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Saúde

Parauapebas conta com serviços de referência em saúde auditiva

Clínica realiza exames e terapias especializados, incluindo acompanhamentos para pacientes com implante coclear ou aparelho auditivo

De acordo com a Associação de Surdos de Parauapebas (ASURP) mais de 400 pessoas tem diagnóstico de surdez na cidade. Tanto as pessoas que já sabem que tem problemas auditivos, como aquelas que suspeitam, encontram serviços de qualidade diferenciada em uma clínica especializada em saúde auditiva, em Parauapebas.

Exames especializados, como o PEATE (BERA), que ajuda a diagnosticar problemas auditivos, são realizados na clínica. “Quando minha filha tinha um ano e cinco meses, não falava nada. Fizemos várias consultas e o otorrino pediu um exame chamado BERA, que fizemos na Auditiva, aqui em Parauapebas, e foi detectado que minha filha tinha surdez profunda. Fomos para Belém e lá repetimos o exame e o resultado foi o mesmo aqui de Parauapebas”, disse Ana Joyse Silva de Oliveira.

“Nós estamos sempre trabalhando para inovar no atendimento ao nosso público e sempre qualificando a nossa equipe para os avanços na área da fonoaudiologia. Desde junho do ano passado, conseguimos um salto enorme na qualidade do nosso atendimento com aparelhos auditivos, graças à parceria que firmamos diretamente com a empresa matriz, o que possibilitou redução de custo para o paciente e mais celeridade nos serviços de manutenção”, afirmou a fonoaudióloga Fabiana Lemos, proprietária da Clínica Auditiva.

O estabelecimento de saúde é pioneiro em Parauapebas no segmento. Foi implantado em 2008 e desde então já realizou mais de 23 mil Testes da Orelinha, exame que é capaz de detectar problemas auditivos em recém-nascidos. Audiometria, Imitanciometria, Emissões Otoacústicas e o Processamento Auditivo Central são alguns dos exames realizados na Clínica, este último, inclusive, ajuda a detectar dificuldades que algumas crianças apresentam na escola.

“O ideal seria que todas as crianças, antes de entrar na educação infantil, por exemplo, realizassem exames auditivos, pois algumas dificuldades só são percebidas em sala de aula”, informou Fabiana.

As fonoaudiólogas da Auditiva participam continuamente de encontros, cursos e capacitações para buscar o aperfeiçoamento dos serviços, “cada profissional da nossa equipe tem como meta participar de pelo um curso de atualização por mês. Além disso, temos encontros quinzenais, para tratarmos das novidades em nosso campo de atuação e também para análise e discussão de casos de pacientes”, relatou a fonoaudióloga.

Terapias

A clínica atende, com terapia fonoaudiológica, um número expressivo de crianças e adultos com variados diagnósticos, e disponibiliza atendimentos específicos como: terapia de Processamento Auditivo, que ajuda, principalmente, crianças que tem queixas escolares por conta da dificuldade de compreensão (“escuto mas não entendo”); a terapia de (Ha)Reabilitação Vestibular, para quem tem tontura (um exemplo de quem pode fazer esse tipo de terapia é quem sofre com Labirintite); Reabilitação Auditiva, para usuários com implante coclear e aparelho auditivo.

“Depois que fiz o exame e recebi o diagnóstico da minha filha, fomos atrás da cirurgia para implante coclear. Conseguimos realizar o procedimento em Belém, mas fazemos o acompanhamento dela aqui em Parauapebas, na Auditiva, com terapia. Graças ao implante e ao trabalho da fonoaudiologia, minha filha, que hoje tem seis anos, já consegue falar várias palavras e só tem avançado”, acrescentou Ana Joyse.

Comércio

Basa disponibiliza mais de R$ 90 milhões para investimentos na região de Carajás

A Instituição realizou visita à Parauapebas na última sexta-feira (26) para apresentar suas propostas de crédito ao empresariado local

Grandes e pequenos empreendedores, na zona urbana ou rural, podem contar com linhas de créditos facilitadas pelo Banco da Amazônia (Basa), por meio do Fundo Constitucional do Desenvolvimento do Norte (FNO). A instituição financeira está realizando uma série de visitas aos municípios pólos da Região Norte para apresentar as propostas de crédito: é a ROTA do FNO.

Parauapebas foi o décimo primeiro município que recebeu a caravana da ROTA do FNO, o evento contou com a parceria da Prefeitura e ocorreu no auditório do Centro Administrativo, nesta sexta-feira (26). Entre outras destinações, o crédito pode ser disponibilizado para a aquisição de máquinas e equipamentos, custeio ou capital de giro, com uma margem de juros baixa – dependendo da opção, pode chegar à 0,53% ao ano.

