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Futebol

No retorno de Dado Cavalcanti, Paysandu vence o Parauapebas no Estádio Rosenão pela 6ª rodada do Parazão

Cassiano e Fábio Matos marcaram os gols do Papão, enquanto Gilberto descontou para o PFC

Por Fábio Relvas

As duas equipes precisavam pontuar devido a queda de rendimento dentro do Campeonato Paraense. O técnico Dado Cavalcanti estava retornando ao time bicolor. O Paysandu chegou logo no início com o gol de Maicon Silva, mas o árbitro marcou falta do lateral-direito bicolor. Pedro Carmona resolveu experimentar o goleiro Bruno do Parauapebas, mas errou o alvo. O PFC atacou, depois da lambança da zaga do Papão, Luiz Fernando recebeu passe e mandou um chutaço: a bola explodiu no travessão do goleiro Marcão.

Com mais posse de bola, o Papão era superior ao adversário. Willyam entrou livre pela direita e cruzou rasteiro para Mike; o atacante bicolor deu um toque sútil na bola, mas o goleiro Bruno defendeu. Em um contra-ataque do Paysandu, Moisés tocou para Cassiano, que bateu de primeira e abriu o placar para o Papão, aos 26 minutos, 1 a 0, para festa da Fiel Bicolor no Rosenão.

O time da capital Belém cresceu após o gol e Matheus Muller arriscou de fora da área; a bola passou assustando. Na melhor chance do Parauapebas, Rafinha foi lançado na esquerda, tirou do goleiro Marcão, mas chutou muito fraco, dando tempo para o zagueiro Diego Ivo cortar quase em cima da linha. Na cobrança de escanteio, Gilberto apareceu livre na primeira trave e tocou de cabeça; Marcão pegou no susto, salvando o Papão.

O Paysandu respondeu com Moisés, que serviu bem Maicon Silva na direita, no chute forte, o goleiro Bruno salvou para escanteio. Na sequência, após a cobrança, Perema tocou livre e sozinho mandou para fora. Antes do final da primeira etapa, ainda deu tempo de mais uma chegada bicolor, com o atacante Moisés, que disparou à direita da meta do goleiro Bruno do PFC.

Na segunda etapa, o Papão quase voltou a marcar com Moisés, um dos seus jogadores mais perigosos; o chute passou perto. O lateral-esquerdo Rafinha tentou marcar para o time da casa, mas Marcão segurou firme. No lance seguinte, uma blitz total do Paysandu com duas chances do atacante Mike contra a meta de Bruno: na primeira, bateu firme no alto e o goleiro espalmou, a bola voltou e após outro chute rasteiro, o arqueiro do PFC salvou com os pés.

Querendo ampliar o placar, o time bicolor seguiu em cima tentando. Cassiano recebeu e chutou para fora. Rodrigo teve a chance para o Gigante de Aço, mas isolou contra a meta adversária. Em mais uma tentativa de Cassiano, o goleiro Bruno defendeu. Magno Ribeiro, ex-Parauapebas, entrou no jogo e quase marcou um belo gol por cobertura. O time do PFC estava dando muito espaço ao Papão que tocava e chegava com facilidade. Willyam achou uma brecha e chutou, mas mandou alto.

A bola parada poderia ser a solução do Gigante de Aço: em uma falta de muito longe, o meia Luiz Fernando soltou o pé e a bola passou assustando o goleiro Marcão. O Paysandu quase ampliou com Cassiano, que parou no goleiro Bruno. O meia Fábio Matos, que entrou no segundo tempo pelo Papão, simulou um pênalti e foi advertido com cartão amarelo pelo árbitro Gustavo Ramos Melo.

O técnico Léo Goiano colocou o atacante Maninho, quase deixando tudo igual na primeira jogada, mas perdeu um gol de cara: Magno Ribeiro pegou uma sobra e chutou por cima da meta de Bruno. De tanto insistir, o Papão chegou ao segundo gol. Magno Ribeiro recebeu na direita, cruzou rasteiro para Cassiano, que ajeitou para o chute de Moisés, mas o atacante não pegou bem na bola e Fábio Matos ficou com a sobra e estufou as redes do goleiro Bruno, 2 a 0, aos 43 minutos.

O time bicolor começou a cadenciar a partida e tocar a bola. Fábio Matos perdeu um gol sozinho. O Gigante de Aço conseguiu chegar ao seu gol: aos 47 minutos do segundo tempo, após cobrança de escanteio, Gilberto dominou e fuzilou para dentro da meta de Marcão. Placar final: Parauapebas 1 x 2 Paysandu.

