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Polícia

Acusado de roubo de moto aponta imitação de arma para PMs durante fuga e morre fuzilado

Ao perceberem que Cleison os ameaçava com uma “9mm”, os policiais não titubearam em defender as próprias vidas

Cleison Batista Furtado, 18 anos, morreu por volta das 22h desse sábado (13), durante fuga em companhia de um comparsa, quando apontou uma imitação de pistola 9mm para uma guarnição da Polícia Militar e foi baleado. Enquanto tombava diante dos policiais, o colega dele, que de fato teria atirado contra os militares, desapareceu no matagal em meio à escuridão. Furtado e o colega estavam na moto Honda Biz branca de placa OTF-0026 quando, ao avistarem a guarnição da Ronda Ostensiva com Apoio de Motos (Rocam) à altura da rotatória do Bairro Tropical, aceleraram o veículo e despertaram suspeitas. Seguidos de perto pela PM, largaram a moto e se embrenharam no mato.

O fato foi relatado pelo Cabo Dias, do 23º Batalhão de Polícia Militar, que comandava a guarnição formada também pelos soldados Leal e Mateus. Segundo ele, assim que a dupla entrou no matagal os policiais também entraram, mas, alguns metros adiante, foram recebidos a tiros.

Logo depois, avistaram Cleison Furtado que, segundo narra o cabo, corria e olhava para trás apontando a arma para os PMs, tendo sido baleado. Ele foi socorrido e levado ao Hospital Municipal, onde já chegou sem vida. Diante da constatação de que a arma não era de verdade, Dias acredita que quem atirou contra a guarnição foi o indivíduo que fugiu pelo mato.

A moto foi roubada há uma semana, seu proprietário compareceu à Delegacia de Polícia Civil e reconheceu, pela foto, Cleison Furtado como uma das pessoas que lhe tomou o veículo, o qual provavelmente estava sendo empregado para o cometimento de outros crimes na cidade.

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Parauapebas

Comandante em exercício do 23º BPM faz balanço das ações em 2017

Major Sérgio considera a ação da PM satisfatória e afirma que pretende melhorar e aumentar a produtividade em 2018

O 23º Batalhão da Polícia Militar (BPM), por meio do subcomandante, Major Sérgio Pastana Ribeiro, divulgou nesta
quarta-feira (10) o relatório de ações desenvolvidas pela corporação em 2017. Os dados, na avaliação do oficial, “são bastante satisfatórios” porque traduzem o esforço da Polícia Militar no trabalho em defesa da sociedade. “Conseguimos elevar nosso atendimento e a ideia é, neste ano, melhorar e aumentar a produtividade”, comemora Pastana.

Ele explicou ao Blog que, com base nos números levantados durante 2017, o comando do batalhão mensura o que foi realizado e projeta as ações para 2018. Sérgio Pastana tomou como base o número de armas de fogo apreendidas nos doze meses do ano passado, quando 138 delas foram retiradas das ruas. “Foram mais de dez por mês, assim como apreendemos também muita droga”, exemplificou ele.

Indagado pelo Blog sobre o número crescente de adolescentes apreendidos e levados até Polícia Civil e a respeito da decepção dos policiais militares ao vê-los alguns dias depois em liberdade, denominando essas ações de “enxuga gelo”, o subcomandante do 23º BPM afirma que o menor tem uma legislação específica – o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – e que a PM faz a sua parte ao flagrá-lo em um delito: levá-lo até a autoridade competente que, do seu lado, aplica a lei, a qual tem de ser obedecida.

“Muitos adultos se aproveitam do menor e o usam para cometer crimes, pois dizem que eles não serão punidos. Mas o menor tem sim punição, de acordo com o que determina a lei”, explica ele.

Sobre a indignação da população, que, ao pegar marginais em flagrante cometendo algum crime, parte para a tentativa de linchamento, o Major Sérgio recomenda que as pessoas não o façam e sim chamem a PM. “Não estamos mais na Idade Média. Não se deve fazer justiça com as próprias mãos, até mesmo porque, em caso de morte, quem participou do linchamento vai pagar pelo crime de homicídio”, adverte o oficial.