De acordo com Luiz Sampaio, diretor comercial do Basa, são 90 milhões de reais de investimentos destinados às cidades de Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado dos Carajás. “Sei que muitos estão temerosos em investir, mas temos dados que apontam para um novo aquecimento na economia, tanto que vamos criar uma nova superintendência do Basa só para atender a região sul e sudeste do Pará”, adiantou o representante do banco.

O empresariado local compareceu em peso ao evento e saiu satisfeito, não só com as facilidades de crédito apresentadas pela instituição financeira, mas também com as notícias compartilhadas pelo prefeito de Parauapebas, Darci Lermen, sobre as ações locais para o desenvolvimento da economia.

“Tudo isso é muito bom, sou cliente do Basa há 17 anos e 98% da minha movimentação financeira é toda por lá. Fiquei também muito satisfeito em ouvir do prefeito os investimentos e ações para as áreas de turismo e formação superior. Precisamos reagir, nossa cidade tem potencial”, disse o pecuarista Magliano Baesse Carvalho, um dos clientes que assinou contrato de financiamento com a Basa, durante o evento.

As dificuldades enfrentadas pelos empresários do município também foram destacadas durante o evento. “Nossos colegas empresários estão pedindo socorro; pessoas competentes, que estão no mercado há anos, estão com suas empresas quebrando”, relatou Leonardo Pinheiro, que representou a Associação Comercial e Industrial em Parauapebas (ACIP), durante o evento.

Cenário com boas perspectivas

Darci Lermen apresentou uma série de possibilidades de desenvolvimento da economia local em seu discurso e elencou algumas ações que a gestão municipal tem realizado no sentido de diversificar a economia e de reaquecer o movimento no mercado local. “Temos que fazer um pacto por essa cidade, precisamos nos unir”, declarou o prefeito, deixando os empresários animados quando informou que, dentro de poucos dias, mais de R$ 30 milhões estarão nas mãos dos professores da rede pública, graças ao repasse de verbas da educação, conquistado depois de um processo judicial.

“Quase 100 mil metros cúbicos de madeira estão se estragando em Carajás. Com essa quantidade, é possível o pessoal do Pólo Moveleiro trabalhar por uns 10 anos, gerando emprego e renda, por isso estamos lutando para conseguir esse matéria-prima junto à Vale; temos um potencial turístico enorme: são 111 mil hectares de floresta, com cavernas, cachoeiras, temos aldeias indígenas, águas termais; o porto-seco também é outro foco de trabalho nosso, em junho faremos a primeira visita; vamos contar com o apoio do ministro Helder Barbalho para asfaltar até as Quatro Bocas, o que vai possibilitar a implantação de frigorífico; temos o projeto da Orla, os consultores contratados pelo BID já estão em nossa cidade, é uma obra de 400 milhões de reais; na agricultura familiar, estamos implantando 140 pastos rotacionados, para o pequeno produtor trabalhar com o leite, temos um laticínio subutilizado na Estação do Conhecimento, na Apa, precisamos investir lá; até o final do ano, Parauapebas contará com um curso de medicina, de uma faculdade particular, e estamos avançando para a implantação do Campus da UEPA, que foi iniciado na gestão anterior”, acrescentou Darci Lermen.

Seguindo a “Rota do FNO”

A Rota do FNO é uma ação promovida pela área comercial do Banco da Amazônia e que objetiva dinamizar a aplicação do FNO através da divulgação das linhas de crédito de forma próxima aos empreendedores de todos os portes e segmentos da cadeia produtiva.

Assim, foi traçado um percurso e cronograma de realização dos eventos que ocorrerão em 25 municípios pólos de toda a Região Norte, abrangendo os Estados do Pará, Amapá, Rondônia, Tocantins, Amazonas, Roraima e Acre. Na oportunidade, serão apresentadas as linhas de financiamentos disponíveis para fomentar os negócios do empreendedor individual, agricultor familiar, produtor rural, micro e pequena empresa, bem como a média e grande empresa, e com destaque para as contratações destinadas ao custeio agrícola e pecuário, capital de giro e aquisição de máquinas e equipamentos, utilizando a metodologia de crédito pré-aprovado.

Para atender toda demanda existente, o Banco da Amazônia dispõe de R$4,6 bilhões de recursos do FNO para o ano de 2017, e quem participar da Rota do FNO irá conhecer o diferencial do Banco da Amazônia que são suas linhas de crédito, tanto comercial e de fomento. Terá a oportunidade de conhecer também sobre às condições de acesso ao FNO, linhas de crédito com prazos, limites e encargos financeiros diferenciados. Além disso, conhecerá sobre os benefícios da Lei 13.340 que informa sobre soluções para liquidar ou renegociar suas dívidas, com descontos de até 85%.

Parauapebas

Parauapebas recebe Caravana do ID Jovem no dia 23 de maio

O evento capacitará gestores de Juventude e de CRAS da região.