Com a vitória, o Papão foi para a liderança da Chave A1 com 13 pontos. Já o PFC segue na lanterna com apenas cinco pontos na Chave A2.

FICHA TÉCNICA

PARAUAPEBAS: Bruno; Rodrigo, Cris, Lucas e Rafinha (Evandro); Gilberto, Djalma, Augusto Recife e Luiz Fernando (Maninho); Monga e Jhon Lennon.
Técnico: Léo Goiano

PAYSANDU: Marcão; Maicon Silva, Perema, Diego Ivo e Matheus Muller; Nando Carandina, Willyam (Cáceres) e Pedro Carmona (Fábio Matos); Mike (Magno Ribeiro), Moisés e Cassiano.
Técnico: Dado Cavalcanti

Árbitro: Gustavo Ramos Melo
Assistentes: Hélcio Araújo Neves e José Ricardo Guimarães Coimbra
Quarto-árbitro: Raimundo Gilson Brito

Cartões amarelos: Cris, Rafinha e Gilberto (Parauapebas); Diego Ivo e Fábio Matos (Paysandu)
Gols: Cassiano, aos 26 minutos do 1º tempo e Fábio Matos, aos 43 minutos do 2º tempo para o Paysandu; Gilberto, aos 47 minutos do 2º tempo para o Parauapebas;

Local: Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão, em Parauapebas
Renda: R$ 38.670,00
Pagantes: 1.654
Credenciados: 700
Total: 2.354

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Futebol

Jogadores do Águia têm palestra motivacional antes do treinamento

O time não vai ter folga para o carnaval: o período da folia será de treinos para o Azulão

Eleutério Gomes – de Marabá

Os jogadores do time do Águia de Marabá tiveram ontem (9) uma sexta-feira diferente: nada de academia, nada de campo. O plantel se reuniu em um auditório para um momento de reflexão e conversa com o consultor Emerson Caldas, que tem conduzido o processo de montagem do Plano de Gestão Estratégica com a diretoria do clube. O encontro teve o objetivo de orientar os jogadores sobre o Projeto Águia 2022, e a respeito do papel que cada um tem a desenvolver no restante do Campeonato Paraense 2018.

A consultoria com os 27 jogadores e a comissão técnica contou com a exibição de vídeos motivacionais, apresentação da missão e visão do Águia Futebol Clube, dinâmicas e um momento em que os jogadores puderam expor seus pontos de vista a respeito do momento vivido pelo time. O ponto chave foi levar os jogadores à reflexão do papel de cada um no Campeonato e no projeto do Águia.

O lateral direito Ari foi um dos que usaram o momento para falar como o grupo vem se sentindo após quatro derrotas seguidas: “Eu não estou contente com essa situação. É muito difícil chegar em casa carregando só derrotas, é muito ruim. Estamos tristes com esse momento, por nós, pelas nossas famílias e pela nossa torcida. Mas, esse momento foi muito bom, pois todo aprendizado é bem-vindo e vamos sair daqui com os ânimos renovados”, disse o jogador.

O goleiro Guibson, que entrou na última partida no lugar de Bernardo, que sofreu uma falta grave e teve de ser atendido em um hospital de Castanhal, também compartilhou o que vem passando: “Eu saí de casa cedo, em busca de melhoria de vida para a minha família, assim como milhares de outros jogadores. E agora que estou tendo essa chance, estou dando o meu melhor, mas vou me esforçar mais ainda para realizar o que eu me propus a fazer pelo Águia”, afirmou ele.

No encerramento da consultoria, o juiz trabalhista e conselheiro do Águia Jônatas Andrade falou: “Esse momento que vocês viveram foi inspirador e transformador, especialmente porque temos quatro jogos pela frente. O nosso objetivo maior é o Projeto Águia 2022, quando nós pretendemos levar o Águia à elite do futebol. Temos percalços pelo caminho sim, como este de agora, mas vamos seguir em frente, confiante no trabalho da equipe”, disse ele.

À tarde, os jogadores participaram de treinamento comandado pelo preparador físico Gesiel Pasiani em um campo sintético particular, e assim será todo o período do carnaval. O Águia ainda pode alcançar 12 pontos nas próximas quatro rodadas, enfrentando o Paragominas, no dia 22; o Clube do Remo, no dia 4 de março; o Parauapebas, no dia 10 de março; e o São Raimundo, em 14 de março.

O Blog levantou que há possiblidade de que jogo contra o Paragominas já seja disputado em casa, no Estádio Municipal “Zinho Oliveira”, cujo novo gramado recebe os últimos retoques.

