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Saúde

Dia Mundial do Rim: saiba as dificuldades de se ter doença renal crônica e como se prevenir

Parauapebas conta com um trabalho de destaque no diagnóstico da doença.

Imagine você precisar de uma máquina para realizar o papel desenvolvido pelos seus rins? Com certeza não é algo simples de ser executado, afinal, esses órgãos são vitais e tem um papel muito importante dentro do corpo humano: o de filtrar as impurezas para eliminá-las por meio da urina. Quando os rins já não conseguem cumprir esse papel é necessário realizar a hemodiálise, procedimento que salva muitas vidas de pacientes com Doenças Renais Crônicas (DRCs).

Estes pacientes devem fazer sessões de hemodiálise em três dias na semana, com duração de aproximadamente quatro horas. Durante estas sessões o sangue do paciente sai totalmente do seu corpo, pouco a pouco, para ser purificado, em um processo que necessita de competência técnica dos profissionais e da qualidade dos equipamentos e materiais utilizados. “São 300ml de sangue por minuto, impulsionados pela máquina. Ela substitui o rim do paciente”, explica a técnica responsável pelo centro de diálise do Hospital Geral de Parauapebas (HGP), Euciane Sara Kundi.

Os pacientes que tem DRC correm risco de vida, pois durante o processo de hemodiálise podem haver intercorrências como a baixa repentina da pressão. Por isso, as unidades de saúde que contam com o funcionamento deste serviço necessitam da retaguarda permanente da UTI. O paciente que faz hemodiálise deverá fazer o tratamento pelo resto da vida ou até a realização de um transplante de rim, processo muito difícil de conseguir na região.

Maria Neurilene do Nascimento, de 39 anos, faz parte do grupo de 42 pacientes que realizam hemodiálise no HGP desde outubro do ano passado, quando o serviço foi inaugurado. Ela precisou deixar suas atividades como professora por conta da doença e até mesmo mudar de cidade. “Esse processo é uma batalha pela vida, graças a Deus que a gente pode contar com esses recursos, caso contrário, não estaríamos mais vivos”, afirmou a professora, que descobriu que tinha a doença em 2010.

“Eu já vinha com vários sintomas, mas foi durante um check-up que descobri que tinha problema renal, a partir de um exame simples. A partir de então comecei a me cuidar mais. Tive uma crise forte em 2013 e se não fosse pela doutora Verônica eu não estaria aqui para contar história”, relatou Maria Neurilene, que desenvolveu a doença hereditariamente.

Diferentemente da entrevistada dessa matéria, a maior parte dos pacientes que realizam hemodiálise entrou no quadro mais grave da doença renal por falta de cuidado com alimentação e de atividades físicas, muitos também já eram diabéticos, uma das causas mais comuns no desenvolvimento de doença que fragiliza os rins.

Dia Mundial do Rim

Comemorado todo 9 de março, o Dia Mundial do Rim tem como objetivo divulgar informações relacionadas à prevenção de doenças renais. A Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) definiu o seguinte tema para 2017: “Doença Renal e Obesidade: estilo de vida saudável para rins saudáveis”. A obesidade é um fator de risco das DRCs.

De acordo com a SBN, para prevenir a doença é interessante: manter-se em forma; praticar atividade física regularmente; manter alimentação saudável; evitar sobrepeso; manter-se hidratado; controlar o nível de açúcar no sangue (glicemia) para evitar o diabetes; monitorar pressão arterial; consultar médico regularmente para acompanhar a situação dos rins; não fumar; evitar bebidas alcoólicas; não tomar remédios sem orientação médica.

O grupo de risco da doença é composto por quem está acima do peso ideal, tem pressão alta, sofre de diabetes mellitus, tem histórico familiar de DRC, fuma, tem mais que 50 anos, tem problema no coração ou nas veias (vasos) das pernas – doença cardiovascular ou tem obesidade. Quem integra esse grupo deve consultar um médico, dosar a creatinina no sangue e fazer o exame de urina.

Parauapebas conta com um trabalho de destaque no diagnóstico, acompanhamento de pacientes com doenças renais e fortalecimento das ações preventivas graças ao empenho notório da nefrologista Verônica Costa, médica efetiva da rede pública na cidade.

Além de atender de forma cuidadosa e responsável os seus pacientes, a médica dedica parte do seu tempo para investir em educação e saúde, realizando treinamentos, palestras e capacitações para médicos, enfermeiros, agentes comunitários e odontólogos da rede de saúde em Parauapebas.

Durante a campanha alusiva ao Dia Mundial do Rim, a médica, apoiada pelas equipes da Atenção Básica e do Humaniza SUS, realiza diversas programações para levar mais informações para a população e assim gerar maior prevenção contra as doenças renais. A abertura da campanha ocorreu durante a sessão legislativa de terça-feira (7), e nesta quarta-feira (9), por exemplo, paralelo às atividades da Semana da Mulher, uma equipe de saúde esteve presente na Praça de Eventos realizando aferição de pressão, orientação nutricional e atendimento com foco na prevenção.