Os números

De janeiro a dezembro de 2017 foram apreendidas 138 armas de fogo em situação irregular nas mãos de bandidos ou mesmo de outras pessoas sem autorização para portá-las. Os meses em que mais houve apreensões foram abril (12), agosto (16) e setembro (17).

No mesmo período, a PM recuperou 313 motocicletas que haviam sido roubadas ou furtadas. Os meses em que houve mais recuperações foram setembro (36), outubro (43) e novembro (39). Quanto aos carros, apenas três foram recuperados, um em fevereiro, um em março e um em junho.

A PM apresentou, em 2017, à Polícia Civil, pelos mais diversos motivos e delitos, 3.243 pessoas. Os meses de setembro (397), outubro (376) e dezembro (508) foram os que mais registraram esse tipo de procedimento.

Das 111 apreensões de entorpecentes ocorridas no ano passado, os meses em que a PM tirou o maior volume de drogas das ruas foram fevereiro (12), maio (12), setembro (14) e novembro (14).

Em 2017 também foram lavrados 3.470 Boletins de Atendimento Policial Militar (BAPMs). Uma média de 289 por mês, relatando ou denunciando os mais diversos casos, que deram origem a ações rápidas ou operações da PM no socorro à população.

 

Proerd

PM: Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência forma quase um mil e cem alunos em Tucuruí

O Proerd é a versão brasileira do programa norte-americano Drug Abuse Resistance Education (D.A.R.E), implantado pela Polícia de Los Angeles em 1983, com ações voltadas para a prevenção às drogas.

1.070 alunos de diversas escolas do município de Tucuruí se formaram nesta sexta-feira (15) pelo Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). A cerimônia de formatura aconteceu no colégio Gumercindo Gomes e reuniu alunos de escolas como Fernando Guilhon, Assis Rios, Teles de Menezes e Maria Silva.

A solenidade de formatura reuniu ainda familiares dos alunos e autoridades, entre eles, o Prefeito Bena Navegantes, o Tenente coronel André e a secretária de Educação Conceição Bugarim.

O Prefeito destacou que o Proerd tem a missão de prevenir e orientar as crianças e adolescentes, preparando-os para o futuro. “A ideia é que eles se tornem agentes multiplicadores dos conhecimentos adquiridos nas aulas”.

Durante a solenidade, alunos foram homenageados e premiados por terem se destacado ao longo das atividades que foram desenvolvidas nas escolas. Professores, instrutores do Proerd e autoridades também foram homenageadas. As ações do Proerd nas escolas foram desenvolvidas pelo 13ª Batalhão de Polícia Militar de Tucuruí em parceria com a Prefeitura de Tucuruí. Todo o conteúdo do programa é ministrado por policiais treinados.

A proposta do Proerd é orientar e prevenir, por meio atividades educacionais, quanto às consequências que as drogas podem causar na vida das pessoas.

Prevenção – O Proerd é a versão brasileira do programa norte-americano Drug Abuse Resistance Education (D.A.R.E), implantado pela Polícia de Los Angeles em 1983, com o objetivo de atuar na prevenção ao uso de drogas por crianças e adolescentes. Atualmente, está presente em 64 países. No Pará, foi iniciado em 2003 e em parceria com o Pro Paz já formou mais de 1.200 crianças, do 5° ao 7° ano, de escolas públicas localizadas na Região Metropolitana de Belém (RMB) e interior do Pará. As novas atividades do programa em Tucuruí e nos outros municípios do Pará iniciam na primeira semana de agosto.

Segurança Pública

Polícia Militar e Detran realizam grande operação em Tucuruí

Ações ostensivas de segurança fazem parte da Operação Tucuruí Segura
O 13° Batalhão de Polícia Militar, sediado em Tucuruí, divulgou neste sábado (9) um balanço preliminar das atividades ostensivas realizadas em parceria com o Detran e a Companhia de Trânsito de Tucuruí (CTTUC) durante o feriado.

Foram realizadas diversas operações de abordagens a suspeitos além de blitz em diversos bairros do município.

As ações, que iniciaram no feriado municipal de Nossa Senhora da Conceição e vão perdurar durante este fim de semana, fazem parte da Operação Tucuruí Segura.

