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Violência

Polícia Civil vai interrogar preso acusado de matar o cabo PM Santarém em Parauapebas

O delegado Guilherme Macedo, da Divisão de Homicídios de Belém, responsável pelo inquérito, irá interrogar o suspeito.

A Polícia Civil do Pará vai interrogar, nesta semana, o preso Eduardo Araújo Barbosa, 20 anos, acusado de envolvimento no assassinato do cabo PM Raimundo Nonato Oliveira de Souza, que era conhecido como Santarém, e que foi morto após ser torturado em casa, em Parauapebas, no dia 11 de setembro passado.

Ele foi preso na madrugada de sexta-feira por policiais militares, após recebimento de informação sobre o endereço onde o acusado estava escondido no município. O preso tem mandado de prisão temporária requisitada pelo delegado Guilherme Macedo, da Divisão de Homicídios de Belém, responsável pelo inquérito.

Após passar por exame de corpo de delito, o preso foi recolhido na Unidade de Superintendência do Sistema Penitenciário em Parauapebas. O delegado vai seguir de Belém até Parauapebas para interrogar o preso dentro do inquérito do caso.

Polícia

Parauapebas: Polícia Militar apresenta primeiro envolvido na morte do Cabo PM Santarém

Foi apresentado nesta sexta-feira (13), pela Polícia Militar do Pará, na 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas o nacional Eduardo Araújo Barbosa, de 20 anos. Ele é um dos suspeitos da morte do Cabo PM Santarém, ocorrido em Parauapebas no dia 11 de setembro passado.

Barbosa, a princípio, quando de sua prisão, não fez nenhuma declaração na Seccional, resguardando seu direito previsto em Lei.

A delegada Yanna Kaline Wanderley de Azevedo, diretora da 20ª Seccional de Polícia Civil de Parauapebas, não pormenorizou sobre a prisão de Barbosa, adiantando apenas que ele foi preso em Parauapebas, pela PM, e que novas diligências estão sendo feitas no sentido de prender todos os envolvidos na morte do militar e colocá-los à disposição da justiça.

Cabo Santarém
Polícia Militar

Novo comandante do CPR-II assume e se reúne com oficiais dos batalhões subordinados a ele

O coronel Mauro Sérgio tem em mente otimizar os recursos da tropa e trabalhar baseado em indicadores da violência

Por Eleutério Gomes – de Marabá

O coronel Mauro Sérgio Marques da Silva, nomeado ontem (10) chefe do CPR-II (Comando de Policiamento Regional-II), da Polícia Militar do Pará, já começou a despachar nesta quarta-feira (11), em Marabá, sede da instituição, onde concedeu entrevista ao Blog.

Responsável agora pelo 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e pelo 34º BPM, ambos em Marabá; 23º BPM, em Parauapebas; e pela 11ª CIPM (Companhia Independente de Polícia Militar), em Rondon do Pará, cuja área de atuação abrange 16 municípios, o oficial afirma que pretende começar seu trabalho otimizando os recursos dos quais a PM dispõe no momento.

“É saber utilizar o policiamento da melhor forma possível. Qualificar o nosso policial e prepará-lo para atender cada vez melhor a nossa sociedade. Então, em cima disso, a gente pega alguns indicadores de violência e passa a saber o horário e o local de maior incidência criminal e, a partir daí, otimizamos os recursos, realocando o policial para esses horários e locais, a fim de combater aquele tipo de crime”, detalha o coronel.

Segundo ele, a polícia sabe que a criminalidade é dinâmica e que vai se deslocar e o trabalho da segurança segue na mesma direção, porém se antecipando, fazendo um trabalho preditivo e ações preventivas onde houve a probabilidade de acontecer o crime.

“Esse é o nosso papel aqui, principalmente chegar mais próximo da tropa, sempre fomos linha de frente e conhecemos bastante o nosso cenário operacional. Então, fica muito mais fácil lidar com a situação. Apesar de ser de outro Estado [Amapá], conhecemos bastante a região”, afirma Mauro Sérgio, que já está há 22 anos no sudeste do Pará. Sobre um possível reforço numérico no efetivo da PM no âmbito do CPR-II, ele disse que isso já está sendo suprido parcialmente tanto em Marabá quanto em Parauapebas, onde estão em treinamento novos policiais militares.

“Vai suprir em grande parte a nossa demanda regional e, em verdade, é necessário equacionar e otimizar os recursos. Eles têm de ser bem administrados e assim conseguimos bons resultados”, avalia.

Em princípio, segundo o novo comandante do CPR-II, não haverá mudança de comando nas unidades geridas por ele, mas acontecerá “a implantação de um tipo de gestão, do um modo de administrar” e, dentro dessa filosofia, “aqueles que se enquadrarem, permanecem”.