Ambulatório de Nefrologia

O atendimento aos pacientes com doenças renais é realizado no posto de saúde para os casos menos graves, “os nossos profissionais estão preparados para realizar esse atendimento. Temos algumas dificuldades em função da alta rotatividade de médicos, mas aí contamos com o apoio das equipes de enfermagem, que são servidores efetivos da rede e estão sempre participando das capacitações sobre doenças renais”, informou Verônica Costa.

Os pacientes que necessitam do acompanhamento do serviço de nefrologia são encaminhados pelos médicos do posto para atendimento na Policlínica, onde funciona o ambulatório da referida especialidade. Atualmente cerca de 350 pacientes são atendidos regularmente. “Temos um trabalho em conjunto com a equipe de nutrição. Nosso esforço em parceria também com o paciente é para evitar que a doença se agrave e que ele vá para a diálise”, explicou a médica.

Atualmente sete pacientes estão internados no HGP e tem outros treze na lista de espera aguardando vaga para diálise em outros municípios, já que em Parauapebas o centro de hemodiálise está completamente ocupado desde a inauguração do serviço. “Temos dados preocupantes, a doença renal se tornou epidemia. Pelo menos 60% dos pacientes que fazem diálise tem entre 20 e 54 anos. Antes, o maior público era acima de 60 anos. A maior parte dos pacientes não desenvolveu a doença por questão hereditária e sim pelo estilo de vida”, alertou Verônica Costa, que também é presidente da SBN – seção Pará.

Educação

Rondon do Pará: autoridades participam de inauguração de campus da Unifesspa

Prédio abriga cursos de Administração e Ciências Contábeis, tem 2.670 m² e custou R$ 4 milhões.

Segmentos expressivos da sociedade de Rondon do Pará e da região Sul e Sudeste do Estado estiveram presentes nesta sexta-feira, 3, na solenidade de inauguração do novo prédio do ICSA (Instituto de Ciências Sociais Aplicadas), da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará. O instituto oferece, atualmente, os cursos superiores de Administração e Ciências Contábeis.

A solenidade contou com a visita das instalações do prédio de quatro pavimentos; execução de vídeo sobre o resgate histórico do processo de implantação de ensino superior em Rondon até a criação do ICSA; execução do Hino Nacional, composição da Mesa de Honra suprapartidária e discursos das autoridades políticas, educacionais, religiosas e comunitárias.

Centenas de professores, técnicos administrativos, alunos, pais de alunos e incentivadores da educação compareceram a este momento histórico para o ensino superior em Rondon do Pará. O prédio inaugurado tem quatro andares, distribuídos em doze salas de aula, três mini auditórios, biblioteca, salas de estudos, laboratório de informática, salas administrativas – todas devidamente climatizadas – e banheiros em todos os andares, inclusive para pessoas com deficiência, masculino e feminino.

O prédio conta com sistema de elevador, hidrante e extintores contra incêndios em todos os andares; centrais de ar condicionado em todas as salas e pisos em mármore claro nas principais salas e dependências. O sistema de corrimão foi instalado para auxiliar as pessoas que optarem pela troca de andar pelas escadas. Portas e janelas de vidros reforçadas foram amplamente utilizadas interna e externamente para dar maior luminosidade natural aos ambientes comuns durante o dia, economizando no uso de energia elétrica.

O espaço construído foi de 2.670 metros quadrados, envolvendo recursos federais da ordem de R$ 4 milhões, numa arquitetura projetada para dar maior comodidade, conforto e bem-estar aos alunos, técnicos administrativos, professores e visitantes que frequentam suas dependências. Uma área de estacionamento para veículos automotores foi destinada na frente do prédio do ICSA.

O projeto inicial do ICSA prevê a possibilidade de pelo menos cinco cursos universitários em Rondon do Pará, explicou o reitor Maurílio de Abreu Monteiro. “O propósito da Unifesspa é de transformar a sociedade para um Brasil mais justo”, completou Maurílio. “Por isso o nosso compromisso, de professores, técnicos e alunos por uma educação superior, pública e de qualidade”.

História do Campus

O ICSA surgiu a partir de um embrião da educação superior existente em Rondon do Pará datado de 1988, que oferecia, inicialmente, cursos modulares de Letras e Matemática oferecidos pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Nessa época, levou-se em consideração a importância estratégica de Rondon do Pará na produção e no escoamento da produção de outros municípios pela BR 222 – que corta o Município –, a vontade manifesta da população e as cobranças de suas lideranças políticas e comunitárias em melhorar o nível da educação das pessoas direcionando o saber para a formação das novas gerações.

Em Rondon fixou-se o Núcleo Universitário Regional Estratégico da BR-222 com cursos de universidades públicas e privadas. Mesmo com esse esforço inaugural, as demandas por educação superior persistiam, de forma que a UFPA integrada à sociedade civil organizada e a classe política se articularam para ampliar o suporte de educação superior no Sul e Sudeste do Pará.