O documento aponta o registro de um acidente com vítima não fatal e uma pessoa foi apresentada às autoridades por embriaguez ao volante. As blitz apreenderam 18 motos e 60 autos de infração foram registrados.

Todos os veículos apreendidos foram armazenados no pátio do Detran.

Polícia

PM desarticula quadrilha que realizava arrastões em Parauapebas

Durante confronto, três bandidos morreram e pelo menos cinco ainda estão escondidos

A Polícia Militar, em conjunto com a Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas (Rotam), desarticulou hoje (11) uma quadrilha que realizava assaltos e arrastões em Parauapebas. A ação já dura três dias.

“Estamos trabalhando nesses dias para acabar com esses bandidos que amedrontam a população. Hoje, desde as oito horas, fizemos um cerco e conseguimos ‘derrubar’ três deles, mas a ocorrência ainda está em andamento, porque a quadrilha tem muitos homens. Nós vimos de seis a oito espalhados pelo matagal, no bairro Nova Vida II”, relatou o Sargento J. Ricardo, da Polícia Militar, que está à frente da operação.

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Reforma agrária

Justiça do Pará adia reintegração de posse em fazendas tomadas pelo MST no sul do Pará

A reintegração de posse das fazendas Cedro, Maria Bonita e Fortaleza ficaram para a segunda fase da operação no sul do Estado, a ser realizada a partir do dia 27, informou a PM.

A Justiça do Pará adiou a reintegração de posse das fazendas Cedro, Maria Bonita e Fortaleza, invadidas por integrantes do Movimento dos Sem-Terra (MST), na região sul do Estado, que seriam realizadas esta semana pela Polícia Militar. Em audiência realizada na segunda-feira, 6, na Vara Agrária de Marabá, foi agendada reunião para o dia 23 com representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e de outros órgãos públicos para definir o local para onde as famílias serão levadas e as políticas assistenciais. O presidente da Associação dos Criadores do Pará (Acripará), Maurício Fraga, disse que o adiamento “cria dificuldade para o cumprimento dos mandatos e causa insegurança no setor”.

As fazendas Cedro, Maria Bonita e Fortaleza, do Grupo Santa Bárbara, que estão na lista de reintegrações, têm liminar para a retomada da posse desde a invasão pelo MST em 2009. “Até o momento, passados oito anos, não houve reintegração de posse e as fazendas continuam invadidas”, informou o grupo, ligado ao empresário Daniel Dantas. Na audiência, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) alertou para o risco de conflitos nos despejos e para a presença de crianças nas ocupações.

Uma nova audiência foi marcada para o dia 23, quando o Incra e outros órgãos públicos devem apresentar os locais para onde serão levadas as famílias após a desocupação, assim como as políticas assistenciais. A CPT informou que as três áreas tinham sido objeto de acordo para compra pelo Incra, o que tornaria desnecessária a reintegração.

De acordo com a Santa Bárbara, as negociações com o Incra se arrastam há quatro anos, sem que o acordo seja efetivado. “O Incra realizou levantamento cadastral de todas as áreas, não encontrando qualquer irregularidade nos títulos de aquisição. As fazendas eram produtivas, criavam centenas de empregos na região e sempre trabalharam em respeito à legislação ambiental e com grande compromisso social, inclusive fornecendo escolas a filhos de funcionários e população do entorno”, diz a empresa.

A partir de 2009, essas fazendas passaram a sofrer ataques que a empresa descreve como violentos e criminosos. “Matança de gado, ameaça e sequestro de funcionários, casas e máquinas agrícolas incendiadas, escolas depredadas e cercas e currais destruídos eram práticas comumente utilizadas pelos invasores.”

A Agro Santa Bárbara alega que, em razão dos ataques, perdeu a posse das fazendas e, desde então, tem entrado com medidas judiciais para reaver seus direitos. “A empresa se viu privada de produzir nas áreas e, tentando encontrar alguma forma para a resolução do conflito agrário na região, a empresa aceitou abrir diálogo com o Incra para a aquisição dessas fazendas, num processo longo e sem sucesso.”