O secretário nacional de Juventude, Assis Filho, recebeu nesta terça-feira (2) o coordenador de Juventude de Parauapebas (PA), Rafael Ribeiro; o coordenador de Programas e Projetos da Coordenadoria de Juventude de Parauapebas, Antônio Freitas Junior; a presidente do Conselho Municipal de Juventude daquela cidade, Michele Dangeli; e o ex-prefeito de Curionópolis, Wenderson Chamonzinho. Na reunião, foi acordado para o dia 23 de maio o lançamento do ID Jovem na cidade.

O evento capacitará gestores de Juventude e de Centros de Referência e Assistência Social (CRAS) de quatro municípios da região: Parauapebas, Curionópolis, Canaã dos Carajás e Eldorado do Carajás. Só em Parauapebas, existem 10.921 jovens de 15 a 29 anos que poderão ser beneficiados pelo programa. A cidade é o quinto maior município do estado, localizada a 719 quilômetros da capital, Belém.

Texto: Ascom/SNJ

Saúde

Dia Mundial do Rim: saiba as dificuldades de se ter doença renal crônica e como se prevenir

Parauapebas conta com um trabalho de destaque no diagnóstico da doença.

Imagine você precisar de uma máquina para realizar o papel desenvolvido pelos seus rins? Com certeza não é algo simples de ser executado, afinal, esses órgãos são vitais e tem um papel muito importante dentro do corpo humano: o de filtrar as impurezas para eliminá-las por meio da urina. Quando os rins já não conseguem cumprir esse papel é necessário realizar a hemodiálise, procedimento que salva muitas vidas de pacientes com Doenças Renais Crônicas (DRCs).

Estes pacientes devem fazer sessões de hemodiálise em três dias na semana, com duração de aproximadamente quatro horas. Durante estas sessões o sangue do paciente sai totalmente do seu corpo, pouco a pouco, para ser purificado, em um processo que necessita de competência técnica dos profissionais e da qualidade dos equipamentos e materiais utilizados. “São 300ml de sangue por minuto, impulsionados pela máquina. Ela substitui o rim do paciente”, explica a técnica responsável pelo centro de diálise do Hospital Geral de Parauapebas (HGP), Euciane Sara Kundi.

Os pacientes que tem DRC correm risco de vida, pois durante o processo de hemodiálise podem haver intercorrências como a baixa repentina da pressão. Por isso, as unidades de saúde que contam com o funcionamento deste serviço necessitam da retaguarda permanente da UTI. O paciente que faz hemodiálise deverá fazer o tratamento pelo resto da vida ou até a realização de um transplante de rim, processo muito difícil de conseguir na região.

Maria Neurilene do Nascimento, de 39 anos, faz parte do grupo de 42 pacientes que realizam hemodiálise no HGP desde outubro do ano passado, quando o serviço foi inaugurado. Ela precisou deixar suas atividades como professora por conta da doença e até mesmo mudar de cidade. “Esse processo é uma batalha pela vida, graças a Deus que a gente pode contar com esses recursos, caso contrário, não estaríamos mais vivos”, afirmou a professora, que descobriu que tinha a doença em 2010.

“Eu já vinha com vários sintomas, mas foi durante um check-up que descobri que tinha problema renal, a partir de um exame simples. A partir de então comecei a me cuidar mais. Tive uma crise forte em 2013 e se não fosse pela doutora Verônica eu não estaria aqui para contar história”, relatou Maria Neurilene, que desenvolveu a doença hereditariamente.

Diferentemente da entrevistada dessa matéria, a maior parte dos pacientes que realizam hemodiálise entrou no quadro mais grave da doença renal por falta de cuidado com alimentação e de atividades físicas, muitos também já eram diabéticos, uma das causas mais comuns no desenvolvimento de doença que fragiliza os rins.

Dia Mundial do Rim

Comemorado todo 9 de março, o Dia Mundial do Rim tem como objetivo divulgar informações relacionadas à prevenção de doenças renais. A Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) definiu o seguinte tema para 2017: “Doença Renal e Obesidade: estilo de vida saudável para rins saudáveis”. A obesidade é um fator de risco das DRCs.

De acordo com a SBN, para prevenir a doença é interessante: manter-se em forma; praticar atividade física regularmente; manter alimentação saudável; evitar sobrepeso; manter-se hidratado; controlar o nível de açúcar no sangue (glicemia) para evitar o diabetes; monitorar pressão arterial; consultar médico regularmente para acompanhar a situação dos rins; não fumar; evitar bebidas alcoólicas; não tomar remédios sem orientação médica.