Dessa união, manifestada em abaixo-assinado com mais de cem mil assinaturas, entregue a então presidente Dilma Rousseff e discursos no Congresso Nacional surgiu a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) com campus em Rondon do Pará, Marabá, Xinguara, São Félix do Xingu e Santana do Araguaia. A natureza da Unifesspa é de uma universidade multicampi.

A criação da Unifesspa se deu por meio da Lei Federal nº 12.824, de 05 de junho de 2013, a partir do desmembramento do Campus da UFPA de Marabá. Desde então, a Unifesspa tem trabalhado para pautar-se por princípios orientadores de integração da região e o desenvolvimento de municípios que compõem sua vasta área de influência com abrangência nos estados do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.

Autoridades presentes

Estiveram presentes à solenidade o professor doutor e reitor Maurílio de Abreu Monteiro; a vice-reitora, professora doutora Idelma Santiago os pró-reitores de Administração, Leandro de Oliveira Ferreira; pró-reitora de Pesquisa e Inovação Tecnológica, Fernanda Ferreira; pró-reitor de Ensino de Graduação, Elias Fagury Neto; próximo pró-reitor de Extensão e Assuntos Estudantis, Diego; e pró-reitor de Gestão de Pessoas, Marcel Ferreira, diretora do Campus de Rondon do Pará, Érica Júcio dos Reis, professores, técnicos administrativos, alunos e pais de alunos.

Do campo político se fizeram presentes o prefeito de Rondon do Pará, Arnaldo Ferreira Rocha; os deputados federais Roberto Salame Filho, o Beto Salame e Arnaldo Jordy Figueiredo; os deputados estaduais Dirceu Ten Caten, Hildegard Nunes e João Chamon, este último representou, também, o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho; o ex-deputado Wander Cock, representando o Governo do Estado do Pará; a ex-prefeita de Rondon do Pará, Cristina Malcher, que representou na solenidade o senador Flexa Ribeiro; o padre Juraci, pároco de Rondon do Pará; prefeitos da região, ex-prefeitos e ex-prefeitas, vereadores, ex-vereadores, lideranças políticas e a imprensa local e regional. (Com informações da Ascom Unifesspa)

Marabá

Sicredi reinaugura agência em Marabá

O Sicredi iniciou as atividades em Marabá em 2011 e, com o crescimento do número de associados e da cooperativa em si, houve demanda por essa realocação.

Na manhã desta segunda-feira, 06 de fevereiro, a cooperativa Sicredi Sudoeste MT/PA reinaugura sua agência em Marabá. A nova estrutura da instituição fica localizada na Av. VP-8, na Folha 32. Em termos de identidade visual, o empreendimento já conta com a nova marca e o novo conceito interno que renova o propósito em ser simples, ativo e próximo.

O Sicredi iniciou as atividades em Marabá em outubro de 2011 e, com o crescimento do número de associados e da cooperativa em si, houve demanda por essa realocação. Agora, conta com espaço quase 4 vezes maior do que a antiga estrutura e com potencial para dobrar o número de associados atendidos, inclusive ofertando mais postos de atendimento e caixas eletrônicos.

De acordo com o presidente da cooperativa, Antônio Geraldo Wrobel, trata-se de um momento muito especial, uma vez que Marabá é um polo regional e o Sicredi acompanha o desenvolvimento do município. “As instalações possuem um conceito moderno, estrutura ampla, pronta para receber associados com necessidades especiais e adequadas a proporcionar um bom atendimento aos cooperados e à comunidade, além de ofertar melhor condição de trabalho aos nossos colaboradores”, destaca Wrobel.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão valoriza a participação dos 3,4 milhões de associados, os quais exercem um papel de dono do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 20 estados*, com 1.500 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros. Mais informações estão disponíveis em www.sicredi.com.br.

*Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Política

Carta aberta da militância do PT do Pará

Confira a manifestação pública da militância e simpatizantes do PT do Pará contra a possibilidade de composição com partidos "golpistas" nas eleições das mesas da Câmara e do Senado.

A presente carta é uma manifestação pública da militância e simpatizantes do PT do Pará contra a possibilidade de composição com partidos golpistas nas eleições das mesas da câmara e do senado.

A decisão do diretório nacional do PT ocorrida no último dia 20/01 que deliberou que cabe a bancada do PT a decisão final sobre que rumo tomar nas eleições da câmara e do senado, permitindo dessa maneira, que os parlamentares petistas façam aliança com Rodrigo Maia (DEM) e Eunicio Oliveira (PMDB), representa um grande equívoco frente ao momento que estamos enfrentando.