Ainda conforme informações de bastidores, apesar de parte da torcida exigir a saída do técnico João Galvão, o treinador permanece na equipe.

Workshop de Gestão 

O trabalho com os jogadores foi uma continuidade do workshop realizado com a diretoria do clube sobre o Planejamento Estratégico. O encontro, realizado no último dia 6, teve como principal assunto a reformulação da estrutura organizacional administrativa do clube, que objetiva seguir firme com o Projeto Águia 2022.

Participaram desse encontro Sebastião Ferreira Neto, presidente do clube; Pedro Corrêa, vice-presidente, os conselheiros Tony Cunha, Ítalo Ipojucan, Jônatas Andrade, Inaldo Antônio e Dennys Rocha. (Com informações da Assessoria de Comunicação do Águia)

Futebol

Meio-campo Djalma, ex-Paysandu, já está treinando no Parauapebas Futebol Clube para a disputa do Parazão

O atleta chegou nesta quinta, treinou com o restante do grupo, e está à disposição do técnico Léo Goiano para a próxima partida justamente contra o seu ex-clube

Por Fábio Relvas

Após dispensar cinco atletas do elenco: Tiago Baiano (lateral-direito), Ângelo, João Grilo, Will (meias) e Heliton (atacante), a diretoria do Parauapebas Futebol Clube (PFC) anunciou a contratação do meio-campo Djalma, que é fruto da base do Paysandu Sport Club. O atleta chegou nesta quinta-feira (8) na capital do minério e já foi treinando no Estádio Rosenão com o restante do grupo, ao comando do técnico Léo Goiano.

Benedito Moia Varela, ou simplesmente Djalma, tem 25 anos e é natural da cidade de Cametá, do interior do estado do Pará. Iniciou sua carreira na base do Paysandu Sport Club e tem no currículo dois títulos do Campeonato Paraense: 2010 e 2013, além de dois acessos com o clube paraense para a Série B: em 2012 e 2014. Inclusive, na conquista do estadual de 2013, marcou o primeiro gol bicolor no jogo de ida, contra o Paragominas, quando o Papão goleou, por 4 a 0, na Arena Verde; depois, o alviceleste voltou a vencer, por 3 a 1, no Mangueirão e foi campeão.

Djalma atuou em mais de cem jogos com a camisa do Paysandu, e sua é toda voltada ao futebol: seu irmão Fabricio também foi jogador, além de seu tio Varela, que atuou com a camisa do Clube do Remo na década de 90. Depois do Papão, o jogador ainda teve passagens pelo ASA-AL, Barretos-SP e São Raimundo-PA.

O atleta chega ao PFC com as melhores expectativas e explica por que é chamado de Djalma: “Djalma é um apelido de infância que um amigo meu colocou e ficou até hoje; graças a Deus, porque narrar Benedito seria muito esquisito. Sou sobrinho do Varela, jogador que atuou no Remo. Em relação ao PFC, a expectativa é muito boa. Os jogadores me receberam muito bem e eu já conhecia o professor Léo Goiano. A expectativa é que a gente já possa, com todo respeito à equipe do Paysandu, conseguir o objetivo que são os três pontos nesse próximo jogo, já que perdemos o último dentro de casa. Esperamos que, a cada jogo, possamos conquistar o nosso objetivo e classificar o time para a semifinal”, afirmou o meia.

O presidente João Luiz, popularmente conhecido como “Uai”, sabe que o time não vai bem dentro do Parazão de 2018, e alguma coisa teria que ser feita para tentar melhorar o desempenho do PFC em sua campanha no estadual. Sendo assim, a primeira medida tomada foi liberar alguns atletas e buscar outros nomes para fortalecer o plantel, almejando uma possível vaga na semifinal.

“A situação em que nos encontramos dentro do campeonato é um pouco incômoda; nós temos que mexer, temos que fazer algo, temos que trabalhar. Esses atletas que dispensamos, foram porque a gente trouxe, eles trabalharam, mas não deram o rendimento técnico que esperávamos; é normal dentro de um time de futebol, a gente estar dispensando e contratando. Estamos trabalhando para trazer novos nomes, atletas com o nível mais alto, para realmente dar o resultado que esperamos. Trouxemos o Djalma, ex-Paysandu e agora estamos atrás de um atacante para definir jogos”, disse Uai.

Futebol

Após goleada, diretoria do Águia recebe ameaça de torcedores

O presidente do clube minimizou a ameaça, mas anunciou novas medidas para melhorar o desempenho do time azulino

Nas redes sociais mais populares – e também nas elitizadas – o domingo e segunda-feira foram dias para desabafar contra o Águia de Marabá e, principalmente, o treinador João Galvão e presidente Sebastião Ferreira Neto, o Ferreirinha.