O grupo de risco da doença é composto por quem está acima do peso ideal, tem pressão alta, sofre de diabetes mellitus, tem histórico familiar de DRC, fuma, tem mais que 50 anos, tem problema no coração ou nas veias (vasos) das pernas – doença cardiovascular ou tem obesidade. Quem integra esse grupo deve consultar um médico, dosar a creatinina no sangue e fazer o exame de urina.

Parauapebas conta com um trabalho de destaque no diagnóstico, acompanhamento de pacientes com doenças renais e fortalecimento das ações preventivas graças ao empenho notório da nefrologista Verônica Costa, médica efetiva da rede pública na cidade.

Além de atender de forma cuidadosa e responsável os seus pacientes, a médica dedica parte do seu tempo para investir em educação e saúde, realizando treinamentos, palestras e capacitações para médicos, enfermeiros, agentes comunitários e odontólogos da rede de saúde em Parauapebas.

Durante a campanha alusiva ao Dia Mundial do Rim, a médica, apoiada pelas equipes da Atenção Básica e do Humaniza SUS, realiza diversas programações para levar mais informações para a população e assim gerar maior prevenção contra as doenças renais. A abertura da campanha ocorreu durante a sessão legislativa de terça-feira (7), e nesta quarta-feira (9), por exemplo, paralelo às atividades da Semana da Mulher, uma equipe de saúde esteve presente na Praça de Eventos realizando aferição de pressão, orientação nutricional e atendimento com foco na prevenção.

Ambulatório de Nefrologia

O atendimento aos pacientes com doenças renais é realizado no posto de saúde para os casos menos graves, “os nossos profissionais estão preparados para realizar esse atendimento. Temos algumas dificuldades em função da alta rotatividade de médicos, mas aí contamos com o apoio das equipes de enfermagem, que são servidores efetivos da rede e estão sempre participando das capacitações sobre doenças renais”, informou Verônica Costa.

Os pacientes que necessitam do acompanhamento do serviço de nefrologia são encaminhados pelos médicos do posto para atendimento na Policlínica, onde funciona o ambulatório da referida especialidade. Atualmente cerca de 350 pacientes são atendidos regularmente. “Temos um trabalho em conjunto com a equipe de nutrição. Nosso esforço em parceria também com o paciente é para evitar que a doença se agrave e que ele vá para a diálise”, explicou a médica.

Atualmente sete pacientes estão internados no HGP e tem outros treze na lista de espera aguardando vaga para diálise em outros municípios, já que em Parauapebas o centro de hemodiálise está completamente ocupado desde a inauguração do serviço. “Temos dados preocupantes, a doença renal se tornou epidemia. Pelo menos 60% dos pacientes que fazem diálise tem entre 20 e 54 anos. Antes, o maior público era acima de 60 anos. A maior parte dos pacientes não desenvolveu a doença por questão hereditária e sim pelo estilo de vida”, alertou Verônica Costa, que também é presidente da SBN – seção Pará.

Tecnologia

Grupo de WhatsApp “Umbora” propõe mais atividades presenciais e menos interação virtual

Três amigos criaram o “Umbora”, grupo de WhatsApp que ironicamente promove a diminuição do uso do aplicativo.

O WhatsApp é o aplicativo de interação social mais famoso dos últimos tempos, considerado como umas das mais poderosas ferramentas de mídia social. A maior parte dos seus usuários utiliza grupos criados no aplicativo com assuntos específicos para se comunicar, trocar informações, comprar, entreter-se, trabalhar, e assim, cumprir com o objetivo principal de um grupo, que é a interação, e isto faz com que as pessoas fiquem ligadas, uma boa parte do seu tempo, no WhatsApp.

Indo na contramão deste objetivo e com uma proposta de fazer com que as pessoas se desconectem um pouco do mundo virtual e vivenciem mais a interação presencial, três amigos criaram o “Umbora”, grupo de WhatsApp que ironicamente promove a diminuição do uso do aplicativo.

“Estávamos voltando de um passeio em uma cachoeira, na Vila Sanção. A experiência foi tão boa. Daí, durante as nossas conversas sobre como deveríamos fazer isso mais vezes, o Carlos teve a ideia de criar o grupo”, disse Wesley de Almeida Guedes, um dos idealizadores do grupo.

“Percebemos que quando a gente sai, todo mundo fica ligado no WhatsApp. A ideia foi criar um grupo que pudesse estimular as pessoas a se desconectar um pouco mais desse mundo virtual, a se movimentar, e assim, promover mais interação presencial”, disse Carlos Alessander, criador do grupo. Atualmente são 45 integrantes do Umbora, e o detalhe interessante é que todos são administradores.

Praticamente todo grupo tem regras de participação. No Umbora, os integrantes não devem: cumprimentar, apresentar-se, postar correntes ou informações comerciais. Somente enviar convites para eventos, passeios, viagens ou mesmo para uma caminhada ou para ajudar em uma mudança de casa.

