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Breu Branco

Polícia prende três em Breu Branco e Tucuruí por fraudes em licitação

Segunda fase da Operação Burserina aponta novos nomes que estariam envolvidos em esquemas criminosos na região
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Desde as 6 horas da manhã desta sexta-feira, dia 17, a Polícia Civil por meio da Delegacia de Repressão a Defraudações Públicas (DRDP), vinculada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado-DRCO, deflagrou a segunda fase da Operação Burserina, para dar cumprimento a ordens judiciais nos municípios de Breu Branco e Tucuruí.

Foram três mandados de prisão preventiva cumpridos nos dois municípios. Há dez dias foi deflagrada a primeira fase da operação, com cumprimento de outros três mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão, em domicílios e órgãos públicos de Breu Branco.

A partir das provas coletadas na primeira fase, a polícia encontrou elementos para apontar a autoria de mais três indiciados, representando, na sequência, pelas prisões preventivas junto ao Poder Judiciário.

Foram presos nesta 2ª fase Wesley Luchi, Lindomar Miranda dos Santos e Odair José Moraes Viana, suspeitos de integrar a associação criminosa para fraudar licitações em prefeituras da região.

As investigações, iniciadas há aproximadamente um ano, são decorrentes da Operação Hades, coordenada pela Divisão de Homicídios, que apurou a morte do Prefeito Diego Kolling, de Breu Branco, e por surgirem informações de ocorrência de crimes de atribuição da Delegacia de Repressão a Defraudações Públicas.

Diante disso, esta unidade policial foi acionada, iniciando a partir daí investigação que levassem à autoria e materialidade de crimes contra a administração pública municipal.

Durante as investigações da DRDP, constatou-se que algumas empresas eram constituídas unicamente para compor quórum para instalação de licitação na Prefeitura de Breu Branco, enquanto outras previamente ajustadas garantiam a vitória no certame licitatório, a fim de contratar com o ente público e fazer valer, dessa forma, seus interesses econômicos.

Foram presos na primeira fase Ricardo José Peçanha Lauria, Evanoel Almeida de Araújo e Neilton Carlos da Silva Sena. Ricardo Peçanha, mais conhecido na região por “Ricardo Chegado”, já havia sido preso em razão do assassinato e do ex-gestor municipal, Diego Kolling, cujo crime ocorreu em 16 de maio de 2017, quando andava de bicicleta em um trecho da Rodovia PA-263, que liga as cidades de Tucuruí e Goianésia do Pará.

Ainda durante as buscas da Operação Hades, a equipe policial da Defraudações apreendeu vasto material que revelava a atuação fraudulenta de Ricardo Peçanha com a participação dos outros empresários, através das empresas MAK Empreendimentos, Construções (CNPJ 22.910.863/0001-39), DNR Construções (CNPJ 10.195.504/0001-68) e Atitude Empreendimentos (CNPJ 18.486.556/0001-03).

O delegado Carlos Vieira, titular da Delegacia de Repressão a Defraudações Públicas, presidente do inquérito policial, representou pelas medidas cautelares de prisão preventiva contra os investigados, que tiveram parecer favorável do promotor de Justiça Francisco Charles Pacheco Teixeira. As ordens judiciais, nesta segunda fase, foram concedidas pelo juiz Andrey Magalhães Barbosa.

O esquema criminoso ocorria quando as empresas, em nome de laranjas, eram representadas por pessoas contratadas apenas para a finalidade de atuarem em procedimentos licitatórios junto à administração pública. Dessa forma, através de ajuste prévio, ocorria a escolha fraudulenta da empresa vencedora da licitação, a qual contratava com o ente público com desvantagem para o erário, culminando com o desvio de recursos públicos.

A operação policial contou com a participação de unidades da Diretoria de Polícia Especializada, DRCO (DRDP), além de equipes da Diretoria de Polícia do Interior (Superintendência Regional do Lago de Tucuruí – 9ª RISP), através da Seccional Urbana de Tucuruí e da Delegacia de Breu Branco. “Os resultados dessa fase direcionarão a atuação policial pela continuidade das investigações, com o objetivo de apontar outros envolvidos no crime que se apura ou até mesmo a constatação de novos crimes e a instauração de novos inquéritos policiais”, avalia o delegado Carlos Vieira.

Marabá

Coautora do assassinato de professor do IFPA se entrega à polícia

Caçada há 11 dias, Thais Rodrigues resolveu se entregar depois que teve a imagem divulgada pela polícia
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Chegou ao fim na tarde desta terça-feira, dia 14, a cassada de 11 dias que a polícia empreendeu em busca de Thais Santos Rodrigues, acusada de ser co-autora do assassinato do professor Ederson Costa dos Santos, do IFPA Industrial, em Marabá. A acusada entregou-se na 21ª Seccional Urbana de Polícia Civil por volta das 16 horas de hoje. Ela é namorada do policial militar Felipe Freire Sampaio Gouveia, acusado de ser o autor dos disparos que tirou a vida do professor no último dia 4 deste mês.

