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Ação natal

Tucuruí: Natal das Crianças chega às ilhas e zona rural

750 brinquedos foram entregues para as crianças de três localidades das ilhas do lago. Ação vai contemplar ainda as comunidades da Bom Jesus, Reunidas e Trocará

As crianças das comunidades do lago de Tucuruí receberam a comitiva da Prefeitura de Tucuruí e puderam participar da ação Natal das Crianças. O Prefeito Bena Navegantes e a secretária de Assistência Social, Alessandra Francês, reuniram com os pais e crianças nas escolas Ouro Verde, Manoel Mendes e Santo Antônio/Ararão para entregar os tão aguardados presentes de Natal.

750 brinquedos foram entregues para as crianças e a secretária Alessandra Francês agradeceu a participação da comunidade. “Nossa intenção é fazer com que essas famílias se sintam abraçadas e incluídas. Os presentes distribuídos são uma pequena forma de dizer que este governo está empenhado em fazer o melhor para a população da cidade e na zona rural”, disse a secretária.

O Prefeito Bena Navegantes fez questão de lembrar aos moradores que o Governo tem visitado as comunidades na zona rural para ouvir e definir quais as necessidades e prioridades de cada localidade. O Prefeito anunciou que em janeiro e fevereiro serão intensificadas as ações de saúde nas ilhas e em outras comunidades da zona rural de Tucuruí. “Nossa intenção é demonstrar para todos que a Prefeitura está preocupada em melhorar as condições de saúde, educação e infraestrutura não somente na cidade, mas também na zona rural”, enfatizou Bena.

A ação Natal das Crianças vai contemplar ainda as crianças das comunidades rurais da Bom Jesus, Reunidas e Trocará nos dias 28 e 29 de dezembro.

Fotos Aldeney Moraes
Solidariedade

Rotary e Conjove se unem e entregam cestas natalinas a famílias carentes da periferia

A parceria surgiu do fato de os presidentes das duas entidades formarem um casal com os mesmos objetivos solidários
Por Eleutério Gomes – de Marabá

Casados na vida e unindo a todos na solidariedade. Foi assim que Isabela Mendes Lobato Reis, presidente do Rotary Club de Marabá, e Caetano Reis Neto, presidente do Conjove (Conselho de Jovens Empresários) e também rotaryano, que, como membros do clube de serviços, participam de ações beneficentes o ano inteiro, decidiram que seria o final de 2017. Para isso, juntaram as duas entidades para amenizar o sofrimento de 70 famílias extremamente carentes de Marabá.

Há cinco anos o Conjove realiza o Natal Solidário, o primeiro foi na Vila Café, localidade que fica logo após o Distrito Industrial, já na Zona Rural de Marabá. Os demais aconteceram na Praça Duque de Caxias, centro do Núcleo Pioneiro, em frente à Acim (Associação Comercial e Industrial de Marabá), em festa para a criançada carente dos bairros adjacentes.

Neste ano, porém, Isabela, que à frente do Rotary conseguiu montar 30 cestas natalinas, propôs a Caetano que as duas entidades realizassem a ação juntas, o que foi aceito tanto por ele quanto pelos demais integrantes do Conjove, vários deles também rotaryanos.

“O Conjove, ao longo de 2017, vem fazendo uma poupança em cada ação realizada no comércio local. Assim, conseguimos montar 40 cestas natalinas, que, somadas às do Rotary, totalizam 70. São cestas com bastante itens que, com certeza, vão ajudar as famílias agraciadas e ajudá-las a ter um Natal com um pouco mais de alimento na mesa”, detalha Caetano Reis.

A distribuição acontecerá em duas etapas. No próximo dia 21, quinta-feira, os jovens empresários do Conjove, acompanhados dos membros do Rotary, se deslocarão até bairros afastados do Núcleo Cidade Nova, como Bela Vista, Bom Planalto e outros, onde farão uma busca ativa de famílias em estado de extrema pobreza que serão socorridas com 40 cestas básicas.
“Iremos de rua em rua, identificando visualmente residências, conversando, perguntando e, sempre que localizarmos uma família realmente necessitada, entregaremos a ela uma cesta natalina”, afirma Caetano, que é filho de ex-rotaryanos.