A composição com partidos e lideranças que aplicaram o golpe na presidenta Dilma, no PT e na sociedade, nos coloca contra a nossa base social, nos afasta dos movimentos sociais e nos deixa em descompasso com tudo que estamos defendendo nas ruas e nas lutas contra o golpe e o governo ilegítimo golpista, bem como sua agenda de supressão de direitos sociais e trabalhistas. Qualquer aliança com setores golpistas só irá nos desmoralizar e nos fragilizar enquanto partido de oposição ao governo usurpador de Temer e na denúncia do golpe.

O PT precisa ter uma posição coerente nas eleições da mesa da Câmara e do Senado. O partido deve construir uma chapa de oposição de esquerda, com partidos que estiveram conosco na defesa da democracia e contra o golpe. Nossa representação na mesa é um direito constitucional e não pode ser garantida mediante a chantagens e alianças com partidos golpistas.

Neste sentindo, conclamamos a toda a militância do PT do Pará a convencer os deputados e senadores do PT, em especial a bancada do PT do Pará, a não votar em golpistas e construir um bloco oposicionista para a eleição da mesa.

Seguiremos firmes na oposição ao governo usurpador de Temer, em defesa da democracia e contra retirada de direitos dos trabalhadores e da sociedade!

Belém, 30 de Janeiro de 2017.

Assinam essa carta:

Antonio Mirail- Presidente do PT de Bagre
Antônio Álvares Rodrigues – Militante do PT de Mosqueiro
Ana Lucia Lima- Executiva Estadual PT do Pará
Ana Julia Carepa – Ex-Governadora do Pará
Ana Paula Rodrigues- Militante do PT de Mosqueiro
Anizio Teixeira- Militante do PT de Parauapebas
André Farias- Professor da Universidade Federal do Pará
Andrea Barbosa – Setorial de Cultura
Amaury da APPD- Vereador de Belém
Aldo Rodrigues – Sindicalista- SINTEPP
Ademir Martins – Executiva do PT de Marabá
Antonia Lopes- Executiva PT Belém
Alessandro Barros- Militante do PT de Santa Izabel
Angelico Aciole- Presidente do PT de Oriximiná
Alcinéia Brabo- Militante do PT de Belém
Agricolo de Farias Miranda – Presidente do PT de Barcarena
Alex Rocha – Membro do Diretório Estadual
Alcir Silva – Professor da rede estadual de ensino.
Ari Loureiro – Professor da Universidade Federal do Pará
Bira Rodrigues – Membro do Diretório Estadual
Bruno Calheiros – Secretário de Cultura PT de Ananindeua
Carlos Marques – Executiva PT Belém
Claudio Elias Marques – Militante do PT de Xinguara
Claudio Puty – Membro do Diretório Nacional
Claudia Fortes – Militante do PT de Belém
Castanheira Silva – Membro do Diretório Estadual
Cassiano da Rocha – Militante do PT de Santarém
Charles Sales – Militante do PT de Belém
Cleumyr Lima Mota – Executiva do PT de Parauapebas
Camila Casseb – Militante do PT de Belém
Cintia Almeida Pinheiro – Executiva do PT de Cametá
Cristina Louchard – Membro da Comissão de Ética do PT do Pará
Dael Cardoso- Membro do Diretório do PT de Cametá
Del Viana – Militante do PT de São Sebastião da Boa Vista
Dr. Pedro – Militante do PT de Santo Antônio do Tuá
Delficastro Gonçalves de Andrade – Militante do PT de São Félix do Xingu
Danilo Araujo – Professor da Universidade Federal do Pará
Danielson Flexa – Militante do PT de Santo Antonio do Tauá
Daniel Tavares- Militante do PT de Belém
Diógenes Brandão – Ativista Social e redator do blog As Falas das Polis
Diva Cássia- Militante do PT de Uruará
Dinho – Presidente do PT de São João da Ponta
Eterlene Castelo Duca – Presidenta do PT de Ananindeua
Estela Figueiredo – Militante do PT do DASAC
Euzébio Rodrigues – Membro do Diretório Estadual
Edilson Moura – Membro do Diretório Estadual
Edson Muniz – Militante do PT DABEN
Eliana Bogéa – Professora da Universidade Federal do Pará
Elias Silva Oliveira – Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Itaituba
Edvar Oliveira – Universidade Federal Rural da Amazônia
Edgar Fernando Cardoso – Professor da Universidade Federal Rural da Amazônia
Ewerton Fonseca de Freitas – Militante do PT de Mosqueiro
Fábio Castro – Professor da Universidade Federal do Pará
Fábio Pessôa – Professor da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
Fábio Bessa – Militante do PT de Belém
Francisco Assis – Militante do PT de Belém
Francisco Brasil – Militante do PT de Belém
Fausto Fernandes – Militante do PT de Abaetetuba
Fernando Arthur – Professor da Universidade Federal do Pará
Gersinho dos Santos Portilho – Membro do Diretório do PT de Cametá
Gerson William – Militante do PT de Belém
Gilmar Santos – Diretor do Sindicato dos Bancários do Pará
Helen Ruth Campinas – Militante do PT de Belém
Hélio Jorge Costa- Militante do PT de São Félix do Xingu
Isaldiva Vieira de Castro – Vereadora do PT de Mãe do Rio
Igo Pereira da Silva – Secretário de Juventude do PT de Marabá
Jax Pinto – Professor da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará
Janete Araujo- Militante do PT de Belém
Jair Santos – Militante do PT de Belém
João Cláudio Tupinambá Arroyo – Professor Universitário
Jorge Cruz – Executiva do PT de Belém
Jeferson Duarte dos Santos- Membro do Diretório do PT de Ananindeua
Jorge Amorim – Redator do Blog na Ilharga
Jorge Coutinho – Professor, militante do PT de Belém
José Oeiras – Coordenador do Setorial de Meio Ambiente do PT
José Freitas – Militante do PT do DASAC
João Gonçalves – Presidente do PT de Novo-Repartimento
João Evangelista Fonseca – Membro do Diretório do PT de Monte Alegre
João Corrêa – Militante do PT DASAC
José Carlos Borges – Presidente do PT de Bragança
José Raimundo Trindade – Professor da Universidade Federal do Pará
Jorge Souza – Professor da Universidade Federal Rural da Amazônia
Karol Cavalcante – Executiva do PT do Pará
Leirson Azevedo – Presidente do PT de Mosqueiro
Lene Bastos – Executiva do PT de Belém
Lenir Teixeira – Militante do PT
Léa Serrão – Militante do PT de Belém
Luiza Helena – Executiva do PT de Belém
Lourenço Marcos – Militante do PT
Luis Cavalcante – Professor, militante do PT de Belém
Luis Carlos Oliveira Barbosa – Executiva do PT de Jacundá
Luciléia Laurentino – Executiva do PT de Ananindeua
Márcia Silva – Militante do PT de Belém
Marquinho Silva – Militante do PT de Belém
Maria Elisabeth – Presidenta do PT de Maracanã
Maria José – Membro da Comissão de Ética do PT do Pará
Mara Rita Duarte – Professora da Universidade Federal do Pará
Maria Odilene da Silva – Professora SEDUC
Maria Aparecida – Secretária de Mulheres do PT de Belém
Maria do Socorro Almada dos Santos – Presidenta do STTR de Itaituba
Maria Inez Raiol – Militante do PT de Mosqueiro
Mário Sérgio – Militante do PT Belém
Mara Silva – Militante do PT Belém
Marcos Alexandre Ribeiro – Professor da Universidade Estadual do Pará
Marcelo Martins – Membro do Diretório Municipal de Belém
Marcia Souza – Militante do PT de Belém
Marcelino Silva – Professor da Universidade Federal do Pará
Maneko Aragão – Professor, militante do PT de Ananindeua
Manoel Pinheiro (Manduca) – Presidente do PT de Marapanim
Nilton Cezar da Silva Junior – Associação dos Estudantes Secundaristas de Itaituba
Nonato Souza – Membro do Diretório Estadual
Nacor Abraão – Militante do PT de Belém
Odilene Santos – FBP de Ananindeua
Odilene Silva – Militante do PT de Belém
Otavio Pinheiro- Sindicalista- Urbanitário
Oliviomar Sousa Barros – Advogado e militante do PT de Ananindeua
Osimar Barros – Militante do PT de Santa Izabel
Paulo José – Militante do PT de Belém
Paulo – Executiva do PT de Ananindeua
Pere Petit Pena – Executiva do PT de Belém
Parazinho Carneiro – Presidente do PT de Parauapebas
Pedro Santana – Militante do PT
Professor Ribamar – Militante do PT de Belém
Paulo Afonso – Presidente do PT do DASAC
Regina Barata – Membro do Diretório Estadual
Raoni Raiol – Membro do Diretório do PT de Ananindeua
Rosa Maria de Azevedo – Secretária de Mulheres do PT de Ananindeua
Rosangela Freitas – Militante do PT do DASAC
Raimundo Menezes de Saraiva Neto – Militante do PT de Itaituba
Raimundo Favacho – Professor, militante do PT de Ananindeua
Rivelino Lacerda Cardoso – Militante do PT de Santarém
Rui Moreno – Presidente do PT do DAGUA
Rosi Soares – Militante do PT de Bujaru
Rocha Netto – Vereador do PT de Salinas
Ronaldo Fagundes – Executiva do PT de Barcarena
Rolando Noronha – Militante do PT de Belém
Rosalina Amorim – Presidenta do Sindicato dos Bancários
Rosimalia Silva Santos – Membro do Diretório do PT de Jacundá
Ronaldo Campelo – Militante do PT de Belém
Renato Sampaio – Secretário Estadual de Cultura do PT
Renato Frances – Professor da Universidade Federal do Pará
Salete Gomes – Militante do PT de Belém
Sandro Batista – Presidente do PT do DABEL
Sharles Rodrigues Peixoto – Militante do PT de Conceição do Araguaia
Stefani Henrique – Membro do Diretório Estadual
Smile Golobovante – Secretário de Juventude do PT Belém
Socorro Coelho – Professora da Universidade Federal do Pará
Sueli Sousa – Sindicalista, militante do PT de Itaituba
Telma Saraiva – Setorial de Cultura
Valderez Carrera – Militante do PT DAOUT
Waldir Nascimento – Sindicato dos Urbanitários
Zely Corrêa – Ação da Cidadania do Pará- PT Águas Lindas