Houve quem sugerisse a saída imediata de Galvão, outros criticaram a escolha dos atletas jovens demais para uma competição profissional. Um solitário o comparou ao Temer, que não sai do cargo por nada e, outros ainda, fizeram ameaças veladas à diretoria.

No Facebook do próprio Águia, onde há uma enxurrada de reclamações, uma pessoa que se identifica como Patrick Xavier escreveu o seguinte: “Vamos marcar um dia para nois (sic) ir tocar o terror para essa diretoria, tirar essa imudice (sic)”. Um outro, que se identifica como “Azulão Marabaense” postou uma mensagem confirmando e dando a entender que já existe um grupo de pessoas preparando alguma manifestação mais radical: “Tamos (sic) marcando um dia, falta só confirmar”.

A Reportagem do blog “printou” as mensagens e enviou ao presidente Sebastião Ferreira Neto, que minimizou a ameaça. “Não me preocupo. Esses indivíduos não conseguem juntar seis pessoas para fazer manifesto em lugar nenhum do mundo. Não são torcedores do Águia. Os torcedores colaboram, vão lá no estádio, torcem, ajudam. Não há credibilidade alguma. Se eu fosse você, nem escreveria sobre isso. Eles querem atenção, estão querendo aparecer”, sugeriu Ferreirinha.

Por outro lado, o presidente do Azulão anunciou ao repórter do Blog uma decisão tomada na tarde desta segunda-feira e enviou uma nota com pedido de publicação:

“A Diretoria do Águia de Marabá esteve reunida na tarde de hoje, 05, para cuidar de diversos assuntos, especialmente o desempenho do time azulino. Uma das decisões do grupo foi a contratação do atacante Élcio Magno Dutra, de 20 anos de idade. Natural de Belém, o jogador tem passagens pela Desportiva e pelo Bahia e já se encontra em Castanhal, juntamente com o restante do elenco. De acordo com o presidente do time, todos os esforços estão sendo feitos para que o jogador faça sua estreia já na quarta-feira, 07, contra o Castanhal.

Além disso, Ferreirinha anunciou ainda que mais um atacante deve ser contratado ainda esta semana. Outra medida tomada pela diretoria é a ida de um grupo, entre diretores e conselheiros do time, até Castanhal, para prestigiar a equipe, buscando a melhoria do seu desempenho”.

Lembrando da crise financeira do Águia, o presidente reconheceu que grupo de jogadores está limitado, “mas nossa folha de pagamento é a menor do Campeonato Paraense, ficando em torno de R$ 60 mil, com apenas 23 jogadores. Vários deles nunca atuaram profissionalmente”, recorda.

Ele também faz questão de frisar que sete atletas do elenco nunca atuaram profissionalmente e pediu compreensão por parte do torcedor. “Estamos com várias dificuldades nesta temporada. Todas as nossas partidas foram longe de Marabá e não tivemos um jogo de mando de campo perto da torcida ainda”, lamenta, recordando que o Estádio Zinho Oliveira está em reforma.

Por fim, o presidente do Azulão ressalta que, com as dificuldades de entrosamento e preparo físico, a equipe vai ficar o período de Carnaval todo treinando para corrigir as falhas apresentadas nos últimos jogos.

Futebol

Parauapebas é goleado pelo Bragantino dentro do estádio Rosenão e cai para o quarto lugar da Chave A2

O Tubarão do Caeté não tomou conhecimento e deitou e rolou no segundo tempo em cima do PFC

Por Fábio Relvas
Fotos: Carlos Campos

O Parauapebas Futebol Clube decepcionou o seu torcedor na tarde deste domingo (04), quando caiu para o Bragantino, pelo placar de 4 a 2, e despencou na Chave A2 do Campeonato Paraense. O time ocupa agora o 4º lugar com cinco pontos conquistados. A partida foi realizada no Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão, válida pela quinta rodada do estadual.

O jogo: Parauapebas 2 x 4 Bragantino – Que tiro foi esse PFC!

As duas equipes enfrentaram a chuva e o gramado pesado do Estádio Rosenão. O Bragantino chegou primeiro com Kleber Queiroz, que cruzou e a bola passou assustando; Max Carrasco respondeu para o Parauapebas, mas o chute foi por cima da meta. O Tubarão do Caeté chegou pela segunda vez e foi fatal: Alan Calbergue cobrou falta e o zagueiro Ronny Taperaçu subiu com estilo para marcar, aos 17 minutos do 1º tempo, 1 a 0 para os visitantes.