A troca de comando ocorre na próxima terça-feira (17), mas nesta quarta-feira o coronel Mauro Sérgio já se reúne com os comandantes sob a jurisdição dele para dizer qual a sua doutrina de trabalho, os planos de ação, os diagnósticos da região, “para que tenha uma administração colaborativa”.

“Fica mais fácil quando você se relaciona com os comandantes e escuta, principalmente, a tropa, que está nas ruas, que conhece. O bom gestor é aquele que escuta os seus parceiros de combate”, define. O comandante do CPR-II encerra dizendo que a população pode esperar do comando dele a dedicação, o compromisso que ele tem para com a região e que será implantado no dia a dia. Ele
manifestou gratidão pelos amigos que tem no sudeste do Estado por tudo que a região lhe proporcionou. “Se sou policial e cheguei à conquista deste posto, deste cargo, foi justamente por causa desses amigos e desta região”, reforça.

Mauro Sérgio assume o CPR-II em função da transferência do coronel Almério Moraes Almeida Júnior para a Reserva Remunerada da PM. Ele passa a ser responsável pela segurança de 792.914 habitantes dos municípios de Abel Figueiredo, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Itupiranga, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Parauapebas, Piçarra, Rondon do Pará, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia e São João do Araguaia.

Promoção

PM: Comando de Policiamento Regional, em Marabá, tem novo comandante

Coronel Mauro Sergio assume o comando da região

Em virtude da transferência do Coronel PM Almério Moraes Almeida Junior para a Reserva Remunerada da PM, o Comandante Geral da Polícia Militar do Pará nomeou hoje (10) o Coronel PM Mauro Sergio Marques Silva para exercer a função de Comandante do Comando de Policiamento Regional II, em Marabá.

Coronel Mauro Sergio passa a ser o responsável pelo comando dos seguintes Batalhões: 4° Batalhão de Polícia Militar (Marabá), 23° Batalhão de Polícia Militar (Parauapebas), do 34° Batalhão de Polícia Militar (Marabá), além da 11ª Companhia Independente de Polícia Militar de Rondon do Pará. Atendendo os municípios de Abel Figueiredo, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Itupiranga, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Parauapebas, Piçarra, Rondon do Pará, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia e São João do Araguaia

O militar entrou na Polícia Militar do Pará como Cadete em 1992 e se formou em 1994. Fez o Curso de Formação de Oficiais  (CFO) na Academia de Paudalho, em Pernambuco. Em janeiro de 1995 já era Aspirante, em Parauapebas, seu primeiro quartel. Profundo conhecedor dos problemas da Segurança Pública na região, Coronel Mauro Sergio, certamente, foi a melhor escolha para a função.

Polícia

Três Policiais Militares de Marabá presos ontem, acusados de matar advogado em Araguaína, já estão em Palmas, onde cumprem prisão temporária

O militares são: os cabos João Oliveira dos Santos Júnior e Rony Marcelo Paiva, lotados no 4º Batalhão de Polícia Militar, em Marabá, e Wanderson Silva de Sousa, este ex-policial militar.

Por Eleutério Gomes – de Marabá

Foram transferidos na manhã desta sexta-feira (22), de Araguaína (TO), para Palmas (TO), os cabos João Oliveira dos Santos Júnior e Rony Marcelo Paiva, lotados no 4º Batalhão de Polícia Militar, em Marabá, e Wanderson Silva de Sousa, este ex-policial militar. Na capital tocantinense eles ficarão presos provisoriamente, por 30 dias, no 1º Batalhão de Polícia Militar. A informação é do delegado de Polícia Civil Rerisson Macedo, encarregado do caso em que o trio é acusado de ter executado, em 25 de julho último, com dois tiros na nuca, o advogado Danilo Sandes Pereira, em Araguaína.

Ouvido pelo Blog, Rerisson Macedo disse que, em princípio, as investigações apontaram para o farmacêutico Robson Barbosa Santos, sócio de uma farmácia em Marabá, preso na última semana de agosto, acusado de ser o mandante do assassinato. Com a continuação das investigações, que ainda não encerraram, a Polícia Civil do Tocantins chegou ao trio de policiais militares de Marabá, presos ontem, quinta-feira (21) por equipes de policiais tocantinenses.

“O juiz já deferiu o pedido prisão temporária por 30 dias, prorrogável por igual período ou transformada em preventiva”, disse o delegado Rerisson. Ele explicou que Robson se desentendeu com o advogado, que o representava num inventário, porque o profissional se recusou a cometer uma fraude que o deixaria em vantagem sobre os demais herdeiros de uma herança. Aborrecido, em vez de trocar de advogado, ele mandou matar Danilo Pereira.  “Agora, com os três acusados presos, a investigação segue a fim de apurarmos mais detalhes e colhermos mas provas materiais do crime”, disse o delegado ao Blog.