Pará

Helder traz R$ 162,7 mi em investimentos federais para aeroportos do Pará

Seis unidades serão modernizadas em todo o estado.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, negociou com a Secretaria de Aviação Civil (SAC) a inclusão de seis aeroportos paraenses no Programa de Aviação Regional, do Governo Federal. As unidades escolhidas são os aeroportos de: Breves, Itaituba, Marabá, Paragominas, Parauapebas e Redenção. No caso dos aeroportos regionais paraenses, a previsão de investimentos é de R$ 162,7 milhões, a serem executados entre os anos de 2017 e 2018. O ministro ressaltou a importância dos investimentos nos aeroportos regionais do estado, não só do ponto de vista do desenvolvimento econômico, como também social.

“Quero dizer da minha satisfação de poder ter colaborado para garantir um investimento de mais de R$ 162 milhões para reestruturar aeroportos regionais no nosso estado. Investimentos estes que permitirão que esses aeroportos, essas cidades, essas regiões possam receber voos comerciais e possam ter voos noturnos, o que ajuda sob o âmbito econômico, mas também salva a vida de pessoas”, disse o ministro.

Os aeroportos paraenses escolhidos nesta primeira fase, apresentam características estratégicas para o desenvolvimento do estado, seja pelo potencial turístico das cidades onde estão instalados, como Breves e Itaituba; seja pela relevância no setor mineral, a exemplo de Marabá, Paragominas e Parauapebas, ou pela vocação para o setor agropecuário e também mineral, caso de Redenção.

O ministro Helder Barbalho adiantou que os investimentos em aeroportos regionais no estado serão ampliados e, para isso, estudos já estão sendo elaborados para beneficiar outras cidades com melhores serviços.

“Quero também registrar que, além dessas cidades que receberão obras já agora em 2017 e 2018, outras cerca de 20 cidades do nosso estado já estão com projetos em concepção para que futuramente sejam beneficiadas. Lembrando do tamanho do estado do Pará e da necessidade de podermos estar interligados, seja pelas nossas estradas, pelos nossos rios e, claro, tendo a oportunidade de ter uma malha aeroviária estrutural. Vamos juntos continuar a fazer com que o Pará cresça, se desenvolva e investimentos possam chegar para o bem-estar de cada paraense”, afirmou o ministro.

Os investimentos vão possibilitar que os aeroportos paraenses possam operar por mais tempo durante o dia e também à noite, a partir da instalação de equipamentos que vão tornar mais seguro o tráfego de aeronaves. Além disso, serão oferecidas mais comodidades aos passageiros, levando, consequentemente, a uma maior movimentação econômica nas regiões de influência. Os seis aeroportos paraenses farão parte da primeira fase do programa de investimentos federais, que contempla 58 unidades em todo o país, com investimentos totais de R$ 2,4 bilhões. O anúncio oficial deverá acontecer a partir de meados de fevereiro.

De acordo com o Secretario de Aviação Civil Dario Lopes, a importância do Programa de Aviação Regional está no fato de ampliar a área coberta por serviços de aviação em todo o país, com um olhar específico para a região Amazônica onde, segundo Lopes, a SAC está concentrando esforços no sentido de possibilitar que mais localidades sejam atendidas pelos serviços aéreos.

“A rede inteira de aeroportos regionais no Brasil é de 189 unidades. Mas vamos trabalhar nessa primeira fase com 58 unidades, com investimentos na melhoria da infraestrutura e em ações para aumentar as condições de segurança, a partir da implantação de equipamentos nos aeroportos como caminhões contra incêndio, equipamentos para Raio X, pórticos e outros itens para que a aviação regional seja feita com todos os padrões de segurança e qualidade previstos pela legislação”, afirma o secretário.

O secretário destacou a importância da participação do ministro Helder Barbalho na escolha dos aeroportos paraenses que estão listados na primeira fase do programa. Lopes ressaltou que o olhar político do ministro ajudou na decisão.

“Temos um trabalho técnico e que é concluído com o olhar de quem sabe e conhece a realidade local e pode nos orientar no sentido do que está sendo feito corretamente e o que está mais próximo da realidade. Esse olhar político do Pará quem fez foi o ministro Helder. O ministro foi fundamental para olhar o que foi feito do ponto de vista técnico e dizer o que estava certo”, disse o secretário da SAC.

Para ele, um dos exemplos da importância da participação do ministro na escolha correta dos aeroportos paraenses foi o caso específico da cidade de Redenção.