Com o gol sofrido, o PFC se soltou mais em campo. O lateral-esquerdo Rafinha chutou e a bola passou perto. Em seguida, o atacante Monga ganhou na dividida e chutou para a boa defesa de Paulo Ricardo, que colocou para escanteio. De tanto insistir, o Gigante de Aço chegou lá: Maninho tocou pelo meio para Max Carrasco, que ajeitou para o chute certeiro de Luiz Fernando, a bola foi no ângulo, um golaço, aos 36 minutos, 1 a 1.

Na segunda etapa, em menos de um minuto, Romarinho pegou uma sobra de bola e mandou um chutaço, na gaveta: outro belo gol no Rosenão, 2 a 1, Bragantino. Logo depois, aos cinco minutos, o PFC voltou a empatar, quando Maninho passou da marcação e bateu forte no canto, deixando o goleiro Paulo Ricardo sem ação, 2 a 2. O jogo pegou fogo e logo depois, o Gigante de Aço quase virou a partida: Ângelo fez boa jogada pela direita e cruzou para Maninho, que sozinho mandou para fora.

O time do PFC seguiu em cima. Tiago Baiano cruzou da direita para Monga, o atacante bateu de primeira e o goleiro Paulo Ricardo fez a defesa. Em uma jogada mais forte, o meia Wellington Cabeça derrubou o adversário e recebeu o segundo cartão amarelo e consequentemente o vermelho. Daí em diante, o Parauapebas se perdeu em campo. Alan Calbergue chutou de fora da área, e Bruno salvou para escanteio.

Maninho fez grande jogada individual, se livrou da marcação, mas chutou em cima de Paulo Ricardo. O Tubarão do Caeté teve a chance com Paulo de Tárcio, que mandou de voleio para a defesa do goleiro Bruno. Romarinho fez jogada pela esquerda e cruzou rasteiro, o goleiro Bruno salvou na primeira e na sobra Felipe Maracanã não perdoou e marcou, aos 36 minutos.

Para fechar o placar, o lançamento na frente chegou para Dock, que driblou o goleiro Bruno e ampliou, 4 a 2, aos 39 minutos.

FICHA TÉCNICA

PARAUAPEBAS: Bruno; Tiago Baiano, Cris, André Ribeiro e Rafinha; Max Carrasco, Amaral (Ângelo), Wellington Cabeça e Luiz Fernando; Monga (Matheus Moreno) e Evandro (Maninho).
Técnico: Léo Goiano

BRAGANTINO: Paulo Ricardo; Pedro Henrique, Romário, Ronny Taperaçu e Gabriel Lima; Keoma (Felipe Maracanã), Paulo de Tárcio, Kleber Queiroz (Dock) e Alan Calbergue; Pecel (Aslen Mendes) e Romarinho.
Técnico: Artur Oliveira

Árbitro: Joel Alberto Teixeira Rezende
Assistentes: Jhonathan Leone Lopes e Antônio Alves Teixeira Filho
Quarto-árbitro: André Michel Petri Galina

Cartões amarelos: André Ribeiro, Max Carrasco e Wellington Cabeça (Parauapebas); Pecel (Bragantino)
Cartão vermelho: Wellington Cabeça

Local: Estádio José Raimundo Roseno Araújo, o Rosenão

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Acuados, “meninos de Galvão” levam goleada do São Raimundo em Santarém

A equipe de Marabá sofreu quatro gols e uma expulsão, só no segundo tempo

“Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”. O provérbio popular foi usado pelo goleiro do Águia, Bernardo, ainda no intervalo, quando o jogo contra o São Raimundo, em Santarém, estava zero a zero. A partida ocorreu no início da noite deste domingo (4), no Colosso do Tapajós, onde o Azulão de Marabá mostrou a falta de controle emocional de seus jovens atletas e foi goleado por 4 a 0.

O time santareno já dominava amplamente a partida no primeiro tempo e o goleiro Bernardo não se mostrava nada feliz com o fato de estar sendo o melhor jogador do Águia até então. “Quando o goleiro aparece muito, tem alguma coisa errada no time”, alertou.

O jovem Felipinho, cérebro da equipe do Águia, não conseguiu colocar seus atacantes em condições de marcar no primeiro tempo. O adolescente Guga, atacante, de 17 anos, também não mostrou serviço e foi sacado da equipe ainda no intervalo do jogo. Em seu lugar, o técnico João Galvão colocou o experiente Joãozinho.