Nova etapa

O subcomandante da Polícia Militar do Pará, Coronel Emmanuel Leão Braga, informou que a reintegração de posse das fazendas Cedro, Maria Bonita e Fortaleza ficaram para a segunda fase da operação no sul do Estado, a ser realizada a partir do dia 27. “Definimos, em conjunto com a Vara Agrária de Marabá, fazer a reintegração de 16 fazendas invadidas, mas em duas fases. Na primeira, iniciada em outubro, e que prosseguirá até este domingo, incluímos as fazendas Mutamba, Cristalina, Geraldo de Assis, Mococa, Boa Vista, Esperantina, Pontual e Astrúrias. As demais serão na segunda fase.”

Segundo ele, os 106 policiais da força especial retornam para Belém no início da próxima semana para cumprir ordens de reintegração em Castanhal, na região norte do Estado. “Temos uma agenda, mas a gente trabalha com orçamento financeiro. Assim, devemos retornar à região de Marabá no dia 27 para, a partir daí, cumprir as liminares em outras oito fazendas, conforme ficou definido com a Vara Agrária.”

Assalto a banco

Sul do Pará: Polícias Civil e Militar deflagram “Operação Lampião” e prende quadrilha que assaltava bancos na região

Durante a operação foram cumpridos mandados de Prisão Preventiva, Busca e Apreensão Domiciliar e Condução Coercitiva expedidos pelo Juízo da Comarca de São João do Araguaia-PA.

A Polícia Civil do Estado do Pará, em conjunto com as Polícias Militares do Pará e do Goiás, deflagrou ontem no Sudeste do Estado, a Operação Policial denominada “LAMPIÃO”, visando cumprindo de mandados de Prisão Preventiva, Busca e Apreensão Domiciliar e Condução Coercitiva expedidos pelo Juízo da Comarca de São João do Araguaia-PA.

A operação teve como alvo prender criminosos e apreender objetos relacionados à crimes praticados em desfavor de instituições bancárias, bem como empresas de transportes de valores.

Os suspeitos foram identificados e presos por atuarem criminalmente na modalidade conhecida como “vapor” ou “novo cangaço”, forma em que criminosos sitiam as cidades de forma violenta para a subtração de valores provenientes de instituições bancárias, fazendo o uso inclusive de material explosivo e captura de reféns.

Durante a operação foram presos: Jurandi Gomes da Silva (Pablo Ferreira) vulgo “Toca”, Edivaldo Batista da Silva, Vulgo “Junior, João ou Buxudo”, Andreia Santos Perlinski, Leandro Soares da Silva, Helena Lima da Silva, Vanderlan Reis Andrade (Nenzim) e Rosivânia Gomes Dos Santos (Rose).

Os Mandados foram cumpridos na Folha 33, núcleo da Nova Marabá, Jardim Vitória, Bairro do Aeroporto, km 11, Morada Nova, em Marabá-PA, bem como no Bairro Centro da Cidade de São Domingos do Araguaia-PA.

Jurandi “Toca”, Leandro “Cowboy”, Andreia Perlinski e Edivaldo foram presos às proximidades da rodoviária da Folha 32, em Nova Marabá. Helena Lima em São Domingos dos Araguaia-PA. Rose foi presa em sua residência, no km 11, e Vanderlan “Nenzim” foi preso enquanto tentava empreender fuga em Morada Nova.

Durante a operação foram apreendidos 04 (quatro) tabletes, totalizando aproximadamente 04 kg de droga que aparenta ser a substância conhecida vulgarmente como “maconha”; 01 (um) revólver calibre 44 com numeração raspada, acompanhado de 06 (seis) munições do mesmo calibre; uma espingarda 22 com munições; um revólver calibre 38 com numeração raspada e 06 munições do mesmo calibre; quantia de R$ 10.030,00 em dinheiro (R$ 2.549,00 de notas avariadas por material explosivo); e ainda cinco veículos apreendidos entre automóveis e motocicletas.

Segundo o delegado Marcelo Delgado, superintendente da PC em Marabá, os criminosos presos durante a operação foram os responsáveis pelos crimes praticados contra bancos das cidades de Sapucaia-PA (06/09), São João do Araguaia-PA (21/09), Eldorado dos Carajás (05/10) e Filadélfia-TO(29/10). Outros casos estão sendo investigados.