Fotos/ Fernando Almeida/Araguaína Notícias

Parauapebas

Coletiva: autoridades explicam morte de cabo PM, execuções em Parauapebas, e prometem prender os assassinos

"Isso não vai ficar impune. Vamos identificar e prender os assassinos do Cabo Nonato", disse o Comandante-Geral da PM do Pará em coletiva realizada hoje (13) em Parauapebas

O Comandante-Geral da Polícia Militar do Pará, Coronel Hilton Celson Beningno de Souza esteve nesta quarta-feira, 13, no município de Parauapebas. Ele participou do enterro do policial militar, Raimundo Nonato Oliveira de Sousa, de 51 anos, que foi torturado e assassinado por quatro criminosos na última segunda-feira. Em seguida, participou de uma entrevista coletiva, ao lado da Diretora da 20ª Seccional da Policia Civil, Yanna Kaline Azevedo, para falar sobre as investigações e as mortes registradas após o assassinato do PM.

Para a polícia civil, a principal linha de investigação da morte do Cabo Nonato é homicídio e não latrocínio, que é roubo seguido de morte, como chegou a ser divulgado no dia do crime. Segundo a delegada, Yanna Azevedo, os bandidos teriam invadido a casa do PM com intenção de matá-lo. “As investigações ainda estão em curso. A gente não descarta nenhuma linha, mas a mais forte é de homicídio. Tudo indica que os bandidos sabiam que ali morava um policial militar”, destacou a delegada.

Sobre a divulgação nas redes sociais de supostos criminosos, a delegada fez um alerta. “Muitas postagens com informações inverídicas e as pessoas têm que ter cautela, quanto o que posta. A conduta delas pode ser incriminada porque a rede social não é campo sem lei”.

A delegada Yanna não confirmou se já existe a identificação de suspeitos, mas disse que que a polícia civil recebeu apoio da Secretaria de Segurança Pública para elucidar o caso.

Mas foi em tom de desabafo que o Coronel Hilton Beningno falou à imprensa sobre a violência que tem vitimado policiais. São 21 PM’s mortos, este ano, no Pará“. Pessoal, a gente vive num país em guerra. Um país que tem 60 mil homicídios por ano. Essa guerra só não está declarada, mas ela existe. O país que mais morre policias no mundo é o Brasil. Nós temos que mudar nossa legislação. Na semana passada foi preso um elemento que estava assaltando um ônibus em Belém, pela 12º vez. Não estou adiantando, mas é possível que o cabo Nonato tenha sido vítima de pessoas que ele tenha prendido”. O coronel explicou que já pediu ao delegado geral da polícia civil do Pará que designe uma equipe específica para apurar a morte do cabo Nonato. “Isso não vai ficar impune. Nós vamos chegar aos autores, vamos identificá-los e prendê-los, como deve ser feito, na forma da lei”, desabafou.

Oito integrantes do Comando de Missões Especiais da Polícia Militar já estão em Parauapebas para auxiliar a PM e a Polícia Civil nas diligências. Também, para dar apoio na busca pelos criminosos, foi deslocada uma guarnição da Policia Rodoviária Estadual.

O Comandante também foi questionado sobre a violência crescente em Parauapebas. Hoje, o efetivo do 23º Batalhão da PM é de 240 policiais militares, responsáveis não só por Parauapebas, mas também pela segurança de Curionópolis, Canaã, Eldorado de Carajás, Serra dos Carajás, Serra Pelada e a área do Contestado. “A partir do dia 2 de outubro inicia o curso de formação de praças, aqui em Parauapebas, com 90 alunos e a partir de março do ano que vem, eles já estarão prontos para fazer o estágio nas ruas da cidade”, declarou o comandante, informando que a frota de veículos deve ser renovada ainda esse ano, com mais viaturas para a cidade.

Execuções em Parauapebas.

Depois do assassinato do Cabo Nonato, na última segunda-feira, seis pessoas foram mortas em Parauapebas. Mas, uma das vítimas de arma de fogo morreu durante a ação Policia Militar e, por isso, não faz parte das investigações sobre as execuções na cidade. Para a delegada Yanna, ainda é prematuro relacionar esses crimes com o assassinato do PM, mas ela confirma que a maioria das vítimas tinha passagem pela polícia. “Ainda estamos investigando se alguma das vítimas conhecia o cabo Nonato, mas tudo ainda está sendo apurado”, declarou.