No segundo tempo veio o baile do São Raimundo, começando aos 8 minutos, quando Leo Magalhães cobrou no ângulo esquerdo do goleiro Bernardo, que ainda tocou na bola, mas não evitou o gol adversário.

Aos 12 minutos, o Pantera do Tapajós foi implacável e marcou o segundo gol em contra-ataque veloz. Monte Alegre recebeu em bela jogada de Wendel e chutou de pé direito para o fundo do barbante.

Preocupado, aos 15 minutos o técnico João Galvão promoveu, de uma só vez, suas duas últimas substituições: Felipinho saiu para entrada de Leo Pará e Thairon entrou no lugar de Samuel. Mas, para a infelicidade do Azulão, dois minutos depois o zagueiro Leo Azevedo levou cartão vermelho e foi expulso, deixando o ambiente mais difícil ainda para o time marabaense.

E como era esperado, aos 25 minutos o São Raimundo aproveitou os espaços vazios e marcou o terceiro. Wendel, camisa 10, amorteceu no peito dentro da grande área do Águia e, na caída da bola, mandou para o fundo do gol.

Aos 40 minutos, de fora da área, Wendel marcou seu segundo gol e o quarto do Alvinegro do Tapajós, chutando no canto direito do goleiro azulino.

Já não havia mais fôlego por parte dos meninos do Galvão. O São Raimundo levou o jogo até o final sem se expor e esperou o apito final do árbitro aos 49 minutos.

Ao final da partida, o meia Di Maria definiu bem a apatia do time em campo: “É até difícil de explicar uma atuação dessa. Não tem justificativa o que nosso time jogou hoje”.

João Galvão reconheceu que a equipe não se encontrou em campo e disse que não adiantava desculpa de ninguém. “O São Raimundo aproveitou e ganhou a partida com maestria. Às vezes, num grupo pequeno, se uma peça não funciona, é ruim. Imagina quando quatro ou cinco atletas não jogam bem”, comparou.

Compareceram ao Estádio Colosso de Tapajós 2.475 torcedores e a renda foi de R$ 20.040,00. O São Raimundo chegou a 7 pontos, enquanto o Águia estacionou em quatro.

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Águia de Marabá vai até o Barbalhão enfrentar o São Raimundo pela 5ª rodada do Parazão

O time do Azulão torce para que as obras do Zinho Oliveira sejam concluídas para a partida do dia 20 de fevereiro

Por Fábio Relvas, com informações da assessoria de comunicação do Águia

Com quatro pontos, após uma vitória, um empate e duas derrotas dentro da Chave A1, o Águia de Marabá já está em Santarém para o seu próximo compromisso no Campeonato Paraense de 2018. O Azulão entra em campo pela 5ª rodada diante do São Raimundo, às 17h, deste domingo (04), no Estádio Jader Barbalho, o Barbalhão. O técnico João Galvão vai ter todos os jogadores à disposição.

A delegação marabaense viajou nesta sexta-feira de ônibus para a capital Belém, de onde o time pegou um avião rumo ao oeste do estado. Com isso, o Águia percorreu cerca de mil quilômetros visando o seu próximo compromisso no estadual. O técnico João Galvão faz mistério quanto a escalação da onzena titular, preferindo divulgar somente minutos antes da bola rolar.

O time vem de duas derrotas consecutivas no Parazão: quando perdeu para o Clube do Remo, por 2 a 0, no Mangueirão, e na última rodada caiu para o Parauapebas pelo placar de 1 a 0, no Estádio Rosenão. Apesar da sequência negativa, o time não se abateu e vai buscar os três pontos fora de casa diante do Pantera. Galvão conseguiu um tempo maior de preparação para o jogo, tendo como recuperar a condição física de seus atletas. Os jogadores estão confiantes.

“Estamos trabalhando firme e forte para consertar os erros que cometemos nas últimas partidas. Temos feito jogos longe da maioria da nossa torcida e estamos na expectativa pelo jogo do dia 20, quando queremos que a torcida venha nos apoiar, gritar e incentivar, pois motiva bastante os jogadores”, disse o goleiro Bernardo, que vem sendo titular nas últimas partidas.

Os jogadores do Águia e a comissão técnica estão torcendo para que o Estádio Zinho Oliveira fique pronto para o duelo da 7ª rodada, contra o Paragominas. Na tabela, o jogo está marcado para Marabá, mas vai depender das condições do estádio, que segue com as obras a todo vapor: já foram colocadas todas as placas de grama, mas em determinadas partes, o gramado segue morto. As traves já foram recolocadas e o serviço de recuperação dos vestiários já está bem adiantado.

