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Floresta do Araguaia

Caminhoneiro é baleado após negar cigarro e espancar desconhecido

Sem cigarro, o desocupado passou a ofender Milton, que o surrou com um pedaço de pau. Um primo dele apareceu e atirou no caminhoneiro e no amigo deste

O caminhoneiro Milton Aparecido Luz foi encaminhado na tarde de quinta-feira (24) para o Hospital Regional de Redenção, em estado grave. Ele foi alvejado por três disparos de arma de fogo, após se envolver em uma confusão em Floresta do Araguaia. Segundo a Polícia Militar, o Boletim de Ocorrência (BO) registrado na Delegacia de Polícia Civil relata dois boleamentos ocorridos na Avenida Sete de Setembro, no centro da cidade, envolvendo Milton e o agente de carga Cícero Ferreira Lima.

Conforme o BO, Milton Luz e Cicero Lima estavam no centro da cidade quando um homem desconhecido, depois identificado como Fernando Almeida da Silva pediu um cigarro ao caminhoneiro, que negou o pedido. Fernando, então, começou a provocar os dois, tendo Milton pegado um pedaço de madeira e espancado Fernando.

Depois da agressão, outro indivíduo, intitulando-se primo de Fernando, apareceu e, armado de revólver, disparou cinco tiros contra Aparecido, um dos quais atingiu Cicero de raspão. Após o baleamento, Fernando e o primo fugiram.

As vítimas foram levadas para o Hospital de Floresta do Araguaia. Em seguida, Milton Luiz, devido a gravidade dos ferimentos foi removido ao Hospital Regional de Redenção.

Marabá

Escrivão da Polícia Civil morre ao cair do teto de galpão de 7 metros de altura

Genildo Joel seria usuário de drogas e estava afastado das funções há vários meses

A vida do escrivão da Polícia Civil Genildo Joel de Sousa Silva chegou ao fim na noite desta quinta-feira, dia 24, quando ele caiu do teto de um galpão de 7 metros de altura na Folha 31, Nova Marabá, em frente ao Quartel do 4º Batalhão de Policia Militar. Mas o corpo só foi encontrado no início da manhã desta sexta-feira, 25, e vários trabalhadores da redondeza foram ao local e até registraram imagens.

Segundo apurou a Reportagem do blog, o casal que residia em uma casa nos fundos do galpão da oficina mecânica, havia saído para uma refeição e quando retornou, por volta das 22 horas, entrou na residência e, cinco minutos depois, ouviu-se um barulho incomum em direção ao galpão. Passados outros cinco minutos, um novo barulho foi ouvido, mas nenhum dos dois abriu a porta de casa para ver o que tinha acontecido. “Mas como a gente mora em frente à rodovia Transamazônica, há sempre barulho o tempo inteiro”, disse a dona de casa.

Quando a mulher saía para trabalhar, por volta de 7 horas, deparou-se com um corpo ensanguentado no galpão. Uma telha Brasilit estava ao lado e o buraco no teto. A suspeita era de que Joel estaria tentando passar por cima do galpão para chegar a outro prédio, ao lado, onde funciona uma loja de auto peças, mas ninguém tem ideia da motivação.

Ele usava tênis, uma camiseta preta e uma bermuda de surfista.

Equipes das polícias Civil e Militar passaram boa parte da manhã no local tomando informações com os proprietários do imóvel, vizinhos e avaliando as circunstâncias da morte do colega.

Joel seria parente de uma juíza da Comarca de Marabá e os últimos meses de sua vida profissional foram conturbados. Segundo se apurou na delegacia, ele chegou a ser afastado das funções por envolvimento com drogas. Em setembro do ano passado, a Promotoria de Justiça de Canaã dos Carajás ofereceu denúncia contra Genildo Joel de Sousa Silva, o delegado de Polícia Civil Bruno Fernandes de Lima, os investigadores Cláudio Márcio do Nascimento e Sérgio de Sousa Lago. Além disso, o Ministério Público requereu a prisão preventiva dos quatro.

O quarteto era suspeito dos crimes de associação criminosa, peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia oferecida, os investigadores e o escrivão, sob o comando do delegado, montaram no interior da delegacia “uma associação criminosa para a prática de crimes”.

A equipe estaria deixando de lançar nos bancos de dados da Secretaria de Segurança Pública informações acerca de roubo ou furto de veículos apreendidos que eram então desviados do interior da delegacia e revendidos a terceiros e estariam, ainda, cobrando propina para a prática de atos de ofício.