“O papel do ministro Helder foi preponderante. Havia uma dúvida se incluiríamos ou não Redenção nessa primeira etapa porque quem conhece a região sabe que próximo do aeroporto há um linhão de transmissão de energia da Eletronorte. Foi através da presença do ministro, intercedendo junto à Eletronorte e a prefeitura que nos deram tranquilidade para saber que vamos fazer o investimento no aeroporto. O linhão vai ser adaptado para ser feita a infraestrutura compatível com as necessidades da região”, disse Lopes.

Dario Lopes ressalta que o Programa de Aviação Regional não se limita a ser um investimento financeiro. Ele destaca a função de qualificar os aeroportos para um melhor atendimento. E explica como isso será feito em todas as unidades, incluindo as escolhidas no estado do Pará.

“O Programa de Aviação Regional é um programa de qualificação da infraestrutura. E isso significa dispor de recursos para que, através de investimentos, equipamentos e treinamento, a infraestrutura aeroportuária fique mais tempo disponível ao longo do dia. Para qualificar é preciso investir na parte física, é preciso equipar, treinar aqueles que vão operar para prestar um bom serviço”, reforça Lopes.

Ele cita como exemplos de um projeto de qualificação eficaz, que um aeroporto tenha equipamentos para atender portadores de necessidades especiais.

“No caso específico do Programa de Aviação Regional, todos os aeroportos que tiverem movimentos regulares – programação diária de pousos e decolagens – irão dispor de rampas que permitem ao portador de deficiência sair do avião sem precisar ser carregado. É o programa que, através da conjugação desses pilares, que são o investimento na parte física, o equipamento, o olhar no procedimento e no treinamento, permitirá, durante muito mais tempo do dia, que se tenha a possibilidade de prestar serviços à população”, assinala.

Lopes afirma que o usuário final terá melhorias no serviço não só porque terá disponibilidade em qualquer horário do dia de usar o aeroporto, como também pela gestão sustentável das unidades, a partir de soluções que vão baratear os custos destes aeroportos.

“Hoje, muitas vezes por restrição financeira do município de manter o serviço ao longo do dia, ou mesmo por falta de equipamentos, não se se consegue manter a infraestrutura disponível por muito tempo. Com o programa, haverá essa disponibilidade. O outro ponto é que estamos chegando a essa disponibilidade da maneira mais sustentável possível, estimulando, por exemplo, o uso da energia solar nas regiões Norte e Nordeste do país, no uso de balizamento noturno (luzes de orientação para as aeronaves, que são acesas nas laterais e limites das pistas). A melhoria traz resultados a um custo menor”, garante Lopes.

Novo Programa foca em aeroportos mais estratégicos

Na primeira versão do Programa de Aviação Regional, lançado em 2012, ainda no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, o estado do Pará havia sido contemplado com 24 aeroportos na lista de 270. Os investimentos daquele primeiro plano foram estimados em R$ 7,3 bilhões, mas o projeto não decolou. Em agosto do ano passado, uma nova listagem de aeroportos foi anunciada, reduzindo de 270 para 53 o número de unidades regionais consideradas prioritárias, com recursos previstos de R$ 2,4 bilhões e conclusão até 2020. O novo programa tem foco em aeroportos estratégicos para o país.

Recursos para a aviação regional no Pará

Investimento estimado 2017/2018: R$ 162,7 milhões

  • Breves: R$ 21,5 milhões
  • Itaituba: R$ 39,6 milhões
  • Marabá: R$ 3,5 milhões
  • Paragominas: R$ 50,6 milhões
  • Parauapebas: R$ 21,5 milhões
  • Redenção: R$ 26 milhões

Total: R$ 162,7 milhões

Fonte: Secretaria de Aviação Civil (SAC)

Futebol

Águia de Marabá perde no fim e frustra a torcida

Bilau fura defesa do Águia com bela cobrança de falta aos 44 do 2º tempo.

Ulisses Pompeu – de Marabá

O gramado encharcado pela forte chuva que caiu na noite foi determinante para que a partida de estreia entre Águia de Marabá e São Raimundo se transformasse em um jogo “feio”, marcado por muitos chutões. Raros momentos com troca de passes e finalizações ocorreram na partida, que foi dominada a maior parte do tempo pelo Azulão.

O jogo aconteceu na tarde deste domingo, no estádio Zinho Oliveira, em Marabá, e quem saiu sorrindo de campo foi o time visitante, que venceu o confronto por 1 a 0. O único gol do confronto foi marcado aos 44 minutos do segundo tempo, pelo atacante Everson Bilau, que havia entrado na segunda etapa.

A vitória coloca o São Raimundo na segunda colocação do grupo A1, enquanto que o Águia fica na vice-lanterna da Chave A2. As duas equipes voltam a campo no meio de semana, sendo que o Pantera pega o Castanhal na terça-feira (31) e os marabaenses encaram o Cametá.

