatias pessoais interfiram naquilo que me impõe a condição pública”, alfinetou.

Medicina 2O governador mostrou-se emocionado em seu discurso de 23 minutos e em vários momentos pediu aos novos alunos de medicina que valorizem cada centavo empregado pelo dinheiro público para sua formação acadêmica atendendo bem o público no futuro. Bem humorado, ao final, ele posou para foto com os acadêmicos que já estavam de jaleco branco e ainda arriscou cantar o Hino do Pará. Ele não desafinou.

Hoje à tarde, a partir de 14 horas, o governador terá uma agenda de conversas com prefeitos da região sudeste do Pará, curiosamente, nas instalações de uma igreja evangélica no bairro Liberdade.

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