Pau D’Arco

Promotores pedem que réus de chacina sejam julgados por constituição de milícia

MP pede também que os 17 policiais envolvidos na ação de maio do ano passado sejam julgados por tribunal do juri

Os promotores de justiça Alfredo Amorim, José Ilton Lima Moreira Júnior e Leonardo Caldas protocolaram, nesta quinta-feira (24), as alegações finais, em forma de memoriais escritos, na ação penal que trata da chacina ocorrida no interior da Fazenda Santa Lúcia, município de Pau D’Arco, em maio de 2017. Os membros do Ministério Público do Estado (MPPA) pediram à Justiça que os policiais denunciados por assassinar dez pessoas sejam submetidos a julgamento pelo tribunal do júri em Redenção.

Após a análise dos elementos informativos e das provas produzidas durante a instrução processual, os promotores de justiça concluíram que os denunciados tiveram participação ativa ou foram omissos na ação que resultou na morte das dez pessoas.

Nas alegações finais, os promotores mencionam que “ao firmarem um pacto, no sentido de falsear o que teria ocorrido no interior da Fazenda Santa Lúcia – propagando a ideia de que teria havido um suposto confronto e que a reação seria legítima – todos os policiais civis e militares se equipararam, sob o ponto de vista do artigo 29 do Código Penal, concorrendo para o resultado que ali foi praticado”.

As investigações apontaram que os policiais tinham consentimento do que seria feito na fazenda e efetivamente sobre o que ocorreu, como forma de legitimar a ação realizada, cada qual contribuindo de maneira significativa para as mortes.

Ao final dos memoriais, os promotores de Justiça defenderam a pronúncia dos acusados, que significa submeter os réus a julgamento pelo tribunal do júri. O MPPA quer que os denunciados Carlos Kened Goncalves de Souza, Rômulo Neves de Azevedo, Cristiano Fernando da Silva, Welinton da Silva Lira, Jonatas Pereira e Silva, Rodrigo Matias de Souza, Neuily Sousa da Silva e Valdivino Miranda da Silva Junior, Douglas Eduardo da Silva Luz, Euclides da Silva Lima Junior, Raimundo Nonato de Oliveira Lopes, Adivone Vitorino da Silva, Orlando Cunha de Sousa, Ronaldo Silva Lima, Ricardo Moreira da Costa Dutra, Francisco Ragau Cipriano de Almeida e Uilson Alves da Silva sejam julgados pelos crimes de homicídio e constituição de milícia, entre outros.

Parauapebas

Policias Militares do 23º BPM recebem atendimento multidisciplinar

A ação faz parte do Programa de Atenção à Saúde do Policial Militar e foi elogiado pela tropa de Parauapebas

Policiais Militares do 23º BPM, de Parauapebas, foram surpreendidos nesta quarta-feira (23) com a realização de palestras, consultas médicas, atendimento psicológico e social e aconselhamento com educadores físicos. Ação coordenada pelo major Claydson Cley Lima Fernandes, subcomandante do 10º BPM, de Icoaraci, o PAS-PM (Programa de Atenção à Saúde do Policial Militar) foi idealizado em 2017, pelos coronéis Hilton Benigno, comandante-geral da PM; e Leão Braga, chefe do Estado Maior. O objetivo é a valorização do policial militar, com proposta de proporcionar à tropa saúde e qualidade de vida.

Os militares também tiveram um momento espiritual, com celebração realizada pelo subchefe da Capelania da Polícia Militar do Pará, major Leomar de Aviz, que proporcionou aos PMs momentos de reflexão e comunhão com Deus.

De acordo com o major Fernandes, vários homens da corporação apresentaram alterações como obesidade e glicemia acima dos níveis normais e receberam orientações a fim de voltarem à forma física, para que isso não venha a influenciar negativamente nas atividades laborais.

O cabo Arlan foi um dos beneficiados com a ação, que segue até esta quinta-feira, em Parauapebas. Ele disse que, com certeza, se sente mais valorizado e louva a iniciativa do comandante-geral Hilton Benigno: “Eu nunca tinha visto isso, é muito bom mesmo. Fiz os exames e, graças a Deus, comigo está tudo bem. Isso é bom porque a nossa profissão requer 100% de saúde”.

Para o major Emmett, subcomandante do 23º BPM, Emmett, o comandante-geral da PM está de parabéns. “O PM precisa disso, desse tipo de valorização, a tropa gostou muito e não vamos parar por aqui, vamos dar continuidade ao trabalho iniciado hoje”.

O PAS-PM já passou por 13unidades de Belém e do interior: os Comandos de Policiamento Regional (CPRs) IV, VIII, X, XI, XII e II, incluindo o quartel do 4º BPM, em Marabá. De Parauapebas segue para a 11ª CIPM, em Rondon do Pará.

polícia

Fugitivo de Marabá é preso em Roraima como líder de facção criminosa

“Júnior Marabá” é acusado de tráfico de drogas e de fornecer armas utilizadas para a prática de vários homicídios

Acusado e até condenado por vários crimes em Marabá, Marivaldo Junior Vanziler Barbosa, o “Júnior Marabá”, foi preso na noite desta segunda-feira, 22, no bairro Asa Branca, zona Oeste de Boa Vista, Roraima. A prisão foi efetuada pela Polícia Civil, que o acusa de envolvimento com tráfico de drogas em cinco municípios na região Sul de Roraima.

