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Negócios

Parauapebas esteve representada no Fórum de Investimentos Brasil 2018

O escritório de advocacia Fernandes, Milech, Barbosa de Oliveira e Advogados Associados, de Parauapebas, constituído pelos sócios Ademir Donizeti Fernandes, Marcelo Santos Milech e Andréia Barbosa de Oliveira é membro do Conselho Empresarial Brasil China
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O Governo Federal, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, promoveu a segunda edição do Fórum de Investimentos Brasil (FIB 2018), nos dias 29 e 30 de maio, em São Paulo, no World Trade Center (WTC), reunindo a Presidência da República e demais autoridades do governo federal, lideranças empresariais e formadores de opinião, para apresentar as oportunidades de investimentos e negócios no país.

Parauapebas teve um participante no evento: o escritório de advocacia Fernandes, Milech, Barbosa de Oliveira e Advogados Associados, constituído pelos sócios Ademir Donizeti Fernandes, Marcelo Santos Milech e Andréia Barbosa de Oliveira.

O escritório é membro do Conselho Empresarial Brasil China, uma instituição bilateral formada por duas seções independentes, uma no Brasil e outra na China, reconhecido oficialmente pelos dois países como o principal interlocutor dos governos na promoção das relações empresariais entre os dois países, com o objetivo de aperfeiçoar o ambiente de comércio e investimento.

Na imagem, os advogados Marcelo Milech e Ademir Fernandes ao lado de Li Jinzhang, embaixador da China no Brasil.

O Brasil tem recebido um crescente número de consultas de grandes grupos estrangeiros interessados em investir no País. Para o secretário de Relações Internacionais do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Jorge Arbache, o fórum mostrou o que está sendo feito no Brasil e como está sendo feito. “A demanda potencial por projeto é muito grande dadas as condições e características da economia brasileira. Tudo isso, junto com essa melhor disposição do setor privado, nos levou a uma agenda de grandes investimentos”, informou .

Parauapebas

Acip realiza o 1º Café de Negócios em Parauapebas

O objetivo é facilitar a interação entre fornecedores e compradores para a realização de negócios
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Quem faz parte do mundo dos negócios provavelmente já ouviu falar em Networking. Caso contrário, podemos dizer que se trata no desenvolvimento de uma rede de contatos formada por pessoas ligadas ao seu campo de atuação.

Pensando nisso, a Associação Comercial e Industrial de Parauapebas (Acip) vai realizar na próxima terça-feira, 17, o 1º Café de Negócios. O intuito é fomentar o Networking criando novas oportunidades de negócios.

O evento, que contará com a participação da mineradora Vale, é destinado às empresas que trabalham com manutenção e calibração de equipamentos de laboratório; aferição de tacógrafos; manutenção de tendas e galpões; manutenção de empilhadeiras; e com maquinas de solda.

“Queremos que as grandes empresas absorvam os produtos e serviços dos fornecedores locais, contribuindo de forma bastante significativa com a economia do município. Desta forma, buscamos facilitar a interação entre os empresários para a realização de grandes negócios”, destaca Humberto Costa, presidente da Acip.

O evento contará com ao apoio do Sebrae, que contribuirá com a condução da rodada de negócios. Segundo Raimundo Nonato, gerente do escritório do Sebrae em Parauapebas a ideia é ampliar, usar e cuidar da rede de relacionamentos, que é vital para o sucesso empresarial. Inclusive esta é uma das características empreendedoras trabalhadas no Curso EMPRETEC e nos demais cursos de empreendedorismo do Sebrae.

“É necessário que o empresário consiga identificar instituições e pessoas com conhecimentos e influência que de alguma forma possam ser úteis para o seu negócio. Além disso, planejar aproximação e manutenção de relacionamento colaborativo é fundamental. O empresário deve fazer uma boa gestão de sua rede aproveitando toda oportunidade para ativar o relacionamento, evitando passar muito tempo sem contato”, destaca Raimundo.

Participe

O 1º Café de Negócios da Acip será realizado na próxima terça-feira, 17, a partir das 08h30, no auditório da instituição que fica na Rua 24 de março, nº 2, no bairro Rio Verde.

Os empresários interessados em participar devem fazer a inscrição através do e-mail: gerencia@acipparauapebas.com.br ou pelos telefones: (94) 9 9239–2558 ou 3356- 1871.

Negócios

Codec e Instituto Confúcio discutem aproximação entre Pará e China

A língua é o principal entrave comercial entre o Brasil e a China
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A Diretoria de Novos Negócios da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Pará (Codec) recebeu na última quarta-feira (2) representantes do Instituto Confúcio, instituição educacional com mais 400 unidades espalhadas em todos os continentes. A entidade, que visa fornecer informações sobre educação, cultura, economia e sociedade chinesas, foi estabelecida em Belém por conta de um convênio entre a Universidade do Estado do Pará (Uepa) e a Shandong Normal University, na China.