“Sobre o próximo jogo, nossa intenção é fazer um recreativo no Colosso do Tapajós para reconhecimento do campo antes da partida. Nós estamos observando a obra, e na contagem regressiva para o dia 20 de fevereiro, quando nós esperamos que o Águia finalmente jogue em casa, no Estádio Zinho Oliveira. Com o jogo de domingo contra o São Raimundo, serão cinco jogos fora de casa”, afirmou João Galvão, técnico do Águia.

Futebol

Eliélton marca no final do jogo, Remo vence de virada o Paysandu e quebra os 100% de aproveitamento do rival no Parazão

O Leão marcou aos 47 minutos do 2º tempo e disparou na liderança da Chave A2 do Parazão com nove pontos

Por Fábio Relvas

Mais um clássico para entrar na história do Re x Pa: na tarde deste domingo (28), o Clube do Remo virou para cima do Paysandu por 2 a 1, no Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém, e quebrou os 100% de aproveitamento do rival. O Papão bem que saiu na frente com o gol assinalado pelo zagueiro Diego Ivo, aos 41 minutos do 1º tempo, mas veio o segundo tempo e o Leão virou a partida. Isac cobrando pênalti empatou aos 20 minutos e Eliélton, que havia entrado um minuto antes, marcou aos 47, virando o placar para os azulinos. O jogo foi válido pela quarta rodada do Parazão.

Com o resultado, o Clube do Remo chegou aos nove pontos na Chave A2, liderando absoluto; o Paysandu também segue líder da Chave A1, com os mesmos nove pontos, no Campeonato Paraense de 2018. O Clube do Remo dá uma pausa no Parazão e foca na Copa Verde na próxima quarta-feira (31): o Leão Azul encara o Manaus-AM, às 22h, na Arena da Amazônia, em Manaus, valendo pelo jogo de ida da primeira fase da competição. O Paysandu enfrenta o Paragominas no próximo domingo (04), às 20h, no Estádio Arena do Município Verde, pela quinta rodada do Campeonato Paraense.

O clássico: Leão de virada no Mangueirão!

A chuva veio forte para dar as boas-vindas ao primeiro clássico do ano entre Remo e Paysandu no Estádio Mangueirão. No inicio da partida, as duas equipes tiveram dificuldades de fazer a bola rolar no gramado pesado, a bola parada poderia ser a solução para as equipes. Em uma falta cobrada por Pedro Carmona do Paysandu, a bola chegou venenosa na área remista, o atacante Moisés chegou a desviar, mas atento o goleiro Vinícius fez a defesa para o Remo.

O Leão respondeu com Adenilson, que alçou bola na área, Isac desviou de cabeça e o zagueiro Mimica pegou a sobra mas isolou, perdendo uma grande chance para os azulinos. O time bicolor chegou tocando, Pedro Carmona recebeu no meio da área, mas na hora de chutar foi atrapalhado por uma poça d’água e a bola chegou fácil para Vinícius, que fez a defesa. De novo, o Papão chegou, num chutaço de fora da área desferido por Moisés, Vinícius espalmou para frente salvando o Remo.

O Clube do Remo também resolveu arriscar e Geandro disparou de longe por cima da meta de Marcão. O Paysandu foi no contra-ataque com Moisés, que rolou de lado para a chegada de Pedro Carmona, mas o chute se perdeu pela linha de fundo. O atacante remista Felipe Marques chutou, a bola foi em cima do goleiro Marcão. A chuva não parava no Mangueirão, o chamado “toró”, caía na capital Belém no clássico Rei da Amazônia.

Esquerdinha do Remo alçou bola na área para Isac, mas o atacante remista não conseguiu desviar para o gol. Em uma blitz total do Papão dentro da área, a bola sobrou para Moisés, que disparou desviando nas costas de Geandro e se perdendo para escanteio. Na cobrança do escanteio, Pedro Carmona levantou na medida para o zagueiro Diego Ivo, que testou forte para o fundo da meta azulina, abrindo o placar para o Paysandu aos 41 minutos, 1 a 0.

Logo no início da etapa final, os jogadores do Papão pediram pênalti na jogada em que a bola foi levantada na área por Victor Lindenberg: Moisés dominou e acabou caindo, alegando que teria sido tocado dentro da área, o árbitro carioca Marcelo de Lima Henrique, mandou seguir. Cassiano tentou surpreender o goleiro Vinícius, mas mandou longe da meta azulina. Atrás do empate, o Leão Azul começou a chegar com mais perigo à meta bicolor. Adenilson levantou na área e Isac cabeceou para fora.