Thais chegou em uma viatura da Polícia Civil, com o rosto coberto, acompanhada por três investigadores e o delegado responsável pelo caso, Ivan Pinto da Silva.

O homicídio do professor Ederson Santos causou grande repercussão em todo o Pará porque sua morte ocorreu a sangue frio e foi filmada. Ele não teve direito de defesa e foi covardemente assassinado com dois tiros na cabeça, após uma discussão de trânsito na madrugada do último dia 4, em frente ao Sesi, no Bairro Novo Horizonte. Felipe Gouveia e Thais aparecem em filmagens de câmeras de segurança instaladas em consultório que fica na Avenida Tocantins.

Gouveia foi preso na quinta-feira da última semana, dia 9, em um quartel da PM de Imperatriz, foi trazido para Marabá e daqui levado para um presídio para policiais na Região Metropolitana de Belém.

O destino de Thais será outro. Ela foi submetida ao exame de corpo e delito e será transferida para o Centro de Recuperação Feminino de Marabá (CRFM), ao lado do CRAMA, no Km 14 da Rodovia Transamazônica.

Ulisses Pompeu – de Marabá
Parauapebas

Mais um dono de ferro-velho executado em Parauapebas

Douglas Gomes dos Santos foi assassinado na manhã desta terça-feira, com um tiro na cabeça, ao volante do carro dele
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A Polícia Civil está investigando a execução do empresário do ramo de sucataria Douglas Gomes dos Santos e da tentativa de homicídio contra José Fernando Feitosa da Silva. O assassinato se deu na manhã desta terça-feira (14), quando ele estava parado na Estrada Faruk Salmen próximo a um hotel.

Ainda não se sabe as circunstâncias do crime, o que se levantou até o momento é que ele levou um único tiro na cabeça, quando estava ao volante da caminhonete Toyota Hilux, na companhia do amigo Fernando, que também foi baleado, mas não morreu e está internado Pronto Socorro Municipal.

Populares comentavam que Douglas teria recebido uma ligação de uma pessoa marcando encontro no local onde foi eliminado. No bolso dele foi encontrado um carregador de pistola calibre ponto 40, munição exclusiva das foças policiais.

O crime ocorreu no plantão do delegado Felipe Oliveira, que, indagado se o assassinato pode ter alguma relação com a atividade comercial do morto, venda de ferro-velho, uma vez que vêm ocorrendo muitos roubos de veículos na cidade, disse que nada se pode afirmar, por enquanto, mas, lembrou que, recentemente outro dono de ferro-velho foi vítima de homicídio nas mesmas circunstâncias.

O assassinato a que o delegado se refere ocorreu em 15 de julho passado, quando Farildo Nogueira da Silva, conhecido como “Negão do Ferro Velho”, também sucateiro, foi executado com dois tiros no Bairro Jardim Tropical II.

Xinguara

Polícia prende suspeita de matar fazendeiro em Água Azul do Norte

Segundo o delegado, o corpo do fazendeiro foi encontrado caído de bruços em uma cama e carbonizado
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O crime aconteceu na noite do último domingo (12), na fazenda Santa Maria,  localizada na Zona Rural do Município de Água Azul do Norte. Em seu depoimento, Sueli Sam Trindade Borges de 32 anos, disse que, era por volta das 16 h quando seu marido, o pecuarista Jadir Leal Souto, 77, saiu para olhar o gado que estava no pasto. As horas foram passando e o homem só retornou à residência após às 19h.

Enquanto conversavam no interior da sede, o casal ouviu barulhos e notou que alguém tentava arrombar a porta da cozinha. O pecuarista então, mandou que a esposa fugisse em busca de ajuda, em seguida, correu para o cômodo na tentativa de impedir a invasão.

Ainda segundo Sueli, enquanto buscava por socorro em meio à escuridão, ela sentiu que estava sendo seguida, mas conseguiu escapar até chegar a uma fazenda vizinha onde conseguiu ajuda e ligou para a polícia.

Na companhia dos policiais, Sueli encontrou o marido já sem vida. O pecuarista havia sido assassinado e seu corpo carbonizado em cima de uma cama.

No entanto, a polícia encontrou indícios de que Sueli se contradizia em seu depoimento.

As Janelas – para a polícia, a viúva disse que as janelas da casa estavam no chão porque haviam sido arrombadas de fora para dentro. No entanto, os primeiros levantamentos feitos no local pela equipe de investigadores da polícia civil do Município de Xinguara, ao comando do delegado José Orimaldo, deram conta de que não houve arrombamento pelas janelas. “As janelas não só não foram arrancadas quanto não foram arrombadas de fora para dentro. Estão lá, no mesmo lugar e foram arrombadas de dentro para fora”, declarou a autoridade.