O Coronel Hilton Benigno também acha prematuro qualificar como chacina, as cinco mortes em Parauapebas. “Tive conhecimento dessas mortes assim que cheguei, e é preciso investigar a causa de cada uma delas para saber se há relação com a morte do cabo Nonato”, disse o coronel, que durante a coletiva citou a prisão de policiais militares em Belém, suspeitos de participar da chacina de 21 pessoas depois da morte de um PM, na capital. “A partir de hoje será instaurado um inquérito policial e, se, durante o inquérito eles encontrarem, também, alguma conexão dessas cinco mortes com o assassinato do cabo Nonato, obviamente que isso será levado em consideração”, enfatizou o Coronel.

A polícia militar informou que vai intensificar o trabalho ostensivo nas ruas de Parauapebas para evitar o clima de insegurança entre a população. “Esse ano nós retiramos das mãos de criminosos mais de 70 armas que foram apreendidas. Temos recuperados motos e veículos roubados e vamos continuar o nosso trabalho de combate à criminalidade” destacou o Comandante da PM de Parauapebas, Luiz Vallinoto.

O Prefeito de Parauapebas, Darci Lernem, também participou da coletiva e disse que vai realizar uma reunião de trabalho com os órgãos responsáveis pela segurança pública como Poder Judiciário, Policia Militar e Secretaria de Segurança Pública para traçar um plano de combate a violência na cidade. “Parece que toda vez que alguém morre, aí é que a gente consegue se mobilizar, mas a mobilização tem que ser permanente”, destacou o prefeito que também foi cobrado sobre os Equipamentos de Proteção Individual dos guardas municipais. “Nós já solicitamos a Policia Federal a autorização para o uso de armas de fogo. Mas estamos resolvendo o problema das Epi’s”, concluiu.

A violência em Parauapebas também chamou atenção das pessoas nas redes sociais. O juiz, Doutor Líbio Moura, que trabalhou em Parauapebas durante vários anos, falou sobre a tentativa de grupos em criar pânico com a disseminação de informações desencontradas “Nenhum grupo de criminosos tem força para se sobrepor às instituições. Outras situações, semelhantes, já foram vividas na cidade e devem servir para que as discussões sobre prevenção e repressão aos crimes sejam melhoradas.

O enterro do policial militar aconteceu sob forte comoção de familiares, amigos e companheiros de farda, no final da manhã desta quarta-feira no cemitério Jardim da Saudade, em Parauapebas.

Assassinato

Sete pessoas são mortas depois do assassinato de Policial Militar em Parauapebas

A Polícia nega toque de recolher, mas as mortes continuam sendo anunciadas

Depois do assassinato do policial militar, Raimundo Nonato Oliveira de Sousa, de 51 anos, na noite desta segunda-feira, 11, no município de Parauapebas, a polícia registrou a morte de outras sete pessoas em diversos bairros da cidade. Quatro delas foram executadas no meio da rua, na manhã desta terça-feira, 12.

Os corpos das vítimas foram levados para o Instituto Médico Legal de Marabá, já que o IML de Parauapebas passa por reformas. Segundo a polícia, Robson Gonzaga dos Santos, de 20 anos, foi morto ainda na noite desta segunda-feira, na Rua Bragança, no bairro Linha Verde.  Mikael Oliveira de Oliveira e Arthur Gama, de 19 anos, foram baleados na manhã desta terça-feira, no bairro Vila Nova. Mikael morreu na hora, já Artur deu entrada no Hospital Municipal de Parauapebas, mas não resistiu aos ferimentos.  Também, pela manhã, foi morto a tiros Luiz Gustavo Lacerda no bairro Nova Vida. No início da tarde, a sexta vítima deu entrada no IML, mas o nome não foi divulgado. A polícia ainda não sabe se os assassinatos têm relação com a morte do PM.

Por volta das 22 horas outro pessoa foi baleada no bairro da Paz.

O Cabo Santarém, como era chamado entre os colegas, tinha 23 anos dedicados à Policia Militar. Segundo a polícia, a casa do PM foi invadida por volta das 23 horas, por quatro homens que chegaram a anunciar o assalto. Ao perceberam que Raimundo Nonato era Policial Militar, eles resolveram amarrá-lo e torturá-lo com facadas. Os bandidos ainda usaram a arma do policial dando quatro tiros contra Raimundo, que mesmo muito ferido conseguiu se jogar pela janela para pedir socorro. Com o barulho, os bandidos fugiram.  O PM foi levado com vida para o Hospital, mas morreu minutos depois.

O Comando da Policia Militar está oferecendo 5 mil reais de recompensa para quem repassar informações que levem a localização dos criminosos, através do disque-denúncia. O velório do policial militar está acontecendo no auditório da Câmara Municipal de Parauapebas. O enterro está previsto para as 10 horas desta quarta-feira, 13, no Cemitério Municipal Jardim da Saudade, onde receberá homenagens do 23º Batalhão da Policia Militar de Parauapebas.

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