Barbosa fugiu do CRAMA (Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes) em Marabá, depois de ter sido sentenciado a três anos de prisão por participar de desmanche de veículos e oferecido R$ 6.000,00 aos policiais para não ser preso.

Segundo informou a Polícia Civil de Boa Vista, Júnior Marabá é líder de uma facção criminosa com forte atuação no Sul do estado e apontado também como fornecedor de armas utilizadas para a prática de homicídios na região.

A prisão do suspeito é um desdobramento da operação deflagrada no início do mês. Na ocasião foram presos outros três integrantes da mesma facção suspeitos de cometerem cinco homicídios no intervalo de 15 dias. Os assassinatos tiveram relação com tráfico de drogas e desde então Barbosa também era procurado pela polícia.

De acordo com o delegado Márcio Amorim, da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), Barbosa foi o autor do arrombamento e furto de R$ 18 mil da agência dos Correios de Mucajaí, na região Sul, ocorrido no dia 14 deste mês. Ele também chegou a arrombar a agência do Banco do Brasil do município, mas não conseguiu levar nada, segundo o delegado.

A prisão do marabaense foi resultado de uma ação integrada pelo Grupo de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Graco), DRE, Núcleo de Inteligência, delegacia de Rorainópolis, e Departamento de Informação e Inteligência da Polícia Militar.

Prisão do suspeito

Os policiais chegaram até Júnior Marabá após investigação e monitoramento do esconderijo dele, que se escondia em uma estância com uma adolescente que disse ser sua amiga. A garota foi entregue à mãe.

Na ação, um jovem de 26 anos foi detido por suspeita de dar suporte a Barbosa, levando roupas e comidas a ele. A participação do rapaz em crimes é investigada. Durante as buscas realizadas no apartamento em que estava Barbosa, os policiais apreenderam furadeira, esmerilhadeira, marretas, luvas, martelos, talhadeiras, alicates e chaves de fenda. Não foram localizadas as armas.

Os materiais, de acordo com a Civil, foram usados no arrombamento das agências dos Correios e do Banco do Brasil em Mucajaí, conforme a própria confissão do suspeito.

Foram apreendidos ainda entorpecentes, notebooks e uma certidão de nascimento falsa com assento de Marivaldo Ricardo Barbosa, que era usada pelo infrator para burlar as forças de segurança em caso de abordagem.

Execuções no Sul do estado

Barbosa, segundo a Polícia Civil, confirmou ter cedido uma pistola 9mm usada em execuções no Sul do estado. Ele admitiu ainda ter sido o autor do arrombamento das agências do banco do Brasil e dos Correios. A Civil informou que os R$ 18 mil furtados foram divididos com mais dois comparsas que participaram do crime. Eles também são do Pará e levaram um revólver calibre 38 do local.

Barbosa foi autuado em flagrante pelo delegado Márcio Amorim, por integração à organização criminosa. Ele foi encaminhado à audiência de custódia, mas permaneceu preso em razão do mandado de prisão preventiva emitido pela Justiça de Marabá, onde responde por tráfico de drogas.

O delegado informou ainda que repassará as informações da prisão de Barbosa à Polícia Federal, que investiga o arrombamento na agência dos Correios de Mucajaí. Além disso, o suspeito foi interrogado para esclarecer sua participação nos crimes de homicídio ocorridos no Sul do estado, mas negou a participação direta nas mortes.

Polícia

Assaltantes de carro-forte da Prosegur abandonam carro e fogem da PM

Eles ainda entraram em confronto com os policiais miliares, mas acabaram se embrenhando no mato e escapando

Na manhã da última segunda-feira (21), um carro-forte da empresa Prosegur de Redenção foi assaltado entre as rodovias BR-155 e PA-449, na estrada que dá acesso a Floresta do Araguaia. A ação dos assaltantes aconteceu na Moita de Bambu, cerca de 50 km de Redenção, após o veículo transportador de valores ter saído de Ourilândia do Norte com destino a Floresta. Depois do assalto, policiais militares de Redenção, Rio Maria e Xinguara começaram uma fazer varredura na área para tentar localizar os assaltantes.

Enquanto isso, policiais militares de Floresta do Araguaia, que faziam outro percurso, se depararam com os assaltantes nas proximidades da Reinarda Mineradora, na vicinal que dá acesso á Vila Matão. Segundo a Polícia Militar, houve confronto e perseguição, tendo os assaltantes abandonado o veículo em que estavam e fugido pelo mato. Ninguém saiu ferido.