Em razão da contradição , o delegado não hesitou e, na tarde desta segunda-feira (13),  pediu a prisão preventiva de Sueli que permanece à disposição da justiça. “Com base nessas e outras contradições, vamos pedir a prisão preventiva dela à Justiça”, concluiu.

O corpo de Jadir foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) do município de Marabá. O laudo necroscópico deve apontar as causas da morte, se o pecuarista teve o corpo queimado após ser assassinado ou se foi queimado vivo.

Ainda não se sabe se a vítima possuía alguma desavença ou se havia recebido algum tipo de ameaça. O caso segue sendo investigado.

A caminhonete do casal também foi incendiada.

Sueli Sam Trindade Borges, é natural do município de Goianésia do Pará. Em Canaã, ela foi candidata à vereadora nas eleições de 2016 pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), ficando 89º Lugar com apenas 8 votos.

Redenção

Polícia Civil apreendeu maconha e crack em Redenção

Além da droga, vários objetos, como relógios, bonés, aparelhos celulares, e balança foram apreendidos.
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A Polícia Civil, atendendo a uma denuncia anônima, realizou, na manhã do último domingo (12), mais uma operação e conseguiu apreender mais de 6 quilos de maconha prensada, 700 gramas de crack, oito aparelhos celulares, 10 relógios de pulso e uma balança de precisão.

A ação aconteceu no Setor Marechal Rondon e a droga foi apreendida na casa de Jackson da Silva França e Leonardo da Silva Souza. Porém, ante a chegada das autoridades, eles fugiram deixando tudo para trás.

No inicio deste mês a Polícia Civil já havia apreendido 10 quilos de maconha, também no Marechal Rondon. Ontem, mais uma boca-de-fumo foi desmantelada, o que, segundo cálculo dos policiais, deixa aos traficantes um prejuízo de R$ 70 mil.

Parauapebas

PM e Civil desmantelam quadrilha de assaltantes em Parauapebas

Um foi encontrado morto, outro morreu em confronto, um terceiro foi preso e o quarto fugiu
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Uma quadrilha formada pelos indivíduos Elielson Trindade, 18 anos, o “Bred”; Thalisson Costa Mendes; Daniel Souza Reis, 19, conhecido como “Geladinho”; e um quarto não identificado, que vinha cometendo assaltos e aterrorizando a cidade, foi desarticulada nesta quarta-feira (8), em Parauapebas, pelas polícias Civil e Militar.

O corpo de Elielson Trindade, 18 anos, morto em circunstâncias misteriosas, foi encontrado na área da represa, no Bairro Tropical II, crivado de balas. O pai dele, de prenome João, contou que estava em casa quando ouviu estampido de tiros.

Logo em seguida, um colega do rapaz passou e disse que uma pessoa havia sido ferida em tiroteio. As irmãs de Elielson foram até a margem da represa e só encontraram a camisa e as sandálias do irmão e retornaram para casa, quando voltaram ao local, já o encontraram sem vida. João disse que o filho era viciado em entorpecentes e já havia se cometido assaltos, após se envolver com pessoas ligadas ao crime. Elielson morreu por volta das 12h. Já às 15 horas, a Polícia Civil cumpriu mandado de prisão preventiva contra Thalisson Mendes Costa. Ele foi localizado e capturado no Bairro Jardim Tropical, acusado de ter cometido vários assaltos na cidade.

E, aproximadamente 17h30, na Rua Manoel Bandeira, Bairro da Paz, ao ser abordado pela Polícia Militar, Daniel Souza Reis, 19, conhecido como “Geladinho” e “De Belém”, sacou de uma arma, que, em verdade, era uma imitação, e tentou intimidar os policiais, mas foi rechaçado a tiros e morreu ali mesmo.

O comparsa de “Geladinho”, não identificado, conseguiu fugir portando uma pistola calibre 380, cromada, roubada de um empresário da cidade durante um assalto, em que também perdeu dinheiro para os ladrões.

Segundo o tenente Freitas, da Policia Militar, contra “Geladinho” havia dois mandados de prisão preventiva pelos crimes de latrocínio, homicídio e assalto. O oficial afirmou que ele tinha “um amplo histórico de crimes”.