O convite para eventos ou qualquer tipo de atividade deve ser feito a partir da criação de um subgrupo, desta forma já foram criados o Umbora para o cinema, Umbora para a cachoeira, Umbora na roça, Umbora para Belém, Umbora fazer uma mudança, Umbora caminhar, entre outros subgrupos desde a criação do grupo principal, em 28 de agosto de 2015. Não importa o tipo de atividade, o objetivo é tirar os integrantes do WhatsApp por um período e proporcionar mais contato presencial.

No início de janeiro deste ano teve o Umbora Docenorte, clube de esporte e lazer localizado em Carajás e, recentemente, foi criado o Umbora Rio de Janeiro, uma viagem que promete muitas aventuras e um belo passeio pela cidade maravilhosa à um custo impressionantemente baixo.

“Eu encontrei passagens à R$ 250,00, ida e volta, de Carajás para o Rio de Janeiro. Logo que postei essa informação no grupo o pessoal se interessou e agente começou a organizar a viagem. Conseguimos também um hotel, em Copacabana, por R$ 225,00 para cada pessoa, sete dias de hospedagem”, comemorou Wesley Guedes. Onze pessoas estão programadas para o Umbora Rio de Janeiro, que será entre os dias 8 e 15 de março.

“Conheci a ideia do grupo através de uma boa e velha carona do Carlos. Me interessei principalmente porque estava há apenas dois meses na cidade e queria me enturmar. Participei de várias atividades. Muita gente entrou e depois saiu por não compreender a metodologia. Hoje posso dizer que o Umbora é o melhor grupo do meu aplicativo, não é chato. Sei que quando começa a chegar mensagens é por que vai rolar algo, daí eu opto por participar ou não, sem estresse, sem cobranças. Com o grupo conheci mais pessoas, lugares e comidas diferentes”, disse a enfermeira Lígia Miranda.

O jovem servidor público Abimael Oliveira Sousa mora sozinho em Parauapebas e também esteve envolvido na criação do grupo. Ele conta que a partir de sua participação conseguiu estabelecer novas amizades na cidade, “achei uma ideia inovadora, pois tira as pessoas do ‘zap’ e faz a gente ter experiências legais”, acrescentou.

“Fico sem palavras ao refletir sobre todas as histórias do grupo e ver que o objetivo foi cumprido: de sair do isolamento da vida moderna e usar a tecnologia para juntar as pessoas, fazendo com que todos se percebam numa grande família”, relatou Carlos Alessander.

Saúde

Parauapebas: epidemia de Chikungunya lota Pronto Socorro Municipal

Estima-se que a cada 10 atendimentos, sete são de pacientes com sintomas de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

De acordo com a vigilância epidemiológica do município de Parauapebas, 36 casos de Chikungunya foram registrados na cidade durante o mês de janeiro deste ano, o que representa 26% de todas as ocorrências da doença no ano passado inteiro. Em janeiro de 2016, por exemplo, não houve um registro da doença. Porém, esse número pode ser muito maior. De acordo com informações levantadas pelo Blog, estima-se que a cada 10 atendimentos no Pronto Socorro Municipal, sete são de pacientes com sintomas de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, entre elas, a Chikungunya.

Nos últimos dias, quem tem procurado a referida unidade de saúde, tem se deparado com um grande número de pessoas aguardando por atendimento, mesmo com uma quantidade razoável de médicos disponíveis no plantão. Só nesta quarta-feira (1º) foram realizados 580 atendimentos no Pronto Socorro. Um aumento considerável na procura pelos serviços de saúde já que a média é de 300 atendimentos diários.

Recentemente a Unidade Pronto Atendimento (UPA)  de Parauapebas voltou a funcionar 24 horas por dia. Pacientes com sintomas de Dengue, Zika ou Chikungunya também podem procurar a unidade de saúde para receber pronto atendimento.

Combate aos agentes transmissores da doença

O combate aos mosquitos que transmitem essas doenças, além do Aedes aegypti tem também o Aedes albopictus, é realizado no município pela Coordenação de Vigilância Ambiental, setor da Secretaria Municipal de Saúde. O trabalho é encabeçado pelos agentes de endemias, que percorrem as residências da cidade, nas áreas cobertas, realizando orientação aos moradores, verificação e eliminação de criadouros dos mosquitos e outras ações de combate aos agentes transmissores.

Áreas cobertas são os bairros que os agentes de endemias conseguem realizar o devido acompanhamento. Dos mais de 100 bairros que o município tem, conforme a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semurb), apenas 29 bairros são atendidos diretamente com esse monitoramento, os demais somente são alcançados com ações de mutirões. Dentre os bairros que não são cobertos estão alguns muito populosos: Nova Vida, Morada Nova, Caetanopólis e Jardim América.