No dia 22, sexta-feira, os membros do Rotary, acompanhados de integrantes do Conjove, entregarão 30 cestas a igual número de famílias muito carentes indicadas pelo CTA (Centro de Testagem e Aconselhamento), que atende soropositivos portadores de HIV, e pela Seasp (Secretaria Municipal de Assistência Social).

“Cada pessoa beneficiada pelos nossos programas entende muito bem que a nossa organização existe para fazer a diferença no mundo”, afirma Isabela, sobrinha e neta de rotaryanos, complementando: “O Rotary também faz a diferença na vida dos rotarianos. Somos pessoas melhores porque seguimos princípios que se baseiam na missão e nos objetivos do nosso clube de serviços”.

comércio

Marabá: Sindicato do Comércio prevê crescimento de 4,3% este ano, seguindo tendência nacional

CDL, menos otimista, afirma que, “se empatar com as vendas de 2016 já está muito bom”
Por Eleutério Gomes –  de Marabá

Segundo a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), as vendas natalinas este ano, em todo o País, devem movimentar aproximadamente R$ 34,3 bilhões, registrando um crescimento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2016. Os motivos dessa previsão otimista, segundo o economista Fábio Bentes, da CNC, são a baixa inflação, a queda de juros, a e recuperação do mercado de trabalho e da confiança do consumidor, “que está menos receoso de comprar e assumir prestações”. A CNC também prevê a contratação de 73,1 mil trabalhadores temporários.

Em Marabá, segundo o Sindicom (Sindicato Patronal do Comércio Varejista), as três campanhas ocorridas este ano – Saldão de Aniversário, Liquida Geral e Black Friday – com o movimento considerado muito bom, deixaram o comerciante bastante otimista e foram a sinalização de que as vendas natalinas seguirão o mesmo ritmo.

O assessor executivo do Sindicom, Raimundo Alves Neto, ouvido pelo Blog, disse que a CNC acertou em cheio na previsão do crescimento de vendas e afirmou que Marabá seguirá esse ritmo. Quanto às contratações temporárias, a previsão é de que o comércio contrate cerca de 400 pessoas neste final de ano. “Aliás, essas contratações já estão acontecendo”, observa ele.

Neto credita a confiança do setor ao crescimento – mesmo tímido – da economia, à baixa da inflação e, especialmente em Marabá, ao fato de este ano o funcionalismo municipal estar recebendo em dia, sem atrasos, como ocorreu no ano passado.

Ainda segundo ele, as três campanhas, além de aquecerem as vendas, possibilitaram ao comerciante vender cerca de 70% do estoque que estava nos depósitos em razão da crise econômica. “Isso facilitou para que o empresário conseguisse renovar o estoque para as vendas de fim de ano”, informa o representante do Sindicom.

Neto afirma que, de acordo com sondagem entre o consumidor local, este ano já é possível dar presentes “de verdade”, em vez de lembranças, como em 2016. “Com a recuperação da economia, os eletroeletrônicos estão em primeiro lugar por quem vai presentear parentes e amigos, com o telefone celular assumindo a liderança”, afirma ele, acrescentando que, depois, vêm os eletrodomésticos, seguidos de outros como perfumes etc.

CDL vê outro cenário

Porém, o presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Marabá, Pedro Lopes de Brito, também ouvido pelo Blog, não está muito otimista em relação às vendas natalinas no comércio local. Para ele, a situação da economia, “não só em Marabá quanto no resto do País”, não teve mudança visível: “Se as vendas deste ano empatarem com as de 2016 já está muito bom”, afirma Lopes, informando que o fato de o município – hoje o maior empregador em Marabá – estar pagando o funcionalismo em dia, não possibilitou, por exemplo, a recuperação do crédito daqueles que começaram o ano inadimplentes.

“Não aconteceu nada em Marabá em 2017, não houve novos empreendimentos e o desemprego segue alto. Ou seja, não tem dinheiro novo circulando”, afirma, desaminado.

 Para ele, apenas a regularização do pagamento da folha do município, hoje em cerca de R$ 28 milhões, pouco influencia na movimentação do comércio. “O que aconteceu é que a pessoa criou um novo crediário em cima do que estava devendo e vai pagando o novo valor pelo qual assumiu a responsabilidade”, diz, acrescentando que a inadimplência continua alta em Marabá, “pois não houve muita recuperação de crédito este ano”.