Castanhal

Justiça realiza a maior ação de combate ao tráfico de drogas já vista em Castanhal

A “Operação Combat” deu cumprimento a mais de uma dezena de mandados expedidos pelo juiz Líbio Moura, da 2ª Vara Criminal de Castanhal
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Aconteceu na tarde desta quarta-feira (8), em Castanhal, a 80 km de Belém, a “Operação “Combat”, realizada pela Polícia Civil e considerada a maior ação de combate ao tráfico de drogas já realizada na Cidade Modelo. O alvo foi a área da Feira da Ceasa, mais especificamente o Beco do Mijo e o Beco do Sol, atualmente conhecida como “cracolândia”.

Depois de meses de investigações a operação foi deflagrada em cumprimento a vários mandados expedidos pelo juiz Líbio Araújo Moura, titular da 2ª Vara Criminal de Castanhal. Na ocasião foram cumpridos oito mandados de prisão preventiva contra os principais traficantes da área, realizadas duas buscas domiciliares, quatro prisões em flagrante e cinco usuários foram autuados pelo consumo de entorpecentes.

Foram apreendidos diversos cachimbos para o consumo de crack, grande quantidade de entorpecentes; e constatada que a comercialização e consumo de entorpecentes em plena luz do dia.

Diante da grande operação policial, que limpou o local, o Poder Público poderia aproveitar a oportunidade e tentar transformar a realidade da maior feira da cidade, que está localizada bem no centro da área urbana. Seria necessário mudar a velha e defasada estrutura, hoje com becos e acessos para locais que não podem ser vistos de fora, favorecendo assim a venda e o consumo de drogas.

O Poder Público poderia traçar estratégias para uma ocupação permanente do local e mudar a cara daquela área, frequentada por todos no Centro da cidade.

O local em que aconteceu a “Operação Combat” é semelhante à antiga Feira do “Pé inchado”, uma área em Parauapebas que por anos foi controlada por usuários de drogas, alcoólatras e gangues, cujo fim se deu após intervenção das autoridades da segurança pública em Parauapebas liderada pelo juiz Libio Moura.

Em continuidade a “Operação Combat”, agora também com apoio da Polícia Militar, a Polícia Civil de Castanhal retornou para área da Feira da Ceasa no período noturno para uma grande saturação, onde diversas pessoas foram revistadas e 5 bares foram fechados por estarem funcionando de forma irregular, sendo notificados e tendo as atividades encerradas em definitivo.

Jacundá

Mãe e filho são presos em Jacundá como membros de facções criminosas

Eles agiam no Mato Grosso e os mandados de prisão foram cumpridos junto com outros 92
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Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (8) uma operação para cumprir 94 mandados de prisão preventiva contra membros de facção criminosa instalada em Mato Grosso. No Pará, a polícia cumpriu mandado contra o presidiário Fernando Soares Lacerda e a mãe dele, Juraci Soares Lacerda. A mulher foi presa na residência localizada no município de Jacundá, sudeste do Pará. Fernando, que está custodiado no Centro de Recuperação Regional de Tucuruí, teve o mandado de prisão cumprido na cadeia.

Fernando responde no Pará a processo criminal por crime de associação criminosa. Em abril deste ano, ele foi preso junto com outros quatro homens, no município de Jacundá, após o grupo ter sido flagrado com farto material usado em arrombamento de cofres e um aparelho eletrônico usado como bloqueador de sinais de telecomunicação em agências bancárias.

Fernando e a mãe Juraci são investigados pela Polícia Civil de Mato Grosso acusados de integrar facções criminosos que atuam no Estado. De acordo com a Polícia Civil, a mulher vai ser conduzida ao presídio regional em Marabá, onde ficará à disposição da justiça de Cuiabá, no Mato Grosso. O presidiário irá permanecer no presídio de Tucuruí também à disposição da Justiça mato-grossense.

Investigação

A investigação, iniciada há mais de 15 meses, busca apreender patrimônio e descapitalizar a principal facção criminosa, cujas lideranças estão no maior presídio de Mato Grosso, a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.

Segundo a apuração, a organização desenvolveu internamente um próprio sistema de arrecadação financeira, criando assim um grande esquema de movimentação financeira e lavagem de dinheiro, com utilização de empresas de fachadas, contas bancárias de terceiros, parentes de presos, entre outros.

A polícia descobriu três fontes principais de recursos: Mensalidade paga pelos integrantes chamadas de ‘camisa’; Cadastramento e mensalidades pagas por traficantes ou por ponto de venda de droga, conhecidas por ‘biqueiras’; e cobrança de ‘taxa de segurança’ de comércios (extorsão de comerciantes).

Entre as medidas cautelares estão o bloqueio judicial de 80 contas bancárias, sequestro de uma fazenda no município de Salto do Céu, a 383 km de Cuiabá, duas casas e um terreno em Cuiabá, dois caminhões e cinco automóveis.

As ordens judiciais foram deferidas pelo juiz de direito, Marcos Faleiros da Silva, da 7ª Vara Criminal – Vara Especializada do Crime Organizado.