Essa realidade não é de hoje e a dificuldade de cobertura se dá pelo crescimento acelerado em Parauapebas e, respectivamente, a insuficiência de pessoal. Para minimizar esse problema foi realizado concurso público, ainda em 2014, ofertando 100 vagas de agentes de endemias, no entanto, 19 dos classificados não foram empossados e oito, depois de tomarem posse, pediram exoneração, conforme informações repassadas pelo coordenador de Vigilância Ambiental, Mickael Gross.

“Temos atualmente 88 agentes de endemias no município. Para conseguirmos atender toda zona urbana da cidade, precisaríamos ter entre 120 e 125 profissionais”, afirmou o coordenador. A Prefeitura deve realizar em breve convocação de mais candidatos aprovados no concurso para aumentar o número de pessoal.

Apesar do quadro insuficiente, as equipes têm se desdobrado para realizar um trabalho eficiente de acompanhamento e monitoramento das áreas cobertas. Segundo o último Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti, realizado entre os dias 9 e 13 de janeiro, o percentual da cidade, contando apenas as áreas cobertas, é de 5,4% e os bairros em que a situação está mais crítica são Palmares I, com um índice de 8,1%, e Liberdade I, com 6,2%. O Ministério da Saúde estabelece como parâmetro o percentual de 1%, quando passa disso, é sinal de alerta.

Neste levantamento os agentes de endemias visitam as residências e fazem coletas de larvas do mosquito para identificarem se são do Aedes aegypti, Aedes albopictus ou outros. Com base nesses dados são definidas ações estratégicas de combate, como o mutirão que deverá ser realizado no final deste mês nos bairros com maiores índices de infestação.

Além das visitas domiciliares, ações em escolas e empresas são realizadas continuamente e reforçadas neste período de intensificação das chuvas. A reprodução do Aedes aegypti ocorre em água suja também, principalmente em criadouros artificiais, como copos descartáveis e caixas d’água, já o Aedes albopictus só se reproduz em criadouros naturais, como folhas e pedaços de árvores, com maior incidência nos bairros próximos de córregos e rios.

“A orientação é evitar água parada a todo custo, seja ela suja ou limpa. Quem precisar armazenar água precisa tampar seus reservatórios. Se não houver contribuição efetiva da população o nosso trabalho será em vão e as unidades de saúde continuarão superlotadas”, acrescentou Mickael Gross.

Emprego

Pelo menos 38 classificados no concurso do Saaep devem ser convocados até sexta-feira (03)

Essa já é a segunda data que a gestão do órgão deu para iniciar a convocação dos classificados.

O compromisso de convocar até sexta-feira (3) pelo menos 38 candidatos classificados no concurso do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Parauapebas (Saaep), realizado em 2016, foi firmado durante uma reunião que ocorreu na manhã desta quarta-feira (1°), entre a gestora do órgão Claudenir Rocha, o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Parauapebas (Sinseppar) Carlos Alessander e a comissão dos classificados e aprovados no concurso.

Essa já é a segunda data que a gestão do órgão deu para iniciar a convocação dos classificados, que estão ansiosos desde o ano passado para tomarem posse nos seus respectivos cargos. A última data dada para convocação foi 24 de janeiro, conforme publicado pelo Blog.

Dificuldades de ordem administrativa, em função da situação caótica em que a gestão recebeu a autarquia, impediram a realização da convocação até então, essa foi a justificativa dada ao sindicato e à comissão. Inclusive, o pagamento dos servidores do Saaep referente ao mês de janeiro só deveria ocorrer hoje, em função desses problemas administrativos.

“Creio que o fato da administração se comprometer em fazer a primeira convocação até sexta-feira já é um avanço, mas creio que o Saaep deve melhorar esse vínculo com os aprovados e classificados no concurso”, afirmou um dos candidatos que também integra a comissão.

O Sinseppar fará uma reunião nesta quinta-feira (2) para apresentar aos candidatos que foram aprovados e classificados no concurso o resultado da reunião e deliberarem quais as próximas ações. “Estamos aguardando a folha de pagamento do mês de dezembro e de janeiro do Saaep para fazermos um comparativo. Essa informação é importante para embasar nossas ações”, informou Carlos Alessander.

Os dados fiscais, contábeis e de pessoal do Saaep não estão disponíveis no Portal da Transparência há muito tempo, por isso o Sindicato depende que a autarquia envie esses dados para as devidas análises.

A gestora do Saaep informou em reunião, ainda, que precisa de pelo menos 90 dias para colocar a casa em ordem e que dentro desse prazo entregará um cronograma com a convocação dos demais classificados, que foram 85 no total. Para que o serviço de tratamento e distribuição da água não parasse no município, a autarquia precisou realizar contratações temporárias de caráter emergencial. Com a ciência do sindicato, os ocupantes das vagas que foram ofertadas em concurso serão paulatinamente substituídos por servidores efetivos.