O atacante Felipe Marques, em alta velocidade, deixou a marcação para trás e chutou, Isac desviou no meio do caminho e quase empatou o jogo. A pressão do Remo deu resultado: Isac arriscou o chute, a bola tocou no braço do lateral-direito Maicon Silva dentro da área bicolor, o árbitro não titubeou e assinalou pênalti para o Leão. Isac cobrou forte no canto direito do goleiro Marcão, que chegou a tocar na bola, mas não evitou o empate, tudo igual no
Mangueirão, 1 a 1, aos 20 minutos.

O gol animou os azulinos que seguiram em cima. Fernandes tentou a virada, mas errou o alvo em um chute sem direção. Levy partiu para cima da marcação, passou e chutou cruzado, a bola desviou na zaga bicolor e foi para escanteio. A torcida do Remo ficou no “uh”. Em um contra-ataque rápido, Felipe Marques ficou sozinho com o goleiro Marcão, o chute rasteiro acertou a trave bicolor e na sobra, Leandro Brasília conseguiu chutar por cima da meta do Papão. Pressão total do Remo, Jefferson Recife cruzou na área e Geandro livre cabeceou para fora.

O atacante Jayme foi lançado e ficou sozinho com Marcão, mas ambos acabaram se chocando na jogada e bola foi afastada. O árbitro Marcelo de Lima Henrique deu três minutos de acréscimo, tempo suficiente para o Leão virar o jogo. O atacante Eliélton entrou aos 46 minutos, e aos 47, recebeu lançamento, dominou na área, driblou o goleiro Marcão e chutou forte no alto, marcando um golaço no Mangueirão, explodindo o Fenômeno Azul nas arquibancadas. Placar final: Paysandu 1 x 2 Remo.

“O time se entregou o tempo todo, infelizmente pegamos um gol no final do jogo. Temos que corrigir isso, e agora é trabalhar para o próximo jogo. O gramado atrapalhou e muito os dois times”, afirmou Cassiano, atacante do Paysandu.

“Que jogo! Meu primeiro Re x Pa, graças a Deus, ele me honrou. Na primeira participação minha no jogo fui feliz na conclusão e fiz o gol. [Ney da Matta] pediu para eu entrar e marcar ali atrás e pediu para eu tentar um contra-ataque. O jogo só termina quando o juiz apita. Muito feliz com a torcida espetacular que nos empurrou do início ao fim”, disse Eliélton, atacante do Remo.

FICHA TÉCNICA

PAYSANDU: Marcão; Maicon Silva, Perema, Diego Ivo (Derlan) e Victor Lindenberg; Renato Augusto, Cáceres (Fábio Matos), Nando Carandina e Pedro Carmona; Cassiano e Moisés (Magno).
Técnico: Marquinhos Santos

REMO: Vinícius; Levy, Bruno Maia, Mimica e Esquerdinha; Fernandes, Leandro Brasília, Geandro e Adenilson (Jefferson Recife); Felipe Marques (Eliélton) e Isac (Jayme).
Técnico: Ney da Matta

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Carlos Henrique Alves de Lima Filho e João Luiz Coelho de Albuquerque, ambos do Rio de Janeiro

Quarto, quinto e sexto, árbitros: Andrey da Silva e Silva, Luiz Diego Nascimento Lopes e Elaine da Silva Melo, respectivamente, todos do estado do Pará
Cartões amarelos: Moisés, Maicon Silva e Cassiano (Paysandu); Bruno Maia, Felipe Marques e Isac (Remo)
Gols: Diego Ivo, aos 41 minutos do 1º tempo para o Paysandu; Isac, aos 20 e Eliélton, aos 47 minutos do 2º tempo para o Remo

Local: Estádio Olímpico Edgar Proença, o Mangueirão, em Belém
Renda total: R$ 1.057.570,00
Pagantes: 31.123
Não pagantes: 2.830
Público total: 33.953

Outros resultados da 4ª rodada do Parazão 2018

Bragantino 0 x 1 Castanhal
Águia 0 x 1 Parauapebas
São Raimundo 2 x 2 Independente
Cametá 0 x 2 Paragominas

Classificação do Parazão 2018

Chave A1

Paysandu: 9 pontos
Independente: 8 pontos
Bragantino: 6 pontos
Águia: 4 pontos
Cametá: 2 pontos

Chave A2

Remo: 9 pontos
Parauapebas: 5 pontos
Paragominas: 4 pontos
São Raimundo: 4 pontos
Castanhal: 4 pontos

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