As investigações apontam que o grupo era bem organizado e cada integrante tinha sua participação e capacidade de mobilização, promovendo interação criminosa inclusive com bandidos de outros Estados da Federação.

Polícia Militar

Novo comandante do CPR-II assume e se reúne com oficiais dos batalhões subordinados a ele

O coronel Mauro Sérgio tem em mente otimizar os recursos da tropa e trabalhar baseado em indicadores da violência

Por Eleutério Gomes – de Marabá

O coronel Mauro Sérgio Marques da Silva, nomeado ontem (10) chefe do CPR-II (Comando de Policiamento Regional-II), da Polícia Militar do Pará, já começou a despachar nesta quarta-feira (11), em Marabá, sede da instituição, onde concedeu entrevista ao Blog.

Responsável agora pelo 4º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e pelo 34º BPM, ambos em Marabá; 23º BPM, em Parauapebas; e pela 11ª CIPM (Companhia Independente de Polícia Militar), em Rondon do Pará, cuja área de atuação abrange 16 municípios, o oficial afirma que pretende começar seu trabalho otimizando os recursos dos quais a PM dispõe no momento.

“É saber utilizar o policiamento da melhor forma possível. Qualificar o nosso policial e prepará-lo para atender cada vez melhor a nossa sociedade. Então, em cima disso, a gente pega alguns indicadores de violência e passa a saber o horário e o local de maior incidência criminal e, a partir daí, otimizamos os recursos, realocando o policial para esses horários e locais, a fim de combater aquele tipo de crime”, detalha o coronel.

Segundo ele, a polícia sabe que a criminalidade é dinâmica e que vai se deslocar e o trabalho da segurança segue na mesma direção, porém se antecipando, fazendo um trabalho preditivo e ações preventivas onde houve a probabilidade de acontecer o crime.

“Esse é o nosso papel aqui, principalmente chegar mais próximo da tropa, sempre fomos linha de frente e conhecemos bastante o nosso cenário operacional. Então, fica muito mais fácil lidar com a situação. Apesar de ser de outro Estado [Amapá], conhecemos bastante a região”, afirma Mauro Sérgio, que já está há 22 anos no sudeste do Pará. Sobre um possível reforço numérico no efetivo da PM no âmbito do CPR-II, ele disse que isso já está sendo suprido parcialmente tanto em Marabá quanto em Parauapebas, onde estão em treinamento novos policiais militares.

“Vai suprir em grande parte a nossa demanda regional e, em verdade, é necessário equacionar e otimizar os recursos. Eles têm de ser bem administrados e assim conseguimos bons resultados”, avalia.

Em princípio, segundo o novo comandante do CPR-II, não haverá mudança de comando nas unidades geridas por ele, mas acontecerá “a implantação de um tipo de gestão, do um modo de administrar” e, dentro dessa filosofia, “aqueles que se enquadrarem, permanecem”.

A troca de comando ocorre na próxima terça-feira (17), mas nesta quarta-feira o coronel Mauro Sérgio já se reúne com os comandantes sob a jurisdição dele para dizer qual a sua doutrina de trabalho, os planos de ação, os diagnósticos da região, “para que tenha uma administração colaborativa”.

“Fica mais fácil quando você se relaciona com os comandantes e escuta, principalmente, a tropa, que está nas ruas, que conhece. O bom gestor é aquele que escuta os seus parceiros de combate”, define. O comandante do CPR-II encerra dizendo que a população pode esperar do comando dele a dedicação, o compromisso que ele tem para com a região e que será implantado no dia a dia. Ele
manifestou gratidão pelos amigos que tem no sudeste do Estado por tudo que a região lhe proporcionou. “Se sou policial e cheguei à conquista deste posto, deste cargo, foi justamente por causa desses amigos e desta região”, reforça.

Mauro Sérgio assume o CPR-II em função da transferência do coronel Almério Moraes Almeida Júnior para a Reserva Remunerada da PM. Ele passa a ser responsável pela segurança de 792.914 habitantes dos municípios de Abel Figueiredo, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Itupiranga, Marabá, Nova Ipixuna, Palestina do Pará, Parauapebas, Piçarra, Rondon do Pará, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia e São João do Araguaia.

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