Classificados no concurso da Prefeitura

Outro grupo que está ansioso para ser convocado é composto pelos aprovados no concurso da Prefeitura, realizado em 2014. A comissão que os representa aguarda agendamento de reunião com o executivo para deliberarem o processo.

De acordo com o titular da Coordenadoria de Treinamento de Recursos Humanos (CTRH), José Roberto Marques Vieira, a convocação dos candidatos para ocupar as 116 vagas (em realidade, são 117, mas no levantamento inicial não foi contabilizada vaga para portador de necessidades especiais) ocorrerá até março, já que em abril encerra o prazo do concurso, e para realizar tal ato de forma mais eficiente possível, foi enviado um memorando para todas as secretarias e departamentos da Prefeitura, solicitando suas respectivas demandas de pessoal.

Em documento enviado semana passada para o Gabinete do Prefeito, o Ministério Público (MP) recomendou que a gestão pública municipal “se abstenha de realizar contratação de servidores temporários em detrimento de candidatos que estão aprovados e/ou classificados em concurso público vigente no município”.

No documento o MP solicita o quantitativo de pessoal contratado e seus respectivos cargos. O pagamento dos servidores da Prefeitura, referente a janeiro, já foi realizado, porém, os dados ainda não foram publicados no Portal da Transparência. O último registro lá é o da Folha de Pagamento de dezembro de 2016.

Pará

Helder traz R$ 162,7 mi em investimentos federais para aeroportos do Pará

Seis unidades serão modernizadas em todo o estado.

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, negociou com a Secretaria de Aviação Civil (SAC) a inclusão de seis aeroportos paraenses no Programa de Aviação Regional, do Governo Federal. As unidades escolhidas são os aeroportos de: Breves, Itaituba, Marabá, Paragominas, Parauapebas e Redenção. No caso dos aeroportos regionais paraenses, a previsão de investimentos é de R$ 162,7 milhões, a serem executados entre os anos de 2017 e 2018. O ministro ressaltou a importância dos investimentos nos aeroportos regionais do estado, não só do ponto de vista do desenvolvimento econômico, como também social.

“Quero dizer da minha satisfação de poder ter colaborado para garantir um investimento de mais de R$ 162 milhões para reestruturar aeroportos regionais no nosso estado. Investimentos estes que permitirão que esses aeroportos, essas cidades, essas regiões possam receber voos comerciais e possam ter voos noturnos, o que ajuda sob o âmbito econômico, mas também salva a vida de pessoas”, disse o ministro.

Os aeroportos paraenses escolhidos nesta primeira fase, apresentam características estratégicas para o desenvolvimento do estado, seja pelo potencial turístico das cidades onde estão instalados, como Breves e Itaituba; seja pela relevância no setor mineral, a exemplo de Marabá, Paragominas e Parauapebas, ou pela vocação para o setor agropecuário e também mineral, caso de Redenção.

O ministro Helder Barbalho adiantou que os investimentos em aeroportos regionais no estado serão ampliados e, para isso, estudos já estão sendo elaborados para beneficiar outras cidades com melhores serviços.

“Quero também registrar que, além dessas cidades que receberão obras já agora em 2017 e 2018, outras cerca de 20 cidades do nosso estado já estão com projetos em concepção para que futuramente sejam beneficiadas. Lembrando do tamanho do estado do Pará e da necessidade de podermos estar interligados, seja pelas nossas estradas, pelos nossos rios e, claro, tendo a oportunidade de ter uma malha aeroviária estrutural. Vamos juntos continuar a fazer com que o Pará cresça, se desenvolva e investimentos possam chegar para o bem-estar de cada paraense”, afirmou o ministro.

Os investimentos vão possibilitar que os aeroportos paraenses possam operar por mais tempo durante o dia e também à noite, a partir da instalação de equipamentos que vão tornar mais seguro o tráfego de aeronaves. Além disso, serão oferecidas mais comodidades aos passageiros, levando, consequentemente, a uma maior movimentação econômica nas regiões de influência. Os seis aeroportos paraenses farão parte da primeira fase do programa de investimentos federais, que contempla 58 unidades em todo o país, com investimentos totais de R$ 2,4 bilhões. O anúncio oficial deverá acontecer a partir de meados de fevereiro.

De acordo com o Secretario de Aviação Civil Dario Lopes, a importância do Programa de Aviação Regional está no fato de ampliar a área coberta por serviços de aviação em todo o país, com um olhar específico para a região Amazônica onde, segundo Lopes, a SAC está concentrando esforços no sentido de possibilitar que mais localidades sejam atendidas pelos serviços aéreos.