O Estádio Zinho Oliveira recebeu um bom público na tarde deste domingo, para acompanhar a estreia da equipe. Essa mesma torcida compreendeu os chutões do jogo e incentivou a equipe de João Galvão em vários momentos, apesar de uma bola na trave perigosa numa finalização do meia Wendel Oliveira

A segunda etapa foi marcada por domínio do Águia sobre o Pantera. O meia Felipinho e o lateral esquerdo Ednaldo tiveram chances claras para marcar, estando dentro da área. Todavia, o excesso de preciosismo e dribles fizeram com que os dois errassem a finalização.

E o Águia pagou caro pelo duplo desperdício. No final, aos 44 minutos, o zagueiro Bernardo fez uma falta do lado esquerdo e, na cobrança, Bilau encobriu o goleiro Maick Douglas e acertou o anglo esquerdo do arqueiro. Foi a festa para os meninos do técnico Lecheva, que só precisaram administrar os minutos finais e levar três pontos na bagagem para Santarém.

Na entrevista ao final da partida, Galvão lamentou o resultado ruim, mas elogiou sua equipe, formada principalmente por jovens jogadores e considera que com o gramado enxuto eles vão dar alegrias à torcida.

Solicitado pela reportagem do blog a apontar o melhor e pior em campo, de sua equipe, o técnico do Azulão fugiu da proposta e preferiu dizer que “todo o time jogou bem”. Todavia, foi nítido que o meia Eric foi o jogador mais contundente, enquanto o atacante Andrew Bruno não teve uma boa atuação.

Nesta segunda-feira, 30, o Águia volta a se apresentar para treinar e viajar na terça-feira pela manhã para Cametá, onde enfrenta o time da cidade na quarta-feira, dia 1º de fevereiro, pela segunda rodada. O Águia está na penúltima colocação em seu grupo, à frente do próprio Cametá, que perdeu de goleada (5 a 0) para o Remo, também neste domingo.

Brasil

Pará é o 3º em resgate de trabalhadores em situação análoga à escravidão

Minas Gerais lidera o ranking, segundo balanço divulgado pelo Ministério do Trabalho.

O Ministério do Trabalho divulgou os resultados de fiscalizações de combate ao trabalho escravo no ano de 2016. Os dados foram atualizados até 6 de janeiro deste ano. Foram 108 operações, com 667 trabalhadores resgatados em situação semelhante à escravidão. Minas Gerais aparece em 1º lugar no número de trabalhadores resgatados, 141. Pará vem em 3º lugar com 77 trabalhadores resgatados e Maranhão em 6º, com 49.

Segundo o Ministério, os resultados de 2016 apresentam significativa redução de fiscalizações e resgates em relação a 2015. A pasta justifica os números por greves realizadas pelos auditores-fiscais e pela mudança de governo com o processo de impeachment no ano passado.

A produção agropecuária continua ocupando as primeiras colocações entre os ramos onde se verifica a existência de trabalho análogo à escravidão, mas segundo o Ministério do Trabalho, uma tendência apresentada nos últimos anos persiste: a ocorrência deste tipo de exploração em setores de atividades tipicamente urbanas, como têxtil e construção civil.

Nesta quarta-feira (25), auditores-fiscais fizeram uma manifestação em frente ao Ministério do Trabalho, em Brasília, contra a impunidade. O dia de Combate ao Trabalho Escravo, 28 de janeiro, relembra a Chacina de Unaí, quando auditores foram mortos durante uma fiscalização. Após 13 anos do crime, os mandantes continuam em liberdade, apesar de terem sido condenados. (EBC)

Saúde

Xinguara está em estado de alerta por causa da febre chikungunya

Somente nas três primeiras semanas deste ano, já foram registrados 174 casos suspeitos da doença.

Xinguara, no Pará, está em estado de alerta por causa da febre chikungunya. Segundo a Secretaria de Saúde do município, até o momento, foram confirmados dois óbitos. Outros três casos estão sob investigação. Alguns bairros apresentam índices de infestação predial de 17%, muito acima do percentual máximo de 1% recomendado pelo Ministério da Saúde.

Diante da situação, a Secretaria de Saúde do Pará e as secretarias do município planejam uma força-tarefa para o combater a proliferação do Aedes Aegypti, mosquito transmissor da doença. Entre as ações desempenhadas estão: a eliminação de focos do mosquito por meio dos Agentes de Controle de Endemias, a utilização do carro-fumacê e o atendimento de denúncias recebidas por meio do Disque Dengue.

As equipes também estão orientando a população sobre a limpeza de entulhos ou depósitos irregulares. O estado recomenda o uso frequente de repelentes durante o dia, o uso de roupas de manga longa e de cores claras.

A doença preocupa autoridades brasileiras. Em 2016, o número de registros de febre chikungunya cresceu 620% em relação à 2015. Foram mais de 260 mil casos no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, este ano, os casos de dengue e zika devem se manter estáveis. Já as infecções por chikungunya devem aumentar ainda mais.

A febre chikungunya provoca febre e intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores podem permanecer por meses, e até anos. (EBC)