A caminhonete abandonada é uma Triton l-200 placas NQK-5641, na qual estavam vários estojos de munição de diversos calibres, uma escopeta calibre 12, um gerador de energia, uma lixadeira para corte, redes e vários artigos de higiene pessoal. Todo esse material foi entregue na Delegacia de Polícia Civil de Floresta do Araguaia. O Valor levado pelos assaltantes, não foi divulgado pela Prosegur. Nenhum dos assaltantes foi preso até o momento.

Polícia Militar

Polícia Militar prende traficantes em Canaã e tarado em Parauapebas

Quatro homens flagrados com drogas e um tio desnaturado que tentou estuprar a sobrinha foram parar atrás das grades

Operações da Polícia Militar realizadas ontem (21) em Canaã dos Carajás tiveram saldo positivo na luta contra o tráfico de entorpecentes na região. O primeiro flagrante se seu no Bairro dos Maranhenses, na Rua Projeto, quando Erinel da Vitória dos Santos procurou a PM para queixar-se de que seu celular havia sido roubado. Nas buscas, Marcos Hundinny Lima foi flagrado com o aparelho, que foi reconhecido pelo dono. Interrogado, ele disse que havia recebido o objeto de outra pessoa e informou o endereço. Na casa, a PM encontrou Francisco Eduardo Sousa, que guardava vários outros celulares, produtos eletrônicos, medicamento, espingarda e grande quantidade de crack. A dupla foi algemada e entregue da Delegacia de Polícia Civil.

Em seguida, no Residencial Canaã, na Quadra AC, Jaires Torres da Silva e André Anderson Nunes Serra foram flagrados portando 31 pedras de crack, cinco papelotes de maconha, quatro celulares e R$ 3.849,00. A Polícia Militar realizava Operação Saturação quando foi informada de que no endereço estaria ocorrendo venda de entorpecentes. Constatada a veracidade da denúncia, o acusados, a droga e o entorpecente também tiveram como destino a DP.

Já em Parauapebas, uma guarnição da PM recebeu denúncia de um homem cuja esposa teria sofrido tentativa de estupro pelo próprio tio, Deivid Sousa Melo, 33 anos. No local, os policiais encontraram a mulher muito nervosa e chorando copiosamente. Ele denunciou que o tarado estava dentro da casa portando um revólver calibre 38, carregado. O acusado foi preso e levado também à Delegacia de Polícia.

Em Canaã, atuaram o tenente Guimarães e os sargentos Jean, Lusotsa e Averlã; os cabos Harlem e Cristian Douglas; e o soldado Francisco. Em Parauapebas, o sargento Severo e o soldado Leal tiraram o tarado de circulação.

Marabá

Operação com 60 policiais e até helicóptero faz arrastão em bocas de fumo

Força-tarefa contou com apoio da Guarda Municipal e fez um “limpa” em vila marcada pela violência e tráfico de drogas

As 6 horas da manhã desta sexta-feira, dia 18, policiais civis, juntamente com policiais militares e guardas municipais de Marabá deflagraram operação policial integrada denominada “IMPACTUS 2018”. O objetivo da operação foi dar cumprimento a mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Marabá.

Segundo a delegada Simone Felinto, superintendente de Policia Civil do Sudeste, as investigações foram iniciadas após denúncias realizadas por populares que relataram venda de entorpecentes na área do núcleo Velha Marabá, fato que incomoda os moradores daquele bairro há muitos anos.

Ainda de acordo com a delegada, as medidas cautelares de busca e apreensão foram pleiteadas ao Poder Judiciário após intenso trabalho investigativo na região. “Ao todo foram cumpridos 9 mandados, sendo que em 5 alvos (residências) foi localizado algum tipo de ilícito, tais quais: drogas do tipo “crack”, “maconha”, dinheiro e vasto material que possivelmente seja produto de receptação, o que deverá ser averiguado no curso dos inquéritos policiais”, disse ela.

Durante a operação foram conduzidas oito pessoas, as quais foram ouvidas na Delegacia de Polícia a fim de serem verificadas e individualizadas suas condutas e, consequentemente, lavrados os devidos procedimentos policiais. “Entre os presos encontram-se pessoas contumazes na prática delituosa, sendo algumas delas com extensa ficha criminal”.

A operação contou com a participação e 48 policiais civis, 12 policiais militares, três guardas municipais e ainda com o Grupamento Aéreo de segurança pública (Guardião 03).

“O resultado das ações é o reflexo das operações integradas que tem se intensificado no sudeste paraense, sendo esta uma diretriz da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social”, ressalta a superintendente de Polícia Civil.