“A rede inteira de aeroportos regionais no Brasil é de 189 unidades. Mas vamos trabalhar nessa primeira fase com 58 unidades, com investimentos na melhoria da infraestrutura e em ações para aumentar as condições de segurança, a partir da implantação de equipamentos nos aeroportos como caminhões contra incêndio, equipamentos para Raio X, pórticos e outros itens para que a aviação regional seja feita com todos os padrões de segurança e qualidade previstos pela legislação”, afirma o secretário.

O secretário destacou a importância da participação do ministro Helder Barbalho na escolha dos aeroportos paraenses que estão listados na primeira fase do programa. Lopes ressaltou que o olhar político do ministro ajudou na decisão.

“Temos um trabalho técnico e que é concluído com o olhar de quem sabe e conhece a realidade local e pode nos orientar no sentido do que está sendo feito corretamente e o que está mais próximo da realidade. Esse olhar político do Pará quem fez foi o ministro Helder. O ministro foi fundamental para olhar o que foi feito do ponto de vista técnico e dizer o que estava certo”, disse o secretário da SAC.

Para ele, um dos exemplos da importância da participação do ministro na escolha correta dos aeroportos paraenses foi o caso específico da cidade de Redenção.

“O papel do ministro Helder foi preponderante. Havia uma dúvida se incluiríamos ou não Redenção nessa primeira etapa porque quem conhece a região sabe que próximo do aeroporto há um linhão de transmissão de energia da Eletronorte. Foi através da presença do ministro, intercedendo junto à Eletronorte e a prefeitura que nos deram tranquilidade para saber que vamos fazer o investimento no aeroporto. O linhão vai ser adaptado para ser feita a infraestrutura compatível com as necessidades da região”, disse Lopes.

Dario Lopes ressalta que o Programa de Aviação Regional não se limita a ser um investimento financeiro. Ele destaca a função de qualificar os aeroportos para um melhor atendimento. E explica como isso será feito em todas as unidades, incluindo as escolhidas no estado do Pará.

“O Programa de Aviação Regional é um programa de qualificação da infraestrutura. E isso significa dispor de recursos para que, através de investimentos, equipamentos e treinamento, a infraestrutura aeroportuária fique mais tempo disponível ao longo do dia. Para qualificar é preciso investir na parte física, é preciso equipar, treinar aqueles que vão operar para prestar um bom serviço”, reforça Lopes.

Ele cita como exemplos de um projeto de qualificação eficaz, que um aeroporto tenha equipamentos para atender portadores de necessidades especiais.

“No caso específico do Programa de Aviação Regional, todos os aeroportos que tiverem movimentos regulares – programação diária de pousos e decolagens – irão dispor de rampas que permitem ao portador de deficiência sair do avião sem precisar ser carregado. É o programa que, através da conjugação desses pilares, que são o investimento na parte física, o equipamento, o olhar no procedimento e no treinamento, permitirá, durante muito mais tempo do dia, que se tenha a possibilidade de prestar serviços à população”, assinala.

Lopes afirma que o usuário final terá melhorias no serviço não só porque terá disponibilidade em qualquer horário do dia de usar o aeroporto, como também pela gestão sustentável das unidades, a partir de soluções que vão baratear os custos destes aeroportos.

“Hoje, muitas vezes por restrição financeira do município de manter o serviço ao longo do dia, ou mesmo por falta de equipamentos, não se se consegue manter a infraestrutura disponível por muito tempo. Com o programa, haverá essa disponibilidade. O outro ponto é que estamos chegando a essa disponibilidade da maneira mais sustentável possível, estimulando, por exemplo, o uso da energia solar nas regiões Norte e Nordeste do país, no uso de balizamento noturno (luzes de orientação para as aeronaves, que são acesas nas laterais e limites das pistas). A melhoria traz resultados a um custo menor”, garante Lopes.

Novo Programa foca em aeroportos mais estratégicos

Na primeira versão do Programa de Aviação Regional, lançado em 2012, ainda no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, o estado do Pará havia sido contemplado com 24 aeroportos na lista de 270. Os investimentos daquele primeiro plano foram estimados em R$ 7,3 bilhões, mas o projeto não decolou. Em agosto do ano passado, uma nova listagem de aeroportos foi anunciada, reduzindo de 270 para 53 o número de unidades regionais consideradas prioritárias, com recursos previstos de R$ 2,4 bilhões e conclusão até 2020. O novo programa tem foco em aeroportos estratégicos para o país.

Recursos para a aviação regional no Pará

Investimento estimado 2017/2018: R$ 162,7 milhões

  • Breves: R$ 21,5 milhões
  • Itaituba: R$ 39,6 milhões
  • Marabá: R$ 3,5 milhões
  • Paragominas: R$ 50,6 milhões
  • Parauapebas: R$ 21,5 milhões
  • Redenção: R$ 26 milhões

Total: R$ 162,7 milhões

Fonte: Secretaria de Aviação Civil (SAC)