Segundo a diretora de Novos Negócios da Codec, Lucélia Guedes, a aproximação com o instituto se deu em razão da demanda crescente de negócios com o país asiático. “A relação comercial entre o Pará e a China cresce a cada dia, e temos cada vez mais necessidade de ter material promocional do Estado em mandarim, além de querermos estreitar as relações, não só institucionais, mas voltadas para os negócios”, explicou.

O diretor do Instituto Confúcio, Antônio Silva, visitou a companhia e disse que o foco da instituição hoje é difundir o mandarim, principalmente nas instituições governamentais. “Sabemos que na área de negócios o Estado está se expandindo, tem muitos convênios com a China, e a China também demonstra um grande interesse no Pará, por isso é importante ter servidores e investidores que falem a sua língua”, concluiu.

Exportação

Pão de queijo do Pará é exportado aos EUA com açaí para cortar custo em 30%

Empresa criada há 23 anos exporta pão de queijo para os USA
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Rachar a conta da “viagem” foi a saída encontrada por uma empresa do Pará, a Maryne, para exportar pão de queijo congelado para os Estados Unidos.

Para ajudar nas despesas, a companhia divide o valor do transporte com o fabricante de outro produto típico da região: o açaí, conhecido como ouro negro da Amazônia. O corte nos custos fica entre 20% e 30%, segundo o diretor comercial da empresa, Délcio Sá.

A Maryne foi criada há 23 anos, quando sua mãe, Mary Anne, começou a vender pães de queijo para supermercados no Pará. Hoje, a companhia atende as regiões Norte e Nordeste do país usando a mesma receita mineira de sua avó.

A ideia de apostar no mercado internacional surgiu porque compradores estrangeiros mostravam interesse pelo produto. “Como a demanda bateu na nossa porta, vimos que era uma oportunidade”, disse Sá.

Transporte caro dificulta exportação

Os principais obstáculos para as empresas brasileiras que querem vender para outros países são o custo do transporte e as tarifas cobradas por portos e aeroportos, segundo uma pesquisa da CNI (Confederação Nacional das Indústrias) e da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Com a divisão dos custos, a Maryne conseguiu se livrar desses problemas, e o pão de queijo congelado começou a ser vendido neste ano para Flórida e Califórnia. A empresa já pensa em expandir as exportações para as Américas Central e do Sul, Europa e Ásia.

O investimento para passar a exportar foi de R$ 250 mil e o retorno é esperado em dois ou três anos. Para 2017, a expectativa é de que a exportação represente 30% do faturamento, disse Sá. O lucro não foi revelado.

Freezers nos EUA causaram mudança de embalagem

A preparação para começar a vender seu produto no exterior levou cerca de um ano, segundo Sá, pois a empresa precisou estudar as leis e exigências do mercado externo.

Foi preciso adaptar a embalagem do produto: no Brasil, a maioria dos modelos de freezer nos pontos de venda são horizontais; nos EUA, eles são verticais; isso altera a forma como a embalagem é vista pelos clientes.

Também foi criado um nome para facilitar a pronúncia: Breadzil –uma junção de pão (bread, em inglês) com Brasil. Por aqui, os produtos levam o nome Jeito de Minas.

Programa ajuda empresa a exportar

Nesse processo, a empresa procurou ajuda da Confederação Nacional das Indústrias. Segundo Sarah Saldanha, gerente de Serviços de Internacionalização da CNI, os interessados nesse serviço devem procurar o Centro Internacional de Negócios na federação de indústria de seu Estado (endereços disponíveis no site http://www.cin.org.br).

Eles fazem uma análise da companhia, verificam a viabilidade da exportação, ajudam com a documentação e a identificar parceiros estrangeiros.

Segundo Saldanha, o primeiro passo para quem quer começar a exportar é fazer um bom planejamento, conhecer as leis do setor e saber as regras tanto do mercado doméstico, quanto do internacional.

Depois, é preciso avaliar uma possível adaptação do produto, pesquisando as características do país que receberá o item. Outro cuidado, afirma, é pensar na sustentabilidade do negócio, ou seja, como vai fazer para se manter no mercado externo.

Se entrou nos EUA, fica mais fácil

Dividir os custos de exportação com outros fabricantes é uma boa saída para quem está começando e quer economizar, de acordo com a professora de administração da Universidade Presbiteriana Mackenzie Francisca Grostein.

Ela diz que deve haver parceria e acordo sobre o cliente estrangeiro para evitar problemas no futuro.

O empresário deve estar preparado também para uma avaliação rígida de seu produto, principalmente nos Estados Unidos. “Produtos alimentícios precisam passar por uma rigorosa seleção. Mas, uma vez garantida a certificação, ela dá credencial para entrar em outros mercados, já que a vigilância americana é bem criteriosa”. (UOL)